COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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terça-feira, 15 de março de 2016

Belo Monte e o triunvirato da propina de R$ 45 milhões...VIA VEJA!

Belo Monte e o triunvirato da propina de 

R$ 45 milhões

Delcídio do Amaral descreve atuação dos ex-ministros Palocci, 

Erenice Guerra e Silas Rondeau na divisão do caixa paralelo 

entre PT e PMDB





Por: Felipe Frazão, de Brasília - Atualizado em 


Delcídio do Amaral
Delcídio do Amaral(Pedro Ladeira/Folhapress)
Em seu acordo de colaboração premiada homologado nesta terça-feira, o senador Delcídio do Amaral, ex-líder do governo Dilma Rousseff, afirmou que a construção da Usina de Belo Monte foi "decisiva" para abastecer campanhas eleitorais em 2010 e 2014. Delcídio acusou três ex-ministros do governo petista de formarem um triunvirato que influenciou o projeto de Belo Monte e harmonizava a divisão de propinas entre o PT e o PMDB: Antônio Palocci, Erenice Guerra e Silas Rondeau.

Segundo Delcídio, em 2010, o consórcio formado pelas principais empreiteiras do país desistiu, três dias antes, de disputar o leilão de Belo Monte. A alternativa foi costurada, "em algumas horas", com influência do triunvirato Palocci-Erenice-Rondeau. A Chesf e a Eletronorte entraram na disputa pública aliadas a Queiroz Galvão, Galvão Engenharia, Contern, J, Malucelli, Gaia Energia, Cetenco, Mendes Jr, Trading Engenharia e Serveng-Civilsan. Só houve uma proposta.


terça-feira, 8 de março de 2016

Dilma que controle seus radicais porque as ruas estarão ocupadas pela mansidão, Assista!


Dilma que controle seus radicais porque as ruas estarão ocupadas pela mansidão

https://youtu.be/RIzxzgC_dNs

OBS DA ADHT: Se as FORÇAS ARMADAS não intervir quem vai resolver esses graves problemas que quem trabalha em escritório não vê ou está cego, Reinaldão Azevedo, veja:
"Mulheres do MST destroem 1,2 milhão de mudas da Araupel, no Paraná, e põem fogo nos viveiros"


A presidente é a responsável última por eventuais conflitos, que só ocorrerão se os petistas decidirem partir para a provocação e para o confronto

As manifestações de rua em favor do impeachment da presidente Dilma e contra a corrupção serão pacíficas, a exemplo das havidas no ano passado. A razão é simples: as forças que promovem os protestos são compostas de pessoas alinhadas com a defesa da ordem democrática.
Quem quer confronto são franjas do PT. Quem quer bagunça, a julgar pela entrevista concedida à Folha, é Gilberto Carvalho, chefão do partido e ex-ministro de Dilma. Disse o preclaro que teme a venezuelização do país. Bem, na Venezuela, são os aliados de Carvalho que matam adversários nas ruas. Ele está nos ameaçando?
Dilma chama protestos de “defesa do golpe” e resolve contestar decisão da Justiça a céu aberto. O rito do impeachment já foi definido pelo Supremo — o que, de resto, é um absurdo. De todo modo, que se saiba, a corte máxima não criaria o passo a passo de um… golpe! A acusação e ridícula.
VEJA O RESTANTE AQUI: 
FONTE: Veja - Reinaldo Azevedo

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

MÁFIA DA LAVAJATO ESTAVA DENTRO DO TSE NO DIA DA APURAÇÃO DA ELEIÇÃO DILMA/AÉCIO

Leudo Costa  

MÁFIA DA LAVAJATO ESTAVADENTRO DO TSENO DIA DAAPURAÇÃO DAELEIÇÃO DILMA/AÉCIO

TOFOLI LEO PINHEIRO
Leo Pinheiro acompanhou de perto as apurações das eleições de 2014. Um dos executivos da OAS encaminhou-lhe uma mensagem às 19h24 daquele domingo: “Informação de dentro do TSE: Aécio 5% na frente”.
De dentro do TSE? Quão dentro?…
“Dilma Porra”.
E Leozinho, Super Ministro da Infraestrutura, comentou:
“Vamos lá!!!!! Dilminha ganhou!!!!!”.
Marlos Ápyus associou essas mensagens à repentina – e bizarra – reviravolta no mapa da apuração: ( O antagonista)
GRAFICO APURAÇÃO
É bom recordar a matéria de Veja que liga Léo Pinheiro ao Presidente do TSE, Ministro Dias Tóffoli
No dia 13 de novembro do ano passado, o engenheiro Léo Pinheiro, sócio e presidente da empreiteira OAS, não imaginava que sua rotina estaria prestes a sofrer uma reviravolta em algumas horas. Era noite de quinta-feira. Trocando mensagens com um amigo, ele parecia tranquilo e informava: “Estou indo para a África na segunda”. Depois, perguntou: “Você vai ao aniversário do ministro Toffoli no domingo?”. O amigo respondeu que ainda não sabia se compareceria à festa. Marcaram um encontro para o sábado no Rio de Janeiro e outro para segunda-feira, 17, em São Paulo. Léo Pinheiro acabou não indo à África, ao Rio, a São Paulo nem ao aniversário do ministro. A Polícia Federal prendeu o engenheiro horas depois da troca de mensagens. Seis meses se passaram e esse diálogo, aparentemente sem relevância, ganhou outra dimensão. Léo Pinheiro foi solto na última semana no fim de um julgamento dividido, em que o voto do ministro Toffoli foi decisivo para sua libertação. Toffoli votou com o relator, ministro Teori Zavascki, para conceder habeas corpus ao empreiteiro Ricardo Pessoa, da OAS – decisão logo estendida aos demais presos da Lava-Jato. Se Toffoli tivesse votado contra a concessão do habeas corpus, Pessoa e Léo Pinheiro teriam sido mantidos atrás das grades.
Léo Pinheiro, ponta de lança do esquema de corrupção da Petrobras, acusado de desviar bilhões de reais e de subornar algumas dezenas de políticos, deve sua soltura à inadequada e estranha proximidade com o ministro Toffoli? É tão difícil afirmar que sim quanto que não. Para que os empreiteiros continuassem presos bastaria que um dos outros ministros que votaram a favor do habeas corpus, Gilmar Mendes e Teori Zavascki, tivesse discordado do relator. A questão é que, até onde se sabe, nem Gilmar Mendes nem Teori Zavascki têm relações com empreiteiros. Como mostra o relatório da Polícia Federal, Toffoli é próximo de Léo Pinheiro, da OAS. Ambos são amigos diletos do ex-presidente Lula, em cujo governo Toffoli, ex-advogado do PT, foi nomeado para o STF.
VEJA teve acesso a um relatório produzido pelos investigadores da Operação Lava-Jato a partir das mensagens encontradas nos telefones apreendidos com Léo Pinheiro. O documento mostra que o empreiteiro frequentava as altas esferas de poder da capital. O interlocutor que aparece marcando encontros com ele no Rio e em São Paulo e a ida à festa de aniversário de Toffoli é o ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Vale lembrar que Benedito chegou a ser o nome preferido do governo para assumir uma vaga no STF. “As mensagens demonstram uma proximidade entre Léo Pinheiro e Benedito Gonçalves, bem como a proximidade destes com o ministro Toffoli”, conclui o relatório da Polícia Federal.
Fonte:http://cristalvox.com.br/2015/07/17/mafia-da-lava-jato-estava-dentro-do-tse-no-dia-da-apuracao-da-eleicao-dilmaaecio/

sábado, 1 de agosto de 2015

PETROBRAS, JORNAL O GLOBO E REVISTA VEJA: NÃO CHAMEM UM HOMEM HONESTO DE CORRUPTO“. Clique e assine.

O juiz federal, professor e escritor William Douglas, que escreveu em coautoria com Rubens Teixeira o best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso”  e a sua continuação, o livro “Sociedade Com Deus, publicou texto  em sua página do Facebook que está dando muita repercussão.
No artigo, o escritor, apresentando-se como cidadão brasileiro, cobra, de forma dura, esclarecimentos a Petrobras acerca da forma obscura em que destituiu Rubens Teixeira do cargo de Diretor Financeiro e Administrativo da Transpetro, colocando em seu lugar Fernando Kamache, um ex-diretor da Refinaria de Passadena, aquela que foi comprada quando Dilma Rousseff era presidente do Conselho de Administração da Petrobras e a deixou em situação complicada politicamente. A seguir, estranhamente, vazaram informações internas de uma auditoria que alega que alguns diretores e gerentes tinham bandeiras vermelhas em seus nomes. Diante disto, Rubens Teixeira notificou o presidente da Petrobras e o diretor de governança para que venham a público dizer qualquer coisa que tenham descoberto a seu respeito. E, a Petrobras estranhamente se cala e nada diz.
>>> Campanha no AVAAZ “PETROBRAS, JORNAL O GLOBO E REVISTA VEJA: NÃO CHAMEM UM HOMEM HONESTO DE CORRUPTO“. 
Rubens Teixeira que foi diretor financeiro e administrativo da Petrobras Transporte por sete anos não responde a qualquer processo e pretende ir ao Judiciário para que o presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, e o diretor de governança, João Adalberto Elek Junior, venham a público explicar o que sabem a seu respeito.
Inclusive foi criada uma Petição na AVAAZ – que já foi assinada por intelectuais, juízes e personalidades –  com o fim de que sejam identificados no Brasil os verdadeiros corruptos e que não se lance lama em cima de pessoas corretas.
Leia abaixo o texto de William Douglas, intitulado “Não chame homem honesto de corrupto (uma lição para quem faz assassinato de reputações)”, em que critica duramente a forma obscura e o silêncio da direção da Petrobras.
NÃO CHAME HOMEM HONESTO DE CORRUPTO
(uma lição para quem faz assassinato de reputações)
“Queridos,
Vou falar sobre a corrupção no Sistema Petrobras e sobre honradez.
Fui advogado aos 21 anos, Delegado de Polícia aos 23, e, em seguida, Defensor Público, Juiz e Professor. Acreditem: eu conheço bastante os meandros da maldade. Não bastasse tudo isso, frequento desde favelas até as altas rodas. Da favela, mudaram o nome, mas não a realidade; nas altas rodas, tirando a possibilidade de ser preso, nada mudou.
Veiculo aqui uma lição aos corruptos e aos irresponsáveis, aos que falam mal dos outros sem ter o curial e básico cuidado de não falar besteiras.
Eis a lição: se tem algo que não se deve fazer é chamar um homem honesto de corrupto.
Se você chamar um corrupto de corrupto ele vai negar, reclamar, dizer um monte de coisas por si ou por seu advogado, mas garanto: não vai insistir nas reclamações. No fundo, ele não quer ser investigado e por isso se cala. Sabe-se que aquele que tem culpa no cartório não vai além da protocolar arguição de inocência, de dar alguma desculpa e ficar quieto torcendo para que o escândalo seguinte tire o foco de cima dele. E, como não faltam escândalos no Brasil, tudo fica por isso mesmo. Por ser assim, num país cheio de corruptos, as pessoas estão acostumadas a ofender a esmo e sem qualquer responsabilidade. Mas, repito, não faça isso com um homem honesto.
Quem não se vende não vai ficar quieto se for ofendido, não vai querer que a coisa esfrie até passar tudo a limpo. Não, quem não vende contratos ou a coisa pública é diferente do corrupto. Este tem tudo, menos a honra; já o honesto tem uma casa menor, um carro menos luxuoso, viaja menos e não bebe o melhor do vinho que a França produz. O vinho caro do homem honesto é seu travesseiro, é sua consciência em paz, é poder olhar seus filhos sem ter vergonha do que fez no mandato passado. Isto é tudo que resta ao homem de bem. E, por incrível que pareça, e para alívio de um país cansado e desanimado, eis a notícia: servir e ter honra, sem se vender, é o que basta para alguns homens públicos.
Então, não tire do honesto seu bem mais precioso: sua honra. E honra é algo difícil de ser compreendido por aqueles que abriram mão dela em prol de algo vil, seja o metal, seja o poder. Ou o melhor vinho da França.
Sou amigo de Rubens Teixeira. Confiava em sua honestidade por mil motivos diferentes, mas nunca auditei sua vida. Só fiz as checagens possíveis antes de elegê-lo como meu coautor, e ele se saiu bem em todas. Sempre o vi dedicado à Transpetro, e quando vi seu relatório de atividades, percebi o quanto é competente e o quanto melhorou todos os índices de produtividade e qualidade da companhia.
Um dos meus orgulhos como seu amigo era ver que enquanto a Petrobras afundava em denúncias concretas de superfaturamento, a Transpetro seguia incólume. Muito mal, na época das eleições, vazamentos de uma auditoria errada deram o que parte da imprensa gosta: acusações, mesmo que sem provas e sem ouvir o outro lado. Ou seja, qualquer pessoa que compare as duas empresas verá que alguma coisa boa acontecia na Transpetro. Enfim, sempre tive muito orgulho de ver sua dedicação, seus resultados e, em especial, a inexistência de acusações sobre sua pessoa. E ele faz por merecer esse nome limpo. Não é um acidente.
Então, foi com grande surpresa que vimos, ao ser substituído do cargo de Diretor Financeiro da Transpetro, dizerem que era porque havia “suspeitas”, que era porque havia “bandeiras vermelhas”. Eles poderiam substituir o Rubens sem dizer nada, o cargo é demissível ad nutum, algo simples de ser feito. Mas não, era preciso passar a imagem de que alguma limpeza estava sendo feita, ou de que todos são corruptos, ou sei lá o quê, mas o fato é que tinham que denegrir a imagem de quem sai. O problema é que estamos diante de um homem probo: lançaram lama sobre quem usa trajes decentes. Isso não, isso não se pode aceitar. Não.
Desde a primeira hora, a população, acostumada a tanta corrupção, achou que era só mais um dentre tantos casos. A imprensa, fazendo mal seu papel, não ouviu o Rubens. Os que o acusaram não se preocuparam, eu suponho, já que, como se diz, “a manchete do jornal de hoje embala o peixe amanhã” e porque é bem difícil alguém insistir em apuração de denúncias. O problema é que quando se cospe em gente de bem, em gente que optou por não se vender, por não enriquecer às custas do povo, por não financiar campanha política (claro, sempre cobrando sua parte), a vítima das acusações vai querer que a verdade apareça.
Anoto que a imprensa costuma chamar o Rubens de “pastor da Assembleia de Deus”. Isto é modalidade de perseguição e intolerância, é apedrejamento por outra via. Qual a razão de a imprensa rotular o homem pela sua fé (como se isso o desabonasse) em vez de reconhecer seu invejável currículo? Por que não dizem que é Engenheiro Civil, que tem mestrado em energia /engenharia nuclear pelo IME, que é Bacharel em Direito, que tem Doutorado em Economia pela UFF, que tem obras publicadas, e, inclusive, prêmios por seu doutorado? Por que não mencionam que foi aprovado nos concursos para a AMAN, IME, EEAR, Oficial do Corpo de Bombeiros do RJ, TCU e Analista do Banco Central do Brasil?
Que vergonha, imprensa, que vergonha! Sempre defendi e defenderei a liberdade de imprensa, mas me entristece quando vejo que esquecem que se a liberdade da imprensa é importante, a responsabilidade com a verdade também o é.
Voltemos, porém, às dicas para quem quer assassinar reputações ou quer sustentar que “todo mundo faz”: informo com alegria que nem todo mundo faz, e não chame homem honesto de corrupto. Ele não vai se calar.
Pois bem, o fato é que já estamos há 90 dias da substituição do Rubens Teixeira. As notícias, algumas no Ministério Público do Trabalho, é que até a cárcere privado submeteram funcionários da Transpetro. Tudo para tentar achar alguma falcatrua, alguma sujeira, algum “por fora”, alguma coisa desse naipe. Mas, curiosamente, nada foi achado. Imagino que frustração deve ser para um quem acusa saber que, ao contrário do que se disse, não houve nada fraudulento. “Como é que pode ser isso?”, deve pensar. Mas e se for dito, de de forma leviana, que alguém é “suspeito”? Quem disse, vendo que errou, deve pedir desculpas, não? É o mais ético a fazer.
Pois bem, o Rubens Teixeira está há três meses, em sucessão de e-mails e notificações diretas e, agora, por cartório, insistentemente pedindo uma mesma e única coisa: “Digam por que vocês disseram que têm suspeitas contra mim, digam por que falaram em meu nome com ‘bandeiras vermelhas!’”
A insistência do Rubens é a dos homens honestos, é a dos homens que nada têm a temer, que nada devem. Para muitos, em um país onde pululam sem-vergonhas, essa pergunta é de um “louco” ou de um “chato”. Para um país envergonhado por tanta corrupção, essa pergunta é um alento. Se existiam “bandeiras vermelhas” e “suspeitas” sobre o bom nome do Rubens, por que não vieram a público?
Se depois de três meses de pesquisa, e, tenham certeza, de esmeradas pesquisas, algo se achou, porque não contam? Seria ótimo para a sociedade saber qual foi a suspeita, qual foi a falcatrua. E, claro, isso mostraria que a demissão motivada “por suspeitas” não foi feita com irresponsabilidade ou má-fé. Sim, não há outra possibilidade: ou você sabe que a pessoa é corrupta e a demite, ou não sabe, ou não tem provas, e nunca deveria ter acusado levianamente uma pessoa de bem. Aliás, nem aos corruptos se pode acusar levianamente. A única diferença é que os honestos reclamam bastante.
Pois bem, eu respondo usando minha experiência de 30 anos lidando com o Direito e com o serviço público: se estão quietos é porque nada foi achado. O problema é que o silêncio de quem acusou levianamente não limpa a mácula. O certo, o digno, o probo, o ético, o decente seria emitir uma nota pública, indicando as suspeitas ou declarando que nada se achou.
Se as suspeitas são mostradas, o acusado pode se defender; se o acusador admite que errou, o dano ainda existe mas se reduz drasticamente. Mas não, parece que o Sistema Petrobras não está interessado em ser ético aqui, e isso só pode ser feito agora de dois modos: ou mostra a suspeita ou oficialmente retira a pecha de suspeito.
Como eu gostaria de que algumas pessoas agissem como o Rubens. Eu gostaria muito de que todos os que participaram da compra de Pasadena, de Premium I e II, de Abreu Lima e do Comperj fizessem como o Rubens, que pede investigações, que quer saber qual é a acusação, que se coloca à disposição da imprensa para responder a toda e qualquer pergunta. Lamento também a imprensa cala, que parece que só quer ouvir quem tem medo de falar.
O Brasil merece e precisa saber que há homens públicos que não levam dinheiro e que, quando acusados de suspeitos, ficam meses insistindo para saber qual é, afinal de contas, a acusação. Nunca chamem um homem honesto de corrupto.
Aos que falam que Rubens é pastor, e é, mas não falam do seu currículo invejável, vale ler a Bíblia, a quem ele imputa seu sucesso profissional. A leitura de Provérbios 28:1 será bem útil: “Os maus fogem, mesmo quando ninguém os persegue, mas o homem honesto é valente como um leão”.
Há, no país, pessoas entrando com habeas corpus preventivo e dizendo temer serem presos. Não sei se é o caso, mas me lembra o verso. E há pessoas valentes, que não aceitam que tirem sua honra, porque a preservam e valorizam. Tire tudo do homem honesto; tire o cargo, tire a oportunidade de servir, mas jamais tire do homem honesto sua honra e dignidade. Se fizer isso, tenha uma certeza: ele não vai ficar quieto até que mostrem o que têm contra ele, ou peçam desculpas. Se em algum momento você achar que o Rubens está sendo “chato” ou “insistindo demais nesse assunto”, é porque a epidemia de pusilânimes e ladrões está prejudicando sua avaliação. Um homem honesto leva essas coisas à exaustão.
O Rubens (e eu, como seu amigo e cidadão) não vai parar enquanto o Conselho de Administração da Transpetro não revelar as tais “suspeitas” ou declarar publicamente que, mesmo após a demissão e três meses de esforços, nada tem contra ele. Espero que o presidente da Petrobras, que preside o Conselho de Administração da Transpetro, venha a público dizer quais são as suspeitas que mencionou ao demitir Rubens, ou se achou alguma após três meses de auditoria. Se não tiver, que diga que não acharam nada.
Rubens não tem a força política dos que levianamente o acusaram, nem conta com uma imprensa leal ao contraditório, que só se agrada de falar de corruptos e que parece não gostar de publicar sobre os homens de bem. Mas Rubens tem três coisas: um, insiste em que a verdade venha à tona; dois, é um homem bem perseverante; três, como pastor e cristão (qualidades tão regularmente citadas pela imprensa), também conta com a justiça divina, da qual habeas corpus algum haverá de livrar os que agirem mal.
Se Rubens Teixeira precisar ir para a Justiça dos homens para repor a verdade, sem problema, homens honestos não têm medo da Justiça. Ao contrário, é justamente a lei quem prevê a reposição da honra, as indenizações civis e as merecidíssimas reprimendas penais para os que levianamente desrespeitam a honra e a dignidade alheias.
William Douglas, na qualidade de cidadão.
 Fonte: Gospel Mais

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

VÍDEO IMPORTANTE: "Sob pressão TSE autoriza auditoria nas eleiçes.."


Sob pressão TSE autoriza auditoria nas eleições

Os ministros do TSE decidiram por unanimidade acatar o pedido do PSDB de auditar as eleições. Para Reinaldo Azevedo a voz das pessoas que foram as ruas venceu. A decisão coincide com a volta de Aécio Neves ao Congresso. No "Radar Online", com Lauro Jardim, a definição do nome do novo ministro da Fazendo continua na estaca zero Lauro Jardim.


http://veja.abril.com.br/multimidia/video/sob-pressao-tse-autoriza-auditoria-nas-eleicoes

Governo Federal irá retirar suas verbas de Publicidade da Isso é justo? Vamos "NÓS" assinar e apoiar quem nos apoia!?


quinta-feira, 12 de junho de 2014

ATENÇÃO: Reinaldo de Azevedo, da REVISTA VEJA, DIZ :Dilma decidiu extinguir a democracia por decreto. É GOLPE!

Dilma decidiu extinguir a democracia por decreto. É golpe!

por Reinaldo Azevedo


Atenção, leitores!

Seus direitos, neste exato momento, estão sendo roubados, solapados, diminuídos. A menos que você seja um membro do MTST, do MST, de uma dessas siglas que optaram pela truculência como forma de expressão política.

De mansinho, o PT e a presidente Dilma Rousseff resolveram instalar no país a ditadura petista por decreto. Leiam o conteúdo do decreto 8.243, de 23 de maio deste ano, que cria uma tal “Política Nacional de Participação Social” e um certo “Sistema Nacional de Participação Social”. O Estadão escreve nesta quinta um excelente editorial a respeito. Trata-se de um texto escandalosamente inconstitucional, que afronta o fundamento da igualdade perante a lei, que fere o princípio da representação democrática e cria uma categoria de aristocratas com poderes acima dos outros cidadãos: a dos membros de “movimentos sociais”.

O que faz o decreto da digníssima presidente? Em primeiro lugar, define o que é “sociedade civil” em vários incisos do Artigo 2º. Logo o inciso I é uma graça, a saber: “I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”.

Pronto! Cabe qualquer coisa aí. Afinal, convenham: tudo aquilo que não é institucional é, por natureza, não institucional. Em seguida, o texto da Soberana estabelece que “todos os órgãos da administração pública direta ou indireta” contarão, em seus conselhos, com representantes dessa tal sociedade civil — que, como já vimos, será tudo aquilo que o governo de turno decidir que é… sociedade civil

Todos os órgãos da gestão pública, incluindo agências reguladoras, por exemplo, estariam submetidos aos tais movimentos sociais — que, de resto, sabemos, são controlados pelo PT. Ao estabelecer em lei a sua participação na administração pública, os petistas querem se eternizar no poder, ganhem ou percam as eleições.

Isso que a presidente está chamando de “sistema de participação” é, na verdade, um sistema de tutela. Parte do princípio antidemocrático de que aqueles que participam dos ditos movimentos sociais são mais cidadãos do que os que não participam. Criam-se, com esse texto, duas categorias de brasileiros: os que têm direito de participar da vida pública e os que não têm. Alguém dirá: “Ora, basta integrar um movimento social”. Mas isso implicará, necessariamente, ter de se vincular a um partido político.

A Constituição brasileira assegura o direito à livre manifestação e consagra a forma da democracia representativa: por meio de eleições livres, que escolhem o Parlamento. O que Dilma está fazendo, por decreto, é criar uma outra categoria de representação, que não passa pelo processo eletivo. Trata-se de uma iniciativa que busca corroer por dentro o regime democrático.

O PT está tentando consolidar um comissariado à moda soviética. Trata-se de um golpe institucional. Será um escândalo se a Ordem dos Advogados do Brasil não recorrer ao Supremo contra essa excrescência. Com esse decreto, os petistas querem, finalmente, tornar obsoletas as eleições. O texto segue o melhor padrão da ditadura venezuelana e das protoditaduras de Bolívia, Equador e Nicarágua. Afinal, na América Latina, hoje em dia, os golpes são dados pelas esquerdas, pela via aparentemente legal.

Inconformado com a democracia, o PT quer agora extingui-la por decreto.

 
Blog de Reinaldo Azevedo - 29/05/2014
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/dilma-decidiu-extinguir-a-democracia-por-decreto-e-golpe/


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PNPS e SNPS: sopa de letrinhas bolivarianas

por Ari Cunha


Ao contrário do que sempre acontece quando o governo federal anuncia algumas de suas grandes ideias, desta vez não houve festa. A coisa foi feita meio na surdina, para não despertar muita atenção e curiosidade geral.

Foram instituídos em 23 de maio, sob a forma de decreto (nº 8.243), a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS).

O que a presidente Dilma busca, bem ao modo petista de governar, é um “atalho” para a chamada “democracia direta”, alijando do processo a participação do Poder Legislativo. Logo em seu  artigo 1º, o governo afirma, em linguagem que parece saída de documento do partido, que o objetivo do decreto é “fortalecer e articular os mecanismos e as instâncias democráticas de diálogo e atuação conjunta entre a administração pública federal e a sociedade civil”.

O que que o governo busca com essa lei é que os “movimentos sociais institucionalizados ou não, participem ativamente na administração pública federal direta e indireta, bem como nas agências reguladoras.

Na prática, são criados mecanismos à semelhança dos comitês dos trabalhadores da era stalinista, para que os movimentos sociais, na grande maioria controlados e bancados pelo próprio governo, participem na gestão do país, abrindo caminho, assim, para o fortalecimento institucional do Poder Executivo.

Impedido de estabelecer, de uma só vez, o controle institucional do Estado, o atual governo vem, de longa data, tentando adotar pequenas medidas, pretensamente legais, como o controle social da mídia, o financiamento público de campanhas e em listas fechadas e outras aberrações jurídicas presentes em países como a Venezuela e Cuba, para criar condições de perpetuação no poder.

Não bastasse a nação ter de engolir que o Estado seja retaliado pela miríade de partidos fisiológicos famintos de cargos, agora vem o governo querendo ceder parte da máquina pública para os “coletivos” de si próprio.


Correio Braziliense – 31/05/2014


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Alves não pautará decreto do DEM contra conselhos

Presidente da câmara negou pedido para votar em regime de urgência texto que suspende decisão de Dilma.

Apesar da pressão do DEM para inclusão, na pauta de votação de ontem, do requerimento de votação em regime de urgência do decreto legislativo que suspende a criação de conselhos populares - determinada pela presidente Dilma Rousseff em decreto -, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), disse que não vai colocar o tema em pauta. Além do DEM, outros nove partidos da Câmara apoiaram a votação em regime de urgência do decreto legislativo, em requerimento apresentado na terça-feira. Indagado por que não iria pautar o decreto, Alves limitou-se a responder:

- Porque eu não quero.

Para o líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho (RN), Henrique Alves resiste em colocar o decreto em votação para evitar desgastes com o Planalto. Segundo Mendonça Filho, o Planalto está pressionando fortemente para que o decreto não seja votado na Casa, porque isso desmoralizaria Dilma.

- O Henrique não quer comprar o desgaste com o Planalto, mas tem que ver que o não desgaste com o Planalto significa, na prática, abrir mão da defesa das prerrogativas do Poder Legislativo. Vamos continuar pressionando porque não é uma briga governo-oposição, mas a defesa da independência do Legislativo - criticou Mendonça Filho.

Na próxima segunda-feira, a presidente Dilma Rousseff tem agenda no Rio Grande do Norte, onde deverá participar da inauguração do aeroporto na capital do estado. Alves, por sua vez, é pré-candidato ao governo potiguar este ano.

Ontem, o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Luís Inácio Adams, defendeu o decreto apresentado por Dilma e qualificou como exageradas as críticas à criação dos conselhos. Para ele, não há usurpação de poder do Congresso com a medida:

- É uma forma de racionalizar o canal de comunicação do Executivo com a sociedade. A presidente tem capacidade de organizar sua relação com a sociedade e pode fazer isso, não é usurpação de poder. O tema eleitoral está sempre presente.

O ministro da AGU não quis falar sobre a hipótese de o Congresso sustar os efeitos do decreto da presidente Dilma.

- O que fazer (se o decreto for sustado) vamos ver depois. Mas acredito que o bom senso vai prevalecer e que o Congresso não vai suspender os efeitos do decreto - acrescentou Adams.

A presidente Dilma Rousseff editou decreto que obriga os órgãos do governo a promover consultas populares sobre grandes temas, antes de definir a política a ser adotada e anunciada pelo governo. O decreto 8243/2014 cria a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e diz que o objetivo é "consolidar a participação social como método de governo". Na prática, a proposta obriga órgãos da administração direta e indireta a criar estruturas de participação social.


O Globo - 05/06/2014


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Oposição critica decreto sobre conselhos populares e pretende obstruir votações

Líder do DEM, deputado Mendonça Filho, disse ser contra a criação de conselhos populares por meio de decreto do governo. Para ele, isso contraria a Constituição e as prerrogativas do Congresso.

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, disse há pouco, no Plenário, que busca um acordo para que a Política Nacional de Participação Social (PNPS) seja objeto de um projeto de lei e não de um decreto. A oposição já apresentou um projeto (PDC 1491/14) para sustar os efeitos do decreto presidencial que criou essa política (8.243/14).

“Estou buscando um acordo para que esse tema seja um projeto de lei a ser enviado a esta Casa. Se isso não ocorrer, semana que vem eu pauto o projeto de decreto legislativo”, disse o presidente.

A afirmação não foi suficiente para o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), que anunciou obstrução a todas as votações até que o projeto que susta o decreto seja pautado. “Não aceitamos esse decreto arbitrário, ditatorial, que passa por cima do Congresso em uma atitude bolivariana”, disse.

O decreto presidencial que cria a Política Nacional de Participação Social institui conselhos populares para assessorar a formulação de políticas públicas pelo governo. Os integrantes dos conselhos serão indicados pelo governo federal.


Aparelhamento ideológico

Para Mendonça Filho, o decreto contraria a Constituição e as prerrogativas do Congresso. “É uma invasão à esfera de competência do Parlamento brasileiro e uma afronta à ordem constitucional do País. A democracia se dá por meio dos seus representantes no Congresso, legitimamente eleitos”, disse o deputado.

Segundo ele, os conselhos populares são um “eufemismo para o aparelhamento ideológico, por meio de movimentos sociais, filiados ao PT e sindicalistas ligados ao governo”.


Agência Câmara de Notícias - 10/06/2014 - 18h19


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Alves tenta acordo para garantir votações, mas oposição mantém obstrução

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, e líderes de partidos da base do governo tentaram, sem sucesso, demover os líderes de oposição da intenção de obstruir todas as votações até que seja analisado o projeto (PDC 1491/14) que anula os efeitos do decreto presidencial (8.243/14) sobre a Política Nacional de Participação Social. PSDB, DEM, PPS, SD e até o PSD anunciaram que vão tentar impedir as demais votações até que o projeto seja analisado.

Henrique Alves disse que está negociando a transformação do decreto em um projeto de lei, a ser enviado pelo Executivo à Câmara dos Deputados. “O meu estilo é, antes da radicalização, tentar uma negociação política republicana”, disse. Alves criticou a obstrução que, segundo ele, vai passar a impressão de que a Câmara não trabalha. “Com a obstrução, não vamos trabalhar hoje nem amanhã. E já há desgaste demais nesta Casa”, disse.

Alves quer votar o projeto que regulamenta o direito de resposta nos meios de comunicação (PL 6446/13). A votação seria a resposta legislativa à reportagem divulgada pelo Fantástico no domingo, baseada no livro do juiz Márlon Reis que narra práticas de um deputado corrupto fictício.

A reportagem afirma que parlamentares desviam dinheiro das emendas parlamentares para custear as campanhas políticas.

O líder do PMDB, deputado Eduardo Cunha (RJ), também cobrou a votação. “Não podemos paralisar esta Casa e impedir a votação de uma matéria que não tem oposição”, criticou.


Posicionamento

Já o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), defendeu a obstrução. Ele disse que a oposição já tinha anunciado a pretensão de paralisar a Casa até a derrubada do decreto, pela presidente da República ou pelo Congresso. Ele disse ainda que a posição política marcada pela obstrução faz parte do trabalho do Parlamento.

"Esta Casa não trabalha só quando vota, mas quando se posiciona politicamente, colocando de forma clara que houve invasão do nosso espaço institucional. Anunciamos na semana passada que, se não houvesse recuo, iríamos estabelecer obstrução, não foi surpresa para ninguém”, explicou.


Agência Câmara de Notícias - 10/06/2014 - 18h48


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Após oposição obstruir, Plenário encerra sessão sem votar projetos

Agência Câmara de Notícias - 10/06/2014 - 19h28

quinta-feira, 16 de maio de 2013

CASAMENTO GAY: As Barbies lésbicas e os dois Kens na banheira


As Barbies lésbicas e os dois Kens na banheira. Ou: Professor de “homocultura” quer “desnaturalizar a heterossexualidade” e revela real objetivo do “kit gay” nas escolas

Barbies ideais para o pré-primário não-heteronarmativo: Barbie com Barbie
Bonecas adequadas à pré-escola não-heteronormativa: Barbie com Barbie
Então… Aí o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), com aquele seu estilo muito característico, diz que a militância gay  quer ensinar “gayzismo” para as crianças, e os progressistas ficam todos arrepiados, acusando-o de “reducionista”, “reacionário”, sei lá o quê. Nota à margem: militante gay é tão sinônimo de “homossexual” quanto um sindicalista da CUT é sinônimo de trabalhador, e chefão do MST, de homem do campo. Entenderam?
A Folha de hoje traz um artigo espantoso, escrito por um certo “Leandro Colling”, identificado como “professor da Universidade Federal da Bahia, presidente da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura e membro do Conselho Nacional LGBT”. Será professor de quê?
Leandro deixa claro o seu propósito: ele não quer apenas a afirmação das “identidades” sexuais “LGBTTs”, WXYZ, XPTO… Nada disso! Ele também quer “problematizar” as demais identidades, compreenderam? Em particular, seu texto deixa claro, ele quer “problematizar a heterossexualidade” para discutir a “heteronormatividade”. Ele acha que os heterossexuais vivem na “zona de conforto”. Certo! Leandro é do tipo que acredita que ninguém pode estar em paz com a sua sexualidade, especialmente se for hétero… Santo Deus!
Numa manifestação de rara estupidez, fornecendo munição, inclusive, para a homofobia, escreve, contrariado a hitória, a psicanálise, a psicologia, a biologia, a sociologia, a Lei da Evolução…
“Ela [heterossexualidade] é a única orientação que todos devem ter. E nós não temos possibilidade de escolha, pois a heterossexualidade é compulsória. Desde o momento da identificação do sexo do feto, ainda na barriga da mãe, todas as normas sexuais e de gêneros passam a operar sobre o futuro bebê. Ao menor sinal de que a criança não segue as normas, os responsáveis por vigiar os padrões que construímos historicamente, em especial a partir do final do século 18, agem com violência verbal e/ou física. A violência homofóbica sofrida por LGBTTTs é a prova de que a heterossexualidade não é algo normal e/ou natural. Se assim o fosse, todos seríamos heterossexuais. Mas, como a vida nos mostra, nem todos seguem as normas.”
Se bem entendi, as grávidas também terão de ser vigiadas. Tão logo o ultrassom aponte o sexo do bebê, os pais dos meninos comprarão roupinha cor-de-rosa para contestar a “heteronormatividade”, e os das meninas, azul. Assim que o Júnior nascer (o nome será proibido), ganha uma boneca, que não será “heteronormativa” nem “louronormativa”. Que tal uma cafuza ou mameluca, vestida com as roupas do Ken? Num raciocínio de rara delinqüência intelectual, ele conclui que, se a heterossexualidade fosse normal e/ou natural, não haveria homossexuais… E ele é professor universitário!!! É… Nas outras espécies animais, não se debate outra coisa: como acabar com a heteronormatividade dos cães, dos golfinhos, dos gatos e  dos pica-paus…
Em vez de futebol heternormativo, os infates podem brincar com o Ken, na banheira com o Ken. O ministério de Fernando Haddad deveria distribuir as bonecas no jardim da infância
Em vez de futebol heternormativo, os meninos brincarão de luta de "Kens" na banheira. Bonecos para o Jardim II...
Kit gayÉ o militante quem confessa, com todas as letras, qual é o objetivo do kit gay preparado pelo MEC:
“Precisamos desenvolver, simultaneamente, estratégias que lidam mais diretamente com o campo da cultura, a exemplo de ações nas escolas, na mídia e nas artes.
O projeto Escola sem Homofobia, assim, não correria o risco de apenas interessar a professores/as e alunos/as LGBTTTs.”
Entenderam? O kit gay é mesmo para patrulhar as crianças que correm “o risco” de cair na “heternormatividade”… A “vitória” no STF foi só o primeiro passo. O segundo é aprovar a chamada lei que criminaliza a homofobia, fazendo da “questão de gênero” um tema de polícia. E a terceira é levar o proselitismo “homoafetivo” para as escolas. Colling esclarece, e devemos confiar no que ele diz porque é militante da causa: não é para provar que todos somos iguais perante a lei: é para tirar os heterossexuais da “zona do conforto”. Como poderia dizer o ministro Ayres Britto, ele acha que os héteros ainda não pensaram suficientemente o seu “regalo”, o seu “bônus”, o seu “plus a mais”…
Agora estou entendendo melhor aquele livro aprovado pelo MEC! A língua portuguesa considerada culta é a heteronormatividade da gramática. O próximo passo é acabar com a aritmético-normatividade, a geométrico-normatividade e a científico-normatividade.
Está tudo aí, senhores parlamentares! Decidam!
Segue o artigo
Por favor, comentem com o bom senso e a sabedoria que faltam ao tal Colling. O problema desse rapaz não é ser gay, é óbvio! Seu problema é ser, antes de qualquer outra coisa, muito pouco inteligente e muito pouco informado a respeito das coisas sobre as quais escreve. Em outros tempos, consideraria  espantoso o fato de ele ser professor universitário. Hoje em dia, acho até muito explicável.
*
O Dia de Combate à Homofobia, 17 de maio, é uma boa data para repensarmos as estratégias que utilizamos para desconstruir os argumentos dos homofóbicos.
As políticas de afirmação identitária, utilizadas para atacar as opressões contra LGBTTTs (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros), negros e mulheres, para citar apenas alguns grupos, surtiram efeito e por causa delas podemos comemorar algumas conquistas. Mas, ao mesmo tempo, essas políticas são limitadas em alguns aspectos.
Além de afirmar as identidades dos segmentos que representamos, também precisamos problematizar as demais identidades. Por exemplo: LGBTTTs podem, se assim desejarem, problematizar a identidade dos heterossexuais, demonstrando o quanto ela também é uma construção, ou melhor, uma imposição sobre todos.
Assim, em vez de pensarmos que as nossas identidades são naturais, no sentido de que nascemos com elas, iremos verificar que nenhuma identidade é natural, que todos resultamos de construções culturais.
Dessa maneira, a “comunidade” LGBTTT passaria a falar não apenas de si e para si, mas interpelaria mais os heterossexuais, que vivem numa zona de conforto em relação às suas identidades sexuais e de gêneros (aliás, bem diversas entre si).
Para boa parte dos heterossexuais, apenas LGBTTTs têm uma sexualidade construída e problemática, e o que eles/as dizem não tem nada a ver com as suas vidas.
É a inversão dessa lógica que falta fazermos para chamar os heterossexuais para o debate, para que eles percebam que não são tão normais quanto dizem ser.
Ou seja: para combater a homofobia, precisamos denunciar o quanto a heterossexualidade não é uma entre as possíveis orientações sexuais que uma pessoa pode ter.
Ela é a única orientação que todos devem ter. E nós não temos possibilidade de escolha, pois a heterossexualidade é compulsória.
Desde o momento da identificação do sexo do feto, ainda na barriga da mãe, todas as normas sexuais e de gêneros passam a operar sobre o futuro bebê. Ao menor sinal de que a criança não segue as normas, os responsáveis por vigiar os padrões que construímos historicamente, em especial a partir do final do século 18, agem com violência verbal e/ou física.
A violência homofóbica sofrida por LGBTTTs é a prova de que a heterossexualidade não é algo normal e/ou natural. Se assim o fosse, todos seríamos heterossexuais. Mas, como a vida nos mostra, nem todos seguem as normas.
Para executar estratégias políticas que denunciem o quanto a heterossexualidade é compulsória, e de como ela produziu a heteronormatividade (que incide também sobre LGBTTTs que, mesmo não tendo práticas sexuais heterossexuais, se comportam como e aspiram o modelo de vida heterossexual), não podemos apostar apenas em marcos legais e institucionais.
Precisamos desenvolver, simultaneamente, estratégias que lidam mais diretamente com o campo da cultura, a exemplo de ações nas escolas, na mídia e nas artes.
O projeto Escola sem Homofobia, assim, não correria o risco de apenas interessar a professores/as e alunos/as LGBTTTs. Nesse processo, comunicadores e artistas também poderiam servir como excelentes sensibilizadores para que tenhamos uma sociedade que realmente respeita a diversidade. E a festeja como uma das grandes riquezas da humanidade.
Por Reinaldo Azevedo

Colaboração: Laís Molina

Fonte:http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/as-barbies-lesbicas-e-os-dis-kens-na-banheira-ou-professor-de-%E2%80%9Chomocultura%E2%80%9D-quer-%E2%80%9Cdesnaturalizar-a-heterossexualidade%E2%80%9D-e-revela-real-objetivo-do-%E2%80%9Ckit-gay/#.UZQw0s0xmbo.twitter


segunda-feira, 8 de abril de 2013

'O PT e Dilma abrem mão da comunidade evangélica nas próximas eleições'



O pastor Silas Malafaia, que se tornou também alvo da militância que pretende tirar o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, escreve na Folha de hoje um artigo sobre o tema. Encerra o texto com uma conclusão: “PT e Dilma Rousseff estão sinalizando que abrem mão da comunidade evangélica nas próximas eleições.”

Seguem trechos do texto.

Por que tanta pressão para que Marco Feliciano não continue na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados? Discordar é um direito, porém não podemos ser contra alguém em tudo só porque não gostamos dessa pessoa.

Eu mesmo tenho divergências com Feliciano, mas não permito que as diferenças se sobreponham ao meu senso de justiça e caráter. E, por trás dessa perseguição que mobilizou a opinião pública e a imprensa, sei que existe um sórdido jogo político para esconder questões sérias.

(…)

Toda essa mobilização [contra Feliciano] tinha um motivo maior: desviar os holofotes do PT. Afinal, enquanto se discutia a posse de Feliciano na CDHM, dois deputados condenados pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão, João Paulo Cunha (PT-SP) e José Genoino (PT-SP), tornaram-se membros da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, a mais importante comissão da Câmara.

No currículo desses parlamentares do PT constam condenações por corrupção. Mas, a imprensa se voltou apenas para o caso do deputado que fez declarações infelizes (…).

Independentemente de concordar ou não com as declarações de Feliciano, não posso esquecer que ele foi eleito pelo povo e que tem o direito de expressar a sua opinião, sendo resguardado pelo inciso IV, do artigo 5º da Constituição Federal. Mais do que isso, a Carta Magna lhe garante o direito à liberdade religiosa (incisos VI e VIII do mesmo artigo) (…)

Pergunto: se a oposição pode acusar os que discordam deles de homofóbicos e racistas, por que o povo evangélico não pode chamar essa perseguição de evangelicofobia? Dentro desse Estado democrático de direito, onde a maioria é cristã, a democracia só vale para a minoria? O fato é que os ativistas gays e seus defensores não suportam o debate. Pode-se falar mal do presidente da República, do Judiciário, dos católicos, dos evangélicos, mas, se criticarmos a prática homossexual, somos rotulados de homofóbicos.

O crime de opinião já foi extinto de nosso país com o fim da ditadura militar. (…) Diante dessas manifestações, só podemos chegar a uma conclusão: PT e Dilma Rousseff estão sinalizando que abrem mão da comunidade evangélica nas próximas eleições.

Por Reinaldo Azevedo http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-pt-e-dilma-abrem-mao-da-comunidade-evangelica-nas-proximas-eleicoes/

Postado por Pr.Antonio Magnus Dias às 23:56

terça-feira, 12 de março de 2013

OLHA A VIOLÊNCIA GAY NOVAMENTE: Marco Feliciano rebate acusações e convoca manifestação em sua defesa; Pastor considera pedir proteção policial contra ameaças

Publicado por Tiago Chagas em 11 de março de 2013

Em meio à enxurrada de críticas e acusações de racismo e homofobia, o pastor Marco Feliciano começou a se defender das denúncias.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados publicou em seu site, uma resposta às críticas feitas a ele por pedir, durante um culto, que um fiel informasse a senha de seu cartão de débito.

No texto assinado pela assessoria do pastor, a justificativa dada para o fato é que “Feliciano declarou que apenas estava brincando ao anunciar o nome do irmão Samuel Souza no microfone a fim de devolver o cartão que chegou dentro da salva de ofertas recolhidas na manha daquele domingo, e poderia ter chegado ali por engano, já que as salvas recolhem somente ofertas em dinheiro”.

A nota no site do pastor traz ainda um depoimento do proprietário do cartão: “Na ocasião eu não tinha nenhum recurso para ofertar, mas meu desejo era muito grande de colaborar devido à necessidade de nossos missionários e crianças [...] Senti vontade de ofertar novamente, porem sem mais recursos disponíveis resolvi fazer um ato profético de consagrar simbolicamente a minha conta corrente, coloquei meu cartão nas salvas de oferta e com fé acreditei que isso abençoaria minhas finanças [...]Na época eu nem esperava em casar, nem pretendente tinha (risos), ganhava muito pouco como eletricista. Em um ano minha vida deu uma reviravolta, conheci uma pessoa maravilhosa, nos casamos, tenho uma linda casa toda mobiliada, não pago aluguel e consegui emprego como inspetor de manutenção elétrica”, relatou Samuel Souza.

Numa entrevista concedida à edição online do jornal Folha de S. Paulo, Feliciano afirmou que sofre perseguição da “ditadura da desinformação” e se comparou à blogueira cubana Yoani Sanchez: “A situação está tomando dimensões muito estranhas. É assustador, estou me sentindo perseguido como aquela cubana lá. Como é o nome? A Yoani Sánchez”, disse, afirmando que considera pedir proteção policial para garantir sua segurança, pois os protestos contra ele estariam tomando proporções inesperadas.

Neste domingo, 10 de março, uma filial da Igreja Assembleia de Deus Catedral do Avivamento foi palco de protestos de militantes gays que o acusam de racismo e homofobia. “Não sou homofóbico, estou sendo mal interpretado. Peço apenas que me deem uma chance. Não fiz mal algum a ninguém e, se alguém acha que fiz, que me perdoem pelo mal entendido”, defendeu-se o pastor Marco Feliciano.

Entretanto, em resposta à manifestação, Marco Feliciano convocou um protesto pacífico em Ribeirão Preto, com a presença de pastores e fiéis de variadas denominações, e divulgou no Youtube um vídeo em que mostra as cenas do protesto realizado ontem. Veja abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=B5iNn3a2xkc&feature=player_embedded
Manifestações de apoio a Feliciano também começaram surgir de dentro do meio evangélico. O pastor assembleiano Ciro Zibordi publicou em seu blog um artigo em que comenta os fatos envolvendo o deputado: “Creio que não foi por acaso que a Comissão de Direitos Humanos e Minorias ficou a cargo dos evangélicos. Deus pode ter permitido isso a fim de impedir que o movimento evangelicofóbico dê continuidade a seus maus intentos”, escreveu.

Zibordi prega a união dos setores evangélicos em prol de um fortalecimento de direitos e garantia de liberdade de expressão e culto: “Penso que não é momento de atacar ou ridicularizar os parlamentares cristãos, mesmo que alguns deles tenham deixado a desejar como pastores ou pregadores, no passado. É tempo de orar por eles, pois os tais evangelicofóbicos estão ainda mais furiosos, depois da derrota que sofreram na Câmara Federal”.

Já o jornalista Reinaldo Azevedo, colunista da revista Veja, criticou os manifestantes que querem a queda de Marco Feliciano de seu cargo: “Nas ruas, protestando contra Feliciano, estão, além de grupos gays, militantes do PT, do PCdoB, do PSOL… Santo Deus! O mensalão cobriu de vergonha o país, e os petistas foram à praça defender seus condenados.

O PCdoB protagonizou um escândalo gigantesco no Ministério dos Esportes e ainda hoje canta as glórias de Stálin, o facinoroso. O PSOL tem entre seus fundadores um terrorista italiano que, em 1973, despejou gasolina sob a porta de um apartamento, na Itália, onde estavam um gari, sua mulher e seis filhos. Ateou fogo. Morreram uma criança de 8 anos, Stefano, e seu irmão mais velho, de 22, Virgilio. Essa gente vem falar em ‘direitos humanos’? Ora…”.

Usando as redes sociais, o pastor adotou tom apaziguador e pediu perdão a quem tenha se ofendido com suas declarações a respeito de maldições contra a África que são mencionadas na Bíblia e com sua pregação contrária à homossexualidade: “Que Deus em Cristo abençoe os ativistas de todos os movimentos e se em algo os ofendi, que possam perdoar em nome de Jesus”, escreveu Marco Feliciano, que divulgou em sua página no Facebook, uma imagem (acima) em que aparece abraçado à sua mãe, mulata, e seu padrasto, negro, como forma de rebater as acusações de racismo.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

ADENDO ADHT: O que está em jogo não é a pessoa do Parlamentar, mas sim por ser ele um CRISTÃO a Presidir a Comissão da SDH, agora. Temos que nos UNIR, REAGIR, rápido, ASSINANDO A PETIÇÃO deste LINK: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=ADHT.

Presidente do PT pede saída de Pr. Marcos Feliciano de comissão

Em março do ano que vem, petistas voltam a puxar o saco dos “crentes”.
Ou: Promessa de Gilberto Carvalho de PT disputar espaço com evangélicos está sendo cumprida

Reinaldo Azevedo

ADENDO ADHT: O que está em jogo não é a pessoa do Parlamentar, mas sim por ser ele um CRISTÃO a Presidir a Comissão da SDH, agora. Temos que nos UNIR, REAGIR, rápido, ASSINANDO A PETIÇÃO deste LINK: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=ADHT.

Em 2010, o PT buscou desesperadamente o voto dos evangélicos. O deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, conforme ele mesmo revela em vídeo, foi uma das lideranças evangélicas que negociaram com os petistas. Já expus detalhes dessa relação.



Marcos Feliciano apoiando Dilma Rousseff em 2010 Muito bem! Nesta segunda, chegou para a festa quem faltava: o presidente nacional do PT, Rui Falcão. Agora ele também quer a saída de Feliciano da Comissão, segundo informa a Folha. Expressou-se nestes termos: “Foi uma péssima indicação; não esperávamos que o PSC fosse indicar um fundamentalista”. O presidente do diz esperar que o Congresso “possa reconsiderar” a decisão e “convencer o PSC a fazer outra escolha”. Outro chefão petista, Paulo Vannuchi, ex-ministro dos Direitos Humanos e diretor do Instituto Lula, também pediu a saída do deputado pastor: “As coisas são reversíveis. É preciso insistir na linha das manifestações deste sábado e dialogar com o presidente da Câmara, para sensibilizar que é ruim esse ambiente”.

O deputado enfrentou um novo protesto nesta segunda, desta vez em frente à unidade de Ribeirão Preto da Igreja do Avivamento. Cerca de 200 pessoas cobraram a sua saída da comissão, portando cartazes com acusações de homofobia e racismo. Ele seria homofóbico porque se opõe ao casamento gay e racista por conta de uma frase escrita no Twitter. Já expliquei por que tanto o tuíte como a a acusação são ridículas. O nome disso é, sim, intolerância. Mas intolerância de quem mesmo?

A suposição de que só alguém “que pensa o que a gente pensa” pode presidir uma comissão fala por si mesma. Desde o começo, os petistas davam apoio de bastidores ao movimento contra Feliciano. Agora que veio a público o entendimento eleitoral entre o deputado e o partido, revelado no vídeo aqui divulgado, Falcão resolveu tirar o corpo fora.

Eis aí. Está sendo ministrada uma importante lição às correntes evangélicas que começaram a chamar os petistas de “companheiros”. Têm a solidariedade do partido só até a página 13. Dali para diante, se preciso, o partido entrega os aliados aos leões sem pestanejar.

Falta um ano e sete meses para a eleição. Ali por volta de março do ano que vem, os petistas mandam, de novo, seus emissários procurar as lideranças evangélicas com promessas e primícias. Esses líderes até podem ser “abençoados” com prebendas, mas o eleitorado, é certo, estará sendo enganado.

Tudo está saindo conforme o planejado. Gilberto Carvalho avisou em janeiro de 2012 que a próxima tarefa do PT seria disputar influência com os evangélicos. É o que o partido está fazendo. Lideranças petistas estão procurando representantes dessas correntes religiosas para desqualificar Feliciano e para demonstrar que ele não tem o apoio nem dos fiéis de denominações similares à sua.

Escrevo pela enésima vez: não tenho a menor simpatia pela prática política (e, até onde vi, nem pela religiosa) de Feliciano. Mas as duas acusações são absurdas, muito próprias de um tempo em que esses movimentos militantes decidem quem vai e quem não vai ser demonizado, quem pode e quem não pode dizer o que pensa. São verdadeiros tribunais de linchamento público. Não basta ser contra o casamento gay para ser homofóbico. A acusação de racismo, então, avança a linha do mau-caratismo. Segundo os critérios daqueles mesmos que estão nas ruas, Feliciano é filho de uma negra. O que ele falou sobre a descendente de Noé e a África é só uma bobagem, não racismo.

Posso detestar tudo o que Feliciano pensa, mas não me venham pedir para silenciar diante desse espetáculo grotesco de intolerância. Menos ainda para participar do linchamento a que aderiram setores “progressistas” da imprensa, que não cumprem o mínimo da nossa profissão: explicar por que as duas acusações não fazem sentido. E nem por isso precisam defender que Feliciano fique lá. No debate público, é perfeitamente possível escolher uma coisa ou seu contrário sendo honesto intelectualmente tanto num caso como noutro. O que está em curso é de uma desonestidade intelectual assombrosa.

Reinaldo Azevedo é católico e colunista da revista Veja.

Fonte: Reinaldo Azevedo

Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Violência gayzista atinge Pr. Marcos Feliciano e sua família
Marcos Feliciano: operação acha-buraco já começou
Evangélicos progressistas exigem remoção de Marcos Feliciano da Comissão de Direitos Humanos
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