COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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terça-feira, 9 de agosto de 2016

No Sul, ponte aguarda por reforma há 30 anos: DINHEIRO SÓ PARA RODOVIAS DE PAISES COMUNISTAS!

No Sul, ponte aguarda por reforma há 30 anos

Na sétima reportagem da série, mostramos uma ponte de ferro com passagem para apenas um carro, vigas enferrujadas e buracos na pista, que se tornou um tormento para os moradores de Piratini (RS) há três décadas. Um acidente ocorrido em janeiro de 2013 mudaria a vida de Francielle e Gomeri

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Manifestações do Ministério das Relações Exteriores sobre a situação interna no Brasil


O Ministério das Relações Exteriores rejeita enfaticamente as manifestações dos governos da Venezuela, Cuba, Bolívia, Equador e Nicarágua, assim como da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América/Tratado de Comércio dos Povos (ALBA/TCP), que se permitem opinar e propagar falsidades sobre o processo político interno no Brasil. Esse processo se desenvolve em quadro de absoluto respeito às instituições democráticas e à Constituição Federal.

Como qualquer observador isento pode constatar, o processo de impedimento é previsão constitucional; o rito estabelecido na Constituição e na Lei foi seguido rigorosamente, com aval e determinação do STF; e o Vice-Presidente assumiu a presidência por determinação da Constituição Federal, nos termos por ela fixados.

FONTE: http://www.itamaraty.gov.br/pt-BR/notas-a-imprensa/14023-manifestacoes-sobre-a-situacao-interna-no-brasil

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Atualmente, 8.863 refugiados de 79 nacionalidades distintas vivem no Brasil

Após Síria, Angola e Colômbia são principais países de origem dos 8.863 refugiados que vivem no Brasil. Governo planeja cooperação com Alemanha e União Europeia.

Os sírios já são mais de um quarto dos refugiados reconhecidos no Brasil, totalizando 2.298 pessoas, segundo dados do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), divulgados nesta terça-feira (10/05).

Atualmente, 8.863 refugiados de 79 nacionalidades distintas vivem no Brasil. Após a Síria, os principais países de origem são Angola (1.420), Colômbia (1.100) e República Democrática do Congo (968).

Como antecipado pela DW Brasil, o relatório mostra também que o número de solicitações de refúgio ficou praticamente estável em 2015, após uma explosão dos pedidos desde 2010.

Em 2015, 28.670 pessoas solicitaram refúgio no país, somente 285 a mais do que em 2014. Nos anos anteriores, o crescimento havia sido superior a 2.000%, segundo o comitê. Em 2014, o Brasil foi o país da América Latina com a maior quantidade de solicitações.

De acordo com o Conare, a desaceleração dos pedidos se explica por uma alteração no fluxo de migração do Haiti. Antes, a entrada era realizada majoritariamente por terra, através do Acre. Agora os haitianos chegam, na maioria dos casos, pelos aeroportos.

Apesar de não serem considerados refugiados pelo governo brasileiro, mas imigrantes, os haitianos entravam com pedidos de refúgio, o que fez os números dispararem. Com a mudança da rota, eles já chegam ao país com vistos humanitários, emitidos na embaixada em Porto Príncipe.

Acordo com a União Europeia

Durante a apresentação do relatório, o ministro da Justiça, Eugênio Aragão, falou sobre a proposta brasileira de cooperação com a Alemanha e União Europeia para o reassentamento de refugiados.

O objetivo seria aumentar a entrada de sírios no Brasil, contribuindo para amenizar a maior crise humanitária desde a Segunda Guerra Mundial. Segundo o Conare, a União Europeia custearia as viagens e, posteriormente, políticas de integração dos reassentados no Brasil.

'Mudança de rota migratória diminuiu os pedidos de asilo de haitianos'

"A ideia era receber refugiados diretamente dos acampamentos na Síria, Líbano e Jordânia, para diminuir essa pressão [migratória], que produziu um spillover para a Europa", afirmou Aragão.

O ministro disse ainda que não há uma definição sobre o número de refugiados que viriam ao país por meio desse programa.

"Não estamos falando em escalas parecidas com a negociação entre a Turquia e a União Europeia. Se trata de uma escala bem mais modesta. Até porque a distância do Brasil do centro do conflito nos coloca em uma posição diferenciada."

Ainda assim, o ministro disse que havia a previsão inicial de trazer cerca de cem mil refugiados ao país, em um ritmo de 20 mil por ano. Aragão destacou, entretanto, que isso só seria possível com a cooperação e o financiamento internacional.

"Esse não é um esforço exclusivamente brasileiro, é internacional, por isso o Brasil precisa de ajuda. Que não é somente em recursos materiais, é também de know-how e ativos técnicos. O Brasil precisa saber lidar com fluxos maiores de refugiados", afirmou.

As crises econômica e política também teriam prejudicado as negociações sobre o assunto, de acordo com o ministro. "Nós temos um ano extremamente complicado e agora agravado pela crise política, que levou à paralisação de todos esses esforços."

Política de Estado

Perguntado sobre a possível mudança de governo, que pode ocorrer com impeachment da presidente Dilma Rousseff, Aragão disse que não haveria mudanças significativas na política para imigrantes.

Segundo ele, as demandas por refúgio vão continuar existindo, e o Brasil vai precisar atuar como forma de se colocar estrategicamente no cenário internacional.

"Nossa posição sobre refúgio é uma posição de Estado, não de governo. Que tem, aliás, uma longa tradição. E a posição do Brasil no mundo depende muito do seu grau de solidariedade. Esse é um compromisso que o Brasil vai ter que firmar, mais cedo ou mais tarde."

Angola e Venezuela

Segundo o Conare, houve um aumento no número de imigrantes angolanos no final de 2015 e no início de 2016. Eles buscaram se estabelecer principalmente na cidade de São Paulo.

"Iniciou-se um processo de verificação em todo o fluxo migratório, desde a origem, em Luanda, até a entrada, para tentar identificar se havia ou não algum tipo de atuação de organizações criminosas. Esse trabalho coube e cabe à Polícia Federal", disse o secretário nacional de Justiça, Beto Vasconcelos.

O secretário afirmou que a maioria dos angolanos que chegaram nesse período eram mulheres, algumas gestantes, e crianças. De acordo com Vasconcelos, o acolhimento aos imigrantes foi providenciado, e o fluxo já diminuiu.

O Conare também identificou, nos últimos meses, um crescimento no número de pedidos de refúgio de venezuelanos no norte do Brasil, perto da fronteira com o país.

Deutsche Welle

FONTE:
http://brasilsoberanoelivre.blogspot.com/2016/05/sirios-sao-mais-de-um-quarto-dos.html

quinta-feira, 28 de abril de 2016

VEJA A QUE SITUAÇÃO CHEGARAM AS FAMÍLIAS VENEZUELAS COM O COMUNISMO!

28/04/2016 06h00 - Atualizado em 28/04/2016 06h00

Salário de 87% dos venezuelanos não é suficiente para comida, diz pesquisa

Série de fotos mostra escassez de produtos nas casas dos venezuelanos.
12% dos entrevistados não comem três refeições por dia.


Série de fotos mostra escassez de produtos nas casas dos venezuelanos.

12% dos entrevistados não comem três refeições por dia.

Da Reuters
Alida Gonzalez, dona de casa de 65 anos, e seus quarto familiares que moram na favela de Petare pulam uma refeição por dia diante da inflação e escassez de produtos (Foto: REUTERS/Carlos Garcia Rawlins)Alida Gonzalez, dona de casa de 65 anos, e seus quatro familiares que moram na favela de Petare pulam uma refeição por dia diante da inflação e escassez de produtos (Foto: REUTERS/Carlos Garcia Rawlins)
O aumento do preço e a escassez crônica de produtos na Venezuela faz com que muitas famílias lutem todo dia para colocar comida na mesa.
Uma pesquisa recente realizada por três universidades que frequentemente criticam o governo mostra que 87% dos entrevistados dizem que seu salário não é suficiente para comprar comida.
LEIA O RESTANTE AQUI: 

quarta-feira, 20 de abril de 2016

7 ditaduras COMUNISTAS financiadas pelo governo brasileiro nos últimos anos, CONFIRA!






















"Não podemos ter preconceito com países não democráticos.”
A frase acimadita pelo ex-presidente Lula em 2009 na cúpula das nações africanas, fez parte daquilo que norteou sua política externa. Buscar ampliar o comércio com nações periféricas aproveitando-se dos seus ganhos com a alta de preços de produtos como petróleo, levou Lula a peregrinar por África e Oriente Médio como poucos presidentes no mundo. Destas saudações da diplomacia brasileira a nações ditatoriais, ou “não democráticas”, bilhões em obras para empreiteiras brasileiras como OAS e Odebrecht surgiram. Outros bilhões, porém, saíram do Brasil para financiar obras e serviços.

Um dos países com pior colocação mundial em rankings de competitividade, o Brasil optou por financiar obras e serviços em países ao redor do mundo, com o intuito de lucrar por meio delas. Através de contratos até pouco tempo secretos (alguns ainda permanecem secretos), centenas de obras como rodovias, hidrelétricas, ferrovias, barragens, aeroportos e metrôs foram erguidos na América Latina e na África, alvos principais da atuação brasileira.

Ao todo, US$ 11,9 bilhões foram desembolsados apenas pelo BNDES, o banco público responsável por realizar estes financiamentos. Segundo apontou O Globo, tais empréstimos causaram prejuízo anual de R$ 1,1 bilhão ao trabalhador, uma vez que são realizados com recursos do FAT, um fundo financiado com parte dos salários de cada trabalhador brasileiro.

VEJA O RESTANTE AQUI:

http://spotniks.com/7-ditaduras-financiadas-pelo-governo-brasileiro-nos-ultimos-anos/


Maduro sai em defesa de Dilma após pedir às venezuelanas se pentearem com os dedos!


Maduro sai em defesa de Dilma após pedir às venezuelanas se pentearem com os dedos

Enquanto o povo brasileiro comemorava o “impeachment” nas ruas, Maduro garantia que a “direita” na América latina está tentando desconhecer a soberania da região.
Brasília - O Deputado Bruno Araujo profere o voto que garante a autorizacao do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, no plenário da Câmara dos Deputados (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Maduro reage contra impeachment e defende Dilma e ‘soberania’ ameaçada pelo ‘império’
Maduro reage contra impeachment e defende Dilma e ‘soberania’ ameaçada pelo ‘império’
Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, se apressou a manifestar solidariedade à sua colega Dilma Rousseff, que desde domingo 17 de abril está em processo de impeachment aberto pela Câmara dos Deputados com maioria de dois terços como prescreve a Constituição.
Segundo “La Nación” de Buenos Aires, enquanto o povo brasileiro comemorava o “impeachment” nas ruas, Maduro garantia que a “direita” na América latina está tentando desconhecer a soberania da região.
O tweet circulou logo após os deputados brasileiros votarem livre e soberanamente o processo de destituição da companheira ideológica do regime chavista.

“A direita do continente desconhece a Soberania Popular, será que pretendem nos fazer desaparecer? Alerta, alerta que Camina…”, disse o líder bolivariano em um espanhol de difícil compreensão num tweet acompanhado de imagens em apoio à presidente Dilma Rousseff.
Com a verborragia e a incongruência lógica habitual nos líderes bolivarianos, Maduro defendeu que o fato de “pretender derrocar a primeira mulher presidente do Brasil fala muito da obsessão imperial que está se instalando no continente”.
As palavras de Maduro não serviram para enganar a população venezuelana que padece uma das piores crises da história, exceção feita dos países socialistas.
Madurou acabava de decretar que as sextas feiras dos meses de abril e maio serão feriados porque não há energia elétrica.
Ele apontou como culpado o fenômeno climatológico de El Niño a quem atribuiu secas que estariam devastando América Latina, além de mudanças climáticas que não conseguiu explicar.
A barragem de Guri, a maior da Venezuela, “está – disse Maduro – no ponto de entrar no ponto (sic!) de não retorno”. Ele também tripudiou contra os secadores de cabelo femininos, o ar condicionado, os secadores de roupa, noticiou a imprensa internacional.
An employee of a business closed during a blackout stands behind the door with a notice reading "There's No Light", in Caracas on September 3, 2013. Major power blackouts paralyzed Venezuela's capital and several states across the country on Tuesday but there was no official explanation for the cause. AFP PHOTO/Juan Barreto (Photo credit should read JUAN BARRETO/AFP/Getty Images)
‘No hay luz’ – ‘Não há força’: um dos resultados da ‘soberania’ bolivariana que Maduro gostaria ver implantada no Brasil com Dilma e o PT
O pior ficou reservado contra as empresas particulares que ainda sobrevivem na área do comercio e da indústria. Elas terão que “autogerar” a energia que consumem entre quatro e nove horas por dia. O Exército e inspetores bolivarianos serão enviados a pegar os infratores.
As empresas que dependem mais da energia deverão usar suas fábricas para frenar o consumo elétrico, leia-se parar de funcionar reduzindo seu consumo em 20%.
Maduro prometeu distribuir milhões de lâmpadas incandescentes de um tipo que consume menos e que é produzida numa fábrica que ele acaba de inaugurar. As demagógicas promessas do socialismo em geral não passam de fanfarronadas da hora.
O discurso foi recebido como um disparate. A causa da crise está em medidas ineficientes e irresponsáveis do socialismo bolivariano afirmam em coro a maioria dos especialistas econômicos.
Maduro pede que as mulheresMaduro pede que as mulheres
Maduro pede que as mulheres se penteiem com os dedos, no programa ‘Con el Mazo Dando’.
No primeiro trimestre do ano os preços subiram 57%, mais ainda do que no Sudão na África, o outro infeliz recordista planetário na miserabilização.
O defensor da primeira presidente mulher do Brasil, se assanhou especialmente contra os secadores de cabelo. “Eu sei que é de uso geral das mulheres, mas é um alto consumidor de energia, na mesma proporção do ferro de passar”.
Maduro nas pegadas de Chávez e do próprio Fidel Castro já fez históricas campanhas por certo tipo de panelas e pelos eletrodomésticos chineses.
“Eu acredito que uma mulher se vê mais bela quando se penteia com os dedos e quando põe a secar seus cabelos de maneira natural. É uma ideia que eu apresento às mulheres”, disse ele falou no programa “Con el Mazo Dando” (“Descendo o pau”) transmitido pela TV estatal VTV e animado por Diosdado Cabello, n.º 2 do regime.
Fica por se saber se já propôs essa ideia a Dilma Rousseff. Ou até a Cristina Kirchner que anda se exibindo em processos por improbidade administrativa que lesaram o Estado argentino em milhões de dólares. Enquanto aguarda processos penais que podem incluir um famoso assassinato…
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