COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sábado, 25 de janeiro de 2014

Pastor Marco Feliciano e Marisa Lobo pedem a internautas que processem o Porta dos Fundos !

Pastor Marco Feliciano e Marisa Lobo pedem a internautas que processem o Porta dos Fundos por conta de piadas com a fé cristã

Publicado por Tiago Chagas em 23 de janeiro de 2014 
Pastor Marco Feliciano e Marisa Lobo pedem a internautas que processem o Porta dos Fundos por conta de piadas com a fé cristã
As piadas do Porta dos Fundos com teor religioso podem causar um sabor amargo aos humoristas se todos os internautas que seguem o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) atenderem à sua convocação de processá-los.
Ontem, 22 de janeiro, Feliciano usou seu perfil no Twitter para pedir que seus seguidores também entrem com processos contra o Porta dos Fundos por conta de esquetes como o Especial de Natal ou Oh! Meu Deus, por exemplo.
De acordo com o pastor, é importante demonstrar que a sacralidade da fé cristã deve ser respeitada.
“O silêncio das partes ofendidas abrem brecha para que o outro lado se agigante e humilhe cada vez mais os silenciosos. O processo pode não dar em nada, mas no mínimo dará dor de cabeça aos que vilipendiam a sacralidade da fé alheia”, disse Marco Feliciano.
O pastor citou ainda um exemplo de reação aos abusos e afirmou que a Justiça pode estabelecer parâmetros em casos como esses: “ Tempo atrás uma instituição religiosa convocou seus membros a irem ate a delegacia de sua cidade e prestar queixa num B. O. O volume de queixas foi tão grande que a outra parte pediu arrego. Os advogados não davam conta. A perseguição que eles sofriam terminou. As pessoas só se tocam quando sentem pesar no bolso. Fiz minha parte. Uma entidade católica no RJ o fez também. Se outros mais o fizerem talvez consigamos algum êxito”, encorajou.
A psicóloga Marisa Lobo também incentivou seus seguidores no Twitter a processarem o Porta dos Fundos por conta das piadas com a fé cristã e ofereceu um modelo de ação pronto, preparado pelos advogados de Marco Feliciano.
“Vamos entrar com uma representação contra o ‘Porta dos Fundos’. O dep. Marco Feliciano já entrou, os católicos estão entrando também. Vamos nos unir nessa campanha com Marco Feliciano, contra a intolerância religiosa do #PortadosFundos. Humor, sem preconceito religioso. Peça o modelo da representação contra #PortadosFundos  por e-mail: marisalobo@globo.com. É o modelo feito pelos advogados do Marco Feliciano”, escreveu a psicóloga.
  1. @marcofeliciano Também estou entrando no MP do Paraná contra o PORTA DOS FUNDOS, motivado pelas sua representação. .
3- Peça o modelo da representação contra por e-mail marisalobo@globo.com ,é o modelo feito pelos adv do @marcofeliciano. .

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Pastor Marco Feliciano critica Nelson Mandela: “Implantou a cultura da morte na África do Sul”

Pastor Marco Feliciano critica Nelson Mandela: “Implantou a cultura da morte na África do Sul”
O pastor Marco Feliciano (PSC-SP) comentou a morte de Nelson Mandela, líder sul-africano na luta contra o apartheid, dizendo que o ex-presidente “implantou a cultura da morte” naquele país.
A afirmação foi feita durante uma entrevista ao iG nesta segunda-feira. O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) disse que a aprovação do aborto na África do Sul foi um erro de Mandela.

Publicado por Tiago Chagas em 17 de dezembro de 2013 

“Quem mata uma criança, para mim, não é meu amigo. Então Mandela implantou a cultura que chamamos de cultura da morte dentro da África do Sul [...] E até hoje os índices de aborto na África do Sul são dos maiores do mundo. Então, nesse quesito, Mandela não foi feliz”, criticou o pastor.
Em 1996, quando Mandela aprovou a lei do aborto na África do Sul, o país registrava altíssimas taxas de violência sexual contra a mulher, e o ex-presidente se baseou nesse indicador para aprovar a interrupção da gravidez. De acordo com as autoridades, anualmente são registrados 60 mil casos de estupro na África do Sul.
Mesmo com essa crítica, Feliciano afirmou que pretende homenagear o líder sul-africano com um voto favorável ao projeto de lei que cria cotas para negros em concursos públicos no Brasil: “Meu voto vai ser uma homenagem a Mandela”.
2014
Sobre as eleições em 2014, Feliciano afirma que só não sairá candidato à reeleição como deputado federal se houver oportunidade de se candidatar ao Senado.
Entretanto, Feliciano sabe que a disputa será apertada, pois há apenas uma vaga e esta deverá ser disputada pelo atual senador Eduardo Suplicy (PT), José Serra (PSDB), ex-governador de São Paulo, e Gilberto Kassab (PSD), ex-prefeito de São Paulo.
“Se fosse só ele [Eduardo Suplicy], entraria na disputa sem medo nenhum. Seria uma luta bonita, porque o sobrenome Suplicy está atrelado a tudo o que contraria a nós [evangélicos]”, afirmou o pastor.
A respeito da disputa pelo Palácio do Planalto, Feliciano diz que apoiará o candidato de seu partido, pastor Everaldo Pereira, e que de maneira alguma apoiará a reeleição de Dilma Rousseff (PT): “Eu não posso caminhar ao lado dela”, definiu, relembrando os compromissos contra o aborto assumidos com as lideranças evangélicas durante a campanha de 2010, e quebrados durante o mandato.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Marco Feliciano: Como a oposição gayzista ajudou-o a ser o político mais proeminente do Brasil !

Julio Severo entrevista Dep. Marco Feliciano: Como uma oposição gayzista colossal catapultou o nome dele à fama, tornando-o o político evangélico mais proeminente do Brasil

Julio Severo
Marco Feliciano se tornou o líder evangélico mais proeminente na política brasileira. Sua fama ocorreu involuntariamente. Como deputado federal, ele foi nomeado como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados em março passado. Imediatamente, toda a esquerda começou uma campanha em massa contra sua nomeação. Artistas, políticos e até ministros do governo socialista da presidente Dilma Rousseff o queriam fora da presidência da comissão.
Marco Feliciano
Até mesmo entre líderes evangélicos, havia oposição feroz. Dois importantes pastores reformados esquerdistas, o Rev. Marcos Amaral e o Rev. Ariovaldo Ramos, participaram de campanhas nacionais para remover Feliciano.
Sob tal oposição feroz, as chances de Feliciano permanecer no cargo eram irrisórias. Ninguém queria ficar com ele.
Eu estava entre a minúscula minoria de líderes cristãos que o estavam apoiando, apesar de seu passado. Como Ariovaldo Ramos e muitos evangélicos e católicos esquerdistas, Feliciano apoiou a eleição da presidente socialista Dilma. Mas meus contatos pró-vida católicos me garantiram que a ajuda dele foi fundamental em muitas batalhas pró-vida no Congresso do Brasil. Além disso, essas fontes me informaram que o apoio dele à socialista Dilma ocorreu meramente por causa de sua ingenuidade. Diferente de Ariovaldo e Marcos Amaral, que são militantes ideológicos e apoiaram Hugo Chavez e governos socialistas no Brasil, continuando a apoiá-los mesmo depois que começaram a promover o aborto e a homossexualidade, Feliciano parou de apoiar Dilma por causa dessas questões. Aliás, a oposição em massa à sua nomeação aconteceu devido às suas sólidas posturas contra o aborto e a homossexualidade.
Marco Feliciano é o presidente da Catedral do Avivamento, uma igreja ligada a Assembleia de Deus no Brasil. Sua fama catapultou porque ele permaneceu, apesar da sistemática hostilidade socialista, como o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.
Antes de sua nomeação, durante muitos anos essa comissão, que era controlada por socialistas poderosos, havia aprovado alocações de verbas para grupos homossexuais. Desde 2010, mais de 300 mil reais foram alocados para a agenda gay. Com Feliciano no cargo, esses enormes recursos financeiros estão sendo destinados a legitimas necessidades de direitos humanos.
Grupos esquerdistas em toda a sociedade brasileira estão furiosos com as perdas gays. Mas os verdadeiros direitos humanos estão ganhando.
Tenho o privilégio de entrevistar o deputado federal Marco Feliciano para deixar você saber sobre a batalha colossal dele para sustentar valores pró-família na política brasileira — que é dominada por socialistas determinados a impor a cultura da morte no Brasil.
Julio Severo: Sua nomeação à presidência da Comissão de Direitos Humanos (CDHM) provocou revolta no governo do PT e nas esquerdas. Nunca vi um político evangélico tão atacado quanto você. Por que o PT e as esquerdas fizeram isso?
Marco Feliciano: As esquerdas brasileiras odeiam a tudo e a todos que servirem de bloqueio aos seus nefastos projetos progressistas. Desde que fui eleito em 2010, honrando os votos do meu segmento cristão, me dobrei diante dos temas que me eram interessantes e para minha surpresa encontrei quase 200 projetos que transformavam gays em uma super-raça. Hoje num pente fino bem apurado, descobri tramitando pela Câmara dos Deputados mais de 900 projetos que ferem a família tradicional, as igrejas e a liberdade de expressão. Tornei-me uma espécie de “guarda-costas” da família. Bem antes da CDHM eu já havia, por exemplo, pedido o impeachment de um ministro do STF por ter antecipado o voto sobre o aborto dos bebês anencéfalos. Fiz isso junto com o já falecido Dom Bergonzini, bispo de São Paulo. Fui também autor de um PDC de plebiscito sobre o casamento homossexual. Tive várias batalhas em comissões e no plenário quando o assunto era orientação sexual, e desde então me transformaram em inimigo público. Quando meu nome foi indicado para CDHM, a oposição surtou. Afinal, não era um deputado numa mísera comissão sem expressão. Era o deputado conservador, alguém basicamente de direita assumindo uma comissão criada exclusivamente pela e para a esquerda.
Marco Feliciano com líderes católicos pró-vida
Julio Severo: Ariovaldo Ramos, Rev. Marcos Amaral e outros representantes da esquerda evangélica se uniram aos protestos contra você. Por que eles fizeram isso contra você e nunca contra as políticas abortistas e homossexualistas do governo do PT?
Marco Feliciano: Um belo dia recebi uma ligação de alguém ligado ao Ariovaldo, dizendo que ele queria me ouvir antes de se pronunciar. Confesso, nunca antes havia ouvido falar dele. Segui a ordem bíblica: “segui a paz com todos.” Fui ao encontro desse senhor que me recebeu com vários outros senhores que compunham a diretoria da Aliança Evangélica. Por mais de uma hora dei minhas explicações, denunciei como as coisas funcionavam em Brasília, falei das centenas de projetos que ameaçavam a liberdade de culto e a destruição da família tradicional, etc. Contudo, fui questionado como eu me comportaria diante das reivindicações dos índios, dos pobres, questões sociais, e então percebi que estes senhores, amigos do peito do governo esquerdista, nada se preocupavam com as minhas preocupações. Eram apenas ativistas, preocupados em não provocar uma “guerra” santa, me aconselhando a não ser intolerante, me doutrinando sobre o perfeito governo de Lula e os bons relacionamentos com o Ministro da Casa Civil Gilberto de Carvalho. Um dos meus assessores que me acompanhava, me confidenciou: esse cidadão (Ariovaldo) não é dos nossos… Dias depois vi que essa palavra se cumprindo: Ariovaldo e os outros já haviam assinado um documento público contra mim, antes da reunião, e depois dela não deram uma nota sequer.
Julio Severo: Em seu desespero, você chegou a procurar ajuda da ANAJURE, uma associação evangélica criada recentemente para defender os direitos civis dos cristãos. Qual foi a resposta?
Marco Feliciano: Era desespero mesmo. Fazia quase 30 dias que eu estava sob fogo cruzado e até então pouquíssimos saíram ao meu socorro. Lembrei-me da ANAJURE. Lembrei-me também do pedido desesperado que esses nobres juristas “cristãos” fizeram à Frente Parlamentar Evangélica dizendo que a ANAJURE só seria reconhecida se houvesse a aprovação dos parlamentares. Afinal, era para isso que estavam criando essa entidade: para proteger os parlamentares evangélicos em suas lutas pela liberdade religiosa e pela família. Liguei para o então presidente* da ANAJURE que estava na França. Falei com ele mais de uma vez, e o que ele me disse era que estava do meu lado e que a ANAJURE iria me defender juridicamente. Papo furado! Balela! Dias depois uma nota destes santos juristas me espancou e me aconselhou a sair da CDHM porque eu não era uma pessoa qualificada. Após esse episódio, a ANAJURE perdeu alguns de seus membros fundadores mais importantes, inclusive nossa guerreira da fé em Brasília, Dra. Damares.
Julio Severo: Na época da grande perseguição contra você, o presidente da ANAJURE lançou um comunicado nacional alertando que sua presença na Comissão de Direitos Humanos iria “dividir, ainda mais, a própria igreja evangélica… Tudo isso porque os projetos pessoais estão acima dos valores da Verdade do Evangelho de Cristo”. Por que, em vez de ajudar você, o presidente da ANAJURE optou por tal comunicado público?
Marco Feliciano: Por ser covarde, porque não era conveniente aliar a imagem de sua instituição a um “cão leproso” como eu naquele momento. Eu era um vexame para eles. Pouquíssimos acreditavam que eu conseguiria aguentar a pressão. Ele apostou na minha saída, na minha queda. Mas o Senhor através da oração da igreja me sustentou.
Julio Severo: O que você sofreu com tanta oposição, vinda da mídia e da esquerda secular e evangélica?
Marco Feliciano: Perseguição, ameaças de morte, ataques físicos e humilhações públicas. Minha esposa contraiu uma doença psicossomática da qual ainda não se recuperou. Minhas filhas menores (10 e 11 anos) precisaram de apoio psicológico, pois em um culto os ativistas gays subiram sobre o meu carro, expondo seus órgãos sexuais, aos gritos, xingamentos, cusparadas, enquanto minhas crianças estavam no carro, aos gritos e prantos. Eu emagreci 10 quilos, pois não conseguia me alimentar nem dormir. A mídia foi cruel, editando mensagens que preguei há mais de 15 anos atrás e todos dias estampavam em seus jornais e TV. A mídia social foi terrível. Criaram perfis fakes no Facebook. Por causa disso, a Xuxa me chamou de monstro. Eu ia processá-la, mas aí li a citação dela, e vi que ela citava algo que eu nunca havia dito. Procurei e encontrei um perfil fake com mais de 100 frases racistas supostamente ditas por mim. As igrejas se amedrontaram e não tiro a razão em alguns casos. Fiquei 4 meses sem poder pregar. Tenho um ministério de igrejas com pouco mais de 5 anos de trabalho. Os ativistas gays depredaram nossos templos e fizeram campanha na porta de algumas igrejas proibindo as pessoas de entrarem. Em algumas cidades pequenas a tormenta foi tão grande que os membros não tinham mais coragem de ir à igreja, porque ao chegarem lá encontravam os ativistas gays fumando, se drogando, bebendo e dançando seminus. Fechamos algumas congregações. E até hoje fazem terrorismo. Descobrem onde vou estar pregando e pela mídia social ameaçam ir com milhares de pessoas para frente das igrejas com trios-elétricos. Você deve ter visto na net o vídeo do avião (link: http://bit.ly/18jf9zm), e outros mais.
Protesto contra Marco Feliciano
Julio Severo: A pressão da militância gay afetou sua vida do dia-a-dia? Como?
R: Sim. Hoje, raramente ando em locais públicos. Quando o faço, se alguém me chama pelo nome, ou se aproxima abruptamente, meu coração dispara, pois não sei o que vai acontecer e qual será a intenção da pessoa. Por isso não vou mais a restaurantes, shoppings, e quando vou me descaracterizo para tentar passar despercebido.
Julio Severo: Sua família chegou a sofrer ameaças por causa das pressões gayzistas?
Marco Feliciano: A minha filha primogênita, 18 anos, teve que trancar sua matricula escolar aqui no Brasil, pois o sobrenome Feliciano pesou. Tive que mandá-la para fora do Brasil. Hoje ela está nos EUA estudando.
Julio Severo: Os militantes gays têm xingado e ameaçado você. Você também os tem xingado e ameaçado?
Marco Feliciano: Meu perfil é de paz e tranquilidade. Tenho equilíbrio emocional. Nunca xingo. Nunca ameaço. Até mesmo quando tenho o amparo legal para iniciar um processo, não o faço. Sou cristão, não apenas nominal, mas praticante.
Julio Severo: O que você pensa do comportamento homossexual? É medicamente saudável? É moralmente saudável?
Marco Feliciano: É um fenômeno comportamental que está longe de ser compreendido. É um assunto que precisa ser estudado, mas a militância gay mundial fez com que psicólogos abandonassem o assunto e dessem por encerrado. O que é lamentável e por que não dizer criminoso. Transformaram em “moda”, e quem irá pagar por isso serão as próximas gerações. O comportamento gay trás transtornos, angustias, tristezas e desespero. Sinto muito por eles.
Julio Severo: O que você pensa das condenações que Deus faz na Bíblia ao comportamento homossexual?
Marco Feliciano: Não questiono Deus nem seus pensamentos. O Velho Testamento aponta proibições no intuito de preservação da espécie. Por exemplo, a circuncisão, alimentos como carne de porco ou frutos do mar. Hoje sabemos como a separação do povo dessas práticas alimentares bem como a circuncisão davam sobrevida ao povo. Era para mantê-los saudáveis. Vejo a condenação ao ato homossexual por Deus por vários aspectos, a preservação da espécie. Se você colocar 500 gays em uma ilha por 70 anos, no fim a ilha ficará deserta. O coito anal é anti-higiênico. Doenças como HPV e AIDS se proliferam com facilidade entre a comunidade GLBTT, e temos a questão do pecado, que é tudo aquilo que ofende e entristece Deus. Lembrando que as condenações eram no VT, na dispensação da Lei. Com Cristo no Novo Testamento a condenação ficou para a alma, na eternidade. A lei do olho por olho foi trocada pelo ama o próximo como a ti mesmo. Por isso amo os homossexuais, mas abomino o ato homossexual. 
Marco Feliciano é apoiado na Marcha pela Família em junho
Julio Severo: O que você pensa do PLC 122?
Marco Feliciano: O PLC 122 é o cadeado que lacrará para sempre a liberdade de expressão e castigará fortemente a igreja cristã verdadeira.
Julio Severo: Você concorda com a atitude do governo, com a cumplicidade dos meios de comunicação, de forçar as crianças e adolescentes a serem expostos à doutrinação homossexual nas escolas e outros ambientes?
Marco Feliciano: Sou contra e pago um alto preço por isso. A assim chamada “nova estrutura familiar” é desonesta, macabra, pútrida, desgraçada e implacável! Pais cuidem de seus filhos!
Julio Severo: Antes de você, o que acontecia na Comissão de Direitos Humanos? É verdade que muito dinheiro era canalizado para financiar projetos homossexuais? Pode mencionar algum projeto financiado?
Marco Feliciano: A CDHM foi criada quase 20 anos atrás e era usada como plataforma de visibilidade ao movimento LGBTT. Nos últimos 18 anos estima-se que algo em torno de 350 milhões de reais foram destinados a este grupo. Há inúmeras denúncias que, quando apuradas, esbarram numa redoma política. O Ministério da Cultura tem uma espécie de sub-ministério só para os gays. Em São Paulo com apoio do governo estadual criou-se o museu gay. As marchas de orgulho gay têm apoio legal dos cofres públicos, e por vai.
Julio Severo: E agora sob sua presidência, como a Comissão de Direitos Humanos canaliza os recursos? Para onde vai o dinheiro do povo?
Marco Feliciano: Uma comissão não pode mandar dinheiro, mas indica onde as verbas deveriam ser empregadas. Isso acontece no fim do ano. Ainda não o fiz, mas quando o fizer, fiquem tranquilos que indicarei os que realmente precisam do dinheiro do povo.
Julio Severo: Você acha que a imensa revolta da militância gay contra sua presidência na Comissão de Direitos Humanos tem a ver com a perda milionária de recursos que o movimento gay sofreu?
Marco Feliciano: É claro que sim. E também com a perda da visibilidade na própria Câmara dos Deputados. Embora este ano eles apareceram mais na mídia, o que deveria ser bom pra eles, foi um verdadeiro tiro no pé. As pessoas estão acordando e percebendo o que eles fazem de fato.
Julio Severo: No passado, você apoiou politicamente Lula e Dilma. O que fez você mudar de posição? Entre valores éticos, especialmente contra o aborto e o homossexualismo, e apoio ao PT, por que você preferiu valores éticos?
Marco Feliciano: Em 2010 estávamos entre a cruz e o punhal. De um lado, no segundo turno, estava o PSDB e José Serra, que assumiu publicamente que era a favor do aborto. Do outro, Dilma, que assinou um documento público dizendo que era contra o aborto e que em seu governo não o aprovaria. O que você faria? Eu escolhi o menos pior, o candidato que tinha um documento físico que poderia ser usado para cobrar a promessa feita. Apoiei Dilma. Arrependi-me. Para esta esquerda que ai governa, valores só existem quando é dinheiro.
Julio Severo: Por que Ariovaldo Ramos e outros representantes da esquerda evangélica, que também apoiaram Lula e Dilma, preferiram se unir ao PT e à militância gay contra você na presidência na Comissão de Direitos Humanos? Valores éticos, especialmente contra o aborto e o homossexualismo, não são importantes para eles?
Marco Feliciano: Quem sabe? Com certeza deve ter algum ganho especial que desconhecemos. Cito aqui o velho poeta, “Entre o céu a terra existem mais mistérios que a nossa vã filosofia de viver”… Eu não consigo acreditar em uma igreja que prefere o erro, mas não a verdade. Não consigo compreender o que leva um pastor a apoiar um sistema maligno do que ficar ao lado do seu simples e fraco irmão. Não entendo mesmo.
Julio Severo: Você passou por uma grande prova de fogo. Com tanta oposição à sua nomeação para a presidência da Comissão de Direitos Humanos, parecia que você não ia conseguir durar muito tempo. Como foi sua experiência com Deus nesse período?
Marco Feliciano: Não me lembro de ter ficado tão perto de Deus antes. Foi profundo. A dependência dEle foi total. A oração tinha um foco virtuoso. Eu que já ouvia falar dEle, O conheci de verdade. Depois de 40 dias vi os cristãos se levantarem em meu socorro. Evangélicos, católicos e, pasme, até espíritas, babalorichás e ateus conservadores se uniram na internet, nas ruas, em oração, em programas de TV e rádio. A manifestação promovida pelo Pr. Silas Malafaia em Brasília foi uma benção. Vi Deus mover a nação cristã em oração.
Julio Severo: Depois de imensa oposição, sua permanência como presidente da Comissão de Direitos Humano é um milagre. Você sente que Deus tinha esse propósito para você? Jean Wyllys, o deputado gayzista, diz que foi colocado na política pelos orixás. E no seu caso? Você tem um chamado de Deus para a política?
Marco Feliciano: Quando me candidatei a deputado federal, foi um choque para muitos. Poucos entenderam o que eu fazia naquele momento. Eu tive um sonho espiritual. Fui movido por Deus para atuar como político. Minha vida na política despertou a mente de boa parte da igreja. Provei que é possível ser politico e continuar cheio do Espirito Santo. Continuo sendo pastor e pregador. Meus princípios permanecem. No ano que vem a igreja mostrará sua força nas urnas. Tenho certeza que Deus está neste negócio. Eu creio que Deus ainda tem “Josés e Daniéis” para governos. Lembrando que o profeta do Velho Testamento era a consciência política dos reis.
Marco Feliciano
Julio Severo: Muitos gostariam de votar em você para presidente no próximo ano, pois possivelmente todos os candidatos serão pró-aborto e pró-homossexualismo. Nem a socialista Marina Silva, que está buscando o voto evangélico, é confiável nessas questões. Ela tem o apoio de muitos esquerdistas, inclusive evangélicos, que fizeram oposição sistemática a você. Você seria a única opção eleitoral para os cristãos. Por que você não se candidata a presidente?
Marco Feliciano: Eu também me decepcionei com a nossa “irmã” Marina. Marina é tão de esquerda que o próprio PT não foi radical o suficiente pra ela. Vejam os que estão ao lado dela na construção da Rede e entenderão o que falo. Se hoje um partido com tempo de TV me desse a legenda, eu me candidataria sem medo. Se não for dessa vez, quem sabe na próxima. Estou em oração. Tenho muito que aprender. Tenho 40 anos de idade e iniciando minha vida política, lembrando que nunca fui nem vereador. Tenho convicção de que não estou 100% preparado, mas para isso existem assessorias, ministérios, etc. É um sonho. Vamos sonhar. Sonhemos com o dia em que ao ouvir a Voz do Brasil, o jornalista dirá: Com a palavra sua excelência o presidente da Republica Federativa do Brasil, e o presidente iniciará seu discurso assim: EU CUMPRIMENTO OS COMPATRIOTAS BRASILEIROS COM A PAZ DO SENHOR!
* Uziel Santana.
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quinta-feira, 25 de julho de 2013

BISPO RODOVALHO: Nós o avisamos sobre as más repercussões de sua fala contra o PDC 234/2011 !

25 de julho de 2013


Sara Nossa Ignorância


Sara Nossa Ignorância

As trapalhadas do bispo Robson Rodovalho

Dr. Luciano Garrido
Em recente vídeo publicado no Youtube, o bispo Rodovalho, líder da igreja evangélica Sara Nossa Terra, resolveu opinar sobre um assunto que ignora solenemente. Suas declarações, de tão confusas e contraditórias, fizeram o desfavor de tornar ainda mais obscuro o que já andava imerso num mar de incompreensão. Estamos falando do polêmico PDC 234/2011, aquele Projeto de Decreto Legislativo de autoria do deputado João Campos que visava sustar trechos abusivos de uma resolução editada pelo Conselho Federal de Psicologia.
Bispo Robson Rodovalho
Como se sabe, o PDC 234 granjeou péssima reputação junto à opinião pública no momento em que a nossa imprensa militante resolveu apelidá-lo de projeto da “cura gay”. Quem, diferentemente do bispo Rodovalho, se deu ao trabalho de ler o texto do documento, pôde verificar que nele não há qualquer menção à doença ou cura de homossexuais, e que, portanto, tudo não passou de uma grande armação para que o projeto fosse sumariamente rejeitado sem correr o risco de ser minimamente compreendido. 
O que faz o bispo Rodovalho diante desse golpe rasteiro da militância gay? De maneira inacreditável, o líder evangélico vem a público culpar o projeto por uma campanha difamatória da qual ele foi, para todos os efeitos, apenas a vítima. Rodovalho confessa candidamente que desconhece os méritos ou deméritos do projeto, mas isso não o impede de, mesmo assim, considerá-lo infeliz. 
Como se não bastasse o rótulo infame que lhe fora injustamente aplicado pela imprensa marrom, o pastor mergulha o projeto nas águas turvas de sua própria ignorância e o batiza com um rótulo não menos injurioso — “PL da intolerância”, disse Rodovalho, mandando às favas o Oitavo Mandamento.
A inépcia do bispo para discorrer sobre o tema do homossexualismo é patente. Logo de saída, ele erra feio ao dizer que a homossexualidade é definida por “todos os psicólogos, todas as pesquisas, todas as universidades” (!!) como uma questão de escolha ou opção do indivíduo, quando na verdade a quase totalidade dos profissionais da saúde a entende como uma “orientação sexual”, ou seja, algo que decorre essencialmente de uma atração, desejo ou impulso sexual de caráter involuntário. 
É claro que sempre pode haver liberdade de escolha em relação ao ato sexual em si, na medida em que o indivíduo pode abster-se de praticá-lo se assim decidir; mas a homossexualidade tomada unicamente pelo seu aspecto comportamental não é a forma pela qual os estudiosos do comportamento humano em geral a concebem. Para estes, um homossexual será sempre um homossexual, ainda que se abstenha de relações sexuais.
Estou propenso a concordar com o bispo quando afirma que o homossexualismo não é uma doença, mas isso está longe de ser um consenso entre os profissionais da saúde — como ele tão convictamente afirmou. Entre os que acham que o homossexualismo deve ser encarado como um comportamento patológico e aqueles que o entendem como mais uma manifestação possível da sexualidade humana — algo normal, portanto — existem outros que consideram a tendência homossexual como sintoma de uma desordem no desenvolvimento psicossexual e afetivo do indivíduo. Ou seja, o comportamento em si mesmo não seria uma patologia (conceito que, aliás, é polissêmico), mas um indício de prováveis desajustes na formação da subjetividade.
Mas, deixemos de lado as trapalhadas do bispo Rodovalho e aproveitemos a oportunidade para esclarecer alguns pontos polêmicos do projeto em discussão. Para quem não se recorda, um dos dispositivos que o PDC 234 pretendia sustar na resolução 01/99 do CFP era o parágrafo único do artigo 3º. Lá está dito que “os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”.
Em primeiro lugar, temos aqui uma dificuldade de ordem semântica. O que CFP entende por tratamento, afinal? Tudo o que se faz em psicologia clínica deve ser chamado de tratamento? Se uma pessoa solicita ajuda a um psicólogo porque se considera muito tímida, por exemplo, o serviço prestado por esse psicólogo deve ser considerado tratamento? Sendo tratamento, isso implica em dizer que a timidez é uma doença? Pois bem. Antes de impedir o psicólogo de propor tratamento a um homossexual, o CFP precisa definir com um mínimo de clareza qual acepção se aplica ao termo utilizado no texto normativo.
Em relação à palavra cura, é preciso lembrar que o código de ética da profissão já dá conta de que a nenhum psicólogo é permitido prometer cura ao cliente, independente da queixa que o encaminhou ao consultório. O sucesso do tratamento psicoterápico depende de inúmeros fatores, muitos dos quais não sujeitos ao controle do profissional, de modo que qualquer promessa de cura deve ser encarada como uma forma de charlatanismo. 
Se não se pode propor cura da homossexualidade (até porque não é uma doença), tampouco se pode fazê-lo em relação a qualquer outra queixa que se apresente ao psicólogo, por mais banal que pareça a primeira vista. Quem propõe cura é curandeiro. O psicólogo, como regra, costumar a pautar seu trabalho pela noção de bem-estar.
Quanto ao artigo 4º da resolução, trata-se de uma injunção absolutamente despropositada. Se entender as práticas homoeróticas como subprodutos de uma desordem psíquica for reforçar “preconceitos sociais”, doravante os psicólogos se verão melindrados para realizar qualquer tipo de psicodiagnóstico, ou mesmo para traçar um simples perfil psicológico que descreva características pessoais que se julguem depreciativas ou desfavoráveis. 
Seguindo a risca a lógica defeituosa do CFP, chegamos à conclusão de que todo diagnóstico está passível de gerar suscetibilidades ou, sei lá, despertar preconceitos contra a pessoa do diagnosticado — o que não seria, de resto, privilégio de um grupo de indivíduos que sente atração pelo mesmo sexo.
Que não se fale mais em depressão, esquizofrenia, ansiedade, anorexia, dislexia, obesidade, fobia, pânico, obsessão, etc., até que o Código Internacional de Doenças (CID) seja definitivamente descartado como um imenso catálogo de estigmas sociais. Qual portador de transtorno, distúrbio ou desordem psíquica merece ser objeto de “preconceito”? Quando se pauta o estudo das psicopatologias por critérios políticos, não há limites para reivindicações de ordem subjetiva.
A continuar essa obsessão normativa do Conselho Federal de Psicologia, em breve ao psicólogo será reservado apenas o direito de permanecer calado, pois tudo o que disser poderá ser usado contra ele no tribunal das ideologias politicamente corretas. Ao invés de desencorajar os preconceitos sociais lembrando aos leigos que entre saúde e doença existe um continuum (Breslow, 1999) e que as psicopatologias, em maior ou menor grau, fazem parte da nossa vida cotidiana (Freud, 1901), o CFP prefere forjar novos tabus e reabilitar velhas mistificações, na contramão do debate científico. É de se lamentar...
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domingo, 14 de julho de 2013

DEP. MARCO FELICIANO INCOMODA ATÉ LULA num evento em Leipzig, na Alemanha! IMAGINOU?

Lula critica postura do pastor Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos, afirma jornalista

Avatar de Dan Martins Por Dan Martins em 13 de julho de 2013 
Lula critica postura do pastor Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos, afirma jornalista
Nessa sexta feira, o jornalista Leandro Mazzini publicou um comentário em sua coluna no jornal Diário de S.Paulo afirmando que, se Lula ainda fosse presidente, o deputado Marco Feliciano (PSC-SP), já teria “rodado” da presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.

Mazzini justificou sua afirmação citando uma suposta conversa do líder petista durante um evento em Leipzig, na Alemanha, onde o ex-presidente teria criticado ferozmente postura de Feliciano no cargo. A conversa, segundo o jornalista, aconteceu em uma roda de amigos, entre os quais estaria o deputado Ronaldo Fonseca (PR-DF), que teria repassado a informação sobre a conversa a outros parlamentares.
O jornalista destaca que Fonseca é evangélico, e um dos aliados de Marco Feliciano, o que o teria motivado a divulgar a conversa com o ex-presidente.

Através do Twitter, Feliciano comentou as afirmações de Mazzini, questionando se Lula realmente teria se preocupado em comentar sua gestão diante da Comissão durante um encontro entre líderes políticos mundiais. O deputado afirma que, ou se trata de uma mentira, ou as afirmações de Lula estariam revelando a existência de influentes “padrinhos políticos” do movimento LGBT dentro do atual Governo.
- Será que Lula, na Alemanha, podendo falar de Chefes de Estado se preocupou em falar de mim? Ou é mentira ou de fato a agenda GLBTT tem padrinhos fortíssimos no governo, incluindo Lula – afirmou Feliciano na rede social.
- Dilma despenca; o PT se divide; o líder do PT fala de bônus p base aliada; mensaleiros do PT condenados; e Lula se preocupa comigo? – completou o parlamentar, citando a recente queda de aprovação popular do Governo petista.

Procurada pela redação do Gospel+, a assessoria do deputado Marco Feliciano informou que o parlamentar só se pronunciará sobre o caso na próxima semana.

Por Dan Martins, para o Gospel+

quinta-feira, 11 de julho de 2013

VÍDEO MOSTRA O PRECONCEITO RELIGIOSO CONTRA EVANGÉLICOS !

[Vídeo] Marco Feliciano diz que conceito do Estado laico vem sendo usado para disfarçar preconceito religioso contra evangélicos; Assista

Publicado por Tiago Chagas em 10 de julho de 2013 
[Vídeo] Marco Feliciano diz que conceito do Estado laico vem sendo usado para disfarçar preconceito religioso contra evangélicos; Assista
O pastor Marco Feliciano (PSC-SP) afirmou que existe preconceito religioso por parte das entidades civis organizadas contra as ações de recuperação de dependentes químicos realizadas por instituições ligadas às igrejas evangélicas.

Numa entrevista concedida ao programa Palavra Aberta, transmitido pela Rádio e TV Câmara, no último dia 08 de julho, o pastor afirmou que o conceito do Estado laico vem sendo distorcido e usado para disfarçar um preconceito religioso, não apenas nos movimentos sociais, mas também no Congresso Nacional.

Feliciano disse ainda que esse preconceito tem se voltado a projetos apoiados pela bancada evangélica, como por exemplo, a iniciativa do Conselho Federal de Psicologia (CFP) de criticar as casas de recuperação mantidas por igrejas evangélicas, classificando as políticas adotadas pelo governo junto a essas instituições como “retrocesso”.

“Eu vejo isso com preconceito, de algumas autarquias e entidades que nos veem como um perigo. Imagine você que foi votado dia desses, no plenário, uma lei sobre as drogas, e a entidade que mais recebeu retaliação, foram as entidades religiosas, que trabalham com casas de recuperação chamadas de unidades terapêuticas. Fomos chamados inclusive de manicômios”, declarou o pastor, ao apresentador Paulo José Cunha.

Marco Feliciano afirmou ainda que é necessário que o princípio de laicidade seja aplicado na sociedade de forma ampla e completa: “O Estado é laico. Laicidade significa que o Estado e a religião, um não se mete onde o outro está. Ou seja, o Estado cuida da sua parte, a religião cuida da dela. Mas laicidade, na verdade, tem um significado muito mais forte. Seria tolerância. A laicidade para mim é a tolerância, é a pessoa respeitar o outro, sua religião, de forma igual”.

Questionado se haveria um instrumento de intolerância religiosa em ação contra os evangélicos no Congresso, Marco Feliciano não titubeou: “Basta ouvir os discursos aqui no Congresso, de partidos de esquerda. Toda vez que um deputado religioso apresenta um projeto, ou luta por uma visão, somos chamados de fundamentalistas, reacionários, e em alguns casos, de fanáticos, quando na verdade, as pessoas deveriam respeitar o Estado Democrático de Direito. A democracia tem essa beleza. Cada deputado que aqui está, somos 513, representa um segmento”.

Confira a íntegra da entrevista do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) ao programa Palavra Aberta:
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Marcha para Jesus: Gilberto Carvalho é vaiado !

Link deste artigo: http://bit.ly/19OlGmF

Marcha para Jesus: Gilberto Carvalho é vaiado

Casal Estevam e Sônia Hernandes precisam da “unção” de Clodovil Hernandes

Julio Severo
Em matéria sobre a Marcha para Jesus, a revista Veja disse: “O ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência, foi vaiado, neste sábado, na Marcha para Jesus 2013, em São Paulo. Carvalho pegou o microfone para dizer ao público evangélico que representava a presidente Dilma Rousseff na caminhada. A rejeição chegou em forma de vaia.”
Gilberto Carvalho
Foi uma manifestação mais do que merecida. Talvez, em meio à onda de protestos que varre o Brasil muitas vezes sob controle de agentes esquerdistas, Carvalho tenha achado que os evangélicos da Marcha para Jesus seriam tão trouxas quanto os evangélicos da Aliança Evangélica.
No inicio deste ano, Carvalho esteve numa grande igreja presbiteriana em Brasília numa reunião da Aliança Evangélica, com a presença de vários pastores. O escolhido para “representar” os evangélicos foi Ariovaldo Ramos, que nesta semana recebeu a “graça” vermelha de estar numa reunião com Dilma Rousseff com representantes dos movimentos sociais supostamente liderando as manifestações no Brasil.
O recado é bem simples: Os evangélicos precisam entender que Carvalho é a porta aberta para Dilma e para as profundezas do PT.

“Irmãos”

Na reunião com Ariovaldo e sua Aliança Evangélica, Carvalho, que é da Teologia da Libertação, pôde chamar os evangélicos reunidos de “irmão” — pois em suas veias corre o mesmo sangue ideológico de Karl Marx.
Esses “irmãos,” que são em grande parte, de uma linha protestante mais tradicional, não tinham com que se preocupar quando, no início do ano passado, Carvalho revelou que o único obstáculo que resta hoje para o avanço da agenda socialista no Brasil são os neopentecostais.

Oportunismos

Por quê? Porque há uma diferença enorme entre o oportunismo financeiro do líder neopentecostal e o oportunismo ideológico do líder protestante tradicional. O líder neopentecostal apoia o PT e outras esquerdas para proteger suas concessões de rádio, TV e outros espaços, mas prontamente “trai” os esquerdistas quando surge o assunto da agenda gay e abortista.
Silas Malafaia e Marco Feliciano na Marcha para Jesus
O exemplo está aí. Marco Feliciano e Magno Malta apoiaram, por puro oportunismo econômico, Dilma na eleição presidencial de 2010, mas nunca apoiaram as agendas imorais do PT. Pelo contrário, eles denunciam publicamente toda tentativa de legalizá-las.

Esquerda evangélica antineopentecostal

Em contraste, Ariovaldo Ramos e muitos pastores tradicionais apoiaram, por puro oportunismo ideológico, Dilma na eleição, mas têm uma dificuldade colossal de abrir a boca para denunciar o PT quando busca legalizar iniquidades. E ainda fazem um desserviço maior ao Evangelho ao abrirem facilmente a boca para condenar Marco Feliciano e outros líderes pentecostais e neopentecostais que denunciam quando o governo esquerdista promove iniquidades.
Veja o que a esquerda evangélica sabe fazer:
Essa diferença está bem apontada, inclusive a declaração de Carvalho, no meu mais novo livro “Teologia da Libertação X Teologia da Prosperidade.”

A esquerda evangélica inteira, que sempre apoiou o PT, entrou em choque violento quando Feliciano, que não abre mão de denunciar o aborto e a agenda gay, foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos. Chegaram a assinar, juntamente com Ariovaldo Ramos, um manifesto contra Feliciano. Mostraram assim, na prática, que têm de fato o mesmo sangue ideológico de Gilberto Carvalho, que foi vaiado na Marcha para Jesus.
Os líderes que trouxeram Carvalho para a marcha deveriam também ser vaiados, pois perderam a vergonha na cara.
A presença de Carvalho contraria a natureza da marcha, que tem se destacado durante os anos por denunciar o “casamento” gay e o PLC 122.

Por que nenhum protesto contra os roubos estatais?

Os responsáveis pela Marcha para Jesus de São Paulo são o casal Estevam e Sônia Hernandes que, de acordo com a revista Veja, “foram condenados pela Justiça em 2009 por evasão de divisas,” chegando a ser presos nos Estados Unidos. 
Marcha para Jesus protestando contra Cristofobia
Alegadamente, o casal tinha vários esquemas para proteger seu patrimônio da voracidade das políticas de impostos. Essas políticas, sem a menor sombra de dúvida, violam um dos Dez Mandamentos que diz: “Não furtarás.” O governo brasileiro tem furtado em abundância do povo Brasil.
O caminho certo para o casal Hernandes seria fazer como já fazem muito bem na Marcha para Jesus nas questões do aborto e PLC 122: denunciar. Sim, por que não denunciar as políticas estatais de impostos que roubam?
Se até mesmo Tiradentes, que não era pentecostal nem neopentecostal, conseguiu protestar contra uma taxa abusiva de 20 de impostos 200 anos atrás, por que hoje os líderes evangélicos têm vergonha de condenar publicamente os enormes roubos estatais efetuados através de uma taxa mega-abusiva de quase 40 por cento de impostos?

Vaias para Carvalho e “unção” de Clodovil para o casal Hernandes

Dou meus parabéns aos participantes da Marcha para Jesus por terem vaiado Carvalho este ano. Em 2008, os participantes vaiaram Marta Suplicy, que estava no palco da Marcha para Jesus. Dei, na época, igualmente meus parabéns aos corajosos vaiadores.
Tenho certeza de que se Clodovil Hernandes, o homossexual mais famoso do Brasil, estivesse no palco, não só vaiaria Suplicy e Carvalho, mas também teria a mesma hombridade de defender a família, como já fez (conforme registrado neste vídeo: http://youtu.be/F9Gk51EvGko), para grande desagrado de Maria do Rosário e os supremacistas gays do Brasil.

Que Deus dê para o casal Hernandes a mesma hombridade e honestidade do falecido Clodovil Hernandes.
O tema da Marcha para Jesus em São Paulo neste ano foi Novo Tempo, e o Pr. Silas Malafaia, um dos líderes da marcha, disse que é o novo tempo para a família e para fazer do Brasil um país melhor.
Que seja um novo tempo para o casal Hernandes aprender com os corajosos vaiadores da marcha!
Presente também na marcha estava Marco Feliciano com uma camiseta com os dizeres: “Eu represento vocês.”
Daqui a pouco, a esquerda evangélica, que não abre a boca contra seus “irmãos” do PT e outras esquerdas, vai novamente abrir a boca contra Feliciano, inclusive com manifestos com o chavista Ariovaldo Ramos, dizendo que o deputado assembleiano não os representa.
Vão também atacar a Marcha para Jesus, não por ter trazido seu “irmão” Carvalho, mas por ter novamente condenado o aborto, o “casamento” gay e o PLC 122.
E outros evangélicos, que atacam a Marcha para Jesus por ciúmes, continuarão igualmente fechando os olhos para o grave oportunismo esquerdista em seu próprio meio, inclusive para uma famosa marcha presbiteriana no Rio liderada por um líder oportunista que já abriu a boca a favor do ditador Hugo Chavez e contra Marco Feliciano, mas nunca foi repreendido ou criticado pelos habituais criticadores da Marcha para Jesus.
Marcha para Jesus protestando contra o ativismo gay
Quanto à Marcha para Jesus, está indo muito bem, especialmente com as vaias contra Gilberto Carvalho e Marta Suplicy e vários protestos contra o supremacismo homossexual.
Só falta agora, para completar tudo, a coragem de Clodovil Hernandes, que dizia sobre Suplicy exatamente o que ela era: uma cobra oportunista, como todo político esquerdista.
Que o casal Hernandes receba, em nome de Jesus, a “unção” de Clodovil Hernandes!
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