COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sexta-feira, 1 de abril de 2016

NÃO SUBESTIME O INIMIGO:"Forças armadas em alerta, PT pode transformar o Brasil em uma guerra civil"

Forças armadas em alerta, PT pode transformar o Brasil em uma guerra civil.

Na cerimônia realizada no salão principal do Palácio do Planalto, estiveram presentes
representantes de movimentos sociais que costumam apoiar o governo federal, como MST


O que o PT , Dilma e LULA está fazendo é feio, ridículo perante o mundo. Colocar nosso povo uns contra os outros ao invés de pensar em resolver o problema econômico do nosso país que está na lama. Dilma e LULA convoca as forças do MST e CUT para uma guerra, para evitar algo previsto na constituição que é o Impeachment. No momento em que a presidente Dilma Rousseff enfrenta o momento mais difícil de seu segundo mandato, o governo federal transformou evento de entrega de moradias da terceira fase do Minha Casa Minha Vida em um palanque contra o impeachment.

Na cerimônia realizada no salão principal do Palácio do Planalto, estiveram presentes representantes de movimentos sociais que costumam apoiar o governo federal, como MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra), União dos Movimentos de Moradia de São Paulo, MLT (Movimento de Luta pela Terra), FNL (Frente Nacional de Luta), entre outros.

Os representantes foram colocados em lugares destinados a convidados, onde entoaram gritos de guerra pró-governo federal mesmo antes do evento começar. Os presentes chamaram o juiz Sergio Moro, o vice-presidente Michel Temer e a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de “golpistas” e cantaram o já tradicional “não vai ter golpe”.

segunda-feira, 16 de março de 2015

INTERVENÇÃO MILITAR JÁ! ENTENDA PORQUÊ VENDO ESTE VÍDEO!

ATENÇÃO: UMA GUERRA CIVIL PODERÁ ACONTECER SE NÃO PEDIRMOS PARA AS FORÇAS ARMADAS FAZEREM UMA INTERVENÇÃO MILITAR, PREVISTA NOS ARTIGOS 1, 142 e 144 DA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA! 

NÃO PODEMOS FICAR DEITADOS EM "BERÇO ESPLÊNDIDO ESPERANDO OS COMUNISTAS AUMENTAREM SUA INFLUÊNCIA SOBRE O POVO BRASILEIRO" 

INTERVENÇÃO MILITAR JÁ! ENTENDA PORQUÊ VENDO ESTE VÍDEO!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

URGENTE!!! GUERRA CIVIL? LULA AMEAÇA COLOCAR EXÉRCITO DO MST NAS RUAS CONTRA MANIFESTANTES


GUERRA CIVIL? LULA AMEAÇA COLOCAR EXÉRCITO DO MST NAS RUAS CONTRA MANIFESTANTES


https://www.youtube.com/watch?v=R_WZ_L8P7iE



Publicado em 25 de fev de 2015
Parece que Lula deseja fazer igual ao datador Maduro e criar uma "Guarda Bolivariana", para aterrorizar o povo...

Mas, me respondam: Quem é o atual presidente mesmo?

A tentativa de Lula, PT e CUT em atrair apoios para Dilma usando a Petrobras, furou. O evento de ontem, na Associação Brasileira de Imprensa, no Centro do Rio de Janeiro, que seria para mostrar confiança no governo petista, transformou-se logo no início numa praça de guerra. Lula foi vaiado. Quem vaiou, levou porrada da militância do PT. Houve confrontos físicos e verbais. A expectativa de que artistas e intelectuais se juntassem as lideranças petistas no palanque, também foi frustrante. Estavam lá apenas os de sempre.

Mas nada intimidou o ex-presidente Lula, que deitou falação durante 30 minutos. Com a confusão generalizada lá fora, dentro da sede da ABI a portas fechadas com os “convidados”, o ex-presidente atacou a elite brasileira, a imprensa, a oposição, e disse que o partido dele e o governo de Dilma não “têm do que se envergonhar”. Convocou Dilma a “levantar a cabeça” e a “governar”.

“Nossa querida Dilma tem que levantar a cabeça e dizer: eu ganhei as eleições. E governar o país. Não pode ficar dando trela senão ficamos paralisados – disse Lula, queixando-se principalmente do que ele chamou de condenação antecipada da imprensa e da oposição. – Nós ganhamos a eleição e parecemos envergonhados. Eles perderam e andam por aí, pomposos”, enfatizou.

“O que estamos vendo é a criminalização da ascensão de uma classe social nesse país. As pessoas subiram um degrau e isso incomoda a elite. Está em curso um plano para criminalizar o partido. Quando se faz isso, o processo começa pela sentença. É a tal da teoria do domínio do fato. É o pressuposto de que a mãe tem que saber que o filho é drogado ou foi mal na escola”, comparou Lula.

E ameaçou: “Quero paz e democracia, mas também sabemos brigar. Sobretudo quando o Stedile colocar o exército dele nas ruas”.

Stedile, a quem Lula fez referência, é o líder nacional do MST, João Pedro Stedile, que esteve presente ao ato.

Segundo cobertura de O Globo, Lula dedicou pouco tempo às evidências de desvios milionários na Petrobras durante o seu governo. Em tom de brincadeira, disse que em toda família alguém faz “caca” e merece um castigo. Mas afirmou que a Petrobras não pode ser sacrificada pelo erro de “meia dúzia”. Lula preferiu gastar mais tempo se queixando da imprensa, que, segundo ele, repete à exaustão a teoria do domínio do fato, que baseou a condenação dos acusados do escândalo do mensalão.

http://www.libertar.in/2015/02/guerra...

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Analistas Políticos começa a se preocupar com possíveis conflitos armados no Brasil


O Brasil corre o risco de sofrer um confronto popular?

Analistas começam a se preocupar com a possibilidade de que o país entre num círculo de conflito que o deixe parecido com a Argentina ou Venezuela


O Brasil, em vez de se dividir, sempre se uniu no passado para defender as grandes batalhas democráticas. Foi assim nas manifestações de massa das “Diretas Já”, para pedir a volta do direito ao voto popular, e quando, juntos, os brasileiros saíram às ruas, vestidos de preto, para exigir o impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello. O país nunca teve comichão pelo confronto popular.
Carnaval deste ano está sendo outra prova desse gosto dos brasileiros pela aglomeração na rua, tanto nos momentos de dor quanto nos de alegria e prazer. Milhões de pessoas de todas as classes sociais, de Norte a Sul do país, desfilaram pacificamente em milhares de blocos de todas as idades e ideias políticas para se divertir em paz.
Mas pela primeira vez os analistas começam a se preocupar com a possibilidade de que o país entre, por motivos políticos e para reagir à corrupção e à crise econômica e de desencanto com a política, num círculo de confronto popular que pode deixá-lo mais parecido com a Argentina ou com a Venezuela que com sua própria história.
No Brasil começam a ressoar dois gritos preocupantes: o de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, recém-eleita nas urnas, e o de uma possível guerra civil, não sangrenta, mas de consequências difíceis de medir, em que os cidadãos poderiam acabar se enfrentando nas ruas, pela primeira vez não unidos em defesa de uma causa comum, mas com ruídos de “guerra”.
Já foi explicado pelos especialistas em direito que o pedido de impeachment não é nenhum golpe contra a democracia, já que está previsto na Constituição e pode ser solicitado por qualquer cidadão que acredite que haja motivos para isso.
Difícil saber o eco popular que poderão ter as manifestações convocadas em caráter nacional para 15 de março, para pedir a saída do Governo da presidenta Dilma Rousseff. O que é indiscutível é que, diante da corrupção e da crise econômica, cresce o descontentamento popular, até nas pessoas menos favorecidas, as da classe C, que até ontem eram o fiel baluarte do governo do PT e hoje começam a se distanciar dele, como se depreende da última pesquisa do Datafolha.
Depor de seu cargo um presidente, ainda que isso carregue sempre um certo drama, supõe passar pelos procedimentos jurídicos previstos na Constituição, com severo controle pelo Congresso: o impeachment precisa ter dois terços dos votos na Câmara e no Senado.
Tal pedido, inclusive bradado nas ruas pelos brasileiros descontentes com o governo, como um dia fez o PT ao pedir, na oposição, a saída do então presidente Fernando Henrique Cardoso, não deveria ser motivo de preocupação em termos democráticos.
O que hoje começa a dar medo é que algumas forças políticas, tentadas pelo demônio da perpetuação no poder a qualquer preço, em vez de buscar meios de sair da crise, possam acabar dividindo o país, como já acontece na Argentina e na Venezuela, com impulsos, como naqueles países, de amordaçar a informação livre.
Um pedido de impeachment pressupõe um exercício democrático, no qual os eleitores acreditem que o governante vitorioso e democraticamente eleito nas urnas tenha se tornado indigno de continuar no poder. Nada mais.
Ao contrário, um confronto que dividisse o país em dois grupos irreconciliáveis, já sem distinguir quem fosse governo ou oposição, poderia criar a tentação à violência, que não se sabe ao que poderia levar.
Esse tipo de confronto civil, que torna irreconciliáveis as duas partes em conflito e acaba dividindo salomonicamente um país, dificulta desde seu nascimento qualquer solução democrática, porque em vez de diálogo e racionalidade, reina a paixão, cultivada mais com o fígado que com o cérebro.
Nada pior neste momento, por exemplo, que uma parte do partido do Governo querer empurrar as ruas usando seus sindicatos e movimento sociais contra as medidas de austeridades defendidas por seu próprio Governo para tirar o país da crise.
A reação do Governo frente a um pedido de impeachment da presidenta Rousseff deve ser apresentar fatos que mostrem que não há motivo para isso. Tudo, é claro, à luz do Sol, aceitando os resultados das legítimas investigações, sem tentar domesticá-las nem manipulá-las.
Sempre se disse que é a verdade que nos torna livres. E são os fatos, revelados por meio das instituições livres do Estado, nesse caso das forças policiais e dos tribunais de Justiça, os melhores defensores da legalidade.
Todo o resto, como os fatos “tenebrosos” insinuados pelo juiz Sergio Moro na operação Lava Jato, praticados com a expectativa de impunidade nas sombras dos esgotos do submundo do poder, são o melhor caldo de cultura para que se forme no país um clima de dissimulada violência e divisão dos cidadãos.
Seria o pior dos remédios para que o Brasil saísse da crise econômica e política que vive.
A força do Brasil, invejada em vários continentes pelos países que sofrem com a tentação de rasgos nacionalistas ou ideológicos, sempre foi sua unidade nacional, apesar de suas imensas diferenças geográficas e culturais.
Querer hoje ignorar os novos ventos da busca por formas mais participativas do poder para perpetuar a velha política patrimonialista poderia acabar esgarçando um país que sempre se orgulhou de sua união.
Melhor, em caso extremo, um impeachment, se necessário e constitucional, que qualquer outra tentação antidemocrática, mesmo que possa ser disfarçada como defesa dos direitos dos mais pobres.
A verdadeira democracia exige que até aos mais necessitados e indefesos seja dada a liberdade de escolher como e por quem querem ser defendidos, porque a História ensina o quão perigosa é a força desses excluídos quando descobrem que estão sendo enganados ou manipulados pelos malabarismos do poder.
Fonte: http://brasil.elpais.com/brasil/2015/02/16/opinion/1424101490_611449.html


sábado, 14 de fevereiro de 2015

No desespero, PT aposta em guerra civil


sábado, 14 de fevereiro de 2015

No desespero, PT aposta em guerra civil


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Márcio Accioly

O ex-presidente Lula da Silva, o Lularápio (PT), acredita, assim como a maioria dos chamados “dirigentes” deste país, que uma propaganda bem elaborada é capaz de resolver tudo. Está faltando água? Chama o marqueteiro. Os hospitais estão caindo aos pedaços por conta de desvios de recursos financeiros públicos e irresponsabilidade de governantes que deveriam estar presos? Chama os encarregados pela publicidade e produz logo um filme para ser divulgado durante o dia, ao longo da semana, o ano todo!

Antes das eleições passadas, quando ainda se encarregava de superfaturar preços e se apropriar do que fosse possível, o então governador do Distrito Federal, Agnelo Alves (PT), apelidado de “Agnulo”, mostrava no horário nobre, e em todos os outros, hospitais dignos de primeiro mundo, prontos para o atendimento de uma população que, na divulgação impecável, iria continuar a dispor sempre do melhor, bastando para isso reconduzir o governador petista ao cargo e, consequentemente, seus cúmplices.

Os que moram em Brasília não engoliram a patranha e Agnelo sequer foi para o segundo turno. Mas não foi apeado do poder com as mãos abanando: todos os dias surgem denúncias das mais escabrosas, com rombos financeiros estourando em todos os órgãos da administração pública, porque o então governador sabia como se locupletar. Ao sair do governo, sua ex-excelência foi para Miami (EUA) e ninguém fala na possibilidade de sua prisão! Ele se encontra no exterior, descansando, dá para acreditar?

Os chamados “governantes” brasileiros roubam, desmontam tudo, afrontam, promovem o caos e se candidatam em todas as eleições, pois existe o corporativismo a dominar todas as instâncias, assegurando a impunidade. É só ver o maior exemplo de cara de pau do Brasil, Paulo Maluf. Este é a síntese de todo tipo de patifaria. E embora não possa colocar o pé depois da fronteira, já que será preso e recambiado para Nova York (de onde jamais iria voltar), aqui, Maluf elabora leis, pois é deputado federal.

A ladroeira no Brasil começou com a chegada de nossos colonizadores, agravando-se com a instalação da corte portuguesa na composição formal de sua administração. Mas atingiu seu ápice, depois de mais de cinco séculos de prática ininterrupta, na descarada apropriação do Estado por parte de impressionante grupo de assaltantes despudorados, a maioria analfabeta e sem qualquer princípio, identificado pela sigla partidária que representa, o PT!

Os seres incultos e descompromissados desenvolveram técnica de domínio que reúne atitudes, digamos, “aprimoradas” por séculos de pirataria e bandidagem onde se burila procedimento de criminosos dos mais insensíveis de que se tem notícia. Tal constatação não redime semelhantes que os antecederam. Não se trata disso. Apenas atesta que foi durante a supremacia petista que o país conheceu o seu momento mais degradante e desonroso de que se tem notícia!

Para o ex-presidente Lula da Silva e seus asseclas nem o céu é o limite! Sua ex-excelência se encontra inserida na categoria daqueles cujos fins justificam quaisquer meios. A Veja desta semana, em plena alienação do carnaval, publica matéria que aponta o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, interferindo diretamente nos rumos da Operação Lava Jato, para modificar seu rumo. Simplesmente inacreditáveis as iniciativas do ministro com o objetivo de beneficiar envolvidos.

Já o ex-presidente Lula da Silva quer brecar as investigações da Lava Jato, pois não tem como esconder o fato de ser o chefe de toda a bandalheira e sabe que estará nu por completo com mais uma ou duas novas delações premiadas. Os blogueiros pagos a peso de ouro para confundir não estão conseguindo dar conta do recado.

Se puder promover guerra civil para escapar ileso, Lularápio a promoverá.


Márcio Accioly é Jornalista.

FONTE:http://www.alertatotal.net/2015/02/no-desespero-pt-aposta-em-guerra-civil.html?utm_content=buffer5838a&utm_medium=social&utm_source=twitter.com&utm_campaign=buffer
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