COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.

domingo, 14 de janeiro de 2018

Direitos gays: Ed René Kivitz versus Silas Malafaia - Quem você acha mais coerente com a Bíblia?

Direitos gays: Ed René Kivitz versus Silas Malafaia


Direitos gays: Ed René Kivitz versus Silas Malafaia

Teologia da Missão Integral versus conservadorismo evangélico

Julio Severo
Em audiência na Câmara dos Deputados na quinta-feira (25 de junho de 2015) para tratar do Estatuto da Família, o Pr. Silas Malafaiadestacou que família e casamento é apenas homem e mulher.
Silas Malafaia detonando os direitos gays
Ele também frisou que enquanto a Constituição só reconhecer essa noção de família, os ativistas homossexuais não terão base, nas minhas palavras, para exigir a desfiguração da família tradicional a fim de inventar uma família encabeçada por uma dupla de marmanjos depravados. Tal desfiguração é um componente essencial dos chamados “direitos gays.”
Referindo-se aos que se apoiam em Karl Marx para exigir tais direitos, Malafaia disse: “Por acaso Marx vale mais do que Jesus? A ideologia de Marx está no buraco e a de Jesus está em vento em popa.”
Para contra-atacar a presença e fala pró-família de Malafaia na Câmara dos Deputados, Carta Capital, uma das maiores mídias esquerdistas do Brasil, entrevistou vários pastores evangélicos da Teologia da Missão Integral (TMI).
Na entrevista, o Pr. Carlos Bezerra, que é líder do PSDB em São Paulo, disse que a ótica da bancada evangélica não é a ótica de Jesus. Ora, Bezerra já declarou publicamente que Leonardo Boff, um dos maiores promotores da Teologia da Libertação, é “um cara que me inspira há anos com o que escreve e prega.” Boff vê Jesus Cristo apenas como um office-boy da agenda marxista. Como Bezerra ousa dizer o que é a ótica de Jesus quando a ótica dele é a ótica de Boff e da TMI?
Bezerra deixou claro que ele não aceita que a bancada evangélica chame de ação cristã, presumivelmente, a ação de barrar os “direitos gays.” Concordo que às vezes a bancada evangélica erra. No ano passado, a Lei da Palmada, que pune pais que seguem a orientação da Bíblia sobre disciplina física dos filhos, foi aprovada com a ajuda dessa bancada, embora Marco Feliciano tenha se posicionado contra esse erro. Mas a bancada evangélica não erra quando tenta impedir o totalitarismo homossexual.
Outro entrevistado por Carta Capital, Levi Correa, faz parte da Igreja Batista da Água Branca do Kivitz. Levi disse sobre a Frente Parlamentar Evangélica: “A frente mais horrorosa que este país já teve.” Mas ele não estava se referindo ao papel horroroso da frente aprovando a Lei da Palmada. Ele se referia às ações da frente para impedir o avanço do totalitarismo homossexual.
Outra evangélica progressista entrevistada por Carta Capital atacou diretamente, dizendo que “o movimento conservador dita regras de forma impositiva.” Sobre o movimento homossexual, que dita regras e impõe uma agenda destrutiva para o Brasil, suas famílias e crianças, a evangélica progressista nada disse.
Defensor dos direitos gays
Outro entrevistado de destaque de Carta Capital foi o Pr. Ed René Kivitz, que disse: “Aquele que é detentor de um mandato eletivo não está lá para impor sobre a sociedade e sobre os cidadãos as suas crenças particulares, os seus interesses de grupo ou defender o seu segmento de sociedade que o colocou lá.”
Tudo o que Kivitz disse cai como uma luva em Jean Wyllys e outros políticos determinados a impor a agenda homossexual na sociedade. Entretanto, Carta Capital não o entrevistou para atacar a agenda gay, mas para atacar os líderes evangélicos que estão denunciando essa agenda.
Afinal, de que lado Kivitz está?
A resposta vem da BBC de Londres, que recentemente também entrevistou Kivitz, numa reportagem já com título de provocação aos evangélicos conservadores: “Tom ‘bélico’ de alguns líderes evangélicos cria clima propício à intolerância, diz pastor.”
A matéria da BBC reconheceu que Kivitz é um líder da Teologia da Missão Integral e também “a favor dos direitos LGBTs, por entender ‘que são cidadãos, independentemente da minha concordância com a orientação sexual ou a identidade de gênero que eles têm.’”
O que são direitos gays? Não é direito de viver, trabalhar, se sustentar e ter lazer. Como todo brasileiros, quem pratica o homossexualismo já tem esses direitos básicos garantidos.
Direitos gays é “casamento” gay, adoção de crianças por duplas gays, a proibição médica e bíblica de condenação ao estilo de vida homossexual, etc.
Para Kivitz, que declarou publicamente para a BBC que é a favor desses direitos, todos os cidadãos que escolheram as práticas homossexuais têm direito ao “casamento” gay, adoção de crianças por duplas gays, a proibição médica e bíblica de condenação ao estilo de vida homossexual, etc.
Basicamente, a opinião de Kivitz, que nunca criticou Jean Wyllys, é: O ativista homossexual que é detentor de um mandato eletivo está lá para impor sobre a sociedade e sobre os cidadãos as suas crenças particulares, os seus interesses de grupo ou defender o seu segmento de sociedade que o colocou lá.
Para os evangélicos, a história é outra: O evangélico que é detentor de um mandato eletivo não está lá para impor sobre a sociedade e sobre os cidadãos a agenda pró-família, as suas crenças particulares, os seus interesses de grupo ou defender o seu segmento de sociedade que o colocou lá.
Tenho certeza de que a Carta Capital e todo o seu público esquerdista aplaudiram de pé Kivitz e outros líderes da TMI que disseram exatamente o que Marx e seus seguidores diriam contra os evangélicos conservadores.
Na guerra cultural atual, cada vez que um evangélico tiver oportunidade de expressar uma opinião conservadora num grande espaço público, a mídia esquerdista escolheu como estratégia de contra-ataque dar vez e voz para líderes evangélicos da TMI.
Os sinais são muito fortes de que essa estratégia já está sendo implementada.
Em sua reportagem sobre a recente parada gay de São Paulo, o jornal Folha de S. Paulo destacou um pastor da TMI que foi ao evento homossexual para prestar solidariedade com uma campanha intitulada “Jesus Cura a Homofobia.” Danilo Fernandes, do tabloide Genizah e igualmente um defensor da TMI, foi um dos citados na matéria.
Prepare-se: Carta Capital, Folha de S. Paulo e outras grandes mídias esquerdistas estão agora usando evangélicos da TMI para tentar neutralizar a voz conservadora pró-família dos evangélicos.
Os seguidores de Jesus Cristo não têm a ótica de Karl Marx nem da TMI. Eles não pregam “direitos gays.” Eles pregam o Evangelho verdadeiro, que revela que Jesus salva, cura e liberta, inclusive do pecado homossexual.
Leitura recomendada:

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Folha de S. Paulo dá vez e voz para a esquerda evangélica - 2015

Folha de S. Paulo dá vez e voz para a esquerda evangélica

Evangélicos contra “homofobia” e contra o boicote de Silas Malafaia ao Boticário ganham destaque no jornal Folha de S. Paulo

Julio Severo
A Folha de S. Paulo, jornal esquerdista também conhecido como Falha de S. Paulo por falhar gravemente ao ser parcial e dar preferência aos modismos politicamente corretos e absurdos do mundo secular, resolveu também falhar no mundo religioso, dando preferência a evangélicos de testemunho duvidoso.
Em matéria recente, a Falha deu destaque a dois grupos de evangélicos que fogem do perfil evangélico conservador. A matéria, intitulada “Evangélicos farão marcha contra homofobia na Parada Gay,” diz de um grupo de pastores e membros evangélicos marchando rumo à Parada Gay no domingo (7 de junho e 2015) na avenida Paulista, para cumprir uma missão: “converter o máximo de almas possíveis. Almas homofóbicas, no caso.”

“Jesus Cura a Homofobia” versus “Jesus Liberta do Pecado Homossexual”

O grupo, comandado pelo teólogo batista José Barbosa Júnior, fez compromisso público de enviar à Parada Gay sua caravana evangélica chamada “Jesus Cura a Homofobia,” para se contrapor ao movimento de “cura gay,” de acordo com a Falha, que acrescentou que 420 evangélicos estavam inscritos na caravana. Em seu Facebook, Barbosa incluiu a participação de católicos também.
Na realidade, o termo “cura gay” é usado pela grande mídia esquerdista exclusivamente para desvalorizar e zombar dos cristãos que ajudam homens e mulheres a encontrarem em Jesus a libertação do pecado homossexual. O fato de que um teólogo batista aderiu a um termo de ódio contra esforços cristãos para ajudar pessoas escravas do homossexualismo é um atentado ao Evangelho.
A revista Veja confirmou também que o objetivo da mensagem do grupo de Barbosa é confrontar os grupos evangélicos acusados de “cura gay” por ajudarem homossexuais. A Veja disse: “A bandeira do grupo, escrita em forma de hashtag, afirma que #JesusCuraAHomofobia, em contraposição a bandeira de ‘Cura Gay’ vinculada à religião. Cartazes feitos à mão protestam contra a postura do pastor Silas Malafaia e o deputado federal Marco Feliciano.”
Entretanto, por que esse desejo de aparecer em público para protestar contra Malafaia e Feliciano? Por que essa obsessão de buscar holofotes para a mensagem politicamente correta “Jesus Cura a Homofobia”? Na Parada Gay, não havia nenhuma multidão de evangélicos para receber essa mensagem. E mesmo que tivesse havido, “homofobia,” como representado agressão e assassinato de homossexuais, é algo que não ocorre entre evangélicos.
Se por “homofobia” o Pr. Barbosa quer dizer a ideologia gay conforme interpretada por Luiz Mott, Toni Reis e outros militantes homossexuais, então o sentido é de “ser contra o homossexualismo.” Para eles, a simples pregação bíblica contra o homossexualismo já é “homofobia.”
Se Barbosa pretende “curar” os evangélicos do que ele enxerga como “homofobia” (opiniões contra as práticas homossexuais), ele deveria então primeiro fazer uma campanha: “Ataque pela Raiz Seu Mal da ‘Homofobia’: Jogue Sua Bíblia no Lixo!’”
Mas por que fazer, no meio da Parada Gay, uma campanha espalhafatosa “Jesus Cura a Homofobia”? Barbosa está preocupado que um “terrorista” evangélico se infiltre no meio de milhares de homossexuais para metralhá-los?
Se Paulo e outros apóstolos estivessem entre nós, eles fariam o que Jesus mandou: “O que vos digo na escuridão, dizei-o à luz do dia; e o que se vos diz ao ouvido, proclamai-o do alto dos telhados.”  (Mateus 10:27 KJA)
A Palavra de Deus, que é Jesus, disse que os homossexuais e outros pecadores não herdarão o Reino de Deus. A obrigação bíblica de Barbosa era subir nos telhados perto da Parada Gay e proclamar que os viciados em pecados homossexuais estão condenados ao inferno e deixar claro que existe saída: Jesus morreu para salvar os pecadores e viciados desse destino.
Teria sido muito mais útil se Barbosa e sua caravana tivessem empunhado cartazes dizendo: “Jesus Cura, Liberta e Salva do Homossexualismo.”
No entanto, ele deu aos homossexuais da Parada Gay outra mensagem, outro “evangelho.” Ele apresentou, com muito estardalhaço, para a grande mídia secular um “evangelho” que agrada ao mundo, mas não salva, não cura e não liberta.
Pelo fato de que Barbosa é desconhecido, pode até parecer, para muitos leitores evangélicos, que ele e seu grupo são de alguma dessas igrejas gays malucas que se autointitulam de “evangélicas,” mas nada têm a ver com a Bíblia ou com o mundo evangélico.

Quem é o Pr. José Barbosa Júnior?

Quem é, afinal, o Pr. José Barbosa Júnior, que está sendo paparicado pela Falha?
De acordo com seu Twitter pessoal, ele está profundamente ligado à Teologia da Missão Integral. Num tuíte de 4 de junho, ele diz: “Tamo junto! RT @CarlosBezerraJr Companheiros de caminhada.”
Carlos Bezerra Jr. é pastor da Comunidade da Graça em São Paulo. Ele é considerado “político ideal” pelo Genizah por dizer que Jesus nunca condenou a homossexualidade. Bezerra disse: “[Leonardo Boff] me inspira há anos com o que escreve e prega… Um salve ao grande mestre Leonardo Boff.” Boff é um dos principais promotores da Teologia da Libertação.
Barbosa é adepto de outra figura proeminente da Teologia da Missão Integral (TMI): Ed Rene Kivitz.
Um exemplo de como a esquerda evangélica promotora da TMI encara a questão da “homofobia” é sua atitude com relação à nomeação do Pr. Marco Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados em 2013. Todas as esquerdas, inclusive evangélicas, estavam contra ele, acusando-o de “homofobia.” Supostamente “homofobia” significa que quando as esquerdas querem usar a causa gay como cavalo-de-Tróia para avançar sua ditadura, qualquer esforço contrário é automaticamente rotulado de “homofobia.”

“Malafaia e Feliciano não nos representam”

Por falar no que a tropa da TMI fez com Feliciano em 2013, a Falha de S. Paulo destaca o compromisso da turma do Pr. José Barbosa Júnior de empunhar, na Parada Gay, cartazes com os dizeres “Malafaia e Feliciano não nos representam.”
A Falha deve ter pirado de alegria! Em 2013, a Falha não poupou Marisa Lobo de críticas maliciosas, apenas porque ela acredita que existe saída da homossexualidade. Agora, a Falha quer mostrar o modelo perfeito de que nem todo evangélico é como Marisa.
Ao contrário do que normalmente faz com Marisa e outros acusados maldosamente de “cura gay” por ajudarem prisioneiros do homossexualismo, a Falha deixou o Pr. Barbosa e sua TMI bastante à vontade, sem nenhuma crítica. O perfil de Twitter do teólogo batista tem um número insignificante de seguidores — infinitamente mais baixo do que o de Marisa. Mesmo assim, ele foi elevado pela Falha, que lhe deu vez e voz, para servir de contrapeso aos evangélicos que não seguem a ideologia esquerdista.
Se os evangélicos acreditam num Deus que liberta da homossexualidade, a Falha fortalecerá o outro lado.

Danilo Fernandes do Genizah

Outro evangélico agraciado pela Falha com vez e voz foi Danilo Fernandes, do Genizah. A Falha destacou as principais referências de Danilo: Desmond Tutu e Martin Luther King.
Tutu, que segue a Teologia da Libertação, declarou que prefere ir para o inferno a ir para um céu “homofóbico.” Claro que se ele tivesse a “criatividade” do Pr. Barbosa, ele poderia liderar uma caravana para o céu chamada “Jesus Cura a Homofobia” levando cartazes com os dizeres “Moisés e Apóstolo Paulo não nos representam,” pelo fato de que essas duas personalidades bíblicas foram enfáticas ao expressarem a opinião de Deus contrária às práticas homossexuais.

Martin Luther King

Sobre Martin Luther King, ele era esquerdista e tinha um problema grave com adultério. Quando postei em 2013 uma reportagem do jornal britânico DailyMail sobre os adultérios de King, Danilo do Genizah ficou fora de si, dizendo: “O racista e homofóbico Julio Severo pirou de vez e agora ataca Martin Luther King com base nos arquivos do mentiroso J. Edgar Hoover” (http://archive.is/UWpxj).
Só que sem que Danilo soubesse, o Rev. Augustus Nicodemus já havia expressado publicamente a mesma opinião sobre King. Depois que publiquei esse fato, Danilo se aquietou. Afinal, não vale a pena ele perder almoços e reuniões importantes com a liderança da Universidade Presbiteriana Mackenzie por declarar: “O racista e homofóbico Augustus Nicodemus pirou de vez e agora ataca Martin Luther King com base nos arquivos do mentiroso J. Edgar Hoover.”
Embora King tenha errado no adultério, ele acertou em outras questões, dizendo que a homossexualidade é um problema que tem solução. Qualquer um quer disser isso hoje é automaticamente rotulado de promover a tal “cura gay.”
Se a Falha ficar sabendo da opinião de King, vai publicar outra matéria maluca e colocar Barbosa, Danilo ou outro evangélico útil, mas não inocente, como contrapeso.

Boicote contra o Boticário: Malafaia diz sim, Danilo diz não

Se a participação do Pr. Barbosa na reportagem da Falha foi para confrontar os evangélicos que creem na libertação de Jesus para os homossexuais, a participação de Danilo foi para confrontar, conforme destacou a Falha, a campanha de boicote de Silas Malafaia contra o Boticário pela propaganda pró-homossexualismo dessa empresa. A Falha disse que Danilo “critica o boicote à marca de cosméticos,” acrescentando: “Para Danilo, os fiéis devem lembrar que várias marcas apoiam a causa LGBT, ‘do Facebook ao McDonald’s.’ E que boicotar perfume, além de hipocrisia, ‘é picuinha.’”
Isto é, Danilo deixou claro que está todo mundo apoiando a causa gay e que se tivéssemos de fazer um boicote — que é evidente que ele não faria — teríamos de boicotar a todos. Sobre atribuir “picuinha” a Malafaia, não é a primeira vez que Danilo mostra sua aversão ao pastor assembleiano, a quem ele já chamou de “servo de Belzebu.” Como está comprovado, boca limpa nunca foi o forte dele.
Sobre a agenda gay, enquanto Malafaia e eu alertávamos que o PLC 122 representava perigo para o Brasil, Danilo usava a máquina maluca do Genizah para anunciar que esse projeto homossexualista não tinha perigo nenhum para ninguém. É o espírito da contrariedade. Se eu e Malafaia dissermos que o caminho é subir, Danilo imediatamente rebaterá que o caminho é descer. Se eu e Malafaia dissermos que o PLC 122 é bom, Danilo dirá que é horrível. Tudo tem de ser o contrário.
Mas ele não está sozinho em suas atitudes. Existe uma turma evangélica do contra que se Malafaia disser que precisamos boicotar uma empresa que faz propaganda homossexual, a turma vai fazer campanha para boicotar o boicote sugerido por Malafaia. Por outro lado, se Malafaia disser que não devemos boicotar, aí a turma do contra vai dizer que temos a obrigação de boicotar!
Se a iniciativa do boicote partir da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Danilo e a turma do contra apoiam sem pestanejar, mesmo sem saber para quê é o boicote.
É uma situação muito parecida com a atitude de muitos autodenominados apologetas calvinistas que proclamam alto e bom som sua oposição à Marcha para Jesus, mas eles ou seus colegas apoiam a Marcha do Marcos Amaral, pastor presbiteriano que se une a espíritas em planos globalistas e que havia dito que desejava que Marco Feliciano tivesse um derrame. E agora essa turma amante da TMI vai lá na Parada Gay protestar contra os evangélicos! Se isso não é apostasia apocalíptica, não sei o que é apostasia.

O mundo ama quem é do mundo

E como se já não bastasse evangélicos da TMI antagonizando o trabalho profético de quem se opõe à ditadura gay, agora entra a realidade de um grande jornal esquerdista dando uma mão e uma plataforma para eles fazerem antagonizações muito maiores, comprovando que, em matéria de relativização, os evangélicos da TMI têm muito mais comunhão com a Folha e outras esquerdas do mundo do que com os servos de Deus.
A Falha ama os adeptos da TMI e vice-versa. Faz-me recordar as palavras de Jesus para seus seguidores reais: “Se fôsseis do mundo, ele vos amaria como se pertencêsseis a ele.”  (João 15:19 KJA) O mundo ama quem é do mundo.

Condenação do pecador homossexual é questão “polêmica”?

Finalizando, a Falha coloca em choque as posturas do Pr. Barbosa e do Pr. Silas Malafaia sobre as passagens da Bíblia em que Deus condena pecadores homossexuais. A Falha diz: “Cravar se a Bíblia condena homossexuais ‘talvez seja a mais polêmica das perguntas’, diz Júnior. ‘Literalmente, sim, ela faz isso. Mas há teólogos que defendem uma outra interpretação bíblica, levando em conta contextos históricos, políticos e sociais.’”
Barbosa declarou publicamente na Folha que a condenação bíblica de quem pratica e vive no pecado homossexual é uma questão “polêmica.” Essa “polêmica,” é claro, não existe na Bíblia, que é enfática sobre o destino dos pecadores. Por isso, o Evangelho precisa ser pregado a eles. O destino final dos pecadores é real e terrível. Só Jesus, não um “evangelho” politicamente correto, pode salvá-los.
Em vez de apresentar os evangélicos de forma negativa, como sempre fez no passado, a estratégia da mídia esquerdista agora é retratar os evangélicos esquerdistas de forma positiva e deixá-los expressar suas ideias contra os evangélicos mais conservadores, num malevolente ventriloquismo ideológico.
Agora, não precisarão mais atacar os evangélicos conservadores diretamente. Quando precisarem fazer isso, bastará assobiar para Barbosa e Danilo.
Com certeza, Malafaia, Feliciano, Marisa Lobo e Julio Severo não representam os interesses da Falha. Mas Barbosa e Danilo representam muito bem!

Silas Malafaia fala

Para aparentar jornalismo imparcial e justo, a Falha deu um espaço pequeno para Malafaia expressar a opinião de evangélicos diferentes de Barbosa. A Falha disse: “Para Malafaia, 56, não dá para relativizar. Ele enumera passagens no Novo Testamento: ‘Coríntios’ lacra o ‘o reino de Deus’ a ‘devassos, idólatras, adúlteros, efeminados e sodomitas’; ‘Romanos’ fala de ‘homens com homens’ que ‘receberam o castigo merecido por sua perversão.’”
A Falha cutucou Malafaia sobre a postura do Pr. Barbosa e sua caravana, e registrou a seguinte resposta: “Para o pastor, o quórum da caravana gospel pró-LGBT ‘não é nem 0,000001% dos milhões de evangélicos. Não representa porcaria nenhuma, tô dando gargalhada.’”

Adeptos da TMI em comunhão com a esquerda

Barbosa, que está sendo usado pela Falha para confrontar as posturas bíblicas de cristãos conservadores, não é o primeiro pastor criado pela TMI a relativizar na questão homossexual. O maior teólogo homossexual do Brasil começou na TMI e Teologia da Libertação, e hoje é promotor descarado da Teologia Gay.
A TMI está preparando o terreno, com o apoio alegre da grande mídia esquerdista, para levar mais evangélicos à relativização da Palavra de Deus. De longe, a TMI é o maior liberalismo teológico que o Brasil já viu.
Fazendo coro ao dono do Genizah, o Pr. Barbosa também se mostrou, de acordo com a Falha, contrário ao boicote de Malafaia contra o Boticário. Ele disse em seu Facebook: “Quando o Reitor de uma das maiores faculdades batistas do Brasil vem à público defender a campanha pelo boicote aos produtos d’O Boticário feita pelo empresário Silas Malafaia, dizendo que ‘Silas Malafaia está certo!’, é sinal que estamos, de fato, no fundo do poço no que diz respeito à esperança de um ensino teológico digno, coerente e humanizado nas igrejas históricas brasileiras.”
José Barbosa Júnior e Danilo Fernandes: Duas vozes evangélicas esquerdistas falando a mesma voz e interesses da Falha. Dois evangélicos que falam o que a Falha e a grande mídia esquerdista querem ouvir.
Evangélicos deveriam falar a mesma voz que Deus fala. Mas nem sempre esse é o caso.
Não vou estranhar se os seguidores de Desmond Tutu e TMI também disserem algum dia que preferem ir para o inferno a ir para um céu “homofóbico.”
Com informações da Folha de S. Paulo.
Leitura recomendada:

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Alemanha e Áustria: IMÃS advertem Muçulmanos a não se integrarem com a sociedade

Alemanha, Áustria: Imãs Advertem Muçulmanos a Não se Integrarem

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Alfabetização pela Bíblia precisa de nossa ajuda, veja!

PARTICIPE CONOSCO DESTE EMPREENDIMENTO ESPIRITUAL E EDUCACIONAL

Missionário Luiz Oliveira do programa "Alfabetização pela Bíblia" precisa de 1.000 bíblias para enviar para alfabetização na África, aquelas de letras grandes, que usam na Alfabetização. 

Seu preço de custo em São Paulo: O custo na Sociedade Bíblica é de R$ 9,96 cada. Ainda temos que pagar o transporte marítimo. Nosso trabalho está a mais de 600 km de Luanda. Isto significa que será preciso transporte da Capital para o interior onde estamos.

Nosso missionário, que esta levando a Palavra de Deus, através de Alfabetização pela Bíblia, é o irmão Luís de Oliveira Oliveira. Ele e Andressa Prado de Oliveira, sua esposa, trabalharam como missionários em Guiné Bissau. - África por mais de 5 anos. Agora aceitaram nosso desafio de serem missionários alfabetizadores e se mudando há pouco mais de 4 meses para Angola. Como ambos são professores, já organizou 2 escolas em lugares diferentes. Eles estão precisando de nosso material didático. 

Como todos sabemos isto tem custo.
Qualque forma de ajuda é bem-vinda.
Estamos buscando parceiros para esse desafio?
Meus amados irmãos venham ser nossos parceiros.Vamos ganhar muitas almas através de alfabetização pela Bíblia.

Missionário Luiz Oliveira: As caixas são enviadas contendo 20 Bíblias, que pesam 12 kg cada. 1.000 Bíblias são 50 caixas pesando 600 kgs

Gilberto Stêvão - Dia 8/2/2018 completa 60 anos consagrado ao serviço da Igreja de Jesus, ensino, beneficência, e missões.

Para contribuir entre no website www.alfabetizacaopelabiblia.com.br

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

PETIÇÃO, ASSINE: A Europa quer impor a IDEOLOGIA DE GÊNERO ao MERCOSUL

PETIÇÃO DIRIGIDA À UNIÃO EUROPEIA E AO MERCOSUL

 

A EUROPA QUER IMPOR A IDEOLOGIA DE GÊNERO AO MERCOSUL

0100.000
  57.042
 
57.042 pessoas já assinaram esta petição. Ajude-nos a conseguir100.000 assinaturas.
Estão em curso negociações para um acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai).
A CitizenGO teve acesso ao texto - um documento confidencial - e identificou que o acordo inclui uma cláusula que visa “fomentar a transversalidade efetiva do gênero”, ou seja, a União Europeia só aceitará o tratado se os países do Mercosul se comprometerem a promover a ideologia de gênero. Isso é o que significa a expressão “transversalidade efetiva de gênero”.
Querem fazer isso sem nenhuma base legal, de forma silenciosa, sem que a população saiba do que estão tentando impor.
Assine a petição para enviar um e-mail à Comissão Europeia e dizer a eles que os brasileiros não aceitarão essa imposição ideológica. 

ASSINE ESTA PETIÇÃO AGORA!

Ao assinar você aceita os termos de uso da CitizenGO e sua política de privacidade, e aceita receber mensagens de e-mail sobre nossas campanhas. Você pode cancelar seu cadastro na lista a qualquer momento.
Não aceitaremos a imposição da ideologia de gênero
Jean-Claude Juncker, Presidente da Comissão Europeia
Caecilia Malmstrom, Comissária Europeia de Comércio
Federica Mogherini, Representante Experior da União Europeia
O novo acordo entre a União Europeia e o Mercosul contém uma cláusula que, se aprovada, incorrerá em nova obrigação para os estados signatários: “fomentar a transversalidade efetiva de gênero”.
A ideologia de gênero tem sido duramente questionada nos países do Mercosul, particularmente no Brasil.
Não há nenhuma base legal ou científica para essa imposição ideológica.
Por isso, peço que elimine do texto do acordo os conteúdos relativos à ideologia de gênero. 
President Juncker, Dear President Tajani, Dear President Tusk,
Dear Commissioners Mogherini and Malmstrom,
The EU/Mercosur Association Agreement currently under negotiation contains a provision that, if it is allowed to enter into force, would create a new obligation for all countries involved to "foster gender mainstreaming" as a horizontal policy.
"Gender mainstreaming" and the "gender ideology" it relates to are highly controversial not only in Latin America, but also within the EU itself. There is no scientific basis for "gender ideology". There is no legal base for "gender mainstreaming" in EU law, and there are many countries even within the EU itself that currently do not practise any such "mainstreaming".
Including a clause on "gender mainstreaming" into an international agreement would be unprecedented. It would cast into binding international law concepts and policies that are controversial within the EU itself, and which – given their status as international commitments – would subsequently be very difficult for individual Member States to get rid of, should they so choose.
Wrapping such concepts and obligations into the terms of what essentially is intended to be a trade agreement, obliging State parties to accept or reject the package as a whole, is an act of cultural colonialism.
We believe that States should be left free to decide whether they want to embrace "gender theory" or apply "gender mainstreaming". We therefore urge you to remove the reference to "gender mainstreaming" from the text that is currently being negotiated.
Atenciosamente,
[Seu nome]
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