COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.

terça-feira, 19 de junho de 2018

segunda-feira, 11 de junho de 2018

ISTO É UM CRIME:"Mães ativistas usam a Parada Gay para defender existência de crianças LGBT"


Um grupo de mães ativistas LGBT usou a Parada Gay em São Paulo no último domingo, 03 de junho, para defender a ideia de que existem crianças com orientação sexual definida pela homossexualidade.
Representadas pela ONG Mães Pela Diversidade – entidade apoiada pelo deputado federal Floriano Pesaro (PSDB-SP) – as ativistas desfilaram com uma faixa na divulgação de sua visão: “#ACriançaLGBTExiste”.
A imagem foi compartilhada nas redes sociais pelo promotor Guilherme Schelb, um dos principais opositores à erotização infantil nas escolas. Milhares de internautas reagiram à foto, com comentários críticos e de indignação com a bandeira das mães ativistas.
O Estatuto da Criança e do Adolescente define que até os 12 anos de idade, todas as pessoas são consideradas crianças, e como há leis que criminalizam a pedofilia e o abuso sexual infantil, o contexto conduz a uma compreensão de que, nessa altura da vida, nenhuma pessoa tenha atividade sexual. A indução a uma erotização precoce é o principal ponto de revolta entre o público conservador.
O procurador Guilherme Schelb compartilhou, em seu site, um artigo em que defende uma vigilância sobre a questão da sexualidade precoce. “Crianças com comportamento sexual especial (ou precoce) devem ser protegidas e cuidadas. Isto não significa aceitar passivamente o que desejam ou fazem, mas protegê-las de situações de risco ou humilhação”, orientou.

“Não se deve, porém, incentivar o seu comportamento especial, até porque como pessoas em desenvolvimento, estão sujeitas a diversas alterações de atitudes a cada etapa de seu desenvolvimento”, argumentou.
Em 2017, iniciativas que apontam para uma tentativa de doutrinação da sociedade foram alvo de protestos. A exposição “Queermuseu”, patrocinada pelo Banco Santander, tinha uma das instalações chamada “Criança Viada”, que posteriormente se tornou alvo de um painel de debate na USP. Outro caso foi o da performance do coreógrafo Wagner Schwartz, que se apresentava nu no Museu de Arte Moderna (MAM), com sessões abertas a crianças.
“Nossas crianças são puras, a pureza infantil tem que ser protegida. Não erotizem nossas crianças, não tirem nossas crianças do caminho, não transformem nossas crianças em adultos pervertidos como vocês são. Isso não pode mais continuar acontecendo! Até quando a sociedade vai se calar?”, protestou o pastor Marco Feliciano, à época.

terça-feira, 15 de maio de 2018

Importante Curso sobre Direito, Sociedade, Ideologia e Gênero em 19 e 26 de Maio, na ESA-GO


NOTA DE REPÚDIO CONTRA A CENSURA, A INTOLÊRANCIA E O CERCEAMENTO DA LIBERDADE DE CIÊNCIA que um Grupo de advogados prende impor ao Curso proposto pela COMISSÃO ESPECIAL DE LIBERDADE RELIGIOSA DA OAB-GO na ESCOLA SUPERIOR DA ADVOCACIA-GO.

Será ministrado o importante curso sobre Direito, Sociedade, Ideologia e Gênero, pelo professor Doutor em Ciências Políticas Jean-Marie Lambert, nos dias 19 e 26 de maio, na sede da ESA – GO. O curso abordará questões como: construção ideológica e a diferença de ideologia e ciência, a geopolítica do gênero, a doutrinação de gênero e a instrumentalização do Judiciário.

A pretensão de censura ao Curso proposto pela Comissão Especial de Liberdade Religiosa, por parte desse grupo de advogados, é incompatível com a história da própria OAB que tem sido lugar de pluralidade de vozes, sempre respeitando o livre arbítrio das pessoas para escolher os seus próprios caminhos e parâmetros a trilharem em suas vidas, inclusive na questão de sexualidade. Respeito à diversidade de consciência e expressão é Democracia. Se estivéssemos numa ditadura Hitleriana, Stalinista, Chavista, as pessoas seriam obrigadas a seguir as ordens do ditador, sob pena, de prisão ou morte. Felizmente não é essa a sociedade que os advogados defendem. É preciso incluir toda diversidade, inclusive a que desagrada esse Grupo de Advogados, que não obstante ter ideias diferentes, deve respeitar e tolerar o pensamento que lhes seja adverso.

A ciência não se desenvolve com o cerceamento da atividade intelectual, por isso no Estado Democrático de Direito essa liberdade de expressão intelectual é caríssima e deve ser resguardada por todos. É imperioso afastar as sistemáticas e constantes incursões censórias quanto à liberdade da atividade intelectual, artística, cultural e científica, pois essas são expressões mais específicas da própria liberdade de consciência, de manifestação de pensamento e da dignidade humana, valores esses que não podem ser desrespeitados por ninguém, inclusive por um Grupo de advogados que não está feliz com a proposta desse Curso sobre Direito, Sociedade, Ideologia e Gênero, pelo professor Doutor em Ciências Políticas Jean-Marie Lambert, nos dias 19 e 26 de maio, na sede da ESA – GO.

Um dos princípios mais comezinhos da ciência é: estimular um debate substancial sobre as evidências por notórios partidários de todos os pontos de vista. Quando se procura invadir a liberdade de discutir ideias, em um só golpe contra essa liberdade fundamental golpeiam-se todas as outras liberdades que dizem respeito à autonomia moral do ser humano: golpeia-se a consciência, golpeia-se a liberdade de expressão das ideias, golpeia-se o respeito às discussões acadêmicas e científicas, a liberdade de ciência, a liberdade de cultura em geral, pois um Estado Democrático Liberal precisa ser, por princípio, estéril em matéria de cultura, para permitir que a produção cultural seja livre, não imposta e nem coibida.

Pretender cercear a discussão científica, profissional e todos os direitos acima elencados é impor a aceitação de uma cultura como melhor que a outra, é produzir um pensamento único, é impedir a opinião diversa e julgar como menos dignas as cosmovisões diferentes, portanto, banir a verdadeira diversidade, é praticar a intolerância e menosprezar certas categorias de pensamentos, consciência, cultura e fé.

Quando uma opinião, num Estado Democrático de Direito, não pode ser mais discutida, quando algum fato não pode ser mais contestado, quando algum juízo que se faz em determinada matéria não pode mais ser objeto de contestação e de disputa, o Estado interferiu através de instrumentos coativos, sejam legais, infra legais, administrativos, executivos ou judiciais, para impor uma verdade. E quando se impõe uma verdade então há o massacre da ciência, pois os cidadãos já não são iguais, pois são privilegiados aqueles que adotaram a versão do que um grupo de advogados adotou como verdade e são menos cidadãos, e de cidadãos nem mais merecem o nome, aqueles que se colocam em antagonismo com a versão sustentada, oficializada e imposta por quem quer que seja. Não será assim na OAB.

No caso da Constituição Democrática brasileira não existe opção nenhuma pela visão de mundo específica, nem qualquer orientação que se apresente como apodítica a se impor, vedando-se o seu debate, em cuja compreensão deve ser forçada, em matéria de desacordo moral razoável, em nome de uma verdade importa por antecipação e representando questões ligadas à identidade, à natureza humana e até às questões mais íntimas e culturais, como se fossem questões além, acima e escudadas de toda discussão. Pelo contrário, o Direito Natural, o Direito Positivo em níveis internacional e nacional garantem a pluralidade de vozes, portanto, a democracia, em todos os âmbitos.

De fato são livres as expressões de pensamento, cultura, crença, arte, de ideia, circulação, de trabalho, de pesquisa, de profissão e de produção científica e essas não podem impor restrições a qualquer pessoa que pense diferente dos demais em matéria de desacordo razoável, em matéria de ciência, opinião política e consciência.
A Comissão Especial de Liberdade Religiosa não se curvará ao medo, à chantagem, às ameaças, ou a opressão de quem quer que se julgue superior e obriguem todos os advogados a pensarem e agirem de igual forma. Não estamos numa ditadura!

Por um Brasil de advogados livres e iguais, lutamos pela realização do Curso sobre Direito, Sociedade, Ideologia e Gênero proposto pela Comissão Especial de Liberdade Religiosa da OAB GO, nos próximos dias 19 e 26 de maio.

Grupo Cosmovisão Cristã
Goiania, 11/5/2018

segunda-feira, 14 de maio de 2018

AINDA ESTÁ VÁLIDO:"Procurador oferece documento para pais combaterem ensino de IDEOLOGIA DE GÊNERO nas escolas"

ATENÇÃO PAIS: "Procurador oferece documento para pais combaterem ensino da ideologia de gênero nas escolas"

Procurador oferece documento para pais combaterem ensino da ideologia de gênero nas escolas

Publicado por Tiago Chagas em 28 de maio de 2016 
https://youtu.be/bNA21iIgIGw


A batalha contra a implementação da ideologia de gênero nas escolas vem sendo travada em diversas frentes pelas lideranças cristãs e parlamentares da bancada evangélica. Na última semana, 25 de maio, o deputado Marcelo Aguiar (DEM-SP) apresentou um documento que permite aos pais uma forma de combater a adoção dessa filosofia nas escolas.
Trata-se de uma “notificação extrajudicial”, redigida pelo procurador da República Guilherme Schelb, para que pais e/ou responsáveis possam cobrar das Diretorias de Ensino a não implementação da ideologia de gênero nas escolas.
Segundo informações da assessoria do parlamentar, por meio desse documento os professores e administradores das escolas – públicas e privadas – serão notificados pelas famílias sobre a possibilidade de serem processados por danos morais caso lecionem matérias com conteúdo associado à ideologia de gênero.
“Caso professores e escolas se recusem a assinar o documento, há duas atitudes que os pais ou responsáveis poderão tomar para que o documento tenha validade jurídica. A primeira é se dirigir ao Cartório de Registro de Títulos e Documentos com o nome e endereço da escola, para que ela seja comunicada via cartório. A segunda é encaminhar a notificação em carta registrada com AR (aviso de recebimento) via Correios”, explica a nota no site de Aguiar.
“Esta notificação pode ser feita em três vias (a família guarda uma via e as outras são dadas à direção da escola e professores) por um familiar isoladamente ou por um grupo de pais”, acrescenta.
Marcelo Aguiar destacou que a luta contra a difusão da ideologia de gênero nas escolas vem sendo travada por cristãos evangélicos e católicos: “Em todo o país, igrejas evangélicas e católicas têm distribuído cópias dessa notificação aos fiéis. Nessas igrejas, sacerdotes incentivam a formação de grupos de pais com filhos nas mesmas escolas para a entrega conjunta das notificações. Para todo esse procedimento, não é necessária a presença de advogado”.
No entanto, o deputado alerta que o processo só deve ser movido caso obtenha-se prova de que a ideologia de gênero está sendo ensinada na escola após a primeira notificação: “Para que o pedido de indenização por danos morais seja efetivado, é preciso comprovar que a escola ou professor desobedeceram à notificação da família. Vale como prova filmagem, material didático trabalhado em sala de aula, confecção de cartazes, passeatas, filmes, apresentações teatrais, palestras ou tarefas ou exercícios pedidos aos alunos”.
“É muito importante que os pais e responsáveis, pelas crianças e adolescentes, estejam atentos aos assuntos que seus filhos tem visto nas escolas. A presença dos pais na vida escolar também é importante para o bom desenvolvimento da criança e para o bom desenvolvimento das famílias”, conclui a nota.
PARA INICIAR UMA DENÚNCIA CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO OU DIVERSIDADE SEXUAL, PROCEDA COMO EXPLICADO ABAIXO:



ADENDO ADHT: Faça uma Notificação Extra-judicial dita pelo Procurador acima, clique sobre o link acima e imprima o(s) formulário(s) desejado(s). Faça as mudanças necessárias na denúncia e envie o formulário diretamente ao MPF de sua cidade ou para o da mais próxima que tenha um, incluindo a Diretora, a Professora. Inclua também: A Prefeitura Municipal, se for escola municipal, a Secretaria da Educação se for Estadual e o MEC se for Federal. DEFENDA OS DIREITOS DE SEUS FILHOS E OS SEUS TAMBÉM!  Se precisar de algum suporte de nossa parte, escreva para defesa_hetero@yahoo.com. Obrigado. Rev. Alberto Thieme.

domingo, 13 de maio de 2018

Professor sofre ameaças por querer falar contra ideologia de Gênero na OAB-GO:VAMOS APOIÁ-LO!

Professor sofre ameaças por querer falar contra ideologia de Gênero na OAB-GO (13 de maio de 2018)

Curso que será ministrado nos próximos dias 19 e 26 na ESA (Escola Superior da Advocacia) da OAB-GO se tornou alvo de perseguição ideológica por um grupo de mulheres advogadas e não advogadas que entregou um nota de repúdio na sede da instituição contra a realização do evento Direito, Sociedade, Ideologia e Gênero.

A manifestação contrária ao estudo e liberdade de expressão ocorreu sem que fosse conhecido o conteúdo fruto de profunda pesquisa feita em fontes primárias, como resoluções da ONU e leitura de autoras reconhecidas pelo movimento LGBTT.
Em resposta ao ocorrido o professor ministrante Jean-Marie Lambert, professor emérito da PUC-Goiás, respondeu com um artigo que segue abaixo na íntegra.
Corão Gay para Aiatolás de Gênero …
Interessante olhar para os países em guerra. O Iraque, a Líbia ou a Palestina são uma lição de democracia, porque aprender o que convém fazer passa pelo entendimento do que não se deve fazer. E conflito armado é disso exemplo vivo, pois ninguém conversa em tal conjuntura. É só bombas sem a menor troca de ideias.
O final do enredo é geralmente mais educado, porque os combatentes acabam negociando um acordo. O problema é que terminam por onde deveriam começar, pois melhor seria trocar milhões de palavras para não ter de trocar um só tiro. Mas, costumam quebrar tudo primeiro, mesmo sabendo que terão de sentar à mesa para entender-se mais tarde ou mais cedo.
A opção democrática aposta justamente na inversão das etapas e conversa antes de jogar pedras. Garante a solução pacífica de maneira contínua e antecipada, desarmando a violência na contenda filosófica, no diálogo e na crítica. Deixa fluir o debate e não represa os problemas, porque sabe que a barragem cede no estrondo lá na frente.
Quebrar a dialética do contraditório é suicídio sistêmico que conduz fatalmente à selvageria, porque a disfunção se instala, o mal-estar se avoluma, e o que não se resolve no suave cotejo das ideias explode na rua. A liberdade de expressão é, portanto, viga mestra da civilidade laica. Constitui o direito tronco de que nascem todos os demais em questão de tempo. Sem ela, o edifício desaba. E muito preocupa ver a vertente LGBT torpedear o princípio na mídia, nos sindicatos, na universidade, na escola, na arte e em todos os ambientes de debate a plasmar a sensibilidade do eleitor e a direcionar as iniciativas do legislador.
A noção de minoria está induzindo mudanças profundas na cultura. Propõe formas novas de relacionar-se com a realidade, com o mundo e com a vida. Questiona os conceitos de ciência e de natureza. Sugere uma revisão do senso de pudor e das pautas morais. Promove uma transformação do quadro institucional matricial da família, do casamento e da filiação. Projeta a reformulação dos valores a pilotar as relações entre homem e mulher, pais e filhos ou cidadão e Estado.
A pautar-se pelos defensores do conceito, é ferramenta de mudança civilizatória e de metamorfose antropológica … o que não é pouca coisa. No mínimo, portanto, vale discutir o assunto e trocar ideias. Mas, eis que o lobby gay não deixa. E é exatamente onde reside o problema.
A ideologia de gênero funciona bem, porque incorpora o elemento da própria eficiência. Comporta um sistema imunológico que dispara na menor ameaça. Trabalha ao amparo da própria censura, mutilando a democracia para forçar a entrada. Porque, em resumo, mata a liberdade de expressão a pretexto de promover a inclusão.
A mecânica inibitória opera geralmente por rotulagem. Vale-se, na realidade, de etiquetas que interditam o uso do entendimento e que mandam apagar a luz da razão para deixar o mundo no escuro. Um é homofóbico. Outro é sexista. Um terceiro, racista, machista, preconceituoso ou misógino. E assim vai o expurgo construindo uma equação mental feita de gays e simpatizantes convencidos até a medula da própria razão … porque quem poderia eventualmente contestar já não existe.
Os termos acima não atuam como conceitos a comunicar conteúdo preciso. Funcionam antes como a buzina do Programa dos Calouros que manda parar de cantar quando o cantor desafina. Evocar uma fobia é, pois, outra forma de dizer “sai do jogo e cala a boca”.
Quem não está no mundo, não precisa falar e nem merece qualquer direito. É, desde então, a cultura mais excludente e intolerante a aparecer no panorama político dos últimos anos, pois há um chavão para cada pensamento distinto. O somatório dá meia sociedade, e resulta difícil entender quem afinal entra na diversidade. Não fica claro onde cabe a diferença daquele cuja diferença é justamente não gostar muito das diferenças propostas. De qualquer forma, as piruetas semânticas em questão abortam qualquer análise racional do fenômeno para trancar o público num pensamento único e deixar todo mundo para sempre no vago.
Preconceito é justamente um conceito formado antes mesmo de conhecer o objeto por experiência ou exame refletido. Que tal, então, um curso para juntar elementos de juízo e construir um pós-conceito devidamente fundamentado? Saber se convém entrar na onda implica obviamente esse padrão de consciência. E professor serve para isso desde as primeiras civilizações letradas. Mas, tem para expressar repúdio!
Deve haver algo a esconder.
O cenário lembra o Irã sob certos aspectos. A República Islâmica, com efeito, organiza-se em dois níveis. O primeiro é composto pelo alto escalão da hierarquia religiosa e é guardião da lei divina, enquanto o segundo configura um legislativo, executivo e judiciário nos moldes clássicos e rege os interesses mundanos.
A fisionomia não difere muito do sistema brasileiro. Porém, o plano espiritual supervisa o secular, filtrando os candidatos a postos eletivos e eliminando os registros eleitorais de quem não tem perfil corânico.
É uma regra perversa, porque deixa a classe modernizante sem voz institucional por falta de representantes, e esse universo de interesses tende naturalmente a expressar-se na rua com virulência.
Um Corão LGBT balizando a liberdade de expressão com aiatolás transgêneros a conceder ou negar certificados de conformidade não é, pois, boa ideia. Porque impedir alguém de discordar do credo gay implica proibir outro alguém de dar uma entrevista em falso com o Evangelho. Ou pressupõe aceitar de fechar a ESA a pedido de um pai de santo. O que, com certeza, não casa com pluralismo democrático.
O Brasil é laico e desconhece qualquer religião de Estado. A dogmática de gênero, portanto, se estuda como qualquer outra. O curso da OAB será, pois, oferecido a todos sem discriminação de cor, sexo, idade ou orientação sexual. Os advogados do repúdio, por sinal, estarão bem-vindos. Porque a pretensão não é entregar uma verdade revelada. Trata-se, pelo contrário, de fazer ciência. E, para tanto, toda contribuição ajuda.
Prof.Dr.Jean-Marie Lambert.
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