COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Exponha em seu perfil de Facebook o terrível crime de um menino de 9 anos que foi torturado, mutilado e assassinado por duas lésbicas e o Facebook pune você com um bloqueio de 30 dias para proteger o crime e as criminosas de esquerda

Exponha em seu perfil de Facebook o terrível crime de um menino de 9 anos que foi torturado, mutilado e assassinado por duas lésbicas e o Facebook pune você com um bloqueio de 30 dias para proteger o crime e as criminosas de esquerda
Yahoo/Inbox

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

França: Islamistas do Facebook Atacam em Bandos

  • Os "centros moderadores" das empresas de redes sociais estão, via de regra, localizados em países francófonos com mão-de-obra barata, no Norte da África e Madagascar. Na França há fortes rumores segundo os quais os moderadores do Facebook estão localizados em países muçulmanos de língua francesa como a Tunísia, Argélia e Marrocos. O Facebook jamais confirma nem nega a terceirização de seu trabalho de "moderação" a empresas que empregam mão-de-obra muçulmana barata no Norte da África.
  • Não causa espécie o fato que os disseminadores de ódio muçulmanos continuem proliferando no Facebook, enquanto os anti-islamistas são hostilizados e veem suas contas excluídas.
  • Esses usuários do Facebook, assim como dezenas de outros, são vítimas de "bandos" islamistas. Uma vez que as opiniões e análises desses usuários do Facebook ficam sob a lupa da rede social, eles são acusados de "racistas" e "islamófobos" ao Facebook e as suas contas são então excluídas.
Fatiha Boudjalat, cofundadora do movimento secularista Viv(r)e la République, é uma figura proeminente do anti-islamismo na França. Ela é constantemente entrevistada pelas redes de rádio e TV e seus artigos opinativos são corriqueiramente publicados no Le Figaro. Recentemente, Boudjalat teceu pesadas críticas no Facebook a uma funcionária do governo, islamista, que atende pelo nome de Sonia Nour por ela ter chamado o assassino islamista, de origem tunisina, de duas mulheres em Marselha, de "mártir". Poucas semanas depois, a conta de Boudjalat no Facebook foi excluída.
Ela não está sozinha quanto a ser alvo de islamistas no Facebook. Leila Ourzik, artista que vive em Grigny, subúrbio de maioria muçulmana, não muito longe de Paris, também é uma muçulmana que come e bebe, não às escondidas, durante o Ramadã e se opõe ao uso do véu islâmico. Devido ao seu comportamento 'não islâmico', ela é abertamente insultada e ameaçada todo santo dia, como também o é nas redes sociais. No Facebook, Ourzik virou alvo. Os islamistas a fustigam com insultos e ameaças, publicaram sua foto em sites de pornografia e no final lograram a exclusão de sua conta no Facebook. De repente, sem mais nem menos, sua conta no Facebook estava fechada. "Não uma vez, inúmeras vezes", salienta ela ao Gatestone Institute. Por que isso? "Não sei, eles nunca dizem o porquê. Um belo dia a conta é encerrada, tudo é excluído".
Olivier Aron, dentista e ex-político, foi excluído durante semanas do Facebook. Aron participa ativamente de debates sobre o Islã e o islamismo. Ele também não é nada tímido. No Facebook, ele refuta os islamistas. Os islamistas, por sua vez, não parecem estar interessados no debate. Estão sim, ao que tudo indica, interessados em censurar. Segundo Aron, muitos se queixaram para o Facebook. "Acho que eles me acusaram de racista e islamófobo", salientou Aron. "A intimidação está em todos os lugares. Um estranho descobriu o número do meu telefone e todos os meus contatos e os enviou aos seus amigos. "As consequências não demoraram a aparecer. O assistente de Aron em seu consultório recebeu um telefonema assustador: "Diga ao Dr. Aron que em breve o "Kelkal" irá ao seu encalço". Kelkal, terrorista islamista argelino, ex-integrante do Grupo Islâmico Armado (GIA) e responsável pela onda de ataques na França ocorrida no verão de 1995. Embora Kelkal tenha sido morto pela polícia há 20 anos, para muitos muçulmanos radicalizados, ele continua sendo o protótipo do jihadista "moderno".
Na primavera passada, Michel Renard, professor de história em Saint Chamond, também foi excluído do Facebook. "Sem ser informado, sem nenhuma possibilidade de falar com ninguém, de repente todos os meus textos sumiram", ressaltou ele ao Gatestone Institute. Renard publicou análises minuciosas sobre o islamismo. "Mas", salientou ele, "os islamistas são extremamente atuantes no Facebook. Eles insultam, eles ameaçam". Muito embora os alunos de Renard tenham se recusado a serem "amigáveis" com ele no Facebook, "seus pais se queixaram ao diretor da escola... A intimidação está em toda parte, na vida real e na Internet".
Esses usuários do Facebook, assim como dezenas de outros, são vítimas de "bandos" islamistas. Uma vez que as opiniões e análises desses usuários do Facebook ficam sob a lupa da rede social, eles são acusados de "racistas" e "islamófobos" ao Facebook e as suas contas são então excluídas.
Na França, o Facebook exclui milhares de contas a cada ano. Seria interessante saber quantas dessas contas foram excluídas porque seus titulares questionaram o islamismo, no entanto ninguém sabe: o Facebook nunca se comunica de forma clara, apenas por declarações padrão insossas que indubitavelmente têm como objetivo não explicar nada.




quinta-feira, 23 de junho de 2016

AS POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS DAS REDES SOCIAIS NO SEU TRABALHO...SEJA SÁBIO(A)!

As redes sociais são um reflexo de nossos comportamentos

Elas têm sido, inclusive, uma ferramenta de avaliação utilizada por recrutadores e gestores 



Falar sobre política nas redes sociais | <i>Crédito: Shutterstock
Falar sobre política nas redes sociais | Crédito: Shutterstock

“Meu chefe me chamou e disse que eu deveria parar de comentar sobre política nas redes sociais. Ele está certo em me pedir isso?”

As redes sociais são um reflexo de nossos comportamentos. Elas têm sido, inclusive, uma ferramenta de avaliação utilizada por recrutadores e gestores. Então, se por algum motivo seu chefe lhe chamou a atenção, é importante rever seus comportamentos na rede. Em época de ânimos tão exaltados, procure evitar assuntos polêmicos, vagos, agressivos e que incitem algum tipo de discórdia.

Prefira conteúdos leves e com argumentos inteligentes. Esteja atenta também à quantidade de postagens ao longo dia. Durante o expediente, use as redes sociais apenas para trabalho. Vale ressaltar ainda que algumas empresas prestam serviços a governos ou dependem de renda pública. Nesse sentido, suas publicações podem acabar prejudicando o relacionamento da empresa com com essas instituições.
Fonte: JOSÉ ROBERTO MARQUES, presidentedo Instituto Brasileiro de Coaching

terça-feira, 10 de maio de 2016

Conservadores acusam Facebook de parcialidade política


Conservadores acusam Facebook de parcialidade política

BBC
Facebook é acusado por conservadores de parcialidade política
Facebook é acusado por conservadores de parcialidade política

O Facebook teve de correr na segunda-feira (9) para responder a uma nova e surpreendente linha de ataque: foi acusado de parcialidade política.
Os protestos surgiram depois de uma reportagem postada na manhã de segunda-feira pelo site Gizmodo, segundo a qual a equipe do Facebook que cuida da lista de "trending topics" [os assuntos em alta] havia deliberadamente suprimido artigos de fontes noticiosas conservadoras. A rede social usa a lista de assuntos quentes para indicar os artigos noticiosos mais populares do dia aos seus usuários.

VEJA O RESTANTE AQUI:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/05/1769695-conservadores-acusam-facebook-de-parcialidade-politica.shtml?cmpid=twfolha

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Página de coronel homenageado por Bolsonaro cresce 6.117% em curtidas no Facebook, CONFIRA!


Página de coronel homenageado por Bolsonaro cresce 6.117% em curtidas no Facebook

 - Atualizado: 20 Abril 2016 | 21h 33

Fanpage é utilizada para comentários políticos e defesa de Carlos Alberto Brilhante Ustra, atrelado a práticas de tortura na ditadura

A citação feita pelo deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) durante o voto a favor do impeachment no último domingo, 17, levou a um aumento de mais de 60 vezes (6.117%) em curtidas na fanpage do Coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra.
LEIA A MATÉRIA TODA AQUI: http://linkis.com/estadao.com.br/2Jo4R

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Esposa do Juiz Sérgio Moro cria página no Facebook em apoio ao juiz, curta!

Esposa de Moro cria página no Facebook em apoio ao juiz

  
Rosangela Moro, esposa do mais querido e aplaudido juiz federal do Brasil, tomou uma decisão corajosa. Criou uma página no Facebook para compartilhar as várias mensagens e manifestações de apoio e agradecimento que chegam a ele, de todo o Brasil. 
Meu convite é que façamos desta a página mais concorrida, curtida e compartilhada, numa demonstração clara do quanto o Brasil apoia seus verdadeiros heróis, aqueles que com retidão estão devolvendo a esperança e dignidade ao povo brasileiro.
E que um dia, depois de sua missão cumprida na Lavajato, o Juiz possa alçar voos maiores em sua cruzada contra a corrupção, imoralidade e indecência neste nosso Brasil.
FONTE: https://pauloangelim.wordpress.com/2016/04/01/esposa-de-moro-cria-pagina-no-facebook-em-apoio-ao-juiz/

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

CENSURA NA REDE - FOICEBOOK SABOTANDO PROTESTOS DE 13/12/15

CENSURA NA REDE - FOICEBOOK SABOTANDO PROTESTOS DE 13/12/15

OBS: Participe do grupo whatsapp. Veja no vídeo como fazer.

https://www.youtube.com/watch?v=567m97aS9wM





2).'Temos censura que não tivemos nem na ditadura. Esperava o PT ético, mas abriu os caminhos do roubo'

https://www.youtube.com/watch?v=SBL0GFTaYgI

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

PROCURADORA DO DF DENUNCIA COMO O FACEBOOK ESTÁ BLOQUEANDO OS BRASILEIROS DE BEM, ASSISTA

PROCURADORA-CORREGEDORA DA PROCURADORIA GERAL DO DF DENUNCIA O FACEBOOK

Beatriz L. Icis de Sordi,
https://youtu.be/omZdveh6Lzg



2). FACEBOOK CENSURA MATÉRIA QUE DENUNCIAVA EMPRÉSTIMO DO GOVERNO À REPÚBLICA DOMINICANA REALIZADO PELA ANDRADE GUTIERREZ A JUROS DE 2.3% AO ANO. PRESENTE DA GOVERNANTA COMUNISTA BRASILEIRA?

https://youtu.be/JQYiSlSwpQ8

terça-feira, 21 de julho de 2015

Facebook: Perfil principal de Julio Severo bloqueado e fora do ar...por enquanto!


Facebook: Perfil principal de Julio Severo bloqueado e fora do ar

Julio Severo
Na semana passada, o Facebook fez contato comigo dizendo que receberam queixas contra meu perfil e que, por isso, precisavam realizar alguns procedimentos.
Ontem, o Facebook fez novo contato, desta vez bloqueando totalmente o acesso ao meu perfil, dizendo que vão precisar de meus documentos pessoais, se eu quiser desbloquear. Forneci um documento de identificação, mas o Facebook ainda não desbloqueou nem respondeu.
Uso o Facebook há exatamente 6 anos, e esta não é a primeira vez que meu perfil é bloqueado. Mas é a primeira vez que ele é tirado do ar, impossibilitando seu acesso por mim e outros.
O Facebook não poderia alegar, como razão de bloqueio, que não vou na sua onda pró-homossexualismo, pois quando recentemente o Facebook lançou um aplicativo que permitiu que os usuários cobrissem sua foto de perfil com o arco-íris homossexual, somente 2 por cento deles fizeram isso. Isto é, a propaganda homossexualista do Facebook foi um mega-fracasso. Mas de 1 bilhão de usuários do Facebook não seguiu essa propaganda.
Na época, publiquei o artigo “Conservadores russos dão lição de moral para a propaganda homossexual do Facebook,” cuja versão em inglês foi divulgada pelo famoso Roy Moore, juiz dos Dez Mandamentos nos EUA.
Minhas últimas postagens de Facebook tratavam do assunto da Inquisição, pois alguns estavam vindo ao meu perfil não só defendendo a Inquisição, mas também alegando que existiu uma “inquisição protestante,” sendo que historicamente não há base para tal alegação.
Há muitos livros sobre a Inquisição, especialmente em inglês, e a vasta maioria deles aponta apenas para a Inquisição católica. Digo a vasta maioria porque alguns leitores parecem ter livros que defendem uma “inquisição protestante,” mas sem nunca fornecer fontes confiáveis.
Tenho enciclopédias e vários livros sobre esse assunto, a maioria deles fontes seculares dos EUA, e todos afirmam que só existiu a Inquisição católica.
Outro visitante do meu Facebook comentou ontem de manhã, antes do meu perfil ser bloqueado, que a Inquisição católica não foi o que dizem, que houve uma “inquisição protestante” e — pasmem! — o Holocausto nunca existiu.
O comentarista não apresentou nenhuma fonte ou evidência, limitando-se a afirmar que foi formado na Universidade de Brasília, como se isso fosse base suficiente para negar o Holocausto, minimizar a Inquisição católica e inventar do nada uma “inquisição protestante.”
Minha resposta para o comentarista foi:
Primeiro, você veio aqui defendendo a Inquisição católica e dizendo que houve uma “inquisição protestante” e me chamando de “intelectualmente desonesto.” Agora você alega que o Holocausto nazista contra os judeus (com mais de 6 milhões de mortos) foi propaganda sionista. O que de fato é propaganda é minimizar a Inquisição católica e acobertá-la com acusações contra suas vítimas judias e protestantes. A Inquisição católica EXISTIU e seus crimes aparecem em qualquer boa enciclopédia. Uma inquisição protestante NÃO EXISTIU e não existe nenhuma enciclopédia séria que registre isso. O Holocausto EXISTIU e não foi mera propaganda sionista. Propaganda e desonestidade intelectual é negar o Holocausto e os crimes da Inquisição católica.
Dificilmente o Facebook bloquearia meu perfil para defender debatedores pró-Inquisição ou negadores do Holocausto.
O padrão no meu percurso tem sido ser alvo do ativismo homossexual, que mira meu trabalho há 15 anos, fazendo pressão em todos os espaços que ocupo.
O PayPal é exemplo de campanha homossexual que, por pressão e truculência ideológica, fez com que a empresa americana encerrasse minha conta.
Espero que o Facebook não siga o caminho entreguista do Paypal.
Leitura recomendada:


Livro gratuito: http://bit.ly/11zFSqq
Novo Testamento gratuito em mp3 dramatizado com música

Para fazer o download, siga este link:

http://juliosevero.blogspot.com/2012/12/novo-testamento-dramatizado-disponivel.html

domingo, 17 de maio de 2015

FACEBOOK APOIANDO A COMUNIZAÇÃO DA AMÉRICA LATINA E DO BRASIL, LEIA E DIVULGUE!

Acordo de Dilma com o Facebook viola a liberdade e visa o absolutismo na internet

Se você ainda não curtiu, curta o FCS Brasil no Facebook: 
Todos conhecem o maior dito popular: 'quando a esmola é demais...'>>>
De repente Zukerberg, dono do Facebook, resolve virar um 'benfeitor' levando 'internet gratuita' para a baixa renda brasileira e de outros países latinos e do Caribe. Isto, depois de um acordo totalmente sem transparência e sem informações completas de como a coisa 'deveria' funcionar. 
Diante disso, diversas entidades que ainda prezam pela 'liberdade na internet' questionam o acordo amplamente duvidoso, cujo mesmo fere a liberdadem, a neutralidade na rede e visa o absolutismo total na internet, já que o governo juntamente do Facebok terão controle total da privacidade dos usuários.
EL PAÍS - o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) quer saber como e por que o CEO do Facebook pretende fazer isso.
Os conselheiros querem saber detalhes sobre a possível limitação de acesso a conteúdos e o que estará associado a essa oferta de internet, questões que podem afetar direitos fundamentais estabelecidos no Marco Civil da internet, como o direito ao fluxo livre de informações.
Outros pontos em questão são a privacidade do usuário e a infraestrutura que será utilizada para viabilizar a parceria — haverá de dinheiro publico no processo? A que empresa vai ser direcionado recurso?
TEM COISA AÍ!
Diretor presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e conselheiro do CGI.br, Demi Getschko destaca que o comitê ainda não tem posição sobre o assunto e só se manifesta por meio de suas resoluções. Segundo ele, por enquanto "a discussão está sendo feita a partir de especulações", porque não se sabe detalhes sobre as intenções do Facebook, e o mais importante é "defender a neutralidade do acesso à internet" no Brasil.
"O mal desse negócio é que não devia se chamar Internet.org, mas 'Facebook.org'. Já é uma certa arrogância, porque está dizendo que é internet", disse em entrevista ao EL PAÍS.
Por enquanto, as críticas mais contundentes no Brasil ao Internet.org partiram da associação Proteste, que encaminhou, junto com outras 33 entidades, uma carta à presidenta Dilma condenando o acordo com o Facebook.
Segundo a Proteste, "o projeto Internet.org, implementado pela rede social em países da América Latina, África e Ásia, viola direitos assegurados pelo Marco Civil da Internet, como a privacidade, a liberdade de expressão e a neutralidade da rede".
A associação alega que "ao prometer o 'acesso gratuito e exclusivo' a aplicativos e serviços, o Facebook está na verdade limitando o acesso aos demais serviços existentes na rede e oferecendo aos usuários de baixa renda acesso a apenas uma parte da internet". Consultora jurídica da Proteste e conselheira do CGI.br, Flávia Lefèvre diz que, ao receber a carta, o Palácio do Planalto se limitou a responder que o assunto Internet.org está sendo discutido no âmbito dos Ministérios das Comunicações e da Ciência e Tecnologia e que não há qualquer prazo de lançamento estabelecido.
A Proteste também questionou os dois ministérios sobre a questão e ainda não obteve resposta. "Acho que existe uma postura errática por parte da presidente. Ela postou no Blog do Planalto um vídeo dizendo que em junho fecharia esse acordo. Depois vem uma carta dizendo que não tem nada de concreto. O primeiro problema é falta de transparência", diz Lefèvre. Segundo a conselheira do CGI.br, a falta de clareza é marca nos outros países onde o Internet.org já se instalou. "No Panamá, no dia seguinte à assinatura, várias empresas questionaram o Governo sobre por que escolheram uma determinada estrutura para fazer a parceria com o Facebook", lembra. (Informações de El País)
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