COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quinta-feira, 12 de maio de 2016

OLHA ISSO...CHEGOU A VEZ DE LULA, DILMA, ETC NA LAVA JATO SELETIVA !

Lava Jato seletiva? Nova lista de investigados tem Lula, Dilma, Cunha, Aécio, Palocci, Erenice…

A Procuradoria-Geral da República deflagrou investigações maciças.
Rodrigo Janot - Operação Lava Jato
A militância governista/petista costuma dizer que a Operação Lava-Jato é seletiva. Um dos argumentos é que políticos adversários não seriam investigados, mesmo havendo citação em delações premiadas.

terça-feira, 15 de março de 2016

Belo Monte e o triunvirato da propina de R$ 45 milhões...VIA VEJA!

Belo Monte e o triunvirato da propina de 

R$ 45 milhões

Delcídio do Amaral descreve atuação dos ex-ministros Palocci, 

Erenice Guerra e Silas Rondeau na divisão do caixa paralelo 

entre PT e PMDB





Por: Felipe Frazão, de Brasília - Atualizado em 


Delcídio do Amaral
Delcídio do Amaral(Pedro Ladeira/Folhapress)
Em seu acordo de colaboração premiada homologado nesta terça-feira, o senador Delcídio do Amaral, ex-líder do governo Dilma Rousseff, afirmou que a construção da Usina de Belo Monte foi "decisiva" para abastecer campanhas eleitorais em 2010 e 2014. Delcídio acusou três ex-ministros do governo petista de formarem um triunvirato que influenciou o projeto de Belo Monte e harmonizava a divisão de propinas entre o PT e o PMDB: Antônio Palocci, Erenice Guerra e Silas Rondeau.

Segundo Delcídio, em 2010, o consórcio formado pelas principais empreiteiras do país desistiu, três dias antes, de disputar o leilão de Belo Monte. A alternativa foi costurada, "em algumas horas", com influência do triunvirato Palocci-Erenice-Rondeau. A Chesf e a Eletronorte entraram na disputa pública aliadas a Queiroz Galvão, Galvão Engenharia, Contern, J, Malucelli, Gaia Energia, Cetenco, Mendes Jr, Trading Engenharia e Serveng-Civilsan. Só houve uma proposta.


segunda-feira, 2 de março de 2015

VEJA O 1º LISTÃO DA PROPINA: PALOCCI, RENAN, GLEISI, LOBÃO, DELCÍDIO, SERGIO CABRAL, ROMERO, TIÃO VIANA, LINDBERGH, ROSEANA...

PALOCCI, RENAN, GLEISI, LOBÃO, DELCÍDIO, SERGIO CABRAL, ROMERO, TIÃO VIANA, LINDBERGH, ROSEANA...
VEJA O 1º LISTÃO DA PROPINA
Publicado: 19 de dezembro de 2014 às 08:17
Redação
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O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa entregou 28 políticos envolvidos no escândalo na estatal durante cerca de 80 depoimentos em âmbito de delação premiada na Operação Lava Jato, ocorridos entre agosto e setembro, segundo informações do jornal "O Estado de S. Paulo". A lista de políticos envolvidos no esquema inclui um ministro e ex-ministros do governo Dilma Rousseff (PT), deputados, senadores, um governador e ex-governadores. Na relação constam nomes de parlamentares da base aliada do governo e da oposição. Na lista dos partidos estão PT, PMDB, PSB, PSDB e PP. 

Veja abaixo a lista de Paulo Roberto Costa: 

PT 

Antonio Palocci - ex-ministro dos governos Lula e Dilma 
Gleisi Hoffmann - senadora (PR) e ex-ministra da Casa Civil 
Humberto Costa - senador (PE) e líder do PT na Casa 
Lindbergh Farias - senador (RJ) 
Tião Viana - governador reeleito do Acre 
Delcídio Amaral - senador (MS) 
Cândido Vaccarezza - deputado federal (SP) 
Vander Loubet - deputado federal (MS) 

PMDB 

Renan Calheiros - presidente do Senado (AL) 
Edison Lobão - ministro de Minas e Energia 
Henrique Eduardo Alves - presidente da Câmara (RN) 
Sérgio Cabral - ex-governador do Rio de Janeiro 
Roseana Sarney - ex-governadora do Maranhão 
Valdir Raupp - senador (RO) e 1º vice-presidente do partido 
Romero Jucá - senador (RR) 
Alexandre José dos Santos - deputado federal (RJ) 

PSB 

Eduardo Campos - governador de Pernambuco de 2007 a 2014 (morto em 2014) 

PSDB 

Sérgio Guerra - presidente nacional do PSDB de 2007 a 2013 (morto em 2014) 

PP 

Ciro Nogueira - senador (PI) 
João Pizzolatti - deputado federal (SC) 
Nelson Meurer - deputado federal (PR) 
Simão Sessim - deputado federal (RJ) 
José Otávio Germano - deputado federal (RS) 
Benedito de Lira - senador (AL) 
Mário Negromonte - ex-ministro de Cidades 
Luiz Fernando Faria - deputado federal (MG) 
Pedro Corrêa - ex-deputado federal (PE) 
Aline Lemos de Oliveira - deputada federal (SP) 

Apenas os senadores Delcídio Amaral (PT-MS) e Benedito de Lira (PP-AL) e os deputados José Otávio Germano (PP-RS) e Simão Sessim (PP-RJ) não quiseram se pronunciar. Os demais afirmam que não é verdade. 

Iniciada em março deste ano, a Operação Lava Jato investiga o esquema de lavagem e desvios de dinheiro em contratos assinados entre empreiteiras e a Petrobras, que somam R$ 59 bilhões, considerando o período de 2003 a 2014. 

Segundo as investigações, parte desses contratos se destinava a "esquentar" o dinheiro que irrigava o caixa de políticos e campanhas no país. 

Na sétima fase da operação, a Polícia Federal prendeu 23 executivos, entre eles presidentes de empreiteiras e o ex-diretor da Petrobras Renato Duque, ligado ao PT. 
listao da propina 02
Fonte: http://www.diariodopoder.com.br/noticia.php?i=23932697678


sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Youssef diz que Dirceu sabia de repasses ao PT

Youssef diz que Dirceu sabia de repasses ao PT

Em depoimento da Operação Lava Jato, doleiro citou ex-ministro da Casa Civil e Palocci como contatos de lobista que operava recursos desviados da Petrobras


Em depoimento à força-tarefa da Operação Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef afirmou que o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu tinha conhecimento de que os recursos pagos por empreiteiras por desvios na Petrobras eram repassados ao PT. Dirceu e o também ex-ministro Antonio Palocci foram apontados por ele como contato do lobista Júlio Camargo, outro delator do esquema, que contou ter feito pagamentos de propina a altos funcionários da estatal em troca de contratos na empresa.

As informações são dos sites da Folha de S. Paulo e do jornal O Estado de S. Paulo. Segundo o doleiro, José Dirceu aparecia no registro da contabilidade de propina com a rubrica “Bob”, supostamente em referência ao apelido de um ex-assessor do ex-ministro. “Júlio Camargo possuía ligações com o Partido dos Trabalhadores, notadamente com José Dirceu e Antonio Palocci”, contou Youssef. De acordo com ele, Dirceu voava com frequência no jatinho de Camargo.

O doleiro disse que empresas de seu controle no exterior recebiam remessas de dinheiro feitas por Júlio Camargo. Os recursos depois voltavam ao Brasil para serem redistribuídos em escritórios de Camargo, descontada a propina destinada a ele e funcionários da Petrobras. Os advogados de Dirceu e Palocci não se pronunciaram sobre o assunto.

Leia a reportagem da Folha de S.Paulo

Leia a reportagem de O Estado de S.Paulo

Fonte: Congresso em Foco
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