COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sábado, 1 de agosto de 2015

PETROBRAS, JORNAL O GLOBO E REVISTA VEJA: NÃO CHAMEM UM HOMEM HONESTO DE CORRUPTO“. Clique e assine.

O juiz federal, professor e escritor William Douglas, que escreveu em coautoria com Rubens Teixeira o best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso”  e a sua continuação, o livro “Sociedade Com Deus, publicou texto  em sua página do Facebook que está dando muita repercussão.
No artigo, o escritor, apresentando-se como cidadão brasileiro, cobra, de forma dura, esclarecimentos a Petrobras acerca da forma obscura em que destituiu Rubens Teixeira do cargo de Diretor Financeiro e Administrativo da Transpetro, colocando em seu lugar Fernando Kamache, um ex-diretor da Refinaria de Passadena, aquela que foi comprada quando Dilma Rousseff era presidente do Conselho de Administração da Petrobras e a deixou em situação complicada politicamente. A seguir, estranhamente, vazaram informações internas de uma auditoria que alega que alguns diretores e gerentes tinham bandeiras vermelhas em seus nomes. Diante disto, Rubens Teixeira notificou o presidente da Petrobras e o diretor de governança para que venham a público dizer qualquer coisa que tenham descoberto a seu respeito. E, a Petrobras estranhamente se cala e nada diz.
>>> Campanha no AVAAZ “PETROBRAS, JORNAL O GLOBO E REVISTA VEJA: NÃO CHAMEM UM HOMEM HONESTO DE CORRUPTO“. 
Rubens Teixeira que foi diretor financeiro e administrativo da Petrobras Transporte por sete anos não responde a qualquer processo e pretende ir ao Judiciário para que o presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, e o diretor de governança, João Adalberto Elek Junior, venham a público explicar o que sabem a seu respeito.
Inclusive foi criada uma Petição na AVAAZ – que já foi assinada por intelectuais, juízes e personalidades –  com o fim de que sejam identificados no Brasil os verdadeiros corruptos e que não se lance lama em cima de pessoas corretas.
Leia abaixo o texto de William Douglas, intitulado “Não chame homem honesto de corrupto (uma lição para quem faz assassinato de reputações)”, em que critica duramente a forma obscura e o silêncio da direção da Petrobras.
NÃO CHAME HOMEM HONESTO DE CORRUPTO
(uma lição para quem faz assassinato de reputações)
“Queridos,
Vou falar sobre a corrupção no Sistema Petrobras e sobre honradez.
Fui advogado aos 21 anos, Delegado de Polícia aos 23, e, em seguida, Defensor Público, Juiz e Professor. Acreditem: eu conheço bastante os meandros da maldade. Não bastasse tudo isso, frequento desde favelas até as altas rodas. Da favela, mudaram o nome, mas não a realidade; nas altas rodas, tirando a possibilidade de ser preso, nada mudou.
Veiculo aqui uma lição aos corruptos e aos irresponsáveis, aos que falam mal dos outros sem ter o curial e básico cuidado de não falar besteiras.
Eis a lição: se tem algo que não se deve fazer é chamar um homem honesto de corrupto.
Se você chamar um corrupto de corrupto ele vai negar, reclamar, dizer um monte de coisas por si ou por seu advogado, mas garanto: não vai insistir nas reclamações. No fundo, ele não quer ser investigado e por isso se cala. Sabe-se que aquele que tem culpa no cartório não vai além da protocolar arguição de inocência, de dar alguma desculpa e ficar quieto torcendo para que o escândalo seguinte tire o foco de cima dele. E, como não faltam escândalos no Brasil, tudo fica por isso mesmo. Por ser assim, num país cheio de corruptos, as pessoas estão acostumadas a ofender a esmo e sem qualquer responsabilidade. Mas, repito, não faça isso com um homem honesto.
Quem não se vende não vai ficar quieto se for ofendido, não vai querer que a coisa esfrie até passar tudo a limpo. Não, quem não vende contratos ou a coisa pública é diferente do corrupto. Este tem tudo, menos a honra; já o honesto tem uma casa menor, um carro menos luxuoso, viaja menos e não bebe o melhor do vinho que a França produz. O vinho caro do homem honesto é seu travesseiro, é sua consciência em paz, é poder olhar seus filhos sem ter vergonha do que fez no mandato passado. Isto é tudo que resta ao homem de bem. E, por incrível que pareça, e para alívio de um país cansado e desanimado, eis a notícia: servir e ter honra, sem se vender, é o que basta para alguns homens públicos.
Então, não tire do honesto seu bem mais precioso: sua honra. E honra é algo difícil de ser compreendido por aqueles que abriram mão dela em prol de algo vil, seja o metal, seja o poder. Ou o melhor vinho da França.
Sou amigo de Rubens Teixeira. Confiava em sua honestidade por mil motivos diferentes, mas nunca auditei sua vida. Só fiz as checagens possíveis antes de elegê-lo como meu coautor, e ele se saiu bem em todas. Sempre o vi dedicado à Transpetro, e quando vi seu relatório de atividades, percebi o quanto é competente e o quanto melhorou todos os índices de produtividade e qualidade da companhia.
Um dos meus orgulhos como seu amigo era ver que enquanto a Petrobras afundava em denúncias concretas de superfaturamento, a Transpetro seguia incólume. Muito mal, na época das eleições, vazamentos de uma auditoria errada deram o que parte da imprensa gosta: acusações, mesmo que sem provas e sem ouvir o outro lado. Ou seja, qualquer pessoa que compare as duas empresas verá que alguma coisa boa acontecia na Transpetro. Enfim, sempre tive muito orgulho de ver sua dedicação, seus resultados e, em especial, a inexistência de acusações sobre sua pessoa. E ele faz por merecer esse nome limpo. Não é um acidente.
Então, foi com grande surpresa que vimos, ao ser substituído do cargo de Diretor Financeiro da Transpetro, dizerem que era porque havia “suspeitas”, que era porque havia “bandeiras vermelhas”. Eles poderiam substituir o Rubens sem dizer nada, o cargo é demissível ad nutum, algo simples de ser feito. Mas não, era preciso passar a imagem de que alguma limpeza estava sendo feita, ou de que todos são corruptos, ou sei lá o quê, mas o fato é que tinham que denegrir a imagem de quem sai. O problema é que estamos diante de um homem probo: lançaram lama sobre quem usa trajes decentes. Isso não, isso não se pode aceitar. Não.
Desde a primeira hora, a população, acostumada a tanta corrupção, achou que era só mais um dentre tantos casos. A imprensa, fazendo mal seu papel, não ouviu o Rubens. Os que o acusaram não se preocuparam, eu suponho, já que, como se diz, “a manchete do jornal de hoje embala o peixe amanhã” e porque é bem difícil alguém insistir em apuração de denúncias. O problema é que quando se cospe em gente de bem, em gente que optou por não se vender, por não enriquecer às custas do povo, por não financiar campanha política (claro, sempre cobrando sua parte), a vítima das acusações vai querer que a verdade apareça.
Anoto que a imprensa costuma chamar o Rubens de “pastor da Assembleia de Deus”. Isto é modalidade de perseguição e intolerância, é apedrejamento por outra via. Qual a razão de a imprensa rotular o homem pela sua fé (como se isso o desabonasse) em vez de reconhecer seu invejável currículo? Por que não dizem que é Engenheiro Civil, que tem mestrado em energia /engenharia nuclear pelo IME, que é Bacharel em Direito, que tem Doutorado em Economia pela UFF, que tem obras publicadas, e, inclusive, prêmios por seu doutorado? Por que não mencionam que foi aprovado nos concursos para a AMAN, IME, EEAR, Oficial do Corpo de Bombeiros do RJ, TCU e Analista do Banco Central do Brasil?
Que vergonha, imprensa, que vergonha! Sempre defendi e defenderei a liberdade de imprensa, mas me entristece quando vejo que esquecem que se a liberdade da imprensa é importante, a responsabilidade com a verdade também o é.
Voltemos, porém, às dicas para quem quer assassinar reputações ou quer sustentar que “todo mundo faz”: informo com alegria que nem todo mundo faz, e não chame homem honesto de corrupto. Ele não vai se calar.
Pois bem, o fato é que já estamos há 90 dias da substituição do Rubens Teixeira. As notícias, algumas no Ministério Público do Trabalho, é que até a cárcere privado submeteram funcionários da Transpetro. Tudo para tentar achar alguma falcatrua, alguma sujeira, algum “por fora”, alguma coisa desse naipe. Mas, curiosamente, nada foi achado. Imagino que frustração deve ser para um quem acusa saber que, ao contrário do que se disse, não houve nada fraudulento. “Como é que pode ser isso?”, deve pensar. Mas e se for dito, de de forma leviana, que alguém é “suspeito”? Quem disse, vendo que errou, deve pedir desculpas, não? É o mais ético a fazer.
Pois bem, o Rubens Teixeira está há três meses, em sucessão de e-mails e notificações diretas e, agora, por cartório, insistentemente pedindo uma mesma e única coisa: “Digam por que vocês disseram que têm suspeitas contra mim, digam por que falaram em meu nome com ‘bandeiras vermelhas!’”
A insistência do Rubens é a dos homens honestos, é a dos homens que nada têm a temer, que nada devem. Para muitos, em um país onde pululam sem-vergonhas, essa pergunta é de um “louco” ou de um “chato”. Para um país envergonhado por tanta corrupção, essa pergunta é um alento. Se existiam “bandeiras vermelhas” e “suspeitas” sobre o bom nome do Rubens, por que não vieram a público?
Se depois de três meses de pesquisa, e, tenham certeza, de esmeradas pesquisas, algo se achou, porque não contam? Seria ótimo para a sociedade saber qual foi a suspeita, qual foi a falcatrua. E, claro, isso mostraria que a demissão motivada “por suspeitas” não foi feita com irresponsabilidade ou má-fé. Sim, não há outra possibilidade: ou você sabe que a pessoa é corrupta e a demite, ou não sabe, ou não tem provas, e nunca deveria ter acusado levianamente uma pessoa de bem. Aliás, nem aos corruptos se pode acusar levianamente. A única diferença é que os honestos reclamam bastante.
Pois bem, eu respondo usando minha experiência de 30 anos lidando com o Direito e com o serviço público: se estão quietos é porque nada foi achado. O problema é que o silêncio de quem acusou levianamente não limpa a mácula. O certo, o digno, o probo, o ético, o decente seria emitir uma nota pública, indicando as suspeitas ou declarando que nada se achou.
Se as suspeitas são mostradas, o acusado pode se defender; se o acusador admite que errou, o dano ainda existe mas se reduz drasticamente. Mas não, parece que o Sistema Petrobras não está interessado em ser ético aqui, e isso só pode ser feito agora de dois modos: ou mostra a suspeita ou oficialmente retira a pecha de suspeito.
Como eu gostaria de que algumas pessoas agissem como o Rubens. Eu gostaria muito de que todos os que participaram da compra de Pasadena, de Premium I e II, de Abreu Lima e do Comperj fizessem como o Rubens, que pede investigações, que quer saber qual é a acusação, que se coloca à disposição da imprensa para responder a toda e qualquer pergunta. Lamento também a imprensa cala, que parece que só quer ouvir quem tem medo de falar.
O Brasil merece e precisa saber que há homens públicos que não levam dinheiro e que, quando acusados de suspeitos, ficam meses insistindo para saber qual é, afinal de contas, a acusação. Nunca chamem um homem honesto de corrupto.
Aos que falam que Rubens é pastor, e é, mas não falam do seu currículo invejável, vale ler a Bíblia, a quem ele imputa seu sucesso profissional. A leitura de Provérbios 28:1 será bem útil: “Os maus fogem, mesmo quando ninguém os persegue, mas o homem honesto é valente como um leão”.
Há, no país, pessoas entrando com habeas corpus preventivo e dizendo temer serem presos. Não sei se é o caso, mas me lembra o verso. E há pessoas valentes, que não aceitam que tirem sua honra, porque a preservam e valorizam. Tire tudo do homem honesto; tire o cargo, tire a oportunidade de servir, mas jamais tire do homem honesto sua honra e dignidade. Se fizer isso, tenha uma certeza: ele não vai ficar quieto até que mostrem o que têm contra ele, ou peçam desculpas. Se em algum momento você achar que o Rubens está sendo “chato” ou “insistindo demais nesse assunto”, é porque a epidemia de pusilânimes e ladrões está prejudicando sua avaliação. Um homem honesto leva essas coisas à exaustão.
O Rubens (e eu, como seu amigo e cidadão) não vai parar enquanto o Conselho de Administração da Transpetro não revelar as tais “suspeitas” ou declarar publicamente que, mesmo após a demissão e três meses de esforços, nada tem contra ele. Espero que o presidente da Petrobras, que preside o Conselho de Administração da Transpetro, venha a público dizer quais são as suspeitas que mencionou ao demitir Rubens, ou se achou alguma após três meses de auditoria. Se não tiver, que diga que não acharam nada.
Rubens não tem a força política dos que levianamente o acusaram, nem conta com uma imprensa leal ao contraditório, que só se agrada de falar de corruptos e que parece não gostar de publicar sobre os homens de bem. Mas Rubens tem três coisas: um, insiste em que a verdade venha à tona; dois, é um homem bem perseverante; três, como pastor e cristão (qualidades tão regularmente citadas pela imprensa), também conta com a justiça divina, da qual habeas corpus algum haverá de livrar os que agirem mal.
Se Rubens Teixeira precisar ir para a Justiça dos homens para repor a verdade, sem problema, homens honestos não têm medo da Justiça. Ao contrário, é justamente a lei quem prevê a reposição da honra, as indenizações civis e as merecidíssimas reprimendas penais para os que levianamente desrespeitam a honra e a dignidade alheias.
William Douglas, na qualidade de cidadão.
 Fonte: Gospel Mais

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Para que você não seja enganado por um vingativo covarde

Amigos e amigas, ajudem-me a divulgar este esclarecimento, independentemente de quem vocês vão votar e da sua religião. É mentira que Crivella não respeita outras religiões. 
A chefe de gabinete dele, há anos, é católica. Já trabalhou e trabalha com pessoas espíritas, de outras religiões, inclusive evangélica. 
Ele esteve na África e lá o povo é politeísta. Ele se dedicou muito àquele povo lá, independente da crença deles. 
Quem vai para a TV falar que ele não respeita os evangélicos é mentiroso, reprovado no meio evangélico. 
Essa pessoa mentirosa e violenta que precisa andar cheio de seguranças bem armados é quem não respeita evangélicos e qualquer pessoa que contraria seus interesses pouco claros, que não coincide com o do povo que sofre. 
Trata-se de um vendedor evangélico que perdeu a competição por espaço na TV e vai destilar seu ódio no horário eleitoral. 
Ao ir para a TV fazer essa vergonha, ele envergonha a todos os evangélicos, inclusive as pessoas da igreja dele que, ao arrepido da sua violência, desprezarão as babas do seu ódio e muitos votarão no Crivella. 
Não se deixe enganar. 
Ele quer manipular você por vingança. 
Não merece crédito. Isso não tem nada a ver com a Bíblia e nem com o evangelho. Em todas as religiões há esse tipo de gente. 
Lembre-se que no ministério de Jesus, de 12 pessoas, tinha um que o traiu e vendeu, outro que o traiu e outro que duvidou dele. 
Veja, nem Jesus escapou dos que colocam o dinheiro e seus interesses acima de qualquer coisa. 
Conheço Crivella de perto há 10 anos. 
O número dele é 10, mas o cara é 1000. 
Vote em quem você quiser, mas não tolere a injustiça e a violência. "A injustiça contra um é uma ameaça contra todos", já dizia o filósofo iluminista Montesquieu.
Um abraço!
Rubens Teixeira

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

DR.RUBENS TEIXEIRA: "NOTA DE ESCLARECIMENTO ACERCA DE MATÉRIAS MENTIROSAS PUBLICADAS NA REVISTA ÉPOCA ENVOLVENDO MEU NOME"

NOTA DE ESCLARECIMENTO ACERCA DE MATÉRIAS MENTIROSAS PUBLICADAS NA REVISTA ÉPOCA ENVOLVENDO MEU NOME

Por @RubensTeixeira
Com relação às matérias publicadas pela Revista Época “Auditoria na Petrobras revela licitações dirigidas e contratos fajutos na Transpetro”, assinada por Diego Escosteguy, mesmo jornalista que mentiu em matéria contra o ex-presidente do STF Joaquim Barbosa, e “Tudo para entender o caso Petrobras”, em seu último parágrafo, matéria sem assinatura do jornalista responsável, venho a público esclarecer, conforme o texto abaixo.
A Revista Época, apesar de informada pela empresa, e em outros sites que publicaram esclarecimentos sobre o tema dando conta que as informações contidas na primeira matéria estavam erradas, replicou na segunda. Um jornalismo sério, ético e responsável apura o que publica. A Revista Época não se preocupou com isso: fez a segunda e ainda omitiu o nome do jornalista responsável. A mentira seria individual ou institucional?  O evidente interesse de atacar o candidato a governador Marcelo Crivella tornou notório os motivos políticos e econômicos.
Na minha diretoria, nenhum dos gestores que ocupam funções de confiança são de indicação política, nem mesmo do senador Marcelo Crivella. Cada gestor sob minha responsabilidade ocupa o cargo ou se mantém nele pelo desempenho estabelecido em indicadores objetivos.
Na primeira matéria, ficou evidente o esforço do jornalista em tentar expor minha fé ao ridículo ao citar repetidas vezes meu título eclesiástico e tentar convencer o leitor, com uma enxurrada de mentiras, que minha gestão seria uma desordem praticada com a ajuda de pessoas da  minha igreja. Além de conter muitas mentiras, todas as pessoas citadas como se fossem da minha igreja, jamais foram. Além disso, em seu twitter, repetiu suas mentiras se referindo a mim de forma preconceituosa como pastor.
Não me ocupo em saber acerca das opções religiosas dos meus subordinados nem quero saber a deste jornalista. O preconceito salta aos olhos de qualquer leitor desta matéria. A realidade é que, independente de religião, os atos por mim praticados são de minha responsabilidade e os praticados pelos meus subordinados são de responsabilidade deles: cada um assume o que faz e assina, diferente da citada matéria jornalística.
Sou servidor público de carreira concursado há 26 anos e nunca contratei empresas fantasmas, ou de parentes, ou por serem de amigos, nem mesmo autorizei pagamento de serviços ou compras que não tenham sido realizadas em nenhum dos lugares que atuei ou atuo. Sou rigoroso em minha gestão e a minha equipe é orientada a fazer o mesmo. Nunca pratiquei nepotismo.
Cobro resultados e o cumprimento das normas legais e éticas. Nossas licitações seguem a legislação. Tenho indicadores que avaliam todos os gestores sob minha responsabilidade e, além de coibirem desvios, impõem a busca de melhorias. Minha equipe é enxuta, eficiente e com indicadores de ambiência e comprometimento elevados. Não admitimos preconceito ou desrespeito de qualquer espécie.
Evidentemente que contrario muitos interesses e surgem denúncias. A maioria falsas e, quando verdadeiras, agimos com rigor. Se há algum relatório errado que sustente essas mentiras constantes da matéria, é de responsabilidade de quem os elaborou. Se isso aconteceu, os responsáveis devem ser punidos.
Quanto ao fato de eu ser preparado ou não para o cargo que ocupo, não falo acerca disso. Minha formação e experiência profissional estão disponíveis sobejamente na internet, inclusive neste site. Basta ter vontade, boa fé e procurar. Minha biografia é detalhada em um livro e o jornalista o citou na primeira matéria. Vejam que ele não é leigo no assunto. Cada um busque a informação e faça o julgamento que julgar justo.
Em qualquer caso ou denúncia, todos os desvios devem ser apurados e seus responsáveis punidos. Ninguém pode ser imune à lei praticando malversação dos recursos públicos, ou mesmo ter salvo-conduto para falar o que quiser, angustiando a sociedade com mentiras, especialmente de um jornalista e uma revista com antecedentes desta natureza. Em uma democracia, isso vale para qualquer pessoa ou instituição. Os órgãos competentes têm instrumentos para responsabilizar quem quer que seja. Estou certo de que nem todos os jornalistas são mentirosos e corruptos, bem como nem todos os homens públicos os são. Contudo, entendo porque Luis Fernando Veríssimo teria declarado: “Às vezes, a única coisa verdadeira num jornal é a data”.
Faço minhas as palavras do ex-presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, para a mesma revista e, na primeira matéria, para o mesmo jornalista, disponível no site:
O pior de tudo é que fui avisado que forjariam denúncias contra mim, exatamente por conta das eleições, e há nove meses atrás gravei o vídeo abaixo e postei no Youtube. A data de postagem pode ser conferida pelo site.
Rubens Teixeira alerta previamente a possibilidade de denúncia falsa em período eleitoral
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=33XAyyN4XHQ



Rubens Teixeira, cidadão brasileiro. Doutor em Economia (UFF), mestre em engenharia nuclear (IME), pós-graduado em auditoria e perícia contábil (UNESA), engenheiro de fortificação e construção (IME), formado em Direito (UFRJ), aprovado na prova da OAB-RJ e bacharel em ciências militares (AMAN).  Teve sua tese de doutorado em economia contemplada pelo Prêmio Tesouro Nacional, e monografia de direito agraciada pelo Prêmio Paulo Roberto de Castro. É Analista do Banco Central do Brasil e oficial da reserva do Exército Brasileiro. Professor, escritor, radialista e palestrante.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

VÍDEO: "Jornalista que mentiu e manipulou matéria sobre Joaquim Barbosa faz matéria fraudulenta contra Rubens Teixeira"



Jornalista que mentiu e manipulou matéria sobre Joaquim Barbosa faz matéria fraudulenta contra Rubens Teixeira

joaquim barbosa

A revista Época publicou uma matéria, assinada pelo jornalista Diego Escosteguy, intitulada “Os intocáveis: uma auditoria interna da Petrobras revela licitações dirigidas e contratos fajutos na Transpetro. Nada a temer: os diretores têm padrinhos políticos fortes” envolvendo dois grandes nomes do cenário político evangélico: Rubens Teixeira e Marcelo Crivella, recheada de mentiras e o famoso preconceito religioso arraigado na mídia secular. Primeiramente algumas mentiras saltam aos olhos: Rubens não é da Assembleia de Deus Ministério Óleo e Vida, nunca foi da mesma igreja do senador Marcelo Crivella, que é da IURD, e o então assistente e sua esposa citados na matéria são da Igreja Presbiteriana.

Se as inverdades fossem somente mais um erro grotesco de falta de exercício correto do jornalismo errar tais informações não seria necessária uma matéria sobre o tema, mas encontramos diversos erros que chamam a atenção na reportagem. 

Mas antes de abordá-las um fato revela um panorâma, remetidos ao caso de mentiras em uma entrevista envolvendo o ex-presidente do STF Joaquim Barbosa e não causa estranheza o fato de ser o mesmo jornalista, o que fez a Revista Época se desculpar. Abaixo replicamos o trecho da carta do ex-presidente do STF que revela ao eleitor como o jornalista habitualmente trabalha, aparentemente para cumprir uma finalidade:

“A matéria “Não serei candidato a presidente” divulgada na edição nº 823 dessa revista traz em si um grave desvio da ética jornalística. Refiro-me a artifícios e subterfúgios utilizados pelo repórter, que…”
“Fora o condenável método de abordagem, o texto é repleto de erros factuais, construções imaginárias e preconceituosas, além de sérias acusações contra a minha pessoa. …”

“Mais grave, porém, é a acusação de que teria manipulado uma votação, impedindo deliberadamente que um ministro do STF se manifestasse. O objetivo seria submeter o ministro a pressões da “mídia” e de “populares”. Isso não é verdade. Ofensiva para qualquer cidadão, a afirmação ganha contornos ainda mais graves quando associada ao Chefe do Poder Judiciário. …”


“No campo pessoal, as inverdades narradas na matéria são ainda mais ofensivas e revelam total desconhecimento sobre a minha biografia. Minha mãe nunca foi faxineira. Ela sempre trabalhou no lar, tendo se dedicado especialmente ao cuidado e à educação dos filhos. O texto, que me classifica como taciturno, áspero, grosseiro, não apresenta fundamentos para essas afirmações que, além de deselegantes, refletem apenas a visão distorcida e preconceituosa do repórter. O autor da matéria não apresenta elementos que sustentem os adjetivos gratuitos que utiliza. …”
“Também desrespeitosa é a menção aos meus problemas de saúde. Ao afirmar que a dor causou “angústia e raiva”, o jornalista traçou um perfil psicológico sem apresentar os elementos que lhe permitiram avaliar o impacto de um problema de saúde em uma pessoa com a qual ele nunca havia sequer conversado”.

“Finalmente, não tenho definição com relação ao momento de minha saída do Supremo e de minha aposentadoria. Muito menos está definido o que farei depois dessa data, embora a matéria tenha afirmado – sem que o jornalista tenha sequer tentado entrevistar-me sobre o tema – que irei dedicar-me ao combate ao racismo. 

Triste exemplo de jornalismo especulativo e de má-fé”.

O jornalismo correto preza que devemos sempre ouvir todas as partes, o que não ocorreu para com o personagem principal da matéria, Rubens Teixeira. Procurado pelo Gospel Hoje o pastor não quis falar muito para preservar sua empresa de falatórios e a muitas outras pessoas. Mas além de ouvir a sua posição fora feito o que devia ter sido feito pelo jornalista, uma vasta pesquisa entre diversas fontes onde chegamos a conclusão que a matéria publicada na Revista Época foi totalmente fantasiosa.

De tudo que foi ouvido se percebe que houve uma auditoria feita com auditores da Petrobras e da Transpetro onde foi produzido um relatório cheio de erros com fins de induzir que haviam falhas na administração de Teixeira que, segundo dizem pessoas do mercado e da própria empresa, é um gestor rigoroso com resultados exemplares em todas as áreas que dirige.

Evidentemente que o caso envolvendo Teixeira veio à tona agora, em um relatório certamente encomendado, mas percebido e alertado pelo diretor, por conta do período eleitoral, o que indica má fé de alguém, pois esperam afetar de alguma forma a eleição. Por outro lado, a atitude costumeira de um jornalista com antecedentes de mentiras e insinuações contra pessoas públicas, como fez com o Ministro Joaquim Barbosa, aproveitou para também colocar suas mentiras, confundir o leitor no seu texto confuso e destilar todo o seu preconceito contra o diretor Financeiro da Transpetro no seu texto e no seu twitter no final de semana, mas não contava que essa armadilha já havia sido percebida pelo diretor desde a elaboração do relatório e por outros indícios que fez o mesmo a gravar o vídeo e postar no youtube 8 meses antes da sua venenosa matéria.

Assista o vídeo do Dr. Rubens Teixeira denunciando previamente a acusação que poderia sofrer em período eleitoral:

Entenda o emaranhado de mentiras

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=33XAyyN4XHQ




Logo que chegou na Transpetro precisou trocar muitos gerentes, seja por baixo desempenho, comportamentos inadequados e falta de perfil, especialmente da área de contratos, e isso gerou muita revolta. Acabou com atrasos de pagamentos que permitiam desvios de comportamento de empregados que poderiam dificultar o pagamento para receber algo em troca. Convidou pessoas experientes do mercado para auxiliar nas mudanças culturais e técnicas internas e fez uma verdadeira revolução que mudou muitas práticas internas.

Contudo, a estranha auditoria feita na sua área, sem que ele pudesse acompanhar, veio cheio de erros técnicos e de dados que foram imediatamente apontados pelo diretor que, ao invés de ter seus contratos auditados, sofreu uma investigação indevida que por fim nada encontrou. Quando percebeu os procedimentos errados da auditoria, a fragilidade técnica dos argumentos e as informações erradas colocadas pelos auditores, que se recusaram corrigi-la, percebeu que sua vida particular tinha sido indevidamente investigada e imediatamente informou à empresa que o relatório era político e não poderia legitimá-lo.

Dentre as mentiras colocadas ou insinuadas pelos auditores e pelo jornalista, aparentemente parceiros da matéria, destacamos que Rubens Teixeira jamais descumpriu a lei contra o nepotismo para contratar parentes, seja na Transpetro ou em qualquer empresa terceirizada.

Outra mentira é que o diretor não contratou a consultoria Gênesis, mas sim o Gerente responsável por implantar um sistema rígido proposto por Teixeira, enquanto diretor, com a finalidade de reduzir números de aditivos, reduzir custos de contratos e otimizar e dar mais transparência à gestão dos contratos sob sua responsabilidade. A contratação foi sustentada por um parecer jurídico e foi precedida de uma cotação. Os salários pagos aos membros da consultoria eram abaixo do preço de mercado devido ao baixo preço oferecido por ela na cotação.

A consultora sócia majoritária da Gênesis não foi contratada pelos 5 meses de experiência na Transpetro, mas por seus outros cerca de 30 anos de experiência no Banco Central do Brasil em várias funções de confiança, seja chefiando a área de logística e segurança de armazenamento, distribuição, e recolhimento de todo o dinheiro que circula no país: alguns trilhões, que impunha a realização de contratos e convênios de alta complexidade. Ocupou outras funções de chefia de setores técnicos importantes e consultorias também. Este fato sequer foi enxergado pelos auditores e, evidentemente, aproveitado pelo jornalista. A formação acadêmica da consultora é diversificada: advogada, contadora com várias pós-graduações. Certamente este tipo de auditor não é preparado para esta análise ou estava cumprindo uma finalidade.

Com relação as empresas convidadas para a licitação de carros, não foram encontradas, em qualquer parte do relatório, ou da auditoria que haviam empresas fantasmas. A lei exige que haja convite e propostas válidas de 3 empresas. Havia quatro empresas que tinham em seu objeto o serviço para a qual foram convidadas e três empresas que apresentaram propostas competitivas que estavam de acordo com o orçamento de referencia elaborado por setor que elabora os orçamentos da Transpetro. Duas das que apresentaram propostas tinham em seu nome “engenharia”, mas tinham em seu objeto a prestação de serviço de transporte que, naturalmente, é o que importa para dizer se a empresa pode ou não prestar determinado tipo de serviço. A empresa citada com baixo capital social, à época de 2 mil reais, tem um patrimônio compatível com o serviço que prestaria. Não havia qualquer impedimento legal para contratação. O jornalista parece não entender a diferença entre um e outro.

Sobre os critérios que devem ser seguidos para convidar as empresas, o decreto 2745 refere-se a empresas que sejam parte do cadastro da Petrobras ou não. Este requisito foi cumprido. Nada pode ser falado além disso. Os gerentes e coordenadores envolvidos neste processo foram todos retirados da função bem antes da matéria vir à tona ou da auditoria observar o problema. Muitas denúncias surgiram por esta razão.

Quanto aos “aditivos exagerados” que o jornalista afirma ter trazido prejuízos para a empresa trata-se de uma incorreção grosseira, seja do jornalista, seja da auditoria. Qual seria a verdade então? Todos os serviços pagos foram realizados e as comprovações estão na empresa para qualquer cidadão quiser conferir. Há serviços continuados (alimentação, segurança, limpeza, etc) que são e sempre foram prestado por empresas contratadas com essa finalidade. Os contratos existentes que estavam finalizando precisavam ser revistos para otimização visando melhor eficiência e redução de custos.

Para que fossem feitas reformulações que otimizassem contratos vigentes, sem que os serviços prestados pelas empresas contratadas parassem, a melhor solução foi celebrar um aditivo contratual, que corresponderia alongar o prazo para não parar o serviço, mas pagando os mesmos custos licitados anteriormente. Depois da reformulação seriam feitos processos licitatórios com os novos modelos de contratos otimizados, o que realmente aconteceu. Normalmente estes contratos antigos, ao serem aditivados, não são interessantes para as empresas contratadas, por estarem com preços defasados, e algumas se recusaram a aceitar e outras, inclusive, não tiveram condições de continuar e abandonaram o contrato. Esta situação comprova o contrário. Muitos preços excessivamente baixos deram condições à Transpetro de ter os serviços com preços antigos o que gerou economia.

Quanto às irregularidades nas jornadas de trabalho excessivas dos motoristas, havia em alguns casos pontuais que foram corrigidos. Contudo, os próprios motoristas que ganhavam as horas trabalhadas se sentiram prejudicados por não mais poderem recebê-las. Alguns profissionais preferiam esta situação para aumentarem seus rendimentos, mas foi coibida.

O assistente do diretor citado na matéria não tinha poder para contratar qualquer pessoa, nem mesmo a sua mulher. Não precisou da autorização do diretor para esta contratação pois é uma medida gerencial. Além disso, a esposa sequer trabalhava na mesma cidade que o diretor e seu assistente. A contratação para trabalhar em uma repartição da empresa, fora do mesmo ambiente, foi feita por um gerente. Contudo, ainda assim foi demitida da função e ele também deixou o cargo. O assistente do diretor foi o único a ser afastado da função em decorrência disso. O diretor foi extremamente rigoroso com ele. Todos os demais só tiveram seus parentes demitidos.

O carro do diretor é para uso em serviço e em atividades de representação (todos os lugares em que o chega como diretor (palestras, eventos, etc). Jamais lazer, passeio e férias. O diretor foi “acusado” de usar o carro nas férias e de licença médica. Na verdade, ele interrompeu as férias e licenças médicas pós-cirurgia várias vezes para atender o interesse da empresa. Quando volta para o trabalho suas férias são automaticamente interrompidas. Quanto ao uso do carro em finais de semana, o motivo era o mesmo: ou serviço ou representação. Jamais uso para finalidades pessoais ou particulares.

Triste exemplo de jornalismo especulativo e de má-fé
rubens teixeira
O Gospel Hoje chega a conclusão que nos preocupa acerca do país que vivemos, da seriedade da imprensa e das instituições e isso é muito preocupante.

Diego Escosteguy, jornalista que se revelou ser dado a mentiras e ser preconceituoso, disse que Rubens Teixeira era político e insinuou que não entendia nada de petróleo. Na verdade, Teixeira é servidor público concursado há 26 anos. Hoje é também funcionário de carreira do Banco Central do Brasil. Quanto a não entender nada de petróleo, e porque, como faz investigação frágil, não percebeu que Teixeira formou-se engenheiro pelo IME e por isso seria impossível ser leigo em um tema como petróleo, além do que já realizou curso no Instituto Brasileiro de Petróleo.

Embora a atitude preconceituosa do jornalista em chamar Rubens Teixeira de pastor o tempo todo na matéria da Revista Época e no seu twitter pessoal na tentativa de despertar a fúria das pessoas contra o diretor da Transpetro, na verdade, ele é diretor da estatal por ser doutor em economia (UFF), mestre em engenharia nuclear (IME), pós-graduado em auditoria e perícia contábil (UNESA), engenheiro civil (IME), formado em direito (UFRJ e aprovado para a OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN), um dos vencedores do Prêmio Tesouro Nacional com sua tese de doutorado, teve sua monografia de direito premiada, tem artigos de direito, economia e outros publicados no Brasil e no exterior, além de ser autor de livros, como o best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e do recém lançado “Sociedade com Deus”, ambos com o juiz federal Wiliam Douglas, e do livro “Desatando o nó do crescimento econômico” com Henrique Forno e Márcio Araujo, todos doutores em economia e funcionários de carreira do Banco Central. Vale ressaltar que na igreja pouco importa a profissão da pessoa e numa empresa séria, pouco importa a religião da pessoa.

Evidentemente que no nosso país, por ele ser o que é, temos corruptos igual a baratas, em todos os lugares, mas ainda encontramos pessoas honestas. Nem todos os jornalistas, são corruptos, manipuladores e preconceituosos, como nem todos os políticos são honestos e homens de bem. Temos cidadãos que não fazem gato, não sonegam, como temos policiais e políticos corretos e os jornalistas não são diferentes.

Fonte: http://gospelhoje.com.br/jornalista-mentiu-manipulou-materia-sobre-joaquim-barbosa-faz-materia-fraudulenta-contra-rubens-teixeira/#.U_Sk6GNP215


domingo, 19 de janeiro de 2014

Dr. Rubens Teixeira faz um desafio sobre próximas eleições!

Pastor Dr. Rubens Teixeira, faz um desafio:
Caros amigos e amigas,
Há quem diga que o povo quer mudanças, especialmente por causa das manifestações populares, e que isto será demonstrado nas eleições deste ano. Você acha que o povo amadureceu mesmo? De que maneira você acha que as pessoas escolherão seus candidatos nas próximas eleições? Votarão em qualquer um? Votarão em troca de benefícios imediatos? Votarão em campanhas ricas? Votarão em políticos tradicionais? Votarão atendendo pedidos de pessoas que recebem benefícios pessoais para fazerem campanha? Votarão em quem seus líderes religiosos ou de classe pedirem? Ou votarão pensando em quem melhor trabalho realizará para melhorar o país em que vivem com suas famílias? Deixe a sua opinião e peça a um amigo para fazer o mesmo. Vamos debater?
Gostaria muito de ouvir sua opinião. Coloquei este post no meu facebook e deixei aberto o debate. Entra na minha página e deixa a sua opinião. Outras pessoas lerão e serão enriquecidas com seu comentário: https://www.facebook.com/dr.rubensteixeira  
Muito obrigado!
Boa semana a todos!
Rubens Teixeira

Visite RUBENS TEIXEIRA em: http://rubensteixeira.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Dr. Rubens Teixeira: "Turma do “rolezinho”, turma do “ralezinho” e a desigualdade social"

Turma do “rolezinho”, turma do “ralezinho” e a desigualdade social
Por @RubensTeixeira

Todos já sabem e já foi incorporada à paisagem do Brasil, na mente de muitos componentes da elite brasileira, que somos um dos países mais desiguais do mundo. Nos discursos políticos, há referências repetidas à falta de hospitais, escolas e infraestrutura. Todos sabem que saúde e educação no Brasil são problemas apenas para quem não possui recursos. Temos escolas, universidades e hospitais de padrão internacional em nossa terra. Basta ter dinheiro para pagar por isso.

Para pobres, não há serviços adequados de saúde, educação, defensoria pública e qualquer outro que precise de recursos financeiros para se usufruir. Os pobres sempre foram excluídos, apenas não tinham referenciais tão claros do quanto seus direitos eram violados. Não tinham noção plena do quanto a pobreza limita seus direitos e suas perspectivas. A integração mundial, por meio da internet, ajudou os pobres a penetrarem virtualmente de maneira mais eficiente no mundo dos ricos e, com isso, a saberem exatamente o que fazem, o que têm à disposição e até mesmo o que pensam dos pobres.

Qualquer iniciativa do governo de tentar ajudar as pessoas de baixa renda soa mal e é combatida por setores da mídia e da classe média e alta. Programas para resgatá-las seriam eleitoreiros na visão de muitos. Os filhos dos pobres têm uma educação de baixa qualidade e depois são jogados na competição com os superpreparados filhos das pessoas de maior renda. Sem êxito, são desclassificados e até discriminados quando estudam em uma faculdade com nome não chancelado pelas elites.

O permanente acesso, apenas virtual e visual, às oportunidades, ao conforto, às perspectivas futuras – visto de forma inalcançável por quem não tem dinheiro – faz com que surja o desejo destas pessoas quererem se inserir dignamente na sociedade. Querem mostrar que existem e que também fazem parte do mundo. Querem mostrar que, embora pouco competitivos, são viáveis se lhes forem dadas igualdade de oportunidades. As reduções do consumismo cooperam significativamente na produção de ansiedades naqueles desprovidos de recursos.

A desigualdade social que alimenta a desigualdade de oportunidades é um problema que, se não resolvido, vai embaraçar o desenvolvimento do Brasil. Não adianta termos forças do Estado apenas para confinar pobres nos seus guetos, e garantir o bem-estar dos mais bem posicionados. Não adianta continuarmos tolerando falta de hospitais adequados nas periferias, e, sem solenidade, termos outros serviços de saúde de alto nível não acessíveis a todos.

O ser humano, rico ou pobre, gosta de conforto. Pode ser defensável a ideia de que o conforto maior seja dado ao que plantou mais, entretanto há duas linhas limites que não são ultrapassadas impunemente em uma sociedade. A inferior refere-se às necessidades mínimas e dignas de sobrevivência. Identicamente, a superior, ao ser ultrapassada, não se trata de conforto, mas de esbanjamento. A questão é que no octógono (ringue do UFC) da vida social brasileira as regras sociais são frágeis: pode-se esfolar bastante o mais fraco, enquanto o mais forte está sempre protegido e, muitas vezes, esbanjando de forma esnobe, insensível e iníqua.

Nas palestras que ministro, algumas postadas no Youtube, recebo retorno de pessoas que acham que não têm oportunidades e não veem chance de algum dia vencer. Os obstáculos colocados diante dos mais carentes são muito difíceis de serem transpostos. Alguns conseguem superá-los e superar-se e tornam-se referência. Contudo, apenas alguns. Muitos ficam pelo caminho, sofrem a vida inteira e transferem seus sofrimentos e limitações às outras gerações. Isso não deveria ser assim. Se não for dada igualdade de oportunidades, nós perpetuaremos as diferenças existentes e continuaremos mantendo a nossa sociedade iniquamente desigual.

O grande impacto das reações das pessoas é pelo fato de não enxergarem oportunidades. Acham que não terão apoio para conseguir superar suas limitações. A exclusão tem um efeito psicológico muito ruim: é como se a pessoa estivesse em um buraco e, ao tentar sair, fosse impedida pela falta de recursos, preconceitos e todas as formas de limitações decorrentes disso. Esse efeito é perverso e silencioso. Ninguém ‘enxerga’ a discriminação, não se identificam ‘culpados’ e as medidas para combatê-la nem sempre são apoiadas pelos formadores de opinião, mas seus efeitos estão aí.

A minha sugestão para a turma dos “rolezinhos”, formada, em sua maioria, por jovens pobres da periferia, ou outros que se sentem discriminados, sem oportunidades ou injustiçados, é que estas pessoas, mesmo que se sintam excluídas por qualquer outro sentimento, aproveitem as válvulas de escape que tiverem e estudem, lutem contra o preconceito e a injustiça sem o uso de violência. Mantenham a autoestima elevada e acreditem que podem mudar o quadro de suas vidas. Fiquem certos que ninguém fará de vocês “ralezinhos” se vocês não permitirem. 

Para isso, vocês precisam vencer sem violência ou qualquer outro comportamento que ponha em risco o futuro, a dignidade ou a integridade física de vocês. Vocês são tão brasileiros quanto os demais jovens da idade de vocês. O país é de todos, não de alguns. Para assumirmos nossa fatia, precisamos lutar, perseverar, ter fé e vencer. Sugiro que assistam a esta palestra:http://www.youtube.com/watch?v=7gLXn0g4Kzg.

* Rubens Teixeira é doutor em Economia (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em auditoria e perícia contábil (UNESA), engenheiro civil (IME), Formado em Direito (UFRJ), aprovado para a OAB/RJ, bacharel em Ciências Militares (AMAN),  professor, escritor, membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil, dos Juristas de Cristo e da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Beijo gay em cultos: ‘Nota da OAB’ pode desencadear onda de crimes contra sentimento religioso cristão no Brasil – Parte 1

Beijo gay em cultos: ‘Nota da OAB’ pode desencadear onda de crimes contra sentimento religioso cristão no Brasil – Parte 1

Avatar de Rubens TeixeiraPor Rubens Teixeira em 30 de setembro de 2013

Beijo gay em cultos: ‘Nota da OAB’ pode desencadear onda de crimes contra sentimento religioso cristão no Brasil – Parte 1
I – A “miscigenação religiosa”,  o Estado, a OAB e o desrespeito ao sentimento religioso
Cristãos e outros religiosos de um modo geral convivem pacificamente na sociedade brasileira há muito tempo. As pessoas podem migrar de uma religião para outra, ou para nenhuma delas, sem que isso produza significativas tensões sociais. Em muitas famílias há pessoas de várias religiões, ou sem religião. No artigo “Seria o Estado laico um Estado vadio?” (disponível em:http://colunas.gospelmais.com.br/seria-o-estado-laico-um-estado-vadio_5766.html),  questiono as responsabilidades do Estado, através das instituições públicas, no sentido de garantir os direitos individuais, dentre eles o direito à liberdade religiosa.  Defendo que o ativismo é legítimo, mas não é salvo conduto para o cometimento de crimes. O caput do art. 208 do Código Penal tipifica como crime “Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ouperturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”.
Na nota de repúdio que a OAB emitiu, criticando as  ações dos agentes públicos com relação à conduta deles ao prenderem as moças que se posicionaram em local de destaque, durante um culto, para se beijarem na boca de forma exagerada, a instituição declarou que: “E intolerável é o abuso de poder das autoridades policiais que cercaram, arrastaram e algemaram as jovens que se manifestavam contra o parlamentar, e que de modo algum podem ter sua conduta entendida como ofensa ao sentimento religioso, revelando-se totalmente descabida a tentativa de punir as manifestantes com base no art. 208 do Código Penal.”.
O crime em questão é contra o sentimento religioso, não compartilhado pela OAB. Se avaliada neste aspecto, as posições da instituição aproximam-se mais da anticristã na defesa de temas controvertidos relacionados à vida e à família. Ou seja, a OAB tem lado oposto ao que os cristãos defendem em vários aspectos, portanto não é voz isenta e moderada nestes temas. Não faz sentido deixar a raposa tomar conta do galinheiro. A OAB, além de não ter estado presente ao evento, tem procurado minimizar as agressões que se fazem contra cristãos, como neste episódio, o que pode servir de encorajamento para que outras pessoas tomem a mesma atitude desrespeitosa contra os religiosos.
Esta postura da OAB, que despreza a lei e o sentimento religioso alheio, minimizando o reprovável desrespeito àquele culto, contribui para que manifestações desta natureza se repitam. Este aval da Ordem pode incentivar uma onda de crimes contra o sentimento religioso no país, não praticados por LGBTS, mas por ativistas violentos que queiram dar vazão aos seus instintos primitivos e se sustentem na posição distorcida da OAB para isso.
Ressalto que, em outras oportunidades, já me manifestei publicamente afirmando que a Ordem dos Advogados do Brasil produz vítimas em série no nosso país, violando direitos humanos de diversas maneiras.  Além de outras formas silenciosas de produzir vítimas, tem o holocausto chamado de Exame da OAB.  Esta prova, que fiz e fui aprovado antes mesmo de terminar o curso de Direito, é tão reprovável em vários aspectos que me permitiu elaborar uma carta de 50 páginas cujas mais altas autoridades do país tiveram acesso. Aos que tiverem curiosidade de conhecê-la, está disponível no link: http://www.rubensteixeira.com.br/site/wp-content/uploads/2012/07/CARTA-AO-CN-PELA-APROVAÇÃO-DO-PLS-43-2009-E-PELO-FIM-DO-EXAME-DA-OAB-25-08-13.pdf
Recentemente, foi criada uma página no Facebook para reunir pessoas que se sentem vitimadas pela OAB e milhares de pessoas já a curtiram: https://www.facebook.com/AsVitimasDaOab. Portanto, é bastante temerário acolher, sem uma profunda reflexão, brados da OAB em defesa de determinados temas, pois não é prudente ouvir a voz de quem viola direitos humanos em todo território nacional, usando argumentos que maculam a palavra justiça, mas foge do debate nestes temas quando é instada a falar sobre a prova que aplica, sobre os recursos envolvidos nela e o cerceamento que faz ao ingresso de novos profissionais no mercado.
Destaco que a OAB não representa o sentimento e a dignidade de muitos advogados, pois contraria àqueles que discordam dessas posturas ditatoriais e desrespeitosas apresentadas. A advocacia é uma belíssima profissão, mas a Ordem usa estes profissionais como “escudo humano” para defender interesses políticos, contrariando o pensamento de uma multidão de seus membros que já me confessaram discordar das manobras desta entidade. Esta instituição vive de uma reputação construída por grandes vultos do Direito no passado e  tem sua reputação futura posta em xeque por posturas como estas.
II – O que todos os cidadãos, inclusive os LGBTS, querem e precisam
Definitivamente, as pessoas, sejam elas quem forem, precisam ser amadas e respeitadas. A maior fonte de preconceito no Brasil e no mundo é a pobreza e a miséria, onde as pessoas têm seus direitos mais vulnerabilizados. Por tratarem-se de consumidores “pouco atraentes”, os descamisados, embora numerosos, não são o foco principal da OAB e de boa parte das instituições que gostam de fazer marketing em cima da miséria alheia, esperando retorno comercial ou político para as suas imagens. Os homossexuais e outros grupos, além de serem discriminados, também são “usados” politicamente. Muitos foram desrespeitados na infância ou mesmo sofredores por outras razões, inclusive pelo preconceito. Não são essas pessoas que atacam os cultos cristãos, mas sim os oportunistas que querem fazer o seu nome ou de suas instituições usando a boa fé, o sofrimento e a fragilidade de pessoas que precisam ser ajudadas.
Os homossexuais, em sua maioria, como os demais cidadãos, não querem problemas, desejam viver em paz e detestam a exagerada exposição que fazem deles. A OAB precisa parar de vitimar pessoas em todo país com sua truculência, elitismo, obscurantismo e respeitar tanto os religiosos, das diversas matizes, quanto pessoas sem religião, ao invés de ficar incentivando o cometimento do tipo penal do artigo 208, ao querer anular a lei e dar permissividade para desrespeitarem cultos. A Ordem não deveria fechar os olhos também para o artigo 287 do Código Penal que diz em seu caput ser crime: “Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime”. A lei tem efeito erga omnes (contra todos).
Do contrário, estará fazendo outras vítimas, pessoas de boa fé insufladas pelos que querem burlar o debate democrático e impor valores contrários à vida e à família em nosso país. Exemplo disso é parte do Estatuto da Diversidade Sexual, elaborado com a participação da OAB, e outros documentos que, a título de defender minorias, inserem propostas que muitos defendem para os filhos dos outros, mas não querem para os seus.
Conclusão
Os religiosos, ou não, podem e devem ajudar todas as pessoas, inclusive os homossexuais que os procurarem. Todos os seres humanos, homossexuais ou não, precisam ser amados e ajudados em suas amarguras. A OAB também deveria fazer isso, evitando produzir vítimas enquanto faz promoção própria em cima da tragédia alheia, sem oferecer ajudas objetivas aos que sofrem, como o fez na citação que encerra a sua nota: “e expressar o compromisso inarredável da Ordem com a luta pela promoção e defesa dos direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Travestis, e com a preservação do Estado democrático de direito e das liberdades constitucionais”. Todos os cidadãos, especialmente os que sofrem, precisam ser amados, como Jesus ensinou, e não explorados e usados por pessoas e instituições que querem aparecer como referencial de justiça, sem produzir frutos condizentes. Se não for assim, mais pessoas se sentirão como essas:https://www.facebook.com/AsVitimasDaOab.
* Rubens Teixeira é doutor em Economia (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em auditoria e perícia contábil (UNESA), engenheiro civil (IME), Formado em Direito (UFRJ), aprovado para a OAB/RJ, bacharel em Ciências Militares (AMAN),  professor, escritor, membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil, dos Juristas de Cristo e da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra.

Por 

Pastor evangélico da igreja Assembleia de Deus • Doutor em Economia pela UFF • Mestre em Engenharia Nuclear pelo IME • Pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil pela UNESA • Engenheiro de Fortificação e Construção (civil) pelo IME • Bacharel em Direito pela UFRJ (aprovado na prova da OAB-RJ) • Bacharel em Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN

Fonte: http://colunas.gospelmais.com.br/beijo-gay-cultos-nota-oab-desencadear-crimes-sentimento-religioso-cristao-brasil-1_6082.html

quarta-feira, 22 de maio de 2013

JÁ PERCEBERAM QUE NINGUÉM FALA MAIS NADA DE GENOÍNO E JOÃO PAULO CONDENADOS E ESTÃO LIVRES!

ADENDO ADHT : 'ISTO É TÁTICA COMUNISTA: Foi usando mentiras que destruiram muitos cristãos através do Nazismo e Comunismo !'
Amigos e amigas,

Compartilho com vocês e peço que ajudem a divulgar o que a parte da mídia panfletária não publica, especialmente aquele grupo forte de comunicação com suas "verdades" desmentidas pelo tempo. Por conhecer o ministro Crivella, tenho a obrigação de defendê-lo, como faria com qualquer um de vocês que conheço.

Obrigado!

Rubens Teixeira
www.rubensteixeira.com.br
Twitter: @RubensTeixeira

Esclarecimento sobre manifestação do presidente da Comissão de Ética da Presidência da República
O Ministro Marcelo Crivella se encontra em licença, fora do país, de onde encaminhou a seguinte nota:

“Assim que foi publicada a  matéria da revista Isto É sobre a Fazenda Nova Canaã, encaminhei documentos à Advocacia Geral da União provando que era falsa. Prevendo e para evitar o já por todos conhecido uso político que se faz das bem intencionadas, porém politicamente ingênuas manifestações da Comissão de Ética da Presidência da República, a ela também enviei os mesmos documentos. 

À Advocacia Geral da União solicitei que ingressasse em juízo para o necessário direito de resposta, o que espero para breve. Da Comissão de Ética, que repito, enviei previamente os mesmos documentos, esperava que, uma vez os conhecendo, pudesse evitar precipitações que acabam por prejudicar o serviço público.

Hoje, para minha tristeza, vejo que pelo menos em parte foram inúteis minhas tentativas. Lamento, mas é o preço que os homens de bem pagam para merecer um lugar no coração do povo. Eles são supliciados sempre. Repito: não usei nenhum centavo de dinheiro público para produzir peixes na Fazenda Nova Canaã, onde há mais de dez anos centenas de crianças pobres do sertão da Bahia estudam, se alimentam, recebem uniforme e transporte escolar gratuito. A Fazenda Nova Canaã jamais recebeu ajuda do Governo. Seria até justo que ali se fizesse um projeto de aquicultura, porque se trata de uma entidade beneficente de utilidade publica municipal, estadual e federal. Ou será que as crianças pobres do sertão só podem comer calangos? Mas não foi feito. Deus tem provido e nada tem faltado a elas e aos que ali vivem. 

Finalmente, afirmo que é um dever e, mais que isso, um compromisso com a democracia prestar todos os esclarecimentos necessários. Confio no espírito público dos  brasileiros, que saberão separar os fatos de meras paixões da disputa política”.

Fonte: MPA

domingo, 19 de maio de 2013

MARACUTÁIAS NA OAB: Portas fechadas. OAB dá o troco a Marco Feliciano?

Portas fechadas. OAB dá o troco a Marco Feliciano?
Por Paulo Teixeira em 9 de abril de 2013

Deputado Feliciano foi relator de Projeto de Lei que mexe com interesse da OAB

Advogado cristão foi aprovado no Exame da OAB, mas em votação a portas fechadas na OAB/RJ decidiu-se pela não entrega de sua  Carteira,
Mas … a OAB criticou a determinação de Marco Feliciano em fechar as portas da CDH.

Entenda essas questões abaixo …

Duas semanas depois de o deputado Marco Feliciano, relator do PL 2154, que prevê o fim o Exame da OAB,  ir para a TV defender a tese que sustentou em seu relatório pelo fim do referido Exame, iniciou-se grande campanha antidemocrática e violenta para que o deputado fosse deposto da CDHM. Coincidência? Não sei.
Contudo, a OAB mostrou sua face sobre o Caso Feliciano.

Ontem (08/abr) o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB) aprovou, por unanimidade, em Brasília, uma moção pela abertura das portas das sessões das comissões da Câmara dos Deputados, inclusive as da Comissão de Direitos Humanos, as quais foram fechadas, após decisão anunciada por seu presidente, deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP). Decisão tomada para evitar bagunças e baixarias promovidas por alguns ativistas, o que estavam impedindo o bom andamento dos trabalhos daquela importante Comissão.

Uma decisão louvável? Bem se atentarmos para alguns pontos recentes relacionados à OAB, veremos que há controvérsias.

A sociedade brasileira, por exemplo,  vem clamando, há tempos, por maior transparência dos atos do Legislativo, inclusive pelo fim do voto secreto, e a OAB nunca emitiu moção a esse respeito, mas em relação a Feliciano eles foram bem ágeis. Que eficiência, não acham?

Aliás, para quem não sabe, a eleição para presidir o CFOAB é indireta. Assim foi eleito o atual presidente da instituição. Mas, ao que parece, essa política de dois pesos e duas medidas utilizada pela OAB parece ser algo natural para a instituição que sequer enxerga as aberrações praticadas por si mesmo, conforme citações mais abaixo, em relação ao doutor Rubens Teixeira, mas quer apontar para as outras instituições, ensinando-as as melhores práticas éticas e corretas, mesmo que não sejam as que pratica. É um sentimento nutrido nas ações de ditaduras em que muitas vezes o que se cobra não é o que se faz.

Merece destaque que o relator do PL 2154 que trata do fim do Exame da OAB é exatamente o deputado Marco Feliciano que deu parecer favorável ao fim desse exame, ferindo gravemente os interesses da OAB. Por esta e por outras razões as palavras da instituição não merecem ser tão valorizadas a respeito do deputado porque soam como revanchismo, atitude tão combatida pelos antepassados da instituição. É bem verdade que a Ordem dos Advogados do Brasil não tem  essa  legitimidade que avoca para si para falar em nome da sociedade brasileira.

Sua missão constitucional restringe-se apenas no que estabelece o artigo 103 da Carta Magna, que é propor Ação Direta de Inconstitucionalidade e Ação Declaratória de Constitucionalidade. Por outro lado tem outros deveres relacionados à fiscalização da profissão de advogado, que também é acusada de se exceder ao limitar o ingresso de profissionais no mercado. Só isto e nada mais.

Pois bem, algo chamou-me a atenção em relação à matéria intitulada “OAB aprova moção por sessões abertas da Comissão de Direitos Humanos“, postada no site da Ordem.

Foram as palavras do presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB, o conselheiro federal pelo Rio de Janeiro, advogado Wadih Damous. Segundo o site, o advogado entende que “as reuniões fechadas são um retorno ao período do obscurantismo”. “Esta Casa não deve ficar silente a essa agressão à ordem jurídica nacional. Como impedir as pessoas de acompanhar os debates nas comissões?”, questionou Wadih Damous.

Então vamos a fatos ocorridos em tempos não muito distantes, em relação ao advogado Wadih Damous …
Ao ler a matéria no site da OAB, entrei em contato com meu irao, o pastor e doutor Rubens Teixeira (que também é colunista deste prestimoso site) e, de imediato, ele citou-me o que abaixo transcrevo:
“Após ser aprovado no Exame da OAB, em processo em que uma das Câmaras votou pela concessão da minha carteira de advogado, o então presidente da OAB-RJ, Wadih Damous, impetrou um recurso ao Plenário para que eu não tivesse esta carteira.

A alegação dele é que eu não poderia ter carteira de advogado porque era servidor de carreira do Banco Central do Brasil. Ressalte-se que abri mão de convites para ocupar cargo de confiança na instituição porque sabia que ao ocupar este cargo poderia dificultar a obtenção da carteira.


É bom ficar evidenciado que os servidores públicos podem ter carteira de advogado, segundo o próprio Estatuto da OAB, mas não podem advogar contra a Fazenda que o remunera. Tanto é fato que vários servidores do Banco Central do Brasil, do mesmo cargo (analista)  formados antes e depois de mim, de várias partes do Brasil, possuem a carteira concedida pela Ordem. Lamentavelmente, em ato arbitrário, foi-me negado tal carteira, em um processo recheado de obscurantismo”.

Julgamento a portas fechadas

O doutor Rubens Teixeira passou-me alguns detalhes ocorridos no julgamento (o número do processo é 2247/2006, para quem quiser conferir), os quais passo a relatar:
1) no primeiro julgamento a OAB-RJ julgou o pleito feito por seu então presidente com apenas 11 membros em plenário, dos 80 existentes, quando boa parte já tinha ido embora. O quórum mínimo deveria ser de 27 (um terço do total de conselheiros).  OBSCURANTISMO: O relator do processo deu voto favorável a Rubens Teixeira, contrariando Wadih Damous,  mas o então presidente Damous só pautou para julgamento em plenário dois anos e seis meses depois das contrarrazões de Rubens Teixeira e, na sessão de julgamento, estranhamente, estava esvaziada com apenas 11 conselheiros que votaram maciçamente contra a concessão da carteira a Rubens.
2) Depois dessa aberração, Rubens Teixeira pediu outro julgamento dada as aberrações do primeiro. No segundo julgamento, como previsto, deram a palavra ao advogado que o defendia, mas, logo no início do julgamento, quando Rubens vencia na votação, um conselheiro pediu vistas. Foi marcada uma segunda sessão de julgamento. Nesta sessão, com vários conselheiros não presentes no primeiro julgamento, Wadth Damous, contrariando a convocação, não deu a palavra ao seu advogado e, ainda, segundo Rubens Teixeira, mandou para fora, alguns advogados que acompanhavam o julgamento que lá estavam para presenciarem o julgamento. OBSCURANTISMO: Embora não tivesse manifestantes, como na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, e os poucos advogados que acompanhavam Rubens e foram colocados para fora eram ordeiros, o julgamento dado por Wadth Damous a Rubens Teixeira foi a portas fechadas, sem defesa em plenário do seu advogado. Violação mortal dos direitos humanos, violação do princípio basilar do contraditório, ampla defesa e do livre exercício da profissão.

Rubens Teixeira informou-me, ainda, que ouviu sorrisos e sussuros advindos do interior da sala de julgamento. Afirma que sentiu-se bastante humilhado e tremendamente violentado em seus direitos humanos.

“Meu sentimento é que fui julgado, execrado e condenado a não ter a carteira da OAB por minhas opiniões, dentro do plenário da OAB-RJ, em seção presidida pelo Wadih Damous,  então presidente da Casa, para julgar o próprio recurso que ele impetrou para que a OAB não me desse a carteira. Dois julgamentos de fazer vergonha ao regime constitucionalista de  Hitter.

Na verdade, a atitude dele não me surpreendeu tanto pois eles fazem pior com o bacharéis ao exigirem a realização do Exame da OAB em um padrão que eles mesmos não passariam. Uma prova que, se fosse necessária, deveria ser periódica, para garantir a atualização dos profissionais, pois as leis, a doutrina e a jurisprudência mudam a todo instante, e também com habilitação por área. Neste caso, a  carteira deveria ter validade no máximo por 5 anos. A OAB tem um bom nome, ainda, por conta dos grandes nomes que compuseram seus quadros no passado.

A continuar estas contínuas violações de direitos fundamentais que se procedem tão comumente à luz do dia, em breve podem estar destruindo o que se construiu no passado. Lamentavelmente. Sei que pago esse preço cobrado pela OAB pelas minhas opiniões, mas eu preferiria que eles, ainda que esquecessem meu caso e deixassem para a história julgá-los, que olhassem para milhares de bacharéis desempregados, humilhados, passando necessidade, doentes e até morrendo, tudo com a colaboração deste aparato de cerceamento de ingresso de novos profissionais no mercado baseado na lógica egoísta “se a farinha é pouca, meu pirão primeiro”.

Competência se mostra no mercado. Se nota fosse relevante, tem de se elaborar uma lei que obrigue os profissionais colocarem suas notas nas carteiras profissionais e de conselhos de classe e nos diplomas. Infelizmente, a OAB não tem condições de falar de Direitos Humanos pois está sub judice com relação aos bacharéis que desemprega, violando o direito fundamental ao trabalho, mas disso eles não falam pois atacam seus interesses, daí escondem-se atrás da causa de cidadãos homossexuais.

Ainda falam do Exército, instituição que tive a honra de compor por mais de 10 anos seguindo a carreira até o posto de capitão. Lá cheguei paupérrimo e saí de lá com 10 anos de cursos acadêmicos e jamais fui discriminado. No Exército fui respeitado e vi democracia, na OAB, vi o que narrei acima. Quando o país vivia recessão na economia havia poucos empregos para engenheiros, mas o CREA não restringia a entrada de profissionais no mercado. O CREA pode falar de democracia que eu respeito. A OAB alega que tem profissionais demais no mercado porque desconhece os bolsões de pobreza com direitos humanos violados a cada segundo.

Esse cerceamento da entrada de novos advogados no mercado mata de fome os profissionais impedidos de trabalhar e submete à injustiça milhares de brasileiros que poderiam ser defendidos por eles. Perguntea às pessoas pobres se elas não conhecem alguém formado em Direito que não pode advogar para elas por falta de carteira da OAB. Faz-se vistas grossas a esse respeito porque são interesses OBSCUROS que sustentam esta tese. É cobrar democracia na casa dos outros, desde que garanta o direito de se fazer o que se quer com quem quer que seja: uma vergonha que a história vai condenar”, disse-me Rubens.

Ressalto que o deputado Marco Feliciano foi quem deu parecer pelo fim do Exame da OAB. Na ocasião, vários deputados basearam sua opinião em uma carta de 40 páginas que o Dr Rubens Teixeira elaborou explicando porque o Exame da OAB deveria ser extinto. O resumo desta carta, em inglês, foi enviado para várias partes do mundo. A OAB quer falar sobre as ações do deputado Marco Feliciano, mas responder sobre os questionamentos colocados em 40 páginas sobre o obscuro Exame da OAB, caro, inadequado, ela se silencia. Enquanto isso, muita gente passa necessidade e é humilhada.

Veja as palavras do Dr. Rubens Teixeira em Audiência Pública na Câmara e que a OAB não respondeu até hoje:
http://www.youtube.com/watch?v=YSjQgv8-B50



Fonte: http://colunas.gospelmais.com.br/pressao-oab-da-o-troco-a-marco-feliciano_4861.html
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