COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
Mostrando postagens com marcador Israel. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Israel. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

"Antissemitismo ou antissionismo?", por Paulo Maltz

"Antissemitismo ou antissionismo?", por Paulo Maltz

O Globo

Criticar Israel é ser antissemita? Até onde vai o limite do antissionismo (ódio a Israel) e começa o do antissemitismo (ódio aos judeus)? Nestes dois anos em que tive a honra de liderar a comunidade judaica do Rio de Janeiro, sempre que surgiu uma declaração violenta contra Israel, fomos cobrados a agir em nome do combate ao antissemitismo. Nessas horas, temos de deixar a indignação de lado e nos guiarmos por parâmetros claramente definidos.

Para iniciarmos esta discussão, precisamos esclarecer um ponto importante. Nenhum judeu acredita que você seja antissemita somente porque critica Israel. É exatamente o contrário. Apenas reconhecemos que, se você é antissemita, seu preconceito contra os judeus certamente influencia suas posições sobre Israel. Assim como, se você for racista, isto também afetará suas opiniões sobre a África. Simples assim.

Em seguida, precisamos identificar o que é uma crítica legítima a Israel e o que é um ódio ao país movido principalmente pela repulsa ao povo que majoritariamente o habita. Não é difícil. Um dos recursos que usamos é pesquisar em que medida este crítico tão ferrenho das ações israelenses e defensor tão apaixonado da causa palestina dedica-se a algum outro tema nas áreas da política internacional e dos direitos humanos.

Basta uma busca rápida na internet para obtermos a resposta. Em grande parte das vezes, vê-se que esta mesma pessoa, publicação ou instituição jamais perde seu precioso tempo denunciando as atrocidades na Síria, as mutilações genitais no Sudão ou os bombardeios a civis no Iêmen. Nem mesmo as desumanas condições nos presídios e hospitais no Brasil a sensibilizam. Mas quando o acontecimento envolve Israel, lá está ele, revoltado, vociferando contra a “opressão” do Estado Judeu.

Poucos judeus acham que Israel seja um país perfeito e imune a críticas. É a demonização seletiva que nos incomoda, que nos convence cada vez mais de que ela não é apenas fruto da observação dos fatos, mas de um sentimento mais profundo. Um sentimento tão ruim, responsável por tantas tragédias ao longo dos séculos, que acaba provocando um comportamento de negação naquele que o nutre.

“Não sou antissemita, sou antissionista” ou “não tenho nada contra os judeus, apenas contra Israel”, costumam justificar. A estes, temos um recado. Se você faz vista grossa a todas as injustiças do mundo, mas olha com lupa qualquer ação de Israel em seu conflito com os palestinos; se acha que a fonte dos problemas de mais de 20 países árabes é o único Estado judeu da região; se repete e compartilha qualquer denúncia macabra contra Israel sem sequer checar antes, você tem um problema. Ele se chama antissemitismo e negá-lo não irá mascará-lo.

Paulo Maltz é presidente da Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro

FONTE: http://rota2014.blogspot.com/2016/10/antissemitismo-ou-antissionismo-por.html?spref=tw

quinta-feira, 16 de junho de 2016

GOVERNO TEMER REVISA VOTO NA "ONU" E VOLTA A APOIAR ISRAEL

9/06/2016 - 21:14

Governo Temer revisa voto na ONU e fica ao lado de Israel

Itamaraty emite nota condenando ataques de terroristas em Tel Aviv
A  governo interino de Michel Temer não está mostrando mudanças de postura apenas no Brasil. O Itamaraty, agora comandado por José Serra, decidiu mudar o voto brasileiro na 199ª Sessão da Unesco, realizada em abril.
Na ocasião, foi debatido os direitos pelo patrimônio cultural nos territórios conquistados por Israel na Guerra dos Seis Dias. O texto, que era abertamente pró-palestinos, foi aprovado por 33 votos a favor (incluindo o do Brasil). Houve ainda dezessete abstenções e duas ausências. Os votos contrários agora são sete. A França também voltou atrás neste voto.
Embora seja insuficiente para mudar a decisão do órgão das Nações Unidas que cuida da cultura, a postura mostra uma ruptura com a relação Brasil-Israel tão fragilizada durante os governos petistas.
A nova postura do Itamaraty fica clara na nota oficial: “O fato de que a decisão não faça referência expressa aos vínculos históricos do povo judeu com Jerusalém, particularmente o Muro Ocidental, santuário mais sagrado do judaísmo, é um erro, que torna o texto parcial e desequilibrado”.
O governo brasileiro deixou clara sua posição mais amigável em relação a Israel na nota emitida ontem (8).
“O governo brasileiro condena o covarde ataque terrorista que deixou ao menos quatro mortos hoje em Tel Aviv. Ao transmitir seus pêsames aos familiares dos mortos e sua solidariedade com o povo e o governo de Israel, o Brasil reitera seu firme repúdio a todas as formas de terrorismo, qualquer que seja sua motivação”, diz o documento.

Ruptura nos governos petistas

Embora dê sinais de reaproximação, o governo brasileiro ainda não desfez o imbróglio diplomático de Dilma Rousseff, que deixou Israel sem embaixador em Brasília desde o início do ano. Pedimos que Michel Temer reveja o posicionamento esquerdopata de Dilma o mais breve possível, como descrito AQUI.  

O distanciamento das relações começou durante o governo Lula. Em 2010, autorizado por Lula, foram doados 10 milhões de dólares , correspondente a R$25 milhões de reais, do erário público para o grupo político Hamas, que governa Gaza e é considerado uma organização terrorista. Foi justamente o Hamas quem assumiu a autoria do atentado desta semana em Tel Aviv.

ADENDO ADHT: Falta agora Temer fechar a embaixada da Palestina pois ainda não é reconhecida mundialmente como país. Os governos de Lula e Dilma bancaram com milhões de nossos impostos para construir a Embaixada deles em Brasília-DF, veja:


FONTE: https://noticias.gospelprime.com.br/temer-governo-brasil-alianca-israel/?utm_source=facebook&utm_medium=share-bar-mobile&utm_campaign=share-bar

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Enquanto os BOLSONARO estavam em Israel para a comemoração de 68 anos, o PSOL incentiva o ANTI-SEMITISMO no RJ, Assista!

ISRAEL COMEMORA 68 ANOS: BOLSONARO ESTAVA LÁ ADMIRANDO ESSA GRANDE NAÇÃO

11 de maio de 2016 By Rodrigo Constantino
Jair Bolsonaro merece muitas críticas, não exatamente as que vêm da esquerda. Mas uma coisa é inegável: ele demonstra apreço e admiração por Israel, uma grande nação democrática e livre, que possui minorias islâmicas até em seu parlamento, o Knesset. A esquerda gosta de chamar Bolsonaro de “nazista” e pintá-lo com o bigode de Hitler, mas o deputado do PSC viajou para Israel para demonstrar respeito pela nação judaica, como vemos nesse vídeo que gravou antes da partida:

A família Bolsonaro, em visita a Israel, tem publicado várias fotos e comentários elogiosos ao que encontraram por lá. Como já fui numa viagem para conhecer melhor a realidade israelense, posso atestar que há motivos de sobra para admiração e respeito. Aliás, qualquer um que valoriza o que a civilização ocidental representa deveria respeitar o legado judaico-cristão. Flavio Bolsonaro publicou em sua página esse vídeo: 
https://www.facebook.com/deputadoflaviobolsonaro/videos/789006714568151/


Enquanto a família Bolsonaro passeia por Israel, é recebida por políticos, visita locais sagrados e presta homenagem ao aniversário do país independente, eis o que faz a esquerda radical, a mesma que gosta de chamar Jair Bolsonaro de “nazista”:
https://youtu.be/4YMfBG9ZOR8


FONTE: http://rodrigoconstantino.com/artigos/israel-comemora-68-anos-bolsonaro-estava-la-admirando-essa-grande-nacao/

segunda-feira, 28 de março de 2016

Israel constrói a maior torre de energia solar do mundo

domingo, 27 de março de 2016

Israel constrói a maior torre de energia solar do mundo


Um colosso de 240 metros de altura no meio do deserto israelense de Neguev capaz de converter energia solar em eletricidade para abastecer 120 mil famílias. Assim será Ashalim, a central de energia solar concentrada (da sigla em inglês CSP, Concentrated Solar Power) com a torre mais alta do tipo no mundo. O projeto, nascido em 2013, está em construção e a expectativa é que ele seja concluído no final de 2017. Ao invés de gerar eletricidade diretamente, como nas células solares fotovoltaicas, a tecnologia CSP utiliza heliostats, instrumentos que utilizam um espelho para refletir a luz do sol em uma determinada direção. 


No caso, eles concentram a luz solar sobre encanamentos na torre central, aquecendo uma mistura de sal fundido, que em contato com a água produz vapor em seu interior. Este vapor aciona, então, as turbinas e os geradores de eletricidade. Para estocar calor e operar 24 horas, mesmo em dias de pouca radiação solar, as usinas usam sofisticadas tecnologias de armazenamento térmico, que mantém milhares de litros de sal fundido a temperaturas elevadas. 


O visual dessas fazendas solares é um espetáculo à parte. Na central israelense de Ashalim, cerca de 50.000 heliostats controlados por computador, e medindo até 20 metros quadrados cada, serão instalados em uma área de mais de 3 quilômetros quadrados.


A usina vai fornecer eletricidade sob um contrato de compra de energia por 25 anos com a Israel Electric Corporation. A expectativa é que a geração seja de 300 MW, cerca de 2% da capacidade de produção de eletricidade de Israel. Além de abastecer milhares de pessoas, a central solar evitará emissões de 110 000 toneladas de CO2 por ano ao longo de sua vida.


O projeto é parte essencial do compromisso de Israel em produzir 10% de sua eletricidade a partir de energia renovável em 2020. Ele é orçado em US$ 773 milhões e 80% dos recursos são provenientes do maior fundo de infraestrutura de Israel, o Noy Fund, financiado pelo banco Hapoalim e pelo Banco de Investimento Europeu. A execução está a cargo da Megalim, uma sociedade entre a francesa Alstom e a BrightSource Energym, da Califórnia, nos Estados Unidos.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Palestinos inauguram embaixada no Brasil enquanto Israel permanece sem embaixador


DIPLOMACIA

Palestinos inauguram embaixada no Brasil enquanto Israel permanece sem embaixador

Inauguração ocorreu no início do mês, no momento em que o governo brasileiro se recusa a aceitar a nomeação de Israel para embaixador do país


Palestinos inauguram embaixada no Brasil enquanto Israel permanece sem embaixador
Maquete da embaixada inaugurada no último dia 2 em Brasília (Foto: Reprodução)
VEJA O RESTANTE DA MATÉRIA AQUI: 
http://opiniaoenoticia.com.br/brasil/brasil-inaugura-a-primeira-embaixada-palestina-no-ocidente/

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Os cristãos devem apoiar Israel, pois é o único país do Oriente Médio que protege cristãos dos radicais islâmicos

Israel é o único país do Oriente Médio que protege cristãos dos radicais islâmicos, diz Netanyahu

Publicado por Tiago Chagas em 22 de dezembro de 2015 
Israel é o único país do Oriente Médio que protege cristãos dos radicais islâmicos, diz Netanyahu
Primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou recentemente que Israel é o único país do Oriente Médio a proteger os cristãos da violência dos extremistas muçulmanos.
A afirmação foi feita, através de vídeo, durante um fórum dedicado a cristãos israelenses, e o líder político do país destacou que o número de cristãos sendo perseguidos e mortos por radicais islâmicos no Oriente Médio é escandaloso.
“Vocês sabem muito bem que a nossa região está em chamas e os cristãos no Iraque, na Síria e, infelizmente, sob a Autoridade Palestina, estão sofrendo muito por causa do Islã radical. Essas comunidades têm sido perseguidas, e, infelizmente, muitas pessoas perderam suas vidas por causa de sua fé”, disse Netanyahu, de acordo com informações do Christian Headlines.
A seguir, o primeiro-ministro lembrou que “radicais islâmicos não fazem qualquer diferença entre cristãos, judeus e muçulmanos que rejeitem seu extremismo”, o que, naturalmente, transforma a todos que se encaixem nessas descrições como inimigos: “São todos os infiéis que devem ser mortos”, disse, reproduzindo o pensamento dos radicais.

“Por isso, agora mais do que nunca, é claro que o único Estado do Oriente Médio que protege as minorias – onde os cristãos vivem em paz e onde a sua comunidade está crescendo – é o Estado de Israel”, frisou, antes de observar que o oposto acontece nas áreas sob administração da Autoridade Palestina, como a faixa de Gaza, por exemplo.
Atualmente, o governo israelense tem precisado lidar com confrontos entre judeus e muçulmanos no Monte do Templo, em Jerusalém, local onde está a mesquita Al-Aqsa, uma das três mais simbólicas para o islamismo, e onde, no passado, existia o Templo erguido pelo rei Salomão, como descrito na Bíblia Sagrada.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Brasil não reconhece mais Jerusalém como capital de Israel

Brasil não reconhece mais Jerusalém como capital de Israel

Governo Dilma tenta apagar decisão histórica de Oswaldo Aranha

Jarbas Aragão
Comentário de Julio Severo: A matéria a seguir, do GospelPrime, revela que o governo de Dilma parou de reconhecer Jerusalém como capital de Israel. Estou surpreso, pois eu não sabia que o governo brasileiro fazia esse reconhecimento. Como maior país católico do mundo, era de esperar que o Brasil seguisse o Vaticano, que nunca reconheceu Jerusalém como capital de Israel. Aliás, a postura tradicional do Vaticano, que não difere muito da postura do governo socialista do Brasil, é ser contra Israel. A única grande exceção no Brasil católico era Dom Pedro II que, apesar de católico, amava muito os judeus. Mas ele foi derrubado. Entretanto, o pior é que os EUA, a maior nação evangélica do mundo e que se dizem aliados de Israel, nunca reconheceram Jerusalém como capital de Israel. Agora, o Brasil entrou oficialmente no mesmo barco do Vaticano e dos EUA. Eis a matéria do GospelPrime:
O moderno Estado de Israel reconhece que a articulação do diplomata brasileiro Oswaldo Aranha foi fundamental. Ele foi nomeado Presidente da Assembleia Geral da ONU, quando foi votada e aprovada a independência do Estado Judeu, após quase dois mil anos. A gratidão dos judeus é grande até hoje, sendo que existe uma rua em Tel Aviv com o nome dele.
Durante muitos anos os dois países tiveram boas relações. Contudo, desde o primeiro mandato de Dilma, isso foi se deteriorando. Ano passado, o Brasil foi um dos 29 países no Conselho de Direitos Humanos da ONU que votaram para a ONU investigar as ações de Israel contra terroristas islâmicos em Gaza (17 países se abstiveram, e apenas os EUA se opuseram).
Além disso, o Embaixador do Brasil em Tel Aviv foi chamado a Brasília para consultas. Cogitou-se que os países poderiam romper as relações diplomáticas. Após o imbróglio, o porta-voz do Ministério do Exterior, Yigal Palmor decretou: “Esta é uma demonstração lamentável porque o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um ‘anão diplomático’”.
Agora, o portal Gospel Prime teve acesso ao passaporte de crianças brasileiras nascidas em Jerusalém. Estranhamente, cita-se a cidade, mas o espaço para o país é deixado em branco. Trata-se de um documento oficial, o que revela ser essa uma decisão federal.
Embora não tenha afirmado isso publicamente, o Brasil parece estar seguindo os passos dos Estados Unidos, que no mês passado parou de emitir passaportes de filhos de americanos nascidos em Jerusalém com a identificação que a cidade, de fato, fica em Israel.
Conforme previam analistas, essa decisão parece ter criado um efeito dominó, influenciando outras nações. Desde sua vitória na Guerra dos Seis Dias (1967), Israel reivindica Jerusalém como sua a capital “histórica e indivisível”. Os palestinos consideram a parte oriental da cidade como “território ocupado” e objeto de disputa.
Existem fortes indícios que o Conselho de Segurança da ONU deverá votar uma resolução para estabelecer definitivamente um Estado palestino. A atitude do Itamaraty indica que desta vez, o povo de Israel não poderá contar com o apoio dos diplomatas brasileiros.
A denúncia foi encaminhada ao Gospel Prime pela pastora Jane Silva. Ela conta que ligou para a Embaixada do Brasil em Tel Aviv e falou com o Conselheiro Sergio Pena. Ele confirmou a ordem do governo brasileiro e justificou que Jerusalém não pertence ao Estado Israel.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
Recomendação:


Livro gratuito: http://bit.ly/11zFSqq
Novo Testamento gratuito em mp3 dramatizado com música

Para fazer o download, siga este link:

http://juliosevero.blogspot.com/2012/12/novo-testamento-dramatizado-disponivel.html

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Mais igrejas se unem em movimento contra Israel

Mais igrejas se unem em movimento contra Israel

Sínodos mostram tendência de forçar entrega de territórios a palestinos

Por Jarbas Aragão

Mais igrejas se unem em movimento contra Israel
Mais igrejas se unem em movimento contra Israel

A iniciativa internacional conhecida como “Boicote, desinvestimento e sanções” (BDS) é um movimento contra Israel que vem crescendo entre igrejas do hemisfério norte. No mês passado, o 
Vaticano reconheceu a Palestina como uma nação independente ONU – e o assunto voltou a ser debatido no meio eclesiástico.
As igrejas que se movimentam nesse sentido em geral pregam uma teologia liberal que defende o casamento gay e a ordenação de pastores homoafetivos. Nos últimos anos várias dessas denominações se pronunciaram contra Israel, exigindo o reconhecimento da Palestina como nação independente e a “devolução” dos territórios anexados na Guerra dos Seis dias em 1967.
Obviamente, se esquecem que essas porções de terra nunca pertenceram a uma Palestina e sim a países como Jordânia, Síria e Líbano, que não lutam para recuperá-las.
Entre os movimentos anteriores, tiveram maior destaque:
2005 – Igreja Presbiteriana dos EUA (PCUSA) adere ao BDS
2006 – A Comunhão Anglicana – que reúne as Igrejas Episcopais do Reino Unido – aprova o BDS contra Israel
2010 – Conselho Mundial de Igrejas pede boicote de produtos de Israel
2011 – A Igreja Unida do Canadá decide pelo boicote
2015 – A Igreja Nacional da Finlândia, de origem luterana, anuncia seu boicote
Dentro desse crescimento, três outras denominações estão anunciando sua adesão. A Igreja Unida de Cristo (EUA), mais conservadora, realizou um sínodo onde aprovou a resolução de BDS contra Israel.
“Ao aprovar esta resolução, a Igreja Unida de Cristo tem demonstrado seu compromisso com a justiça e igualdade”, disse o pastor Mitri Raheb, um líder cristão palestino, que lidera a Igreja Evangélica Luterana na Jordânia e na Terra Santa, e viajou para o sínodo a convite.
A Igreja Episcopal Anglicana dos EUA também está tratando do assunto em um sínodo esta semana. Pesa contra Israel o apoio do prêmio Nobel da Paz, bispo anglicano Desmond Tutu, que embora seja sul-africano possui grande influência entre os membros da denominação.
A Igreja Menonita dos EUA irá analisar a proposta de BDS esta semana durante um encontro nacional de lideranças. Conhecida historicamente por sua postura antibélica os menonitas tem feito críticas a maneira como o governo israelense trata os assentamentos palestinos. Embora seja uma tendência, não publicou uma decisão oficial pois seu concílio vai até o dia 5.
Até o momento, o grupo Internacional pró-Israel Stand With Us foi o único a condenar veementemente a decisão das igrejas, descrevendo os ativistas que apoiam a resolução como “extremistas que forçam uma teologia distorcida e preconceituosa, que rejeita a história do povo judeu em Israel e nega-lhes o direito à autodeterminação em sua pátria”.
Quando se fala em BDS, a justificativa é forçar uma solução pacífica na região, ou seja, Israel abrir mão dos territórios ocupados e também da porção oriental de Jerusalém, reivindicada pelos palestinos.
O desinvestimento das denominações não deve ser ignorado. Afinal, muitas dessas grandes denominações possuem portfólios de investimento que chegam na casa dos bilhões de dólares.
Esse tipo de anúncio pode gerar uma baixa no preço das ações de empresas que fazem negócios com Israel, o que as forçaria a quebrar os contratos para evitar perdas financeiras. Pelo menos duas empresas de peso na área de tecnologia (Veolia e Orange) já consideram encerrar suas atividades por lá.
Para o governo de Israel, todo o movimento BDS visa enfraquecer a economia israelense, minar a legitimidade da existência de um Estado judeu e mostra uma atitude antissemita. Com informaçõesChristian Today, Jerusalém Post e Mídia sem Máscara
Assista um documentário sobre o BDS:

https://youtu.be/5lyx_ydfJv4


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/bds-igrejas-contra-israel-palestina/?utm_source=feedburner&utm_medium=overbo

terça-feira, 30 de junho de 2015

Volta ao nazismo: Vaticano assina tratado com Estado terrorista

Volta ao nazismo: Vaticano assina tratado com Estado terrorista

Pamela Geller
Exatamente como ocorreu com a Alemanha nazista, o Vaticano está do lado errado da história — de novo.
Num supremo ato de servilismo e submissão ao islamismo, o Vaticano assinou um tratado com a entidade terrorista, eufemisticamente conhecida como “o Estado da Palestina.” Reportagem da Associated Press disse que “o Vaticano assinou um tratado com o ‘Estado da Palestina’ na sexta-feira, dizendo que esperava que seu reconhecimento legal do Estado ajudaria a estimular a paz com Israel e que o próprio tratado serviria como modelo para outros países do Oriente Médio. Paul Gallagher, ministro das relações exteriores do Vaticano, e o ministro palestino das relações exteriores, Riad al-Malki, assinaram o tratado numa cerimônia dentro do Vaticano.”

O Vaticano dizendo que esperava que seu “reconhecimento legal do Estado ajudaria a estimular a paz com Israel” é só algumas das conversas tolas e absurdas que acompanharam esse “tratado.” Por que o fato de que o Vaticano reconheceu o “Estado da Palestina” ajudaria a estimular a paz com Israel? Se os terroristas islâmicos obtiveram reconhecimento oficial do Vaticano ao se recusarem a fazer a paz e ao se recusarem a reconhecer o Estado judeu, por que isso levaria à “paz”? O terrorismo funciona, por que parar?

Tzipi Hotovely, vice-ministro das relações exteriores de Israel, disse: “Os palestinos continuam a agir unilateralmente e isso nos distancia de qualquer chance de manter diálogo direto. Lamento que o Vaticano tenha decidido participar de um passo que descaradamente ignora a história do povo judeu em Israel e Jerusalém. Qualquer tentativa dos palestinos ou qualquer outro envolvido de minar nosso direito histórico a Jerusalém e a nosso país será recebida com oposição ferrenha de nós.”

Emmanuel Nahshon, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, frisou que o tratado era unilateral, em que não fazia nenhum reconhecimento “dos direitos históricos do povo judeu na Terra de Israel e aos lugares santos para o judaísmo em Jerusalém.” Outro porta-voz de Israel “expressou desapontamento quando o Vaticano anunciou no mês passado que havia alcançado um acordo final com o ‘Estado da Palestina’ sobre o tratado que regulamenta a vida da Igreja Católica nos territórios palestinos.”

“Desapontamento” é uma palavra suave para isso. “Indignação” e “nojo” seriam mais apropriados. Décadas de terrorismo e matanças estão agora sendo recompensados pela sede da Igreja Católica. O Vaticano recompensou com reconhecimento oficial a “Palestina,” que se recusa a viver lado a lado com o minúsculo Estado judaico.

A matança indiscriminada de cristãos pelos mesmos adeptos da ideologia do “Estado palestino” é em grande parte ignorada pelo Vaticano. Em vez disso, vastas declarações de imbecilidade são anunciadas com solenidade, tais como “igualar o islamismo com violência é errado.” E assim por diante.

Os cristãos estão sendo massacrados num genocídio brutal na guerra santa islâmica que está assolando o Oriente Médio, e a Santa Sé está dando recompensas aos que executam cristãos.

A França também reconheceu recentemente o “Estado palestino,” e vemos como isso está funcionando para eles — com ataques terroristas islâmicos em Paris nos escritórios do Charlie Hebdo e no supermercado kosher Hyper Cacher em janeiro, e nos escritórios da companhia de gás Air Products em Grenoble na semana passada. O Vaticano pode esperar mais do mesmo.

Além disso, o reconhecimento que o Vaticano fez de um “Estado da Palestina” não tem nenhuma base na história ou qualquer outra coisa. Não existe uma etnia “palestina”: Isso foi inventado pela União Soviética e Yasser Arafat na década de 1960 como arma para destruir o Estado de Israel. Nunca existiu um Estado independente da Palestina. Nunca existiu um Reino da Palestina. Nunca existiu nenhuma República da Palestina. Nada. Nem mesmo em livros de história. A bandeira palestina de 1939 apresentava um Estrela de Davi: era um regime judeu.

Para que não nos esqueçamos, depois de derrotar os judeus, o Império Romano mudou o nome de Israel para Palestina para humilhá-los. Palestina era um nome derivado do nome dos piores inimigos de Israel na Bíblia: os filisteus. Israel é a Palestina. Um nome mais apropriado para o Estado terrorista da “Palestina” seria “terra dos filisteus.”
E antes de existir um Vaticano, os judeus viviam em Israel. Nenhuma declaração do Vaticano pode mudar a realidade: Israel é a terra dos judeus.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND: 1933 redux: Vatican signs treaty with terror state

Leitura recomendada:


Twitter em português: http://twitter.com/juliosevero
Twitter in English: http://twitter.com/julioseveroUS
Tea Party Community: https://www.teapartycommunity.com/JulioSevero/
Facebook: http://www.facebook.com/pages/Blog-Julio-Severo/185623904807430


Livro gratuito: http://bit.ly/11zFSqq
Novo Testamento gratuito em mp3 dramatizado com música

Para fazer o download, siga este link:

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Novo tratado do Vaticano reconhece “Estado da Palestina”

14 de maio de 2015



Novo tratado do Vaticano reconhece “Estado da Palestina”

BarbWire
Um acordo divulgado na quarta-feira é o primeiro documento oficial do Vaticano que se refere à Palestina como Estado, um passo que constitui reconhecimento real do território disputado como um país dos palestinos
Palestinos no Vaticano
A Santa Sé, a entidade oficial que representa os interesses da Igreja Católica Romana no exterior, publicou o texto do tratado antes da sua assinatura oficial. O acordo envolve “aspectos essenciais da vida e atividade da Igreja Católica na Palestina,” e age para normalizar a diplomacia direta entre a Santa Sé e os palestinos.
Enquanto as conversações de paz estão num impasse entre Israel e os palestinos em anos recentes, a estratégia mais recente do presidente Mahmoud Abbas tem sido buscar uma condição normal em centros internacionais, tais como a ONU e agências ligadas. No final do ano passado, Abbas solicitou ser membro do Tribunal Criminal Internacional, uma medida que ele espera levará a uma investigação de crimes de guerra cometidos por Israel contra a Palestina.
No passado, o Vaticano era representado nos territórios palestinos por meio de uma “delegação apostólica” informal diante da Organização para a Libertação da Palestina. O Vaticano também mantém uma nunciatura apostólica, que equivale a uma embaixada normal, em Israel.
O Papa Francisco tem feito do conflito palestino-israelense uma das metas principais de seu reinado. No ano passado, ele recebeu como convidados Abbas e o presidente israelense Shimon Peres no Vaticano para uma “cúpula de rezas” como sinal de boa fé entre os líderes.
Antes do anúncio do tratado, Francisco já tinha agenda marcada para se encontrar com Abbas no sábado próximo. No domingo, ele reconhecerá duas freiras palestinas do século XIX como santas católicas, na presença de Abbas.
Os cristãos constituem menos de dez por cento dos árabes palestinos na Margem Ocidental, uma herança que eles traçam desde a época de Jesus. Membros de denominações que incluem o catolicismo romano, os ortodoxos orientais e várias igrejas protestantes têm sido historicamente ativas na sociedade e políticas palestinas. Devido a décadas de instabilidade nos territórios palestinos, muitos cristãos palestinos têm buscado refúgio na Europa e no continente americano.
Traduzido por Julio Severo do artigo original do BarbWire: New Vatican Treaty Recognizes ‘State Of Palestine’
Leitura recomendada:
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...