COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

França: Islamistas do Facebook Atacam em Bandos

  • Os "centros moderadores" das empresas de redes sociais estão, via de regra, localizados em países francófonos com mão-de-obra barata, no Norte da África e Madagascar. Na França há fortes rumores segundo os quais os moderadores do Facebook estão localizados em países muçulmanos de língua francesa como a Tunísia, Argélia e Marrocos. O Facebook jamais confirma nem nega a terceirização de seu trabalho de "moderação" a empresas que empregam mão-de-obra muçulmana barata no Norte da África.
  • Não causa espécie o fato que os disseminadores de ódio muçulmanos continuem proliferando no Facebook, enquanto os anti-islamistas são hostilizados e veem suas contas excluídas.
  • Esses usuários do Facebook, assim como dezenas de outros, são vítimas de "bandos" islamistas. Uma vez que as opiniões e análises desses usuários do Facebook ficam sob a lupa da rede social, eles são acusados de "racistas" e "islamófobos" ao Facebook e as suas contas são então excluídas.
Fatiha Boudjalat, cofundadora do movimento secularista Viv(r)e la République, é uma figura proeminente do anti-islamismo na França. Ela é constantemente entrevistada pelas redes de rádio e TV e seus artigos opinativos são corriqueiramente publicados no Le Figaro. Recentemente, Boudjalat teceu pesadas críticas no Facebook a uma funcionária do governo, islamista, que atende pelo nome de Sonia Nour por ela ter chamado o assassino islamista, de origem tunisina, de duas mulheres em Marselha, de "mártir". Poucas semanas depois, a conta de Boudjalat no Facebook foi excluída.
Ela não está sozinha quanto a ser alvo de islamistas no Facebook. Leila Ourzik, artista que vive em Grigny, subúrbio de maioria muçulmana, não muito longe de Paris, também é uma muçulmana que come e bebe, não às escondidas, durante o Ramadã e se opõe ao uso do véu islâmico. Devido ao seu comportamento 'não islâmico', ela é abertamente insultada e ameaçada todo santo dia, como também o é nas redes sociais. No Facebook, Ourzik virou alvo. Os islamistas a fustigam com insultos e ameaças, publicaram sua foto em sites de pornografia e no final lograram a exclusão de sua conta no Facebook. De repente, sem mais nem menos, sua conta no Facebook estava fechada. "Não uma vez, inúmeras vezes", salienta ela ao Gatestone Institute. Por que isso? "Não sei, eles nunca dizem o porquê. Um belo dia a conta é encerrada, tudo é excluído".
Olivier Aron, dentista e ex-político, foi excluído durante semanas do Facebook. Aron participa ativamente de debates sobre o Islã e o islamismo. Ele também não é nada tímido. No Facebook, ele refuta os islamistas. Os islamistas, por sua vez, não parecem estar interessados no debate. Estão sim, ao que tudo indica, interessados em censurar. Segundo Aron, muitos se queixaram para o Facebook. "Acho que eles me acusaram de racista e islamófobo", salientou Aron. "A intimidação está em todos os lugares. Um estranho descobriu o número do meu telefone e todos os meus contatos e os enviou aos seus amigos. "As consequências não demoraram a aparecer. O assistente de Aron em seu consultório recebeu um telefonema assustador: "Diga ao Dr. Aron que em breve o "Kelkal" irá ao seu encalço". Kelkal, terrorista islamista argelino, ex-integrante do Grupo Islâmico Armado (GIA) e responsável pela onda de ataques na França ocorrida no verão de 1995. Embora Kelkal tenha sido morto pela polícia há 20 anos, para muitos muçulmanos radicalizados, ele continua sendo o protótipo do jihadista "moderno".
Na primavera passada, Michel Renard, professor de história em Saint Chamond, também foi excluído do Facebook. "Sem ser informado, sem nenhuma possibilidade de falar com ninguém, de repente todos os meus textos sumiram", ressaltou ele ao Gatestone Institute. Renard publicou análises minuciosas sobre o islamismo. "Mas", salientou ele, "os islamistas são extremamente atuantes no Facebook. Eles insultam, eles ameaçam". Muito embora os alunos de Renard tenham se recusado a serem "amigáveis" com ele no Facebook, "seus pais se queixaram ao diretor da escola... A intimidação está em toda parte, na vida real e na Internet".
Esses usuários do Facebook, assim como dezenas de outros, são vítimas de "bandos" islamistas. Uma vez que as opiniões e análises desses usuários do Facebook ficam sob a lupa da rede social, eles são acusados de "racistas" e "islamófobos" ao Facebook e as suas contas são então excluídas.
Na França, o Facebook exclui milhares de contas a cada ano. Seria interessante saber quantas dessas contas foram excluídas porque seus titulares questionaram o islamismo, no entanto ninguém sabe: o Facebook nunca se comunica de forma clara, apenas por declarações padrão insossas que indubitavelmente têm como objetivo não explicar nada.




quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Os cristãos devem apoiar Israel, pois é o único país do Oriente Médio que protege cristãos dos radicais islâmicos

Israel é o único país do Oriente Médio que protege cristãos dos radicais islâmicos, diz Netanyahu

Publicado por Tiago Chagas em 22 de dezembro de 2015 
Israel é o único país do Oriente Médio que protege cristãos dos radicais islâmicos, diz Netanyahu
Primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou recentemente que Israel é o único país do Oriente Médio a proteger os cristãos da violência dos extremistas muçulmanos.
A afirmação foi feita, através de vídeo, durante um fórum dedicado a cristãos israelenses, e o líder político do país destacou que o número de cristãos sendo perseguidos e mortos por radicais islâmicos no Oriente Médio é escandaloso.
“Vocês sabem muito bem que a nossa região está em chamas e os cristãos no Iraque, na Síria e, infelizmente, sob a Autoridade Palestina, estão sofrendo muito por causa do Islã radical. Essas comunidades têm sido perseguidas, e, infelizmente, muitas pessoas perderam suas vidas por causa de sua fé”, disse Netanyahu, de acordo com informações do Christian Headlines.
A seguir, o primeiro-ministro lembrou que “radicais islâmicos não fazem qualquer diferença entre cristãos, judeus e muçulmanos que rejeitem seu extremismo”, o que, naturalmente, transforma a todos que se encaixem nessas descrições como inimigos: “São todos os infiéis que devem ser mortos”, disse, reproduzindo o pensamento dos radicais.

“Por isso, agora mais do que nunca, é claro que o único Estado do Oriente Médio que protege as minorias – onde os cristãos vivem em paz e onde a sua comunidade está crescendo – é o Estado de Israel”, frisou, antes de observar que o oposto acontece nas áreas sob administração da Autoridade Palestina, como a faixa de Gaza, por exemplo.
Atualmente, o governo israelense tem precisado lidar com confrontos entre judeus e muçulmanos no Monte do Templo, em Jerusalém, local onde está a mesquita Al-Aqsa, uma das três mais simbólicas para o islamismo, e onde, no passado, existia o Templo erguido pelo rei Salomão, como descrito na Bíblia Sagrada.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

PERSEGUIÇÃO AOS CRISTÃOS DA TANZÂNIA


Multidão de ativistas muçulmanos queima igrejas cristâs na Tanzânia

Por Dan Martins em 11 de novembro de 2012 
Multidão de ativistas muçulmanos queima igrejas cristâs na Tanzânia
Na última semana vários cristãos da Tanzânia precisaram buscar um lugar alternativo para a realização do culto de domingo, depois de terem suas igrejas incendiadas por militantes islâmicos.
Pelo menos três Igrejas da região foram atacadas e, segundo autoridades locais, os extremistas danificaram também outras propriedades cristãs na maior cidade do país do Leste Africano.
Os ataques ocorreram em Dar es Salaam e, de acordo com o Portas Abertas, foram presos 122 seguidores do grupo islâmico separatista da Associação para Mobilização e Propagação Islâmica (UAMSHO, sigla em inglês) que estariam envolvidos com os ataques.
De acordo com testemunhas, em ataques ocorridos no dia 12 de outubro. a bandeira da UAMSHO foi levantada sobre a Igreja Evangélica Assembleia de Deus da Tanzânia durante confrontos que também envolveram a destruição de lojas e outros comércios.
Os relatos são de que a onda de violência foi provocada por um incidente acontecido em 10 de outubro, em que um rapaz cristão teria profanado o Alcorão. Quando a polícia levou o rapaz sob custódia, a multidão invadiu a delegacia, exigindo que ele seja entregue para a punição. Membros do UAMSHO teriam utilizado o incidente como forma de aumentar as tensões na região, como parte de sua campanha para tornar o arquipélago de Zanzibar independente da Tanzânia continental
Esses ataques são um reflexo do constante aumento da violência contra os cristãos no continente, que é ainda maior em Zanzibar, que é um território de maioria muçulmana.
-As Igrejas estão com muito medo dos separatistas do UAMSHO, temendo que tumultos despontem novamente – declarou um pastor local, que falou anonimamente com a agência de notícias Barnabas Fund.
Por Dan Martins, para o Gospel+
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