COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Vaticano apoia plano de denominar praça, em Roma, em homenagem a Martinho Lutero


Vaticano apoia plano de denominar praça, em Roma, em homenagem a Martinho Lutero

O Vaticano apoiou a nomeação de uma praça no centro de Roma com o nome de Martinho Lutero, reformador da Igreja excomungado pelo papa a quase 500 anos.
Sacerdote católico alemão e teólogo, Lutero foi figura-chave na Reforma Protestante e provocou considerável polêmica ao desafiar a autoridade da Igreja Católica. Ele denunciou a corrupção que viu entre clero em Roma e acreditava que a salvação vinha através da fé somente – opiniões que não se coadunavam bem com as do Papa Leão X.
A reportagem é de Rosie Scammell, publicada por Religion News Service, 27-08-2015. A tradução é de Isaque Gomes Correa.
Lutero foi excomungado em 1521 e jamais foi autorizado a voltar para a Igreja Católica, mas hoje as opiniões do Vaticano mudaram.
No próximo mês, uma praça em Roma deve ser batizada com o nome “Piazza Martin Lutero”, em memória às realizações do religioso. O local escolhido é o Monte Ópio (ou Opiano), área de estacionamento com vista para oColiseu.
Segundo o jornal italiano La Repubblica, o movimento vem sendo proposto há seis anos, na sequência de um pedido apresentado pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, denominação protestante.
O plano original envolvia inaugurar a praça em tempo para o 500º aniversário da histórica viagem de Lutero a Roma em 2010. As autoridades municipais não tiveram tempo suficiente para debater o processo que envolve a nomeação da praça, razão da demora.
Apesar de Lutero ter sido expulso da Igreja Católica, o Vaticano reagiu positivamente à notícia da iminente inauguração da praça.
“Trata-se uma decisão tomada pela prefeitura de Roma, que conta com o apoio dos católicos, estando em harmonia com o diálogo iniciado com o seu Concílio Ecumênico”, disse o Pe. Ciro Benedettini, vice-diretor da Sala de Imprensa do Vaticano.
Este movimento contrasta com o que Lutero percebeu na época de sua visita à cidade romana, quando teria proferido o ditado: “Se há um inferno, Roma foi construída sobre ele”.
O diálogo entre os luteranos – denominação protestante que segue os ensinamentos de Lutero – e a Igreja Católica foi cimentado em um documento assinado por bispos das duas igrejas em 2013. O Papa Francisco também demostrou abertura a diferentes igrejas no começo deste ano ao apoiar a necessidade de uma voz cristã mais unificada na Europa.
Na Itália, todavia, há muito poucos protestantes; apenas 435 mil cidadãos italianos se identificam como tal, segundo uma pesquisa publicada em 2012 pelo Centro de Estudos de Novas Religiões. O catolicismo continua a ser a religião dominante, com 97,9% dos 60 milhões de residentes no país se identificando como católicos romanos.
Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/546260-vaticano-apoia-plano-de-denominar-praca-em-roma-em-homenagem-a-martinho-lutero
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sexta-feira, 31 de julho de 2015

Brasil não reconhece mais Jerusalém como capital de Israel

Brasil não reconhece mais Jerusalém como capital de Israel

Governo Dilma tenta apagar decisão histórica de Oswaldo Aranha

Jarbas Aragão
Comentário de Julio Severo: A matéria a seguir, do GospelPrime, revela que o governo de Dilma parou de reconhecer Jerusalém como capital de Israel. Estou surpreso, pois eu não sabia que o governo brasileiro fazia esse reconhecimento. Como maior país católico do mundo, era de esperar que o Brasil seguisse o Vaticano, que nunca reconheceu Jerusalém como capital de Israel. Aliás, a postura tradicional do Vaticano, que não difere muito da postura do governo socialista do Brasil, é ser contra Israel. A única grande exceção no Brasil católico era Dom Pedro II que, apesar de católico, amava muito os judeus. Mas ele foi derrubado. Entretanto, o pior é que os EUA, a maior nação evangélica do mundo e que se dizem aliados de Israel, nunca reconheceram Jerusalém como capital de Israel. Agora, o Brasil entrou oficialmente no mesmo barco do Vaticano e dos EUA. Eis a matéria do GospelPrime:
O moderno Estado de Israel reconhece que a articulação do diplomata brasileiro Oswaldo Aranha foi fundamental. Ele foi nomeado Presidente da Assembleia Geral da ONU, quando foi votada e aprovada a independência do Estado Judeu, após quase dois mil anos. A gratidão dos judeus é grande até hoje, sendo que existe uma rua em Tel Aviv com o nome dele.
Durante muitos anos os dois países tiveram boas relações. Contudo, desde o primeiro mandato de Dilma, isso foi se deteriorando. Ano passado, o Brasil foi um dos 29 países no Conselho de Direitos Humanos da ONU que votaram para a ONU investigar as ações de Israel contra terroristas islâmicos em Gaza (17 países se abstiveram, e apenas os EUA se opuseram).
Além disso, o Embaixador do Brasil em Tel Aviv foi chamado a Brasília para consultas. Cogitou-se que os países poderiam romper as relações diplomáticas. Após o imbróglio, o porta-voz do Ministério do Exterior, Yigal Palmor decretou: “Esta é uma demonstração lamentável porque o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um ‘anão diplomático’”.
Agora, o portal Gospel Prime teve acesso ao passaporte de crianças brasileiras nascidas em Jerusalém. Estranhamente, cita-se a cidade, mas o espaço para o país é deixado em branco. Trata-se de um documento oficial, o que revela ser essa uma decisão federal.
Embora não tenha afirmado isso publicamente, o Brasil parece estar seguindo os passos dos Estados Unidos, que no mês passado parou de emitir passaportes de filhos de americanos nascidos em Jerusalém com a identificação que a cidade, de fato, fica em Israel.
Conforme previam analistas, essa decisão parece ter criado um efeito dominó, influenciando outras nações. Desde sua vitória na Guerra dos Seis Dias (1967), Israel reivindica Jerusalém como sua a capital “histórica e indivisível”. Os palestinos consideram a parte oriental da cidade como “território ocupado” e objeto de disputa.
Existem fortes indícios que o Conselho de Segurança da ONU deverá votar uma resolução para estabelecer definitivamente um Estado palestino. A atitude do Itamaraty indica que desta vez, o povo de Israel não poderá contar com o apoio dos diplomatas brasileiros.
A denúncia foi encaminhada ao Gospel Prime pela pastora Jane Silva. Ela conta que ligou para a Embaixada do Brasil em Tel Aviv e falou com o Conselheiro Sergio Pena. Ele confirmou a ordem do governo brasileiro e justificou que Jerusalém não pertence ao Estado Israel.
Fonte: GospelPrime
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quinta-feira, 2 de julho de 2015

Mais igrejas se unem em movimento contra Israel

Mais igrejas se unem em movimento contra Israel

Sínodos mostram tendência de forçar entrega de territórios a palestinos

Por Jarbas Aragão

Mais igrejas se unem em movimento contra Israel
Mais igrejas se unem em movimento contra Israel

A iniciativa internacional conhecida como “Boicote, desinvestimento e sanções” (BDS) é um movimento contra Israel que vem crescendo entre igrejas do hemisfério norte. No mês passado, o 
Vaticano reconheceu a Palestina como uma nação independente ONU – e o assunto voltou a ser debatido no meio eclesiástico.
As igrejas que se movimentam nesse sentido em geral pregam uma teologia liberal que defende o casamento gay e a ordenação de pastores homoafetivos. Nos últimos anos várias dessas denominações se pronunciaram contra Israel, exigindo o reconhecimento da Palestina como nação independente e a “devolução” dos territórios anexados na Guerra dos Seis dias em 1967.
Obviamente, se esquecem que essas porções de terra nunca pertenceram a uma Palestina e sim a países como Jordânia, Síria e Líbano, que não lutam para recuperá-las.
Entre os movimentos anteriores, tiveram maior destaque:
2005 – Igreja Presbiteriana dos EUA (PCUSA) adere ao BDS
2006 – A Comunhão Anglicana – que reúne as Igrejas Episcopais do Reino Unido – aprova o BDS contra Israel
2010 – Conselho Mundial de Igrejas pede boicote de produtos de Israel
2011 – A Igreja Unida do Canadá decide pelo boicote
2015 – A Igreja Nacional da Finlândia, de origem luterana, anuncia seu boicote
Dentro desse crescimento, três outras denominações estão anunciando sua adesão. A Igreja Unida de Cristo (EUA), mais conservadora, realizou um sínodo onde aprovou a resolução de BDS contra Israel.
“Ao aprovar esta resolução, a Igreja Unida de Cristo tem demonstrado seu compromisso com a justiça e igualdade”, disse o pastor Mitri Raheb, um líder cristão palestino, que lidera a Igreja Evangélica Luterana na Jordânia e na Terra Santa, e viajou para o sínodo a convite.
A Igreja Episcopal Anglicana dos EUA também está tratando do assunto em um sínodo esta semana. Pesa contra Israel o apoio do prêmio Nobel da Paz, bispo anglicano Desmond Tutu, que embora seja sul-africano possui grande influência entre os membros da denominação.
A Igreja Menonita dos EUA irá analisar a proposta de BDS esta semana durante um encontro nacional de lideranças. Conhecida historicamente por sua postura antibélica os menonitas tem feito críticas a maneira como o governo israelense trata os assentamentos palestinos. Embora seja uma tendência, não publicou uma decisão oficial pois seu concílio vai até o dia 5.
Até o momento, o grupo Internacional pró-Israel Stand With Us foi o único a condenar veementemente a decisão das igrejas, descrevendo os ativistas que apoiam a resolução como “extremistas que forçam uma teologia distorcida e preconceituosa, que rejeita a história do povo judeu em Israel e nega-lhes o direito à autodeterminação em sua pátria”.
Quando se fala em BDS, a justificativa é forçar uma solução pacífica na região, ou seja, Israel abrir mão dos territórios ocupados e também da porção oriental de Jerusalém, reivindicada pelos palestinos.
O desinvestimento das denominações não deve ser ignorado. Afinal, muitas dessas grandes denominações possuem portfólios de investimento que chegam na casa dos bilhões de dólares.
Esse tipo de anúncio pode gerar uma baixa no preço das ações de empresas que fazem negócios com Israel, o que as forçaria a quebrar os contratos para evitar perdas financeiras. Pelo menos duas empresas de peso na área de tecnologia (Veolia e Orange) já consideram encerrar suas atividades por lá.
Para o governo de Israel, todo o movimento BDS visa enfraquecer a economia israelense, minar a legitimidade da existência de um Estado judeu e mostra uma atitude antissemita. Com informaçõesChristian TodayJerusalém Post e Mídia sem Máscara
Assista um documentário sobre o BDS:

https://youtu.be/5lyx_ydfJv4


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/bds-igrejas-contra-israel-palestina/?utm_source=feedburner&utm_medium=overbo

terça-feira, 30 de junho de 2015

Volta ao nazismo: Vaticano assina tratado com Estado terrorista

Volta ao nazismo: Vaticano assina tratado com Estado terrorista

Pamela Geller
Exatamente como ocorreu com a Alemanha nazista, o Vaticano está do lado errado da história — de novo.
Num supremo ato de servilismo e submissão ao islamismo, o Vaticano assinou um tratado com a entidade terrorista, eufemisticamente conhecida como “o Estado da Palestina.” Reportagem da Associated Press disse que “o Vaticano assinou um tratado com o ‘Estado da Palestina’ na sexta-feira, dizendo que esperava que seu reconhecimento legal do Estado ajudaria a estimular a paz com Israel e que o próprio tratado serviria como modelo para outros países do Oriente Médio. Paul Gallagher, ministro das relações exteriores do Vaticano, e o ministro palestino das relações exteriores, Riad al-Malki, assinaram o tratado numa cerimônia dentro do Vaticano.”

O Vaticano dizendo que esperava que seu “reconhecimento legal do Estado ajudaria a estimular a paz com Israel” é só algumas das conversas tolas e absurdas que acompanharam esse “tratado.” Por que o fato de que o Vaticano reconheceu o “Estado da Palestina” ajudaria a estimular a paz com Israel? Se os terroristas islâmicos obtiveram reconhecimento oficial do Vaticano ao se recusarem a fazer a paz e ao se recusarem a reconhecer o Estado judeu, por que isso levaria à “paz”? O terrorismo funciona, por que parar?

Tzipi Hotovely, vice-ministro das relações exteriores de Israel, disse: “Os palestinos continuam a agir unilateralmente e isso nos distancia de qualquer chance de manter diálogo direto. Lamento que o Vaticano tenha decidido participar de um passo que descaradamente ignora a história do povo judeu em Israel e Jerusalém. Qualquer tentativa dos palestinos ou qualquer outro envolvido de minar nosso direito histórico a Jerusalém e a nosso país será recebida com oposição ferrenha de nós.”

Emmanuel Nahshon, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, frisou que o tratado era unilateral, em que não fazia nenhum reconhecimento “dos direitos históricos do povo judeu na Terra de Israel e aos lugares santos para o judaísmo em Jerusalém.” Outro porta-voz de Israel “expressou desapontamento quando o Vaticano anunciou no mês passado que havia alcançado um acordo final com o ‘Estado da Palestina’ sobre o tratado que regulamenta a vida da Igreja Católica nos territórios palestinos.”

“Desapontamento” é uma palavra suave para isso. “Indignação” e “nojo” seriam mais apropriados. Décadas de terrorismo e matanças estão agora sendo recompensados pela sede da Igreja Católica. O Vaticano recompensou com reconhecimento oficial a “Palestina,” que se recusa a viver lado a lado com o minúsculo Estado judaico.

A matança indiscriminada de cristãos pelos mesmos adeptos da ideologia do “Estado palestino” é em grande parte ignorada pelo Vaticano. Em vez disso, vastas declarações de imbecilidade são anunciadas com solenidade, tais como “igualar o islamismo com violência é errado.” E assim por diante.

Os cristãos estão sendo massacrados num genocídio brutal na guerra santa islâmica que está assolando o Oriente Médio, e a Santa Sé está dando recompensas aos que executam cristãos.

A França também reconheceu recentemente o “Estado palestino,” e vemos como isso está funcionando para eles — com ataques terroristas islâmicos em Paris nos escritórios do Charlie Hebdo e no supermercado kosher Hyper Cacher em janeiro, e nos escritórios da companhia de gás Air Products em Grenoble na semana passada. O Vaticano pode esperar mais do mesmo.

Além disso, o reconhecimento que o Vaticano fez de um “Estado da Palestina” não tem nenhuma base na história ou qualquer outra coisa. Não existe uma etnia “palestina”: Isso foi inventado pela União Soviética e Yasser Arafat na década de 1960 como arma para destruir o Estado de Israel. Nunca existiu um Estado independente da Palestina. Nunca existiu um Reino da Palestina. Nunca existiu nenhuma República da Palestina. Nada. Nem mesmo em livros de história. A bandeira palestina de 1939 apresentava um Estrela de Davi: era um regime judeu.

Para que não nos esqueçamos, depois de derrotar os judeus, o Império Romano mudou o nome de Israel para Palestina para humilhá-los. Palestina era um nome derivado do nome dos piores inimigos de Israel na Bíblia: os filisteus. Israel é a Palestina. Um nome mais apropriado para o Estado terrorista da “Palestina” seria “terra dos filisteus.”
E antes de existir um Vaticano, os judeus viviam em Israel. Nenhuma declaração do Vaticano pode mudar a realidade: Israel é a terra dos judeus.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND: 1933 redux: Vatican signs treaty with terror state

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sábado, 23 de maio de 2015

A KGB inventou a Teologia da Libertação? Simples demais…

23 de maio de 2015



A KGB inventou a Teologia da Libertação? Simples demais…

Luiz Sérgio Solimeo
Um ex-membro do Serviço Secreto da Romênia comunista que fugiu para o Ocidente nos anos 1970, Ion Pacepa (foto acima), concedeu recente entrevista à Catholic News Agency, na qual descreve como a KGB  (serviço secreto e polícia política soviética) teria criado a Teologia da Libertação.
Ion Pacepa
“O movimento nasceu na KGB e tinha um nome inventado pela KGB: Teologia da Libertação”, afirma Pacepa. E conta como Krushev e um general russo infiltraram agentes no Conselho Mundial das Igrejas e por esse meio manobraram um grupo de bispos sul-americanos reunidos em Medellin, Colômbia, em 1968.

A realidade é mais complexa

Embora não se possa descartar a ação de Moscou na difusão desse movimento revolucionário, a realidade, no entanto, é muito mais complexa: a Teologia da Libertação foi fruto de um longo processo no interior de setores da Igreja, trabalhados pelo Modernismo e pelas filosofias imanentistas modernas, bem como pela influência do protestantismo liberal.
Assim, devemos traçar suas origens, para não ir mais longe, aos pontificados dos Papas Leão XIII (1878-1903) e São Pio X (1903-1914).

Heresia Modernista

Por meio de vários documentos e medidas disciplinares, o Papa São Pio X condenou um conjunto de erros filosóficos, teológicos, morais e sociais que fermentavam há tempos em instituições de ensino eclesiásticas. A esse conjunto  que ele afirma ser a síntese de todas as heresias” , deu o nome de Modernismo. Trata-se da heresia Modernista.
O Modernismo  descrito especialmente na Encíclica Pascendi Dominici Greges, de 1907  é uma versão mais radical do liberalismo católico, que tenta infiltrar na Igreja o espírito e a mentalidade do mundo. O Modernismo é fundamentalmente naturalista e imanentista, negando o sobrenatural e a transcendência divina, e reduzindo a religião a um mero sentimento, sem verdades dogmáticas nem preceitos morais imutáveis.
Embora o Modernismo tenha sido condenado por São Pio X, infelizmente, seu espírito e muitas de suas doutrinas e metas continuaram a serpentear nos meios eclesiásticos e leigos. Em 1910 o santo Pontifice publicou o Motu Proprio Sacrorum Antistitum, no qual afirmava: “Os modernistas, mesmo depois que a Encíclica Pascendi dominici gregis arrancou-lhes a máscara com que se cobriam, não abandonaram seus desígnios de perturbar a paz da Igreja. Eles, com efeito, não cessaram de procurar e agrupar em uma sociedade secreta novos adeptos… [Eles] estão injetando o virus de sua doutrina nas veias da sociedade Cristã”. [1]

“Nouvelle Théologie”

Os erros teológicos e filosóficos disseminados por essa sociedade secreta modernista foram condenados mais tarde, em 1950, pelo Papa Pio XII, por meio da Enciclica Humani Generis. Entre os erros condenados está o naturalismo e o “evolucionismo místico” de Teilard de Chardin, o qual identificava Jesus Cristo com a evolução, tornando assim irrisória qualquer verdade dogmática ou moral ensinada pela Igreja. Essa corrente tornou-se conhecida como “Nouvelle Théologie”, por serem seus mentores sobretudo franceses.

Modernismo sócio-político-econômico

O aspecto sócio-econômico dessa fermentação teológica modernista foi representada no começo do século XX por Le Sillon (“o sulco”), de Marc Sangnier. Esse movimento leigo pregava um igualitarismo sócio-economico radical, tendo por isso sido condenado igualmente por São Pio X, em 1910, através da Carta Apostólica Notre Charge Apostolique.
Essa tendência foi sistematizada mais tarde em termos filosóficos por Jacques Maritain, filósofo francês convertido ao Catolicismo, no seu livro Humanismo Integral (1936), que o Pe. Anonio Messineo S.J. qualificou de “naturalismo integral” nas páginas da Civiltá Cattolica.[2]
Em seu livro, embora Maritain critique o ateísmo e o totalitarismo do comunismo, ele elogia “a profunda intuição” de Marx; intuição que Maritain acredita “ser o grande fulgor de verdade que percorre toda a obra de Marx.” Esse “fulgor de verdade” é a tese de Marx da “alienação imposta pela sociedade capitalista à mão de obra e a desumanização que atinge tanto o proletariado como os proprietários.” [3]
Ou seja, Maritain aceita a essência do marxismo, que é a luta de classes e o papel “redentor” do proletariado. E ele diz ser papel dos católicos desengajarem o “fulgor de verdade” da doutrina marxista, de seu arcabouço filosófico ateu. Porque, diz ele “por maior que fosse a aversão pessoal de Marx pelo cristianismo, essa intuição, em si mesma, é impregnada dos valores judeo­-cristãos.”[4]
Contrariando o anticomunismo católico que então imperava, Maritains sugere uma “Terceira posição” ou “Terceira via” nem capitalista nem comunista.
Esse livro tornou-se a como que a “cartilha” do movimento da Ação Católica e de seu braço político, a Democracia Cristã, em especial na América Latina.
Essa pretensa neutralidade entre o capitalismo e o socialismo foi conduzindo a Ação Católica e a Democracia Cristã cada vez mais para a esquerda.

A “Terceira Posição”: “Nenhum inimigo à esquerda; nenhum amigo na Direita”

Em 1947 reuniu-se em Montevidéu, Uruguai, o I Congresso da Democracia Cristã na América, com o fito de expandir a “Terceira Posição” maritainiana. A declaração final do evento afirmava que os democrata-cristãos baseavam-se na doutrina social da Igreja e no “Humanismo Integral” de Maritain. O documento criticava o fascismo, o comunismo e o capitalismo. Mas mostrava sua aversão pelo anticomunismo, visto como “promotor de discórdia.[5] Em suma, a “Terceira Posição”, nem capitalista nem comunista, era sobretudo anti-anticomunista, segundo a fórmula “Pas d’ennemis à gauche, pas d’amis a droite;” ou seja, nenhum inimigo entre os esquerdistas nem amigos entre os direitistas.

Da Ação Católica à guerrilha comunista

Com a morte do Papa Pio XII (outubro 1958), a Democracia Cristã começou, na Itália e por toda a parte, a chamada “apertura a sinistra”, aliando-se a partidos socialistas e chegando a falar em um “socialismo cristão.” No Brasil, por exemplo, a juventude da Ação Católica  que constituía a base da Democracia Cristã  foi mais longe e, a partir de 1960 fez aliança com os comunistas no movimento estudantil. Essa aliança foi tão longe que, em 1962, ela se destacou, completamente da Igreja e deu origem a um movimento político socialista, a Ação Popular. Esse movimento levou os antigos jovens católicos a entrar na guerrilha urbana comunista do fim dessa década.
As teorias da Nouvelle Théologie e a filosofia política de Maritain penetraram também nos Seminários por todo o mundo, influenciando os jovens sacerdotes e Religiosos. Ainda no Brasil, em 1969, três noviços Dominicanos, oriundos da Ação Católica, foram presos pela polícia por suas ligações com a guerrilha comunista.

O caldo de cultura da Teologia da Libertação

Foi nesse ambiente de intensa fermentação modernista e esquerdista que teólogos como o uruguaio Juan Luis Segundo, S.J., os brasileiros Hugo Assmann e Frei Leonardo Boff, O.F.M. (foto acima), e o peruano Gustavo Gutierrez lançaram as bases da chmada Teologia da Libertação. Na Argentina essa “teologia” teve um caráter mais populista por causa da influência peronista, tendo como corifeus os padres Juan Carlos Scannone, S.J. e Lucio Gera.

Uma “teologia” latino-americana?

Embora se diga que a Teologia da Libertação seja uma “teologia” latino-americana, na verdade ela é toda calcada em autores europeus, católicos e protestantes, e nos teóricos comunistas Karl Marx e Antonio Gramsci.
O ponto central dessa “teologia” é o endeusamento do pobre, como fez Marx em relação ao “proletário”, apresentando-o como o “Redentor” da humanidade.
A Teologia da Libertação não pretende ajudar o pobre, como os grandes santos da Igreja sempre fizeram, mas apenas servir-se dele. O pobre é apenas uma arma usada contra os “ricos” (todo aquele que goza de boa posição econômica ou social), segundo a teoria marxista da luta de classes.
Da mesma forma, também não deseja melhorar a situação econômica dos países onde atua, mas conduzi-los à miséria, que esses pseudo-teólogos identificam com a “perfeição evangélica”. O seu modelo é Cuba, endeusada como uma espécie de “paraíso na terra,” onde a miséria assumiria um caráter como que “sagrado”. Eles seguem as heresias “miserabilistas” da Idade Média decadente, segundo testemunho de Leonardo e Clodovis Boff: “Inspiradores são também para a Teologia da Libertação, as experiências evangélicas singulares de tantos profetas heretizados … sem esquecer a contribuição preciosa dos movimentos pauperistas medievais de reforma, bem como as postulações evangélicas dos grandes reformadores” [6].
Por este rápido apanhado histórico, vê-se que, com KGB ou sem KGB, a crise interna que grassa na Igreja Católico há tanto tempo teria levado logicamente à Teologia da Libertação.

“Baldeação Ideológica Inadvertida”

É possível que a KGB tenha contribuído na disseminação dessa ideologia político-religiosa, que se apresenta como teologia católica: ela é muito útil para a expansão comunista, sobretudo em meios católicos, e para a manutenção desse regime nos infelizes países que caíram sob seu domínio.
Entretanto, o fator decisivo nos surgimento e proliferação da Teologia da Libertação, e de sua aplicação prática na América Latina, foi a verdadeira “baldeação ideológica inadvertida” [7] ─ para usar a célebre expressão cunhada pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira sofrida por jovens idealistas que entravam para os Seminários ou a Ação Católica e foram sendo conduzidos paulatinamente, de um fervor religioso e da ortodoxia católica, para a afinidade com as teorias marxistas do igualitarismo e da luta de classes.
Portanto, o comunismo, e a KGB, não se encontram no começo do processo que conduziu ao aparecimento da Teologia da Libertação, mas sim no seu final, como consequência necessária da aceitação dos princípios igualitários e evolucionistas dos teóricos heréticos dos inícios do século XX.
Notas
[2] Antonio Messineo, S.J, “Umanesimo Integrale”, Civilta Cattolica, September 1, 1956.
[3] Jacques Maritain, Integral Humanism, Freedom in the Modern World, and A Letter on Independence, University of Notre Dame press, Notre Dame, Indiana, 1996, p. 181.
[4] Id.Ibd. nota 8.
[5] Cf. Aureo Busetto, A democracia cristã no Brasil: princípios e práticas, UNESP, 2001, pp. 28-30.
[6] Leonardo Boff e Clodovis Boff, Como Fazer Teologia da Libertação, Vozes, Petrópolis, 1986, p. 57.
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Fim do comunismo não foi bom para o catolicismo?

sábado, 22 de fevereiro de 2014

CASO MUITO SÉRIO: MST GANHA APOIO DO VATICANO...É O CÚMULO, GENTE!

Caro(a) Alberto
O MST e a Via Campesina, que invadem propriedades privadas e praticam atos de terrorismos, foram convidados há alguns dias pela Academia Pontifícia de Ciências do Vaticano para um seminário, tendo recebido apoio de setores eclesiásticos, incluindo uma vídeo-mensagem que dizia “sigam adiante”.
O que será que aconteceu? Um engano? Uma falta de informação? Um passo decisivo da infiltração comunista nos meios católicos?
Diante da perplexidade que essas questões levantam, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, bisneto da Princesa Isabel e coordenador da Campanha Paz no Campo, escreveu uma respeitosa e filial mensagem ao Papa Francisco.
Quando li a mensagem escrita por esse ilustre brasileiro, tive certeza que lhe interessaria e a todos os amigos do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira. Por isso eu o convido a clicar aqui, ou a acessar diretamente o endereço ,paznocampo.org.br. Gostaria muito de saber sua opinião sobre o assunto. Se desejar, faça seu comentário no post, e compartilhe com seus amigos.
Que Deus nos ilumine para vermos com clareza a atual situação,
Atenciosamente
Daniel F. S. Martins
Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Papa condena casamento gay em discurso de Natal


Bento XVI denunciou o que descreveu como pessoas que manipulam o gênero dado por Deus para adaptar suas opções sexuais, destruindo a 'essência do ser humano' no processo

21 de dezembro de 2012 | 11h 29

Agência Estado
A rejeição do papa ao casamento gay tomou novos patamares nesta sexta-feira, 21. Bento XVI denunciou o que descreveu como pessoas que manipulam o gênero dado por Deus para adaptar suas opções sexuais, destruindo a "essência do ser humano" no processo. O líder religioso fez os comentários hoje em seu discurso anual de Natal para os agentes administrativos do Vaticano, uma das falas mais importantes do ano, que ele dedicou neste ano à promoção dos valores familiares.
Durante o discurso, Bento citou o rabino chefe da França ao dizer que a campanha para conceder direitos de casamentos aos homossexuais era "um ataque" à família tradicional composta de pai, mãe e filhos. O papa também incluiu denúncias ao casamento entre pessoas do mesmo sexo em sua mensagem de paz divulgada recentemente, quando disse que o casamento gay, assim como o aborto e a eutanásia, era uma ameaça à paz mundial.
   
Bento XVI disse que a teoria dos gêneros, que "é apresentada como uma nova filosofia de sexualidade", é uma "falácia". Segundo ele, contém erros profundos ao negar que o homem nasce homem ou mulher, manipula a natureza e compromete a dignidade da família e dos homens.
O tema já havia gerado polêmica no início do ano, quando o papa afirmou que o casamento gay era "ameaça ao futuro da humanidade". Na ocasião, ele havia afirmado que "políticas que sabotam a família ameaçam a dignidade e o futuro da própria humanidade".
As informações são da Associated Press.
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,papa-condena-casamento-gay-em-discurso-de-natal,976528,0.htm




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