COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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domingo, 12 de março de 2017

Padre Paulo Ricardo louva Papa Francisco por “conversão” de jovem evangélico ao catolicismo

Padre Paulo Ricardo louva Papa Francisco por “conversão” de jovem evangélico ao catolicismo


Padre Paulo Ricardo louva Papa Francisco por “conversão” de jovem evangélico ao catolicismo

Julio Severo
Em post de Facebook publicado ontem, o Padre Paulo Ricardo disse: “Conheça o belo testemunho de Joathan, o jovem que, graças ao Papa Francisco e à formação do site, abandonou o protestantismo para abraçar a fé católica.”
Mas, na realidade, que culpa tem o Papa Francisco dessa suposta conversão? Absolutamente nada.
O Padre Paulo Ricardo é famoso por suas ligações (e hangouts) com o filósofo esotérico Olavo de Carvalho, cujos seguidores, que também são seguidores simultâneos do padre, insistem, entre palavrões, que o Papa Francisco é um excomungado.
Na visão deles, um católico que adote ideias marxistas está automaticamente excomungado. Eles entendem que o papa está incluso nesse caso. Daí, a decisão deles, especialmente seu mestre, de aplicar no papa a excomunhão automática.
Como então Paulo Ricardo atribui ao papa a conversão de um jovem evangélico se o papa é reconhecidamente rejeitado pelo movimento católico conservador do qual ele é, junto com Carvalho, um dos líderes?
Conversões de fato estão ocorrendo entre jovens evangélicos, mas o papa é de fato culpado, conforme alega o padre? Eu poderia concordar com o Padre Paulo Ricardo se ele, para embasar sua declaração, tivesse textos e hangouts com o papa. Ele realmente tem textos e hangouts, mas não com o papa. É com o filósofo esotérico, famoso por suas previsões “políticas,” que o qualificariam bem como astrólogo. Aliás, ele fundou a primeira escola de astrólogos do Brasil.
Em seus hangouts, padre e astrólogo tratam de “conservadorismo” e “catolicismo.” Não qualquer conservadorismo, mas só o conservadorismo em que o astrólogo reine mais que o papa. Não qualquer catolicismo, mas só o catolicismo em que o astrólogo reine mais que o papa.
No “conservadorismo” e “catolicismo” do astrólogo, o Papa Francisco é, entre outros palavrões, um excomungado. Nenhum dos seguidores do padre, os quais também são seguidores do astrólogo, discorda desse tratamento.
Por que então agora culpar o papa pela suposta conversão de um evangélico a esse “conservadorismo” e “catolicismo”? Como ocorre esse tipo de “conversão”?
Jovens evangélicos, famintos por conservadorismo, vão aumentando seu interesse em questões políticas conservadoras e diminuindo drasticamente seu interesse no Evangelho ao se aproximarem do astrólogo.
O principal esquema do astrólogo, do qual o Padre Paulo Ricardo faz parte, é: apresentar diante de jovens evangélicos a propaganda falsa de que o “catolicismo” representa o verdadeiro conservadorismo. Depois, a vítima precisa fazer (pagando, é claro!) os cursos da dupla, onde aprende, conforme observou uma amiga católica: “É terra plana, gravidade zero, geocentrismo, EUA católico, Inquisição que não houve, Papa excomungado, cigarro que faz bem, astrologia como ciência, apostolado do palavrão… em sã consciência, só colocando um laranja pra defender tanta sandice!”
Otário, termo que o próprio padre usou contra os evangélicos anos atrás, descreve muito bem os alunos e seguidores da dupla.
Acima de tudo, a vítima otária aprender a tratar o papa na visão do astrólogo: excomungado. E como dizer que o Padre Paulo Ricardo tem uma visão diferente? O próprio site do padre deixa muito claro“O trabalho intelectual do Padre Paulo Ricardo foi profundamente influenciado por Olavo de Carvalho.”
O padre é nada mais e nada menos do que filho “intelectual” do astrólogo!
Faria, pois, sentido o padre dizer que o jovem evangélico se converteu ao “catolicismo” através do papa se o padre fosse filho “intelectual” daquele que é tratado como excomungado pelos seguidores da dupla padre-astrólogo.
A Bíblia diz: “Dai a César o que é de César.” Paulo Ricardo deveria dar ao astrólogo o que é do astrólogo. Todas as conversões de evangélicos ao “conservadorismo” e “catolicismo” em que o astrólogo é adorado e idolatrado como um papa nada têm a ver com o “excomungado.”
No catolicismo verdadeiro, quem manda é o Papa Francisco. No catolicismo político-esotérico do Brasil, quem manda é o astrólogo.
A propaganda “conservadora” do astrólogo é caótica. Ele apregoa que o catolicismo é o verdadeiro conservadorismo. E para provar sua “coerência,” ele mora no Vaticano ou no Brasil, o maior país católico do mundo. Ops, errei! Na verdade, o astrólogo vive nos EUA, o maior país EVANGÉLICO do mundo, tripudiando os fundamentos e legados evangélicos do próprio país em que vive.
Ser “profundamente influenciado” pelo astrólogo é ser marionete dessa propaganda caótica, que ele insiste em chamar de “católica.”
E os convertidos são apenas marionetes menores, cuja função é louvar o astrólogo e xingar o papa.
Então por que Paulo Ricardo, que faz dupla com o astrólogo, está louvando o papa? Ele está arrependido da boca suja de seus seguidores olavetes contra o papa?
É absurdo fazer propaganda de um conservadorismo “católico” dando glória a um papa amplamente xingado pelos olavetes. O Papa Francisco nada ganha com esse “catolicismo” e suas “conversões.”
Com um pouquinho de honestidade, o Padre Paulo Ricardo deveria ter postado: “Conheça o belo testemunho de Joathan, o jovem que, graças ao meu mestre Olavo e à propaganda que nós dois fazemos pintando o nosso catolicismo particular como único conservadorismo verdadeiro, abandonou o protestantismo para abraçar a fé católica.”
O papa do “catolicismo” do astrólogo é o próprio astrólogo. E ai de quem ousar xingá-lo de EXCOMUNGADO, mesmo que todo o seu esoterismo o desqualifique de ser um católico de acordo com as tradições.
O Pe. Paulo Ricardo deveria parar de se engasgar e confessar qual dois dos EXCOMUNGADOS converteu o suposto jovem evangélico para o olavismo disfarçado de “catolicismo.”
Leitura recomendada:
Sobre Pe. Paulo Ricardo:
Sobre Olavo de Carvalho:
     

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

O que pensa o Papa Francisco sobre a ideologia de gênero?


O que pensa o Papa Francisco sobre a  ideologia de gênero nas escolas? Francisco diz que “é terrível”. Para Bento XVI, “esta é a época do pecado contra Deus Criador”

Esse assunto, mais uma vez, passou despercebido por muitos! Por que os jornais, as grandes TVs não falam sobre esse assunto? Será que seus patrocinadores são os mesmos das cartilhas de ideologização? O tema da ideologia de gênero nas escolas foi abordado em uma reunião com bispos poloneses durante a viagem do Papa Francisco por ocasião da Jornada Mundial da Juventude em Cracóvia, na Polônia.
Muitos problemas escondem ideologias. São verdadeiras colonizações ideológicas presentes na Europa, nos Estados Unidos, na América Latina, na África, na Ásia. “E uma delas – digo-a claramente por ‘nome e apelido’ – é o gênero! Hoje, às crianças – às crianças! –, nas escolas, ensina-se isto: o sexo, cada um pode escolhê-lo”, denunciou. O Pontífice acrescentou que essa forma organizada de ideologização está presente em cartilhas bancadas por pessoas e instituições, apoiadas por países muito influentes, “e isso é terrível”, afirmou.
O que pensa o Papa Francisco sobre a ideologia de gênero

Ideologia de gênero

Francisco citou uma conversa que teve com o Papa Emérito, Bento XVI. “Ele está bem e tem um pensamento claro”, acrescentou. “Dizia-me ele: ‘Santidade, esta é a época do pecado contra Deus Criador’, contou. Tal afirmação é inteligente, seguindo a lógica de que Deus criou o homem e a mulher; Deus criou o mundo assim, assim e assim; e nós estamos a fazer o contrário. Deus deu-nos um estado ‘inculto’ para que o fizéssemos tornar-se cultura; depois, com esta cultura, fazemos as coisas que nos levam ao estado ‘inculto’! Devemos pensar naquilo que disse o Papa Bento: ‘É a época do pecado contra Deus Criador’! E isto ajudar-nos-á”, explicou o Papa Francisco.
O assunto que quase não aparece nas principais manchetes e não é comentado por personalidades ficou meio ofuscado também na viagem de Bergoglio às Filipinas. Em meu livro ‘Papa Francisco às Famílias’, resgatei o assunto que pode ser consultado facilmente no site do Vaticano. O tema é tão sério, que Papa Francisco o comparou a uma ação nazista. A partir de uma necessidade da população, tais ideologias encontram oportunidades de entrar e se fortalecer por meio das crianças. Ditaduras do século passado, como a Juventude Hitleriana, fizeram o mesmo, causando sofrimentos e tirando a liberdade de muitas pessoas. Impérios colonizadores buscam tirar a identidade das pessoas e impor uma igualdade.

Educação

Em 1995, uma Ministra da Educação pediu um grande empréstimo para construir escolas para os pobres. “Deram-lhe o empréstimo com a condição de que, nas escolas, houvesse um livro para as crianças de certo grau de escolaridade. Era um livro escolar, um livro didaticamente bem preparado, onde se ensinava a teoria do gênero. Essa senhora precisava do dinheiro do empréstimo, mas havia aquela condição. Sagaz, disse que sim e fez preparar outro livro, tendo dado os dois, e assim resolveu o problema”, contou o Pontífice.
O Papa explicou por que a colonização ideológica é perigosa: “invadem um povo com uma ideia que não tem nada a ver com o povo; com grupos do povo, sim; mas não com o povo. E colonizam o povo com uma ideia que altera ou quer alterar uma mentalidade ou uma estrutura”. Nosso papel de pais é termos uma postura ativa na educação de nossos filhos, acompanhando o que estão recebendo nas escolas, ajudando nas tarefas, transmitindo os ensinamentos de nossa fé. É preciso também que nos responsabilizemos em cooperar na educação dos amiguinhos de nossos filhos. A Igreja espera que sejamos promotores do que é bom e defendamos a família de tudo o que atenta à sua identidade e missão.
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Rodrigo Luiz dos Santos

Rodrigo Luiz dos Santos é editor-chefe de Jornalismo da TVCN e apresentador de programas relacionados à Igreja. Missionário na Canção Nova, estudou Filosofia e formou-se em Jornalismo pela Faculdade Canção Nova.
Casado com Adelita Stoebel, missionária na mesma comunidade católica, Rodrigo é pai de Tobias.
FONTE: http://formacao.cancaonova.com/atualidade/educacao/o-que-pensa-o-papa-francisco-sobre-ideologia-de-genero/

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

PAPAS JOÃO PAULO II E FRANCISCO PEDEM PERDÃO AOS EVANGÉLICOS E INDÍGENAS, LEIA E ASSISTA!

PAPA JOÃO PAULO II PEDE PERDÃO A PROTESTANTES, PELA INQUISIÇÃO E  PAPA FRANCISCO PELAS PERSEGUIÇÕES FEITAS PELO CATÓLICISMO



Perdão pedido a cristãos de outras igrejas gera discussões. Vaticano faz anuncio sobre futuro do papa.










Papa irá à Suécia em outubro para comemorações
Papa irá à Suécia em outubro para comemorações
Recentemente o papa Francisco veio a público pedir perdão aos protestantes e membros cristãos de outras igrejas por perseguições sofridas em épocas passadas. Em cerimônia na basílica de Roma, o papa, que tanto é admirado por milhões de seguidores no mundo por sua humanidade apresentada, pediu “perdão pelo comportamento não evangélico de católicos perante os cristãos de outras igrejas”. Além disso, também pediu aos católicos que perdoassem as perseguições sofridas.
Futuramente, o papa Francisco deverá ir à Suécia para um evento que marcará o aniversário de 500 anos da Reforma Protestante. No último dia de outubro deste ano, Francisco deverá ir à cidade sueca de Lund, onde foi fundada, no ano de 1947, a Federação Luterana Mundial. A participação em conjunto do papa com os membros luteranos lançará as comemorações da Reforma que seguirão até o próximo ano.

A Reforma Protestante

Apontado como o primeiro líder da Reforma Protestante em 1517, o alemão Martinho Lutero escreveu 95 teses, na qual é dito que foram pregadas à porta de uma igreja na cidade de Wittenberg. O conteúdo das teses continha críticas à igreja católica, alegando que a mesma vendia o perdão dos pecados em troca de dinheiro.

Movidos pelo movimento da Reforma, uma divisão religiosa e até mesmo política foi vista por toda a Europa e dentro do Cristianismo, tendo motivado momentos históricos como a Guerra dos 30 anos, a queima de inúmeros ‘hereges’ em ambos os lados e a destruição de mosteiros.

Opiniões contrárias

Alguns tradicionalistas católicos parecem não apoiar o papa com relação às últimas declarações. Alguns alegam que Francisco faz concessões em demasia aos luteranos, citando a “oração comum” que será rezada pelas religiões durante as comemorações da Reforma em 2017.
No último domingo (24), o papa disse que a missão dos cristãos é evangelizar os pobres, e questionou se isso está realmente ocorrendo no mundo. Para o pontífice, esta “é a missão de Jesus, da Igreja e de cada batizado”.
O que você achou das palavras do papa Francisco? Conte sua opinião e clique abaixo em ‘recomendar’ para compartilhar esta notícia!
Fonte:http://br.blastingnews.com/mundo/2016/01/papa-pede-perdao-a-protestantes-diverge-opinioes-e-recebe-criticas-00754233.html


JOÃO PAULO II PEDE PERDÃO PELOS CRIMES DA INQUISIÇÃO..

https://www.youtube.com/watch?v=QoPuYqh32Vw

3). PAPA FRANCISCO PERDE PERDÃO PELO ASSASSINATO DE INDÍGENAS PELOS MISSIONÁRIOS CATÓLICOS
http://redelatinamerica.cartacapital.com.br/papa-francisco-pede-perdao-pelos-crimes-da-igreja-durante-a-colonizacao-da-america/


4). Papa Francisco pede perdão a evangélicos por séculos de perseguição em nome de Deushttp://noticias.gospelmais.com.br/papa-francisco-pede-perdao-evangelicos-perseguicao-77552.html

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

PROF. OLAVO, VEJA: "Papa Francisco pede perdão a protestantes por perseguição imposta pela Igreja Católica"

Papa Francisco pede perdão a protestantes por perseguição imposta pela Igreja Católica

Publicado por Tiago Chagas em 26 de janeiro de 2016 
Papa Francisco pede perdão a protestantes por perseguição imposta pela Igreja Católica
O pontífice católico voltou a expressar um pedido de perdão aos cristãos de tradição protestante pela perseguição perpetrada pela Igreja Católica séculos atrás, quando a Reforma Protestante marcou a primeira grande cisão no cristianismo.
Em Roma, o papa Francisco lamentou os fatos do passado protagonizados pelos católicos, e disse lamentar que protestantes e membros de outras denominações cristãs tenham sido vítimas do fanatismo religioso.
O discurso foi feito na Basílica de São Paulo, e Francisco aproveitou para falar aos católicos, pedindo que eles também perdoassem aqueles que os perseguiram no passado.
Essa não é a primeira vez que o líder católico se desculpa com os evangélicos. Em junho do ano passado, durante visita a Turim, na Itália, Francisco foi a um templo da Igreja Valdense, fundada em 1170 como um movimento de renovação espiritual e que mais tarde tornou-se parte da Reforma Protestante, e lá, expressou uma posição oficial de arrependimento, dizendo que os católicos “não podem deixar de lamentar” a violência cometida em nome da fé contra os irmãos cristãos. “Em nome do Senhor Jesus Cristo, perdoem-nos!”, disse.

Francisco celebrará a Reforma

De acordo com o Vaticano, o papa visitará a Suécia ainda este ano para celebrar os 500 anos da Reforma Protestante. O plano é que no dia 31 de outubro Francisco desembarque na cidade de Lund, onde a Federação Luterana Mundial, fundada em 1947, está sediada.
Martinho Lutero, ex-padre católico que iniciou a Reforma Protestante, em 1517, ao publicar 95 teses em Wittenberg, criticando a doutrina da Igreja Católica na época, que vendia indulgências, uma negociata por perdão de pecados em troca de dinheiro.
A história registra que, em toda a Europa houve cisões dentro do cristianismo, marcada por violência e disputas políticas. Alguns dos fatos mais marcantes são a Guerra dos 30 anos, a destruição de mosteiros ingleses e a condenação à morte na fogueira de vários “hereges”, de ambos os lados.
De acordo com informações do jornal O Povo, católicos tradicionalistas se queixam do papa, afirmando que ele faz concessões aos luteranos de forma demasiada, e rejeitam a “oração comum” que ambas as tradições cristãs vão usar durante as comemorações de 2017.
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/papa-pede-perdao-protestantes-perseguicao-catolica-81259.html

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Segurança de Israel em perigo com atitude do Vaticano reconhecendo a Palestina

15 de maio de 2015


Segurança de Israel em perigo com atitude do Vaticano reconhecendo a Palestina

WorldNetDaily
O fato de que o Vaticano está dando reconhecimento diplomático ao “Estado da Palestina” abrirá as portas para uma nova onda de antissemitismo e colocará em perigo milhões de judeus e árabes em Israel, acusam vários líderes evangélicos que escrevem sobre os tempos finais.
E a decisão polêmica do Papa Francisco está até levando a alegações de que a Igreja Católica Romana será inimiga dos cristãos e do Estado de Israel durante esses tempos.
Joel Richardson, cineasta e escritor de livros na lista de best-sellers do jornal New York Times, criticou duramente a decisão do Vaticano como “um ato de ódio profundo ao povo judeu no mundo inteiro.”
Numa entrevista ao WND, o autor do livro “When a Jew Rules the World: What the Bible Really Says About Israel in the Plan of God”(Quando um Judeu Governar o Mundo: O que a Bíblia Realmente Diz sobre Israel no Plano de Deus), comentou: “Para os desinformados, que estão do lado de fora, reconhecer a ‘Palestina’ poderia parecer razoável. Certamente, o Deus do Céu ama o povo palestino tanto quanto o povo judeu. Mas não para os que têm uma compreensão melhor acerca das várias realidades de política, religião e segurança daquela região. Ninguém que esteja informado negará que o estabelecimento de um Estado palestino colocará em risco a segurança de milhões de judeus e árabes em Israel de um modo profundo.”
Richardson explicou que a situação israelense é semelhante a viver perto de uma família grande composta de muitas pessoas que abertamente declaram sua intenção de tirar de você sua propriedade e matar seus filhos.
“Devido à ameaça genuína que seus vizinhos representam para você e seus filhos, você se cuida para que eles não consigam obter as armas e estratégia necessárias para executar seus planos malignos. Agora imagine se o padre católico local, tudo no nome da ‘justiça,’ ‘compaixão’ e ‘igualdade,’ forçasse você a permitir que esses vizinhos tivessem suas próprias armas. Tal ato demonstraria ódio profundo para com você e sua família. Aliás, seria um ato de violência,” disse Richardson.
“Apoiar um Estado palestino sem exigir que primeiramente eles renunciem, de forma inequívoca, e se arrependam de seus planos contra o povo judeu é ser cúmplice da violência que vai acontecer,” ele disse. “Hoje a Igreja Católica cometeu um ato profundamente grave e repugnante contra o Deus a quem ela afirma representar.”
Carl Gallups, que é pastor, escritor e apresentador de programa de rádio, concorda que o impacto da decisão do Vaticano será catastrófico. Contudo, o autor do livro “Final Warning: Understanding the Trumpet Days of Revelation” (Aviso Final: Compreendendo os Dias de Trombetas do Apocalipse) diz que ele não está surpreso.
Gallups disse ao WND: “O que o Vaticano fez não deveria de fato ser um choque para o mundo, principalmente para o mundo cristão, pois esse papa tem feito declarações semelhantes em apoio da causa palestina. No entanto, até onde sei, esta é a primeira vez que ele pede explicitamente um Estado palestino. E isso é preocupante em termos proféticos e geopolíticos, pois estimulará a onda de antissemitismo que está varrendo o globo.
“É importante recordar que nunca houve um estado nacional naquela região, exceto Israel. Então, algum tipo de ‘nação palestina’ só vai ser usada para estimular esse fogo. Esse estímulo está sendo feito pelos esquerdistas e ímpios que são mobilizados por ódio a Israel e aos judeus. Embora eu seja evangélico, acho trágico que essa declaração esteja vindo do papa, que muitos acreditam deveria ser um defensor do Cristianismo. Mas esse papa é esquerdista, falando em termos teológicos e políticos,” disse ele.
Gallups diz que a postura de política externa do Vaticano pode estar pressagiando divisões profundas entre a Igreja Católica Romana e os evangélicos.
“Essa decisão dá credibilidade à teoria de muitos evangélicos de que a Igreja Católica foi predita em Apocalipse como a Meretriz e será entregue à apostasia,” disse ele. “É muito preocupante, mas não completamente chocante vindo desse papa e nesta época da história. De novo, estamos vivendo em tempos proféticos. Minha preocupação maior é que a decisão do Vaticano vai inflamar o antissemitismo, possivelmente até fazendo com que a ONU e os Estados Unidos peçam a formação de um Estado palestino específico. Eles poderão chamar Israel de ocupador, intruso e Estado terrorista. Não vejo nada de positivo vindo como resultado da atitude do Vaticano. Em termos estritamente políticos, queremos dizer: ‘O que é que este papa está pensando?’ Mas se pararmos por um minuto para pensar, veremos que é nisso que este papa sempre acreditou. Talvez, seja até o que ele sempre foi designado para fazer profeticamente.”
Tom Horn, comentarista principal no DVD “The Last Pope” (O Último Papa), produzido pelo WND, e um especialista em profecias com relação à Igreja Católica Romana, disse ao WND que a Igreja Católica sempre teve seus próprios planos para possuir Jerusalém e a Terra Santa.
Horn diz que o Vaticano nunca teve a intenção de que Jerusalém pertencesse a um país. Conforme descrito em seu livro “Petrus Romanus: The Final Pope Is Here” (Pedro Romano: O Papa Final Está Aqui), em coautoria com Cris Putnam, Horn alega: “O Vaticano pretensamente defende o caso dos palestinos e dos católicos que querem fazer peregrinação, mas na verdade, há abundantes evidências de que o Vaticano quer possuir Jerusalém somente para si. Mais ainda, há autoridades judaicas de alta patente esperando a oportunidade para entregar Jerusalém para o Vaticano.”
Quaisquer que sejam as intenções do Vaticano, o pastor Mark Biltz, que descobriu o fenômeno das “Luas de Sangue” e autor do livro“Blood Moons: Decoding the Imminent Heavenly Signs,”  (Luas de Sangue: Decifrando os Iminentes Sinais Celestiais), diz que a única coisa que se produzirá com a divisão da terra dos judeus deduzida pelo reconhecimento de um Estado palestino é o desastre. Ele aponta para Joel 3, que avisa contra os que “espalharam meu povo entre as nações e dividiram minha terra.”
Mas Richardson acredita que as ações do Vaticano têm de ser interpretadas no contexto maior de atividades contra os judeus cometidas pela Igreja Católica Romana e outros que se descreviam como cristãos em toda a história.
E embora ele faça uma diferença entre católicos individuais e a instituição católica, o autor do livro “The Islamic Antichrist: The Shocking Truth About the Real Nature of the Beast” (O Anticristo Islâmico: A Verdade Chocante Acerca da Natureza Real da Besta), best-seller no jornal New York Times, pede que os católicos desobedeçam ao papa.
Richardson disse ao WND: “Agora, quero se claro. Compreendo plenamente que há milhões de católicos maravilhosos que temem a Deus no mundo inteiro e que amam o povo judeu e o povo árabe na terra de Israel, e que apoiam totalmente Israel e seu direito de existir e se defender. Mas hoje, todos os católicos de consciência no mundo inteiro precisam condenar as ações de seus líderes espirituais. Em toda a história, a Igreja Católica Romana perseguiu o povo judeu de forma inimaginável,” ele disse. “Então, foi um maravilhoso avanço no século passado, quando eles oficialmente se arrependeram de seus pecados históricos contra o povo judeu.”
Richardson disse que ao reconhecer a Palestina como Estado, a Igreja Católica “rendeu-se ao espírito dessa era, deu as costas ao Deus de Israel e tropeçou, caindo de cabeça nas trevas.”
Traduzido por Julio Severo do artigo original do WorldNetDaily: Israelis’ security ‘compromised’ by Vatican recognizing Palestine
Leitura recomendada:

Novo tratado do Vaticano reconhece “Estado da Palestina”

14 de maio de 2015



Novo tratado do Vaticano reconhece “Estado da Palestina”

BarbWire
Um acordo divulgado na quarta-feira é o primeiro documento oficial do Vaticano que se refere à Palestina como Estado, um passo que constitui reconhecimento real do território disputado como um país dos palestinos
Palestinos no Vaticano
A Santa Sé, a entidade oficial que representa os interesses da Igreja Católica Romana no exterior, publicou o texto do tratado antes da sua assinatura oficial. O acordo envolve “aspectos essenciais da vida e atividade da Igreja Católica na Palestina,” e age para normalizar a diplomacia direta entre a Santa Sé e os palestinos.
Enquanto as conversações de paz estão num impasse entre Israel e os palestinos em anos recentes, a estratégia mais recente do presidente Mahmoud Abbas tem sido buscar uma condição normal em centros internacionais, tais como a ONU e agências ligadas. No final do ano passado, Abbas solicitou ser membro do Tribunal Criminal Internacional, uma medida que ele espera levará a uma investigação de crimes de guerra cometidos por Israel contra a Palestina.
No passado, o Vaticano era representado nos territórios palestinos por meio de uma “delegação apostólica” informal diante da Organização para a Libertação da Palestina. O Vaticano também mantém uma nunciatura apostólica, que equivale a uma embaixada normal, em Israel.
O Papa Francisco tem feito do conflito palestino-israelense uma das metas principais de seu reinado. No ano passado, ele recebeu como convidados Abbas e o presidente israelense Shimon Peres no Vaticano para uma “cúpula de rezas” como sinal de boa fé entre os líderes.
Antes do anúncio do tratado, Francisco já tinha agenda marcada para se encontrar com Abbas no sábado próximo. No domingo, ele reconhecerá duas freiras palestinas do século XIX como santas católicas, na presença de Abbas.
Os cristãos constituem menos de dez por cento dos árabes palestinos na Margem Ocidental, uma herança que eles traçam desde a época de Jesus. Membros de denominações que incluem o catolicismo romano, os ortodoxos orientais e várias igrejas protestantes têm sido historicamente ativas na sociedade e políticas palestinas. Devido a décadas de instabilidade nos territórios palestinos, muitos cristãos palestinos têm buscado refúgio na Europa e no continente americano.
Traduzido por Julio Severo do artigo original do BarbWire: New Vatican Treaty Recognizes ‘State Of Palestine’
Leitura recomendada:
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