COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quinta-feira, 16 de junho de 2016

GOVERNO TEMER REVISA VOTO NA "ONU" E VOLTA A APOIAR ISRAEL

9/06/2016 - 21:14

Governo Temer revisa voto na ONU e fica ao lado de Israel

Itamaraty emite nota condenando ataques de terroristas em Tel Aviv
A  governo interino de Michel Temer não está mostrando mudanças de postura apenas no Brasil. O Itamaraty, agora comandado por José Serra, decidiu mudar o voto brasileiro na 199ª Sessão da Unesco, realizada em abril.
Na ocasião, foi debatido os direitos pelo patrimônio cultural nos territórios conquistados por Israel na Guerra dos Seis Dias. O texto, que era abertamente pró-palestinos, foi aprovado por 33 votos a favor (incluindo o do Brasil). Houve ainda dezessete abstenções e duas ausências. Os votos contrários agora são sete. A França também voltou atrás neste voto.
Embora seja insuficiente para mudar a decisão do órgão das Nações Unidas que cuida da cultura, a postura mostra uma ruptura com a relação Brasil-Israel tão fragilizada durante os governos petistas.
A nova postura do Itamaraty fica clara na nota oficial: “O fato de que a decisão não faça referência expressa aos vínculos históricos do povo judeu com Jerusalém, particularmente o Muro Ocidental, santuário mais sagrado do judaísmo, é um erro, que torna o texto parcial e desequilibrado”.
O governo brasileiro deixou clara sua posição mais amigável em relação a Israel na nota emitida ontem (8).
“O governo brasileiro condena o covarde ataque terrorista que deixou ao menos quatro mortos hoje em Tel Aviv. Ao transmitir seus pêsames aos familiares dos mortos e sua solidariedade com o povo e o governo de Israel, o Brasil reitera seu firme repúdio a todas as formas de terrorismo, qualquer que seja sua motivação”, diz o documento.

Ruptura nos governos petistas

Embora dê sinais de reaproximação, o governo brasileiro ainda não desfez o imbróglio diplomático de Dilma Rousseff, que deixou Israel sem embaixador em Brasília desde o início do ano. Pedimos que Michel Temer reveja o posicionamento esquerdopata de Dilma o mais breve possível, como descrito AQUI.  

O distanciamento das relações começou durante o governo Lula. Em 2010, autorizado por Lula, foram doados 10 milhões de dólares , correspondente a R$25 milhões de reais, do erário público para o grupo político Hamas, que governa Gaza e é considerado uma organização terrorista. Foi justamente o Hamas quem assumiu a autoria do atentado desta semana em Tel Aviv.

ADENDO ADHT: Falta agora Temer fechar a embaixada da Palestina pois ainda não é reconhecida mundialmente como país. Os governos de Lula e Dilma bancaram com milhões de nossos impostos para construir a Embaixada deles em Brasília-DF, veja:


FONTE: https://noticias.gospelprime.com.br/temer-governo-brasil-alianca-israel/?utm_source=facebook&utm_medium=share-bar-mobile&utm_campaign=share-bar

sexta-feira, 22 de abril de 2016

OLÁ AMIGOS DO MUNDO INTEIRO: "A VERDADE SOBRE O IMPEACHMENT DE DILMA", Repasse!


EXCELENTE VÍDEO....REPASSE DEPOIS DE ASSISTIR.

AVISO DE CARLA ZAMBELLI CHEGA À ONU ANTES DE DILMA ROUSSEFF.
ASSISTA E RETWITE:
https://www.facebook.com/nasruas/videos/1007277142697516/


Brazil needs your help.

Brasil necesita tu ayuda.

O Brasil precisa da sua ajuda. 


Dilma tentará convencer a mídia internacional que há um golpe um curso no Brasil. Divulgue este vídeo e vamos mostrar ao mundo o que está havendo em nossa pátria.

Curta nossa página: nasruas

#ImpeachmentJa

sábado, 17 de outubro de 2015

ONU Excluirá Categoricamente os Bebês em Gestação do Direito à Vida?

ONU Excluirá Categoricamente os Bebês em Gestação do Direito à Vida?

Dr. Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, EUA, outubro (C-Fam) Um relatório preliminar da ONU exclui todas as crianças no útero de toda proteção sob as leis internacionais.
O Comitê de Direitos Humanos, um comitê da ONU em grande parte desconhecido, mas influente, que registra e revisa a implementação do tratado da ONU sobre direitos civis e políticos, publicou uma opinião preliminar sobre o “direito à vida” nas leis internacionais que atribui às mães o direito de abortar seus filhos.
O que é surpreendente na “Observação Geral 36,” como o relatório preliminar é conhecido, é a ausência total de proteções para crianças no útero, apesar de uma breve menção de preocupação pró-vida antes de seu lançamento.
A versão preliminar declara: “o Pacto não se refere explicitamente aos direitos de crianças em gestação, inclusive seu direito à vida.” Conclui pois que: “o Comitê não pode presumir que o artigo 6 impõe aos países membros uma obrigação de reconhecer o direito à vida das crianças em gestação.”
Diz também que se os países desejam proteger a vida no útero eles só “podem” fazer isso se garantirem às mulheres o direito de abortar seus filhos em casos de estupro, incesto e quando seu filho no útero é deficiente.
A versão preliminar também expressa uma obrigação dos países de permitir “abortos terapêuticos — ainda que muitos especialistas médicos achem que o aborto nunca é necessário para salvar a vida de uma mãe. Diz que não permitir um aborto nessas circunstâncias equivale a tratamento cruel, desumano ou humilhante, o que é proibido pela Convenção.
A versão preliminar também insiste em que, em qualquer caso, os países não podem regulamentar o aborto de modo restritivo demais.
Diz que os países não podem “aplicar sanções criminais contra as mulheres que fazem aborto ou contra os médicos que as ajudam a fazê-lo,” e não devem prescrever “exigências excessivamente pesadas ou humilhantes para quem busca permissão para fazer um aborto, inclusive a introdução de longos períodos compulsórios de espera antes da realização de um aborto legal.”
As afirmações sobre o “direito de abortar” na versão preliminar não são inéditas. Elas consolidam recomendações anteriores da ONU nas duas décadas passadas. Mas elas nunca foram expressas de forma tão categórica.
Tais interpretações de tratados da ONU são ilegítimas e declarações inexatas e grosseiras de leis internacionais obrigatórias, de acordo com os Artigos de San José, um documento preparado e assinado por especialistas em direito internacional e saúde global.
Os Artigos de San José dizem que os tratados da ONU não deveriam ser usados para expandir proteções para crianças no útero, nem tirá-las. Eles destroem diretamente a afirmação de uma obrigação clara de se permitir o aborto, e põem em dúvida a integridade de especialistas da ONU e seus métodos de interpretar tratados.
“Nenhum tratado da ONU pode com exatidão ser citado como estabelecendo ou reconhecendo um direito ao aborto,” os artigos dizem, apontando para a ausência completa de qualquer referência ao aborto também no tratado em questão.
Embora os artigos reconheçam a falta de uma obrigação clara de se proteger a vida no útero, como diz a observação do documento preliminar, eles apontam para uma cláusula no tratado da ONU sobre direitos civis e políticos que proíbem a aplicação da pena de morte para mães grávidas, sugerindo que crianças inocentes no útero na verdade têm um direito à vida independente de sua mãe e não deveriam prestar contas pelos crimes de sua mãe. A observação do documento preliminar não explica essa discrepância.
Além disso, os Artigos de San José apontam que quando o tratado da ONU sobre direitos civis e políticos foi ratificado a maioria dos países do mundo proibiu o aborto na maioria ou todas as circunstâncias. Isso também não é levado em consideração no documento preliminar.
O comitê debaterá o documento preliminar preparado por um subgrupo do comitê de 18 membros na sua próxima sessão mais tarde neste mês.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

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domingo, 23 de novembro de 2014

FNUAP: Crianças Têm Direito a Sexo, Drogas e Aborto para Reduzir a População

23 de novembro de 2014



FNUAP: Crianças Têm Direito a Sexo, Drogas e Aborto para Reduzir a População

Dra. Rebecca Oas
NOVA IORQUE, EUA, novembro (C-Fam) Há mais jovens no mundo agora do que já houve antes. De acordo com o relatório mais recente do Fundo de População da ONU, isso representa uma oportunidade sem precedente para progresso, mas só se as gerações futuras forem menores.
A prescrição do FNUAP para garantir um “dividendo demográfico” inclui acesso livre ao aborto para adolescentes, removendo leis de idade de consentimento, leis a favor de drogas e prostituição e redução do envolvimento dos pais na formação sexual de seus filhos.
“Os jovens precisam de uma ampla variedade de serviços de saúde sexual e reprodutiva, inclusive… assistência de aborto seguro,” diz o relatório Situação da População Mundial 2014, lançado na terça-feira. De acordo com o FNUAP, os sistemas legais na maioria dos países ficam atrás em compromissos que fizeram em tratados internacionais de direitos humanos, e têm “ainda de alcançar as realidades dos adolescentes e jovens.”
Nenhum tratado da ONU menciona aborto, nem obriga os países a vulnerabilizar jovens a adultos que oferecem serviços sexuais e reprodutivos.
De preocupação especial para o FNUAP são as leis de idade de consentimento sexual que requerem permissão dos pais para ter acesso ao aborto, contraceptivos ou outros serviços como campanhas de troca de agulha para usuários de drogas.
“Leis de idade de consentimento contradizem a ideia de que os jovens devem participar das decisões que os afetam de acordo com suas aptidões em desenvolvimento,” diz o relatório, igualando participação na tomada de decisões com controle unilateral.
O FNUAP também critica as leis contra a “conduta de mesmo sexo, uso de drogas e venda de sexo ou trabalho sexual,” na base de que essas leis “recaem de forma particular nos jovens que estão concretizando sua saúde sexual e reprodutiva e direitos reprodutivos.”
Idealmente, os pais deveriam ser a principal fonte de informações e orientação sobre sexualidade, o relatório permite, mas isso “não acontece do jeito que deveria.” Na opinião do FNUAP, os pais muitas vezes “não sabem como falar com seus filhos sobre tais assuntos.”
O relatório postula que “dá para se influenciar” mudanças práticas de conduta entre os jovens “por meio de intervenções de políticas, tais como as que afrouxam as restrições de idade ou de consentimento dos pais sobre o acesso dos adolescentes aos serviços.”
Embora a preocupação principal do FNUAP seja reduzir o crescimento populacional, seu foco nos jovens é saturado da linguagem de direitos humanos, maximização de potencial e remoção das barreiras para o sucesso. Os jovens não são apenas os alvos da estratégia, mas estão também sendo treinados para serem seus principais promotores. Isso significa lhes dar mensagens que eles não estão ouvindo em casa ou nas suas comunidades.
Entretanto, a premissa de que reduzir a fertilidade dos países em desenvolvimento os arremessará para a prosperidade é questionável. Os países com baixa fertilidade e crescentes populações de idosos enfrentam cargas financeiras, pois crianças dependentes incorrem em despesas mais baixas do que idosos dependentes.
Os economistas têm observado que uma queda na fertilidade tende a vir no rastro, em vez de preceder, o aumento na prosperidade econômica, que é a razão por que o “dividendo demográfico” parecia mais pronunciado na Ásia do que na América Latina ou outras regiões em desenvolvimento.
Embora o relatório reconheça que os jovens sofram limitações com a estagnação econômica e falta de escolaridade ou oportunidades de emprego, sua preocupação principal é que a pobreza “pode ser uma barreira muito forte para indivíduos obterem o que precisam para alcançar sua saúde sexual e reprodutiva e direitos reprodutivos.”
No total, o relatório do FNUAP afirma que a chave para o desenvolvimento é garantir que a conduta sexual dos adolescentes fique sem supervisão, sem limites, tenha financiamento público e, acima de tudo, seja não procriativa. O FNUAP postula que a imposição da anarquia sexual nos jovens garantirá o bem-estar deles e o do mundo inteiro.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

LGBTs Contam Estórias Exageradas no Comitê de Tortura da ONU

16 de novembro de 2014


LGBTs Contam Estórias Exageradas no Comitê de Tortura da ONU

Austin Ruse
GENEBRA, Suíça, novembro (C-Fam) Ativistas americanos contra a “terapia reparativa” pediram que o Comitê da ONU sobre Tortura definisse a prática como forma de tortura e violação do direito internacional.
Em debate está o tratamento buscado por pessoas que batalham contra desejos homossexuais indesejados. Muitos terapeutas ainda oferecem o tratamento para os que pedem, ainda que organizações profissionais para a comunidade terapêutica digam que o desejo de mesmo sexo não seja uma forma de doença mental e desestimulem esse tipo de terapia.
Há um movimento nos Estados Unidos para proibir mediante leis todas essas terapias. Nova Jérsei e Califórnia já proibiram a terapia reparativa para menores de idade e o Centro Nacional de Direitos Lésbicos está fazendo campanha para que nos próximos cinco anos os EUA a proíbam em nível nacional. Foi essa organização que foi até Genebra nesta semana.
O Comitê da ONU sobre Tortura é um órgão de monitoração de tratados que fiscaliza a implementação do tratado da ONU contra tortura cometida por países que o ratificaram. O mesmo comitê repreendeu, de forma infame, o Vaticano no começo deste ano por causa do ensino da Igreja sobre o aborto. Um membro do comitê, a americana Felice Gaer, disse que as leis contra o aborto são uma forma de tortura.
A convenção que proíbe tortura define tortura como a imposição deliberada de sofrimento físico ou mental por parte de uma “autoridade pública” a fim de provocar uma confissão ou como forma de punição ou represália.
Os Estados Unidos estão no banco dos réus nesta semana. Sob a prática adotada pelo comitê, todos os grupos recebem uma chance de apresentar uma queixa formal na forma de “relatórios paralelos” ao comitê. Muitas vezes, o comitê, sem nada questionar, adota as acusações, e até teorias legais, apresentadas nesses relatórios quando questionam os governos que apresentam os relatórios.
Na terça-feira, os ativistas se reuniram em privado com o comitê e lhes contaram histórias de horror sobre tortura alegada que alguns passaram em “terapias reparativas.”
Uma das testemunhas foi um jovem chamado Samuel Brinton que se tornou uma celebridade desde que foi filmado num documentário americano alguns anos atrás. Brinton diz que seus pais o enviaram a um terapeuta que lhe amarrou as mãos e colocou grandes pedaços de gelo em suas palmas que estavam viradas para cima, amarrou fios de cobre em seus braços e fixou eletrodos em seus dedos a fim de torturá-lo toda vez que ele ficasse excitado com uma forma masculina. Esses tipos de acusação são comuns entre ativistas que tentam proibir a “terapia reparativa.”
A veracidade de Brinton tem sido questionada não pela direita religiosa, mas por importantes figuras LGBT, inclusive Wayne Besen, principal porta-voz da organização LGBT Campanha dos Direitos Humanos, que agora administra um site chamado “A Verdade Vence” que é dedicado a descobrir o que considera ser mentiras “antigays” entre conservadores sociais e ex-gays.
Besen disse que ele tentou por um mês chegar ao fundo da história de Brinton, mas não conseguiu. Ele pressionou Brinton para ter o nome do terapeuta que lhe fez isso. Brinton disse que não conseguia se lembrar e que ele não tem de provar sua história. Besen pois disse que a história de Brinton não é verificável e não deveria ser usada.
Mesmo assim, Brinton estava em Genebra contando sua história nesta semana.
A delegação dos EUA recebeu muitas perguntas relacionadas a esses tipos de acusações. Um questionador queria saber o que os EUA estavam fazendo para processar os profissionais que usam tal terapia.

O relatório final do comitê será publicando nas próximas semanas e provavelmente fará recomendações para restringir a “terapia reparativa.”
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
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sábado, 9 de agosto de 2014

É O CÚMULO, MAS É FATO: "Sob Pressão dos EUA e da ONU, Lei contra Homossexualidade de Uganda Colocada de Lado por Ora"

9 de agosto de 2014


Sob Pressão dos EUA e da ONU, Lei contra Homossexualidade de Uganda Colocada de Lado por Ora

Austin Ruse
NOVA IORQUE, EUA, 8 de agosto (C-FAM) O tribunal constitucional de Uganda decidiu que as leis contra certas atividades homossexuais predatórias é inconstitucional, finalizando, ainda que por curto tempo, o conflito internacional que essas leis provocaram nos Estados Unidos e outras nações industrializadas.
A lei foi derrubada em bases procedimentais, o tribunal decidindo que a lei foi sancionada sem o número exigido de legisladores presentes quando foi aprovada. O tribunal constitucional não é o tribunal mais elevado de Uganda e o procurador geral já está falando sobre recorrer da decisão para o Supremo Tribunal de Uganda. O Parlamento de Uganda poderia também sancionar novamente a lei com o número exigido de parlamentares presentes.
A lei pedia sentenças longas de prisão por, entre outras coisas, infectar deliberadamente outra pessoa com o vírus da AIDS e o estupro de um menor de idade. Os comentaristas do Ocidente espalharam o boato de que os gays estavam sendo presos simplesmente por “serem gays.”
A pressão internacional contra Uganda por causa dessa lei tem sido intensa. Os países que fazem doações, inclusive os Estados Unidos, haviam recentemente congelado 120 milhões de dólares em assistência para a Uganda carente de dinheiro em protesto contra a lei, isso muito embora Uganda seja um dos países mais pobres do mundo e seja também um dos principais aliados militares dos Estados Unidos na região contra os terroristas islâmicos no Sudão, Sul da Somália e República Centro-Africana.
Muitos criticam que o governo de Obama fez a questão LGBT um dos principais itens da agenda da política externa dos EUA, ainda que o mundo pareça estar se desfazendo com a crise na Ucrânia, Síria, Iraque, Israel e outros lugares. O governo de Obama, acusado de vacilar em todas essas áreas de crise, repetiu a política LGBT nesta semana enquanto líderes africanos se reuniam em Washington DC para a maior reunião desse tipo na história.
Os críticos apontam que numa época em que os cristãos do mundo inteiro estão sendo caçados, torturados e mortos, o governo de Obama parece não se preocupar, aliás mal menciona essa questão. Isso de forma particular está incomodando os cristãos, pois eles são 77% da população adulta dos EUA enquanto os gays são apenas 1,6%, de acordo com estatísticas recentes publicadas pelo Centro de Controle de Doenças. Isso seria 187.000.000 cristãos cujos irmãos religiosos estão sendo mortos por terroristas, enquanto os gays contam apenas 3,8 milhões, metade dos metodistas, uma das menores denominações dos EUA.
O presidente de Uganda disse que uma das razões por que ele sancionou a lei foi por causa da pressão intensa dos países ricos contra Uganda.  Até a revista Foreign Policy cobriu essa questão meses atrás, citando não apenas o presidente Obama, mas especialistas de canais de televisão esquerdistas como Rachel Madow na MSNBC. O presidente de Uganda e outros viram isso como uma nova forma de colonialismo, nesse caso colonialismo sexual; o rico Ocidente tentando impor uma nova moralidade que os ugandenses acham ofensiva. Uganda tem uma longa história de resistir às iniciativas gays. Aliás, a Igreja Católica no mundo inteiro celebra um dia de festa para Charles Lwanga e seus companheiros, jovens africanos que resistiram aos assédios homossexuais do rei e foram martirizados por sua resistência.
Os ugandenses também insistem em que a lei foi deliberadamente interpretada mal por comentaristas ocidentais que muitas vezes dizem que ela torna ilegal o simples fato de alguém “ser gay.” A realidade é que todas as cláusulas da lei têm a ver com ações e não com “ser.” Com base nesse argumento, a Suécia recentemente voltou a fazer doações para Uganda.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
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A pena de morte em Uganda                
Presidente de Uganda se arrepende de pecados pessoais e nacionais

segunda-feira, 23 de junho de 2014

ONU Elege Ugandense como Presidente, Fazendo Resistência às Pressões LGBT dos EUA


23 de junho de 2014


ONU Elege Ugandense como Presidente, Fazendo Resistência às Pressões LGBT dos EUA

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, 20 de junho (C-FAM) As pressões ocidentais sobre os países africanos para liberalizar as políticas sobre a homossexualidade têm tido um efeito bumerangue, unindo os africanos contra essas pressões e resultando no que alguns veem como um novo movimento de países não alinhados.
Na semana passada a ONU elegeu um ugandense como presidente da Assembleia Geral passando por cima de esforços desesperados de ativistas que, junto com o governo de Obama, têm condenado a lei recentemente sancionada de Uganda contra atos homossexuais.
Ativistas lésbicos, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) pediram que o governo de Obama negasse visto a Sam Kutesa, mas no dia da eleição na ONU, a petição deles havia coletado apenas 13.466 assinaturas.
Kutesa é o ministro das relações exteriores de Uganda e defendeu a lei internacionalmente, declarando que a promoção e a exibição da homossexualidade “é errada para nossos jovens e ofende nossa cultura.”
Os africanos disseram que as críticas do Ocidente à Uganda são um ataque à soberania nacional e alguns comentaram, “o mundo ocidental criminaliza quase todos esses crimes,” tais como o estupro homossexual, conforme a lei que recebeu emendas.
O papel do presidente da Assembleia Geral é simbólico, embora seja proeminente. A tarefa de maior importância é presidir sobre a assembleia enquanto os chefes de estado se dirigem a seus 193 membros a cada ano.
A posição é alternada anualmente entre as regiões. É a vez da África, e a União Africana — a maior parte da qual proíbe atos homossexuais — apresentou só um candidato.
Em fevereiro, o presidente ugandense Museveni indicou que está buscando laços mais estreitos com a Rússia por causa da intromissão dos EUA em questões LGBT. A Rússia tem também desprezado as críticas à sua lei que proíbe expor crianças à propaganda homossexual.
Hillary Clinton, ex-secretária de Estado dos EUA, lançou o primeiro aplauso para os direitos LGBT internacionais num discurso na ONU em 2011. Logo depois, o presidente Obama anunciou que condicionaria a assistência externa dos EUA a direitos LGBT.
Os líderes africanos predisseram que a política externa dos EUA provocaria um “confronto diplomático significativo.” Os quenianos disseram: “Os que vivem como gays precisam de ajuda para viver certo e não devemos apoiá-los para viver numa realidade errada.”
Em março, os africanos foram forçados a abandonar sua resolução sobre a AIDS depois que ela recebeu uma emenda de outros governos defendendo direitos sexuais. A resolução patrocinada pelos países africanos que lutam contra a doença mortal foi feita especificamente para lidar com a saúde pública e proteger mulheres e meninas.
Os delegados europeus, americanos e latino-americanos, que veem a AIDS como uma oportunidade política para avançar direitos sexuais, exigiram que a resolução removesse referências sobre reduzir o número de parceiros sexuais e adiar a iniciação sexual.
Depois que perderam em negociações prolongadas, os países ocidentais acabaram ganhando dos africanos usando como truque detalhes técnicos nos últimos momentos da conferência. Um delegado africano abatido disse: “É tudo sobre sexo, sexo e sexo para eles.”
Um diplomata americano graduado alertou quanto aos métodos autoritários do governo de Obama, segundo reportagem da CNSNews. Richard Hoagland foi um dos anfitriões da primeira “celebração do orgulho” LGBT na embaixada dos EUA no Paquistão em 2011. Uma semana mais tarde, manifestantes disseram que os EUA haviam “desencadeado terrorismo cultural sobre nós.”
Falando num evento sobre direitos LGBT globais, Hoagland avisou que alguns países “reagirão aos nossos valores e metas com revolta violenta” por causa da homossexualidade.
Na semana passada, um senador dos EUA apresentou um projeto de lei para tornar os direitos LGBT uma parte permanente da política externa dos EUA.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
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“Que eles cortem toda assistência”: países africanos se revoltam contra ameaça da Inglaterra de cortar assistência por causa da homossexualidade

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Relatório da UNESCO promove aborto e narrativa de mesmo sexo


15 de fevereiro de 2014



Relatório da UNESCO promove aborto e narrativa de mesmo sexo

Dra. Rebecca Oas
NOVA IORQUE, EUA, fevereiro (C-FAM) A agência educacional e cultural da ONU diz que o propósito de educar crianças é não só promover seu alfabetismo e avanço social, mas também lhes ensinar onde e como ter um aborto e aumentar sua tolerância para com a conduta de mesmo sexo.
Em seu relatório “Ensinando e Aprendendo: Alcançando Qualidade para Todos” divulgado na semana passada, a UNESCO disse que as mulheres escolarizadas reduzem seu risco de morrer de complicações de gravidez adotando melhores práticas de higiene, tendo atendentes de parto experientes, reconhecendo sintomas de hemorragia ou pressão alta, e “avaliando como e onde ter um aborto.”
O relatório concorda com o papel da educação na redução de mortes e ferimentos de gravidez ou parto reduzindo o casamento de crianças e adiando a iniciação da atividade sexual. Mas se desvia muito da literatura afirmando que tais ganhos requerem que as meninas aprendam como conseguir abortos.
O gráfico “Ame Teu Próximo?” afirma que a educação aumenta a tolerância, citando diferenças em atitudes entre pessoas com educação primária e secundária. Os resultados de países latino-americanos e árabes mostraram que os entrevistados com uma educação secundária tinham mais probabilidade de ver favoravelmente um vizinho de língua, raça, religião ou origem nacional diferente, ou alguém que fosse HIV positivo.
No entanto, quando indagados se prefeririam ter um vizinho com atração de mesmo sexo, os entrevistados árabes com uma educação secundária tinham essencialmente a mesma resposta de seus vizinhos com menos educação. Na América Latina, a diferença foi de 32%. Os autores do relatório reconhecem: “Em muitas partes do mundo, as pessoas permanecem intransigentes em suas atitudes para com a homossexualidade.”
A discrepância regional de atitudes coloca em destaque que o nível de educação é apenas uma variável — o conteúdo do currículo também importa. Numa conferência internacional de AIDS no México em 2008, líderes latino-americanos se comprometeram a incorporar a prevenção ao HIV nos padrões educacionais. Essa iniciativa estava em conflito direto não só com os padrões culturais, mas também legais de muitos países representados. Um exame regional da UNESCO de 2010 da América Latina e Caribe confessa que, “alguns países tiveram de considerar a contradição de incorporar a questão da diversidade sexual no currículo escolar enquanto a sodomia e a homossexualidade continuaram a ser criminalizadas.”
Um documento introdutório preparado para o recente relatório de educação enfraquece ainda mais a simplicidade do argumento de que a educação mais elevada se iguala à maior tolerância. Na China e na Turquia, que geralmente não são considerados países que permitem a atividade de mesmo sexo, diferenças significativas de atitude foram só medidas entre pessoas com educação universitária. Na Índia, os resultados foram completamente contraditórios ao relatório da UNESCO: os que tinham apenas uma educação primária toleravam mais a atividade de mesmo sexo do que os que tinham uma educação secundária.
A UNESCO conclui: “A educação pode levar tempo para ter um impacto em atitudes arraigadas,” e pede “medidas específicas de políticas” para garantir que as crianças “aprendam na escola a importância da tolerância.”
A UNESCO incitou controvérsia em anos recentes ao fazer parceria com o Conselho de Informações e Educação Sexual dos Estados Unidos (conhecido pela sigla SIECUS) para gerar um currículo de educação sexual incentivando exploração sexual precoce e rejeição da “moralização.” O SIECUS foi fundado por uma ex-diretora médica da Federação de Planejamento Familiar como um desdobramento do Instituto Kinsey, que foi recentemente aprovado para reconhecimento da ONU.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
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sábado, 18 de janeiro de 2014

A COISA FICOU SÉRIA: "Tentativa de Esconder Documentos Vazados sobre Falha de Contraceptivo de Gates/USAID"

Tentativa de Esconder Documentos Vazados sobre Falha de Contraceptivo de Gates/USAID

Lisa Correnti
WASHINGTON DC, EUA, janeiro (C-FAM) Advogados de agências americanas fracassaram numa tentativa inicial de forçar uma organização de defesa dos direitos dos cidadãos a remover documentos vazados do site da organização. Os documentos descrevem estudos que mostram complicações de um contraceptivo de longa duração fortemente apoiado pelas agências e pela Fundação Gates para uso das mulheres africanas.
As agências da ONU são acusadas de tentarem esconder seu conhecimento de estudos que mostram que as mulheres que usam o contraceptivo injetável Depo Provera têm risco mais elevado de contrair HIV.
Permitir que o Projeto Rebecca publique as informações significa “essa questão dos danos do Depo Provera agora tem de ser decidida num tribunal legal em que um juiz examinará os dados científicos e sociais,” Kwame Fosu, o diretor de políticas da organização, disse ao Friday Fax.
A Agência de Desenvolvimento Internacional (conhecida pela sigla inglesa USAID) e a Fundação Gates têm gastado milhões de dólares para aumentar o uso de contraceptivos injetáveis entre mulheres em comunidades de elevado HIV na África subsaariana.
Os representantes legais da USAID e dos Centros de Controle de Doença (CCDs) entraram com uma queixa de violação de direitos autorais para forçar o Projeto Rebecca para remover documentos secretos de seu site. Os documentos foram usados numa reunião a portas fechadas em Genebra com autoridades da Organização Mundial de Saúde, da USAID, dos CCDs e de Gates.
A reunião foi pedida logo depois que a revista de Doenças Infecciosas do Lancet publicou um estudo da Dra. Renee Heffron. O estudo indicava que as mulheres que usam o Depro Provera têm um risco maior de contrair o HIV/AIDS.
Um dos documentos secretos postados por Fosu apresenta detalhes de vários estudos que examinam a ligação entre contraceptivos injetáveis e a transmissão do HIV. Embora dos 15 estudos, 11 tivessem informado o mesmo resultado da Dra. Heffron, apesar disso a OMS publicou uma “Declaração Técnica” de que a pesquisa foi “inconclusiva.”
Fosu acusa que as normas da OMS “forneceram cobertura” para a USAID, Gates e a Federação Internacional de Planejamento Familiar, e outros para continuarem “como de costume” e protegerem os milhões alocados para disponibilizar o Depo para mulheres africanas.
Meses mais tarde Melinda Gates lançou uma parceria de 4 bilhões que incluía financiamento para produzir e distribuir o injetável Depo Provera.
O segundo documento secreto obtido por Fosu é de autoria de Chelsea Polis da USAID e Kathryn Curtis dos CCDs. O documento fortemente influenciou os funcionários de revisão da OMS a decidir que havia “razão insuficiente” para remover o Depo Provera e impor avisos obrigatórios. Fosu afirma que a análise de Polis e Curtis “diluiu a evidência disponível” ao ignorar a pesquisa principal.
Apesar das tentativas de esconder os efeitos colaterais prejudiciais, mais mulheres pobres estão abandonando o uso do Depo Provera. Comparado com outros métodos contraceptivos, as mulheres em países menos desenvolvidos têm mais probabilidade de parar de usar o Depo Provera dentro de um ano de sua primeira dose devido a efeitos colaterais associados e preocupações de saúde. Um relatório do Population Reference Bureau sobre o planejamento familiar no mundo inteiro também indica que o contraceptivo injetável não é usado por mulheres em países ricos.
Fosu refutou com êxito o ataque legal para remover os documentos citando a isenção da Lei de Direitos Autorais Digitais do Milênio (LDADM) para organizações de educação e direitos humanos que estão fornecendo informações para proteger populações vulneráveis.
“Considerando a evidência esmagadora de danos,” disse Fosu “os ministros da Saúde têm a obrigação em países em desenvolvimento visados de restringir ou proibir o Depo Provera como opção de planejamento familiar.” Em Gana, a especialista de direitos humanos Dra. Charlotte Abaka, ex-presidente do comitê de tratados de mulheres da ONU, agora defende o fim ou restrição do Depo Provera.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada sobre a USAID e Gates:

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Em discurso na ONU, primeiro-ministro de Israel afirma que “as profecias bíblicas estão se cumprindo nos nossos dias”

Em discurso na ONU, primeiro-ministro de Israel afirma que “as profecias bíblicas estão se cumprindo nos nossos dias”

Por Dan Martins em 6 de outubro de 2013 

Em discurso na ONU, primeiro-ministro de Israel afirma que “as profecias bíblicas estão se cumprindo nos nossos dias”

No dia 1º de Outubro, o primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, discursou na Assembleia Geral das Nações Unidas apresentando como principais assuntos a relação entre Israel e a Palestina e o temor de um iminente ataque por parte do Irã. Em suas colocações sobre o Irã, Netanyahu ressaltou os perigos da existência de um programa nuclear iraniano e afirmou que “as profecias bíblicas estão se cumprindo nos nossos dias”.

Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel Durante seu discurso, que durou cerca de meia hora, Benjamin Netanyahu criticou o recente discurso conciliador apresentado pelos representantes do Irã, negando a existência de um programa nuclear armamentista no país. Ele falou diretamente também do novo presidente iraniano, Hassan Rohani, ressaltando que quando o atual presidente foi chefe do Supremo Conselho Nacional de Segurança do Irã, entre 1989 e 2003, deu o aval do governo a atentados terroristas que dizimaram centenas de pessoas.

- Ele é um lobo que acha que pode colocar lã em cima dos olhos da comunidade internacional – afirmou sobre Rohani.
- Hoje a nossa esperança para o futuro é desafiado por um Irã com armas nucleares que procura nossa destruição – ressaltou o primeiro ministro israelense, ressaltando que “nos últimos três anos, o Irã tem ordenado, planejado e perpetrado ataques terroristas em 25 cidades nos cinco continentes”.
- Há dois anos, agentes iranianos tentaram assassinar o embaixador da Arábia Saudita em Washington, e apenas três semanas atrás, um agente iraniano foi preso tentando coletar informações sobre possíveis ataques contra a embaixada americana em Tel Aviv – citou.
- Senhoras e senhores, instalações nucleares subterrâneas, reatores de água pesada, centrífugas avançadas, mísseis balísticos intercontinentais. Veja, não é que é difícil encontrar provas de que o Irã tem um programa nuclear, um programa de armas nucleares; é difícil encontrar evidências de que o Irã não tem um programa de armas nucleares – completou o primeiro ministro, que afirmou ainda que se as outras nações não desejam enfrentar o Irã de maneira rígida, Israel está pronto para se defender sozinho.

Netanyahu afirmou ainda a intenção do estado de Israel em ter paz com os palestinos, mas ressaltou que para isso é necessário que haja “reconhecimento mútuo, no qual um Estado palestino desmilitarizado reconhece o Estado judeu de Israel”.

Ao fim de seu discurso, ele disse que o povo de Israel, antes um “povo espancado”, se transformou em uma nação próspera e totalmente capaz de se defender, afirmando que estamos presenciando o cumprimento de uma profecia bíblica sobre Israel.

- No nosso tempo estão sendo cumpridas as profecias bíblicas. Como disse o profeta Amós [9:14-15], Eles construirão de novo as cidades que estavam em ruínas e morarão nelas. Farão plantações de uvas e beberão do seu vinho; cultivarão pomares e comerão as suas frutas. Plantarei o meu povo na terra que lhes dei, e eles nunca mais serão arrancados dali – afirmou o primeiro ministro, que finalizou seu discurso dizendo, em hebraico: – Senhoras e senhores, o povo de Israel voltou para casa para nunca mais ser arrancado dela novamente.

Por Dan Martins, para o Gospel+

Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/em-discurso-na-onu-primeiro-ministro-de-israel-afirma-que-as-profecias-biblicas-estao-se-cumprindo-nos-nossos-dias.html

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