COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

"Antissemitismo ou antissionismo?", por Paulo Maltz

"Antissemitismo ou antissionismo?", por Paulo Maltz

O Globo

Criticar Israel é ser antissemita? Até onde vai o limite do antissionismo (ódio a Israel) e começa o do antissemitismo (ódio aos judeus)? Nestes dois anos em que tive a honra de liderar a comunidade judaica do Rio de Janeiro, sempre que surgiu uma declaração violenta contra Israel, fomos cobrados a agir em nome do combate ao antissemitismo. Nessas horas, temos de deixar a indignação de lado e nos guiarmos por parâmetros claramente definidos.

Para iniciarmos esta discussão, precisamos esclarecer um ponto importante. Nenhum judeu acredita que você seja antissemita somente porque critica Israel. É exatamente o contrário. Apenas reconhecemos que, se você é antissemita, seu preconceito contra os judeus certamente influencia suas posições sobre Israel. Assim como, se você for racista, isto também afetará suas opiniões sobre a África. Simples assim.

Em seguida, precisamos identificar o que é uma crítica legítima a Israel e o que é um ódio ao país movido principalmente pela repulsa ao povo que majoritariamente o habita. Não é difícil. Um dos recursos que usamos é pesquisar em que medida este crítico tão ferrenho das ações israelenses e defensor tão apaixonado da causa palestina dedica-se a algum outro tema nas áreas da política internacional e dos direitos humanos.

Basta uma busca rápida na internet para obtermos a resposta. Em grande parte das vezes, vê-se que esta mesma pessoa, publicação ou instituição jamais perde seu precioso tempo denunciando as atrocidades na Síria, as mutilações genitais no Sudão ou os bombardeios a civis no Iêmen. Nem mesmo as desumanas condições nos presídios e hospitais no Brasil a sensibilizam. Mas quando o acontecimento envolve Israel, lá está ele, revoltado, vociferando contra a “opressão” do Estado Judeu.

Poucos judeus acham que Israel seja um país perfeito e imune a críticas. É a demonização seletiva que nos incomoda, que nos convence cada vez mais de que ela não é apenas fruto da observação dos fatos, mas de um sentimento mais profundo. Um sentimento tão ruim, responsável por tantas tragédias ao longo dos séculos, que acaba provocando um comportamento de negação naquele que o nutre.

“Não sou antissemita, sou antissionista” ou “não tenho nada contra os judeus, apenas contra Israel”, costumam justificar. A estes, temos um recado. Se você faz vista grossa a todas as injustiças do mundo, mas olha com lupa qualquer ação de Israel em seu conflito com os palestinos; se acha que a fonte dos problemas de mais de 20 países árabes é o único Estado judeu da região; se repete e compartilha qualquer denúncia macabra contra Israel sem sequer checar antes, você tem um problema. Ele se chama antissemitismo e negá-lo não irá mascará-lo.

Paulo Maltz é presidente da Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro

FONTE: http://rota2014.blogspot.com/2016/10/antissemitismo-ou-antissionismo-por.html?spref=tw

sábado, 10 de janeiro de 2015

Estudante muçulmana se finge de moderada para tentar encurralar -- logo quem! -- David Horowitz

Estudante muçulmana se finge de moderada para tentar encurralar -- logo quem! -- David Horowitz

Como disse em postagem anterior, qualquer pessoa seguidora do Islamismo poderá se tonar radical. Veja neste vídeo as declarações desta moça que fala sobre a Associação de Estudantes Muçulmanos, na Universidade da Califórnia, em San Diego, EUA e do encontro Anual da Juventude Hitlerista, isto é, possíveis adeptos dos atos de Hitler contra os Judeus. 

Achando que conseguiria pegar no contrapé o genial David Horowitz (judeu) numa palestra no campus de UC San Diego (um dos mais esquerdistas dos EUA), uma estudante radical é confrontada com sua própria incoerência e admite publicamente o que poucos admitem.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Enquanto o palestrante fez a pergunta, pela última vez, se ela era contra ou a favor do RAMÁS (grupo terrorista) novamente, foi porque ele percebeu que ela tinha um lenço que identificava os Muçulmanos favoráveis a ATAQUES TERRORISTAS CONTRA ISRAEL....VEJA ESTE DETALHE.

https://www.youtube.com/watch?v=lQkLp-D4A0o





quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Quem tem ouvidos ouça..."Judeus lançam campanha para construção do Terceiro Templo em Israel"

Judeus lançam campanha para construção do Terceiro Templo em Israel: “Uma nova era de paz”; Assista

 Publicado por Tiago Chagas em 6 de agosto de 2014

Judeus lançam campanha para construção do Terceiro Templo em Israel: “Uma nova era de paz”; Assista
Um grupo de judeus ortodoxos está organizando uma campanha de arrecadação para reconstruir o Templo Sagrado em Jerusalém. O Instituto do Templo apresentou um vídeo para incentivar as doações e afirmando que “esta é a geração” que vai erguer o Terceiro Templo em Israel, pois “as crianças estão prontas”.

Em 2011, um dos rabinos deste mesmo instituto fez duras críticas à construção em São Paulo de uma réplica aumentada do Templo de Salomão pela Igreja Universal do Reino de Deus.

No cristianismo, a construção do terceiro  templo em Israel é associada às revelações do Apocalipse e segundo muitos teólogos, representaria a aproximação com o início da Grande Tribulação e o surgimento do anticristo.

Recentemente, os judeus ortodoxos revelaram o nascimento de uma novilha vermelha, animal que deveria ser sacrificado para que os sacerdotes pudessem usar suas cinzas num ritual dentro do Templo Sagrado. Para os judeus, sem o nascimento de uma novilha vermelha, de nada adiantaria reerguer o templo que já foi construído e destruído duas vezes.

Como parte dos preparativos para a construção do terceiro templo, no mesmo local dos anteriores, novos sacerdotes levitas estão sendo treinados pelos rabinos e a confecção dos 102 objetos sagrados do interior do Templo está pronta, incluindo o véu que separa o ambiente comum do “santo dos santos”.

A Arca da Aliança, único item que falta, poderia estar enterrado no Monte do Templo de acordo com os estudos feitos pelos rabinos. Para os entusiastas da construção do terceiro templo, é possível fazer escavações no local e encontrar o objeto, desde que o controle do espaço seja devolvido a Israel.

Os organizadores da campanha de arrecadação usam a plataforma IndieGoGo, e dizem que com contribuições a partir de US$ 18 (cerca de R$ 40,00) as pessoas podem fazer parte do projeto e ajudar o início de “uma nova era de harmonia e paz universal”.

O argumento de que a concepção do Templo Sagrado foi feita pelo próprio Deus, o texto da campanha diz que “não é suficiente esperar e orar pelo terceiro templo. É uma obrigação bíblica construí-lo”.

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=B6C_zfpEwUI

terça-feira, 4 de setembro de 2012

O EXEMPLO DOS JUDEUS DO RJ É ÓTIMO PARA OS CRISTÃOS...vamos IMITÁ-LOS !


JORNAL ELETRÔNICO | NÚMERO 256
Lá, cá ou acolá!!!
Na Alemanha, o movimento contra a circuncisão. No Rio de Janeiro, não importa se hoje ou há três anos, um candidato a representante do povo queima a bandeira de um país amigo do Brasil, conhecido como o Estado Judeu.
O que é que estes dois fatos tem em comum, independentemente de sua temporalidade ou do espaço territorial onde ocorreram?
Muitos de nós judeus vão gritar: É ANTISSEMITISMO!
Para mim, já tão acostumado a tratar destes temas, posso assegurar que não importa o que o outro faça ou tente contra nós. O que está me importando é a atitude que devo tomar diante da agressão que sofro.
Vamos lá: onde estão os democratas, verdadeiras pontes com quem as lideranças judaicas devem se relacionar? No caso da Alemanha, para que os judeus impeçam, através de esforço organanizado, inteligente e objetivo, o ataque da maioria às suas tradições e costumes, não há outra alternativa a não ser fazer política e ajudar a eleger aqueles que falem e vibrem nos parlamentos em seu nome e para garantia de suas liberdades.
Sem dúvidas, a responsabilidade de encontrar estes interlocutores cabe àqueles que estão sendo vitimas da pressão que a maioria, na democracia, não está autorizada a fazer sobre minoria alguma em se tratando de regime político que consagre o respeito ao modo de vida alheio. Ou seja, no regime que consagra liberdades, cabe a quem se sente ameaçado.
No caso do tal Babá, o brasileiro incendiário que queimou o mais significativo símbolo israelense, cabe aos democratas nacionais, sem dúvida, estimulados pelas lideranças interessadas, encostá-lo na parede, através de ações judiciais pertinentes, e colocá-lo diante da lei brasileira, a qual esta figura leviana e esdrúxula, em algum momento, transgrediu.
Vou contar um caso que me ocorreu na época em que presidi a Federação Israelita do Rio de Janeiro há, mais ou menos, trinta anos.
Era um domingo. Corriam as eleições para prefeito no meio dos anos oitenta e, enquanto saía de minha casa com meus dois filhos mais velhos para passear, escuto um discurso contra os judeus, vindo do alto de um carro de som que passava pela orla da Zona Sul carioca, no qual estava empoleirado, usando um megafone, um cidadão que mais parecia um galinho garnizé.
Era um vereador que se candidatava a prefeito da cidade. Seu nome: Wilson Leite Passos.
Voltei para casa, peticionei ao juiz eleitoral e consegui tirar do ar, através do regular uso da justiça, a propaganda difamatória e sem cabimento, em minha opinião, que era veiculada por aquele candidato.
Em outras oportunidades, usando lei de minha autoria produzida em nossa passagem pela Câmara Municipal da Cidade Maravilhosa, apreendi livros de propaganda nazista em Bienais distintas.
O que quero declarar é que, ao invés de chorarmos o leite derramado, nossa única condição de defesa de nossos direitos é sabermos usar, nos países democráticos dos quais somos cidadãos, a lei que garante a condição do ser humano cidadão.
Esta compreensão, que qualquer liderança, de qualquer grupo, deve manifestar sobre a forma de defender os legítimos interesses do segmento que representa, é que falta para que haja sucesso em sua ação representativa, em casos como estes de violação de direitos garantidos pela democracia a qualquer minoria.
Ao invés de somente querermos comer o fígado de nossos adversários através da internet, vamos cobrar, de quem nos representa, ações para as quais, muitas das vezes, não estão preparados para executar. E, se não sabem, que deixem o posto que ocupam para quem sabe.
Há entre nossos dirigentes quem saiba o que deve ser feito. Então, que façam o que deles se espera!
Além disso, qual é a nossa parte, nesta precisa hora?
Saber votar. Você democrata e você judeu, avaliem bem o candidato Freixo, que finge ser contra seu companheiro de partido, mas que, no mesmo momento, o elogia.
Ora, criticar o errado não necessariamente precisa ser seguido de afago, para não pegar mal. Errado é errado, e certo é certo.
Vamos usar, neste momento eleitoral, a nossa única arma contra os antidemocratas travestidos. Vamos votar contra quem não gosta de judeu, que são os que queimam a bandeira dos judeus, representada pela estrela de David.
Vamos usar a nossa maior arma para dizer não. A maior arma que possuímos, senão a única, contra os políticos que nos atacam e nos ofendem, é o voto.
Não ao Freixo e não à sua babá, que mais parece uma bruxa!
Saudações sionistas!
Ronaldo Gomlevsky 
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