Associaçao para Defesa da Heterossexualidade, do Casamento e Família Tradicionais, Proteção de Crianças, Adolescentes e Jovens contra o Assédio, Aliciamento, Proselitismo e abusos Sexual e Homossexual; contra o Aborto e ajuda a pessoas que desejam deixar a homossexualidade.
COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?
Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quinta-feira, 31 de agosto de 2017
COLÔMBIA x VENEZUELA - Rumores de guerra, Assista!
https://youtu.be/fJPDNrRxEVA
VEJA TAMBÉM::
EUA INT ERVIRÁ NA AMÉRICA LATINA?
https://youtu.be/PirZNKDN1PU
domingo, 13 de novembro de 2016
Documentário completo mostrando a origem, formas de atuação e objetivos do movimento socialista/comunista nos EUA.
https://www.youtube.com/9dae357d-2975-4216-b956-78bcb72597f4
Divulgue esse filme para o máximo de pessoas que puder!
Site oficial: http://agendadocumentary.com/
IMDB: http://www.imdb.com/title/tt2360880/?...
Arquivo da legenda: https://docs.google.com/file/d/0B3ud4...
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terça-feira, 21 de junho de 2016
Embaixador homossexual dos EUA quer o Brasil em nova coalizão pró-sodomia internacional para desviar acusações de “imperialismo cultural” dos EUA
Embaixador homossexual dos EUA quer o Brasil em nova coalizão pró-sodomia internacional para desviar acusações de “imperialismo cultural” dos EUA
Ele participou de parada gay no Brasil e hasteou a bandeira do arco-íris homossexual ao lado da bandeira dos EUA no Consulado Geral dos EUA no Rio de Janeiro
Julio Severo
O Brasil fornece muitos exemplos positivos e inspiradores na causa homossexual. Essa é a opinião do embaixador especial do Departamento de Estado dos Estados Unidos para os Direitos Humanos dos Indivíduos LGBTI, Randy Berry. Ele conversou com ativistas homossexuais e autoridades brasileiras sobre o tema.
| Bandeira homossexual lado a lado com bandeira dos EUA no consulado dos EUA no Rio |
Sua viagem ao Brasil ocorre três anos depois que o Departamento de Estado lançou, em dezembro de 2011, seu Fundo de Igualdade Global, uma iniciativa que faz parceria com entidades públicas e privadas para apoiar campanhas que avançam a agenda homossexual no mundo inteiro, inclusive financiando iniciativas homossexuais. De acordo com o C-Fam, “O Fundo de Igualdade Global, que desembolsou 7 milhões de dólares desde seu lançamento em 2011, tem expandido com a ajuda dos países nórdicos e parceiros do setor privado. Obama anunciou uma verba adicional de 12 milhões de dólares no fundo” em 2013.
Como embaixador especial de direitos homossexuais, Berry está liderando os esforços do Departamento de Estado para trabalhar com governos, sociedade civil e setor privado por meio do Fundo de Igualdade Global.
A bandeira homossexual permanecerá tremulando por uma semana no Consulado dos EUA no Rio. Michael Yoder, cônsul-geral interino dos EUA, disse: “Esta bandeira mostra nosso apoio à comunidade LGBT. É uma honra e um privilégio que as bandeiras estejam juntas nestes dias.”
Em seu Twitter oficial em português, a Embaixada dos EUA no Brasil disse sobre a visita de Berry: “A diversidade nos torna mais ricos, a exclusão, mais pobres.”
Numa entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Berry explicou o propósito de sua visita: criar uma coalizão de nações para defender a agenda homossexual. Ele disse: “É mais difícil ignorar uma crítica se ela vem só dos EUA, mas com vários países expressando preocupações, fica mais eficaz.”
O Brasil tem sido ativo em outras coalizões pró-sodomia dos EUA. O “Principal Grupo LGBT,” uma coalizão dos EUA na ONU, inclui o Brasil, a União Europeia e Israel. Essa coalizão se comprometeu a realizar “ações conjuntas” para promover a agenda homossexual na ONU. Essas coalizões são importantes para desviar as acusações de que a agenda homossexual é parte de ambições imperialistas dos EUA.
Berry foi ao Brasil para envolver autoridades e líderes brasileiros em outras coalizões. Ele disse que “Brasil e Estados Unidos estão muito próximos” nas questões homossexuais e deixou claro que ele ficou também “muito otimista com algumas áreas em que podemos traçar parcerias no futuro.”
Diplomata de carreira, Berry assumiu a primeira função de embaixador homossexual global da história dos EUA e do mundo em abril e ele está viajando a todos os lugares para amplificar a mensagem de que a agenda homossexual é parte essencial da agenda da política externa dos EUA. Esse cargo foi idealizado pela ex-secretária de Estado Hillary Clinton.
Com sua viagem ao Brasil e outras nações, o interesse dele “é ver como reunir essas lições e promover o tipo de mudança que realmente queremos no mundo.” Ao usar as experiências de várias nações que foram influenciadas pela agenda gay dos EUA, ele protegerá a estratégia pró-sodomia mundial dos EUA de críticas de que o governo americano está impondo uma agenda homossexual americana em outras nações.
Entretanto, se como Berry disse, o ativismo homossexual no Brasil é uma “inspiração,” nasceu de outra inspiração. Quando comecei a escrever meu livro “O Movimento Homossexual” em 1995, não havia nenhuma parada gay ou descarada propaganda homossexual semelhante no Brasil.
Meu livro, que foi publicado em 1998 pela Editora Betânia, revelava o avanço assombroso do ativismo homossexual nos EUA, alertando que alcançaria o Brasil. A reação foi muitas vezes descrença. Acerca dos casos de perseguição de cristãos americanos retratados no meu livro, os leitores diziam que esse cenário negativo jamais ocorreria no Brasil. Alguns até me chamaram de louco e exagerado.
Lamentavelmente, o que eu avisei acabou acontecendo: sob inspiração dos EUA, em curto tempo o Brasil avançou rápido na agenda gay. E agora o avanço dessa ideologia importada será usado pelo embaixador homossexual dos EUA para dizer ao mundo: “Ei, nossa defesa da ideologia gay não é imperialismo cultural dos EUA. O Brasil está também fazendo a mesma coisa e nós só estamos copiando o Brasil!”
Meu livro expôs que em 1990 a Fundação Ford deu mais de cem mil dólares em verbas para várias entidades brasileiras que lutam contra a AIDS e contra o “preconceito.” O Movimento de Liberação Gay Atobá do Rio de Janeiro recebeu mais de $40.000 dólares. Ativistas homossexuais do Brasil eram convidados, com todas as despesas pagas, para passar tempo nos EUA para obter treinamento. Alguns deles acabaram trabalhando na diplomacia brasileira na ONU, o que ajuda a explicar por que o Brasil, nas questões homossexuais, sempre fica do lado dos EUA e nunca do Vaticano e da Rússia, que não promovem a agenda gay.
O jornal homossexual brasileiro Lado Bi entrevistou Randy Berry e lhe perguntou: “Apesar de todas suas iniciativas contra a população LGBT, não parece haver muitas represálias contra a Rússia. Vocês têm planos para promover esses direitos civis igualitários por lá?”
Berry respondeu: “Nós estamos, sim, preocupados em garantir a todos o direito de se expressar livremente.” Sua resposta sobre a Rússia foi em grande parte evasiva. De fato, ele não precisava falar muito. Enquanto ele estava dizendo isso no Brasil, Obama estava acusando, de acordo com a Reuters, “o presidente Vladimir Putin de arruinar a economia da Rússia numa campanha totalmente fracassada de recriar as glórias do império soviético.”
De acordo com o Rev. Scott Lively, “Obama orquestrou o golpe na Ucrânia para reiniciar a guerra fria e impedir a Rússia de liderar revolta mundial contra a agenda LGBT.” Antes do golpe na Ucrânia, os grandes meios de comunicação e o governo dos EUA estavam atacando a Rússia implacavelmente por causa de uma lei russa que proíbe a propaganda homossexual para crianças. Aliás, logo antes do golpe orquestrado pelos EUA, Decision, uma importante revista evangélica publicada pela Associação Evangelística Billy Graham, teve Putin e sua lei antissodomia numa impressionante matéria de capa escrita por Franklin Graham.
Com o golpe na Ucrânia, o marxista Obama está livre para atacar a Rússia alegadamente “só por causa da crise ucraniana,” arruinar a economia da Rússia com sanções e culpar tudo em esforços pretensos de recriar o império soviético. De acordo com Lively, até mesmo a elite neocon do Partido Republicano está unida com Obama nesses ataques.
Essa união pervertida é muito semelhante à mesma união do ano passado de feministas, abortistas, ativistas homossexuais, esquerdistas dos EUA e neocons como Cliff Kincaid que atacaram, inspirados por um ultranacionalismo americano que une esquerdistas e direitistas, um evento pró-família em Moscou, Rússia.
Finalizando sua resposta evasiva sobre a Rússia, Berry disse: “A partir do momento em que as pessoas reconhecem que LGBTs são humanos como eles, mudanças muito poderosas começam a acontecer.” Tradução possível: Quando a Rússia parar de proibir a propaganda homossexual para crianças, mudanças muito poderosas acontecerão: nada de sanções para arruinar a economia da Rússia, nada de acusações de que Putin está recriando o império soviético e, sim, se a Rússia quiser anexar a Ucrânia inteira para impor a agenda homossexual, os EUA e a União Europeia darão apoio total. Afinal, propagandistas pró-sodomia têm o direito de fazer o que ninguém mais pode.
No entanto, esse direito não funciona em todos os casos. A Arábia Saudita com total liberdade tortura e mata homossexuais, e Berry e seu governo nunca falam de condenar e impor sanções nesse país islâmico radical, pois os sauditas guardam seu dinheiro em bancos americanos. Então, no final das contas são os EUA quem decide como e quando um país merece sanções e condenação por supostas violações de direitos humanos.
Enquanto a bandeira do arco-íris homossexual está tremulando, por desejo de Berry, ao lado da bandeira dos EUA no consulado americano no Rio nesta semana, ele seguirá sua missão homossexual, que é uma parte essencial da agenda da política externa dos EUA, de impor a agenda gay no mundo inteiro.
Ei, isso não é imperialismo dos EUA! É apenas os EUA implementando uma inspiração que receberam do Brasil e outros países…
Com informações de agências noticiosas brasileiras e internacionais.
Versão em inglês deste artigo: US Homosexual Envoy Wants Brazil in New International Pro-Sodomy Coalition to Deflect Accusations of US “Cultural Imperialism”
Fonte: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
quarta-feira, 15 de junho de 2016
Matar homossexuais é mandamento islâmico. Repetindo: é a religião Islâmica, é a Sharia, é o Alcorão!
Matar homossexuais é mandamento islâmico. Repetindo: é a religião, estúpido.
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| Xeique Yusuf al-Qaradawi: jurista sunita. |
Volto ao tema chamando a atenção para o artigo publicado por Andrew McCarthy na National Review (traduzido por Daniel Lopes e Eduardo Wolf, bravos articulistas da revista Amálgama): o fato é que não é o Isis que ordena a morte de homossexuais, mas o próprio Islã, esta religião de guerra que divide o mundo entre fiéis (eles) e infiéis (todo os outros).
O cerne da violência contra os valores e os hábitos ocidentais está nos textos sagrados dos muçulmanos. Aproveito para recomendar, novamente, a leitura das obras (todas) do historiador Bernard Lewis, o maior especialista em questões do Oriente Médio e do islamismo. Quem achar que é pesado demais, por favor leia os livros de Ayaan Hirsi Ali, que foi criada no mundo tribal - e islâmico - da Somália, fugindo depois para a Holanda e, finalmente, encontrando segurança nos EUA. Sempre perseguida pelos pacíficos e moderadíssimos muçulmanos (conforme a iconografia politicamente correta):
Várias notícias indicam que o número de mortos no ataque jihadista em uma popular boate gay de Orlando pode passar das 50 pessoas, com mais de 50 outras feridas. A identidade do terrorista foi informada: ele é Omar Mateen, um cidadão americano de 29 anos de idade, muçulmano devoto de Fort Pierce, Flórida, filho de imigrantes do Afeganistão.
O FBI apontou que Mateen, que foi morto em uma troca de tiros com a polícia por volta das 5 da manhã, era um extremista islâmico. O deputado Peter King (republicano de Nova York), que preside o comitê de segurança interna da câmara, diz que o atirador foi “treinado para usar armas”. Como já observamos aqui muitas vezes, treinamento militar é o que geralmente diferencia terroristas competentes de meros aspirantes. Mas quer sejam verdadeiros ou apenas potenciais jihadistas, esses muçulmanos são motivados pelo supremacismo islâmico, a crença de que a sharia – a ancestral e totalitária lei islâmica – deve ser imposta à sociedade.
Baseado nisso tudo, há uma abundante especulação em Washington e na mídia de que o ataque foi “inspirado pelo ISIS”. Isso é consistente com a inanição bipartidária, com selo governamental, que temos presenciado há um quarto de século, o que costumo chamar de “Um Islã Apenas Deles”, uma invenção da classe política que diz mais ou menos assim:
O islã é uma religião da paz, e ponto final. Fim da discussão. Grupos “extremistas violentos” como ISIS e al-Qaeda matam arbitrariamente, sem qualquer motivação ideológica real. Assim, ISIS e al-Qaeda não são islâmicos, mas, na verdade, anti-islâmicos – e se eles citam a escritura islâmica para justificar suas atrocidades, estão “sequestrando” e “pervertendo” o islã. Como devemos ver esses grupos como “anti-islã” ao invés de islã, só é aceitável chamar um assassinato em massa de “terrorismo” se as autoridades conseguirem fazer uma ligação plausível entre o ocorrido e algum desses grupos. De outra forma, se há um muçulmano envolvido, fique com “violência doméstica” ou coisas do tipo. Por último, se um ataque perpetrado por um muçulmano é terrorismo o suficiente para ser muito difícil negar, chame-o de “inspirado pelo ISIS” ou “inspirado pela al-Qaeda” ou “resistência política do Hamas” etc. – mas nunca, jamais, o atribua ao islã em qualquer de suas formas.
Isso é idiotice. Será que o ocorrido em 12/6/2016, o pior ataque em massa com arma de fogo da história americana, nos ajudará a enxergar o quão idiota são esses argumentos?
Precisamos considerar em separado o islã e sua lei da sharia.
Existem várias formas de interpretar a escritura islâmica a fim de desvinculá-la da violência. Isso, claro, não muda o fato de que o islã supremacista, fundamentalista, é uma interpretação legítima, tradicional e virulentamente anti-ocidental do islã; mas pelo menos significa que podem existir outras correntes tradicionais do islã que rejeitam a violência e o sistema político-legal da religião.
A sharia, por outro lado, é gravada em pedra. Mesmo a maioria dos reformistas islâmicos reconhece que ela precisa de reforma – não que ela possa ser reinterpretada, mas que precisa ser mudada. Suas disposições e especialmente suas punições draconianas foram em grande parte estabelecidas um milênio atrás.
A exigência de que homossexuais sejam mortos não é do ISIS ou da al-Qaeda. É da sharia – que deriva da escritura muçulmana.
Uma versão em inglês do clássico manual da sharia, Reliance of the Traveller, foi endossada por estudiosos da Universidade al-Azhar, sede do ensinamento sunita desde o século X; pelo Instituto Internacional do Pensamento Islâmico, um "think tank" da Irmandade Muçulmana influente em Washington; e por outros influentes governos e comentaristas islâmicos. Eis o ensinamento sobre homossexualidade encontrado no capítulo “Gravidades”, dedicado às ofensas mais graves: (segue o texto).
FONTE: http://linkis.com/blogspot.com/5o5AG
domingo, 1 de maio de 2016
Cidadãos filmam estado deplorável da refinaria de Pasadena, comprada com superfaturamento por Dilma
TODA MENTIRA TEM PERNA CURTA....SÓ ESPERAMOS QUE DILMA PAGUE NA CADEIA O QUE NÃO PAGOU PELOS CRIMES QUE COMETEU DESDE A DÉCADA DE 1960....
UM DELES É ESTE AQUI, ASSISTA:
https://youtu.be/0mgz_ZWBePM?list=PLcn1AqKuS00KXV75YXsDI6i7vDhLS5AQk
sábado, 23 de abril de 2016
sábado, 20 de fevereiro de 2016
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Os Estados Unidos conseguirão sobreviver ao aborto?
Link deste artigo: http://bit.ly/1RLgfKB
Os
Estados Unidos conseguirão sobreviver ao aborto?
Bill Federer
“Nunca senti que se deveria cometer algum aborto —
penso que cada aborto é o resultado de uma série de erros,” declarou o
presidente Jimmy Carter aos jornalistas no Hotel Ritz-Carlton em Washington,
D.C., em 3 de novembro de 2005, com relação ao seu livro “Our Enduring Values:
America’s Moral Crisis” (Nossos Valores Permanentes: a Crise Moral dos Estados
Unidos).
O presidente Carter continuou: “Nunca me convenci, se
você permitir que eu injete meu Cristianismo na questão, que Jesus Cristo
aprovaria o aborto… Sempre achei que a maioria do público americano não tem a
tendência de ser extremamente esquerdista em muitas questões. Penso que os
líderes do nossos partido — alguns deles — estão exagerando em ênfase na
questão do aborto.”
Em 22 de janeiro de 1973, as decisões Roe versus Wade
e Doe versus Bolton do Supremo Tribunal dos EUA permitiram o aborto em todos os
nove meses da gravidez.
Vinte três anos mais tarde, Norma McCorvey, que era a
“Jane Roe” no caso jurídico Roe versus Wade, foi entrevistada pela revista USA
Today.
Ela declarou que certa vez, enquanto estava empregada
numa clínica num momento em que ninguém estava dentro: “Entrei na sala de
operação e me deitei na mesa… tentando imaginar como seria ter um aborto… me
desmanchei em choro.”
No programa World News Tonight da TV ABC, Norma
McCorvey disse: “Penso que o aborto é errado. Penso que o que fiz com Roe
versus Wade foi errado.”
Quando Caim matou Abel no Livro de Gênesis, capítulo
4, o Senhor perguntou a Caim: “Que fizeste? Ouve! Da terra, o sangue do teu
irmão clama a mim.” (KJA)
Se o sangue da morte de uma única pessoa inocente
clama por juízo, quanto clamor haveria com as mortes de 56 milhões de inocentes
bebês em gestação que já ocorreram nos EUA?
A Madre Teresa de Calcutá declarou no Café-da-Manhã
Nacional de Oração em Washington, D.C., em 3 de fevereiro de 1994, na presença
de Bill e Hillary Clinton: “O maior destruidor da paz hoje é o aborto, pois é
uma guerra contra a criança, um assassinato direto da criança inocente,
assassinato cometido pela própria mãe, e se aceitarmos que uma mãe pode matar
até seu próprio filho, como conseguiremos dizer às outras pessoas que não matem
umas as outras?”
A Madre Teresa acrescentou: “Qualquer país que aceitar
o aborto não está ensinando seu povo a amar, mas a usar a violência para
conseguir o que quer. É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o
aborto… Muitas pessoas estão também preocupadas com toda a violência neste
grande país dos Estados Unidos… Mas muitas vezes essas mesmas pessoas não estão
preocupadas com os milhões que estão sendo mortos pela decisão deliberada de
suas próprias mães… Jesus disse, ‘Quem recebe uma criança em meu nome, me
recebe.’… Ao abortar uma criança, um casal recusa receber Jesus. Por favor, não
matem a criança… Deem a criança para mim. Estou disposta… a dar essa criança
para um casal casado que amará a criança e será amado pela criança.”
A Madre Teresa continuou: “Só de nosso lar de crianças
em Calcutá, salvamos mais de 3 mil crianças do aborto… Os Estados Unidos podem
se tornar um sinal de paz.”
A Madre Teresa concluiu: “Dos EUA, precisa irradiar
para o mundo um sinal de cuidado pelos fracos — a criança em gestação… então
realmente vocês serão leais ao que os fundadores deste país defenderam.”
Ronald Reagan escreveu em seu artigo “Aborto e a
Consciência da Nação,” publicado na revista The Human Life Review em 1983:
“Lincoln reconheceu que não conseguiríamos sobreviver como uma terra livre
quando alguns homens pudessem decidir que outros não eram dignos de ser livres
e deveriam ser escravos… Da mesma forma, não podemos sobreviver como uma nação
livre quando alguns homens decidem que outros não são dignos de viver e
deveriam ser abandonados ao aborto.”
Traduzido por Julio Severo do original do WND
(WorldNetDaily): Can
America survive abortion?
Fonte: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
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terça-feira, 6 de outubro de 2015
AGENDA - Vídeo legendado : Origem, Formas de Atuação e Objetivos do Movimento Comunista/Socialista nos EUA !
AGENDA - documentário completo - Legendado
https://www.youtube.com/watch?v=I0Aq5SQrIEg
Documentário completo mostrando a origem, formas de atuação e objetivos do movimento socialista/comunista nos EUA.Divulgue esse filme para o máximo de pessoas que puder!
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sexta-feira, 31 de julho de 2015
Brasil não reconhece mais Jerusalém como capital de Israel
Brasil
não reconhece mais Jerusalém como capital de Israel
Governo
Dilma tenta apagar decisão histórica de Oswaldo Aranha
Jarbas Aragão
Comentário de Julio Severo: A
matéria a seguir, do GospelPrime, revela que o governo de Dilma parou de
reconhecer Jerusalém como capital de Israel. Estou surpreso, pois eu não sabia
que o governo brasileiro fazia esse reconhecimento. Como maior país católico do
mundo, era de esperar que o Brasil seguisse o Vaticano, que nunca reconheceu Jerusalém
como capital de Israel. Aliás, a postura tradicional do Vaticano, que não difere muito da
postura do governo socialista do Brasil, é ser contra Israel. A única
grande exceção no Brasil católico era Dom Pedro II que, apesar de católico, amava muito os judeus.
Mas ele foi derrubado. Entretanto, o pior é que os EUA, a maior nação evangélica do mundo e que se dizem
aliados de Israel, nunca reconheceram Jerusalém como capital de Israel.
Agora, o Brasil entrou oficialmente no mesmo barco do Vaticano e dos EUA. Eis a
matéria do GospelPrime:
O moderno Estado de Israel reconhece que a articulação
do diplomata brasileiro Oswaldo Aranha foi fundamental. Ele foi nomeado
Presidente da Assembleia Geral da ONU, quando foi votada e aprovada a
independência do Estado Judeu, após quase dois mil anos. A gratidão dos judeus
é grande até hoje, sendo que existe uma rua em Tel Aviv com o nome dele.
Durante muitos anos os dois países tiveram boas
relações. Contudo, desde o primeiro mandato de Dilma, isso foi se deteriorando.
Ano passado, o Brasil foi um dos 29 países no Conselho de Direitos Humanos da
ONU que votaram para a ONU investigar as ações de Israel contra terroristas
islâmicos em Gaza (17 países se abstiveram, e apenas os EUA se opuseram).
Além disso, o Embaixador do Brasil em Tel Aviv foi
chamado a Brasília para consultas. Cogitou-se que os países poderiam romper as
relações diplomáticas. Após o imbróglio, o porta-voz do Ministério do Exterior,
Yigal Palmor decretou: “Esta é uma demonstração lamentável porque o Brasil, um
gigante econômico e cultural, continua a ser um ‘anão diplomático’”.
Agora, o portal Gospel Prime teve acesso ao passaporte
de crianças brasileiras nascidas em Jerusalém. Estranhamente, cita-se a cidade,
mas o espaço para o país é deixado em branco. Trata-se de um documento oficial,
o que revela ser essa uma decisão federal.
Embora não tenha afirmado isso publicamente, o Brasil
parece estar seguindo os passos dos Estados Unidos, que no mês passado parou de emitir passaportes de filhos de americanos
nascidos em Jerusalém com a identificação que a cidade, de fato, fica em
Israel.
Conforme previam analistas, essa decisão parece ter
criado um efeito dominó, influenciando outras nações. Desde sua vitória na
Guerra dos Seis Dias (1967), Israel reivindica Jerusalém como sua a capital
“histórica e indivisível”. Os palestinos consideram a parte oriental da cidade
como “território ocupado” e objeto de disputa.
Existem fortes indícios que o Conselho de Segurança da
ONU deverá votar uma resolução para estabelecer definitivamente um Estado
palestino. A atitude do Itamaraty indica que desta vez, o povo de Israel não
poderá contar com o apoio dos diplomatas brasileiros.
A denúncia foi encaminhada ao Gospel Prime pela
pastora Jane Silva. Ela conta que ligou para a Embaixada do Brasil em Tel Aviv
e falou com o Conselheiro Sergio Pena. Ele confirmou a ordem do governo
brasileiro e justificou que Jerusalém não pertence ao Estado Israel.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
Recomendação:
O papa e o Vaticano precisam ser confrontados acerca de
posturas católicas tradicionais contra Israel
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segunda-feira, 29 de junho de 2015
“Casamento” homossexual dos EUA afetará outros países
29 de junho de 2015
“Casamento” homossexual dos EUA afetará outros países
Mas em estranho acobertamento, grande mídia esquerdista americana nega que os EUA são o líder do movimento homossexual mundial
Julio
Severo
Por causa da hegemonia cultural mundial dos EUA, a
decisão histórica do Supremo Tribunal dos EUA em favor do “casamento”
homossexual afetará outras nações, e ativistas homossexuais em muitas partes do
mundo estão excitados em sua expectativa de usar a decisão do tribunal para
avançar sua causa, de acordo com uma reportagem
da Associated Press, um dos maiores serviços noticiosos dos EUA.
Ainda que grandes empresas dos EUA (Apple, Microsoft,
Google, etc.) e até o governo americano tenham grandemente incitado a tendência
para com a aceitação do “casamento” homossexual, a Associated Press, cujas
reportagens são descaradamente pró-homossexualismo, tem se apressado para separar
os EUA do papel da liderança dizendo “Os EUA não são o líder desse movimento,”
ignorando que os EUA foram o primeiro país a nomear
um embaixador homossexual mundial para a ideologia homossexual e que
o Departamento de Estado e a USAID vêm financiando
e treinando organizações homossexuais em outras nações.
As tentativas da Associated Press de descartar a
liderança dos EUA no movimento homossexual internacional apontaram que outras
nações, como a Argentina, tinham “casamento” gay antes dos EUA.
O Brasil, o maior país católico do mundo, havia com
efeito aprovado o “casamento” gay em 2013, antes dos EUA, mas os ativistas
homossexuais envolvidos nessa campanha estavam muito envolvidos com ativistas
homossexuais americanos e sua propaganda “brasileira” contava decisivamente com
dados e know-how de ativistas dos EUA.
Pelo fato de que o Brasil não tem uma hegemonia
cultural mundial, seu “casamento” gay não produziu nenhum efeito em outras
nações. Quando o Supremo Tribunal dos EUA legalizou o “casamento” homossexual,
os sites do Palácio do Planalto e do Ministério da Educação exibiram o
arco-íris homossexual — uma celebração homossexual que o governo brasileiro não
realizou nem mesmo na legalização do “casamento” homossexual brasileiro.
Ainda que o Brasil e os EUA sejam antagônicos em
algumas questões econômicas, eles têm tido uma irmandade inegável, vibrante e
incrível na agenda homossexual.
Da mesma forma, o “casamento” homossexual argentino
não produziu nenhum efeito internacional, pois a Argentina não tem uma hegemonia
cultural mundial. Entretanto, é muito improvável que os ativistas homossexuais
argentinos envolvidos nessa campanha não estivessem envolvidos com ativistas
homossexuais americanos e que sua propaganda “argentina” não contasse
decisivamente com dados e know-how de ativistas americanos.
“A decisão dos EUA terá um grande impacto em outros
países,” disse Esteban Paulon, presidente da Federação de Lésbicas, Gays,
Bissexuais e Transexuais, acrescentando que sua organização contribuiu
documentação para as organizações legais americanas que defenderam o caso
diante do Supremo Tribunal.
Esse
é um truque velho. É o mesmo modo de trabalhar de organizações e fundações
pró-aborto dos EUA. Elas financiam e treinam ativistas nos países em
desenvolvimento, e quando necessário esses ativistas são usados como vitrine
para defender, com uma voz do terceiro mundo, exatamente o que as organizações
e fundações pró-aborto dos EUA querem. Elas apresentam sua voz treinada de
terceiro mundo na ONU e fóruns internacionais sobre aborto e controle
populacional e dizem: “Estão vendo? Eles querem aborto e controle populacional
e eles querem nossa ajuda para fazer isso!”
A motivação por trás dessas campanhas é tudo, menos de
bom coração.
O Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, o
órgão das decisões mais elevadas sobre política externa nos EUA, promulgou um
documento extremamente secreto intitulado Memorando de Estudo de Segurança
Nacional 200 (do original em inglês “National Security Study Memorandum 200,”
cuja sigla é NSSM 200), também conhecido como Relatório
Kissinger. Seu assunto era “Implicações do Crescimento da População
Mundial para a Segurança e Interesses Externos dos EUA.” Esse documento,
publicado em 10 de dezembro de 1974 durante o governo de um presidente republicano,
foi o resultado da colaboração entre a Agência Central de Inteligência (CIA) e
a Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA (USAID).
De acordo com o Dr. Brian Clowes, um especialista em
assuntos de controle populacional na organização Human Life International, “o
NSSM 200 continua a ser o documento fundamental sobre controle populacional
elaborado pelo governo dos Estados Unidos. Portanto, o NSSM 200 continua a
representar a política oficial dos Estados Unidos sobre controle populacional… O
propósito principal das campanhas de controle populacional financiadas pelos
EUA é manter acesso aos recursos… de países menos desenvolvidos.”
O NSSM 200 é o mais importante documento de controle
populacional do governo dos EUA. Mas havia um esforço para negar que os EUA têm
sido o líder do movimento mundial de controle populacional.
Clowes explica que os países jamais conseguiram
apontar com precisão o trabalho sujo das campanhas de controle populacional dos
EUA como responsabilidade direta dos EUA porque havia uma estratégia envolvida
para escapar dessa acusação. Ele disse: “O NSSM 200 também especificamente
declarou que os Estados Unidos deveriam acobertar suas atividades de controle
populacional e evitar acusações de que são imperialistas induzindo a ONU e
várias organizações não governamentais — especificamente o Fundo Pathfinder, a
Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla inglesa
IPPF) e o Conselho Populacional — a fazer seu trabalho sujo.”
A
USAID, que estava envolvida com a CIA no NSSM 200, vem usando sua larga
experiência e sofismas em controle populacional para promover a agenda
homossexual no mundo inteiro.
No ano passado, a USAID e o Departamento de Estado dos
EUA realizaram a terceira Conferência para Avançar os Direitos Humanos LGBT e
Promover Desenvolvimento Inclusivo para Indivíduos Lésbicos, Gays, Bissexuais e
Transgêneros (LGBT) em Washington, D.C., EUA.
Importantes autoridades do governo dos EUA palestraram
no evento.
A conferência reuniu autoridades governamentais,
financiadores particulares, líderes empresariais, especialistas acadêmicos e
ativistas homossexuais de mais de 30 países para aumentar a coordenação,
cooperação e recursos dedicados para promover a agenda homossexual no mundo
inteiro, e para garantir a plena inclusão de ativistas homossexuais em
estruturas de poder político.
A conferência focou em estratégias de assistência
diplomática e externa para lidar com questões homossexuais no mundo todo.
Discutiu também as melhores formas de envolver as comunidades religiosas para
apoiar a agenda homossexual e integrá-la em programas de desenvolvimento.
Apesar desse enorme envolvimento na agenda homossexual
mundial, a grande mídia esquerdista dos EUA, inclusive a Associated Press, quer
acobertar a liderança dos EUA nesse movimento.
Esse acobertamento vem também ocorrendo mediante
estratégias diplomáticas.
O embaixador
homossexual mundial dos EUA recentemente visitou o Brasil e outras
nações para coletar suas experiências homossexuais e usá-las para dar a
impressão de que o trabalho sujo dele não é avançar as ambições
homossexualistas do governo de Obama. Ainda que o financiamento, o know-how e a
inspiração venham de organizações homossexuais dos EUA, tudo será feito
alegadamente por amor aos desejos de grupos homossexuais do Brasil, da
Argentina e até da África!
Vinte e um países agora impõem o “casamento”
homossexual. Na maioria desses países, grupos homossexuais bem organizados,
financiados e treinados estão fazendo pressão legal e social para expandir
direitos de “casamento” homossexual, especialmente a adoção de crianças.
Esses movimentos, que têm recebido financiamento e
treinamento dos EUA, inclusive do Departamento de Estado e da USAID, estão
recebendo um estímulo grande com o “casamento” gay legalizado nos EUA, de
acordo com a reportagem da AP. Eles usarão a experiência dos EUA para avançar
sua causa (“Ei, a nação mais avançada tem leis gays avançadas, e nós deveríamos
imitar”) e os grupos homossexuais americanos por sua vez usarão a experiência
deles para exigir mais e mais (“Eis, até países do terceiro mundo estão
adotando a agenda homossexual. Por que deveríamos evitar avançar mais?”)
Todos eles estão envolvidos num círculo vicioso de
trabalhos sujos. Mas o que fará a diferença
decisiva é a hegemonia cultural.
Em seu livro de 1997 “The Grand Chessboard” (O Grande
Tabuleiro de Xadrez), Zbigniew Brzezinski, um dos mais confiáveis conselheiros
de política externa do governo dos EUA (desde Carter até Obama), argumentou que
os EUA detêm a hegemonia mundial nas principais áreas. Ele disse:
“Os EUA têm a supremacia em quatro
esferas decisivas de poder mundial: militar, econômica, tecnológica e
cultural.”
O “casamento” homossexual brasileiro e argentino e
outras agendas gays não têm tido nenhum efeito em outras nações. Mas se os EUA quiserem
usá-los, eles com certeza terão um impacto decisivo mundial.
A
poderosa hegemonia dos EUA está agora a serviço de sua própria agenda
homossexual e da agenda homossexual de grupos homossexuais internacionais que a
USAID e o Departamento de Estado estão treinando e financiando.
A
resposta a esse poder hegemônico pró-homossexualismo é bolsões de resistência
conservadora nos EUA e uma resistência conservadora internacional que rechace o
imperialismo homossexual promovido pelo governo e grandes empresas dos EUA.
A homossexualidade trouxe destruição para Sodoma, e
trará destruição para qualquer cidade ou superpotência que a adote. Um
remanescente de cristãos fiéis a Deus precisa alertar acerca do perigo da
sodomia e apoiar esforços para proteger crianças e suas famílias contra isso.
“O
que aconteceu com Sodoma e Gomorra e as cidades vizinhas é, para nós, um
exemplo do castigo do fogo eterno. O povo daquelas cidades sofreu o mesmo
destino que o povo de Deus e os anjos sofreram, pois cometeram pecados sexuais
e se engajaram em atividades homossexuais.” (Judas 7 GWV)
O casamento é a união entre um homem e uma mulher. Defender esse
casamento original e real contra um “casamento” falsificado de dois homens não
salvará a alma eterna das pessoas. Mas salvará crianças, famílias e a sociedade
de uma destruição psicológica, moral e física.
Pregar o Evangelho e deixar claro que Jesus Cristo salva, cura e liberta
fará a diferença máxima entre pecadores que amam pecados homossexuais e entre
nações que adoram promover e impor esses pecados nos outros. Eles terão uma
chance de ser salvos, curados e libertos.
Se não quiserem o Evangelho, os cristãos deveriam agir
profeticamente, principalmente no caso de uma nação que começou no Evangelho,
era campeã em exportar o Evangelho e impactou muitas nações no Evangelho e
agora termina com sodomia, como campeã em exportar sodomia e afetando muitas
nações nesse pecado.
Com informações da Associated Press.
Versão
em inglês deste artigo: U.S.
Homosexual “Marriage” Will Affect Other Countries
Fonte:
www.juliosevero.com
Leitura
recomendada:
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Embaixador homossexual dos EUA quer o Brasil em nova coalizão pró-GAYZISMO internacional para desviar acusações de “imperialismo cultural” dos EUA
Embaixador
homossexual dos EUA quer o Brasil em nova coalizão pró-sodomia internacional
para desviar acusações de “imperialismo cultural” dos EUA
Ele participou
de parada gay no Brasil e hasteou a bandeira do arco-íris homossexual ao lado
da bandeira dos EUA no Consulado Geral dos EUA no Rio de Janeiro
Julio Severo
O Brasil fornece muitos exemplos positivos e
inspiradores na causa homossexual. Essa é a opinião do embaixador especial do
Departamento de Estado dos Estados Unidos para os Direitos Humanos dos
Indivíduos LGBTI, Randy Berry. Ele conversou com ativistas homossexuais e
autoridades brasileiras sobre o tema.
Sua visita de quatro dias ao Brasil, de 6 a 9 de
junho, incluiu dois dias em São Paulo, para contatos com organizações
homossexuais e participação na Parada do Orgulho Gay. Em Brasília, ele se
encontrou com autoridades elevadas do Ministério das Relações Exteriores. No
Rio de Janeiro, ele se encontrou com ativistas homossexuais no Consulado Geral
dos EUA, onde ele hasteou a bandeira do arco-íris homossexual ao lado da
bandeira dos EUA. De acordo com Berry, os governos dos EUA e do Brasil têm
interesses e preocupações semelhantes na questão homossexual.
Sua viagem ao Brasil ocorre três anos depois que o
Departamento de Estado lançou, em dezembro de 2011, seu Fundo de Igualdade
Global, uma iniciativa que faz parceria com entidades públicas e privadas para
apoiar campanhas que avançam a agenda homossexual no mundo inteiro, inclusive
financiando iniciativas homossexuais. De acordo com o C-Fam, “O Fundo de
Igualdade Global, que desembolsou 7 milhões de dólares desde seu lançamento em
2011, tem expandido com a ajuda dos países nórdicos e parceiros do setor
privado. Obama anunciou uma verba adicional de 12 milhões de dólares no fundo”
em 2013.
Como embaixador especial de direitos homossexuais,
Berry está liderando os esforços do Departamento de Estado para trabalhar com
governos, sociedade civil e setor privado por meio do Fundo de Igualdade
Global.
A bandeira homossexual permanecerá tremulando por uma
semana no Consulado dos EUA no Rio. Michael Yoder, cônsul-geral interino dos
EUA, disse: “Esta bandeira mostra nosso apoio à comunidade LGBT. É uma honra e
um privilégio que as bandeiras estejam juntas nestes dias.”
Em seu Twitter oficial em português, a Embaixada dos
EUA no Brasil disse
sobre a visita de Berry: “A diversidade nos torna mais ricos, a exclusão, mais
pobres.”
Numa entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Berry
explicou o propósito de sua visita: criar uma coalizão de nações para defender
a agenda homossexual. Ele disse: “É mais difícil ignorar uma crítica se ela vem
só dos EUA, mas com vários países expressando preocupações, fica mais eficaz.”
O Brasil tem sido ativo em outras coalizões
pró-sodomia dos EUA. O “Principal Grupo LGBT,” uma coalizão dos EUA na ONU,
inclui o Brasil, a União Europeia e Israel. Essa coalizão se comprometeu a
realizar “ações conjuntas” para promover a agenda homossexual na ONU. Essas
coalizões são importantes para desviar as acusações de que a agenda homossexual
é parte de ambições imperialistas dos EUA.
Berry foi ao Brasil para envolver autoridades e
líderes brasileiros em outras coalizões. Ele disse que “Brasil e Estados Unidos
estão muito próximos” nas questões homossexuais e deixou claro que ele ficou
também “muito otimista com algumas áreas em que podemos traçar parcerias no
futuro.”
Diplomata de carreira, Berry assumiu a primeira função
de embaixador homossexual global da história dos EUA e do mundo em abril e ele
está viajando a todos os lugares para amplificar a mensagem de que a agenda
homossexual é parte essencial da agenda da política externa dos EUA. Esse cargo
foi idealizado pela ex-secretária de Estado Hillary Clinton.
Com sua viagem ao Brasil e outras nações, o interesse
dele “é ver como reunir essas lições e promover o tipo de mudança que realmente
queremos no mundo.” Ao usar as experiências de várias nações que foram
influenciadas pela agenda gay dos EUA, ele protegerá a estratégia pró-sodomia
mundial dos EUA de críticas de que o governo americano está impondo uma agenda
homossexual americana em outras nações.
Entretanto, se como Berry disse, o ativismo
homossexual no Brasil é uma “inspiração,” nasceu de outra inspiração. Quando
comecei a escrever meu livro “O Movimento Homossexual” em 1995, não havia
nenhuma parada gay ou descarada propaganda homossexual semelhante no Brasil.
Meu livro, que foi publicado em 1998 pela Editora Betânia,
revelava o avanço assombroso do ativismo homossexual nos EUA, alertando que
alcançaria o Brasil. A reação foi muitas vezes descrença. Acerca dos casos de
perseguição de cristãos americanos retratados no meu livro, os leitores diziam
que esse cenário negativo jamais ocorreria no Brasil. Alguns até me chamaram de
louco e exagerado.
Lamentavelmente, o que eu avisei acabou acontecendo:
sob inspiração dos EUA, em curto tempo o Brasil avançou rápido na agenda gay. E
agora o avanço dessa ideologia importada será usado pelo embaixador homossexual
dos EUA para dizer ao mundo: “Ei, nossa defesa da ideologia gay não é
imperialismo cultural dos EUA. O Brasil está também fazendo a mesma coisa e nós
só estamos copiando o Brasil!”
Meu livro expôs que em 1990 a Fundação Ford deu mais
de cem mil dólares em verbas para várias entidades brasileiras que lutam contra
a AIDS e contra o “preconceito.” O Movimento de Liberação Gay Atobá do Rio de
Janeiro recebeu mais de $40.000 dólares. Ativistas homossexuais do Brasil eram
convidados, com todas as despesas pagas, para passar tempo nos EUA para obter
treinamento. Alguns deles acabaram trabalhando na diplomacia brasileira na ONU,
o que ajuda a explicar por que o Brasil, nas questões homossexuais, sempre fica
do lado dos EUA e nunca do Vaticano e da Rússia, que não promovem a agenda gay.
O jornal homossexual brasileiro Lado Bi entrevistou
Randy Berry e lhe perguntou: “Apesar de todas suas iniciativas contra a
população LGBT, não parece haver muitas represálias contra a Rússia. Vocês
têm planos para promover esses direitos civis igualitários por lá?”
Berry respondeu: “Nós estamos, sim, preocupados em
garantir a todos o direito de se expressar livremente.” Sua resposta sobre a
Rússia foi em grande parte evasiva. De fato, ele não precisava falar muito.
Enquanto ele estava dizendo isso no Brasil, Obama estava acusando, de acordo
com a Reuters, “o presidente Vladimir Putin de arruinar a economia da Rússia
numa campanha totalmente fracassada de recriar as glórias do império
soviético.”
De acordo com o Rev. Scott Lively, “Obama orquestrou o golpe na Ucrânia para reiniciar a guerra
fria e impedir a Rússia de liderar revolta mundial contra a agenda LGBT.”
Antes do golpe na Ucrânia, os grandes meios de comunicação e o governo dos EUA estavam
atacando a Rússia implacavelmente por causa de uma lei russa que proíbe a
propaganda homossexual para crianças. Aliás, logo antes do golpe orquestrado
pelos EUA, Decision, uma importante revista evangélica publicada pela
Associação Evangelística Billy Graham, teve Putin e sua lei antissodomia numa impressionante matéria
de capa escrita por Franklin Graham.
Com o golpe na Ucrânia, o marxista Obama está livre
para atacar a Rússia alegadamente “só por causa da crise ucraniana,” arruinar a
economia da Rússia com sanções e culpar tudo em esforços pretensos de recriar o
império soviético. De acordo com Lively, até mesmo a elite neocon do Partido
Republicano está unida com Obama nesses ataques.
Essa união pervertida é muito semelhante à mesma união
do ano passado de feministas, abortistas, ativistas homossexuais, esquerdistas
dos EUA e neocons como Cliff Kincaid que atacaram, inspirados por um
ultranacionalismo americano que une esquerdistas e direitistas, um evento
pró-família em Moscou, Rússia.
Finalizando sua resposta evasiva sobre a Rússia, Berry
disse: “A partir do momento em que as pessoas reconhecem que LGBTs são
humanos como eles, mudanças muito poderosas começam a acontecer.” Tradução
possível: Quando a Rússia parar de proibir a propaganda homossexual para
crianças, mudanças muito poderosas acontecerão: nada de sanções para arruinar a
economia da Rússia, nada de acusações de que Putin está recriando o império
soviético e, sim, se a Rússia quiser anexar a Ucrânia inteira para impor a
agenda homossexual, os EUA e a União Europeia darão apoio total. Afinal,
propagandistas pró-sodomia têm o direito de fazer o que ninguém mais pode.
No entanto, esse direito não funciona em todos os
casos. A Arábia Saudita com total liberdade tortura e mata homossexuais, e
Berry e seu governo nunca falam de condenar e impor sanções nesse país islâmico
radical, pois os sauditas guardam seu dinheiro em bancos americanos. Então, no
final das contas são os EUA quem decide como e quando um país merece sanções e
condenação por supostas violações de direitos humanos.
Enquanto a bandeira do arco-íris homossexual está
tremulando, por desejo de Berry, ao lado da bandeira dos EUA no consulado
americano no Rio nesta semana, ele seguirá sua missão homossexual, que é uma
parte essencial da agenda da política externa dos EUA, de impor a agenda gay no
mundo inteiro.
Ei, isso não é imperialismo dos EUA! É apenas os EUA
implementando uma inspiração que receberam do Brasil e outros países…
Com informações de
agências noticiosas brasileiras e internacionais.
Versão
em inglês deste artigo: US Homosexual Envoy Wants Brazil in New International
Pro-Sodomy Coalition to Deflect Accusations of US “Cultural Imperialism”
Fonte: www.juliosevero.com
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