COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sábado, 27 de agosto de 2016

PROFECIA BÍBLIA SOBRE RECONSTRUÇÃO DO TEMPLO PODE ESTAR SE CUMPRINDO !



Convocação a judeus de todo o mundo para reconstrução do Templo em Jerusalém é vista como sinal do Apocalipse


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Uma entidade judaica lançou uma campanha mundial para convocar os judeus para reconstruírem o Templo de Salomão, no monte em Jerusalém onde hoje existe a mesquita Al-Aqsa, uma das mais importantes do islamismo.
O segundo Templo judaico erguido no local foi destruído há quase dois mil anos, durante a ocupação romana. Para os judeus, os dois milênios sem o templo que foi construído de acordo com ordens específicas de Deus são um tempo de lamentação, e até os casamentos judaicos fazem menção a esse fato, quando na cerimônia o noivo quebra com o pé uma taca envolta em um pano, lembrando a destruição da edificação.
 construção do terceiro é associada, no cristianismo, às revelações do Apocalipse e segundo muitos teólogos, representaria a aproximação com o início da Grande Tribulação e o surgimento do anticristo.
O responsável pelos planos de reconstrução é o Instituto do Templo, que vem, ao longo dos anos,arrecadando valores para financiar a obra, além de refazer todos os objetos ritualísticos, como por exemplo, a menorá de ouro, o incensário e o novo véu, feito para ser posto na entrada do santo dos santos. Somente a menorá consumiu 90 quilos de ouro e custou R$ 3,2 milhões.
Na nova campanha de convocação a todos os judeus do mundo, o Instituto do Templo aproveitou a proximidade da celebração do Tisha B’Av, que lembra a destruição do segundo templo pelos romanos, no ano 70 d. C.
“O nosso objetivo é de despertar a consciência do povo judeu e de toda a humanidade para o papel central que o santo Templo representa para a vida da humanidade”, disse Chaim Richman, rabino cofundador do Instituto sediado em Jerusalém
Na nova campanha de convocação a todos os judeus do mundo, o Instituto do Templo aproveitou a proximidade da celebração do Tisha B’Av, que lembra a destruição do segundo templo pelos romanos, no ano 70 d. C.
“O nosso objetivo é de despertar a consciência do povo judeu e de toda a humanidade para o papel central que o santo Templo representa para a vida da humanidade”, disse Chaim Richman, rabino cofundador do Instituto sediado em Jerusalém.

Contexto

A reconstrução do Templo de Salomão no monte em Jerusalém pode desencadear uma verdadeira guerra, afinal, atualmente o espaço é ocupado pelos muçulmanos e controlado pelo exército da Jordânia.
Alheios a isso, os judeus ortodoxos do Instituto querem reerguer o principal símbolo de sua religião, e acreditam, inclusive, que com a demolição da mesquita Al-Aqsa podem encontrar a Arca da Aliança em túneis que existiam sob o primeiro Templo e que hoje estão soterrados.
O primeiro-ministro de Israel afirmou, em dezembro de 2015, que o país poderia facilmente demolir a mesquita, mas não queria fazer isso com confronto. No entanto, posteriormente o ministro da Habitação, Uri Ariel, voltou ao assunto e disse que um templo judaico seria construído no local.
O Instituto intensificou seus preparativos após o nascimento de uma novilha vermelha, fato que não ocorria em Israel desde o ano em que o segundo templo foi destruído. As cinzas desse animal são necessárias para um ritual de purificação dos sacerdotes.
“Na verdade, o destino de todo o mundo depende da novilha vermelha, pois suas cinzas são o único ingrediente que falta para o restabelecimento da pureza, e portanto a reconstrução do Templo Sagrado”, disse um membro do Instituto do Templo. O animal representa, ainda, no contexto atual, a chegada do Messias para os judeus.
Aparentemente, todo o projeto para a reconstrução do templo está pronto. Uma maquete virtual foi apresentada tempos atrás, com detalhes. Chaim lembrou que “um terço de todos os mandamentos da Torá dizem respeito à construção do serviço no Templo Sagrado”, explicando a importância da edificação para a religião. Ele também lamentou que, por conta da inexistência do templo, os ritos judaicos estão incompletos: “Hoje, não apenas lamentamos a destruição dos dois Templos Sagrados, mas também nossa incapacidade de cumprir um terço da Torá”.
Hoje, no local, resta apenas uma parte do muro que guardava os templos destruídos, e o local é o famoso Muro das Lamentações, onde judeus vão fazer suas orações, e turistas, suas fotos.
Desde 1967 os judeus são proibidos de fazer orações no local. Na época, após a Guerra dos Seis Dias, Israel retomou o controle de Jerusalém, mas teve que concordar com a entrega do controle do Monte à Jordânia, para impedir que a mesquita fosse destruída. Recentemente, em prevenção a conflitos religiosos, Israel proibiu que homens muçulmanos com idades entre 16 e 60 anos acessassem o local.

FONTE:https://noticias.gospelmais.com.br/campanha-reconstrucao-templo-jerusalem-sinal-apocalipse-85216.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+gospelmais+%28Gospel%2B+%7C+Not%C3%ADcias%29

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Brasil não reconhece mais Jerusalém como capital de Israel

Brasil não reconhece mais Jerusalém como capital de Israel

Governo Dilma tenta apagar decisão histórica de Oswaldo Aranha

Jarbas Aragão
Comentário de Julio Severo: A matéria a seguir, do GospelPrime, revela que o governo de Dilma parou de reconhecer Jerusalém como capital de Israel. Estou surpreso, pois eu não sabia que o governo brasileiro fazia esse reconhecimento. Como maior país católico do mundo, era de esperar que o Brasil seguisse o Vaticano, que nunca reconheceu Jerusalém como capital de Israel. Aliás, a postura tradicional do Vaticano, que não difere muito da postura do governo socialista do Brasil, é ser contra Israel. A única grande exceção no Brasil católico era Dom Pedro II que, apesar de católico, amava muito os judeus. Mas ele foi derrubado. Entretanto, o pior é que os EUA, a maior nação evangélica do mundo e que se dizem aliados de Israel, nunca reconheceram Jerusalém como capital de Israel. Agora, o Brasil entrou oficialmente no mesmo barco do Vaticano e dos EUA. Eis a matéria do GospelPrime:
O moderno Estado de Israel reconhece que a articulação do diplomata brasileiro Oswaldo Aranha foi fundamental. Ele foi nomeado Presidente da Assembleia Geral da ONU, quando foi votada e aprovada a independência do Estado Judeu, após quase dois mil anos. A gratidão dos judeus é grande até hoje, sendo que existe uma rua em Tel Aviv com o nome dele.
Durante muitos anos os dois países tiveram boas relações. Contudo, desde o primeiro mandato de Dilma, isso foi se deteriorando. Ano passado, o Brasil foi um dos 29 países no Conselho de Direitos Humanos da ONU que votaram para a ONU investigar as ações de Israel contra terroristas islâmicos em Gaza (17 países se abstiveram, e apenas os EUA se opuseram).
Além disso, o Embaixador do Brasil em Tel Aviv foi chamado a Brasília para consultas. Cogitou-se que os países poderiam romper as relações diplomáticas. Após o imbróglio, o porta-voz do Ministério do Exterior, Yigal Palmor decretou: “Esta é uma demonstração lamentável porque o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um ‘anão diplomático’”.
Agora, o portal Gospel Prime teve acesso ao passaporte de crianças brasileiras nascidas em Jerusalém. Estranhamente, cita-se a cidade, mas o espaço para o país é deixado em branco. Trata-se de um documento oficial, o que revela ser essa uma decisão federal.
Embora não tenha afirmado isso publicamente, o Brasil parece estar seguindo os passos dos Estados Unidos, que no mês passado parou de emitir passaportes de filhos de americanos nascidos em Jerusalém com a identificação que a cidade, de fato, fica em Israel.
Conforme previam analistas, essa decisão parece ter criado um efeito dominó, influenciando outras nações. Desde sua vitória na Guerra dos Seis Dias (1967), Israel reivindica Jerusalém como sua a capital “histórica e indivisível”. Os palestinos consideram a parte oriental da cidade como “território ocupado” e objeto de disputa.
Existem fortes indícios que o Conselho de Segurança da ONU deverá votar uma resolução para estabelecer definitivamente um Estado palestino. A atitude do Itamaraty indica que desta vez, o povo de Israel não poderá contar com o apoio dos diplomatas brasileiros.
A denúncia foi encaminhada ao Gospel Prime pela pastora Jane Silva. Ela conta que ligou para a Embaixada do Brasil em Tel Aviv e falou com o Conselheiro Sergio Pena. Ele confirmou a ordem do governo brasileiro e justificou que Jerusalém não pertence ao Estado Israel.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
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