COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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terça-feira, 30 de junho de 2015

Volta ao nazismo: Vaticano assina tratado com Estado terrorista

Volta ao nazismo: Vaticano assina tratado com Estado terrorista

Pamela Geller
Exatamente como ocorreu com a Alemanha nazista, o Vaticano está do lado errado da história — de novo.
Num supremo ato de servilismo e submissão ao islamismo, o Vaticano assinou um tratado com a entidade terrorista, eufemisticamente conhecida como “o Estado da Palestina.” Reportagem da Associated Press disse que “o Vaticano assinou um tratado com o ‘Estado da Palestina’ na sexta-feira, dizendo que esperava que seu reconhecimento legal do Estado ajudaria a estimular a paz com Israel e que o próprio tratado serviria como modelo para outros países do Oriente Médio. Paul Gallagher, ministro das relações exteriores do Vaticano, e o ministro palestino das relações exteriores, Riad al-Malki, assinaram o tratado numa cerimônia dentro do Vaticano.”

O Vaticano dizendo que esperava que seu “reconhecimento legal do Estado ajudaria a estimular a paz com Israel” é só algumas das conversas tolas e absurdas que acompanharam esse “tratado.” Por que o fato de que o Vaticano reconheceu o “Estado da Palestina” ajudaria a estimular a paz com Israel? Se os terroristas islâmicos obtiveram reconhecimento oficial do Vaticano ao se recusarem a fazer a paz e ao se recusarem a reconhecer o Estado judeu, por que isso levaria à “paz”? O terrorismo funciona, por que parar?

Tzipi Hotovely, vice-ministro das relações exteriores de Israel, disse: “Os palestinos continuam a agir unilateralmente e isso nos distancia de qualquer chance de manter diálogo direto. Lamento que o Vaticano tenha decidido participar de um passo que descaradamente ignora a história do povo judeu em Israel e Jerusalém. Qualquer tentativa dos palestinos ou qualquer outro envolvido de minar nosso direito histórico a Jerusalém e a nosso país será recebida com oposição ferrenha de nós.”

Emmanuel Nahshon, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, frisou que o tratado era unilateral, em que não fazia nenhum reconhecimento “dos direitos históricos do povo judeu na Terra de Israel e aos lugares santos para o judaísmo em Jerusalém.” Outro porta-voz de Israel “expressou desapontamento quando o Vaticano anunciou no mês passado que havia alcançado um acordo final com o ‘Estado da Palestina’ sobre o tratado que regulamenta a vida da Igreja Católica nos territórios palestinos.”

“Desapontamento” é uma palavra suave para isso. “Indignação” e “nojo” seriam mais apropriados. Décadas de terrorismo e matanças estão agora sendo recompensados pela sede da Igreja Católica. O Vaticano recompensou com reconhecimento oficial a “Palestina,” que se recusa a viver lado a lado com o minúsculo Estado judaico.

A matança indiscriminada de cristãos pelos mesmos adeptos da ideologia do “Estado palestino” é em grande parte ignorada pelo Vaticano. Em vez disso, vastas declarações de imbecilidade são anunciadas com solenidade, tais como “igualar o islamismo com violência é errado.” E assim por diante.

Os cristãos estão sendo massacrados num genocídio brutal na guerra santa islâmica que está assolando o Oriente Médio, e a Santa Sé está dando recompensas aos que executam cristãos.

A França também reconheceu recentemente o “Estado palestino,” e vemos como isso está funcionando para eles — com ataques terroristas islâmicos em Paris nos escritórios do Charlie Hebdo e no supermercado kosher Hyper Cacher em janeiro, e nos escritórios da companhia de gás Air Products em Grenoble na semana passada. O Vaticano pode esperar mais do mesmo.

Além disso, o reconhecimento que o Vaticano fez de um “Estado da Palestina” não tem nenhuma base na história ou qualquer outra coisa. Não existe uma etnia “palestina”: Isso foi inventado pela União Soviética e Yasser Arafat na década de 1960 como arma para destruir o Estado de Israel. Nunca existiu um Estado independente da Palestina. Nunca existiu um Reino da Palestina. Nunca existiu nenhuma República da Palestina. Nada. Nem mesmo em livros de história. A bandeira palestina de 1939 apresentava um Estrela de Davi: era um regime judeu.

Para que não nos esqueçamos, depois de derrotar os judeus, o Império Romano mudou o nome de Israel para Palestina para humilhá-los. Palestina era um nome derivado do nome dos piores inimigos de Israel na Bíblia: os filisteus. Israel é a Palestina. Um nome mais apropriado para o Estado terrorista da “Palestina” seria “terra dos filisteus.”
E antes de existir um Vaticano, os judeus viviam em Israel. Nenhuma declaração do Vaticano pode mudar a realidade: Israel é a terra dos judeus.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND: 1933 redux: Vatican signs treaty with terror state

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domingo, 1 de março de 2015

PT concede lugar estratégico para terroristas do Hamas se infiltrarem no Brasil...

PT concede lugar estratégico para terroristas do Hamas se infiltrarem no Brasil. Ou: por isso Dilma mandou dialogar com os terroristas do Estado Islâmico, ela já vinha fazendo isso com os terroristas do Hamas



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As obras da embaixada palestina em Brasília em seu estágio atual, em foto enviada a este blog
“Esse Israel tem de desaparecer. E não é o embaixador do Irã nem o presidente [Mahmoud] Ahmadinejad quem está falando”.
Era o embaixador palestino no Brasil, Ibrahim Alzeben, em palestra de outubro de 2011 a universitários, mas podiam ser também os terroristas do Hamas, parceiros da Autoridade Nacional Palestina no governo de unidade nacional. A pregação é a mesma.
“Israel está preparando provocações para um novo conflito. Duvidem da origem dos próximos foguetes partindo da Palestina.”
Era o mesmo Albezen acusando Israel de infiltrar agentes em Gaza para disparar mísseis contra a própria população, assim como o tesoureiro da campanha eleitoral de Dilma Rousseff, Edinho Silva, acusava o PSDB em 2010 de infiltrar “falsos” militantes petistas para causar tumultos nos atos tucanos, como arremessar um rolo de fita crepe no então candidato José Serra.
Abbas e Ibrahim
O embaixador Ibrahin Alzeben (ao microfone), ao lado de Abbas, durante o lançamento da pedra fundamental em dezembro de 2010
A afinidade entre os guerrilheiros do PT e os representantes da Autoridade Nacional Palestina é tanta que o moderadíssimo senhor Albezen recebeu do governo Lula em dezembro daquele ano um presente: a doação de um terreno de 16 mil metros quadrados em zona privilegiada de Brasília para a construção de uma embaixada palestina, cuja pedra fundamental foi inaugurada na ocasião pelo presidente da ANP, Mahmoud Abbas.
Agora, os três prédios em estilo arquitetônico oriental previstos no projeto da empresa jordano-palestina Jerdana estão ficando de pé: um para a embaixada em si, outro para a residência do embaixador e um terceiro para a moradia de funcionários diplomáticos. No prédio principal, o da embaixada, há uma cúpula dourada inspirada nos santuários islâmicos e cristãos que existem na Palestina, segundo Alzeben – mas a aparência é mesmo de uma mesquita. A empresa construtora é a Sox Engenharia Ltda; o custo, 13,3 milhões de reais, com parte do dinheiro vindo da Palestina e outra parte que Albezen esperava receber em doações.
Embaixada Palestina terreno Google Earth
Imagem de 4 anos atrás do Google Earth, com a marcação vermelha no terreno então baldio da embaixada palestina. Local estratégico no coração do Planalto
Millitares demonstram preocupação com o empreendimento dos amigos radicais do PT em um “terreno imenso para os padrões de Brasília e mesmo do setor de embaixadas”, com vista para o Lago Norte:
“Os veículos e pessoas, por serem diplomáticos, não podem ser revistados. E a embaixada é área soberana do Hamas agora”, diz a este blog um militar que prefere não ser identificado.
“O local é estratégico. Fica em uma rua de serviço que dá acesso aos alojamentos da guarda da Presidência e do batalhão de Polícia Militar, além de acesso à via expressa que liga ao Eixo Monumental e ao Palácio da Alvorada. A pista ainda liga a via N2 às entradas de serviço dos Ministérios, do Senado e do Palácio do Planalto. E do outro lado da rua, em frente ao complexo palestino, fica a estação elétrica de toda a esplanada dos Ministérios, do Congresso Nacional, do STF e da Presidência da República”, alerta ele.
Terroristas poderiam, na prática, apagar o Planalto?
“Sim. E acessar todas as estruturas de governo em questão de meia hora. Inclusive de segurança”, responde o militar.
Depois dos vínculos do PT com as Farc (e desta com o jihadismo africano pelo território brasileiro) e com o PCC (e deste com o Hezbollah), agora temos um canal aberto para infiltração do Hamas no coração da capital federal. Na eventualidade de um impeachment de Dilma ou da perda total do poder, o PT já tem um quartel anexo à disposição.

Fonte: https://verdadeiromododever.wordpress.com/2015/02/12/pt-concede-lugar-estrategico-para-terroristas-do-hamas-se-infiltrarem-no-brasil-ou-por-isso-dilma-mandou-dial-ogar-com-os-terroristas-do-estado-islamico-ela-ja-vinha-fazendo-isso-com-os-terroristas/

sábado, 10 de janeiro de 2015

Estudante muçulmana se finge de moderada para tentar encurralar -- logo quem! -- David Horowitz

Estudante muçulmana se finge de moderada para tentar encurralar -- logo quem! -- David Horowitz

Como disse em postagem anterior, qualquer pessoa seguidora do Islamismo poderá se tonar radical. Veja neste vídeo as declarações desta moça que fala sobre a Associação de Estudantes Muçulmanos, na Universidade da Califórnia, em San Diego, EUA e do encontro Anual da Juventude Hitlerista, isto é, possíveis adeptos dos atos de Hitler contra os Judeus. 

Achando que conseguiria pegar no contrapé o genial David Horowitz (judeu) numa palestra no campus de UC San Diego (um dos mais esquerdistas dos EUA), uma estudante radical é confrontada com sua própria incoerência e admite publicamente o que poucos admitem.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Enquanto o palestrante fez a pergunta, pela última vez, se ela era contra ou a favor do RAMÁS (grupo terrorista) novamente, foi porque ele percebeu que ela tinha um lenço que identificava os Muçulmanos favoráveis a ATAQUES TERRORISTAS CONTRA ISRAEL....VEJA ESTE DETALHE.

https://www.youtube.com/watch?v=lQkLp-D4A0o





quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Líderes evangélicos saem em defesa de Israel e criticam Dilma


6 de agosto de 2014

Líderes evangélicos saem em defesa de Israel e criticam Dilma

João Fellet
Comentário de Julio Severo: A “reportagem” abaixo é da BBC de Londres, mídia inglesa esquerdista que favorece o islamismo e ataca o Cristianismo. Apesar disso, é possível aproveitar alguns trechos da “reportagem,” que reproduzo na íntegra:
A condenação do governo Dilma Rousseff à ação militar israelense em Gaza gerou forte reação contrária de líderes evangélicos brasileiros, expondo os crescentes laços entre igrejas protestantes e Israel.
A mobilização evangélica teve início em 23 de julho, quando o governo federal divulgou uma nota condenando os ataques israelenses em Gaza e convocando o embaixador brasileiro em Tel Aviv para consultas.
No dia seguinte, cerca de 80 pessoas – em sua maioria evangélicos – foram ao Ministério de Relações Exteriores protestar contra a decisão.
Uma das organizadoras do ato, a pastora Jane Silva – que preside a Associação Cristã de Homens e Mulheres de Negócios e a Comunidade Brasil-Israel – diz que líderes evangélicos de vários Estados e de diferentes igrejas compareceram à manifestação.
Com o apoio do deputado federal Lincoln Portela (PR-MG), um dos principais nomes da bancada evangélica no Congresso, Silva marcou uma audiência no Itamaraty para expressar a insatisfação do grupo. Eles foram recebidos pelo embaixador Paulo Cordeiro, subsecretário-geral do órgão para África e Oriente Médio.
"Ficamos ofendidos e magoados com a postura do governo brasileiro, que para nós não condiz com a posição da população cristã brasileira em relação ao conflito", diz a pastora à BBC Brasil. Não há dados, no entanto, que confirmem a avaliação da pastora.
"Quando o governo fala mal de Israel, fala mal de nosso Jesus. E Israel tem o direito de se defender e de existir." “Israel é palco da história bíblica e está muito claro para nós que o Hamas é um grupo terrorista que quer destruí-lo”, acrescentou.
Além dos laços religiosos com os locais sagrados de Israel, líderes evangélicos citam em defesa do país argumentos semelhantes aos que são usados pelo governo israelense como, por exemplo, culpar o que chamam de estratégia de usar 'escudos humanos' pelas mais de mil mortes entre palestinos.
Até agora, mais de 1.600 mil palestinos morreram, entre eles integrantes do Hamas, mas também bebês, mulheres e crianças. Do lado israelense, morreram 67, três civis.
Eles dizem temer, ainda, que a deterioração das relações diplomáticas afete o fluxo de peregrinos brasileiros para a Terra Santa.
Segundo Silva, os ataques de Israel são uma resposta legítima aos foguetes do Hamas, grupo que controla Gaza.
O grupo entregou ao embaixador um manifesto em que critica o governo brasileiro por, entre outros pontos, ter condenado os ataques de Israel mas não ter censurado as ações do Hamas.
"Nós amamos o povo palestino e temos orado pelas mães palestinas, os idosos, crianças, mas não aprovamos o terrorismo."
Após deixar o Itamaraty, o grupo foi recebido na embaixada de Israel. Também participaram do protesto alguns membros da comunidade judaica de Brasília.
Presente no ato, a psicóloga judia Kelita Cohen diz que o apoio dos evangélicos "foi mais uma ação política do que de devoção religiosa". "As comunidades cristãs partilham com a comunidade judaica da opinião de que a atitude do governo brasileiro não foi coerente."

Passagem bíblica

No Amazonas, houve outro protesto em defesa de Israel organizado por evangélicos – este, liderado pelo apóstolo René Terra-Nova, fundador do Ministério Internacional da Restauração. Segundo organizadores, a manifestação reuniu 30 mil pessoas.
E em seu programa de TV no último sábado, o pastor Silas Malafaia, principal líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, também tratou do tema.
Ao se referir à posição do governo brasileiro quanto aos ataques israelenses, Malafaia citou uma passagem bíblica segundo a qual "a nação que amaldiçoa Israel também é amaldiçoada".
Dizendo precisar "dar algumas dicas (sobre o conflito) para o povo de Deus", ele afirmou no programa que os atos de Israel são "a reação de um estado soberano sendo atacado por terroristas".
Na semana passada, a pomposa inauguração em São Paulo do Templo de Salomão, da Igreja Universal do Reino de Deus, também deu mostras da crescente aproximação entre grupos evangélicos brasileiros e Israel.
No caso da Universal, a aproximação também se dá com o Judaísmo: na cerimônia, bispos da Universal vestiam quipá e talit, acessórios tradicionais judaicos, e o hino de Israel foi executado. Do lado de fora do templo, foram hasteadas as bandeiras da Universal, do Brasil e de Israel.
A BBC Brasil perguntou à Universal qual sua posição em relação às ações israelenses em Gaza, mas não obteve resposta.

'Soft power' religioso

O crescente alinhamento entre líderes evangélicos e Israel não é fenômeno exclusivo do Brasil.
Nos Estados Unidos, país que abriga a maior população protestante do mundo, os Sionistas Cristãos – como são conhecidos os evangélicos pró-Israel – exercem importante influência política.
Para estreitar os laços com o grupo, o governo israelense estimula visitas de grupos evangélicos à Terra Santa.
Em 2013, uma reportagem do Christian Science Monitor, uma das principais publicações mundiais sobre religiões, descreveu os bastidores de um evento anual organizado pelo governo israelense para homenagear líderes protestantes.
No encontro, o prefeito de Jerusalém, Nir Barkat, disse aos presentes: "Vocês aqui são o melhor ataque e a melhor defesa que poderíamos ter (…). Aproveitem a cidade de Jerusalém (…) e voltem para casa como fortes embaixadores do Estado de Israel e da cidade de Jerusalém".
A reportagem diz que, após se consolidar nos Estados Unidos, o movimento evangélico pró-Israel agora ganha força em países emergentes com crescente população protestante, como Brasil e Nigéria.

Peregrinações em risco

Para a pastora Jane Silva, caso o Brasil atenda grupos que pedem o rompimento das relações diplomáticas com Israel, os maiores prejudicados seriam fiéis brasileiros.
"O governo estaria punindo os próprios brasileiros", diz a pastora.
Segundo ela, muitos brasileiros visitam a Terra Santa todos os anos.
"Só lá podemos ver o túmulo onde Jesus foi sepultado, onde ressuscitou, caminhar pelas ruas pavimentadas de milagres. Quando voltamos, logo começamos a programar a próxima visita."
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Cristãos brasileiros: “Destino profético” com Israel

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Quem está contra? Israel está apenas se defendendo dos ataques do Resbolah e Hamas apoiados pela ONU!

Todos os recursos do Hamas são canalizados para o treinamento militar

Certa cobertura jornalística e posicionamentos de determinados governantes, aí incluindo a diplomacia brasileira, deveriam fazer parte de uma história da ignomínia. Versões tomam o lugar de fatos, a ideologia vilipendia a verdade e terroristas são considerados como vítimas inocentes.

Os episódios protagonizados pela ONU, em Gaza, deveriam escandalizar qualquer pessoa sensata. Em duas escolas da ONU foram encontrados foguetes, lá depositados pelos grupos jihadhistas. Supõe-se que lá não chegaram caminhando sozinhos, mas contaram com uma explícita colaboração de funcionários da própria organização internacional. Trata-se de uma clara violação da lei internacional.

A ONU, curiosamente, não quis fornecer as fotos desses foguetes, pois elas teriam forte impacto midiático, mostrando o pouco caso do Hamas com as crianças e mulheres que diz, para a imprensa internacional, defender. Ou seja, a organização fez o jogo do terror, pretendendo, porém, apresentar-se como neutra. Ademais, posteriormente, entregou os mesmos foguetes para as “autoridades governamentais”, isto é, o próprio Hamas!

Nada muito diferente do que aconteceu na guerra passada. Durante semanas fomos bombardeados, com manchetes, de que uma sede da ONU teria sido bombardeada pelas Forças Armadas de Israel. Era uma mentira deslavada. A própria organização internacional demorou, no entanto, 30 dias para fazer o desmentido. Como assim? O desmentido apareceu um mês depois nas páginas internas de jornais, como uma pequena notícia irrelevante. O estrago midiático foi feito com a colaboração da própria ONU.

E quando digo que o Hamas não se preocupa com a vida de crianças, idosos e mulheres quando fala para a imprensa internacional, refiro-me apenas a um fato. Em seu estatuto, essa organização terrorista prega abertamente a “educação” das crianças para a “guerra santa”, inculcando em suas mentes que devem estar preparadas para o martírio.

Várias lideranças do Hamas também têm dito claramente que elas utilizam mulheres e crianças como “escudos humanos”, embora a sua apresentação seja, evidentemente, a do combate pelo Islã, onde vidas devem ser sacrificadas. Por que divulgação não é dada a este fato?

As Forças Armadas israelenses são cuidadosas do ponto de vista de preservação de vidas humanas. Telefonam e enviam mensagens às populações das áreas que serão bombardeadas. Ocorre que o Hamas impede que essas pessoas possam escapar, com o intuito de produzir o maior número de vítimas civis, que logo serão filmadas e fotografadas. São essas imagens que serão utilizadas para a formação da opinião pública mundial. É macabro!

O Terror se caracteriza por não ter nenhuma preocupação com a vida dos civis. Assim é com os mais de dois mil foguetes lançados contra o Estado de Israel. Assim é com os comandos que foram enviados para assassinar a população civil dos kibutzim próximos à fronteira. Assim é com os palestinos que se tornam reféns e vítimas dessa estratégia terrorista.

O Hamas se mistura com a população civil. Utiliza escolas, mesquitas, instalações da ONU e hospitais como esconderijos de armamentos e bases de seus ataques. Seus dirigentes máximos estão alojados em um bunker em um hospital na cidade de Gaza. Vivem também em seus túneis, que são inacessíveis para a população civil que, lá, poderia se proteger.

O Estatuto do Hamas é um claro libelo antissemita, que busca pura e simplesmente a destruição do Estado judeu: “Israel existirá e continuará existindo até que o Islã o faça desaparecer, como fez desaparecer a todos aqueles que existiram anteriormente a ele.”

O seu alvo são os judeus e os cristãos. Aliás, esses últimos já são as vítimas do terror por organizações jihadistas na Síria e no Iraque. Assim está escrito: “Fazei o bem e proibis o mal, e credes em Alá. Se somente os povos do Livro (isto é, judeus [e cristãos]) tivessem crido, teria sido melhor para eles. Alguns deles creem, mas a maioria deles é iníqua.”

Para eles, os judeus fazem parte de uma grande conspiração internacional, à qual terminam associando também os cristãos. Utilizam, para tal fim, um livro antissemita do século XIX, forjado pela polícia czarista, para justificar o massacre de judeus. Eis o Estatuto: “O plano deles está exposto nos Protocolos dos Sábios de Sião, e o comportamento deles no presente é a melhor prova daquilo que lá está dito.” Mais clareza impossível, porém alguns teimam em não ler. É a miopia ideológica.

Enganam-se redondamente os que dizem que o Hamas procura a negociação. Para eles: “Não há solução para o problema palestino a não ser pela jihad (guerra santa)”, isto é, o extermínio dos judeus.

Israel aceitou todas as propostas de cessar-fogo, relutando, mesmo, em empreender a invasão terrestre. O que fez o Hamas: não cessou o lançamento de foguetes e rompeu todas as tréguas. Aliás, foi coerente com os seus estatutos: “Iniciativas de paz, propostas e conferências internacionais são perda de tempo e uma farsa.”

Neste contexto, falar de “desproporcionalidade” na resposta militar israelense revela desconhecimento ou má-fé. O país não poderia continuar vivendo sob o fogo de foguetes, como se aos judeus estivesse destinado viver debaixo da terra, em abrigos subterrâneos. Aliás, essa é uma boa distinção entre Israel e o Hamas. Os abrigos são para os civis, enquanto em Gaza são para os terroristas.

Observe-se que todos os recursos do Hamas são canalizados para o treinamento militar, a construção de túneis (agora de ataque) e a compra de armamentos e foguetes. O resultado está aí: a miséria de sua população.

As manifestações pró-Hamas que tiveram lugar em Paris tiveram a “virtude” de mostrar sua natureza antissemita, onde se misturam declarações contra o capitalismo, morte aos judeus e ataque a sinagogas. Tiveram, por assim dizer, o “mérito” da coerência. Esse setor da esquerda se associa ao terror, expondo toda a sua podridão. Será que certos setores da esquerda brasileira estariam trilhando também esse caminho da ignomínia?


Denis Lerrer Rosenfield é professor de Filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

ADENDO ADHT: E ainda teêm a cara de pau de dizer que Israel está usando força desproporcional? Israel precisa sim, acabar com os terroristas, coisa que o Brasil não fez, e veja hoje que o Comunismo que Dilma Rousseff, Lula, FHC e vários outros ex-ministros, ministros e políticos comunistas fazem de tudo para que o Brasil se transforme na CUBA GIGANTE que eles queriam nas décadas de 60, 70 e parte de 80. Israel está certíssimo. Os terroristas precisam ser combatidos com toda firmeza possível. O problema é que eles usam crianças e civis como escudos para se livrarem da morte. Israel não vai dar moleza e, por terra, eles poderão resolver este problema definitivamente. Isto é, se Dilma não repetir os feitos de Lula que doou $25 milhões de dólares para o Hamas se armar. E ainda a cara-de pau vem na mídia fazer discurso de que Israel está usando força desproporcional. Espero que nas próximas eleições seja  a vez do PT, seus aliados e Dilma, darem adeus aos planos comunistas Bolivarianos deles.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Dilmal apoia Terroristas do Hamas em: "O Brasil passou dos limites em relação a Israel"

29 de julho de 2014


O Brasil passou dos limites em relação a Israel

Andres Oppenheimer
Enquanto a maioria dos países condenou a violência em Gaza, na maior parte dos casos culpando ambos os lados e dirigindo críticas em variados níveis a um e a outro, o Brasil passou dos limites ao simplesmente endossar a versão do grupo terrorista Hamas para o conflito — indo além até mesmo de países como o Egito e a Jordânia em suas ações contrárias a Israel.
Em nota emitida em 23 de julho, o governo da presidente brasileira Dilma Rousseff declarou: “Condenamos energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza, do qual resultou elevado número de vítimas civis”.
E acrescentou que seu embaixador em Israel foi chamado ao Brasil para consultas — algo que nem mesmo países árabes como o Egito ou a Jordânia fizeram até este momento em que escrevo.
Tal comunicado alinha o Brasil com Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador e outros países que automaticamente tomam o partido de ditaduras militares e violadores dos direitos humanos em todo o mundo. Agora, há rumores de que o Brasil pretende se manifestar contra Israel na Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, em 29 de julho.
Muitos outros países condenaram o “uso desproporcional da força” por Israel, contudo a maioria deles — inclusive a Argentina, que normalmente acompanha os posicionamentos do Brasil — condenou simultaneamente o Hamas pelos ataques sistemáticos de foguetes contra alvos civis israelenses, que segundo Israel deflagraram o atual ciclo de violência.
Ademais, os Estados Unidos e os 28 membros da União Europeia, que consideram o Hamas um grupo terrorista, condenaram-no especificamente pelo uso de civis como escudos humanos.
Em 17 de julho, a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina, conhecida pela sigla UNRWA, anunciou ter encontrado 20 foguetes do Hamas escondidos numa escola da ONU em Gaza. Poucos dias depois, a UNRWA anunciou outra descoberta idêntica em outra escola da ONU.
Após a crítica do Brasil, dirigida unicamente a Israel, o ministro das Relações Exteriores israelense emitiu uma declaração, afirmando que a atitude do Brasil “demonstra a razão pela qual o gigante econômico e cultural continua sendo politicamente irrelevante” no cenário internacional. Representantes de Israel esclareceram que a reação incomumente enérgica foi provocada pela decisão do Brasil de convocar seu embaixador para consultas.
Em contraste, os Estados Unidos e os 28 integrantes da União Europeia iniciaram suas declarações sobre o conflito em Gaza destacando o direito de Israel a se defender.
O Conselho da União Europeia, que inclui a França, a Bélgica e vários outros países com populações muçulmanas numerosas, manifestou-se no dia 22 de julho no sentido de que “a União Europeia condena firmemente o disparo indiscriminado de foguetes pelo Hamas contra Israel”.
E completou: “A União Europeia condena veementemente a convocação (do Hamas) da população civil de Gaza para atuar como escudos humanos. Embora reconheça o legítimo direito de Israel a se defender contra quaisquer ataques, a UE enfatiza que a operação militar israelense deve ser proporcional e em consonância com a legislação humanitária internacional”.
O Brasil pode ter chamado seu embaixador por razões políticas internas, bem como pelo desejo de agradar aos estados radicais árabes e africanos, em sua busca pela obtenção de um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.
José Miguel Vivanco, responsável pela divisão das Américas da organização de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch, ressalta que o ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva — mentor político de Rousseff — posicionou-se consistentemente em favor dos piores violadores dos direitos humanos do mundo nos anos em que ocupou a presidência.
Mais recentemente, com Dilma Rousseff, o Brasil melhorou significativamente sua participação nas votações sobre o tema no Conselho de Direitos Humanos da ONU, porém o mesmo não ocorreu em outros fóruns diplomáticos. Na América Latina, por exemplo, o Brasil permaneceu em silêncio em relação às inúmeras violações aos direitos humanos cometidas pelas forças de segurança da Venezuela, relata Vivanco.
“O Brasil está fazendo a coisa certa ao protestar com veemência contra Israel pelo uso desproporcional da força, que resultou num grande número de mortes de civis, mas ao mesmo tempo não podia deixar de condenar os ataques indiscriminados e constantes de foguetes do Hamas contra a população civil israelense”, disse-me Vivanco.
Minha opinião: Israel pode ser acusado de falhar ao evitar a morte de civis em casos específicos durante o conflito de Gaza, e o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu pode ser culpado por não fazer o bastante para acelerar a tão necessária criação de um Estado palestino, porém Israel não pode ser condenado por se defender.
Não se pode esperar de nenhum país no mundo que fique inerte enquanto um grupo terrorista dispara milhares de foguetes contra suas maiores cidades e, depois, usa civis como escudos humanos. E menos ainda quando, diferentemente do Al Fatah e outros grupos palestinos mais moderados, o Hamas conclama à aniquilação de Israel e ensina às crianças palestinas que matar judeus é uma prestação de serviço a Alá.
Se o Brasil quer ser levado a sério como uma democracia moderna e um ator internacional responsável, deveria agir como tal.
Fonte: Miami Herald
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Dilma mostra seu lado Comunista e engrossa a fila de críticas ás ações de Israel, isentando os TERRORISTAS do Hamas

Em nota, o Governo de Dilma, engrossa crítica ás ações de Israel e como não podia deixar de ser na cabeça de Comunistas, quem tem razão são sempre os "terroristas" como está ocorrendo atualmente com o Brasil relativamente á Comissão de Verdade e Justiça e ricas indenizações para os "terroristas" Brasileiros que foram para Cuba treinarem-se para serem "guerrilheiros" urbanos e do campo, na tentavia de implantar o Comunismo no Brasil. Isto é claro, pois em 1961, já os primeiros universitários comunistas embarcavam para Cuba para serem treinados pelo Regime Ditatorial Comunista de Fidel Castro.

Há dias atrás, o governo Dilma, se pronunciou coerentemente, mas hoje, vemos no link : http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/07/1490308-em-nota-brasil-engrossa-critica-a-acao-de-israel-e-poupa-o-hamas.shtml da Folha de São Paulo, Dilma e seu governo se posicionando contra Israel e condenando apenas os ataques de Israel, porém, em momento algum antes, exceto da penultima vez, o governo Dilma segue a Cartilha de Marx e isenta o grupo terrorista "Hamas" e condena Israel.

Leia o artigo do link acima e pasme-se !

domingo, 9 de dezembro de 2012

LULA deu $25 MILHÕES de Dólares para o HAMAS em 2010...VEJA o que eles estão fazendo com a OFERTA GENEROSA DO EX-Presidente do Brasil....dá para acreditar?


Líder do Hamas jura nunca reconhecer Israel

8/12/2012 15:27
Por Redação, com Reuters - de Gaza

O líder do Hamas, em sua primeira visita à Faixa de Gaza, prometeu no sábado nunca reconhecer Israel e disse que seu grupo islâmico jamais abandonaria sua reivindicação de todo o território israelense.
Khaled Meshaal
O líder do Hamas, Khaled Meshaal, comparece a um comício marcando o 25º aniversário da fundação do Hamas
- A Palestina é nossa do rio para o mar e do sul para o norte. Não haverá concessão de uma polegada de terra – disse ele a um mar de defensores em um comício ao ar livre, o destaque de seus três dias de estadia em Gaza.
- Nunca vamos reconhecer a legitimidade da ocupação israelense e, portanto, não há legitimidade para Israel, não importa quanto tempo vá demorar.
Em um discurso intransigente, Meshaal também prometeu libertar prisioneiros palestinos detidos em Israel, indicando que militantes islâmicos tentariam sequestrar soldados israelenses para usá-los como moeda de troca.
Israel libertou 1.027 palestinos de suas prisões no ano passado, em troca da libertação de Gilad Shalit, um soldado recruta que foi capturado por guerrilheiros palestinos em 2006 e escondido por mais de cinco anos em Gaza.
Milhares de prisioneiros palestinos permanecem em Israel. O Estado judeu diz que muitos deles são terroristas. Hamas chama-os de combatentes da liberdade.
- Nós não vamos descansar até libertarmos os prisioneiros. A maneira que libertamos alguns dos prisioneiros no passado é o caminho que vamos usar para libertar os prisioneiros restantes – disse Meshaal, sob aplausos da multidão que havia se reuniu para vê-lo. 
ADENDO ADHT:
Veja a confirmação da BENEVOLÊNCIA DE LULA, da doação de Lula aqui:

Lula sanciona ajuda de R$ 25 milhões para a Faixa de Gaza

20 de julho de 2010  20h17  atualizado em 21 de julho de 2010 às 00h57


domingo, 18 de novembro de 2012

Para entender melhor a extensao do conflito em Israel !


Me baseei num post incrível de um amigo, e adaptei para que todos os meus amigos, principalmente os que não são judeus, entendam as proporções dos acontecimentos.

Vamos fazer um exercício simples: 

Imagine por um momento que a área vermelha do mapa abaixo (Cajamar, Mairiporã, Caieiras, Franco da Rocha e Francisco Morato) é um país independente, com governo independente, o "País Vermelho". Agora pense que quem governa este país é ninguém menos que o Marcola, líder do PCC, pessoa cruel, infame, assassino sem piedade, mata e manda matar como se nada fosse. Fotos de seus seguidores armados são espalhadas por todo o país, proclamando seu “heroísmo”. 

Agora vamos um pouco mais adiante: imagine que esse governo declara em alto e bom tom que os seus vizinhos Paulistanos (da grande São Paulo) são pessoas imorais, infiéis e não têm o direito de viver, e que toda essa região deveria sumir do mapa, e fazer parte de um império único, dominado por pessoas como eles, onde o crime é a Lei – olho por olho, dente por dente, sem perdão para os que são infiéis ao sistema. 

Com esse propósito, esse governo lança DOZE MIL mísseis em Pirituba, Tremembé, Perus, Freguesia do Ó, Santana, Jaçanã, entre outros em menos de um ano. Ao longo dos meses, sua área de alcance aumenta, já atinge Guarulhos e já chegou ao Centro e nas Zonas Leste e Oeste, Osasco, Alphaville, e inclusive ao extremo Sul e o ABC, englobando quase toda a Grande São Paulo (vide mapa) – com o objetivo de atingir alvos civis, e com a intenção de causar o máximo de estragos, destruição, mortes e dor possíveis. E eles conseguem! Como se não bastasse, esse governo ainda decide enviar recrutas voluntários, para infiltrarem-se nesses lugares numa missão suicida, e se explodir ou atirar alucinadamente em Cafés, Museus, Restaurantes, Escolas, Discotecas, Trens e Metrôs no Centro, na Paulista, Faria Lima, ou em qualquer outro lugar densamente populoso e movimentado, em plena luz do dia. Quem vive nas regiões mais atingidas, deve treinar deus filhos de 3 anos a correrem em menos de 15 segundos para se proteger quando a sirene tocar – sinal de míssil chegando. Todos já têm medo até de ouvir sirenes de ambulâncias...

Os Paulistanos agora já estão loucos da vida, e exigem que o seu governo tome alguma atitude para protegê-los! E isso, não porque eles odeiam as pessoas que vivem nesse “país Vermelho”, mas sim porque eles se recusam a serem alvos de um terror indiscriminado, de uma ideologia do crime. Se recusam a viver com medo. Então, o governo Paulistano decide tomar alguma atitude, e ordena que seu Exército atinja somente as bases dos criminosos e sua infraestrutura, como depósitos de armas e drogas, bem como seus líderes, e evitem ao máximo as casualidades civis entre os moradores daquele País. Infelizmente isso não pode ser 100% evitado, já que as bocas e quartéis dos criminosos ficam ao lado de escolas, hospitais e centros comunitários, e esses cidadãos indefesos, muitas vezes são usados como escudos dos criminosos. Jovens soldados são colocados na linha de fogo para que eles possam defender os cidadãos Paulistanos.

Alguns momentos depois, contudo, a Comunidade Global vira para os Paulistanos e diz para que retrocedam e parem com os ataques àquele País. São Paulo é mais forte do que eles, e qualquer atitude tomada por São Paulo seria “desproporcional”, e violaria a Convenção de Genebra. Artigos no New York Times , The Guardian, e todos os maiores veículos de comunicação do mundo, sem titubear, condenam São Paulo pelo uso excessivo de força contra aquele País. Universitários de vários países enchem embarcações com ajuda humanitária para assistir aos moradores daquele país em tempos de necessidade. O Conselho de Segurança da ONU se reúne em caráter de emergência, onde os líderes de outros países sugerem uma moção condenando São Paulo – e metade do mundo chora pelos pobres coitados daquele país Vermelho, em sua corajosa batalha contra os Paulistanos do mal. 

ISSO TUDO É MUITA LOUCURA, NÉ? Parece roteiro de filme....

Bom, sejam bem vindos à ISRAEL.

Esse mapa é para vocês terem a noção da área que corre risco em Israel todo santo dia de ser atingida por um míssil. A única diferença é que aqui, proporcionalmente, falamos somente da Grande São Paulo, o que equivale a mais ou menos 1/3 de TODA Israel. As pessoas do Sul de Israel tem medo de andar com as janelas dos carros fechadas para não perderem o soar da sirene de aviso.

Antes de ouvir a mídia internacional, procure saber sobre os FATOS. 

“Se Gaza se desarmar hoje, não haverá mais conflito. Se Israel se desarmar hoje, não haverá mais Israel” - Benjamin Netaniahu
Me baseei num post incrível de um amigo, e adaptei para que todos os meus amigos, principalmente os que não são judeus, entendam as proporções dos acontecimentos.

Vamos fazer um exercício simples:

Imagine por um momento que a área vermelha do mapa abaixo (Cajamar, Mairiporã, Caieiras, Franco da Rocha e Francisco Morato) é um país independente, com governo independente, o "País Vermelho". Agora pense que quem governa este país é ninguém menos que o Marcola, líder do PCC, pessoa cruel, infame, assassino sem piedade, mata e manda matar como se nada fosse. Fotos de seus seguidores armados são espalhadas por todo o país, proclamando seu “heroísmo”.

Agora vamos um pouco mais adiante: imagine que esse governo declara em alto e bom tom que os seus vizinhos Paulistanos (da grande São Paulo) são pessoas imorais, infiéis e não têm o direito de viver, e que toda essa região deveria sumir do mapa, e fazer parte de um império único, dominado por pessoas como eles, onde o crime é a Lei – olho por olho, dente por dente, sem perdão para os que são infiéis ao sistema.

Com esse propósito, esse governo lança DOZE MIL mísseis em Pirituba, Tremembé, Perus, Freguesia do Ó, Santana, Jaçanã, entre outros em menos de um ano. Ao longo dos meses, sua área de alcance aumenta, já atinge Guarulhos e já chegou ao Centro e nas Zonas Leste e Oeste, Osasco, Alphaville, e inclusive ao extremo Sul e o ABC, englobando quase toda a Grande São Paulo (vide mapa) – com o objetivo de atingir alvos civis, e com a intenção de causar o máximo de estragos, destruição, mortes e dor possíveis. E eles conseguem! Como se não bastasse, esse governo ainda decide enviar recrutas voluntários, para infiltrarem-se nesses lugares numa missão suicida, e se explodir ou atirar alucinadamente em Cafés, Museus, Restaurantes, Escolas, Discotecas, Trens e Metrôs no Centro, na Paulista, Faria Lima, ou em qualquer outro lugar densamente populoso e movimentado, em plena luz do dia. Quem vive nas regiões mais atingidas, deve treinar deus filhos de 3 anos a correrem em menos de 15 segundos para se proteger quando a sirene tocar – sinal de míssil chegando. Todos já têm medo até de ouvir sirenes de ambulâncias...

Os Paulistanos agora já estão loucos da vida, e exigem que o seu governo tome alguma atitude para protegê-los! E isso, não porque eles odeiam as pessoas que vivem nesse “país Vermelho”, mas sim porque eles se recusam a serem alvos de um terror indiscriminado, de uma ideologia do crime. Se recusam a viver com medo. Então, o governo Paulistano decide tomar alguma atitude, e ordena que seu Exército atinja somente as bases dos criminosos e sua infraestrutura, como depósitos de armas e drogas, bem como seus líderes, e evitem ao máximo as casualidades civis entre os moradores daquele País. Infelizmente isso não pode ser 100% evitado, já que as bocas e quartéis dos criminosos ficam ao lado de escolas, hospitais e centros comunitários, e esses cidadãos indefesos, muitas vezes são usados como escudos dos criminosos. Jovens soldados são colocados na linha de fogo para que eles possam defender os cidadãos Paulistanos.

Alguns momentos depois, contudo, a Comunidade Global vira para os Paulistanos e diz para que retrocedam e parem com os ataques àquele País. São Paulo é mais forte do que eles, e qualquer atitude tomada por São Paulo seria “desproporcional”, e violaria a Convenção de Genebra. Artigos no New York Times , The Guardian, e todos os maiores veículos de comunicação do mundo, sem titubear, condenam São Paulo pelo uso excessivo de força contra aquele País. Universitários de vários países enchem embarcações com ajuda humanitária para assistir aos moradores daquele país em tempos de necessidade. O Conselho de Segurança da ONU se reúne em caráter de emergência, onde os líderes de outros países sugerem uma moção condenando São Paulo – e metade do mundo chora pelos pobres coitados daquele país Vermelho, em sua corajosa batalha contra os Paulistanos do mal.

ISSO TUDO É MUITA LOUCURA, NÉ? Parece roteiro de filme....

Bom, sejam bem vindos à ISRAEL.

Esse mapa é para vocês terem a noção da área que corre risco em Israel todo santo dia de ser atingida por um míssil. A única diferença é que aqui, proporcionalmente, falamos somente da Grande São Paulo, o que equivale a mais ou menos 1/3 de TODA Israel. As pessoas do Sul de Israel tem medo de andar com as janelas dos carros fechadas para não perderem o soar da sirene de aviso.

Antes de ouvir a mídia internacional, procure saber sobre os FATOS.

“Se Gaza se desarmar hoje, não haverá mais conflito. Se Israel se desarmar hoje, não haverá mais Israel” - Benjamin Netaniahu
Fonte desconhecida. Recebida pelo Facebook de um amigo.
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