COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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domingo, 27 de setembro de 2015

Aceitação do casamento gay na Igreja Presbiteriana dos EUA causa rompimento de vínculos das denominações brasileira e peruana

Aceitação do casamento gay na Igreja Presbiteriana dos EUA causa rompimento de vínculos das denominações brasileira e peruana

Publicado por Tiago Chagas em 26 de setembro de 201


Aceitação do casamento gay na Igreja Presbiteriana dos EUA causa rompimento de vínculos das denominações brasileira e peruana
O escândalo da admissão do casamento gay em uma denominação presbiteriana dos Estados Unidos levou as igrejas da mesma ordem no Brasil e Peru a colocarem um ponto final no relacionamento institucional que ambas mantinham com os norte-americanos.

A decisão da Presbyterian Church of United States of America (PCUSA), uma das várias correntes da Igreja Presbiteriana nos Estados Unidos, já havia levado ao rompimento dos presbiterianos do México. Agora, os brasileiros e peruanos se posicionaram de forma contundente sobre o assunto.

O reverendo Gradye Parsons, alto funcionário da Assembleia Geral Presbiteriana, as igrejas latinas discordam da inclusão de homossexuais no ministério e da aceitação de casais gays entre os membros: “Há um conflito contínuo sobre como as pessoas pensam que Deus está encarando as questões LGBT […] Alguns pensam que os gays devem ser amados e transformados, outros pensam que devem ser amados e aceitos”, pontuou.

Em um comunicado oficial, a denominação brasileira comentou o rompimento tecendo elogios à “notável contribuição” da PCUSA “para a expansão do Reino de Deus” ao redor do mundo, enviando missionários e plantando igrejas, mas destacou que a posição da denominação sobre questões ligadas à homossexualidade vai “contra o princípio da autoridade das Escrituras sobre a vida e a fé da Igreja”.

De acordo com informações do Washington Post, as igrejas fundadas pela PCUSA formam um contingente de aproximadamente 94 milhões de fiéis em todo o mundo. O rompimento da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil com a denominação norte-americana põe fim a um relacionamento que existia desde 1970. Já no caso do Peru, a parceria vinha desde 2007.

Igrejas presbiterianas na Colômbia, Costa Rica, Cuba, Guatemala, Haiti, Honduras e Nicarágua também estão sob liderança da PCUSA, mas ainda não se posicionaram a respeito do tema.
No Brasil, a Igreja Presbiteriana Unida ainda não se posicionou sobre a questão, e por hora, se manter ligada à PCUSA, que manterá seus missionários no Brasil e Peru.


quinta-feira, 2 de julho de 2015

Mais igrejas se unem em movimento contra Israel

Mais igrejas se unem em movimento contra Israel

Sínodos mostram tendência de forçar entrega de territórios a palestinos

Por Jarbas Aragão

Mais igrejas se unem em movimento contra Israel
Mais igrejas se unem em movimento contra Israel

A iniciativa internacional conhecida como “Boicote, desinvestimento e sanções” (BDS) é um movimento contra Israel que vem crescendo entre igrejas do hemisfério norte. No mês passado, o 
Vaticano reconheceu a Palestina como uma nação independente ONU – e o assunto voltou a ser debatido no meio eclesiástico.
As igrejas que se movimentam nesse sentido em geral pregam uma teologia liberal que defende o casamento gay e a ordenação de pastores homoafetivos. Nos últimos anos várias dessas denominações se pronunciaram contra Israel, exigindo o reconhecimento da Palestina como nação independente e a “devolução” dos territórios anexados na Guerra dos Seis dias em 1967.
Obviamente, se esquecem que essas porções de terra nunca pertenceram a uma Palestina e sim a países como Jordânia, Síria e Líbano, que não lutam para recuperá-las.
Entre os movimentos anteriores, tiveram maior destaque:
2005 – Igreja Presbiteriana dos EUA (PCUSA) adere ao BDS
2006 – A Comunhão Anglicana – que reúne as Igrejas Episcopais do Reino Unido – aprova o BDS contra Israel
2010 – Conselho Mundial de Igrejas pede boicote de produtos de Israel
2011 – A Igreja Unida do Canadá decide pelo boicote
2015 – A Igreja Nacional da Finlândia, de origem luterana, anuncia seu boicote
Dentro desse crescimento, três outras denominações estão anunciando sua adesão. A Igreja Unida de Cristo (EUA), mais conservadora, realizou um sínodo onde aprovou a resolução de BDS contra Israel.
“Ao aprovar esta resolução, a Igreja Unida de Cristo tem demonstrado seu compromisso com a justiça e igualdade”, disse o pastor Mitri Raheb, um líder cristão palestino, que lidera a Igreja Evangélica Luterana na Jordânia e na Terra Santa, e viajou para o sínodo a convite.
A Igreja Episcopal Anglicana dos EUA também está tratando do assunto em um sínodo esta semana. Pesa contra Israel o apoio do prêmio Nobel da Paz, bispo anglicano Desmond Tutu, que embora seja sul-africano possui grande influência entre os membros da denominação.
A Igreja Menonita dos EUA irá analisar a proposta de BDS esta semana durante um encontro nacional de lideranças. Conhecida historicamente por sua postura antibélica os menonitas tem feito críticas a maneira como o governo israelense trata os assentamentos palestinos. Embora seja uma tendência, não publicou uma decisão oficial pois seu concílio vai até o dia 5.
Até o momento, o grupo Internacional pró-Israel Stand With Us foi o único a condenar veementemente a decisão das igrejas, descrevendo os ativistas que apoiam a resolução como “extremistas que forçam uma teologia distorcida e preconceituosa, que rejeita a história do povo judeu em Israel e nega-lhes o direito à autodeterminação em sua pátria”.
Quando se fala em BDS, a justificativa é forçar uma solução pacífica na região, ou seja, Israel abrir mão dos territórios ocupados e também da porção oriental de Jerusalém, reivindicada pelos palestinos.
O desinvestimento das denominações não deve ser ignorado. Afinal, muitas dessas grandes denominações possuem portfólios de investimento que chegam na casa dos bilhões de dólares.
Esse tipo de anúncio pode gerar uma baixa no preço das ações de empresas que fazem negócios com Israel, o que as forçaria a quebrar os contratos para evitar perdas financeiras. Pelo menos duas empresas de peso na área de tecnologia (Veolia e Orange) já consideram encerrar suas atividades por lá.
Para o governo de Israel, todo o movimento BDS visa enfraquecer a economia israelense, minar a legitimidade da existência de um Estado judeu e mostra uma atitude antissemita. Com informaçõesChristian Today, Jerusalém Post e Mídia sem Máscara
Assista um documentário sobre o BDS:

https://youtu.be/5lyx_ydfJv4


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/bds-igrejas-contra-israel-palestina/?utm_source=feedburner&utm_medium=overbo

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