COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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segunda-feira, 11 de junho de 2018

ISTO É UM CRIME:"Mães ativistas usam a Parada Gay para defender existência de crianças LGBT"


Um grupo de mães ativistas LGBT usou a Parada Gay em São Paulo no último domingo, 03 de junho, para defender a ideia de que existem crianças com orientação sexual definida pela homossexualidade.
Representadas pela ONG Mães Pela Diversidade – entidade apoiada pelo deputado federal Floriano Pesaro (PSDB-SP) – as ativistas desfilaram com uma faixa na divulgação de sua visão: “#ACriançaLGBTExiste”.
A imagem foi compartilhada nas redes sociais pelo promotor Guilherme Schelb, um dos principais opositores à erotização infantil nas escolas. Milhares de internautas reagiram à foto, com comentários críticos e de indignação com a bandeira das mães ativistas.
O Estatuto da Criança e do Adolescente define que até os 12 anos de idade, todas as pessoas são consideradas crianças, e como há leis que criminalizam a pedofilia e o abuso sexual infantil, o contexto conduz a uma compreensão de que, nessa altura da vida, nenhuma pessoa tenha atividade sexual. A indução a uma erotização precoce é o principal ponto de revolta entre o público conservador.
O procurador Guilherme Schelb compartilhou, em seu site, um artigo em que defende uma vigilância sobre a questão da sexualidade precoce. “Crianças com comportamento sexual especial (ou precoce) devem ser protegidas e cuidadas. Isto não significa aceitar passivamente o que desejam ou fazem, mas protegê-las de situações de risco ou humilhação”, orientou.

“Não se deve, porém, incentivar o seu comportamento especial, até porque como pessoas em desenvolvimento, estão sujeitas a diversas alterações de atitudes a cada etapa de seu desenvolvimento”, argumentou.
Em 2017, iniciativas que apontam para uma tentativa de doutrinação da sociedade foram alvo de protestos. A exposição “Queermuseu”, patrocinada pelo Banco Santander, tinha uma das instalações chamada “Criança Viada”, que posteriormente se tornou alvo de um painel de debate na USP. Outro caso foi o da performance do coreógrafo Wagner Schwartz, que se apresentava nu no Museu de Arte Moderna (MAM), com sessões abertas a crianças.
“Nossas crianças são puras, a pureza infantil tem que ser protegida. Não erotizem nossas crianças, não tirem nossas crianças do caminho, não transformem nossas crianças em adultos pervertidos como vocês são. Isso não pode mais continuar acontecendo! Até quando a sociedade vai se calar?”, protestou o pastor Marco Feliciano, à época.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Embaixador homossexual dos EUA quer o Brasil em nova coalizão pró-sodomia internacional para desviar acusações de “imperialismo cultural” dos EUA


Embaixador homossexual dos EUA quer o Brasil em nova coalizão pró-sodomia internacional para desviar acusações de “imperialismo cultural” dos EUA

Ele participou de parada gay no Brasil e hasteou a bandeira do arco-íris homossexual ao lado da bandeira dos EUA no Consulado Geral dos EUA no Rio de Janeiro

Julio Severo      
O Brasil fornece muitos exemplos positivos e inspiradores na causa homossexual. Essa é a opinião do embaixador especial do Departamento de Estado dos Estados Unidos para os Direitos Humanos dos Indivíduos LGBTI, Randy Berry. Ele conversou com ativistas homossexuais e autoridades brasileiras sobre o tema.
Bandeira homossexual lado a lado com bandeira dos EUA no consulado dos EUA no Rio
Sua visita de quatro dias ao Brasil, de 6 a 9 de junho, incluiu dois dias em São Paulo, para contatos com organizações homossexuais e participação na Parada do Orgulho Gay. Em Brasília, ele se encontrou com autoridades elevadas do Ministério das Relações Exteriores. No Rio de Janeiro, ele se encontrou com ativistas homossexuais no Consulado Geral dos EUA, onde ele hasteou a bandeira do arco-íris homossexual ao lado da bandeira dos EUA. De acordo com Berry, os governos dos EUA e do Brasil têm interesses e preocupações semelhantes na questão homossexual.
Sua viagem ao Brasil ocorre três anos depois que o Departamento de Estado lançou, em dezembro de 2011, seu Fundo de Igualdade Global, uma iniciativa que faz parceria com entidades públicas e privadas para apoiar campanhas que avançam a agenda homossexual no mundo inteiro, inclusive financiando iniciativas homossexuais. De acordo com o C-Fam, “O Fundo de Igualdade Global, que desembolsou 7 milhões de dólares desde seu lançamento em 2011, tem expandido com a ajuda dos países nórdicos e parceiros do setor privado. Obama anunciou uma verba adicional de 12 milhões de dólares no fundo” em 2013.
Como embaixador especial de direitos homossexuais, Berry está liderando os esforços do Departamento de Estado para trabalhar com governos, sociedade civil e setor privado por meio do Fundo de Igualdade Global.
A bandeira homossexual permanecerá tremulando por uma semana no Consulado dos EUA no Rio. Michael Yoder, cônsul-geral interino dos EUA, disse: “Esta bandeira mostra nosso apoio à comunidade LGBT. É uma honra e um privilégio que as bandeiras estejam juntas nestes dias.”
Em seu Twitter oficial em português, a Embaixada dos EUA no Brasil disse sobre a visita de Berry: “A diversidade nos torna mais ricos, a exclusão, mais pobres.”
Numa entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Berry explicou o propósito de sua visita: criar uma coalizão de nações para defender a agenda homossexual. Ele disse: “É mais difícil ignorar uma crítica se ela vem só dos EUA, mas com vários países expressando preocupações, fica mais eficaz.”
O Brasil tem sido ativo em outras coalizões pró-sodomia dos EUA. O “Principal Grupo LGBT,” uma coalizão dos EUA na ONU, inclui o Brasil, a União Europeia e Israel. Essa coalizão se comprometeu a realizar “ações conjuntas” para promover a agenda homossexual na ONU. Essas coalizões são importantes para desviar as acusações de que a agenda homossexual é parte de ambições imperialistas dos EUA.
Berry foi ao Brasil para envolver autoridades e líderes brasileiros em outras coalizões. Ele disse que “Brasil e Estados Unidos estão muito próximos” nas questões homossexuais e deixou claro que ele ficou também “muito otimista com algumas áreas em que podemos traçar parcerias no futuro.”
Diplomata de carreira, Berry assumiu a primeira função de embaixador homossexual global da história dos EUA e do mundo em abril e ele está viajando a todos os lugares para amplificar a mensagem de que a agenda homossexual é parte essencial da agenda da política externa dos EUA. Esse cargo foi idealizado pela ex-secretária de Estado Hillary Clinton.
Com sua viagem ao Brasil e outras nações, o interesse dele “é ver como reunir essas lições e promover o tipo de mudança que realmente queremos no mundo.” Ao usar as experiências de várias nações que foram influenciadas pela agenda gay dos EUA, ele protegerá a estratégia pró-sodomia mundial dos EUA de críticas de que o governo americano está impondo uma agenda homossexual americana em outras nações.
Entretanto, se como Berry disse, o ativismo homossexual no Brasil é uma “inspiração,” nasceu de outra inspiração. Quando comecei a escrever meu livro “O Movimento Homossexual” em 1995, não havia nenhuma parada gay ou descarada propaganda homossexual semelhante no Brasil.
Meu livro, que foi publicado em 1998 pela Editora Betânia, revelava o avanço assombroso do ativismo homossexual nos EUA, alertando que alcançaria o Brasil. A reação foi muitas vezes descrença. Acerca dos casos de perseguição de cristãos americanos retratados no meu livro, os leitores diziam que esse cenário negativo jamais ocorreria no Brasil. Alguns até me chamaram de louco e exagerado.
Lamentavelmente, o que eu avisei acabou acontecendo: sob inspiração dos EUA, em curto tempo o Brasil avançou rápido na agenda gay. E agora o avanço dessa ideologia importada será usado pelo embaixador homossexual dos EUA para dizer ao mundo: “Ei, nossa defesa da ideologia gay não é imperialismo cultural dos EUA. O Brasil está também fazendo a mesma coisa e nós só estamos copiando o Brasil!”
Meu livro expôs que em 1990 a Fundação Ford deu mais de cem mil dólares em verbas para várias entidades brasileiras que lutam contra a AIDS e contra o “preconceito.” O Movimento de Liberação Gay Atobá do Rio de Janeiro recebeu mais de $40.000 dólares. Ativistas homossexuais do Brasil eram convidados, com todas as despesas pagas, para passar tempo nos EUA para obter treinamento. Alguns deles acabaram trabalhando na diplomacia brasileira na ONU, o que ajuda a explicar por que o Brasil, nas questões homossexuais, sempre fica do lado dos EUA e nunca do Vaticano e da Rússia, que não promovem a agenda gay.
O jornal homossexual brasileiro Lado Bi entrevistou Randy Berry e lhe perguntou: “Apesar de todas suas iniciativas contra a população LGBT, não parece haver muitas represálias contra a Rússia. Vocês têm planos para promover esses direitos civis igualitários por lá?
Berry respondeu: “Nós estamos, sim, preocupados em garantir a todos o direito de se expressar livremente.” Sua resposta sobre a Rússia foi em grande parte evasiva. De fato, ele não precisava falar muito. Enquanto ele estava dizendo isso no Brasil, Obama estava acusando, de acordo com a Reuters, “o presidente Vladimir Putin de arruinar a economia da Rússia numa campanha totalmente fracassada de recriar as glórias do império soviético.”
De acordo com o Rev. Scott Lively, “Obama orquestrou o golpe na Ucrânia para reiniciar a guerra fria e impedir a Rússia de liderar revolta mundial contra a agenda LGBT.” Antes do golpe na Ucrânia, os grandes meios de comunicação e o governo dos EUA estavam atacando a Rússia implacavelmente por causa de uma lei russa que proíbe a propaganda homossexual para crianças. Aliás, logo antes do golpe orquestrado pelos EUA, Decision, uma importante revista evangélica publicada pela Associação Evangelística Billy Graham, teve Putin e sua lei antissodomia numa impressionante matéria de capa escrita por Franklin Graham.
Com o golpe na Ucrânia, o marxista Obama está livre para atacar a Rússia alegadamente “só por causa da crise ucraniana,” arruinar a economia da Rússia com sanções e culpar tudo em esforços pretensos de recriar o império soviético. De acordo com Lively, até mesmo a elite neocon do Partido Republicano está unida com Obama nesses ataques.
Essa união pervertida é muito semelhante à mesma união do ano passado de feministas, abortistas, ativistas homossexuais, esquerdistas dos EUA e neocons como Cliff Kincaid que atacaram, inspirados por um ultranacionalismo americano que une esquerdistas e direitistas, um evento pró-família em Moscou, Rússia.
Finalizando sua resposta evasiva sobre a Rússia, Berry disse: “A partir do momento em que as pessoas reconhecem que LGBTs são humanos como eles, mudanças muito poderosas começam a acontecer.” Tradução possível: Quando a Rússia parar de proibir a propaganda homossexual para crianças, mudanças muito poderosas acontecerão: nada de sanções para arruinar a economia da Rússia, nada de acusações de que Putin está recriando o império soviético e, sim, se a Rússia quiser anexar a Ucrânia inteira para impor a agenda homossexual, os EUA e a União Europeia darão apoio total. Afinal, propagandistas pró-sodomia têm o direito de fazer o que ninguém mais pode.
No entanto, esse direito não funciona em todos os casos. A Arábia Saudita com total liberdade tortura e mata homossexuais, e Berry e seu governo nunca falam de condenar e impor sanções nesse país islâmico radical, pois os sauditas guardam seu dinheiro em bancos americanos. Então, no final das contas são os EUA quem decide como e quando um país merece sanções e condenação por supostas violações de direitos humanos.
Enquanto a bandeira do arco-íris homossexual está tremulando, por desejo de Berry, ao lado da bandeira dos EUA no consulado americano no Rio nesta semana, ele seguirá sua missão homossexual, que é uma parte essencial da agenda da política externa dos EUA, de impor a agenda gay no mundo inteiro.
Ei, isso não é imperialismo dos EUA! É apenas os EUA implementando uma inspiração que receberam do Brasil e outros países…
Com informações de agências noticiosas brasileiras e internacionais.
Leitura recomendada:

terça-feira, 11 de agosto de 2015

ATIVISTAS LGBTs SÃO COMUNISTAS: 'Guerra' pelo PME mobiliza educadores, religiosos e LGBT"

REIVINDICAÇÃO

'Guerra' pelo Plano Municipal de Educação mobiliza educadores, religiosos e LGBT

Câmara municipal está tomada por pessoas querendo defender a inclusão ou a exclusão do termos gênero e diversidade sexual. Financiamento da educação também preocupa
por Rodrigo Gomes, da RBA publicado 11/08/2015 16:15
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DIVULGAÇÃO/MULHERES DO PT
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Ativistas pedem que discussões de gênero e diversidade sexual sejam reinseridas no plano
São Paulo – Centenas de religiosos e ativistas feministas e LGBT – sigla para Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e outras identidades sexuais e de gênero – estão fechando a frente da Câmara Municipal de São Paulo reivindicando o atendimento de suas demandas no Plano Municipal de Educação, que deve passar por primeira votação na casa na tarde de hoje (11). Para ser aprovado, o plano precisa do voto favorável de 28 parlamentares.
O grupo evangelista, de maioria católica, quer garantir a exclusão das discussões de gênero e diversidade sexual. Os ativistas pedem que os temas sejam reinseridos no plano. Correm por fora os educadores, que além de defenderem a inclusão dos termos, pedem o retorno de itens que visam a melhorar a qualidade da educação municipal.

VEJA O PAPO FURADO DE QUEM DEFENDE ESTA IDEOLOGIA COMUNISTA: USANDO TEMAS BONS PARA INCLUIR OS QUE NÃO PRESTAM:
"Da forma como saiu da Comissão de Finanças o plano é um retrocesso. E isso vai além da igualdade de gênero. As exclusões que houve impedem o avanço na educação em muitos aspectos", explicou a representante da Ação Educativa no Fórum Municipal de Educação, Ananda Grinkraut.
Entre as alterações realizadas estão a exclusão dos termos "gênero" e "diversidade sexual" de todo o plano, a retirada da obrigação de destinar 30% da arrecadação de impostos à educação básica e 5% à educação inclusiva; a limitação do número de alunos em sala de aula para 25 e a erradicação do analfabetismo em cinco anos. 

"Essas alterações vão na contramão daquilo que foi aprovado em 2010, na Conferência Municipal de Educação. E que era resultado de ampla mobilização social", ressaltou Ananda. Outro retrocesso, segundo ela, é a mudança no fórum, que passou de deliberativo para consultivo. "Também havia sido aprovada a paridade no conselho, com representantes da sociedade civil, empresários, educadores etc.. Hoje todos são indicados pelo prefeito ou pelo secretário da Educação", afirmou.
No entanto, essa parte da discussão ficou em segundo pleno devido à disputa entre religiosos, de um lado, LGBT e feministas do outro. Desde que o plano chegou na Comissão de Finanças, grupos católicos têm se mobilizado pela exclusão das discussões e do combate à discriminação de gênero e diversidade sexual. E neste colegiado foram vitoriosos.

Guerra santa, COISA NENHUMA....LUTA PELA FAMÍLIA TRADICIONAL, SIM!

"Não vamos aceitar que destruam a família em nome dessa 'ideologia de gênero', que não objetiva combate a preconceito nenhum", afirmou Jean Carlos Alves, da Aliança de Misericórdia. O grupo trouxe centenas de católicos e um caminhão de som para a frente da Câmara. O grupo defende que a "ideologia de gênero" é um ideal para dizer que não existe homem e mulher, que todas pessoas são neutras.
"Isso é mentira", afirmou Luís Arruda, da Rede Respeito se Aprende na Escola. "Com seis anos de idade eu sofri preconceito e discriminação por ser afeminado. Até eu sair da escola fui vítima de chacota e violência. E isso continua acontecendo todos os dias com milhares de crianças nas escolas. Muitas não aguentam e abandonam os estudos", prosseguiu.
Segundo Luís, o objetivo da inclusão dos termos gênero e diversidade sexual no plano visa unicamente desenvolver o respeito ao próximo (MENTIRA), garantindo que também os educadores recebam formação para aprender a lidar com essas questões. “Queremos que todas as pessoas, homens, mulheres, héteros, gays, lésbicas, transexuais e travestis sejam respeitadas e tenham condições de estudar com dignidade”, concluiu. ISTO É PAPO DE ATIVISTA GAY E COMUNISTA, POIS TODOS SÃO RESPEITADOS E TRATADOS COM DIGNIDADE. QUEM NÃO FOR, JÁ EXISTEM LEIS PARA PUNÍ-LAS. NADA DE PRIVILÉGIOS PARA MINORIA NENHUMA.

Parlamentares
Dentre os vereadores há uma clara divisão entre prós e contrários à inclusão de gênero e diversidade sexual no plano. Do caminhão de som dos religiosos, Ricardo Nunes (PMDB) defendeu a exclusão dos termos.
“Nós não queremos gênero no plano. Não queremos acabar com a família. Ninguém vai mexer com as nossas crianças”, disse Nunes. Ele acredita em “votação esmagadora” do plano como está e pediu que os religiosos voltem na próxima semana.

Para Toninho Vespoli (Psol), vai ser uma luta intensa. Ele lembrou que hoje a violência contra mulheres e LGBT está em todas as escolas. E citou os vídeos “Top10” que expõem e difamam meninas adolescentes em várias regiões da cidade. “A ideologia implementada hoje nas escolas é a do machismo e da violência. ISTO É PAPO DE POLÍTICO COMUNISTA, LOGO DO PSOL? Sou católico e fico muito triste de ver esse preconceito”, afirmou. PRECONCEITO É QUERER METER GUELA A BAIXO DOS PAIS PARA OS ATIVISTAS GAYS HOMOSSEXUALIZAREM NOSSAS CRIANÇAS. NÃO VÃO CONSEGUIR! TIREM O CAVALO DA CHUVA. VÃO PARA OS INFERNOS COM ESTA IDEOLOGIA DESGRAÇADA!

OBS: OS PARÁGRAFOS EM AMARELO FORAM INCLUÍDOS PELA ADHT NESTE ARTIGO COM FINALIDADE DE ENGANAR A POPULAÇÃO BRASILEIRA.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Lobby LGBT destruiu educação no Brasil, denuncia pedagoga

6 de março de 2015


Lobby LGBT destruiu educação no Brasil, denuncia pedagoga

Thiago Cortês
Em palestra realizada em dezembro de 2014 em Arujá , na Grande São Paulo, a advogada, pedagoga e pastora Damares Alves trouxe novas e impressionantes informações sobre o brutal aparelhamento da educação brasileira pelo movimento LGBT.
Damares Alves
“Eu posso fazer nas escolas um grande trabalho de combate ao preconceito sem agredir a identidade biológica das nossas crianças e sem destruir a imagem da família. Mas isso não está acontecendo no Brasil. Aqui está havendo uma verdadeira guerra contra a família”, denunciou.
A pedagoga denunciou o conteúdo de cartilhas pedagógicas de todo o Brasil que abordam a temática sexual nas escolas de forma explícita até para alunos do ensino fundamental.
É um material recheado de notórios incentivos à masturbação, iniciação sexual precoce e experimentação de comportamento bissexual. Algumas cartilhas, de tão explícitas, se tornaram alvo de denúncias dos pais e ganharam reportagens na TV.
A pedagoga também relatou o caso de um pai de Bauru, em São Paulo, que foi olhar o material pedagógico da filha de 12 anos, cursando o sexto ano, e ficou abismado com dever de casa que o livro propunha para a sua filha.
O dever de casa era o seguinte: o aluno era orientado a passar o fim de semana beijando três meninos e três meninas. O tema da redação seria, então, a descrição das sensações vivenciadas durante essas experiências.
“Isso não é combate a homofobia. Não estão respeitando a identidade biológica das nossas crianças. Posso falar de preconceito contra homossexuais sem levar para as escolas, por exemplo, uma cartilha que mostra quatro homens transando. Posso combater o preconceito sem levar isso para crianças entre 10 e 13 anos de idade”, denunciou Damares.
Narrou ainda o episódio vivido por uma professora que – por razões profissionais – não pode ser identificada. Ela flagrou um aluno de apenas 03 anos fazendo sexo oral em um colega. A professora levou o caso à direção e, para sua surpresa, foi orientada a não intervir.
“A diretora daquela escola, seguindo o padrão imposto na educação brasileira, disse para a professora que aquilo era uma demonstração homoafetiva. E, se ela impedisse, poderia ser vista como homofóbica. Mas e se o caso envolvesse um menino e menina? Será que, neste caso, a diretoria não diria que é cedo demais pra isso?”, questionou Damares.

Menina esperta

Damares citou a existência do “Plano Nacional de Cidadania LGBT”, uma diretriz do governo federal, que traz no seu primeiro “eixo estratégico” o objetivo de “estimular materiais didáticos e paradidáticos sobre diversidade sexual”.
São muitos os caminhos que o movimento LGBT tem percorrido, sem alarde, para levar sua agenda ideológica para as escolas. E os resultados, muitas vezes, chocam os professores e demais profissionais que recebem esse material pedagógico.
“Sempre cito o caso da cartilha chamada ‘Meninas espertas vivem melhor’. Nela, ensina-se que meninas não precisam de homens porque podem se masturbar sozinhas. A cartilha vem com um espelhinho pra menina chegar em casa e olhar a própria vagina. E assim ela aprende a se masturbar. Isso foi feito com verba pública”, declarou Damares.
“Essa tem sido a tônica dos materiais que estão chegando nas escolas do Brasil. Não é combate a homofobia. Estão desrespeitando a identidade biológica das nossas crianças e usando verbas públicas para destruir essa geração”, completou.
Todas as informações constam no vídeo da palestra, obtido de forma exclusiva pelo Gospel Prime, “Educação: Missão da Família ou do Estado?”, que Damares Alves realizou em Arujá, para promover ali o projeto de lei do movimento Escola Sem Partido, que busca uma educação sem aparelhamento ideológico.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
Outros artigos sobre Damares Alves:
Alerta: Dra. Damares Alves dá uma mensagem poderosa aos pais

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Jovens frustam a "cultura da morte" na Argentina

 
  01-12-2014
 
 


Jovens frustam a "cultura da morte" na Argentina
 
 
Luis Dufaur (*)
 
 
 
                                   Catedral de Salta que a "cultura da morte" visava profanar
O governo argentino promoveu o “29º Encontro Nacional de Mulheres” que se repete anualmente no país. Neste ano ele foi realizado em Salta onde se reuniram algumas centenas de militantes feministas para advogar causas como o aborto, LGBT, e até a prostituição. 
Tais eventos costumam se encerrar com uma passeata até a catedral local visando profaná-la, quiçá invadi-la e sujá-la. Com efeito, a revolução sexual foi abraçada pelo “bolivarianismo” que grassa no país e representa uma de suas facetas mais dinâmicas.
Alertados, os saltenses reagiram dentro da lei com notável sucesso. Martín Patrito, presidente de Argentinos Alerta, declarou à agência ACIPrensa que “ao chegarem a Salta as militantes do aborto encontraram a cidade cheia de cartazes defendendo a vida, difundidos pelos grupos que defendem a família”.
Eles não permitiram que a militância anti-vida se aproximasse da catedral, e desta vez, sequer uma gota de tinta sujou a Catedral. Como o regulamento do “Encontro” patrocinado pelo governo o permitia, moças e mulheres ingressaram legal e pacificamente nas salas onde as feministas faziam os seus debates.
Ali elas pediam votações de propostas e venciam numericamente, aprovando decisões favoráveis à vida. Obviamente a ousadia e a inteligência dessas católicas desataram a cólera das agitadoras profissionais. Máxime quando isto já acontecera em mais de uma ocasião nesses tais “Encontros”.
Por exemplo, a organização “Argentinos por la Vida” publicou no Facebook as conclusões de uma das comissões denominada “Taller de Mujer, Aborto y Anticoncepción”. A medida aprovada afirma que “a maioria desta comissão está a favor da vida da criança que vai nascer e nós somos a voz dos que não têm voz”.
Dita organização comemorou vitória e abriu uma faixa no local do “Encontro”. Nela se lia: “Enchemos o encontro delas”. Por sua vez, Argentinos Alerta promoveu, através da CitizenGO, um abaixo assinado pedindo às autoridades locais proteção policial contra o previsível vandalismo das feministas.
        
As moças pela vida argentinas foram mais espertas e corajosas
Na Catedral de Salta se veneram duas das mais belas e famosas imagens da Argentina, objeto de procissões e romarias em que participam centenas de milhares de fiéis nas festas principais: o Jesus do Milagre e a Virgem do Milagre.

Quando as militantes da violência anticristã chegaram, encontraram ruas, igrejas e prédios bem protegidos pela polícia, não podendo se aproximar dos lugares previamente escolhidos por elas, disse Martín. As organizadoras abortistas se autoproclamam soberanas, democráticas, pluralistas e igualitárias.
Na verdade, as opiniões contrárias ao aborto não eram sequer ouvidas por essas ativistas agressivas e violentas. Mas isso, que já se sabia por antecipação, não impediu que a mensagem pela vida e pela família se fizesse ouvir com força e o “Encontro” tenha sido frustrado em seus objetivos sacrílegos.
Entre os agitadores figuravam “militantes do Partido Obrero (agrupação da extrema esquerda), que ao denunciar a discriminação e a violência se despiram, proferindo toda espécie de blasfêmias contra a Igreja Católica e os fiéis que se reuniram em frente da Catedral para protegê-la”.
Esse é o grau de intolerância das que reclamam ‘tolerância’ e ‘abertura’: só praticam agressão e violência contra os que não pensam como elas.
Isto se deve ao fato de que “o aborto é violência, e só se pode impor com mentira e violência”, concluiu Martín.
          ( * ) Luis Dufaur é escritor e colaborador da ABIM
 
 
 

 
 
 
Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

LGBTs Contam Estórias Exageradas no Comitê de Tortura da ONU

16 de novembro de 2014


LGBTs Contam Estórias Exageradas no Comitê de Tortura da ONU

Austin Ruse
GENEBRA, Suíça, novembro (C-Fam) Ativistas americanos contra a “terapia reparativa” pediram que o Comitê da ONU sobre Tortura definisse a prática como forma de tortura e violação do direito internacional.
Em debate está o tratamento buscado por pessoas que batalham contra desejos homossexuais indesejados. Muitos terapeutas ainda oferecem o tratamento para os que pedem, ainda que organizações profissionais para a comunidade terapêutica digam que o desejo de mesmo sexo não seja uma forma de doença mental e desestimulem esse tipo de terapia.
Há um movimento nos Estados Unidos para proibir mediante leis todas essas terapias. Nova Jérsei e Califórnia já proibiram a terapia reparativa para menores de idade e o Centro Nacional de Direitos Lésbicos está fazendo campanha para que nos próximos cinco anos os EUA a proíbam em nível nacional. Foi essa organização que foi até Genebra nesta semana.
O Comitê da ONU sobre Tortura é um órgão de monitoração de tratados que fiscaliza a implementação do tratado da ONU contra tortura cometida por países que o ratificaram. O mesmo comitê repreendeu, de forma infame, o Vaticano no começo deste ano por causa do ensino da Igreja sobre o aborto. Um membro do comitê, a americana Felice Gaer, disse que as leis contra o aborto são uma forma de tortura.
A convenção que proíbe tortura define tortura como a imposição deliberada de sofrimento físico ou mental por parte de uma “autoridade pública” a fim de provocar uma confissão ou como forma de punição ou represália.
Os Estados Unidos estão no banco dos réus nesta semana. Sob a prática adotada pelo comitê, todos os grupos recebem uma chance de apresentar uma queixa formal na forma de “relatórios paralelos” ao comitê. Muitas vezes, o comitê, sem nada questionar, adota as acusações, e até teorias legais, apresentadas nesses relatórios quando questionam os governos que apresentam os relatórios.
Na terça-feira, os ativistas se reuniram em privado com o comitê e lhes contaram histórias de horror sobre tortura alegada que alguns passaram em “terapias reparativas.”
Uma das testemunhas foi um jovem chamado Samuel Brinton que se tornou uma celebridade desde que foi filmado num documentário americano alguns anos atrás. Brinton diz que seus pais o enviaram a um terapeuta que lhe amarrou as mãos e colocou grandes pedaços de gelo em suas palmas que estavam viradas para cima, amarrou fios de cobre em seus braços e fixou eletrodos em seus dedos a fim de torturá-lo toda vez que ele ficasse excitado com uma forma masculina. Esses tipos de acusação são comuns entre ativistas que tentam proibir a “terapia reparativa.”
A veracidade de Brinton tem sido questionada não pela direita religiosa, mas por importantes figuras LGBT, inclusive Wayne Besen, principal porta-voz da organização LGBT Campanha dos Direitos Humanos, que agora administra um site chamado “A Verdade Vence” que é dedicado a descobrir o que considera ser mentiras “antigays” entre conservadores sociais e ex-gays.
Besen disse que ele tentou por um mês chegar ao fundo da história de Brinton, mas não conseguiu. Ele pressionou Brinton para ter o nome do terapeuta que lhe fez isso. Brinton disse que não conseguia se lembrar e que ele não tem de provar sua história. Besen pois disse que a história de Brinton não é verificável e não deveria ser usada.
Mesmo assim, Brinton estava em Genebra contando sua história nesta semana.
A delegação dos EUA recebeu muitas perguntas relacionadas a esses tipos de acusações. Um questionador queria saber o que os EUA estavam fazendo para processar os profissionais que usam tal terapia.

O relatório final do comitê será publicando nas próximas semanas e provavelmente fará recomendações para restringir a “terapia reparativa.”
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

terça-feira, 11 de novembro de 2014

A ZOMBARIA DOS ATIVISTAS GAYS AMERICANOS:"Vladimir Putin: Personalidade do Ano em revista gay dos EUA"

11 de novembro de 2014


Vladimir Putin: Personalidade do Ano em revista gay dos EUA 

Julio Severo
The Advocate, a mais antiga revista homossexual dos EUA, anunciou de modo sarcástico que sua Personalidade do Ano para 2014 é Vladimir Putin, visto por Patheos, um site ateísta americano, como “o presidente horrendamente homofóbico da Rússia e um oponente assumido de tudo o que é pró-LGBT.”
A capa da revista chega a ilustrar o presidente russo como Adolf Hitler.
The Advocate obteve muita atenção no ano passado quando fez o Papa Francisco sua Personalidade do Ano por causa dos comentários menos conservadores dele sobre questões homossexuais. De forma alguma a revista homossexual tratou o papa de modo sarcástico.
Neste ano, a revista tinha outros candidatos pró-sodomia, principalmente Tim Cook, presidente da Apple, que se revelou como homossexual recentemente. Em vez de personalidades pró-sodomia, The Advocate quis como sua Personalidade do Ano um líder oposto à agenda gay. “O presidente russo se tornou a maior ameaça mundial aos LGBTs em 2014,” a revista proclamou.
“Putin é uma das criaturas mais desprezíveis na face da terra,” disse Queerty, outra revista homossexual americana.
The Advocate atacou o presidente russo dizendo que a fonte para a “cruzada” antissodomia dele é sua experiência como oficial da KGB. A revista diz: “Desde que ganhou seu terceiro mandato em 2012, Putin se tornou cada vez mais autocrático, e sua ideologia anti-homossexualismo cada vez mais radical. Em junho de 2013, ele sancionou a infame lei anti-propaganda gay que criminaliza a ‘distribuição de informações… que visam à formação, entre menores de idade, de atitudes sexuais não tradicionais,’ com não tradicionais significando qualquer coisa que não seja heterossexual. Indivíduos que violam a lei são multados entre 120 e 150 dólares, enquanto organizações não governamentais e empresas podem incorrer em multas de até 30.000 dólares.”
De acordo com o Projeto de Atitudes Globais de 2014 do instituto de pesquisa Pew Research, 72% dos russos acham que a homossexualidade é moralmente inaceitável. Isso mostra também o crescente poder da Igreja Ortodoxa Russa, que entre 1991 e 2008 viu o número de adultos que se denominam de cristãos ortodoxos aumentar de 31% para 72%. Em julho de 2013, o Patriarca Cirilo I, líder dessa igreja, chamou o “casamento” homossexual de “um sinal muito perigoso do apocalipse,” um sentimento que tem apelo também entre outros cristãos e conservadores no mundo todo.
A revolta americana e europeia contra a lei russa explodiu nos meses antes e durante as Olímpiadas de Sochi.
Enquanto a revista Decision, uma publicação da Associação Evangelística Billy Graham, louvou a lei russa que estava sob ataque, até o Google se sentiu à vontade para zombar dos russos colocando símbolos homossexuais em seu site para afrontar diretamente a Rússia durante as Olímpiadas de Sochi. Sua zombaria tinha como alvo a lei russa que proíbe a propaganda gay para crianças.
“O Google fez uma declaração clara e inequívoca de que a discriminação anti-LGBT da Rússia é indefensável,” disse Chad Griffin, presidente da Campanha pelos Direitos Humanos, cuja organização gay com sede em Washington vem pressionando as empresas americanas a condenar a lei russa (cuja pena é multas, não morte) assinada pelo presidente russo Vladimir Putin.
Você consegue visualizar uma campanha semelhante contra os sauditas, que não multam, mas matam homossexuais?
O governo americano também zombou dos russos. Obama não foi a Sochi e assegurou-se de que o mundo entendesse sua decisão: ele enviou proeminentes atletas gays para Sochi. Ele não mostrou nenhum interesse nas crianças russas e seu bem-estar e proteção. Sua única preocupação foi mostrar apoio à agenda gay. Aliás, essa é a prioridade máxima de sua política exterior. Primeiro, o homossexualismo, depois as crianças…
Depois de Sochi veio o conflito perfeito, engendrado (também por interesses geopolíticos americanos e europeus) para manter o ódio anti-russo, mas com uma razão diferente: Ucrânia. Antes da crise ucraniana, a razão do ódio era a lei antissodomia da Rússia. Depois da crise, a razão para o ódio foi mascarada.
O que é interessante é que a Arábia Saudita, o maior aliado islâmico dos EUA, é notória por torturar e matar homossexuais. De acordo com William Murray, a Arábia Saudita é também um centro que financia o terrorismo islâmico no mundo.
Se o governo e os meios de comunicação dos EUA estão preocupados com homossexuais sendo torturados e mortos, por que não estão punindo a Arábia Saudita?
Se o governo e os meios de comunicação dos EUA estão preocupados com o terrorismo islâmico sendo financiado no mundo inteiro, por que não estão punindo a Arábia Saudita?
Retratar Putin como “Hitler” é uma descrição falsa que os militantes homossexuais usam contra qualquer um que ouse se opor à sua agenda tirânica.
De acordo com o livro “The Pink Swastika” (A Suástica Rosa), a elite militar de Hitler era homossexual. Um livro alemão de Lothar Machtan diz que o próprio Hitler era homossexual. Sob ele, sadistas militares homossexuais eram protegidos.
“Mein Kampf,” a biografia de Hitler, não é best-seller na Rússia. Mas é best-seller em nações muçulmanas, inclusive em outro aliado dos EUA, a Turquia.
A Turquia não precisa de uma lei para proibir a propaganda homossexual, pois eles já matam homossexuais. O governo dos EUA ficaria contente com uma revista homossexual americana retratando o primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan como Hitler?
Para os amigos, tudo, inclusive imunidade. Para os inimigos, nada?
Que tal The Advocate mudar sua sede para a Arábia Saudita ou a Turquia para experimentar novos ares de “liberdade de expressão”?
Que tal The Advocate retratar líderes islâmicos assassinos de homossexuais na Arábia Saudita e Turquia como nazistas? Provavelmente, eles não ficariam descontentes de serem descritos como fãs de Hitler. Mas não tenho certeza se eles ficariam contentes com ataques feitos por homossexuais.
The Advocate tem muita sorte que Putin não é um governante da Arábia Saudita ou Turquia.
E as nações ocidentais são azaradas por não terem nenhum líder político conservador melhor do que Putin.
Com informações de The Advocate.
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segunda-feira, 23 de junho de 2014

ONU Elege Ugandense como Presidente, Fazendo Resistência às Pressões LGBT dos EUA


23 de junho de 2014


ONU Elege Ugandense como Presidente, Fazendo Resistência às Pressões LGBT dos EUA

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, 20 de junho (C-FAM) As pressões ocidentais sobre os países africanos para liberalizar as políticas sobre a homossexualidade têm tido um efeito bumerangue, unindo os africanos contra essas pressões e resultando no que alguns veem como um novo movimento de países não alinhados.
Na semana passada a ONU elegeu um ugandense como presidente da Assembleia Geral passando por cima de esforços desesperados de ativistas que, junto com o governo de Obama, têm condenado a lei recentemente sancionada de Uganda contra atos homossexuais.
Ativistas lésbicos, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) pediram que o governo de Obama negasse visto a Sam Kutesa, mas no dia da eleição na ONU, a petição deles havia coletado apenas 13.466 assinaturas.
Kutesa é o ministro das relações exteriores de Uganda e defendeu a lei internacionalmente, declarando que a promoção e a exibição da homossexualidade “é errada para nossos jovens e ofende nossa cultura.”
Os africanos disseram que as críticas do Ocidente à Uganda são um ataque à soberania nacional e alguns comentaram, “o mundo ocidental criminaliza quase todos esses crimes,” tais como o estupro homossexual, conforme a lei que recebeu emendas.
O papel do presidente da Assembleia Geral é simbólico, embora seja proeminente. A tarefa de maior importância é presidir sobre a assembleia enquanto os chefes de estado se dirigem a seus 193 membros a cada ano.
A posição é alternada anualmente entre as regiões. É a vez da África, e a União Africana — a maior parte da qual proíbe atos homossexuais — apresentou só um candidato.
Em fevereiro, o presidente ugandense Museveni indicou que está buscando laços mais estreitos com a Rússia por causa da intromissão dos EUA em questões LGBT. A Rússia tem também desprezado as críticas à sua lei que proíbe expor crianças à propaganda homossexual.
Hillary Clinton, ex-secretária de Estado dos EUA, lançou o primeiro aplauso para os direitos LGBT internacionais num discurso na ONU em 2011. Logo depois, o presidente Obama anunciou que condicionaria a assistência externa dos EUA a direitos LGBT.
Os líderes africanos predisseram que a política externa dos EUA provocaria um “confronto diplomático significativo.” Os quenianos disseram: “Os que vivem como gays precisam de ajuda para viver certo e não devemos apoiá-los para viver numa realidade errada.”
Em março, os africanos foram forçados a abandonar sua resolução sobre a AIDS depois que ela recebeu uma emenda de outros governos defendendo direitos sexuais. A resolução patrocinada pelos países africanos que lutam contra a doença mortal foi feita especificamente para lidar com a saúde pública e proteger mulheres e meninas.
Os delegados europeus, americanos e latino-americanos, que veem a AIDS como uma oportunidade política para avançar direitos sexuais, exigiram que a resolução removesse referências sobre reduzir o número de parceiros sexuais e adiar a iniciação sexual.
Depois que perderam em negociações prolongadas, os países ocidentais acabaram ganhando dos africanos usando como truque detalhes técnicos nos últimos momentos da conferência. Um delegado africano abatido disse: “É tudo sobre sexo, sexo e sexo para eles.”
Um diplomata americano graduado alertou quanto aos métodos autoritários do governo de Obama, segundo reportagem da CNSNews. Richard Hoagland foi um dos anfitriões da primeira “celebração do orgulho” LGBT na embaixada dos EUA no Paquistão em 2011. Uma semana mais tarde, manifestantes disseram que os EUA haviam “desencadeado terrorismo cultural sobre nós.”
Falando num evento sobre direitos LGBT globais, Hoagland avisou que alguns países “reagirão aos nossos valores e metas com revolta violenta” por causa da homossexualidade.
Na semana passada, um senador dos EUA apresentou um projeto de lei para tornar os direitos LGBT uma parte permanente da política externa dos EUA.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
“Que eles cortem toda assistência”: países africanos se revoltam contra ameaça da Inglaterra de cortar assistência por causa da homossexualidade
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