COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sábado, 17 de outubro de 2015

ONU Excluirá Categoricamente os Bebês em Gestação do Direito à Vida?

ONU Excluirá Categoricamente os Bebês em Gestação do Direito à Vida?

Dr. Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, EUA, outubro (C-Fam) Um relatório preliminar da ONU exclui todas as crianças no útero de toda proteção sob as leis internacionais.
O Comitê de Direitos Humanos, um comitê da ONU em grande parte desconhecido, mas influente, que registra e revisa a implementação do tratado da ONU sobre direitos civis e políticos, publicou uma opinião preliminar sobre o “direito à vida” nas leis internacionais que atribui às mães o direito de abortar seus filhos.
O que é surpreendente na “Observação Geral 36,” como o relatório preliminar é conhecido, é a ausência total de proteções para crianças no útero, apesar de uma breve menção de preocupação pró-vida antes de seu lançamento.
A versão preliminar declara: “o Pacto não se refere explicitamente aos direitos de crianças em gestação, inclusive seu direito à vida.” Conclui pois que: “o Comitê não pode presumir que o artigo 6 impõe aos países membros uma obrigação de reconhecer o direito à vida das crianças em gestação.”
Diz também que se os países desejam proteger a vida no útero eles só “podem” fazer isso se garantirem às mulheres o direito de abortar seus filhos em casos de estupro, incesto e quando seu filho no útero é deficiente.
A versão preliminar também expressa uma obrigação dos países de permitir “abortos terapêuticos — ainda que muitos especialistas médicos achem que o aborto nunca é necessário para salvar a vida de uma mãe. Diz que não permitir um aborto nessas circunstâncias equivale a tratamento cruel, desumano ou humilhante, o que é proibido pela Convenção.
A versão preliminar também insiste em que, em qualquer caso, os países não podem regulamentar o aborto de modo restritivo demais.
Diz que os países não podem “aplicar sanções criminais contra as mulheres que fazem aborto ou contra os médicos que as ajudam a fazê-lo,” e não devem prescrever “exigências excessivamente pesadas ou humilhantes para quem busca permissão para fazer um aborto, inclusive a introdução de longos períodos compulsórios de espera antes da realização de um aborto legal.”
As afirmações sobre o “direito de abortar” na versão preliminar não são inéditas. Elas consolidam recomendações anteriores da ONU nas duas décadas passadas. Mas elas nunca foram expressas de forma tão categórica.
Tais interpretações de tratados da ONU são ilegítimas e declarações inexatas e grosseiras de leis internacionais obrigatórias, de acordo com os Artigos de San José, um documento preparado e assinado por especialistas em direito internacional e saúde global.
Os Artigos de San José dizem que os tratados da ONU não deveriam ser usados para expandir proteções para crianças no útero, nem tirá-las. Eles destroem diretamente a afirmação de uma obrigação clara de se permitir o aborto, e põem em dúvida a integridade de especialistas da ONU e seus métodos de interpretar tratados.
“Nenhum tratado da ONU pode com exatidão ser citado como estabelecendo ou reconhecendo um direito ao aborto,” os artigos dizem, apontando para a ausência completa de qualquer referência ao aborto também no tratado em questão.
Embora os artigos reconheçam a falta de uma obrigação clara de se proteger a vida no útero, como diz a observação do documento preliminar, eles apontam para uma cláusula no tratado da ONU sobre direitos civis e políticos que proíbem a aplicação da pena de morte para mães grávidas, sugerindo que crianças inocentes no útero na verdade têm um direito à vida independente de sua mãe e não deveriam prestar contas pelos crimes de sua mãe. A observação do documento preliminar não explica essa discrepância.
Além disso, os Artigos de San José apontam que quando o tratado da ONU sobre direitos civis e políticos foi ratificado a maioria dos países do mundo proibiu o aborto na maioria ou todas as circunstâncias. Isso também não é levado em consideração no documento preliminar.
O comitê debaterá o documento preliminar preparado por um subgrupo do comitê de 18 membros na sua próxima sessão mais tarde neste mês.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

LGBTs Contam Estórias Exageradas no Comitê de Tortura da ONU

16 de novembro de 2014


LGBTs Contam Estórias Exageradas no Comitê de Tortura da ONU

Austin Ruse
GENEBRA, Suíça, novembro (C-Fam) Ativistas americanos contra a “terapia reparativa” pediram que o Comitê da ONU sobre Tortura definisse a prática como forma de tortura e violação do direito internacional.
Em debate está o tratamento buscado por pessoas que batalham contra desejos homossexuais indesejados. Muitos terapeutas ainda oferecem o tratamento para os que pedem, ainda que organizações profissionais para a comunidade terapêutica digam que o desejo de mesmo sexo não seja uma forma de doença mental e desestimulem esse tipo de terapia.
Há um movimento nos Estados Unidos para proibir mediante leis todas essas terapias. Nova Jérsei e Califórnia já proibiram a terapia reparativa para menores de idade e o Centro Nacional de Direitos Lésbicos está fazendo campanha para que nos próximos cinco anos os EUA a proíbam em nível nacional. Foi essa organização que foi até Genebra nesta semana.
O Comitê da ONU sobre Tortura é um órgão de monitoração de tratados que fiscaliza a implementação do tratado da ONU contra tortura cometida por países que o ratificaram. O mesmo comitê repreendeu, de forma infame, o Vaticano no começo deste ano por causa do ensino da Igreja sobre o aborto. Um membro do comitê, a americana Felice Gaer, disse que as leis contra o aborto são uma forma de tortura.
A convenção que proíbe tortura define tortura como a imposição deliberada de sofrimento físico ou mental por parte de uma “autoridade pública” a fim de provocar uma confissão ou como forma de punição ou represália.
Os Estados Unidos estão no banco dos réus nesta semana. Sob a prática adotada pelo comitê, todos os grupos recebem uma chance de apresentar uma queixa formal na forma de “relatórios paralelos” ao comitê. Muitas vezes, o comitê, sem nada questionar, adota as acusações, e até teorias legais, apresentadas nesses relatórios quando questionam os governos que apresentam os relatórios.
Na terça-feira, os ativistas se reuniram em privado com o comitê e lhes contaram histórias de horror sobre tortura alegada que alguns passaram em “terapias reparativas.”
Uma das testemunhas foi um jovem chamado Samuel Brinton que se tornou uma celebridade desde que foi filmado num documentário americano alguns anos atrás. Brinton diz que seus pais o enviaram a um terapeuta que lhe amarrou as mãos e colocou grandes pedaços de gelo em suas palmas que estavam viradas para cima, amarrou fios de cobre em seus braços e fixou eletrodos em seus dedos a fim de torturá-lo toda vez que ele ficasse excitado com uma forma masculina. Esses tipos de acusação são comuns entre ativistas que tentam proibir a “terapia reparativa.”
A veracidade de Brinton tem sido questionada não pela direita religiosa, mas por importantes figuras LGBT, inclusive Wayne Besen, principal porta-voz da organização LGBT Campanha dos Direitos Humanos, que agora administra um site chamado “A Verdade Vence” que é dedicado a descobrir o que considera ser mentiras “antigays” entre conservadores sociais e ex-gays.
Besen disse que ele tentou por um mês chegar ao fundo da história de Brinton, mas não conseguiu. Ele pressionou Brinton para ter o nome do terapeuta que lhe fez isso. Brinton disse que não conseguia se lembrar e que ele não tem de provar sua história. Besen pois disse que a história de Brinton não é verificável e não deveria ser usada.
Mesmo assim, Brinton estava em Genebra contando sua história nesta semana.
A delegação dos EUA recebeu muitas perguntas relacionadas a esses tipos de acusações. Um questionador queria saber o que os EUA estavam fazendo para processar os profissionais que usam tal terapia.

O relatório final do comitê será publicando nas próximas semanas e provavelmente fará recomendações para restringir a “terapia reparativa.”
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
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segunda-feira, 23 de junho de 2014

ONU Elege Ugandense como Presidente, Fazendo Resistência às Pressões LGBT dos EUA


23 de junho de 2014


ONU Elege Ugandense como Presidente, Fazendo Resistência às Pressões LGBT dos EUA

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, 20 de junho (C-FAM) As pressões ocidentais sobre os países africanos para liberalizar as políticas sobre a homossexualidade têm tido um efeito bumerangue, unindo os africanos contra essas pressões e resultando no que alguns veem como um novo movimento de países não alinhados.
Na semana passada a ONU elegeu um ugandense como presidente da Assembleia Geral passando por cima de esforços desesperados de ativistas que, junto com o governo de Obama, têm condenado a lei recentemente sancionada de Uganda contra atos homossexuais.
Ativistas lésbicos, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) pediram que o governo de Obama negasse visto a Sam Kutesa, mas no dia da eleição na ONU, a petição deles havia coletado apenas 13.466 assinaturas.
Kutesa é o ministro das relações exteriores de Uganda e defendeu a lei internacionalmente, declarando que a promoção e a exibição da homossexualidade “é errada para nossos jovens e ofende nossa cultura.”
Os africanos disseram que as críticas do Ocidente à Uganda são um ataque à soberania nacional e alguns comentaram, “o mundo ocidental criminaliza quase todos esses crimes,” tais como o estupro homossexual, conforme a lei que recebeu emendas.
O papel do presidente da Assembleia Geral é simbólico, embora seja proeminente. A tarefa de maior importância é presidir sobre a assembleia enquanto os chefes de estado se dirigem a seus 193 membros a cada ano.
A posição é alternada anualmente entre as regiões. É a vez da África, e a União Africana — a maior parte da qual proíbe atos homossexuais — apresentou só um candidato.
Em fevereiro, o presidente ugandense Museveni indicou que está buscando laços mais estreitos com a Rússia por causa da intromissão dos EUA em questões LGBT. A Rússia tem também desprezado as críticas à sua lei que proíbe expor crianças à propaganda homossexual.
Hillary Clinton, ex-secretária de Estado dos EUA, lançou o primeiro aplauso para os direitos LGBT internacionais num discurso na ONU em 2011. Logo depois, o presidente Obama anunciou que condicionaria a assistência externa dos EUA a direitos LGBT.
Os líderes africanos predisseram que a política externa dos EUA provocaria um “confronto diplomático significativo.” Os quenianos disseram: “Os que vivem como gays precisam de ajuda para viver certo e não devemos apoiá-los para viver numa realidade errada.”
Em março, os africanos foram forçados a abandonar sua resolução sobre a AIDS depois que ela recebeu uma emenda de outros governos defendendo direitos sexuais. A resolução patrocinada pelos países africanos que lutam contra a doença mortal foi feita especificamente para lidar com a saúde pública e proteger mulheres e meninas.
Os delegados europeus, americanos e latino-americanos, que veem a AIDS como uma oportunidade política para avançar direitos sexuais, exigiram que a resolução removesse referências sobre reduzir o número de parceiros sexuais e adiar a iniciação sexual.
Depois que perderam em negociações prolongadas, os países ocidentais acabaram ganhando dos africanos usando como truque detalhes técnicos nos últimos momentos da conferência. Um delegado africano abatido disse: “É tudo sobre sexo, sexo e sexo para eles.”
Um diplomata americano graduado alertou quanto aos métodos autoritários do governo de Obama, segundo reportagem da CNSNews. Richard Hoagland foi um dos anfitriões da primeira “celebração do orgulho” LGBT na embaixada dos EUA no Paquistão em 2011. Uma semana mais tarde, manifestantes disseram que os EUA haviam “desencadeado terrorismo cultural sobre nós.”
Falando num evento sobre direitos LGBT globais, Hoagland avisou que alguns países “reagirão aos nossos valores e metas com revolta violenta” por causa da homossexualidade.
Na semana passada, um senador dos EUA apresentou um projeto de lei para tornar os direitos LGBT uma parte permanente da política externa dos EUA.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
“Que eles cortem toda assistência”: países africanos se revoltam contra ameaça da Inglaterra de cortar assistência por causa da homossexualidade

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Relatório da UNESCO promove aborto e narrativa de mesmo sexo


15 de fevereiro de 2014



Relatório da UNESCO promove aborto e narrativa de mesmo sexo

Dra. Rebecca Oas
NOVA IORQUE, EUA, fevereiro (C-FAM) A agência educacional e cultural da ONU diz que o propósito de educar crianças é não só promover seu alfabetismo e avanço social, mas também lhes ensinar onde e como ter um aborto e aumentar sua tolerância para com a conduta de mesmo sexo.
Em seu relatório “Ensinando e Aprendendo: Alcançando Qualidade para Todos” divulgado na semana passada, a UNESCO disse que as mulheres escolarizadas reduzem seu risco de morrer de complicações de gravidez adotando melhores práticas de higiene, tendo atendentes de parto experientes, reconhecendo sintomas de hemorragia ou pressão alta, e “avaliando como e onde ter um aborto.”
O relatório concorda com o papel da educação na redução de mortes e ferimentos de gravidez ou parto reduzindo o casamento de crianças e adiando a iniciação da atividade sexual. Mas se desvia muito da literatura afirmando que tais ganhos requerem que as meninas aprendam como conseguir abortos.
O gráfico “Ame Teu Próximo?” afirma que a educação aumenta a tolerância, citando diferenças em atitudes entre pessoas com educação primária e secundária. Os resultados de países latino-americanos e árabes mostraram que os entrevistados com uma educação secundária tinham mais probabilidade de ver favoravelmente um vizinho de língua, raça, religião ou origem nacional diferente, ou alguém que fosse HIV positivo.
No entanto, quando indagados se prefeririam ter um vizinho com atração de mesmo sexo, os entrevistados árabes com uma educação secundária tinham essencialmente a mesma resposta de seus vizinhos com menos educação. Na América Latina, a diferença foi de 32%. Os autores do relatório reconhecem: “Em muitas partes do mundo, as pessoas permanecem intransigentes em suas atitudes para com a homossexualidade.”
A discrepância regional de atitudes coloca em destaque que o nível de educação é apenas uma variável — o conteúdo do currículo também importa. Numa conferência internacional de AIDS no México em 2008, líderes latino-americanos se comprometeram a incorporar a prevenção ao HIV nos padrões educacionais. Essa iniciativa estava em conflito direto não só com os padrões culturais, mas também legais de muitos países representados. Um exame regional da UNESCO de 2010 da América Latina e Caribe confessa que, “alguns países tiveram de considerar a contradição de incorporar a questão da diversidade sexual no currículo escolar enquanto a sodomia e a homossexualidade continuaram a ser criminalizadas.”
Um documento introdutório preparado para o recente relatório de educação enfraquece ainda mais a simplicidade do argumento de que a educação mais elevada se iguala à maior tolerância. Na China e na Turquia, que geralmente não são considerados países que permitem a atividade de mesmo sexo, diferenças significativas de atitude foram só medidas entre pessoas com educação universitária. Na Índia, os resultados foram completamente contraditórios ao relatório da UNESCO: os que tinham apenas uma educação primária toleravam mais a atividade de mesmo sexo do que os que tinham uma educação secundária.
A UNESCO conclui: “A educação pode levar tempo para ter um impacto em atitudes arraigadas,” e pede “medidas específicas de políticas” para garantir que as crianças “aprendam na escola a importância da tolerância.”
A UNESCO incitou controvérsia em anos recentes ao fazer parceria com o Conselho de Informações e Educação Sexual dos Estados Unidos (conhecido pela sigla SIECUS) para gerar um currículo de educação sexual incentivando exploração sexual precoce e rejeição da “moralização.” O SIECUS foi fundado por uma ex-diretora médica da Federação de Planejamento Familiar como um desdobramento do Instituto Kinsey, que foi recentemente aprovado para reconhecimento da ONU.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Grupo ligado a PEDOFILIA consegue Credenciamento da ONU!

25 de janeiro de 2014



ONU Concede Credenciamento a Grupo Ligado à Pedofilia

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, 24 de janeiro (C-FAM) Um grupo acadêmico cuja pesquisa foi obtida de pedófilos e lançou a revolução sexual nos EUA recebeu credenciamento da ONU.
Alfred Kinsey
O infame Relatório Kinsey foi a base para afrouxar atitudes e penas para crimes sexuais contra mulheres e crianças, e para promover abrangente educação sexual que ensina crianças pequenas acerca de atos sexuais.
Nesta semana o Instituto Kinsey foi diante do comitê da ONU que credencia grupos para participar da ONU no final de janeiro. Isso chega num momento em que grupos pró-aborto estão fazendo campanhas para que abrangente educação sexual seja uma parte importante da agenda de políticas e trabalho de desenvolvimento da ONU.
Alfred Kinsey afirmava que crianças são sexuais desde a infância. Suas fontes principais eram homens adultos que registravam detalhes acerca de seus contatos sexuais com crianças para seu livro “Sexual Behavior in the Human Male” (Conduta Sexual no Macho Humano).
Certo homem forneceu a Kinsey detalhes de seu abuso de 1917 a 1948, mostrados na Tabela 34 do livro de Kinsey. Registra o número de “orgasmos” em certos períodos de tempo de crianças de 5 meses a 14 anos.
Orgasmo é definido como “convulsões violentas,” “gemidos, ou choros mais violentos, às vezes com abundância de lágrimas (principalmente entre crianças mais novas),” “dor excruciante,” “lutará para se afastar do parceiro e poderá fazer tentativas violentas de evitar o clímax, embora obtenha claro prazer da situação.”
Outra fonte de Kinsey começando em 1943 — durante a 2ª Guerra Mundial — era um oficial nazista alemão, Fritz von Balluseck, que em 1957 foi condenado por abuso sexual de crianças por mais de 30 anos. O juiz teria dito: “Tive a impressão de que você chegou às crianças a fim de impressionar Kinsey e lhe entregar material.”
Kinsey afirmou que 95 por cento dos homens cometiam crimes sexuais, de modo que a sociedade deveria redefinir o que era “normal” e reduzir as penas de crimes sexuais. Ele testificava em favor de estupradores de crianças e seu trabalho ajudou a mudar as leis, tornando-as tolerantes para crimes sexuais.
“É claro, sabíamos quando entrevistávamos os pedófilos que eles continuariam sua atividade, mas não fazíamos nada sobre isso,” Paul Gebhard, sócio de Kinsey, disse ao jornal. “Não teríamos nenhuma pesquisa se os entregássemos [às autoridades].”
Gebhard, que se tornou diretor do Instituto Kinsey, mais tarde disse: “Era ilegal e sabíamos que era ilegal e é por isso que muita gente está furiosa.”
Kinseu assegurava a “seus informantes que eles ficariam no anonimato” e evitava “todo juízo de valor em relação à conduta deles,” declarouJohn Bancroft, diretor do Instituto Kinsey.
Certa vítima de um estuprador de crianças ligado a Kinsey se apresentou. Quando “Esther White” (um pseudônimo) tinha 9 anos, ela encontrou uma folha de papel “e meu pai estava selecionando coisas que ele estava fazendo comigo.” Depois que Kinsey entrevistou Esther, ele entregou ao avô dela um cheque de cerca de 6.000 dólares.
Em 1964, o Instituto Kinsey lançou SIECUS para promover a ideologia de Kinsey por meio da educação sexual. SIECUS já tem reconhecimento da ONU e se tornou muito influente ali. A Educação Sexual Abrangente de SIECUS ensina crianças de 5 anos acerca da masturbação e do envolvimento em conduta sexual com outros para mostrar carinho.
O Instituto Kinsey fornece bolsas de estudo honrando John Money, um pioneiro da “identidade de gênero” e responsável pela operação de mudança de sexo de um bebê contada no livro “The Boy Who Was Raised As a Girl” (O Menino que Foi Criado como Menina). O menino acabou cometendo suicídio. A clínica de identidade de gênero de Money no Hospital Johns Hopkins foi fechada por seu sucessor.
A organização homossexual ILGA perdeu seu credenciamento na ONU em 1993 devido às suas ligações com grupos que promovem a pedofilia.
Um documento vazado pelo WikiLeaks intitulado “Certificação da Pedofilia” mostra que os EUA conduziram uma “análise detalhada” em 2010 e agências da ONU certificaram que ninguém havia credenciado nenhuma organização que promove ou desculpa a pedofilia.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
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sábado, 18 de janeiro de 2014

A COISA FICOU SÉRIA: "Tentativa de Esconder Documentos Vazados sobre Falha de Contraceptivo de Gates/USAID"

Tentativa de Esconder Documentos Vazados sobre Falha de Contraceptivo de Gates/USAID

Lisa Correnti
WASHINGTON DC, EUA, janeiro (C-FAM) Advogados de agências americanas fracassaram numa tentativa inicial de forçar uma organização de defesa dos direitos dos cidadãos a remover documentos vazados do site da organização. Os documentos descrevem estudos que mostram complicações de um contraceptivo de longa duração fortemente apoiado pelas agências e pela Fundação Gates para uso das mulheres africanas.
As agências da ONU são acusadas de tentarem esconder seu conhecimento de estudos que mostram que as mulheres que usam o contraceptivo injetável Depo Provera têm risco mais elevado de contrair HIV.
Permitir que o Projeto Rebecca publique as informações significa “essa questão dos danos do Depo Provera agora tem de ser decidida num tribunal legal em que um juiz examinará os dados científicos e sociais,” Kwame Fosu, o diretor de políticas da organização, disse ao Friday Fax.
A Agência de Desenvolvimento Internacional (conhecida pela sigla inglesa USAID) e a Fundação Gates têm gastado milhões de dólares para aumentar o uso de contraceptivos injetáveis entre mulheres em comunidades de elevado HIV na África subsaariana.
Os representantes legais da USAID e dos Centros de Controle de Doença (CCDs) entraram com uma queixa de violação de direitos autorais para forçar o Projeto Rebecca para remover documentos secretos de seu site. Os documentos foram usados numa reunião a portas fechadas em Genebra com autoridades da Organização Mundial de Saúde, da USAID, dos CCDs e de Gates.
A reunião foi pedida logo depois que a revista de Doenças Infecciosas do Lancet publicou um estudo da Dra. Renee Heffron. O estudo indicava que as mulheres que usam o Depro Provera têm um risco maior de contrair o HIV/AIDS.
Um dos documentos secretos postados por Fosu apresenta detalhes de vários estudos que examinam a ligação entre contraceptivos injetáveis e a transmissão do HIV. Embora dos 15 estudos, 11 tivessem informado o mesmo resultado da Dra. Heffron, apesar disso a OMS publicou uma “Declaração Técnica” de que a pesquisa foi “inconclusiva.”
Fosu acusa que as normas da OMS “forneceram cobertura” para a USAID, Gates e a Federação Internacional de Planejamento Familiar, e outros para continuarem “como de costume” e protegerem os milhões alocados para disponibilizar o Depo para mulheres africanas.
Meses mais tarde Melinda Gates lançou uma parceria de 4 bilhões que incluía financiamento para produzir e distribuir o injetável Depo Provera.
O segundo documento secreto obtido por Fosu é de autoria de Chelsea Polis da USAID e Kathryn Curtis dos CCDs. O documento fortemente influenciou os funcionários de revisão da OMS a decidir que havia “razão insuficiente” para remover o Depo Provera e impor avisos obrigatórios. Fosu afirma que a análise de Polis e Curtis “diluiu a evidência disponível” ao ignorar a pesquisa principal.
Apesar das tentativas de esconder os efeitos colaterais prejudiciais, mais mulheres pobres estão abandonando o uso do Depo Provera. Comparado com outros métodos contraceptivos, as mulheres em países menos desenvolvidos têm mais probabilidade de parar de usar o Depo Provera dentro de um ano de sua primeira dose devido a efeitos colaterais associados e preocupações de saúde. Um relatório do Population Reference Bureau sobre o planejamento familiar no mundo inteiro também indica que o contraceptivo injetável não é usado por mulheres em países ricos.
Fosu refutou com êxito o ataque legal para remover os documentos citando a isenção da Lei de Direitos Autorais Digitais do Milênio (LDADM) para organizações de educação e direitos humanos que estão fornecendo informações para proteger populações vulneráveis.
“Considerando a evidência esmagadora de danos,” disse Fosu “os ministros da Saúde têm a obrigação em países em desenvolvimento visados de restringir ou proibir o Depo Provera como opção de planejamento familiar.” Em Gana, a especialista de direitos humanos Dra. Charlotte Abaka, ex-presidente do comitê de tratados de mulheres da ONU, agora defende o fim ou restrição do Depo Provera.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada sobre a USAID e Gates:

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Países Declaram que Não Existe Direito ao Aborto e à Homossexualidade !

Link deste artigo: http://bit.ly/Hv742K

Países Declaram que Não Existe Direito ao Aborto e à Homossexualidade

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, 1 de novembro (C-FAM) A Rússia, a Etiópia, a Polônia e outros pegaram os microfones numa reunião — transmitida ao vivo da sede da ONU — para deixar claro que o aborto e a homossexualidade não são direitos humanos internacionais.
Os diplomatas repreenderam de forma especial o escritório de direitos humanos da ONU por sua obsessão por direitos gays, bissexuais e transgêneros (LGBT).
A Rússia mirou um livreto produzido pelo Escritório do Alto Comissário de Direitos Humanos (EACDH), o epicentro do ativismo LGBT na ONU. O livreto de 60 páginas “Born Free and Equal” (Nascemos Livres e Iguais) tem como objetivo dar as “principais obrigações legais” com relação à homossexualidade, tais como criar categorias de asilo para indivíduos LGBT e estender o casamento a duplas de mesmo sexo.
A implementação das recomendações “inevitavelmente levaria a uma violação dos direitos das crianças,” disse a Rússia.
Navi Pillay recebeu desaprovação de forma especial. A quantidade de atenção que a diretora do escritório de direitos humanos da ONU gasta em orientação sexual “é desproporcionalmente elevada,” comentou a Rússia. “Há questões mais relevantes no mundo com as quais devemos lidar.”
A declaração da Rússia sinalizou que as críticas à sua lei que protege as crianças da propaganda homossexual não amoleceram sua determinação. Alguns ativistas LGBT estão pedindo boicotes aos Jogos Olímpicos em Sochi, na Rússia.
O assunto da homossexualidade é ainda delicado para alguns. O diplomata da Nigéria se referiu a ela como “a questão dos direitos de certos indivíduos com certas tendências que estão em desacordo” com as leis, tradições, religiões e costumes de seu país.
Esses são “assuntos de preferência e estilo de vida pessoais,” disse ele. “Eles não deveriam ter espaço algum no discurso da ONU no que se refere à proteção de direitos humanos.”
A senhorita Pillay respondeu que a Declaração Universal dos Direitos Humanos e vários tratados protegem a todos, não “todos, menos LGBT.”
Vários diplomatas aparentemente estavam antecipando isso. Falando em nome de nações africanas, a Etiópia frisou seu compromisso de respeitar para todos liberdades e direitos humanos universalmente reconhecidos.
Mas eles estão “preocupados com a crescente tendência” de “criar novos direitos, conceitos e categorias, e padrões que não são reconhecidos” em acordos internacionais nem por todos os países.
O tom cortês era um contraste total com a acusação rude de “ódio” feita contra aqueles que não concordam com os ativistas LGBT. O grupo africano educadamente pediu “pleno respeito da soberania nacional e valores culturais,” e pela “capacidade de todos os estados fazerem escolhas de um modo democrático pelo que é aceitável a eles.”
Outros países confrontaram a linguagem usada para promover o aborto. A Polônia descreveu suas iniciativas que melhoraram as áreas de saúde sexual e reprodutiva, uma noção definida por sua lei de respeitar o direito à vida dos bebês em gestação. Numa referência de subtítulo às táticas autoritárias usadas por governos pró-aborto, a Polônia disse que não “busca influenciar decisões tomadas por outros governos nacionais” nessas questões.
Vários países frisaram que suas posições se aplicam para todo o grupo, a todo o trabalho da ONU.
A Polônia fez questão de registrar para essa e todas as reuniões futuras que objeta a qualquer interpretação de serviços de direitos ou saúde sexual e reprodutiva como incluindo aborto legal. Esses termos não foram definidos em nenhum acordo internacional, observou.
Qualquer coisa na dominante agenda de desenvolvimento da ONU “não deveria de forma alguma criar uma obrigação em qualquer parte de considerar o aborto como uma forma legítima de saúde ou direitos ou produtos reprodutivos,” declarou Malta, membro da União Europeia.
Embora muitos na ONU foquem em direitos, a Santa Sé muitas vezes explica a razão. O aborto nunca é seguro para o bebê ou para a mãe, disse o arcebispo Chullikatt.
“Sem vida, todos os outros direitos não têm sentido.”
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Estudo mostra que homossexuais criando 'filhos' é diferente de pai e mãe criando-os

Wendy Wright e Lisa Correnti

WASHINGTON, DC, 15 de junho (C-FAM) Um estudo pioneiro revela que filhos adultos de “pais” homossexuais e lésbicos experimentam consequências sociais, econômicas e emocionais vastamente mais negativas do que crianças criadas dentro de famílias biológicas intactas.

A qualidade do estudo do professor Mark Regnerus, da Universidade do Texas, frisa as deficiências de estudos anteriores nos quais os ativistas homossexuais têm se apoiado para conceder às duplas de mesmo sexo um direito de se casar e adotar crianças.

“A alegação empírica de que não existem diferenças dignas de nota tem de ir embora”, disse Regnerus em seu estudo publicado na revista Social Science Research.

O abrangente estudo de Regnerus examina aproximadamente 3.000 filhos adultos de oito diferentes estruturas de família e os avalia dentro de 40 categorias sociais e emocionais. O estudo revela que as crianças que permanecem com famílias biológicas intactas tinham educação melhor, experimentavam maior saúde mental e física, menos experiências com drogas, menos atividade criminosa e relataram no total níveis mais elevados de felicidade.

As maiores consequências negativas foram constatadas entre filhos de mães lésbicas. Isso contradiz estudos defeituosos popularizados pelos meios de comunicação que afirmam que crianças se saem bem, ou melhores, com mães lésbicas. O estudo de Regnerus mostrou consequências negativas para esses filhos adultos em 25 de 40 categorias, inclusive índices muito mais elevados de agressão sexual (23% dos filhos de mães lésbicas foram tocados sexualmente pelos pais ou um adulto, em contraste com 2% dos filhos criados por pai e mãe casados), saúde física inferior, mais depressão, mais uso de maconha e desemprego mais elevado (69% dos filhos de lares lésbicos estavam vivendo às custas de programas de assistência do governo, comparados com 17% dos filhos de pai e mãe casados).

O estudo de Regnerus desmascara um informe de 2005 da Associação Americana de Psicologia muitas vezes citado que concluiu: “Nem um único estudo constatou que filhos de pais lésbicos ou gays têm desvantagens em qualquer aspecto importante em relação aos filhos de pais heterossexuais”.

Em contraste com Regnerus, os estudos anteriores compararam filhos de pais homossexuais com filhos de famílias de padrasto e mães solteiras. Regnerus também se apoia unicamente em informações diretas de filhos adultos em vez de opiniões de seus pais.

Um segundo novo estudo confirma que os estudos que a AAP promoveu com muito elogio são inconfiáveis. Loren Marks, professor adjunto da Universidade Estadual da Louisiana, revelou que os estudos da AAP tinham dados limitados e focaram em papéis de gênero e identidades sexuais. Eles negligenciaram examinar os resultados educacionais, emprego, risco de abuso de drogas, conduta criminal ou suicídio dos filhos.

Os desacreditados estudos apoiados pela AAP têm sido usados em tentativas para impactar decisões legais internacionais.

Amicus curiae apresentado no caso E.B. versus França no Tribunal Europeu de Direitos Humanos defendeu direitos de adoção para duplas de mesmo sexo citando estudos da AAP com alegações de que não existe nenhuma evidência científica objetiva para justificar “tratamento diferente de duplas de mesmo sexo que desejam adotar porque (até onde a FIDH, ILGA-Europa, BAAF e APGL sabem) todos os estudos científicos conceituados têm mostrado que os filhos de pais lésbicos e gays não têm nada de diferente dos filhos de pais heterossexuais no que se refere a problemas emocionais e outros problemas”.

No caso Karen Atala e Filhas versus Chile no Tribunal Interamericano de Direitos Humanos, um amicus curiae defendendo os “pais” lésbicos que perderam a custódia de seus filhos comentou que a Academia Americana de Pediatria (AAP) “reconhece que um volume considerável de literatura profissional fornece evidência de que os filhos com pais que são homossexuais podem ter as mesmas vantagens e as mesmas expectativas de saúde, ajuste e desenvolvimento que podem os filhos cujos pais são heterossexuais”.

Tradução: Julio Severo
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