COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
Mostrando postagens com marcador Vladimir Putin. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vladimir Putin. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 21 de março de 2016

terça-feira, 11 de novembro de 2014

A ZOMBARIA DOS ATIVISTAS GAYS AMERICANOS:"Vladimir Putin: Personalidade do Ano em revista gay dos EUA"

11 de novembro de 2014


Vladimir Putin: Personalidade do Ano em revista gay dos EUA 

Julio Severo
The Advocate, a mais antiga revista homossexual dos EUA, anunciou de modo sarcástico que sua Personalidade do Ano para 2014 é Vladimir Putin, visto por Patheos, um site ateísta americano, como “o presidente horrendamente homofóbico da Rússia e um oponente assumido de tudo o que é pró-LGBT.”
A capa da revista chega a ilustrar o presidente russo como Adolf Hitler.
The Advocate obteve muita atenção no ano passado quando fez o Papa Francisco sua Personalidade do Ano por causa dos comentários menos conservadores dele sobre questões homossexuais. De forma alguma a revista homossexual tratou o papa de modo sarcástico.
Neste ano, a revista tinha outros candidatos pró-sodomia, principalmente Tim Cook, presidente da Apple, que se revelou como homossexual recentemente. Em vez de personalidades pró-sodomia, The Advocate quis como sua Personalidade do Ano um líder oposto à agenda gay. “O presidente russo se tornou a maior ameaça mundial aos LGBTs em 2014,” a revista proclamou.
“Putin é uma das criaturas mais desprezíveis na face da terra,” disse Queerty, outra revista homossexual americana.
The Advocate atacou o presidente russo dizendo que a fonte para a “cruzada” antissodomia dele é sua experiência como oficial da KGB. A revista diz: “Desde que ganhou seu terceiro mandato em 2012, Putin se tornou cada vez mais autocrático, e sua ideologia anti-homossexualismo cada vez mais radical. Em junho de 2013, ele sancionou a infame lei anti-propaganda gay que criminaliza a ‘distribuição de informações… que visam à formação, entre menores de idade, de atitudes sexuais não tradicionais,’ com não tradicionais significando qualquer coisa que não seja heterossexual. Indivíduos que violam a lei são multados entre 120 e 150 dólares, enquanto organizações não governamentais e empresas podem incorrer em multas de até 30.000 dólares.”
De acordo com o Projeto de Atitudes Globais de 2014 do instituto de pesquisa Pew Research, 72% dos russos acham que a homossexualidade é moralmente inaceitável. Isso mostra também o crescente poder da Igreja Ortodoxa Russa, que entre 1991 e 2008 viu o número de adultos que se denominam de cristãos ortodoxos aumentar de 31% para 72%. Em julho de 2013, o Patriarca Cirilo I, líder dessa igreja, chamou o “casamento” homossexual de “um sinal muito perigoso do apocalipse,” um sentimento que tem apelo também entre outros cristãos e conservadores no mundo todo.
A revolta americana e europeia contra a lei russa explodiu nos meses antes e durante as Olímpiadas de Sochi.
Enquanto a revista Decision, uma publicação da Associação Evangelística Billy Graham, louvou a lei russa que estava sob ataque, até o Google se sentiu à vontade para zombar dos russos colocando símbolos homossexuais em seu site para afrontar diretamente a Rússia durante as Olímpiadas de Sochi. Sua zombaria tinha como alvo a lei russa que proíbe a propaganda gay para crianças.
“O Google fez uma declaração clara e inequívoca de que a discriminação anti-LGBT da Rússia é indefensável,” disse Chad Griffin, presidente da Campanha pelos Direitos Humanos, cuja organização gay com sede em Washington vem pressionando as empresas americanas a condenar a lei russa (cuja pena é multas, não morte) assinada pelo presidente russo Vladimir Putin.
Você consegue visualizar uma campanha semelhante contra os sauditas, que não multam, mas matam homossexuais?
O governo americano também zombou dos russos. Obama não foi a Sochi e assegurou-se de que o mundo entendesse sua decisão: ele enviou proeminentes atletas gays para Sochi. Ele não mostrou nenhum interesse nas crianças russas e seu bem-estar e proteção. Sua única preocupação foi mostrar apoio à agenda gay. Aliás, essa é a prioridade máxima de sua política exterior. Primeiro, o homossexualismo, depois as crianças…
Depois de Sochi veio o conflito perfeito, engendrado (também por interesses geopolíticos americanos e europeus) para manter o ódio anti-russo, mas com uma razão diferente: Ucrânia. Antes da crise ucraniana, a razão do ódio era a lei antissodomia da Rússia. Depois da crise, a razão para o ódio foi mascarada.
O que é interessante é que a Arábia Saudita, o maior aliado islâmico dos EUA, é notória por torturar e matar homossexuais. De acordo com William Murray, a Arábia Saudita é também um centro que financia o terrorismo islâmico no mundo.
Se o governo e os meios de comunicação dos EUA estão preocupados com homossexuais sendo torturados e mortos, por que não estão punindo a Arábia Saudita?
Se o governo e os meios de comunicação dos EUA estão preocupados com o terrorismo islâmico sendo financiado no mundo inteiro, por que não estão punindo a Arábia Saudita?
Retratar Putin como “Hitler” é uma descrição falsa que os militantes homossexuais usam contra qualquer um que ouse se opor à sua agenda tirânica.
De acordo com o livro “The Pink Swastika” (A Suástica Rosa), a elite militar de Hitler era homossexual. Um livro alemão de Lothar Machtan diz que o próprio Hitler era homossexual. Sob ele, sadistas militares homossexuais eram protegidos.
“Mein Kampf,” a biografia de Hitler, não é best-seller na Rússia. Mas é best-seller em nações muçulmanas, inclusive em outro aliado dos EUA, a Turquia.
A Turquia não precisa de uma lei para proibir a propaganda homossexual, pois eles já matam homossexuais. O governo dos EUA ficaria contente com uma revista homossexual americana retratando o primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan como Hitler?
Para os amigos, tudo, inclusive imunidade. Para os inimigos, nada?
Que tal The Advocate mudar sua sede para a Arábia Saudita ou a Turquia para experimentar novos ares de “liberdade de expressão”?
Que tal The Advocate retratar líderes islâmicos assassinos de homossexuais na Arábia Saudita e Turquia como nazistas? Provavelmente, eles não ficariam descontentes de serem descritos como fãs de Hitler. Mas não tenho certeza se eles ficariam contentes com ataques feitos por homossexuais.
The Advocate tem muita sorte que Putin não é um governante da Arábia Saudita ou Turquia.
E as nações ocidentais são azaradas por não terem nenhum líder político conservador melhor do que Putin.
Com informações de The Advocate.
Leitura recomendada:

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Carta aberta ao presidente Vladimir Putin da Rússia...Veja que bela idéia!

Carta aberta ao presidente Vladimir Putin

30 de agosto de 2013
Presidente Vladimir Putin
Federação Russa
23, Ilyinka Street
Moscou, 103132, Rússia
Prezado Presidente Putin
No nome de milhões de americanos e canadenses que estão preocupados com a propagação aparentemente irreversível da homossexualidade em nossos países e internacionalmente, desejo respeitosamente expressar minha gratidão sincera que sua nação tem assumido uma postura firme e inequívoca contra esse flagelo ao proibir a propaganda homossexualista na Rússia.

V.Excia tem dado um exemplo de liderança moral que está envergonhando os governos da Europa Ocidental e América do Norte. V.Excia tem inspirado os povos do mundo.

A Lituânia, a Moldávia, a Hungria e a Ucrânia já estão começando a seguir seu exemplo baseado em princípios, e V.Excia tem gerado esperança real no movimento pró-família internacional de que essa agenda sexual destrutiva e degradante pode finalmente começar a ser freada no mundo inteiro.
Como líder de longa data no movimento pró-família que fez uma turnê em seu país em 2006 e 2007 defendendo a própria lei que V.Excia sancionou, quero lhe prevenir a não presumir que V. Excia resolveu totalmente o problema com a sanção dessa lei.

A batalha para proteger sua sociedade da homossexualização apenas começou, e V.Excia poderá ficar surpreso de descobrir nos próximos meses e anos que muitos líderes mundiais começarão a trabalhar agressivamente para tentar intimidá-lo e forçá-lo a se render às exigências homossexualistas.
Poucas agendas políticas na história da humanidade tiveram a tenacidade e determinação do movimento homossexualista. Seus ativistas são movidos por uma militância implacável e fervor de avançar seus próprios interesses egoístas que rivalizam até com as seitas religiosas mais fanáticas. Dá para se ver um vislumbre do espírito por trás desse movimento em Gênesis 19:4-11.
Em apenas cinquenta anos esse grupo periférico que representa apenas 2% da população tem, por meio de pura força de vontade e intimidação, ganhado mais influência política nos poderes legislativos e tribunais do mundo ocidental do que a igreja cristã.
A conduta sexual que define sua identidade como indivíduos e como movimento era quase universalmente ilegal e proibida durante os anos em que nossas duas nações estavam aliadas contra a ameaça do nazismo, mas pouco mais de meio século depois os líderes homossexualistas e seus representantes ocupam a maioria dos cargos de poder no Ocidente, e estão crescendo no Oriente e nas nações em desenvolvimento também.
Ao preparar sua sociedade para reconhecer e confrontar as iniciativas do movimento de militantes gays é importante compreender que a propaganda e as políticas deles seguem o conto de que toda censura à homossexualidade leva inevitavelmente ao ódio, violência e assassinato de homossexuais.
Todas as políticas pró-homossexualismo dos Estados Unidos e da Europa se apoiam nessa premissa implícita e inquestionável, mas fictícia. Portanto, o movimento homossexualista não está simplesmente buscando tolerância social, ou aceitação, mas poder e controle politico.
Eles querem o poder de reprimir toda desaprovação à homossexualidade na sociedade russa e forçar todos os cidadãos (principalmente os jovens) a adotar a opinião de que a conduta homossexual é boa e normal.
Eles pedem igualdade, mas logo que conseguem todos os ideais sociais que exploraram para chegar ali, tais como tolerância social, liberdade de expressão e respeito pela diversidade cultural, vem o descarte desses ideais. Em lugar desses ideais introduz-se uma nova cosmovisão e moralidade reversa e invertida que condenam toda desaprovação à homossexualidade como uma nova forma imaginária de intolerância. Chamo esse fenômeno de “homo-fascismo” e o defino como uma forma de extremo radicalismo esquerdista e retrógrado que busca estabelecer rígidos controles autoritários sobre todos os discursos públicos e políticas governamentais com relação a normas e boas maneiras sexuais, e sancionar medidas punitivas contra pessoas que discordam por motivo de consciência, punindo ou suprimindo toda desaprovação à homossexualidade e condutas sexuais relacionadas (que evidentemente, muito embora eles neguem, rapidamente incluiriam doutrinação e exploração sexual de crianças).
Nos próximos meses e anos a Rússia e seu povo serão cada vez mais retratados por exagerações abusivas e carregadas de paixão como portadores de ódio e intolerância, decididos a exterminar os homossexuais. Aliás, a campanha de propaganda sobre esse tema já foi iniciada, com filmagens de vídeo professando mostrar neo-nazistas russos batendo em homossexuais agora circulando na internet, junto com a falsa insinuação de que essa é a intenção da lei russa.
Essa mesma máquina de propaganda e metodologia vem triturando Uganda desde 2009 quando esse país introduziu (mas nunca aprovou) seu Projeto de Lei Anti-Homosexualidade (PLAH) que concordo foi duro demais, mas que nunca refletiu nenhuma intenção do governo de Uganda de exterminar homossexuais, conforme os ativistas gays e seus aliados dos meios de comunicação continuam a alegar.
Aliás, esse conto gay que iguala oposição à homossexualidade ao genocídio nazista é em parte uma tentativa de obscurecer as raízes feias do moderno movimento homossexualista na Alemanha antes do nazismo. O fascismo alemão era formado e facilitado por homossexuais do sexo masculino, de orientação masculina, em resposta ao modelo efeminado da homossexualidade que sustentava que todos os homens homossexualistas eram realmente almas fêmeas aprisionadas em corpos de homens. Começando na década de 1860, os homossexuais fêmeos, depois de Karl Heinrich Ulrichs, o avô do movimento de direitos gays, construíram um poderoso movimento social e politico na Alemanha que focava na revogação das leis contra a sodomia.
Ofendidos pela constante caracterização da homossexualidade masculina como efeminada, os homossexuais machos criaram seu próprio movimento fundamentados na filosofia de culto ao guerreiro exemplificado pela antiga Esparta. Esses foram os primeiros fascistas alemães e de suas fileiras vieram primeiro os briguentos de uniformes marrons da 1ª Guerra Mundial e então o Partido Nazista. Essa tese é fartamente documentada em meu livro “The Pink Swastika: Homosexuality in the Nazi Party” (A Suástica Rosa: Homossexualidade no Partido Nazista), que co-autorei em 1995 com o pesquisador Kevin E. Abrams.
Junto com essa carta, estou incluindo um exemplar de The Pink Swastika (Quarta Edição) em inglês que vem autografado pelo meu co-autor e eu. Logo estaremos completando um processo há muito atrasado de publicar o livro em russo, e assim nos comprometemos que dedicaremos a versão russa da The Pink Swastika ao governo russo e a seu povo. Será nossa honra enviar o primeiro exemplar da versão russa a V.Excia.
Mais uma vez, obrigado, presidente Putin, por permanecer firme na defesa da família natural, que é o alicerce essencial de toda civilização humana. Talvez por meio da inspiração de sua liderança, uma aliança das pessoas boas de nossos países com as pessoas boas de seu país, possamos de novo de alguma forma cooperativa, redimir o futuro da humanidade de um Leviatã fascista, exatamente como fizemos na 2º Guerra Mundial.
Respeitosamente,
Pastor Scott Lively, J.D., Th.D.
Defend the Family International
PO Box 2373
Springfield, MA 01101
Estados Unidos
Traduzido por Julio Severo do documento de Scott Lively: An Open Letter To President Vladimir Putin
Leitura recomendada sobre Scott Lively:

Estamos perdendo para a guerra cultural gay


ATENÇÃO: Envie esta carta para a Embaixada e o Consulado Russo em Brasilia para os seguintes emails: embaixada.russia@yahoo.com; consrus@mail.ru; consulado.russia@radnet.com.br; consrio@narod.ru; consrus_sp1@mail.ru; consrussp@yahoo.com.br

domingo, 18 de agosto de 2013

Mobilização gayzista internacional contra a Rússia


Link deste artigo: http://bit.ly/17O4I4H

Mobilização gayzista internacional contra a Rússia

O que os brasileiros pró-família podem fazer para se solidarizar com o povo russo

Julio Severo
Ativistas gays dos países ocidentais estão organizando para o dia 23 de agosto um obsceno protesto em massa em embaixadas e consulados da Rússia do mundo todo, inclusive no Brasil.
A bronca deles é que semanas atrás Vladimir Putin, presidente da Rússia, sancionou lei aprovada pelo Parlamento russo proibindo propaganda gay para menores de idade.
Para as famílias do mundo, essa foi uma excelente notícia. O Dr. Scott Lively, autor do famoso livro “Pink Swastika” (Suástica Rosa), destacou que essa foi a mais importante vitória recente para o movimento pró-família internacional. Você pode ler o artigo dele aqui: http://bit.ly/12vxN2O

A propaganda do protesto não está focando na lei que os russos aprovaram. O discurso da propaganda é o discurso habitual de que estão apenas combatendo a violência e “homofobia.”

O texto da campanha gayzista diz: “Pelos Direitos e Cidadania de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais na Rússia — contra as atrocidades do governo de Vladimir Putin.”
Os militantes gays do Brasil vão participar da mobilização internacional em três cidades: na embaixada da Rússia em Brasília e nos consulados russos em São Paulo e no Rio de Janeiro.

O que você precisa saber: O povo russo, castigado por anos de comunismo, parece ter aprendido sua lição, e quer mais moralidade diante das consequências imorais do recente passado comunista. Ao sancionar a lei anti-propaganda gay, o presidente russo apenas respeitou a vontade do povo.

O que você pode fazer? O povo russo está sofrendo pressões internacionais, especialmente dos Estados Unidos e Europa, para imitar o padrão ocidental de rendição à agenda gay. Não podemos deixar o povo russo só neste momento. Precisamos mostrar nossa solidariedade a eles, assim como mostraríamos aos americanos e europeus se os Estados Unidos e a Europa estivessem sob pressão da Rússia para se render à propaganda gay. Aliás, nos tempos da União Soviética, dávamos total apoio ao governo dos EUA. Agora, o quadro está se invertendo, talvez não porque a Rússia tenha melhorado mil maravilhas. O que está acontecendo é que os EUA e a Europa, com suas políticas de imperialismo homossexual sobre todas as nações, decaíram tanto que faz uma prostituta (no caso, o governo russo, que continua apoiando a Cuba comunista) parecer santa. Seja como for, precisamos apoiar o povo russo.

Os ativistas gays estarão fazendo protesto no dia 23 de agosto. Antes dessa data, podemos, por solidariedade, levar uma carta oficial às representações russas no Brasil para expressar o apoio do povo brasileiro ao povo russo em sua busca de liberdade contra a tirania gay, e para parabenizar o governo russo por ter atendido aos anseios do seu povo aprovando a lei contra propaganda gay.

Precisamos dizer aos russos que os baderneiros gays que farão o protesto não representam o Brasil nem a totalidade dos brasileiros, que são pró-família.

Se você mora em Brasília, São Paulo ou Rio de Janeiro, você pode, como pastor ou padre, hoje mesmo manifestar seu apoio ao povo russo, registrando essa manifestação numa carta oficial que deve ser entregue nas representações russas nestes endereços:
Seção Consular da Embaixada da Rússia em Brasília
Avenida das Nações, SES, Qd. 801, Lt. A.

Consulado Geral da Rússia em São Paulo
Av. Lineu de Paula Machado, 1.336, Cidade Jardim.

Consulado Geral no Rio de Janeiro
R. Professor Azevedo Marques, 50, Leblon.
Se você não é líder cristão, mas tem alguma empresa, entidade ou grupo, leve também uma carta oficial de apoio ao povo russo nos endereços acima.

Com informações do site homossexual A Capa.

Leitura recomendada:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...