COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Sodoma foi destruída por causa da injustiça social? RESPOSTA: Só na visão Marxista e Pró-Gayzista de Ariovado Ramos


Sodoma foi destruída por causa da injustiça social?



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Por Fernando Lima


Ariovaldo Ramos disse em seu Facebook:


"Ezequiel 16:49, 50: "Eis que esta foi a iniqüidade de Sodoma, tua irmã: soberba, fartura de pão e próspera tranqüilidade teve ela e suas filhas; mas nunca amparou o pobre e o necessitado. Foram arrogantes e fizeram abominações diante de mim; pelo que, em vendo isto, as removi dali."
Segundo Ariovaldo, "Deus destruiu Sodoma e região por causa da injustiça social. E por causa das abominações que sempre seguem a injustiça social. Em cada decisão política sempre está em jogo se a justiça social vai ser levada a cabo ou não.
E, mais, onde a injustiça social campeia, as demais barbaridades a seguem, porque os opressores não se contentam em roubar aos pobres, eles querem humilhar e destruir.
Nesta decisão sobre o Brasil, me coloco sob a sombra da cruz, e, ainda, sob o impacto do Pinheirinho, onde 1600 casas dos pobres foram destruídas".
Fonte: Perfil do Ariovaldo no Facebook

Acima da injustiça social, o motivo da destruição de Sodoma foi sua perversidade, que resultava em injustiça social como em tantas outras abominações. Ou seja, em primeira instância, Sodoma teve o juízo de seu pecado, pelas acusações que chegaram diante de Deus (era um povo que não O seguia), limitar isso à injustiça social é limitar o efeito do pecado sobre uma nação.


Um país governado por um sistema de governo cujo o princípio ideológico é ateu, como o atual, vai resultar na degradação moral do povo, que vai gerar a injustiça social. Miséria controlada ainda é opressão.

Onde não há perfeição nem santidade, temos que orar pelo melhor caminho e avaliar bem, até onde podemos, em que rumos as propostas podem levar o país e que parâmetros declarados seguem os candidatos. Este mesmo texto bíblico apresenta o trecho "Foram arrogantes e fizeram abominações diante de mim". Não dando a entender que apenas a injustiça social foi o motivo único.

Vamos a outros trechos que apresentam a destruição de Sodoma:

"Ló saiu da casa, fechou a porta atrás de si e lhes disse: Não, meus amigos! Não façam essa perversidade!". Gênesis 19:6-7

"Os dois homens perguntaram a Ló: Você tem mais alguém na cidade — genros, filhos ou filhas, ou qualquer outro parente? Tire-os daqui, porque estamos para destruir este lugar. As acusações feitas ao Senhor contra este povo são tantas que ele nos enviou para destruir a cidade." Gênesis 19:12-13

Se você conhece a história, sabe que Ló os alerta de não cometer uma violência pessoal que não tem nada a ver com injustiça social.

"De modo semelhante a estes, Sodoma e Gomorra e as cidades em redor se entregaram à imoralidade e a relações sexuais antinaturais. Estando sob o castigo do fogo eterno, elas servem de exemplo." - Judas 1:7

Veja que as cidades não servem de exemplo apenas pelo castigo da injustiça social, e que o castigo não foi apenas para isto.

"Pois Deus não poupou os anjos que pecaram, mas os lançou no inferno, prendendo-os em abismos tenebrosos a fim de serem reservados para o juízo.
Ele não poupou o mundo antigo quando trouxe o dilúvio sobre aquele povo ímpio, mas preservou Noé, pregador da justiça, e mais sete pessoas. Também condenou as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinzas, tornando-as exemplo do que acontecerá aos ímpios; mas livrou Ló, homem justo, que se afligia com o procedimento libertino dos que não tinham princípios morais ( pois, vivendo entre eles, todos os dias aquele justo se atormentava em sua alma justa por causa das maldades que via e ouvia )." - 2 Pedro 2:4-8

Aqui a punição das cidades são comparadas à outras punições que não aconteceram pela injustiça social praticada pelos punidos, e a torna exemplo do que acontecerá aos ímpios, relatando a seguir outros tipos de comportamentos típicos de ímpios além da injustiça social.

Seu raciocínio pode levar seus leitores, como levou, a compreenderem que "justiça social para Deus é tudo". "Tudo" é tão abrangente que pode nos levar a pensar que injustiça social é a definição do que é pecado. E por favor, Cristo não morreu pela injustiça social apenas.

Nem toda injustiça é injustiça social. Matar, roubar, mentir, etc., não são injustiças sociais mas injustiças que cometemos com outras pessoas, e também são pecados (dentre tantos outros) que serão punidos à exemplo de Sodoma, sem o perdão que há em Cristo.

O pecado tem caráter individual que se reflete em conseqüências sociais. A injustiça social é uma das consequências do pecado, não a definição dele.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

ONU Elege Ugandense como Presidente, Fazendo Resistência às Pressões LGBT dos EUA


23 de junho de 2014


ONU Elege Ugandense como Presidente, Fazendo Resistência às Pressões LGBT dos EUA

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, 20 de junho (C-FAM) As pressões ocidentais sobre os países africanos para liberalizar as políticas sobre a homossexualidade têm tido um efeito bumerangue, unindo os africanos contra essas pressões e resultando no que alguns veem como um novo movimento de países não alinhados.
Na semana passada a ONU elegeu um ugandense como presidente da Assembleia Geral passando por cima de esforços desesperados de ativistas que, junto com o governo de Obama, têm condenado a lei recentemente sancionada de Uganda contra atos homossexuais.
Ativistas lésbicos, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) pediram que o governo de Obama negasse visto a Sam Kutesa, mas no dia da eleição na ONU, a petição deles havia coletado apenas 13.466 assinaturas.
Kutesa é o ministro das relações exteriores de Uganda e defendeu a lei internacionalmente, declarando que a promoção e a exibição da homossexualidade “é errada para nossos jovens e ofende nossa cultura.”
Os africanos disseram que as críticas do Ocidente à Uganda são um ataque à soberania nacional e alguns comentaram, “o mundo ocidental criminaliza quase todos esses crimes,” tais como o estupro homossexual, conforme a lei que recebeu emendas.
O papel do presidente da Assembleia Geral é simbólico, embora seja proeminente. A tarefa de maior importância é presidir sobre a assembleia enquanto os chefes de estado se dirigem a seus 193 membros a cada ano.
A posição é alternada anualmente entre as regiões. É a vez da África, e a União Africana — a maior parte da qual proíbe atos homossexuais — apresentou só um candidato.
Em fevereiro, o presidente ugandense Museveni indicou que está buscando laços mais estreitos com a Rússia por causa da intromissão dos EUA em questões LGBT. A Rússia tem também desprezado as críticas à sua lei que proíbe expor crianças à propaganda homossexual.
Hillary Clinton, ex-secretária de Estado dos EUA, lançou o primeiro aplauso para os direitos LGBT internacionais num discurso na ONU em 2011. Logo depois, o presidente Obama anunciou que condicionaria a assistência externa dos EUA a direitos LGBT.
Os líderes africanos predisseram que a política externa dos EUA provocaria um “confronto diplomático significativo.” Os quenianos disseram: “Os que vivem como gays precisam de ajuda para viver certo e não devemos apoiá-los para viver numa realidade errada.”
Em março, os africanos foram forçados a abandonar sua resolução sobre a AIDS depois que ela recebeu uma emenda de outros governos defendendo direitos sexuais. A resolução patrocinada pelos países africanos que lutam contra a doença mortal foi feita especificamente para lidar com a saúde pública e proteger mulheres e meninas.
Os delegados europeus, americanos e latino-americanos, que veem a AIDS como uma oportunidade política para avançar direitos sexuais, exigiram que a resolução removesse referências sobre reduzir o número de parceiros sexuais e adiar a iniciação sexual.
Depois que perderam em negociações prolongadas, os países ocidentais acabaram ganhando dos africanos usando como truque detalhes técnicos nos últimos momentos da conferência. Um delegado africano abatido disse: “É tudo sobre sexo, sexo e sexo para eles.”
Um diplomata americano graduado alertou quanto aos métodos autoritários do governo de Obama, segundo reportagem da CNSNews. Richard Hoagland foi um dos anfitriões da primeira “celebração do orgulho” LGBT na embaixada dos EUA no Paquistão em 2011. Uma semana mais tarde, manifestantes disseram que os EUA haviam “desencadeado terrorismo cultural sobre nós.”
Falando num evento sobre direitos LGBT globais, Hoagland avisou que alguns países “reagirão aos nossos valores e metas com revolta violenta” por causa da homossexualidade.
Na semana passada, um senador dos EUA apresentou um projeto de lei para tornar os direitos LGBT uma parte permanente da política externa dos EUA.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
“Que eles cortem toda assistência”: países africanos se revoltam contra ameaça da Inglaterra de cortar assistência por causa da homossexualidade
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