COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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terça-feira, 31 de julho de 2018

Turquia: Expor Crimes do ISIS é Terrorismo

Turquia: Expor Crimes do ISIS é Terrorismo

por Uzay Bulut  •  31 de Julho de 2018
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  • Em um pesadelo orweliano, Eren Erdem, ex-deputado e jornalista, autor de 9 livros, que de maneira tão corajosa dedicou sua carreira para expor e condenar organizações terroristas, agora está sendo acusado de "ajudar terroristas". Os verdadeiros terroristas que ele condena, no entanto, permanecem em liberdade.
  • Erdem está pagando o preço de dizer a verdade na Turquia. Ele arriscou sua própria vida para dar um basta ao ISIS e ajudar a salvar vidas. Chegou a hora dos ativistas de direitos humanos e da mídia defendê-lo.
  • "Onde estão as forças policiais? Eu identifiquei 10 mil endereços (de membros do ISIS) nesses documentos de investigação conduzidos por promotores e juízes... Por que esses homens não estão presos?" — Eren Erdem.
Eren Erdem em entrevista coletiva à imprensa em junho de 2016. (Imagem: captura de tela de vídeo de Eren Erdem)
De que maneira o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, enfrenta seus adversários políticos incluindo os que deram o sangue para expor as atrocidades do grupo terrorista Estado Islâmico (ISIS)? Jogando-os na cadeia por supostamente "apoiarem o terrorismo".
Desde o fracassado golpe de 2016 na Turquia, Erdogan vem promovendo uma descomunal e violenta repressão contra opositores e críticos: como políticos, ativistas políticos, jornalistas e membros das forças de segurança e do exército turco.
A mais recente vítima dessa repressão é Eren Erdem, ex-deputado do principal partido de oposição, Partido Republicano Popular (CHP), conhecido por expor os crimes do ISIS e de outros grupos terroristas.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

FALE SOBRE ALEPPO. Chore por eles como você chorou por Paris. Chore por eles como você chorou por Nova York

FALE SOBRE ALEPPO. Chore por eles como você chorou por Paris. Chore por eles como você chorou por Nova York. Fale sobre eles. Nosso silêncio está matando-os. São pessoas, PESSOAS. Eles não são importantes porque são árabes? Porque eles são sírios? Será que sua vida importa menos do que a vida de um francês ou um americano? Pessoas de Aleppo estão postando suas mensagens de despedida na internet, como um massacre final sendo esperado para acontecer a qualquer momento em breve e estamos SILENCIOSOS. Ficamos em silêncio por mais de cinco anos. 

Algumas crianças em Aleppo não conhecem a vida sem guerra. Imagine viver em uma cidade de ruínas e ter que temer por sua vida a cada instante. Hospitais, igrejas, casas, restaurantes são bombardeados no cotidiano e centenas são mortos todos os dias. No entanto, estamos em silêncio. Lembre-se delas. Honre-os. Nós permitimos que um genocídio em massa acontecesse diante de nossos olhos por anos. A mídia fechou os olhos para isso. Este é um dos maiores genocídios desde o holocausto e o mundo está vendo as pessoas morrerem em silêncio.
Não só morrendo mas também, sendo exterminados, retaliados e estuprados!
Fale sobre Aleppo, divulgue Aleppo, por favor!
COPIE E COLE!!

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Matar homossexuais é mandamento islâmico. Repetindo: é a religião Islâmica, é a Sharia, é o Alcorão!


Matar homossexuais é mandamento islâmico. Repetindo: é a religião, estúpido.

Xeique  Yusuf al-Qaradawi: jurista sunita.
Volto ao tema chamando a atenção para o artigo publicado por Andrew McCarthy na National Review (traduzido por Daniel Lopes e Eduardo Wolf, bravos articulistas da revista Amálgama): o fato é que não é o Isis que ordena a morte de homossexuais, mas o próprio Islã, esta religião de guerra que divide o mundo entre fiéis (eles) e infiéis (todo os outros). 

O cerne da violência contra os valores e os hábitos ocidentais está nos textos sagrados dos muçulmanos. Aproveito para recomendar, novamente, a leitura das obras (todas) do historiador Bernard Lewis, o maior especialista em questões do Oriente Médio e do islamismo. Quem achar que é pesado demais, por favor leia os livros de Ayaan Hirsi Ali, que foi criada no mundo tribal - e islâmico - da Somália, fugindo depois para a Holanda e, finalmente, encontrando segurança nos EUA. Sempre perseguida pelos pacíficos e moderadíssimos muçulmanos (conforme a iconografia politicamente correta):


Várias notícias indicam que o número de mortos no ataque jihadista em uma popular boate gay de Orlando pode passar das 50 pessoas, com mais de 50 outras feridas. A identidade do terrorista foi informada: ele é Omar Mateen, um cidadão americano de 29 anos de idade, muçulmano devoto de Fort Pierce, Flórida, filho de imigrantes do Afeganistão.

O FBI apontou que Mateen, que foi morto em uma troca de tiros com a polícia por volta das 5 da manhã, era um extremista islâmico. O deputado Peter King (republicano de Nova York), que preside o comitê de segurança interna da câmara, diz que o atirador foi “treinado para usar armas”. Como já observamos aqui muitas vezes, treinamento militar é o que geralmente diferencia terroristas competentes de meros aspirantes. Mas quer sejam verdadeiros ou apenas potenciais jihadistas, esses muçulmanos são motivados pelo supremacismo islâmico, a crença de que a sharia – a ancestral e totalitária lei islâmica – deve ser imposta à sociedade.

Baseado nisso tudo, há uma abundante especulação em Washington e na mídia de que o ataque foi “inspirado pelo ISIS”. Isso é consistente com a inanição bipartidária, com selo governamental, que temos presenciado há um quarto de século, o que costumo chamar de “Um Islã Apenas Deles”, uma invenção da classe política que diz mais ou menos assim:

O islã é uma religião da paz, e ponto final. Fim da discussão. Grupos “extremistas violentos” como ISIS e al-Qaeda matam arbitrariamente, sem qualquer motivação ideológica real. Assim, ISIS e al-Qaeda não são islâmicos, mas, na verdade, anti-islâmicos – e se eles citam a escritura islâmica para justificar suas atrocidades, estão “sequestrando” e “pervertendo” o islã. Como devemos ver esses grupos como “anti-islã” ao invés de islã, só é aceitável chamar um assassinato em massa de “terrorismo” se as autoridades conseguirem fazer uma ligação plausível entre o ocorrido e algum desses grupos. De outra forma, se há um muçulmano envolvido, fique com “violência doméstica” ou coisas do tipo. Por último, se um ataque perpetrado por um muçulmano é terrorismo o suficiente para ser muito difícil negar, chame-o de “inspirado pelo ISIS” ou “inspirado pela al-Qaeda” ou “resistência política do Hamas” etc. – mas nunca, jamais, o atribua ao islã em qualquer de suas formas.

Isso é idiotice. Será que o ocorrido em 12/6/2016, o pior ataque em massa com arma de fogo da história americana, nos ajudará a enxergar o quão idiota são esses argumentos?

Precisamos considerar em separado o islã e sua lei da sharia.

Existem várias formas de interpretar a escritura islâmica a fim de desvinculá-la da violência. Isso, claro, não muda o fato de que o islã supremacista, fundamentalista, é uma interpretação legítima, tradicional e virulentamente anti-ocidental do islã; mas pelo menos significa que podem existir outras correntes tradicionais do islã que rejeitam a violência e o sistema político-legal da religião.

A sharia, por outro lado, é gravada em pedra. Mesmo a maioria dos reformistas islâmicos reconhece que ela precisa de reforma – não que ela possa ser reinterpretada, mas que precisa ser mudada. Suas disposições e especialmente suas punições draconianas foram em grande parte estabelecidas um milênio atrás.

A exigência de que homossexuais sejam mortos não é do ISIS ou da al-Qaeda. É da sharia – que deriva da escritura muçulmana.

Uma versão em inglês do clássico manual da sharia, Reliance of the Traveller, foi endossada por estudiosos da Universidade al-Azhar, sede do ensinamento sunita desde o século X; pelo Instituto Internacional do Pensamento Islâmico, um "think tank" da Irmandade Muçulmana influente em Washington; e por outros influentes governos e comentaristas islâmicos. Eis o ensinamento sobre homossexualidade encontrado no capítulo “Gravidades”, dedicado às ofensas mais graves: (segue o texto). 

FONTE: http://linkis.com/blogspot.com/5o5AG

domingo, 3 de abril de 2016

O perigo INÉDITO que a Raça Humana corre, se tratar o E. Islâmico com atitude politicamente correta.

O QUE REPRESENTA O ISLAMISMO E O ESTADO ISLÂMICO: "Corajosa realidade mostrada por Caio Fábio"

Vale a pena assistir este vídeo...Só não consegui acreditar no que ele diz no final do vídeo sobre os pentecostais do Rio de Janeiro. Temos que confirmar isso!

https://youtu.be/xnYvmYCqw_I

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Saiba COMO e PORQUE os Extremistas Islâmicos cometem os horrendos crimes que a mídia tem noticiado!

Vez ou outra, notícias sobre grupos de muçulmanos extremistas que assassinam pessoas e cometem os mais impensáveis crimes em nome do Islã invadem a mídia, sendo o Estado Islâmico (EI) o mais recente exemplo.

Se questionados sobre os motivos de cometerem tais atrocidades – e se ainda consideram isso um mandamento divino – seus integrantes responderiam que estão obedecendo um erudita muçulmano e as ordens divinas reveladas através dele. A crença de que as ordens de tal detentor do conhecimento equivalem aos comandos de Deus faz com que, cegamente, eles obedeçam a qualquer comando para agradar a  Deus. Mas não seria isso exatamente o contrário do que prega a mais básica mensagem do Islã – de obedecer somente a Deus e a mais ninguém? Como a mais clara mensagem do Islã chegou a esta óbvia contradição?

No artigo “Acreditar X Confiar”, nós apontamos que, da mesma maneira que ocorre em outras religiões modernas, compreender o Islã e acreditar em Deus tem sido interpretado como confiar num pacote religioso pregado por um acadêmico religioso local, e que tal interpretação tem como origem o a crença de que o Hadith é o pilar da fé muçulmana. Mas o Islã moderno, misturado ao conjunto de leis e lendas do Hadith, se tornou tão complicado que deixa o fiel sem solução a não ser buscar orientação em peritos no Hadith (ou eruditas) sobre “o que diz o Islã”. Esta obediência cega cede espaço ao extremismo: se o detentor do saber for um extremista, seus seguidores terão grandes chances de também serem.

No artigo “Islã sem Hadith”, são listados os prós e contras da existência do Hadith na prárica islâmica. O autor demonstra que, com a eliminação do Hadith, não são excluídos os valores básicos islâmicos, e que esta exclusão ainda proporciona a chance da redescoberta do Islã Simples – religião que proporciona direcionamento sensato e façanhas prodigiosas. No Islã Simples, livre das complexidades do Hadith, não há lugar para eruditas instruírem fiéis cegamente para que cometam crimes inacreditáveis. No artigo “Escopo”, revisitamos alguns dos controversos tópicos do Corão (como escravidão e direitos das mulheres) e observa um  Corão diferente do qual os eruditas vêm pregando por anos.

Tradução por: Eduardo Santaela
@edubongo

Fonte: http://simpleislam.weebly.com/scholar-en/scholar-pt

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

PREPARE-SE: BOMBA ATÔMICA PODE SER USADA PELO GRUPO TERRORISTA "ESTADO ISLÂMICO" PARA MATAR MILHÕES DE CRISTÃOS"

Jornalista conviveu com o grupo e contou que planeja um "tsunami" para fazer a maior "limpeza religiosa da história"

O Dia

Estado Islâmico planeja ataque nuclear para dizimar cristãos, diz jornalista que se infiltrou no grupo
O grupo terrorista Estado Islâmico planeja um holocausto nuclear para matar milhões de pessoas, contou um jornalista que passou 10 dias com o grupo na Síria. Segundo o alemão Jurgen Todenhofer, de 75 anos, o EI quer fazer a "maior limpeza religiosa da história", publicou o "Mirror" nesta quarta-feira. Os terroristas pretendem que o ataque seja um "tsunami nuclear".


Jornalista alemão passou 10 dias com o Estado Islâmico
Reprodução Facebook
Jornalista alemão passou 10 dias com o Estado Islâmico

"Os terroristas planejam matar centenas de milhões de pessoas. O Ocidente está subestimando drasticamente o poder do Estado Islâmico", conta ele em seu livro, lançado recentemente, "Dentro do EI — Dez dias no Estado Islâmico".
O alemão já foi político e trabalhou com a chanceler Angela Merkel, mas abandonou a carreira para se dedicar ao jornalismo. Ele contou que negociou a visita aos terroristas via Skype e que viajou com medo. Em sua passagem por Mosul, ele conheceu o assassino Mohammed Emwazi, conhecido como "Jihadi John". 
Alguns críticos afirmam que o jornalista só teve acesso a informações do EI porque falou contra a política estrangeira no Iraque e Afeganistão.
"As decaptações são estratégias para provocar medo nos inimigos e têm funcionado bem. Observe a captura de Mosul (Iraque) feita com menos de 400 homens", afirmou. "Eles são o inimigo mais brutal e perigoso que já vi na vida. Não vejo ninguém que tenha uma chance real de pará-los", falou Jurgen. "Apenas os árabes podem parar o Estado Islâmico. Voltei muito pessimista", completou.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2015-09-30/estado-islamico-planeja-ataque-nuclear-para-matar-milhoes.html

sábado, 21 de fevereiro de 2015

A ONU NÃO PODE ACOBERTAR AS AÇÕES DO "ISIS" MAIS! VEJA, FOTO CHOCANTE!

 Publicado em 19/02/2015 às 13:31 - Atualizado em 19/02/2015 às 13:41

Como na China, ISIS realiza extração forçada de órgãos de prisioneiros


O massacre dos yazidis é apenas mais uma dentre várias violações a direitos humanos que vem sendo perpetradas pelo ISIS ao longo dos últimos meses (Reprodução)
O massacre dos yazidis é apenas mais uma dentre várias violações a direitos humanos que vem sendo perpetradas pelo ISIS ao longo dos últimos meses (Reprodução)
Um diplomata iraquiano de alto escalão disse à ONU na terça-feira (17) que o Estado islâmico (ISIS) está realizando uma colheita forçada de órgãos de suas vítimas para ajudar no financiamento das operações da organização terrorista. O ISIS está copiando o tenebroso esquema utilizado pelo Partido Comunista Chinês.

O ISIS vem chocando o mundo com os terríveis métodos de execução de seus prisioneiros, como: decapitações, crucificações, e queimando pessoas vivas. Neste contexto, não seria surpreendente se estivessem também envolvidos com a prática de Extração Forçada de Órgãos de pessoas vivas. Não está claro como os procedimentos são realizados e qual o destino dos órgãos.

O diplomata iraquiano, Mohamed Alhakim, fez as alegações sobre a Extração Forçada de Órgãos em uma reunião durante o Conselho de Segurança das Nações Unidas, da qual a China, a Rússia e os Estados Unidos são membros permanentes. Ele afirma que corpos encontrados em valas comuns tiveram partes retiradas através de incisões cirúrgicas e, segundo Alhakim, estão sendo vendidos para financiar o ISIS.

Na China, as alegações da Extração Forçada de Órgãos vieram à tona pela primeira vez em 2006, onde investigações comprovaram que os órgãos são vendidos em hospitais estatais para estrangeiros e chineses ricos, por mais de cem mil ou até duzentos mil dólares. As vítimas são prisioneiros de consciência como cristãos, tibetanos, uigures, ativistas de direitos humanos e principalmente praticantes de Falun Gong, uma prática de cultivo da mente e do corpo que tem sido perseguida na China desde julho de 1999.

A China tem estado sob o holofote mundial devido aos casos relacionados ao turismo de transplantes, com os órgãos obtidos a partir do sistema de campos de trabalho em meio a um mar de abusos de direitos humanos e crimes contra a humanidade.

Ethan Gutmann, analista de China e investigador de direitos humanos, autor do livro ‘O Massacre: Assassinatos em Massa, Extração Forçada de Órgãos, e a Solução Secreta da China para o seu problema de Dissidentes’ (em inglês: The Slaughter), estima que mais de 65 mil praticantes do Falun Gong, e entre 2 mil a 4 mil uigures e cristãos domésticos foram vítimas da Extração Forçada de Órgãos.

Em um relatório da mídia al-Monitor, Alhakim disse que o ISIS está colhendo e transportando os órgãos em um hospital de Mosul, no Iraque, área controlada pelo Estado Islâmico desde 2014. Os órgãos são então contrabandeados para a Síria, Iraque, Arábia Saudita e Turquia, afirma o relatório. Em seguida, os órgãos são vendidos no mercado negro de todo o mundo, acrescenta a Agência Internacional de Notícias Assyrian.

“Vender órgãos humanos para o lucro é um assunto trágico. Na China, milhares de pessoas são mortas todos os anos para fornecer órgãos a esta lucrativa indústria. Ambos, hospitais militares e civis, fazem o trabalho sujo, sob a aprovação do regime chinês”, escreveu David Kilgour, ex-membro do Parlamento canadense e investigador de direitos humanos, ao Epoch Times.

Ao descrever o processo de colheita de órgãos em hospitais chineses, Kilgour acrescenta que “os presos são baleados como se fossem executados, mas não morrem. Em estado de choque profundo, eles podem ser operados sem o uso de anestésico, enquanto os órgãos são removidos.”

“A parte mais assustadora é que os presos ainda estão vivos quando seus corpos são cortados, e os gritos foram relatados durante as cirurgias”, escreveu ele.

Depois disso, os órgãos são imediatamente levados para um hospital e transplantados nos pacientes que estão à espera.

A China admitiu retirar órgãos de prisioneiros, alegando que o número permeia cerca de 2 mil por ano. No entanto, o número anual de transplantes de órgãos excede 10 mil por ano, segundo investigações.

Fonte: https://www.epochtimes.com.br/como-china-isis-realiza-extracao-forcada-orgaos-prisioneiros/#.VOivVC57kiW

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Obama é criticado por historiadores por comparar as Cruzadas com o Estado Islâmico

Obama é criticado por historiadores por comparar as Cruzadas com o Estado Islâmico 



Obama Cruzadas
WASHINGTON DC, 10 Fev. 15 (ACI) – “Não acredito que o presidente saiba muito sobre as cruzadas”, expressou o historiador da Universidade de San Louis (Estados Unidos) Thomas Madden, ao referir-se às declarações de Barack Obama no tradicional Café da Manhã Nacional de Oração, onde comparou as cruzadas com as atrocidades cometidas pelo Estado Islâmico (ISIS) contra cristãos crianças e adultos que são decapitados, crucificados ou vendidos como escravos no Iraque e na Síria.
Nessa quinta-feira, Obama abordou os ataques cometidos pelos fundamentalistas islâmicos ao dizer que “desde uma escola no Paquistão às ruas de Paris, vimos a violência e o terror cometidos por aqueles que dizem professar uma fé, mas, de fato, estão traindo-a”, e se referiu ao ISIS como “um culto brutal e vicioso à morte que, em nome da religião, realiza atos inconcebíveis de barbárie, aterrorizando as minorias religiosas como os yazidis, submetendo as mulheres a estupros como arma de guerra, e acolhendo-se ao manto protetor da autoridade religiosa por tais ações”.
Entretanto, comparou os fundamentalistas islâmicos com o cristianismo ao dizer “e para que não subamos a um pedestal e pensemos que isso só acontece em outras partes, recordemos que durante as cruzadas e a Inquisição, as pessoas cometeram atos terríveis em nome de Cristo”.
Estas palavras foram criticadas por Madden em declarações feitas no dia 6 de fevereiro à ABC News ao assinalar que o presidente norte-americano “está lançando como um exemplo a distorção da cristandade”, tentando compará-la “com o que ele vê como uma distorção do Islã nas ações do ISIS”.
“O objetivo inicial das cruzadas –recordou-, foi devolver as terras aos cristãos”, que tinham sido tomadas deles durante “as conquistas muçulmanas”.
Por sua parte, Thomas Asbridge, historiador da Universidade de Londres (Reino Unido), recordou à ABC News que durante as expedições para recuperar a Terra Santa também houve episódios de abusos cometidos pelos cruzados, mas sugerir uma relação causal entre o ISIS e o fenômeno medieval das cruzadas, é apoiar-se “na manipulação e tergiversação da evidência histórica”.
As cruzadas começaram em 1095 com o chamado do Papa Urbano II para recuperar Jerusalém da dominação muçulmana e proteger os peregrinos cristãos que eram assaltados e assassinados.
Entretanto, nos últimos anos estas ações foram desacreditadas por Hollywood que baseia os seus filmes em lendas negras que já foram desmentidas em 2011 pelo historiador Paul F. Crawford do Departamento de História e Ciências Políticas da Universidade da Pennsylvania (Estados Unidos).

Fonte: IPCO

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Freira implora por cristãos estuprados, vendidos e mortos pelo ISIS...TEMOS QUE BOTAR A BOCA NO TROMBONE!

25 de janeiro de 2015


Freira implora por cristãos estuprados, vendidos e mortos pelo ISIS

Refugiados vivem 'como animais' em campos de refúgio

Leo Hohmann
É a temporada de "paz na Terra", mas a irmã Hatune Dogan sente um calafrio no seu espírito, que só poderia ser sentido em um tempo de guerra.
Hatune Dogan
A freira cristã ortodoxa o sente a cada nova atrocidade cometida contra as minorias Yazidi e cristãs da Síria e do Iraque. Ela o sente nas igrejas queimadas em todo o Egito e na matança de crianças inocentes no Paquistão.
Por esta razão, ela trouxe uma palavra de advertência para os americanos em uma visita na semana passada em Minnesota, onde ela falou com vários grupos de igrejas.
O clima político de hoje lembra o de 1915 e em sua pátria, a Turquia, quando sua família sofreu a crueldade do califado otomano, que massacrou 3 milhões de cristãos e reduziu outros à condição de cidadãos de segunda classe sob a subjugação ou "dhimmitude".
O ISIS não tem nada de novo, disse ela, é apenas o ressurgimento do lado negro do Islã.
"O ISIS não é fanático. O ISIS não é mais terrível. O ISIS representa os crentes muçulmanos reais que gostam de seguir o Corão e a Maomé", disse o fundador da Warburg, a Fundação da Irmã Hatune sediada na Alemanha, uma organização de ajuda em nível mundial, que foi homenageada pelo governo alemão por sua dedicação aos direitos humanos.
"Outros dizem que eles é que são muçulmanos. Eles dizem acreditar no Corão, mas eles não o seguem", disse ela.
Os cristãos armênios representam cerca de metade dos 3 milhões de pessoas que perderam a vida na Turquia, mas a outra metade era de cristãos de várias origens étnicas – ortodoxos gregos, ortodoxos sírios e protestantes. Todos sentiram as crueldades da guerra santa islâmica contra as suas cabeças.
A irmã Hatune chegou na última quinta-feira (18/12/2014) no aeroporto de Atlanta para uma parada em seu caminho de volta para a Alemanha. Ela estava vestida com roupas pretas tradicionais e um hábito que cobre o cabelo dela. Ela usava um crucifixo simples de madeira ao redor de seu pescoço e levou com ela uma cópia já gasta pelo uso do Corão, que se tornou seu companheiro constante por onde passa para ensinar sobre a atual situação no Médio Oriente.
Ela acredita que os cristãos do Ocidente precisam saber o que está escrito no livro sagrado dos muçulmanos. Se o fizessem, eles iriam perceber que tudo o que o Estado islâmico, também chamado de ISIS, está fazendo já foi feito no passado por muçulmanos devotos que conquistaram um povo e que eles veem como "infiéis".

Onde estão todos os cristãos?

A irmã Hatune aponta para o fato de que 96 por cento das pessoas que povoaram o Oriente Médio, na virada do século VIII, eram cristãos. Agora, a população cristã diminuiu para 6 por cento. A Turquia já foi quase toda cristã, mas agora é 0,03 por cento cristã. O Iraque tinha 1 milhão de cristãos sob Saddam Hussein, mas agora apenas alguns milhares permanecem e as igrejas de Bagdá estarão quase vazias neste Natal.
"Onde estão os cristãos? Onde estão essas pessoas? Basta perguntar a si mesmo", disse a freira destemida, cuja língua nativa é o aramaico.
Sua família viveu inicialmente na Turquia, como judeus, mas depois toda a sua aldeia se converteu ao Cristianismo.
Nascida em 1970, a filha do meio entre 10 filhos, a irmã Hatune aprendeu a falar 13 línguas, mas nenhuma a torna mais orgulhosa do que o aramaico.
"Esta é a língua de Jesus", ela disse ao WND.
A Fundação Irmã Hatune funciona em 35 países com Mateus 25:34-40 como a sua declaração de missão – alimentando, vestindo, abrigando e prestando assistência médica aos pobres e perseguidos do mundo. Ela tem feito viagens regulares para o Oriente Médio desde 2005, e o ISIS apresenta um novo desafio: tentar resgatar as crianças órfãs de suas garras.
A irmã Hatune voltou para seu convento na Alemanha por apenas alguns dias antes de ela fazer outra viagem ao Oriente Médio para celebrar o Natal com os cristãos perseguidos. Ela estava com eles em novembro, quando ela visitou os campos de refugiados no Iraque, na Jordânia, no Líbano e na Turquia. Ela também foi furtivamente para a Síria para se reunir com os cristãos de lá.
"Eles precisam de seu apoio. Sem o seu apoio eles não podem continuar", diz ela em um vídeo mostrando como é um grupo de refugiados de Yazides. "Eles vivem como animais. Morrendo de fome. Sem nenhum alimento. Sem saúde. Ninguém deveria ter que viver assim".
É uma situação difícil que ela conhece muito bem. A pergunta "O que aconteceu com todos os cristãos?" é puramente retórica e completamente pessoal. Sua família viveu durante o genocídio de 1915, na Turquia, país de onde seus pais fugiram em 1985.
Sua tia-avó, Sarah, viveu a perseguição em Zaz, uma pequena aldeia no sudeste da Turquia, em 1915.
"Ela tinha 18 anos de idade, muito bonita. Um dos homens muçulmanos a viu e disse: 'Ela é linda. Ela pertence a mim'", disse a irmã Hatune.
Sarah tinha quatro irmãos, a mãe e o pai, vários primos, tias e tios que viviam na aldeia.
"Doze ao todo, em outubro de 1915, eles os mataram na frente de seus olhos", disse a irmã Hatune, apontando com as mãos e falando com um forte sotaque. "Atiraram neles diante de seus olhos".
A operação foi realizada por jihadistas islâmicos, ambos os turcos e os curdos, com a bênção do exército turco.
"Foi planejado", disse ela.
Ao todo, 365 membros da igreja de sua família, St. Demetrios, foram assassinados, o que representa cerca de metade da população da aldeia.
"Primeiro eles atiraram neles. Mais da metade ainda estavam vivos quando eles os queimaram vivos na igreja, em 1915, na minha aldeia", disse ela.
Sua bisavó tinha dois filhos e foi forçada em 1921 a implorar aos seus senhores muçulmanos para deixá-la manter um deles e criá-lo como um cristão.
É a mesma experiência que está ocorrendo hoje sob o ISIS no Iraque e na Síria.
"As moças mais bonitas eles tomam para serem suas esposas e dizem: 'agora você tem de ser muçulmana'", disse a irmã Hatune.
As outras são forçados a se converterem ou morrerem. Muitas foram mortos na frente de seus pais. Ela tem um vídeo contrabandeado para fora do Iraque, que mostra três meninos, em torno de 5 ou 6 anos de idade, sendo psicologicamente atormentados por seu eventual assassino.
"Digam-me a cabeça de quem devo cortar em primeiro," o homem pergunta a eles em árabe.
Uma longa faca de açougueiro está pronta em uma mesa ao lado dele.
"Vamos colocar a cabeça aqui", diz ele, enquanto os meninos gritam de terror.
Eles dão um passo atrás, mas os limites da pequena sala não deixam espaço para onde correr.
Quando nenhum dos meninos dá um passo à frente para oferecer o pescoço, o homem grita: "Venham todos vocês. Venham todos vocês!".
Ele pega um dos meninos. O de camisa branca. O menino grita e os outros dois choram.
"Você é do ISIS?", O homem grita para o menino que está gritando. "Você é do ISIS?".
"Não!", O menino responde em meio às lágrimas.
Todos os três foram decapitados. A freira disse que recebeu o vídeo de um parente dos três rapazes.
Em outro vídeo, filmado em 2013, três padres cristãos são mostrados sendo levado para fora em um campo com as mãos amarradas. Um homem muçulmano luta com um sacerdote e joga-o no chão e corta-lhe a cabeça, enquanto várias centenas de muçulmanos gritam: "Allahu Akbar! Allahu Akbar! Allahu Akbar!".
Irmã Hatune segura no colo um menino desnutrido na Índia, uma das dezenas de países em que a sua fundação trabalha.

‘Eu acredito em Ação’

Baseando-se em seu próprio historico de família, a irmã Hatune recentemente terminou o trabalho de seu 13º livro, "I Believe in Action" (Eu acredito em ação), escrito para comemorar o 100º aniversário do genocídio cristão na Turquia. Neste livro, ela compara a vida de Jesus com a de Maomé, o principal profeta do Islã.
"Eu não escrevo da minha cabeça. São todos fatos", disse ela. "Maomé veio e trouxe a morte, a decapitação, a pedofilia. Ele dormiu com uma menina de 9 anos de idade, casou-se quando ela tinha 6 anos de idade. Sabemos porque ela diz isso no Hadith. No Iêmen hoje, onde a xariá é a lei, eles têm que se casar com a menina antes de sua primeira menstruação, no máximo aos 13 anos de idade, porque está escrito".
A irmã Hatune folheia o seu Corão e encontra um outro verso que diz esse livro que leva os muçulmanos a assassinarem os cristãos no Oriente Médio.
"Vinte e cinco vezes no Corão diz para matarem os cristãos, porque estamos envolvidos em politeísmo", disse ela, explicando que os muçulmanos não entendem o conceito da Santíssima Trindade.  “Além disso, o Corão diz para não fazer amizade com os cristãos”.
A Europa está a caminho de se tornar o próximo campo de batalha do Islã, em especial na Bélgica e na França, onde os muçulmanos representam de 6 a 10 por cento da população. O país de adoção da irmã Hatune, a Alemanha, tem pelo menos 4 por cento de muçulmanos e tem mais de 4.000 mesquitas.
"A mesquita não é apenas para a oração", disse a freira. "É para se prepararem para matar o incrédulo e controlarem o mundo".
No Corão há 97 versos contra o incrédulo.
"E há versos contra os cristãos que dizem que Deus é Pai, Filho e Espírito Santo, ou que Jesus é o Filho de Deus. Eles têm de ser decapitados, a cabeça cortada no pescoço; nenhuma outra interpretação. Isto é o que os muçulmanos estão fazendo. Os muçulmanos normais, que são realmente muçulmanos, têm que seguir esta regra", disse ela. "Nunca haverá paz na Terra se esses versículos do Corão não forem parados. Está no Corão, no Hadith e na Sunna 36.800 vezes, as palavras 'corte', 'mate' ou 'ataque'. Como pode haver paz na Terra?".
O Corão também dá permissão aos homens muçulmanos para estuprarem meninas e mulheres que são mantidas em cativeiro como escravas (Sura 23:5-6).
Em cidades conquistadas, o ISIS tem marcado as casas dos cristãos com um símbolo vermelho do Nazareno. Em seguida, são visitadas por combatentes do ISIS que trazem horrores indizíveis sobre as famílias.
A irmã Hatune diz que isto é justificada pela Sura 5:33 do Corão, que afirma:
"De fato, a pena para aqueles que travam uma guerra contra Alá e Seu Mensageiro e se esforçam na terra [para causar] corrupção é nenhuma outra senão que eles sejam mortos ou crucificados ou que suas mãos e pés sejam cortados a partir dos lados opostos ou que sejam exilados da terra".
Os defensores do islamismo no Ocidente dizem que o versículo é tirado de contexto por "islamofóbicos", mas a irmã Hatune acredita no contrário.
"Aqueles entre nós, cristãos do Oriente Médio. Nós os conhecemos. Sabemos as suas regras", disse ela.
Hoje, existem 57 países islâmicos que vivem sob a lei islâmica.
"A educação não é permitida para as meninas. As mulheres são criadas para o sexo para os seus senhores", disse ela. "Se ela for estuprada ela tem que trazer quatro homens com ela como testemunha. Claro que isso é impossível, então ela será apedrejada. Existem muitas mulheres e meninas que morrem de apedrejamento".
A irmã Hatune lembra de ir para a escola na Turquia quando era uma jovem. Mesmo que todos na sua aldeia fossem cristãos, nenhum cristão era autorizado a ocupar posições de autoridade sob a lei islâmica, porque todos os seus professores eram muçulmanos. Se as crianças cristãs fossem pegas indo à igreja o professor iria surrá-las, geralmente, batendo as mãos com uma haste de metal.
Ela disse que o governo turco confiscou todas as armas dos cristãos antes de lançar uma jihad violenta contra eles.
"Aldeia por aldeia eles vinham e diziam: 'Se você não der suas armas vamos colocá-lo na prisão por sete anos'", disse ela.
Com a idade de 14 anos, a irmã Hatune deixou a Turquia com seus pais, em 1985, encontrando refúgio na Alemanha. Ela se juntou a um mosteiro chamado Irmãs Servidoras de Cristo quando tinha 16 anos.
"Nós éramos uma família rica. Eles ameaçaram meu pai de cortá-lo aqui", disse ela com um puxão na parte inferior de sua orelha. "Ele fugiu. Ele disse que isso foi o suficiente. Temos de deixar tudo e ir embora".
Theodore Shoebat, filho de um ex-terrorista palestino que virou cristão, Walid Shoebat, descreveu a Irmã Hatune em 30 de dezembro de 2013 em um artigo como uma moderna Madre Teresa dos dias atuais.
"A disposição de Hatune para ajudar os perseguidos é tão imensa que ultrapassa o que alguém está fazendo hoje no Oriente Médio", escreveu Shoebat. "Ela já visitou 38 países e trabalhou no Ministério da Caridade e Serviço Social no Zimbabwe, na Turquia e na Índia. Seus atos de justiça naturalmente recebem a ira vociferante dos jihadistas, nas palavras de Dogan, 'eu recebo 18 ameaças de morte em sete línguas'".

Uma mensagem para a América

A irmã Hatune veio para a América na semana passada para buscar doações para o seu ministério para as minorias perseguidas do Iraque, da Síria, do Egito e da Índia. A maioria destas minorias são cristãos, mas muitos no Iraque e na Síria são da antiga seita Yazidi. Em um vídeo, a Irmã Hatune aparece em um campo de refugiados Yazidi cercada por famílias que não têm nada, senão as roupas do corpo.
Ela veio para a América com um pedido de ajuda. Mas ela também veio com uma mensagem para os americanos.
"A América está convidando seus próprios assassinos para a sua porta", disse ela, referindo-se à política dos Estados Unidos de acolher os refugiados muçulmanos através do programa de refugiados das Nações Unidas.
O site WND relatou em 11 de dezembro que a ONU indicou 9.000 refugiados, em sua maioria muçulmanos da Síria, para o reassentamento em cidades norte-americanas e os EUA aceitaram quase 2 milhões de pessoas de países muçulmanos desde 1992.
"Você já tem uma sociedade paralela na América", disse a irmã Hatune. "Em 50 anos eles vão matar aos seus netos diante de seus olhos. O Oriente Médio já está aqui nos Estados Unidos. É aqui. Não é muito longe daqui. Ele está à porta de cada americano".
Essa é uma mensagem que muitas igrejas em Minnesota não estavam prontas para ouvir, disse Debra Anderson, que dirige uma seção local da ‘Aja em favor da América’ e patrocinou a recente visita da Irmã Hatune.
"Ela queria fazer algo na prática. Ela sentia que a fé sem obras era morta", disse Anderson. "Mas foi difícil convencer outros a convidá-la para falar em igrejas em Minnesota. Alguns não queriam convidá-la por causa de sua mensagem. Eles acham que ela critica muito os governos muçulmanos".
Um grupo da igreja que a convidou para falar deu-lhe uma recepção que Anderson descreveu como "gelada".
Eles visitaram uma ordem de freiras católicas e "cinco ou seis delas saíram de perto no fim de sua apresentação", disse ela.
"Algumas das fotos do sofrimento humano, que ela mostrou em sua apresentação, eu acho que elas ficaram realmente abaladas", disse Anderson. "Eu não sei se elas já tinham sido contestadas em sua forma de pensar assim. Mas eram todos fatos. Dissemos a elas para verificarem com outros especialistas.
"Mas tinha esta freira que apenas veio me interromper e dizer, 'Eu não vou ouvir mais nada dela'", disse Anderson. "Eu sofri para conseguir levá-la para as igrejas. Eu realmente sofri".
Anderson disse que colocou um pedido para falar em locais para cerca de 800 pessoas em sua lista de e-mail que representam diversas denominações cristãs.
Apenas alguns responderam com convites.
Uma das freiras do convento em Minnesota interrompeu a apresentação da irmã Hatune com uma preocupação específica.
"Irmã, isso é o suficiente", disse ela, expressando sua preocupação sobre a potencial reação contra os muçulmanos na comunidade se a documentação da irmã Hatune chegasse a ser amplamente divulgada.
Mas enquanto alguns rejeitaram os casos de milhares de meninas sendo estupradas e as imagens de cristãos sendo crucificado pelo ISIS ou de muçulmanos jogando futebol com as cabeças de suas vítimas, outros reagiram vindo depois e perguntando como eles poderiam obter mais informações e possivelmente envolver-se em ajudar os cristãos perseguidos.
"Minha missão é ajudar as pessoas que sofrem onde eles estão", disse a irmã Hatune. "Eles não podem vir a mim, então eu vou a eles. Cem por cento das doações vão para as pessoas que sofrem. Somos todos voluntários. Nós somos totalmente independentes. Nós não temos nenhum grande doador agora. Eu gostaria. Temos dois peixes e cinco pães, e Deus os está multiplicando".
O trabalho é realizado por 5.000 voluntários com uma equipe que não recebe nenhum salário, disse a irmã Hatune.
Um homem idoso alemão deixou para a freira ortodoxa um pequeno salário para viver, quando ele morreu. Ela paga de seu próprio bolso para viajar, ou tem um patrocinador que paga o seu voo, como foi o caso com a sua viagem para Minnesota.
Agora ela está fazendo planos para voltar ao Oriente Médio no Natal, na esperança de trazer alguns presentes para as crianças.
Um dos que ouviram a mensagem dela perguntou se ela estava com medo.
"Todo mundo tem medo", disse a irmã Hatune. "Mas eu sou chamada para demonstrar solidariedade. Você faz isso, não com conversas, mas com ação, com o dever. Jesus é o meu guarda-costas".
A freira diz que a cultura islâmica é, basicamente, "como um cão", que deve ser confrontado. Se há um vazio ou uma fraqueza na cultura cristã, os muçulmanos vão sentir a fraqueza e continuar a marcha para frente e intimidar a cultura nativa.
"Você não pode ter medo da cultura do Islã", disse ela. "Se você correr, eles vão vir atrás de você como faz o cão. Você deve defender seu território. Eu não digo lutar. Digo resistir. Eu digo-lhes: 'Pare. Eu não quero você. Eu tenho meu próprio Deus’. Eles vêm aqui pensando em conquistar o país. Se eles não aceitam o modo de vida americano, que voltem para suas terras originais. O governo tem que entender isso".
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