COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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domingo, 29 de outubro de 2017

CITIZENGO - É hora de relembrar! Você precisa relembrar disto, confira!

Olá, Rev. Alberto!
É hora de relembrar o destino dos cristãos perseguidos e de outras minorias, particularmente no Iraque e na Síria, onde centenas de milhares de pessoas ainda estão fora de suas casas e precisam de ajuda urgentemente. Precisam reconstruir suas casas devastadas, suas escolas, clínicas, etc. E também precisam de trabalho.
Quando o Estado Islâmico ocupou as cidades delas, forçando-as a fugir e a viver sob as piores circunstâncias, a CitizenGO - VOCÊ, com suas generosas doações - ajudou a abrigar algumas delas nos campos de refugiados organizados pelo padre Jens Petzold em Sulaymaniyah.
Help for Iraq
VOCÊ ajudou e ainda ajuda o arcebispo Joseph Mirkis a administrar moradias estudantis que dão a estudantes refugiados a oportunidade de continuarem seus estudos em Kirkuk (talvez você se lembre de que há pouco mais de um ano, no dia 21 de outubro de 2016, aconteceu o "milagre de Kirkuk', quando sete garotas conseguiram escapar de uma dessas moradias estudantis enquanto ela era ocupada por combatentes do Estado Islâmico).
Help for Iraq
VOCÊ ajudou o monastério de Mar Mattai a construir algumas fábricas de corte de pedra, a fim de gerar trabalho para mais de 100 pessoas. Isso deu a quase todas as famílias das quatro vilas cristãs próximas ao monastério a possibilidade de terem meios materiais para permanecer no local.
Help for Iraq
VOCÊ ajudou a ONG Nisha (uma associação local) a realizar diversos projetos nas vilas próximas a Alqosh, como a impressão de livros escolares em 2016, a perfuração de um poço para a coleta de água potável na vila Ain Bakra (isso será feito nas próximas semanas) ou o apoio urgente (para a instalação de equipamentos básicos) a uma comunidade e a uma paróquia localizadas na longínqua vila cristã de Meroge .
Help for Iraq
VOCÊ também ajudou a dar a estudantes refugiados Yazidi da região de Sinjar a oportunidade de continuarem seus estudos na universidade de Dohuk. Além disso, você tornou possível o apoio aos cristãos de Aleppo, na Síria, e aos cristãos de dioecese de Maiduguri, na Nigéria.
Apesar de o Estado Islâmico ter sofrido derrotas, ainda há uma enorme demanda por ajuda. A CitizenGO está sempre em contato com seus parceiros, particularmente no Iraque, a fim de monitorar os projetos que apoiamos e para saber onde estão as áreas com maior carência. Posso lhe garantir que muitos cristãos perseguidos, bem como sacerdotes e bispos, nos dizem com frequência o quanto nosso apoio - SEU apoio - é necessário e valorizado.
Help for Iraq
Agradeço-lhe - em nome dos cristãos perseguidos e dos membros de outra minorias que VOCÊ ajudou até agora - por todas as orações e doações. Sei que eles oram por você. E, naturalmente, eles esperam que você possa continuar ajudando.
Deus lhe recompense!
Muito obrigado, mais uma vez, por estar aí.
Atenciosamente,
Guilherme Ferreira e toda a equipe da CitizenGO
P.S.: Por favor, compartilhe este e-mail com seus familiares, amigos e contatos. Com certeza mais de um deles terá interesse em saber sobre isso.
CitizenGO é uma plataforma de participação cidadã que trabalha para defender a vida, a família e as liberdades fundamentais em todo o mundo. Para saber mais sobre CitizenGO, clique aqui,ou siga-nos via Facebook ou Twitter.

Esta mensagem foi enviada a thiemeus@yahoo.com. Se você não quer receber esta publicação, clique neste link. Para contactar CitizenGO, não responda a este e-mail. Escreva para http://www.citizengo.org/pt-pt/contacto.

Recebido via email em 27-10-2017

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

FALE SOBRE ALEPPO. Chore por eles como você chorou por Paris. Chore por eles como você chorou por Nova York

FALE SOBRE ALEPPO. Chore por eles como você chorou por Paris. Chore por eles como você chorou por Nova York. Fale sobre eles. Nosso silêncio está matando-os. São pessoas, PESSOAS. Eles não são importantes porque são árabes? Porque eles são sírios? Será que sua vida importa menos do que a vida de um francês ou um americano? Pessoas de Aleppo estão postando suas mensagens de despedida na internet, como um massacre final sendo esperado para acontecer a qualquer momento em breve e estamos SILENCIOSOS. Ficamos em silêncio por mais de cinco anos. 

Algumas crianças em Aleppo não conhecem a vida sem guerra. Imagine viver em uma cidade de ruínas e ter que temer por sua vida a cada instante. Hospitais, igrejas, casas, restaurantes são bombardeados no cotidiano e centenas são mortos todos os dias. No entanto, estamos em silêncio. Lembre-se delas. Honre-os. Nós permitimos que um genocídio em massa acontecesse diante de nossos olhos por anos. A mídia fechou os olhos para isso. Este é um dos maiores genocídios desde o holocausto e o mundo está vendo as pessoas morrerem em silêncio.
Não só morrendo mas também, sendo exterminados, retaliados e estuprados!
Fale sobre Aleppo, divulgue Aleppo, por favor!
COPIE E COLE!!

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Atualmente, 8.863 refugiados de 79 nacionalidades distintas vivem no Brasil

Após Síria, Angola e Colômbia são principais países de origem dos 8.863 refugiados que vivem no Brasil. Governo planeja cooperação com Alemanha e União Europeia.

Os sírios já são mais de um quarto dos refugiados reconhecidos no Brasil, totalizando 2.298 pessoas, segundo dados do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), divulgados nesta terça-feira (10/05).

Atualmente, 8.863 refugiados de 79 nacionalidades distintas vivem no Brasil. Após a Síria, os principais países de origem são Angola (1.420), Colômbia (1.100) e República Democrática do Congo (968).

Como antecipado pela DW Brasil, o relatório mostra também que o número de solicitações de refúgio ficou praticamente estável em 2015, após uma explosão dos pedidos desde 2010.

Em 2015, 28.670 pessoas solicitaram refúgio no país, somente 285 a mais do que em 2014. Nos anos anteriores, o crescimento havia sido superior a 2.000%, segundo o comitê. Em 2014, o Brasil foi o país da América Latina com a maior quantidade de solicitações.

De acordo com o Conare, a desaceleração dos pedidos se explica por uma alteração no fluxo de migração do Haiti. Antes, a entrada era realizada majoritariamente por terra, através do Acre. Agora os haitianos chegam, na maioria dos casos, pelos aeroportos.

Apesar de não serem considerados refugiados pelo governo brasileiro, mas imigrantes, os haitianos entravam com pedidos de refúgio, o que fez os números dispararem. Com a mudança da rota, eles já chegam ao país com vistos humanitários, emitidos na embaixada em Porto Príncipe.

Acordo com a União Europeia

Durante a apresentação do relatório, o ministro da Justiça, Eugênio Aragão, falou sobre a proposta brasileira de cooperação com a Alemanha e União Europeia para o reassentamento de refugiados.

O objetivo seria aumentar a entrada de sírios no Brasil, contribuindo para amenizar a maior crise humanitária desde a Segunda Guerra Mundial. Segundo o Conare, a União Europeia custearia as viagens e, posteriormente, políticas de integração dos reassentados no Brasil.

'Mudança de rota migratória diminuiu os pedidos de asilo de haitianos'

"A ideia era receber refugiados diretamente dos acampamentos na Síria, Líbano e Jordânia, para diminuir essa pressão [migratória], que produziu um spillover para a Europa", afirmou Aragão.

O ministro disse ainda que não há uma definição sobre o número de refugiados que viriam ao país por meio desse programa.

"Não estamos falando em escalas parecidas com a negociação entre a Turquia e a União Europeia. Se trata de uma escala bem mais modesta. Até porque a distância do Brasil do centro do conflito nos coloca em uma posição diferenciada."

Ainda assim, o ministro disse que havia a previsão inicial de trazer cerca de cem mil refugiados ao país, em um ritmo de 20 mil por ano. Aragão destacou, entretanto, que isso só seria possível com a cooperação e o financiamento internacional.

"Esse não é um esforço exclusivamente brasileiro, é internacional, por isso o Brasil precisa de ajuda. Que não é somente em recursos materiais, é também de know-how e ativos técnicos. O Brasil precisa saber lidar com fluxos maiores de refugiados", afirmou.

As crises econômica e política também teriam prejudicado as negociações sobre o assunto, de acordo com o ministro. "Nós temos um ano extremamente complicado e agora agravado pela crise política, que levou à paralisação de todos esses esforços."

Política de Estado

Perguntado sobre a possível mudança de governo, que pode ocorrer com impeachment da presidente Dilma Rousseff, Aragão disse que não haveria mudanças significativas na política para imigrantes.

Segundo ele, as demandas por refúgio vão continuar existindo, e o Brasil vai precisar atuar como forma de se colocar estrategicamente no cenário internacional.

"Nossa posição sobre refúgio é uma posição de Estado, não de governo. Que tem, aliás, uma longa tradição. E a posição do Brasil no mundo depende muito do seu grau de solidariedade. Esse é um compromisso que o Brasil vai ter que firmar, mais cedo ou mais tarde."

Angola e Venezuela

Segundo o Conare, houve um aumento no número de imigrantes angolanos no final de 2015 e no início de 2016. Eles buscaram se estabelecer principalmente na cidade de São Paulo.

"Iniciou-se um processo de verificação em todo o fluxo migratório, desde a origem, em Luanda, até a entrada, para tentar identificar se havia ou não algum tipo de atuação de organizações criminosas. Esse trabalho coube e cabe à Polícia Federal", disse o secretário nacional de Justiça, Beto Vasconcelos.

O secretário afirmou que a maioria dos angolanos que chegaram nesse período eram mulheres, algumas gestantes, e crianças. De acordo com Vasconcelos, o acolhimento aos imigrantes foi providenciado, e o fluxo já diminuiu.

O Conare também identificou, nos últimos meses, um crescimento no número de pedidos de refúgio de venezuelanos no norte do Brasil, perto da fronteira com o país.

Deutsche Welle

FONTE:
http://brasilsoberanoelivre.blogspot.com/2016/05/sirios-sao-mais-de-um-quarto-dos.html

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Israel TV: Armas químicas foram disparados por unidade do irmão de Assad

Israel TV: Armas químicas foram disparados por unidade do irmão de Assad

4 ª Divisão Blindada do Maher Assad do Exército sírio lançou bombas de gás de nervos, que mataram centenas última quarta-feira a partir da base oeste de Damasco, diz relatório

Pelo TIMES OF STAFF ISRAEL 24 de agosto de 2013, 05:48 24

Cidadãos sírios que tentam identificar os corpos, depois de um suposto ataque de gás venenoso disparados por forças do regime, de acordo com ativistas na Síria, quarta-feira, 21 agosto, 2013.  (Crédito da foto: AP / Comitê Local de Arbeen)
Cidadãos sírios que tentam identificar os corpos, depois de um suposto ataque de gás venenoso disparados por forças do regime, de acordo com ativistas na Síria, quarta-feira, 21 agosto, 2013. (Crédito da foto: AP / Comitê Local de Arbeen)
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As armas químicas supostamente utilizadas para matar centenas de civis sírios pelo regime do presidente Bashar Assad última quarta-feira foram disparados pela Brigada 155 da 4 ª Divisão Blindada do Exército da Síria, disse um relatório de TV Israel.
Esta divisão está sob o comando do irmão do presidente, Maher Assad.
As conchas de gás de nervos foram disparados a partir de uma base militar em uma cadeia de montanhas a oeste de Damasco, disse que a reportagem do Canal 2.
O regime em apuros tem concentrado seus vastos estoques de armas químicas em apenas dois ou três locais, disse o relatório, sob o controle da Síria Inteligência da Força Aérea, o próprio relatório ao presidente.
Maher Assad (Crédito da foto: Wikipedia Commons / m.nadaff)
Maher Assad (Crédito da foto: Wikipedia Commons / m.nadaff)
O relatório de TV adicionado ainda que "a avaliação em Israel" é que o ataque foi destinado a servir como a possibilidade de iniciar uma operação maior.
Ele disse que Israel estava cada vez mais preocupado com o uso de armas químicas na Síria, e sua possibilidade de essas armas caiam em mãos ainda mais perigosas do que os de Assad. Israel esteve "atônito", tornando clara suas preocupações para os Estados Unidos, disse o relatório.
Em sua primeira resposta de quinta-feira para o suposto ataque, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, advertiu que o Irã estava acompanhando de perto a forma como o mundo iria lidar com o ataque.
"A Síria tornou-se campo de testes do Irã, e o Irã está acompanhando de perto se e como o mundo responde às atrocidades cometidas lá pelo seu cliente, Síria, e seus terroristas do Hezbollah visando alvos civis contra inocentes na Síria", disse ele.
O suposto uso de armas químicas contra civis sírios na quarta-feira "prova mais uma vez que não podemos permitir que os regimes mais perigosos do mundo possa adquirir as armas mais perigosas do mundo", acrescentou Netanyahu.
Na quarta-feira, os grupos rebeldes da Síria afirmou que mais de 1.300 pessoas foram mortas em um ataque químico, nos subúrbios orientais da capital Damasco. Os relatórios foram acompanhados por uma série de fotos horríveis e vídeos retratando dezenas de civis mortos, incluindo crianças.
Os relatórios "levantam a possibilidade de que um crime extremamente grave que foi cometido pelo regime sírio contra seus cidadãos", disse Netanyahu.
"Este ato aumenta a lista de crimes cometidos pelo regime sírio, com a ajuda do Irã e Hezbollah, contra o povo sírio", disse ele.

Netanyahu acrescentou que era "um absurdo que os investigadores da ONU, que estão em Damasco sómente agora investigar a possibilidade de que armas químicas foram usadas, e estão sendo impedidos pelo regime sírio de chegar às áreas afetadas."

Fonte: http://www.timesofisrael.com/topic/syrian-chemical-weapons/
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