Noivas Crianças na Turquia
por Burak Bekdil • 14 de Agosto de 2018
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Presidente da Turquia de 2007 a 2014, Abdullah
Gül (à esquerda), tinha 30 anos quando se casou com Hayrünnisa (à direita)
que na época tinha 15 anos de idade. (Foto: da assessoria de imprensa da OTAN
via Getty Images)
Onde você gostaria que sua filha estivesse aos 13 anos de idade? Na
escola ou na cama com um adulto? A resposta a uma pergunta dessa natureza é o
óbvio ululante em grande parte do mundo. Nas sociedades islâmicas, no
entanto, como na Turquia, que não é árabe e teoricamente secular, a resposta
é um tiro no escuro. Normalmente nesses países o poder da polícia do governo
não combate essa tradição patriarcal, muito pelo contrário, ela a apoia.
O ex-presidente da Turquia,Abdullah Gül ex-aliado e cofundador islamista
do homem forte Recep Tayyip Erdoğan, do partido que governa a Turquia desde
2002, tinha 30 anos quando se casou com Hayrünnisa que na época tinha 15 anos.
Gül, nomeado para a presidência por Erdoğan foi o primeiro presidente
islamista da Turquia.
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Associaçao para Defesa da Heterossexualidade, do Casamento e Família Tradicionais, Proteção de Crianças, Adolescentes e Jovens contra o Assédio, Aliciamento, Proselitismo e abusos Sexual e Homossexual; contra o Aborto e ajuda a pessoas que desejam deixar a homossexualidade.
COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?
Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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terça-feira, 14 de agosto de 2018
Noivas Crianças na Turquia...que triste!
terça-feira, 31 de julho de 2018
Turquia: Expor Crimes do ISIS é Terrorismo
Turquia: Expor Crimes do ISIS é Terrorismo
por Uzay Bulut • 31 de Julho de 2018
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Eren Erdem em entrevista coletiva à imprensa
em junho de 2016. (Imagem: captura de tela de vídeo de Eren Erdem)
De que maneira o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, enfrenta
seus adversários políticos incluindo os que deram o sangue para expor as
atrocidades do grupo terrorista Estado Islâmico (ISIS)? Jogando-os na cadeia
por supostamente "apoiarem o terrorismo".
Desde o fracassado golpe de 2016 na Turquia, Erdogan vem promovendo uma
descomunal e violenta repressão contra opositores e críticos: como políticos,
ativistas políticos, jornalistas e membros das forças de segurança e do
exército turco.
A mais recente vítima dessa repressão é Eren Erdem, ex-deputado do
principal partido de oposição, Partido Republicano Popular (CHP), conhecido
por expor os crimes do ISIS e de outros grupos terroristas.
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Turquia quer resgatar crianças criadas por homossexuais fora do país
Por Julio Severo
De acordo com a agência noticiosa EFE, o governo da Turquia iniciou uma campanha que visa resgatar crianças nascidas no país e que são criadas por casais não muçulmanos em países europeus, especialmente as duplas homossexuais.
De forma diferente, a Europa vê com muito maior preocupação o Cristianismo. Na semana passada, conforme a EFE, a Comissão de Direitos Humanos do Parlamento da União Europeia criticou o fato de mais de 5 mil crianças de origem turca serem criadas por famílias cristãs na Europa.
A preocupação prioritária da Turquia, porém, são crianças nas mãos de homossexuais. O caso mais emblemático, disse a EFE, é o de um menino que, após sua mãe turca perder sua custódia, foi entregue para uma dupla lésbica na Holanda.
“Não queremos que entreguem as crianças de famílias turcas a famílias homossexuais, de lésbicas, mas eles (em referência às autoridades europeias) não mostram respeito às sensibilidades de nossos cidadãos”, afirmou nesta segunda-feira o vice-primeiro-ministro da Turquia, Bekir Bozdag em entrevista à rede pública de televisão TRT.
O político declarou que tinha pedido a abertura de contatos com o governo holandês para iniciar um processo de repatriação do garoto, identificado como Yunus. Ele atualmente tem 9 anos.
Segundo o jornal turco “Hürriyet”, a mãe do menino, Nurgül Azeroglu, que tinha emigrado para a Holanda, perdeu no país europeu a guarda de seus três filhos em 2004, quando Yunus tinha apenas 6 meses.
Fontes da família explicaram ao jornal turco que um recurso contra a retirada da guarda foi rejeitado porque a mãe não falava holandês. Mais tarde, porém, os dois irmãos mais velhos de Yunus rejeitaram a custódia do governo e voltaram a viver com seus pais turcos.
Bozdag afirmou que o governo turco dará apoio legal à mãe e à família, atendendo aos direitos dos cidadãos do país residentes no exterior.
Com informações da EFE e do Portal Terra.
Fonte: www.juliosevero.com
Rússia dá um fim em adoções para gays e solteiros
Duplas lésbicas são agora “melhores” do que mães e pais?
Estudo mostra que homossexuais criando “filhos” é diferente de pai e mãe criando-os
Crianças criadas por duplas homossexuais têm mais probabilidade de se identificarem como gays
Dupla homossexual de pais-de-santo estupra criança e Globo, novamente, omite os nomes dos criminosos
Gay estuprador de crianças e bebês pega só 18 anos de cadeia
Dupla gay estupra menino de 5 anos e recebe proteção especial do governo do Estado de São Paulo
De forma diferente, a Europa vê com muito maior preocupação o Cristianismo. Na semana passada, conforme a EFE, a Comissão de Direitos Humanos do Parlamento da União Europeia criticou o fato de mais de 5 mil crianças de origem turca serem criadas por famílias cristãs na Europa.
A preocupação prioritária da Turquia, porém, são crianças nas mãos de homossexuais. O caso mais emblemático, disse a EFE, é o de um menino que, após sua mãe turca perder sua custódia, foi entregue para uma dupla lésbica na Holanda.
“Não queremos que entreguem as crianças de famílias turcas a famílias homossexuais, de lésbicas, mas eles (em referência às autoridades europeias) não mostram respeito às sensibilidades de nossos cidadãos”, afirmou nesta segunda-feira o vice-primeiro-ministro da Turquia, Bekir Bozdag em entrevista à rede pública de televisão TRT.
O político declarou que tinha pedido a abertura de contatos com o governo holandês para iniciar um processo de repatriação do garoto, identificado como Yunus. Ele atualmente tem 9 anos.
Segundo o jornal turco “Hürriyet”, a mãe do menino, Nurgül Azeroglu, que tinha emigrado para a Holanda, perdeu no país europeu a guarda de seus três filhos em 2004, quando Yunus tinha apenas 6 meses.
Fontes da família explicaram ao jornal turco que um recurso contra a retirada da guarda foi rejeitado porque a mãe não falava holandês. Mais tarde, porém, os dois irmãos mais velhos de Yunus rejeitaram a custódia do governo e voltaram a viver com seus pais turcos.
Bozdag afirmou que o governo turco dará apoio legal à mãe e à família, atendendo aos direitos dos cidadãos do país residentes no exterior.
Com informações da EFE e do Portal Terra.
Fonte: www.juliosevero.com
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