COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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terça-feira, 26 de maio de 2015

INCRÍVEL ISTO:"Em mesquita, Brasil celebra primeiro lugar em liberdade religiosa"

Em mesquita, Brasil celebra primeiro lugar em liberdade religiosa

Brasil está na frente dos Estados Unidos em liberdade religiosa, de acordo com o Centro de Pesquisa Pew

Julio Severo
O Brasil perdeu a copa mundial de futebol no ano passado, mas pelo menos está sendo celebrado por alcançar o primeiro lugar em liberdade religiosa no final de abril, de acordo com um estudo recente do Centro de Pesquisa Pew, numa reportagem do Serviço Noticioso Religioso.
Encontro ecumênico na Mesquita Brasil
Em 29 de abril, a maior e mais antiga mesquita da América Latina, a Mesquita Brasil, reuniu uns 700 líderes para sua Celebração de Liberdade Religiosa onde muçulmanos, adeptos de religiões afro-brasileiras, mórmons, Sikhs, espíritas, judeus, católicos, protestantes e adeptos do Rev. Moon jantaram lado a lado para comemorar a posição do Brasil como líder em liberdade religiosa. O tema foi “Brasil uma voz para o mundo.”
Entre os 25 países mais populosos, o Brasil está no primeiro lugar em liberdade religiosa, até mesmo na frente dos Estados Unidos, de acordo com um estudo do Centro de Pesquisa Pew.
O xeique Abdel Hammed Metwally, líder religioso da Mesquita Brasil, disse: “Esta será a primeira de muitas reuniões.” Ele frisou que o evento mostrará ao “mundo como o Brasil sobressai em posição de líder, tolerando e pacificamente acomodando os credos mais diversos.”
Entre os palestrantes estava o Élder D. Todd Christofferson, membro do Conselho dos Doze Apóstolos da Igreja de Jesus Cristo dos Últimos Dias (mórmon). Ele disse: “Incentivo vocês a se apegarem com firmeza às liberdades que vocês forjaram em seu país e assumir uma liderança corajosa na promoção da liberdade religiosa no mundo inteiro.”
Sobre o primeiro lugar do Brasil em liberdade religiosa, a Fundação de Fé Tony Blair (FFTB) disse:
“O nível elevado de liberdade religiosa no Brasil é notável enquanto o país comprovadamente passa por uma das mudanças religiosas mais dinâmicas do mundo hoje, sem nenhum conflito religioso ou sectário. À luz de pesquisas recentes que mostram que a religião está crescendo mundialmente, o exemplo brasileiro é digno de frisar e compreender, especialmente quando dia a dia testemunhamos casos no mundo inteiro do papel da religião em situações de conflito. O Brasil é excepcional em termos de liberdade religiosa. Entre os 26 países mais populosos do mundo, o Brasil tem as restrições mais baixas à liberdade religiosa. O Brasil tem restrições mais baixas, aliás, do que o Reino Unido e os Estados Unidos, onde as restrições estão aumentando.”
A FFTB também disse sobre o Brasil, “não tem havido incidentes registrados de hostilidade por causa de conversões ou proselitismo.”
O Brasil tem a maior população católica do mundo, mas a liberdade religiosa não era uma tradição brasileira por muito tempo. Enquanto nos EUA, a maior nação protestante do mundo, os católicos gozavam de liberdade significativa nos séculos XVII e XIX, no Brasil os protestantes não gozavam de mínima ou nenhuma liberdade. Até mesmo no século XX, os protestantes eram perseguidos no Brasil, e essa perseguição não era meramente críticas, mas perseguição física e econômica.
O fato de que o Brasil foi congratulado por uma distinção suposta de tolerância pacífica e liberdade religiosa é muito estranho, e mais estranho quando tal distinção é celebrada numa mesquita.
Na década de 1990, sob o presidente marxista Fernando Henrique Cardoso, o Ministério da Educação instruiu as escolas do Brasil a lidar com a feitiçaria, ou religiões afro-brasileiras, como mera “cultura” inofensiva.
Na década passada, sob o governo socialista de Lula, o governo brasileiro avançou esse conceito, ao tratar os adeptos da feitiçaria como “minorias oprimidas” e ao tratar a pregação cristã contra a feitiçaria como “crime de ódio.” As religiões de feitiçaria são em grande parte da Umbanda e Candomblé.
A pregação cristã tradicional contra a feitiçaria começou a ser rotulada de “perseguição” contra “minorias oprimidas,” e os líderes de feitiçaria tiveram permissão de acompanhar a delegação brasileira na ONU para expressar suas denúncias contra a “opressão” dos evangélicos brasileiros contra os adeptos da Umbanda e Candomblé.
As denúncias principalmente foram feitas por Ivanir dos Santos, um pai-de-santo do Rio de Janeiro. Ivanir denunciou na ONU “um novo tipo de perseguição religiosa no Brasil, que tem como alvo os terreiros de candomblé e os praticantes de cultos africanos, em atos provocados por neopentecostais.” O Brasil, disse ele, “é o único país que mantém o culto trazido pelos escravos e essa prática tem de ser defendida.”
A “opressão” denunciada por ele consiste em grande parte de evangélicos em programas de TV onde ex-adeptos da Umbanda e Candomblé deram testemunho sobre suas experiências passadas na feitiçaria e como Jesus Cristo os havia liberto, principalmente de espíritos demoníacos.
Não eram testemunhos de adeptos da Umbanda e Candomblé sendo assassinados por evangélicos, especialmente da linha renovada, pentecostal e neopentecostal, mas testemunhos deles sendo transformados por Jesus Cristo.
Esses programas de TV têm sofrido censura. No ano passado, vídeos do YouTube contendo testemunhos de ex-adeptos das religiões afro-brasileiras que hoje são pentecostais foram removidos por ordem judicial, por incitação de Ivanir dos Santos. Em sua decisão, o juiz declarou que os testemunhos deles não eram contra uma religião, mas contra uma “cultura.”
Essas perseguições judiciais não são apenas contra pentecostais.
Em 1998, um juiz no estado da Bahia havia ordenado o confisco de um livro escrito pelo padre católico Jonas Abib, em que ele condena a feitiçaria como imoral, conforme reportagem de LifeSiteNews, que disse:
“O livro ‘Sim, Sim! Não, Não! Reflexões de Cura e Libertação’ adverte os leitores contra os perigos do ocultismo, inclusive as religiões afro-brasileiras conhecidas como ‘espiritualismo.’ De acordo com o site do Pe. Abib, o livro já teve 81 reimpressões e vendeu mais de 400 mil exemplares. ‘Pe. Jonas, assim como Paulo, ousadamente denuncia as obras das trevas, levando o leitor a se conscientizar sobre o controle da mente, a ioga, a astrologia, a magia e a evocação dos mortos, revelando a verdade sobre as obras das trevas, com as quais é preciso romper urgentemente,’ diz um resumo do livro postado no site dele. O promotor público Almiro Sena, porém, acusa Abib de ‘fazer declarações falsas e discriminatórias sobre o espiritismo e sobre as religiões da África, como a Umbanda e o Candomblé, assim como incitação flagrante à destruição e desrespeito a seus objetos de culto.’ Ele acrescentou que a violação é mais grave porque ‘a Constituição estadual [da Bahia] diz que é obrigação do Estado preservar e garantir a integridade, respeitabilidade e permanência dos valores das religiões afro-brasileiras.’”
O governo passado de Lula e o atual governo de Dilma Rousseff (ambos os governos mais socialistas da história do Brasil) tinham e têm políticas ativas para proteger as religiões afro-brasileiras como “cultura” herdadas de escravos africanos. Enquanto as tradições católicas e protestantes estão cada vez mais sendo banidas das escolas e outros locais governamentais porque o Estado é “laico,” as religiões afro-brasileiras e suas práticas estão fazendo incursões, com assistência estatal, nas escolas e outros lugares, de forma privilegiada. Pois o Cristianismo é religião, e as religiões afro-brasileiras são “cultura.”
Com tais proteções estatais, até os negros brasileiros são proibidos de criticar os deuses afro-brasileiros, conforme relatado por mim no WND:
“No Rio, um pastor pentecostal levou um criminoso a Jesus e o convenceu a se entregar à polícia. O Pr. Isaías da Silva Andrade acompanhou o ex-criminoso à polícia e quando lhe perguntaram como a vida dele havia sido transformada, o pastor respondeu que o ex-criminoso vivia sob a influência de demônios das religiões afro-brasileiras que o inspiravam a se envolver com conduta criminosa, mas agora ele encontrara salvação em Jesus. Por causa desse relato inocente, o Pr. Isaías está agora sofrendo ações criminais por discriminação contra a ‘cultura’ afro-brasileira! Se condenado, ele cumprirá sentença de dois a cinco anos de prisão.”
Como filho de uma ex-líder de Umbanda que aceitou o Evangelho de Jesus Cristo, não vejo problema em falar a verdade sobre a feitiçaria que vem da África. Aliás, os brasileiros se lembram, quando não existia a ameaça de censura racial politicamente correta, dos escândalos regulares noticiados pelos meios de comunicação de pais-de-santo envolvidos em muitos sacrifícios de crianças.
No passado, os jornais eram livres para noticiar e denunciar sacrifícios de crianças nas religiões afro-brasileiras. Você pode encontrar notícias antigas sobre esses crimes envolvendo estupros e assassinatos de crianças cometidos por pais-de-santo. Mas hoje em dia, sob o olho monitorador do Estado, só reportagens bajuladoras são permitidas, tais como “religião” oprimida, religião “ameaçada,” etc.
Hoje, a mídia brasileira não mais noticia sobre pais-de-santo que sacrificam crianças. E não quer falar sobre outros crimes relacionados.
Quando o pastor pentecostal Francisco de Paula Cunha de Miranda foi morto a facadas por um pai-de-santo em 2008, a imprensa brasileira permaneceu em silêncio.
Miranda, de 47 anos, foi assassinado no Rio Grande do Sul. Ele era negro (e não pode, nem depois de sua morte, ser acusado de “racismo”) e estava no 33º dia de jejum de uma campanha de oração quando o pai-de-santo Júlio César Bonato, sob possessão da entidade “cultural” exu caveira, saiu do terreiro em pleno ritual para ir até o pastor.
O pai-de-santo voltou a seu ritual com sua faca ritualística ensanguentada.
O pastor, que estava bem fraco devido ao longo jejum, foi morto a golpes de faca.
A imprensa brasileira permanece em silêncio sobre esse assassinato horrendo até hoje.
Em 2010, um grupo de adeptos da Umbanda matou a facadas outro evangélico, Nilton Rodrigues, de 34 anos, e feriu outros, inclusive um pastor evangélico, João Carlos de Oliveira. De novo, a imprensa brasileira ficou em silêncio.
Estou preocupado que a proteção especial às religiões afro-brasileiras possa ter sido fortalecida por Condoleezza Rice, uma famosa filha de um pastor presbiteriano americano. Em 2008, ela foi ao Brasil para fortalecer as raízes das religiões afro-brasileiras. O exemplo dela mostra que as religiões afro-brasileiras são agora um interesse internacional.
Como no caso da homossexualidade, a mera crítica à bruxaria é tratada como “preconceito, discriminação, intolerância,” etc. Agora, até livros católicos criticando a bruxaria são proibidos.
As práticas afro-brasileiras que sempre foram vistas como feitiçaria pela sociedade brasileira estão cada vez mais sendo protegidas pelo governo e mídia do Brasil. E o Cristianismo e seus valores estão cada vez mais perdendo proteção e até sendo atacados por eles.
A sodomia, que tem sido exaltada e recebido a condição de um direito humano especial pelo governo socialista brasileiro, é em grande parte praticada pelas religiões afro-brasileiras, onde seus deuses e espíritos seduzem e levam seus adeptos, especialmente seus sacerdotes, à prostituição, inclusive a homossexualidade.
O que tem sido designado de “liberdade religiosa” no Brasil é meramente as elites socialistas seguindo tendências politicamente corretas, especialmente dos EUA, onde a homossexualidade é agora culturalmente santificada e direitos cristãos são subordinados aos caprichos homossexualistas. O Brasil está seguindo essa tendência. A homossexualidade é agora incriticável no governo e mídia do Brasil.
Junto com a homossexualidade, o islamismo é agora a nova tendência incriticável no Brasil.
A celebração numa mesquita do Brasil como campeão de “liberdade religiosa” mostra que o Brasil está seguindo com total submissão as tendências esquerdistas dos EUA. E se os EUA não estão no primeiro lugar em tal “liberdade religiosa,” por que o Brasil? Pode um discípulo estar acima de seu mestre?
Tente criticar o islamismo no Brasil. Em 2009, quatro jornalistas muçulmanos fizeram queixas contra mim no Ministério Público Federal por causa de textos em meu blog criticando o islamismo.
Queixas também foram feitas por militantes homossexuais e adeptos da bruxaria contra meu blog.
Esta é a liberdade religiosa do Brasil.
O evento numa mesquita do Brasil celebrando o suposto primeiro lugar do Brasil em liberdade religiosa é bom para o islamismo e é bom para a bruxaria brasileira.
Mas não é bom para os cristãos que são ex-adeptos dessas religiões, os quais sofrem discriminação, repressão e censura por dizerem a verdade sobre seu sofrimento nessas religiões.
O Brasil está sendo lançado ao primeiro lugar de uma liberdade religiosa às custas dessas vítimas silenciosas da opressão da bruxaria.
Mesmo assim, o xeique Abdel Hammed Metwally, líder religioso da Mesquita Brasil, garantiu: “Esta será a primeira de muitas reuniões.”
As mesquitas serão agora plataformas politicamente corretas para apresentar ao mundo um Brasil campeão em liberdade religiosa às custas dos cristãos e sua liberdade de expressão?
Leitura recomendada:



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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

JEAN WYLYS SE DÁ MAL:"Ministério Público arquiva denúncia dele contra pastor ex-homossexual"

Ministério Público arquiva denúncia de Jean Wyllys contra pastor ex-homossexual, diz advogada

Publicado por Tiago Chagas em 26 de janeiro de 2015


Ministério Público arquiva denúncia de Jean Wyllys contra pastor ex-homossexual, diz advogada

Jean Wyllys (PSOL-RJ), deputado federal e ativista gay, sofreu uma derrota na última sexta-feira, 23 de janeiro, ao ter sua representação criminal contra um pastor ex-homossexual que ministra palestras com seu testemunho de abandono da prática.

O Ministério Público Federal (MPF) decidiu arquivar a denúncia feita por Jean Wyllys contra o pastor e escritor Claudemiro Ferreira, após colher seu depoimento e chegar à conclusão de que os relatos de vida e de fé apresentados em suas palestras não transgridem nenhuma lei em vigência no país.

Ferreira foi abordado na última quinta-feira, 22 de janeiro, por oficiais do Ministério Público, durante uma palestra que ele ministrava ao lado do teólogo Airton Williams no Distrito Federal. O evento fazia parte da divulgação do livro “Homossexualismo: ajudando, biblicamente, a prevenir e tratar aqueles que desejam voltar ao padrão de Deus para sua sexualidade”, escrito por Ferreira.

A abordagem foi feita após Jean Wyllys denunciar o evento ao MP como uma reunião onde os palestrantes estariam promovendo a “cura gay”. Ao mesmo tempo em que fez a denúncia, o parlamentar publicou uma crítica ao evento em sua página no Facebook.

A informação de que o processo foi arquivado foi revelada pela assessora parlamentar concursada Damares Alves, que é advogada e pastora. "Celebrem! Acabou agora a audiência no Ministério Público. O promotor de Justiça decidiu pelo arquivamento da denúncia. Claudemiro Ferreira não estava cometendo crime algum. Que viva a liberdade religiosa!”, escreveu a pastora em sua página no Facebook.

Posteriormente, Damares criticou a postura do parlamentar e ativista gay: “O Deputado Jean Willys assume a autoria da denuncia no MPDF contra o Claudemiro Ferreira e agora quer também que a Secretaria Nacional de Direitos Humanos e o Ministério da Saúde faça alguma coisa também contra o Claudemiro. Será que o ilustre deputado também não quer acionar a Policia Federal, a Marinha, o Exercito a Aeronáutica contra o Claudemiro Ferreira? Será que não quer chamar FBI a Interpol, a SWAT? Tanta coisa para um parlamentar fazer no Brasil e ele preocupado com um curso que tinha apenas 25 pastores presentes querendo tão somente aprender sobre como acolher e lidar com os milhares de homossexuais que tristes e deprimidos procuram nossas igrejas. E o nobre parlamentar ainda esqueceu de dizer que o MPDF arquivou a denuncia”, concluiu.

ADENDO ADHT: A verdade relativa ao sério problema do Ativismo Gay pregado por Jean Wyllys é que tem colaborado fortemente para muitos adolescentes e jovens "experimentarem" a prática homossexual e acabam por serem vítimas dela. Veja o desespero de mais de 300 homossexuais que escreveram para o nosso email: defesa_hetero@yahoo.com pedindo urgente ajuda para sair desta prática considerada por eles como maléfica à saúde física, psicológica, emocional e espiritual, conforme postamos mais de uma CENTENA de emails sem revelar seus nomes no link: http://defesa-hetero.blogspot.com/2014/11/emails-de-homossexuais-pedindo-ajuda.html. Preste atenção no desespero de variados homossexuais que falam em suicídio se não conseguirem deixar a homossexualidade e o CPF proibe psicólogos de prestar ajuda aos que desejam deixar esta prática colaborando com o Ativismo Gay que tem muitos objetivos, principalmente financeiros para não querer que seus "clientes" deixem de comprar seus produtos vendidos através da internet e em lojas especializados para o segmento gay.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

VÍDEOS: Se NÃO lutarmos pela: "liberdade religiosa, corremos o risco de perdê-la”

Empresário evangélico convoca cristãos a lutarem pela defesa da liberdade religiosa: “Corremos o risco de perdê-la”

Publicado por Tiago Chagas em 17 de setembro de 2014


Empresário evangélico convoca cristãos a lutarem pela defesa da liberdade religiosa: “Corremos o risco de perdê-la” O empresário evangélico Steve Green, presidente da rede varejista Hobby Lobby, convocou os cristãos a lutarem em defesa de seu direito à liberdade religiosa. O discurso de Green foi feito durante um evento organizado pela Primeira Igreja Batista (PIB) de Charlotte, na Carolina do Norte (EUA).
Green afirmou que a liberdade religiosa deixou de ser o que era quando os Estados Unidos foram fundados: “Apenas alguns anos atrás, nunca teria imaginado que teríamos que entrar com uma ação contra o nosso governo, o governo que nós amamos. Mas há desafios. Há lutas que as pessoas de fé estão enfrentando hoje que nunca foram enfrentados antes”, afirmou o empresário.

Durante o evento na PIB Charlotte, Green afirmou que os cristãos devem “levantar e deixar a sua voz ser ouvida através das urnas, e, se necessário, através de ações [na Justiça]”, para que a liberdade religiosa seja respeitada.

“Se não se levantar e lutar pelas liberdades que nossos fundadores lutaram então nós podemos muito bem perder algumas dessas [liberdades]“, disse ele. O atual cenário nos Estados Unidos se assemelha muito com o Brasil, onde minorias tentam impor seus conceitos em detrimento das tradições e princípios cristãos, que são maioria na sociedade.

Nos Estados Unidos, Green e sua empresa são conhecidos como cristãos conservadores. Há poucos meses, a Hobby Lobby travou uma batalha jurídica – e venceu – pelo direito de, como empresa, defender os princípios cristãos junto a seus funcionários.

A decisão da Justiça divulgada em junho permitiu que a empresa se recuse a cobrir o seguro de empregados do sexo feminino que usem medicamentos abortivos. Na ocasião, Green afirmou que “nós acreditamos que a vida começa no momento da concepção, e para nós, fazer parte da decisão de tirar essa vida viola aquelas que são as crenças mais profundamente arraigadas que temos, e por isso, dissemos que não queríamos fornecer gratuitamente ou pagar por pílulas do dia seguinte para nossos funcionários”, justificou.
Atualmente, Green trabalha na construção de um grande Museu da Bíblia na capital dos Estados Unidos, segundo informações do jornal Washington Post.

Fonte: GospelMais

ADENDO ADHT: O QUE FAZERMOS?

Em todos os casos reais, nossos advogados cristãos deveriam nos ajudar entrando com DENÚNCIAS no MPF para "calar a boca" dos que estão agindo desta forma. Quanto mais DENÚNCIAS mais eles verão que estamos preparados para esta guerra. Este pensamento de "morrer" pela causa de Cristo é completamente diferente de "NÃO LUTARMOS PELA LIBERDADE RELIGIOSA" querendo deixar para Deus fazer AQUILO QUE É RESPONSABILIDADE NOSSA. Veja o caso de Paulo quando quiseram prendê-lo por pregar o evangelho: sendo cidadão romano, APELOU PARA CÉSAR. Vamos apelar para o MPF, STF, Poder Judiciário etc, para que façam cumprir as leis e a própria Constituição Brasileira no que tange a NOSSA LIBERDADE RELIGIOSA.

Comece agindo hoje, pois já temos o caso da Missionária Eleny Vassão, Capelã do Hospital Emílio Ribas que depois de 20 anos de abnegação e ajuda aos terminais aidéticos, teve que deixar as dependências do hospital e não mais dar ajuda aos aidéticos terminais que precisam, urgentemente, de ajuda. Muitos deles foram confortados e outros se converteram antes de morrer. E O QUE OS DEPUTADOS EVANGÉLICOS FIZERAM PARA QUE A LIBERDADE RELIGIOSA FOSSE MANTIDA? A  resposta está no ar, principalmente para o Dep. Estadual Carlos Bezerra Jr, Marxista convicto, seguidor do Padre Boff, Comunista, sendo que Bezerra ainda teve coragem de defender a homossexualidade quando citou que Cristo nunca a condenou e nada fez para conter o avanço das Paradas Gays (Estes candidatos não merecem o voto de ninguém que seja pró-família e contra o casamento, a Agenda Gay e o aborto).

Veja o levante dos Deputados Federais Jean Wyllys, Érika Kokay, Deputado Distrital Israel Gomes e seu colegada do Distrito Federal. Esta é uma DISCRIMINAÇÃO RELIGIOSA clarissima. Qual advogado cristão poderia DENUNCIAR estes deputados a serviço da PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA. Veja aqui,Deputados ativistas gays atacam os cristãos c/ajuda do Dep. Federal Jean Wyllys
http://www.youtube.com/watch?v=FOOFg_aG9Rw


Infelizmente nada. Porém se você, eu e outros nos univermos, ainda poderemos reverter este e muitos outros casos de perseguição religiosa. Principalmente as cometidas por Toni Reis, ex-Presidente da ABGLT, conforme se poder ler cerca de 25 casos neste link: http://defesa-hetero.blogspot.com/2012/04/ataque-igreja-catolica-de-santa-helena.html#.UV0JVpOsiSo e bem como a agressão física feita por este mesmo candidato a Deputado Federal, nas dependências da CDHM, dá pra acreditar. Veja o vídeo aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=UkeYgzdKaVE


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

PAIS FIQUEM ATENTOS: Defendam os direitos de seus filhos...veja a safadeza de uma professora !


Escola primária causa polêmica ao proibir uma criança cristã de escrever sobre Deus

Por Dan Martins em 12 de setembro de 2013

Escola primária causa polêmica ao proibir uma criança cristã de escrever sobre Deus

A mãe de uma criança de 10 anos de idade está à procura de respostas após a professora de sua filha se recusar a deixar a criança escrever a respeito de Deus em um trabalho escolar. Erin Seda, estudante da Lucy Elementary School na cidade de Millington, no estado norte americano do Tennessee, recebeu na escola um trabalho para escrever sobre alguém que ela idolatrava. A menina, que é de família cristã, decidi escrever sobre Deus.

- Eu olho para Deus. Eu amo a Ele e a Jesus, e Jesus é seu filho na terra. Eu também amo Jesus – escreveu a menina.

- Foi tão bonito e inocente – disse Erica Seda, mãe da criança, à estação de televisão WREG. Ela relatou também que a filha “falou sobre como Deus criou a Terra”.

Porém, Erica Seda a professora de sua filha se opôs à sua escolha e disse que ela não podia citar Deus como seu ídolo no trabalho escolar. Erin contou para a mãe a professora disse que Deus tinha a ver com a religião e não poderia ser o seu ídolo.

Segundo a Fox News, a professora teria dito ainda ela deveria levar o papel em que escreveu sobre Deus para casa, porque ele não poderia permanecer na escola. A professora teria então aprovado a segunda escolha de Erin: Michael Jackson.

Erica Seda disse que se reuniu com o diretor da escola, mas ainda tem perguntas sobre o que aconteceu.

- Eu falei com diretor esta manhã, seria melhor se ela escrevesse sobre Ellen Degeneres? – relatou.
Christian Ross, porta-voz para as escolas no Condado de Shelby, onde a escola está localizada, disse à Fox News que os “professores são proibidos de promover crenças religiosas em sala de aula”. Porém ressaltou que o distrito não tem uma política que proíbe um estudante de expressar crenças religiosas nos trabalhos escolares.

Questionado sobre o porquê de a criança ter sido proibida de escrever sobre Deus no trabalho, mesmo não existindo proibição quanto a isso, Ross não deu resposta.

- Este incidente foi abordada em nível de escola, e o diretor entrou em contato com os pais da aluna em relação às suas preocupações. Por respeito e, a fim de proteger a privacidade de cada aluno e funcionário, o distrito não está comentando mais sobre este assunto – finalizou.

Por Dan Martins, para o Gospel+

Fonte: Gospel+

quinta-feira, 11 de abril de 2013

'Intolerância religiosa é ameaça à democracia', dizem autores de livro que constata 'ataque global ao cristianismo'

Publicado por Tiago Chagas em 9 de abril de 2013


A perseguição religiosa a cristãos em todo o mundo é um tema recorrente entre missionários e líderes cristãos, devido ao grande número de países quese opõem ao cristianismo por questões culturais e/ou religiosas.

Os escritores Lela Gilbert, Paul Marshall e Nina Shea, do Centro do Instituto Hudson para a Liberdade Religiosa, estão lançando o livro Persecuted: The Global Assault on Christians (em tradução livre, “Perseguição: O Ataque Global aos Cristãos”), em que abordam o tema de maneira bastante extensa.

Uma pesquisa feita pelos autores para a publicação descobriu que, os países de origem muçulmana são os piores e mais perigosos para os cristãos, sejam eles nativos ou missionários, e que o movimento social chamado de Primavera Árabe tornou essas nações ainda mais intolerantes.

Porém, em termos isolados, a Coreia do Norte ainda é o país mais repressivo ao cristianismo, de acordo com os autores, pois nenhuma religião é aceita pelo governo: “Há casos descritos em nosso livro sobre cristãos norte-coreanos sendo sumariamente executados apenas por possuir uma Bíblia”, revelou Shea.

Em 2012, a Nigéria registrou o maior número de assassinato de cristãos, de acordo com informações da Missão Portas Abertas. Esse fato é destacado pelo trio de autores em seu livro: “Durante a Páscoa passada, uma série de igrejas, lotadas de adoradores, foram bombardeadas. E isso já aconteceu várias vezes”, observou Shea.

A escritora Lela Gilbert ressalta que o nível de intolerância ao cristianismo chegou a um estágio preocupante: “O que nós, como cristãos, costumávamos chamar de ‘testemunhar’ ou ‘evangelizar’, é agora chamado de ‘proselitismo’; se tornou uma palavra suja, uma ação proibida”, pontuou Lela Gilbert.

Já Paul Marshall destacou que a ausência de liberdade religiosa é um dos indicadores de uma eventual falência da democracia: “[Nestes países] a liberdade religiosa é considerada como algo à parte, é o que as pessoas praticam no domingo, apenas [...] Mas, se você não tem liberdade religiosa todos os dias e em todas e quaisquer circunstâncias pelas quais a sociedade passa, você não terá um desenvolvimento democrático em nenhum país do mundo”, ressaltou.

Tolerância e diversidade religiosa no Brasil

Recentemente, a presidente Dilma Rousseff destacou que o Brasil é um dos países com maior diversidade religiosa, e com isso, se tornou uma “democracia que respeita” o direito ao credo.

ADENDO ADHT: Será mesmo verdade, o que Dilma afirmou? O que seria isto, que estão divulgando como cartaz da SEGUNDA PARADA GAY de Maringá-PR:


O discurso foi proferido durante a inauguração da Arena Fonte Nova, em Salvador. O estádio, que abrigará jogos das copas das Confederações e do Mundo, fica situado no bairro Nazaré, onde estão localizadas também, templos cristãos, centros judaicos e islâmicos, além de abrigar locais de culto de religiões de matriz africana, como o candomblé.

“O bairro de Nazaré tem construída toda essa capacidade imensa do Brasil de conviver com a diversidade [...] Somos um país que sabe que, se é capaz de lutar pela superação da pobreza, tem de lutar também pela superação de todas as formas de discriminação”, contextualizou a presidente.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+ com adendo feito pela ADHT.
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