COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
Mostrando postagens com marcador ESCOLA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ESCOLA. Mostrar todas as postagens

domingo, 24 de julho de 2016

ATENÇÃO PAIS: NÃO PERMITAM QUE O GAYZISMO ALCANCE SEUS FILHOS EM FESTAS NAS ESCOLAS...FIQUEM LIGADOS!

Marginais Comunistas disfarçados de "Professores" fazem crianças gaúchas participarem de "Casamento Gay"
17/07/2016 13h15 - Atualizado em 17/07/2016 13h31
Casamento caipira gay é encenado em festa de escola de Santa Maria, RS
Alunos do 9º ano da Escola Municipal Hylda Vasconcellos foram aplaudidos.
Apresentação ocorreu durante festa "julina" do colégio no sábado (16).

Rafaella Fraga

Do G1 RS

Casamento caipira começou com casal formado por rapaz e moça, e acabou com dois casais (Foto: Michelle Teixeira/Agência RBS)

Casamento caipira em festa 'julina' de escola de Santa Maria começou com casal formado por rapaz e moça, e acabou com dois casais (Foto: Michelle Teixeira/Agência RBS)

A encenação de um casamento caipira gay marcou a festa “julina” de uma escola pública deSanta Maria, cidade da Região Central do Rio Grande do Sul. Segundo a escola, a atuação levantou a discussão sobre homoafetividade e o respeito à diversidade na instituição.

A festa foi realizada na tarde de sábado (16) na Escola Municipal Hylda Vasconcellos. Tradicional e muito aguardada pela comunidade, o festejo é organizado dentro do ambiente escolar, com o apoio de professores e estudantes.

Os alunos foram muito corajosos e os pais e professores também estão de parabéns. Se os nossos estudantes chegaram até aí com essa cabeça, de respeitar o outro, de tentar fazer um mundo melhor, também é por causa dos pais e professores. Nós estamos preparando cidadãos para o mundo"
Coordenadora pedagógica dos anos finais da Escola Municipal Hylda Vasconcellos, Martha Najar

Neste ano, o casamento caipira ficou a cargo de uma turma de alunos do 9º ano. A iniciativa de representar um casamento gay partiu dos próprios alunos e foi abraçada pelos professores e direção. A ideia era mostrar a união entre dois meninos e duas meninas.

“Uma aluna perguntou se podia ser um casamento gay e eu disse que sim. Fico muito orgulhosa porque a ideia partiu deles, e fico feliz porque eles se sentiram à vontade e a escola deu essa liberdade”, contou ao G1 a coordenadora pedagógica dos anos finais da Escola Hylda Vasconcellos, Martha Najar.

Ela diz, no entanto, que duas alunas não tiveram a permissão dos pais para participar da encenação. Uma delas, inclusive, faria o papel de uma das noivas e acabou sendo substituída por uma professora.

“Outros pais, de crianças mais novas, das séries iniciais, nos procuraram para dizer que não levariam os filhos na festa. Eu disse que respeitava a opinião deles, mas que a decisão seria mantida”, ponderou a educadora.
Mas a polêmica que acabou surgindo não prejudicou em nada a encenação. “A festa ocorreu normalmente, foi bastante gente mesmo assim. Teve comida, teve brincadeiras, e teve casamento caipira também. Estou orgulhosa”, completou a professora.

A encenação

A apresentação começou com a entrada de um casal formado por um rapaz e uma moça. Em frente ao celebrante, que não era um padre, o noivo disse “sim”.
Mas a noiva tentava uma alternativa. Eis que outra moça interrompeu a cerimônia e disse que a noiva não se casaria com outra pessoa, a não ser com ela. As duas saem juntas de cena.

Abandonado no altar, o noivo não acaba sozinho. O celebrante confessa que gostaria de se casar com o noivo. Por fim, os dois saem juntos, aplaudidos.

“Foi tudo muito bonito. Os alunos foram muito corajosos e os pais e professores também estão de parabéns. Se os nossos estudantes chegaram até aí com essa cabeça, de respeitar o outro, de tentar fazer um mundo melhor, também é por causa dos pais e professores. Nós estamos preparando cidadãos para o mundo”, concluiu a educadora.... 
ESTAS SÃO DESCULPAS ESFARRAPADAS DE COMUNISTA QUERENDO DESTRUIR A FAMILIA TRADICIONAL.
Aviso aos "professores" gaúchos - Não é o meu caso porque meus filhos estão em escola particular, mas, se numa escola pública vocês os fizessem participar de "casamento gay", eu encontraria vocês PESSOALMENTE para acertarmos nossas contas. Não há meio termo com marginais pedófilos, gayzistas e viciados como vocês...Vocês só entendem uma linguagem - a do MEDO.
...
Milton Pires.

ADENDO ADHT: O QUE FAZER?

ATENÇÃO PAIS: Entrem com uma denúncia extra-judicial (veja como fazer aqui) contra a diretora da Escola Municipal Hylda Vasconcellos, a coordenadora pedagógica Martha Najar que aprovaram essa palhaçada para ajudar a desconstruir a FAMÍLIA E O CASAMENTO TRADICIONAIS. Escreva para o Prefeito e Vereadores, bem como ao Ministro da Educação, exigindo punição aos acima informados por terem permitido algo que é contra o Plano Nacional de Educação, o Plano Estadual de Educação e até do Plano Municipal de Educação de Santa Maria que foi aprovado sem permitir a IDEOLOGIA DE GÊNERO que foi abusivamente aplicada
. Veja aqui:http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/rs/economia-politica/noticia/2015/08/plano-municipal-de-educacao-de-santa-maria-e-aprovado-sem-a-previsao-de-discussao-sobre-genero-4824773.html





ATENÇÃO PAIS: NÃO PERMITAM QUE ESTA IDEOLOGIA ALCANCE SEUS FILHOS EM FESTAS NAS ESCOLAS...FIQUEM LIGADOS!

Marginais Comunistas disfarçados de "Professores" fazem crianças gaúchas participarem de "Casamento Gay"
17/07/2016 13h15 - Atualizado em 17/07/2016 13h31
Casamento caipira gay é encenado em festa de escola de Santa Maria, RS
Alunos do 9º ano da Escola Municipal Hylda Vasconcellos foram aplaudidos.
Apresentação ocorreu durante festa "julina" do colégio no sábado (16).

Rafaella Fraga

Do G1 RS

Casamento caipira começou com casal formado por rapaz e moça, e acabou com dois casais (Foto: Michelle Teixeira/Agência RBS)

Casamento caipira em festa 'julina' de escola de Santa Maria começou com casal formado por rapaz e moça, e acabou com dois casais (Foto: Michelle Teixeira/Agência RBS)

A encenação de um casamento caipira gay marcou a festa “julina” de uma escola pública deSanta Maria, cidade da Região Central do Rio Grande do Sul. Segundo a escola, a atuação levantou a discussão sobre homoafetividade e o respeito à diversidade na instituição.

A festa foi realizada na tarde de sábado (16) na Escola Municipal Hylda Vasconcellos. Tradicional e muito aguardada pela comunidade, o festejo é organizado dentro do ambiente escolar, com o apoio de professores e estudantes.

Os alunos foram muito corajosos e os pais e professores também estão de parabéns. Se os nossos estudantes chegaram até aí com essa cabeça, de respeitar o outro, de tentar fazer um mundo melhor, também é por causa dos pais e professores. Nós estamos preparando cidadãos para o mundo"
Coordenadora pedagógica dos anos finais da Escola Municipal Hylda Vasconcellos, Martha Najar

Neste ano, o casamento caipira ficou a cargo de uma turma de alunos do 9º ano. A iniciativa de representar um casamento gay partiu dos próprios alunos e foi abraçada pelos professores e direção. A ideia era mostrar a união entre dois meninos e duas meninas.

“Uma aluna perguntou se podia ser um casamento gay e eu disse que sim. Fico muito orgulhosa porque a ideia partiu deles, e fico feliz porque eles se sentiram à vontade e a escola deu essa liberdade”, contou ao G1 a coordenadora pedagógica dos anos finais da Escola Hylda Vasconcellos, Martha Najar.

Ela diz, no entanto, que duas alunas não tiveram a permissão dos pais para participar da encenação. Uma delas, inclusive, faria o papel de uma das noivas e acabou sendo substituída por uma professora.

“Outros pais, de crianças mais novas, das séries iniciais, nos procuraram para dizer que não levariam os filhos na festa. Eu disse que respeitava a opinião deles, mas que a decisão seria mantida”, ponderou a educadora.
Mas a polêmica que acabou surgindo não prejudicou em nada a encenação. “A festa ocorreu normalmente, foi bastante gente mesmo assim. Teve comida, teve brincadeiras, e teve casamento caipira também. Estou orgulhosa”, completou a professora.

A encenação

A apresentação começou com a entrada de um casal formado por um rapaz e uma moça. Em frente ao celebrante, que não era um padre, o noivo disse “sim”.
Mas a noiva tentava uma alternativa. Eis que outra moça interrompeu a cerimônia e disse que a noiva não se casaria com outra pessoa, a não ser com ela. As duas saem juntas de cena.

Abandonado no altar, o noivo não acaba sozinho. O celebrante confessa que gostaria de se casar com o noivo. Por fim, os dois saem juntos, aplaudidos.

“Foi tudo muito bonito. Os alunos foram muito corajosos e os pais e professores também estão de parabéns. Se os nossos estudantes chegaram até aí com essa cabeça, de respeitar o outro, de tentar fazer um mundo melhor, também é por causa dos pais e professores. Nós estamos preparando cidadãos para o mundo”, concluiu a educadora.... 
ESTAS SÃO DESCULPAS ESFARRAPADAS DE COMUNISTA QUERENDO DESTRUIR A FAMILIA TRADICIONAL.
Aviso aos "professores" gaúchos - Não é o meu caso porque meus filhos estão em escola particular, mas, se numa escola pública vocês os fizessem participar de "casamento gay", eu encontraria vocês PESSOALMENTE para acertarmos nossas contas. Não há meio termo com marginais pedófilos, gayzistas e viciados como vocês...Vocês só entendem uma linguagem - a do MEDO.
...
Milton Pires.

ADENDO ADHT: O QUE FAZER?

ATENÇÃO PAIS: Entrem com uma denúncia extra-judicial (veja como fazer aqui) contra a diretora da Escola Municipal Hylda Vasconcellos, a coordenadora pedagógica Martha Najar que aprovaram essa palhaçada para ajudar a desconstruir a FAMÍLIA E O CASAMENTO TRADICIONAIS. Escreva para o Prefeito e Vereadores, bem como ao Ministro da Educação, exigindo punição aos acima informados por terem permitido algo que é contra o Plano Nacional de Educação, contra o Plano Estadual de Educação e até do Plano Municipal de Educação de Santa Maria que foi aprovado sem permitir a IDEOLOGIA DE GÊNERO que foi abusivamente aplicada
. Veja aqui:http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/rs/economia-politica/noticia/2015/08/plano-municipal-de-educacao-de-santa-maria-e-aprovado-sem-a-previsao-de-discussao-sobre-genero-4824773.html





sexta-feira, 13 de setembro de 2013

PAIS FIQUEM ATENTOS: Defendam os direitos de seus filhos...veja a safadeza de uma professora !


Escola primária causa polêmica ao proibir uma criança cristã de escrever sobre Deus

Por Dan Martins em 12 de setembro de 2013

Escola primária causa polêmica ao proibir uma criança cristã de escrever sobre Deus

A mãe de uma criança de 10 anos de idade está à procura de respostas após a professora de sua filha se recusar a deixar a criança escrever a respeito de Deus em um trabalho escolar. Erin Seda, estudante da Lucy Elementary School na cidade de Millington, no estado norte americano do Tennessee, recebeu na escola um trabalho para escrever sobre alguém que ela idolatrava. A menina, que é de família cristã, decidi escrever sobre Deus.

- Eu olho para Deus. Eu amo a Ele e a Jesus, e Jesus é seu filho na terra. Eu também amo Jesus – escreveu a menina.

- Foi tão bonito e inocente – disse Erica Seda, mãe da criança, à estação de televisão WREG. Ela relatou também que a filha “falou sobre como Deus criou a Terra”.

Porém, Erica Seda a professora de sua filha se opôs à sua escolha e disse que ela não podia citar Deus como seu ídolo no trabalho escolar. Erin contou para a mãe a professora disse que Deus tinha a ver com a religião e não poderia ser o seu ídolo.

Segundo a Fox News, a professora teria dito ainda ela deveria levar o papel em que escreveu sobre Deus para casa, porque ele não poderia permanecer na escola. A professora teria então aprovado a segunda escolha de Erin: Michael Jackson.

Erica Seda disse que se reuniu com o diretor da escola, mas ainda tem perguntas sobre o que aconteceu.

- Eu falei com diretor esta manhã, seria melhor se ela escrevesse sobre Ellen Degeneres? – relatou.
Christian Ross, porta-voz para as escolas no Condado de Shelby, onde a escola está localizada, disse à Fox News que os “professores são proibidos de promover crenças religiosas em sala de aula”. Porém ressaltou que o distrito não tem uma política que proíbe um estudante de expressar crenças religiosas nos trabalhos escolares.

Questionado sobre o porquê de a criança ter sido proibida de escrever sobre Deus no trabalho, mesmo não existindo proibição quanto a isso, Ross não deu resposta.

- Este incidente foi abordada em nível de escola, e o diretor entrou em contato com os pais da aluna em relação às suas preocupações. Por respeito e, a fim de proteger a privacidade de cada aluno e funcionário, o distrito não está comentando mais sobre este assunto – finalizou.

Por Dan Martins, para o Gospel+

Fonte: Gospel+

terça-feira, 20 de novembro de 2012

ATENÇÃO PAIS: Veja o que seus filhos estão aprendendo na escola...NÃO PERMITA, Processe a Escola, a Secretaria da Educação e o MEC


Conteúdo imoral n escola

educaçãoptgayO que chega ao nosso conhecimento é apenas uma fração do que acontece no interior das salas de aula; é o que “vaza” por acidente.
O MEC continua trabalhando de modo incansável para destruir a autoridade moral dos pais sobre seus filhos.

“Os pais têm direito a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.” É isso que estabelece o artigo 12 da Convenção Americana de Direitos Humanos (CADH), da qual o Brasil é signatário. Ocorre que esse direito não vem sendo respeitado por nossas escolas. Burocratas e “especialistas” em educação decidiram educar nossos filhos por nós. Decidiram acabar com a formação moral que lhes damos em casa. Para eles, tudo não passa de “preconceitos” e “tabus”. Do MEC e das secretarias de Educação partem as diretrizes. Nas salas de aula, professores despreparados, perturbados ou pervertidos – é difícil saber – as colocam em prática.
Em Ceilândia, cidade-satélite de Brasília, um professor de Educação Física resolveu fazer uma “brincadeirinha” com seus alunos: quem errasse a jogada tinha de responder a perguntas como “você é virgem?” ou “já fez sexo oral em Fulano?” Em Recife, crianças de 7 a 10 anos aprendem em sala de aula que “brincar com o pênis e com a vulva é gostoso” e que “o papai acha muito gostoso quando seu pênis fica duro”. Em Contagem (MG), o dever de casa dos alunos do 4.º ano de uma escola municipal – falamos de crianças de 10 anos – é responder “o que é sexo anal”, “o que é boquete“ e “como dois homens fazem sexo”.
Os episódios se sucedem. O que chega ao nosso conhecimento é apenas uma fração do que acontece no interior das salas de aula; é o que “vaza” por acidente. Mas pelos “vazamentos” podemos estimar o volume e a qualidade do esgoto moral que circula pelas tubulações do sistema de ensino.
Quem já tentou sabe que é inútil argumentar com esses “educadores”. Os pais que reclamam são tratados como ignorantes e retrógrados.
Qual a solução? Simples: basta que o MEC e as secretarias de Educação proíbam a veiculação de temas como sexualidade – que envolve inevitavelmente uma abordagem moral – nas disciplinas obrigatórias. Se o governo quiser usar as escolas para tratar desses assuntos, que crie uma disciplina facultativa, como se dá com o ensino religioso. É a única saída compatível com o art. 12 da CADH.
Isso vai acontecer? Não neste governo, com certeza. Embora a presidente da República tenha declarado, ao vetar o “kit gay”, que “nós não podemos interferir na vida privada das pessoas”, o MEC continua trabalhando de modo incansável para destruir a autoridade moral dos pais sobre seus filhos. É possível obrigar o governo a agir, mas na Justiça isso pode levar anos.
A boa notícia é que os pais não precisam esperar de mãos atadas. Nosso conselho é processar por danos morais as escolas e os professores que transmitirem aos seus filhos conteúdos que se chocarem com os seus valores e convicções. Além do dano moral causado aos seus filhos – o que precisa ser avaliado caso a caso –, há o dano decorrente da violação a sua autoridade moral. Em situações como essas, dependendo do caso, as indenizações podem passar de R$ 20 mil.
Ou, se quiserem agir preventivamente, ajuízem, com base no art. 12 da CADH, ações para que as escolas e os professores dos seus filhos sejam obrigados a se abster, sob pena de multa, de veicular conteúdos morais nas disciplinas obrigatórias; e orientem seus filhos a lhes reportar em casa o que virem e ouvirem na sala de aula. Se os professores e as escolas começarem a ser processados e condenados, é possível que pensem duas vezes antes de ensinar a crianças de 10 anos “o que é boquete” e “como dois homens fazem sexo”.


Miguel Nagib
, advogado, é coordenador do grupo Escola Sem Partido (www.escolasempartido.org).

Publicado no jornal Gazeta do Povo.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...