COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Dilma mostra SINAIS DE DESESPERO: Quer aprovar lei que concede privilégios tributários a igrejas evangélicas"

Para conter crescimento de Marina Silva, governo quer aprovar lei que concede privilégios tributários a igrejas evangélicas

Publicado por Tiago Chagas em 2 de setembro de 2014
 
Para conter crescimento de Marina Silva, governo quer aprovar lei que concede privilégios tributários a igrejas evangélicas A reação do governo de Dilma Rousseff (PT) ao crescimento da candidatura de Marina Silva (PSB) à presidência da República visa alcançar os eleitores que, no momento, fazem a diferença a favor da ex-senadora: os evangélicos.

Entre as medidas que visam conter o avanço de Marina na pesquisa está a iniciativa de atender a uma antiga reivindicação das igrejas evangélicas: a aprovação da Lei Geral das Religiões.

O projeto tramita no Congresso desde 2009 e ainda não foi aprovado por falta de empenho do governo, que tem a maioria tanto na Câmara dos Deputados, quanto no Senado.
O texto do projeto prevê a concessão de diversos benefícios, incluindo a reafirmação de isenções fiscais, estendendo às igrejas evangélicas e outras entidades religiosas os mesmos benefícios que o governo dá à Igreja Católica desde 2008.

Agora, numa ação “anti-Marina”, o governo determinará aos parlamentares que adotem caráter de urgência na aprovação da proposta.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o projeto concede às denominações que tiverem projetos sociais reconhecidos, os mesmos benefícios tributários que entidades filantrópicas recebem, além de desobrigar as igrejas em questões trabalhistas. Por exemplo, os fiéis que ajudam no funcionamento de uma igreja no cotidiano não poderão, eventualmente, buscar o reconhecimento de vínculo empregatício.

O projeto prevê ainda, uma proteção especial contra a desapropriação e a penhora dos bens das igrejas, pois prevê garantias “às pessoas jurídicas e eclesiásticas e religiosas, assim como ao patrimônio, renda e serviços relacionados com as suas finalidades essenciais”.

Indústria

Além dessas ações junto ao eleitorado evangélico, o governo petista pretende também se aproximar dos empresários e dizer a eles que as propostas de Marina Silva que propõem controle de gastos irão impedir que o governo faça novos gastos em infraestrutura nos próximos anos, provocando desemprego.

A intenção é conter o apoio financeiro dos empresários à campanha de Marina Silva e também gerar dúvida a respeito da capacidade de um eventual governo do PSB em recolocar o país no caminho do crescimento econômico.

Fonte: GospelMais

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Senadores pedem a Dilma vetos à Lei da Palmada


Senadores pedem a Dilma vetos à Lei da Palmada

ADENDO ADHT: Solicitamos aos nossos leitores que escrevam um email e telefonem para o Ministério do Gabinete da Presidencia reforçando a solicitação dos senadores para que Dilma vete os itens abaixo descritos. Os emails e telefones você pode obtê-los no link: http://www.defesahetero.org/2012/07/relacao-de-emails-de-senadores.html .


Parlamentares cobram retirada da palmada e do puxão de orelhas das práticas proibidas pela nova lei. Eles também querem excluir humilhação de “tratamento cruel”. Ministra e líder do governo vão levar pedidos à presidenta

por Eduardo Militão | 05/06/2014 08:00

A presidenta Dilma Rousseff vai analisar se veta um trecho do polêmico projeto da “Lei da Palmada”: a própria proibição à palmada. A votação no plenário do Senado, na noite de quarta-feira (4), só saiu após um acordo entre a ministra dos Direitos Humanos, Ideli Salvatti, e os líderes partidários e do governo, Eduardo Braga (PMDB-AM). Pelo acordo, o texto foi redigido de forma a permitir que, se possível, Dilma vete a expressão “sofrimento físico” do conceito de castigo físico que o projeto quer proibir. Para senadores ouvidos pelo Congresso em Foco, na prática, o veto permitiria que os pais dessem uma palmada ou um puxão de orelha na criança, nunca um espancamento. Outro desejo dos líderes é que Dilma também vete a parte que define a conduta que “humilhe” a criança como um tipo de “tratamento cruel”.

Eduardo Braga afirmou ao site que os líderes fizeram uma “recomendação” informal à presidenta da República por meio de Ideli. O líder do governo e a ministra não assumiram, porém, o compromisso de que esses trechos serão vetados por ela. “Era o único jeito de passar, né?”, disse Ideli ao Congresso em Foco. “Nós vamos ponderar com a presidenta, não vamos pedir veto. É a ponderação dela”, continuou a ministra, pouco antes de telefonar para Dilma e colocar a presidenta em contato com a apresentadora de TV Xuxa. A artista é uma das principais patrocinadoras do projeto e esteve ontem no plenário, ao lado do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e do neto dele.

A proposta, que sempre tramitou com o nome de Lei da Palmada, foi rebatizada por seus defensores, na reta final, como “Lei Menino Bernardo”, em referência ao garoto Bernardo Bodrini, de 11 anos, assassinado no Rio Grande do Sul. A polícia suspeita que a madrasta, uma amiga dela e o pai da criança foram os autores do homicídio. O projeto diz que é direito da criança ser educada sem “castigos físicos” e “tratamento cruel ou degradante”.

O texto fala de encaminhamento a cursos de orientação e a uma advertência não especificada, além de acompanhamento psicológico.

Para o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), um dos articuladores do acordo, é preciso impedir interpretações erradas do projeto. “O que é que causa ‘sofrimento físico’? Um pai dar um puxão de orelha no filho? Uma palmada?”, questionou ele ao site. Evangélico e ex-líder do PT no Senado, Walter Pinheiro (BA) disse à reportagem que vai pedir a Dilma que vete o texto indicado no acordo dos líderes com Ideli e Braga.

“Precisa dar uma clareada. O texto tem fragilidades. Botar um menino no cantinho é um castigo físico”, disse ele. Pinheiro contou que nunca bateu nem castigou nenhum de seus filhos, apesar de ter sofrido muitos “catiripapos” do pai. O petista disse que a opinião dele é a de muitos senadores, como a de toda a bancada do PMDB. O líder dos peemedebistas, Eunício Oliveira (CE), se mostrou descontente com os conceitos do projeto. “O texto diz que a mãe não pode humilhar a criança. Mas o que é humilhar?”, indagou.

Sem fé

Um dos principais opositores da proposta, Magno Malta duvida do cumprimento do acordo. Ele afirmou que “não acredita” na palavra da ministra Ideli. “Esse projeto é um capricho eleitoreiro”, disse ele. Magno afirmou que vários senadores, da oposição e da base, pediam para que ele e Kátia Abreu (PMDB-TO) votassem a favor do projeto tendo em vista um possível veto de Dilma
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Eduardo Militão

Ana Rita exibe emenda para jornalistas fotografarem: redação em tópicos facilita vetosA relatora da matéria, Ana Rita (PT-ES), admitiu que a intenção dos líderes ao fazer a mudança na forma de redação do projeto – passando de um texto corrido para um dividido em tópicos – era facilitar um eventual veto. Mas ela defende que isso não aconteça, assim como a própria Ideli Salvatti. “A lei é uma iniciativa para combater excessos”, disse Ana Rita. A deputada e ex-ministra dos Direitos Humanos Maria do Rosário (PT-RS) afirmou ao Congresso em Foco que qualquer modificação “permissiva” pode ser prejudicial.

Aloysio Nunes disse que a pressa na votação não permitiu uma análise melhor do texto e, portanto, é preciso ao menos dialogar um veto presidencial. Líder do PSDB no Senado, ele criticou a proposta chamando-a de “inócua” e “discurseira retórica”.

Ideli e Xuxa afirmaram que o objetivo não é punir os pais que dão palmadas. “O projeto não traz penalidade. É mais no sentido de acompanhamento e educação, de articular políticas públicas. É mais uma mudança de cultura do que de pena”, afirma a ministra dos Direitos Humanos. As punições já estão previstas no Código Penal e no restante da legislação brasileira.

Gritos de comemoração

Dentro do elevador, Xuxa dava gritos de alegria com a aprovação do projeto, junto com Ideli e seguranças. “A lei não ia sair”, explicou. “São nove anos [o projeto está há quatro anos no Congresso].”

A apresentadora também defendeu a lei como uma medida de prevenção à violência e às pequenas palmadas. “É mostrar que pode e deve se educar sem violência, só isso”, disse ela ao final da votação. “Ninguém vai ser preso se levantar uma palmada. Um dia, quem sabe, essas pessoas, vão saber que nem essa palmada é necessária.”

Denúncia de funcionário público

Além dos vetos em análise, o governo se comprometeu com líderes partidários a rever uma parte do texto que obriga qualquer funcionário público a denunciar violações aos direitos das crianças. Hoje, essa obrigatoriedade está restrita a profissionais de educação e saúde.

O projeto, encaminhado pelo Executivo à Câmara em 2010, também prevê tratamento especializado para vítimas de castigo.

Mais sobre infância




quinta-feira, 11 de abril de 2013

'Intolerância religiosa é ameaça à democracia', dizem autores de livro que constata 'ataque global ao cristianismo'

Publicado por Tiago Chagas em 9 de abril de 2013


A perseguição religiosa a cristãos em todo o mundo é um tema recorrente entre missionários e líderes cristãos, devido ao grande número de países quese opõem ao cristianismo por questões culturais e/ou religiosas.

Os escritores Lela Gilbert, Paul Marshall e Nina Shea, do Centro do Instituto Hudson para a Liberdade Religiosa, estão lançando o livro Persecuted: The Global Assault on Christians (em tradução livre, “Perseguição: O Ataque Global aos Cristãos”), em que abordam o tema de maneira bastante extensa.

Uma pesquisa feita pelos autores para a publicação descobriu que, os países de origem muçulmana são os piores e mais perigosos para os cristãos, sejam eles nativos ou missionários, e que o movimento social chamado de Primavera Árabe tornou essas nações ainda mais intolerantes.

Porém, em termos isolados, a Coreia do Norte ainda é o país mais repressivo ao cristianismo, de acordo com os autores, pois nenhuma religião é aceita pelo governo: “Há casos descritos em nosso livro sobre cristãos norte-coreanos sendo sumariamente executados apenas por possuir uma Bíblia”, revelou Shea.

Em 2012, a Nigéria registrou o maior número de assassinato de cristãos, de acordo com informações da Missão Portas Abertas. Esse fato é destacado pelo trio de autores em seu livro: “Durante a Páscoa passada, uma série de igrejas, lotadas de adoradores, foram bombardeadas. E isso já aconteceu várias vezes”, observou Shea.

A escritora Lela Gilbert ressalta que o nível de intolerância ao cristianismo chegou a um estágio preocupante: “O que nós, como cristãos, costumávamos chamar de ‘testemunhar’ ou ‘evangelizar’, é agora chamado de ‘proselitismo’; se tornou uma palavra suja, uma ação proibida”, pontuou Lela Gilbert.

Já Paul Marshall destacou que a ausência de liberdade religiosa é um dos indicadores de uma eventual falência da democracia: “[Nestes países] a liberdade religiosa é considerada como algo à parte, é o que as pessoas praticam no domingo, apenas [...] Mas, se você não tem liberdade religiosa todos os dias e em todas e quaisquer circunstâncias pelas quais a sociedade passa, você não terá um desenvolvimento democrático em nenhum país do mundo”, ressaltou.

Tolerância e diversidade religiosa no Brasil

Recentemente, a presidente Dilma Rousseff destacou que o Brasil é um dos países com maior diversidade religiosa, e com isso, se tornou uma “democracia que respeita” o direito ao credo.

ADENDO ADHT: Será mesmo verdade, o que Dilma afirmou? O que seria isto, que estão divulgando como cartaz da SEGUNDA PARADA GAY de Maringá-PR:


O discurso foi proferido durante a inauguração da Arena Fonte Nova, em Salvador. O estádio, que abrigará jogos das copas das Confederações e do Mundo, fica situado no bairro Nazaré, onde estão localizadas também, templos cristãos, centros judaicos e islâmicos, além de abrigar locais de culto de religiões de matriz africana, como o candomblé.

“O bairro de Nazaré tem construída toda essa capacidade imensa do Brasil de conviver com a diversidade [...] Somos um país que sabe que, se é capaz de lutar pela superação da pobreza, tem de lutar também pela superação de todas as formas de discriminação”, contextualizou a presidente.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+ com adendo feito pela ADHT.
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