COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Alemanha e Áustria: IMÃS advertem Muçulmanos a não se integrarem com a sociedade

Alemanha, Áustria: Imãs Advertem Muçulmanos a Não se Integrarem

quinta-feira, 21 de julho de 2016

O RESULTADO DA IMIGRAÇÃO ISLÂMICA PARA A EUROPA: "Os fugitivos do Estado Islâmico"

Os fugitivos do Estado Islâmico

A entrada em massa de muçulmanos na Europa – mesmo que não seja de terroristas ou de pessoas que desejem explicitamente implantar a religião de Maomé — acaba, ainda que involuntariamente, colaborando para esse fim. Isto porque seu modo de ser, trajar, com sua culinária, seus lugares de culto etc., influirão para criar a impressão: o Islã é uma força irresistível que veio para ficar. 
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O problema dos fugitivos das atrocidades do Estado Islâmico ocupa ainda hoje boa parte do noticiário nos jornais da Áustria. [foto acima]
O sonho de uma Europa sem fronteiras internas vai encontrando dificuldades cada vez maiores. Elas começam novamente a se fechar, como meio de controlar a procedência e o destino dos que entram, bem como sua autossuficiência, a própria e a de suas famílias. É um fato: o Islã está enviando um grande número de muçulmanos para a Europa com vistas a conquistá-la através de uma “invasão pacífica”, diferente das anteriores, de 1524 e de 1683, quando o Islã foi derrotado no campo de batalha.
Além do grave problema da concessão de abrigo provisório, emprego, alimentação, vestuário e assistência médica às dezenas de milhares de pessoas que chegam continuamente, entre as quais há idosos e crianças, põe-se a questão de encontrar uma solução de moradia definitiva para essas pessoas. Deve-se considerá-las como imigrantes, ou como fugitivos que desejariam voltar para suas casas tão logo os problemas que causaram sua evasão estiverem resolvidos?
Provavelmente a maioria dos refugiados preferirá permanecer na Europa a voltar para suas regiões, sempre ameaçadas por novas violências dos muçulmanos radicais.
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Militantes do “Estado Islâmico” numa ação terrorista
Causa espanto a atitude das nações ocidentais, que não cogitam na solução mais simples para todos esses problemas: neutralizar o “Estado Islâmico”. [foto ao lado]
Tal solução valeria para todos os envolvidos no conflito, tanto países quanto pessoas. Ela seria mais simples e menos onerosa, e provavelmente, a que salvaria mais vidas, embora não seja tão simples como à primeira vista possa parecer.
Evidentemente não se acaba com movimentos terroristas simplesmente derrotando-os no campo de batalha e tirando-lhes as armas. Eles se reorganizarão, encontrarão meios de adquirir novas armas e recomeçarão a luta terrorista.
É preciso tirar-lhes aquilo que é insubstituível: seus combatentes. E isto só se conseguirá por meio de uma campanha de esclarecimento das populações onde o “Estado Islâmico” faz seu recrutamento.
É verdade que é fácil dizer, mas difícil de executar, por tratar-se do tipo de luta mais complexo de ser travada: a luta no campo religioso e ideológico.
Mas não vejo outra opção.
Os governos da Europa estão dormindo sobre uma bomba relógio que tem prazo marcado para explodir: será quando o Islã sentir-se suficientemente forte para vencer uma guerra civil dentro do continente europeu. Isto, que pode parecer agora produto de uma imaginação fértil, afigura-se-me como a única explicação para esta invasão metódica e paciente que está sendo efetuada.
A Hungria, numa atitude muito compreensiva, marcou para o dia 2 de outubro próximo a realização de um plebiscito no qual perguntará à população: se ela está de acordo que a União Europeia estipule o número de imigrantes que o país deve aceitar.
Creio que poucos admitiriam a hipótese de o povo húngaro permitir que esse problema seja decidido por Bruxelas. Certamente o objetivo de tal governo é apenas deixar Bruxelas sem porta de saída para um gigantesco e muito compreensivo NÃO da Hungria.
Milhares de muçulmanos entram diariamente na Europa pela Itália, Síria, pelos Bálcãs, por onde podem. Até a Amnesty International, entidade de tendências esquerdistas bem conhecidas, estampa artigo referente ao fluxo de “imigrantes” com o seguinte título: “Não corremos o perigo de permitir que terroristas entrem em nossos países?”(https://www.amnesty.at/de/menschenrecht-qa3)
Este é verdadeiramente o grande perigo. O Islã não desistiu de seu objetivo último: conquistar a Europa e torná-la um continente islâmico.
A entrada em massa de muçulmanos na Europa – mesmo que não seja de terroristas ou de pessoas que desejem explicitamente implantar a religião de Maomé — acaba, ainda que involuntariamente, colaborando para esse fim. Isto porque seu modo de ser, trajar, com sua culinária, seus lugares de culto etc., influirão para criar a impressão: o Islã é uma força irresistível que veio para ficar.
Se a própria Igreja Católica não estivesse passando por uma terrível crise, poder-se-ia esperar o desenvolvimento de um intenso trabalho para a conversão desses muçulmanos. Mas, infelizmente, desse lado não se pode esperar a solução, do problema.
A Carta de São Paulo aos Coríntios (9,16) contém a seguinte frase: “Anunciar o Evangelho não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho!”
Isto se aplica a todos os católicos. Devemos aproveitar todas as oportunidades para fazer apostolado com aqueles que nos são próximos.
Se esse espírito for difundido entre os católicos, e especialmente no ambiente do clero, então poderemos esperar uma solução para o grave problema decorrente da invasão islâmica.
Do contrário, a Europa deixará de ser, dentro de certo tempo, um continente cristão.
FONTE: http://ipco.org.br/ipco/os-fugitivos-do-estado-islamico/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedipco+%28IPCO+-+Instituto+Plinio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Militantes ISLÂMICOS, armados, invadiram o escritório da Wycliffe, deixando os tradutores mortos, e os equipamentos destruídos!


Tradutores da Bíblia são mortos no Oriente Médio.

Militantes invadiram o escritório armados, deixando os tradutores mortos, e os equipamentos destruídos.

Sem informar o país em que ocorreu essa barbaridade, a Wycliffe tem desenvolvido um trabalho fundamental de tradução da Bíblia para línguas que ainda não foi traduzida.

Extremistas islâmicos assassinaram quatro homens que trabalhavam com a tradução da Bíblia no Oriente Médio esta semana. As informações são daWycliffe Associates, ministério de tradução das Escrituras Sagradas.

Os militantes invadiram o escritório armados, deixando dois tradutores mortos pelos tiros. Outros dois trabalhadores se colocaram à frente do tradutor chefe — que sobreviveu — e morreram na tentativa de se desviar dos golpes com armas.

Os agressores também destruíram todos os equipamentos do escritório, incluindo a máquina de impressão da Bíblia, e queimaram todos os livros e materiais de tradução que estavam no local.

Embora boa parte do material tenha sido perdida, foram poupados os discos rígidos do computador, que contêm em sua memória o trabalho de tradução de oito projetos linguísticos.

A Wycliffe Associates pediu orações pelas famílias dos tradutores assassinados. “Por favor, peça ao Senhor para curar os corações e as feridas da equipe de tradução que passou por esta provação horrível”, disse em um comunicado a líder de oração da associação, Mae Greenleaf.

Ela pediu oração pela segurança da equipe e pelo sustento, para que consigam substituir os equipamentos perdidos e prosseguir em sua missão no Médio Oriente.

“Orem comigo pelos assassinos também”, acrescentou ela. “Orem por esses, cujos corações são tão difíceis. Ore para que o Senhor abra seus olhos para o que eles fizeram. Por favor, peça ao Senhor para encontrá-los, a cada um, exatamente onde eles estão. Ore para que Ele se mostre misericordioso, que eles conheçam o Seu perdão, Seu amor e Sua paz.”

Oremos pelas famílias enlutadas e escrevam para as embaixadas do Iran, Iraque, Síria e demais países árabes muçulmanos.

FONTE: http://nascidodenovo.org/v4/news/tradutores-da-biblia-sao-mortos-no-oriente-medio/?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter


segunda-feira, 7 de setembro de 2015

O Estado Islâmico - desvendando o Exército do Terror...Jamais a humanidade esquecerá isto!

O Estado Islâmico - desvendando o Exército do Terror


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

Cristãos, yazidis e turcos estão entre os mais perseguidos pelo Estado Islâmico, grupo dissidente da Al Qaeda que ocupou grandes partes do território do Iraque e da Síria. Eles estão mirando sistematicamente homens, mulheres e crianças baseados em sua filiação religiosa ou étnica e estão realizando impiedosamente uma limpeza étnica e religiosa generalizada nas áreas sob seu controle.
​
O Estado Islâmico surgiu em 2006 depois da invasão dos EUA e seus aliados ao Iraque, com sobreviventes da Al Qaeda no país, e ganhou força entre 2011 e 2013 quando teve início a rebelião na Síria. Seu atual comandante é Abu Bakr al-Baghdad.

Quando o EI invadiu a cidade de Mosul, capital da província de Ninewah, no Iraque – conquistando uma extensão de terras equivalente ao tamanho da Grã Bretanha –, o EI possuía apenas 800 combatentes. Hoje seu efetivo é estimado pela CIA entre 20 mil e 40 mil combatentes com acesso a recursos de 2 bilhões de dólares oriundos de fontes diversas, entre as quais seqüestros, roubos e, principalmente, a exploração e venda de petróleo da refinaria de Beiji, no norte do Iraque. Segundo experts, o Estado Islâmico controla 12 campos de petróleo no Iraque e na Síria, com capacidade de produzir 150 mil barris por dia, com receitas diárias estimadas em até 3 milhões de dólares.

Cinco meses antes da queda de Mosul o presidente Barak Obama havia menosprezado o EI, tachando-o de “um bando inexperiente de terroristas”.
De onde veio o Estado Islâmico e como ele conseguiu fazer tanto estrago em tão pouco tempo?

Os Estados Unidos estiveram em guerra contra o EI por quase uma década, incluindo aí suas várias encarnações, como a Al-Qaeda no Iraq       ue, depois como Conselho Consultivo Mujahidin e, por fim, Estado Islâmico do Iraque e do Levante.

Muita coisa relativa a esse inimigo totalitário e teocrático permanece esquecida ou simplesmente pouco investigada. Debates a respeito de sua ideologia, estratégia de guerra e dinâmica interna persistem em todos os países comprometidos com a sua derrota. O EI é, na realidade, o último front em uma culminação sangrenta de uma longa disputa dentro da hierarquia do jihadismo internacional.

Examinando o EI como ele é hoje em dia, com base em entrevistas com militantes ativos (alguns já falecidos), espiões, agentes adormecidos e também suas vítimas, chega-se à conclusão de que um dos principais centros de recrutamento de militantes foram os presídios, especialmente no Oriente Médio, que serviram, por anos, como academias do terror, onde extremistas conhecidos puderam congregar, tramar e desenvolver suas habilidades de convencimento e liderança, recrutando uma nova geração de combatentes.

O EI é uma organização terrorista, mas não é apenas uma organização terrorista. É também uma máfia adepta em explorar mercados obscuros internacionais que existem há décadas para o tráfico de petróleo e armas. É um completo aparato de Inteligência que se infiltra em organizações rivais e recruta silenciosamente membros ativos antes do controle total dessas organizações, derrotando-as no campo de batalha ou tomando suas terras.
É uma máquina de propaganda eficiente e hábil na disseminação de suas mensagens e no recrutamento de novos membros através das mídias sociais. A maioria dos seus principais comandantes serviu no exército ou nos serviços de segurança de Saddam Hussein.

O EI apresenta-se para uma minoria sunita no Iraque e uma maioria sunita mais perseguida e vitimada na Síria como a última linha de defesa da seita contra uma série de inimigos – os “infiéis” Estados Unidos, os Estados “apóstatas” do Golfo Pérsico, a ditadura alauita ”Nusayri” na Síria, a unidade “rafida” e de resistência no Irã e a última satrápia de Bagdá. Estima-se que além do Estado Islâmico existam outros 450 grupos rebeldes operando na Síria.

O EI, de forma brutal e inteligente, destruiu as fronteiras dos Estados-Nação da Síria e do Iraque e proclamou-se o restaurador de um império islâmico. Tem como capital a cidade de Mosul, seu idioma oficial é o árabe, o governo é um Califado Islâmico, declarado em 29 de junho de 2014; possui uma bandeira e um brasão de armas. Já criou sua própria bandeira, tribunais, ministérios, passaportes e até placas de carros. Em novembro de 2014 criou a sua própria moeda, parte de um plano para restaurar o Califado que dominou o Oriente Médio a mais de 1.300 anos.

Abu Bakr al-Baghdadi – ungido Califa Ibraim – proclamou o fim do ISIS (em inglês Islamic State of Iraq and al-Sham) e o nascimento do Estado Islâmico no dia 28 de junho de 2014, o primeiro dia do Ramadã. A partir de então, apenas o Estado Islâmico passaria a existir, dividindo a humanidade em dois campos. O primeiro era “o campo dos muçulmanos e dos mujahidin (guerreiros sagrados) por toda a parte”; o segundo era “o campo dos judeus, dos Cruzados e seus aliados”.

O campo de treinamento do EI e de seus antecessores, na fronteira do Afeganistão com o Paquistão, que treinou os idealizadores dos ataques ao World Trade Center, tem três fases distintas de treinamento e doutrinação.

A primeira consiste em “dias de experimentação”, com a duração de 15 dias, durante os quais um recruta é sujeito à “exaustão psicológica e moral” – para separar os fracos dos verdadeiros guerreiros.

A segunda é o “período de preparação militar”, com a duração de 45 dias, durante os quais um recruta aprende como empunhar armas leves, evolui para o lançamento de mísseis portáteis superfície-ar e cursos de cartografia.

A terceira e última fase é o “curso de táticas de guerra de guerrilhas”, no qual é ensinada a teoria militar de Von Clausewitz para terroristas.

Em março de 2009, o Departamento de Defesa dos EUA mudou oficialmente o nome das operações contra o EI de “Guerra Global Contra o Terror” para “Operações Contingenciais Externas” e em maio de 2013 o presidente Obama declarou que a “guerra ao terror” havia terminado.
Sete meses depois, em janeiro de 2014, em uma entrevista à revista “The New Yorker” Obama minimizou o poder do Estado Islâmico comparando-o a um “jayvee” (equipe de esportes de estudantes terceiranistas).

Se os EUA quisessem fazer uma demonstração de força no Iraque e na Síria, poderiam expulsar rapidamente o EI de seus esconderijos. Porém, o difícil viria depois, com a provável onda de atentados e guerra assimétrica que certamente duraria anos e teria custos enormes.

Obama, dezoito meses depois, em 8 de junho de 2015, disse que sua administração “ainda não tinha nenhuma estratégia” para lidar com o Estado Islâmico. Ao que tudo indica sua administração continua “sem estratégia até hoje”. Pelo que se observa, o Estado Islâmico sim, tem uma estratégia, pois a guerra jihadista contra o Ocidente e seus aliados continua crescendo.

Em agosto de 2014, Obama declarou que a estratégia dos EUA no combate ao EI está amparada em quatro pilares: ataques aéreos, apoio aos aliados locais, esforços de contraterrorismo para prevenir ataques, e assistência humanitária contínua a civís.

Em setembro de 2014 o presidente Barak Obama em uma sessão na ONU declarou que “os países devem evitar o recrutamento e o financiamento de combatentes estrangeiros”. Segundo ele, “os EUA irão trabalhar para destruir essa rede da morte”, em alusão ao Estado Islâmico.

E prosseguiu: “Nós vamos apoiar a luta dos iraquianos e dos sírios para proteger suas comunidades. Vamos treinar e equipar as forças que estão lutando contra esses terroristas em solo. Vamos trabalhar para acabar com o financiamento deles e parar o fluxo de combatentes que se juntam ao grupo. Eu peço ao mundo que se junte a nós nessa missão”. E concluiu fazendo um apelo aos muçulmanos para rejeitarem a ideologia do Estado Islâmico.

Obama encerrou seu discurso dizendo que “as palavras que dissemos aqui precisam ser transformadas em ação...com os países e entre eles, não apenas nos dias que se seguem, mas nos anos que virão”. Uma Resolução proposta pelos EUA foi aprovada por unanimidade no Conselho de Segurança da ONU. Ao final, mais de 40 países se ofereceram para fazer parte da coalizão “anti-EI”, liderada pelos EUA.

Em junho de 2015 Obama voltou a referir-se ao EI declarando que “falta recrutar e treinar mais militares iraquianos dispostos a combater o Estado Islâmico. Não temos ainda uma estratégia completa, pois faltam compromissos dos iraquianos no que diz respeito a como é feito o recrutamento e como é que as tropas serão treinadas”.

Os EUA gastam, em média, cerca de 9 milhões de dólares por dia para combater o Estado Islâmico, e os custos totais já passam de 2,7 bilhões desde o início da campanha de bombardeios contra o EI.

Em qualquer atividade – passando pela organização e pela hierarquia -, o EI está anos-luz à frente das demais facções que atuam na região. Apresenta o que parece ser o início da estrutura de um semi-Estado – ministérios, tribunais e até mesmo um sistema tributário rudimentar -.

Nos campos de treinamento cerca de 300 crianças com idades até 16 anos recebem instrução como combatentes e terroristas suicidas no EI. Aprendem a ideologia fundamentalista e a manusear armas pesadas. Esses campos são anunciados como “Clubes de Escoteiros”.

Uma revista editada pelo Estado Islâmico, intitulada “DABIQ”, que já está na sua terceira edição, publicada em várias línguas, inclusive o inglês, apresenta o EI como a única voz muçulmana no mundo, na tentativa de cooptar estrangeiros para lutarem pelo Califado no Iraque e na Síria.

Segundo o Conselho de Segurança da ONU, somente no ano de 2014 cerca de 15 mil estrangeiros de mais de 80 países, viajaram à Síria e ao Iraque a fim de lutarem ao lado do EI e grupos terroristas semelhantes. A ONU ressaltou que o aumento nesse número ocorre em uma escala “sem precedentes”. Segundo a União Européia, mais de 5 mil europeus se uniram à jihad na Síria e no Iraque, mas segundo a Comissária Européia de Justiça, esse número “é muito subestimado”.

O Estado Islâmico foi designado como organização terrorista pelos seguintes países: EUA em 17/12/2004, Austrália em 2/3/2005, Canadá em 20/8/2012, Arábia Saudita em 7/3/2014, Inglaterra em 20/6/2014, Indonésia em 1/8/2014 e Alemanha em 12/9/2014.

Os cristãos que vivem nas áreas dominadas pelo Estado Islâmico têm apenas três opções: se converterem ao islamismo; pagar um imposto religioso (o jizya); ou morrer.

Militantes do Estado Islâmico estariam sendo contrabandeados para a Europa pelas gangues que operam no Mar Mediterrâneo, segundo um fonte do governo líbio declarou à BBC. Os extremistas são misturados aos migrantes que viajam nos barcos desde a costa africana em direção ao continente europeu, porque a Polícia não sabe quem é refugiado e quem é militante do EI, pois isso é extremamente difícil.

Em setembro de 2015, a Polícia Federal descobriu uma rede de apoiadores do Estado Islâmico em São Paulo. A descoberta assusta, ainda mais porque TERRORISMO NÃO É CONSIDERADO CRIME NO BRASIL.

Para concluir, uma análise do general Álvaro Pinheiro, em abril de 2015:
“A possibilidade do Estado Islâmico/ISIS desencadear o terrorismo nos cinco continentes, corroborada pelos recentes atentados na Bélgica, Canadá, Austrália, França e Tunísia, é encarada em todo o mundo ocidental com a máxima responsabilidade. Nesse contexto, a infiltração do EI/ISIS na área da Tríplice Fronteira no Cone Sul da América do Sul é absolutamente consensual no âmbito da Comunidade de Inteligência Internacional. Não encarar esse indício com a devida responsabilidade é mais um verdadeiro CRIME DE LESA PÁTRIA”.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

JE SUIS CHARLIE: VEJA PORQUE EM 2015 OS FRANCESES PAGARAM CARO POR NÃO TEREM REAGIDO ANTES CONTRA AS AÇÕES DE ISLÂMICOS


Muçulmanos em Campos Elízeos, França, Paris, gritando "DEGOLEMOS OS JUDEUS E A POLÍCIA NADA FEZ"

Por isto, um ano mais tarde 12 pessoas foram assassinadas por fazerem cartoons sobre Maomé. O fanatismo Islâmico já tomou conta de vários países da Europa, assista:

https://www.youtube.com/watch?v=jWlZc4tfdTo

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

CHECHÊNIA: 800.000 MUÇULMANOS PROTESTAM CONTRA CARICATURAS DE MAOMÉ



CHECHÊNIA: 800.000 MUÇULMANOS PROTESTAM CONTRA CARICATURAS DE MAOMÉ; PROTESTOS TAMBÉM NO IRÃ, PAQUISTÃO, INGUCHÉTIA, EM TODA PARTE


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Eles não estão protestando contra o assassinato de doze cartunistas pelo crime de desenhar Maomé. Eles estão protestando contra as caricaturas. E estes protestos estão crescendo em todo o mundo. Se a narrativa dominante sobre o Islã fosse verdadeira, estaríamos pelo menos assistindo algumas manifestações muçulmanas, em algum lugar, contra o assassinato dos cartunistas. Até agora nenhuma aconteceu. Mas as elites Ocidentais permanecem estúpidas e resolveram ignorar a verdade como sempre: só ontem à noite, a CNN rodou um longa-metragem “A Guerra Dentro do Islã“, onde celebridades como Daisy Khan, mulher do Imã Rauf da Mesquita Marco Zero (Ground Zero Mosque – Nova York) nos assegura que os assassinos não tinham o Islã como base. Então, por que há tantos muçulmanos que não compreendem, como estes 800.000 na Chechênia?

“Cresce a raiva em todo mundo muçulmano contra a revista Charlie Hebdo assim como centenas de milhares marcham na Chechênia e Iranianos cantam “Morte à França” (enquanto paquistaneses equivocadamente queimam a bandeira errada)”, por Ted Thornhill e Steph Cockcroft, Daily Mail, 19 de janeiro de 2015:

“Cenas de caos aconteceram hoje em todo o mundo muçulmano enquanto centenas de milhares de manifestantes queimavam bandeiras e efígies expressando raiva à revista satírica francesa Charlie Hebdo.

Os manifestantes se reuniram na praça principal do mercado em Bannu, Paquistão, cantando “Morte ao governo da França”, antes de atearem fogo a dezenas de bandeiras francesas e a uma efígie do ex-presidente francês Nicolas Sarkozy.

Enquanto a raiva aumentava, alguns manifestantes ainda atearam fogo em uma bandeira italiana invertida, que por engano, pensaram que pertencia à França.

Uma segunda efígie destruída no protesto foi dita que representava o editor da Charlie Hebdo, a revista que exposta a um ataque brutal no início deste mês, depois que dois pistoleiros mascarados jihadistas invadiram a sede em Paris matando 12 pessoas.

Cenas dramáticas vieram quando mais de 2.000 iranianos protestaram em frente à embaixada Francesa, em Teerã, gritando “Morte ao Francês” e instando a expulsão do embaixador.

Centenas de milhares de pessoas também se reuniram na região Russa da Chechênia, em meio à crescente raiva sobre a representação do profeta Maomé na publicação.

A imagem irritou muitos muçulmanos porque as representações de Maomé são amplamente consideradas proibidas no Islã. Ela também provocou protestos na Ásia, na África e no Oriente Médio, alguns dos quais, mortais.

Irã denunciou o massacre Paris, mas também condenou o novo cartoon da revista, onde o profeta segura um ‘Je suis Charlie’ sinal sob o título “Tudo é perdoado”.

Os planos para o protesto de hoje também levou o embaixador Francês a anunciar que a embaixada localizada no centro da movimentada Teerã, estaria fechada o dia todo.

Enquanto isso manifestantes marcharam pelas ruas do centro da Grósnia, soltando balões e carregando cartazes onde lia-se “Tirem as mãos do nosso amado profeta” e “A Europa só nos uniu”.

“Mais de 800.000 pessoas participaram do evento no centro da Grósnia, “disse o Ministro do Interior Russo…”

Na sexta-feira, o líder checheno Ramzan Kadyrov escreveu na sua conta oficial do Instagram que aqueles que defendiam Charlie Hebdo eram seus “inimigos pessoais”, e prometeu que pelo menos 1 milhão de pessoas iria se juntar ao protesto patrocinado pelo governo da Grósnia.

A Rússia, que tem uma grande e rebelde população muçulmana e travaram duas guerras devastadoras contra a Chechênia na década de 1990, ofereceu suas condolências à França após o ataque, mas alertou as publicações locais contra a reimpressão dos cartuns da revista Charlie Hebdo sobre o profeta Maomé.

Roskomnadzor, a agência Russa que supervisiona os meios de comunicação, enviou cartas a várias publicações locais restringindo-os de republicarem as caricaturas Francesas, e publicou um aviso às publicações de todo o país em sua página do Facebook na semana passada.

“Roskomnadzor apela a todos os meios de comunicação nacional para que escolham outros métodos quando expressarem a sua solidariedade com os seus colegas franceses mortos tragicamente, ao invés de inflamar as tensões sectárias na sociedade Russa”, disse o comunicado.

De acordo com agências de notícias Russas, 15.000 pessoas se uniram à semelhante manifestação na região vizinha da Inguchétia, no sábado.

Em Teerã, o protesto – organizado por estudantes, mas com a participação de todos os grupos de idade – recebeu um forte esquema de segurança com cerca de 150 policiais Iranianos, mas apesar de barulhento transcorreu pacificamente depois de duas horas. …

Tradução: Sebastian Cazeiro (Muhammad e os Sufis)

Fonte: https://tiaocazeiro.wordpress.com/tag/terrorismo-islamico/

Imigrantes Muçulmanos Quebram e Urinam na estátua da Virgem Maria na Itália


Imigrantes (Islâmicos) atacaram Cristãos locais na Perugia e depois quebraram e urinaram na estátua da venerada Madonna(Maria).

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Raymond Ibrahim relatou:

ITÁLIA: MUÇULMANOS DESTROEM E URINAM EM ESTÁTUA DA VIRGEM MARIA


Sexta-feira, 9 de Janeiro. Um homem estava ajoelhado em oração diante da estátua da reverenciada Madona, com a fotografia de um ente querido na mão, na pequena capela de São Barnabé em Perugia (Itália), quando foi atacado por cinco “imigrantes”.
A primeira coisa que fizeram foi arrancar a foto de suas mãos.
Em seguida, eles desencadearam o ódio deles contra a imagem da Virgem Maria. Eles quebraram a estátua em pedaços e depois urinaram sobre ela.
Don Scarda, pastor de São Barnabé disse que o evento foi conduzido por cinco “estrangeiros”. No momento em que a polícia chegou à capela, os atacantes não identificados já haviam fugido.
O incidente causou rebuliço entre os habitantes locais. Alguns criticaram o Papa Francisco, que é acusado de apaziguar imigrantes – em sua maioria muçulmanos – e até extremistas selvagens.
Antes ele havia dito que “Migrantes, através de sua própria humanidade, valores culturais, expandem o senso de fraternidade humana.”
Embora a Diocese tenha condenado o ato de sacrilégio contra a estátua da Madona, também seguiu o exemplo do Papa, absolvendo o Islã de qualquer responsabilidade pelo que aconteceu. Nas palavras do Monsenhor Paolo Giulietti, o bispo auxiliar de Città della Pieve, perto de Perugia:
Para o Islã, a figura de Maria é muito importante: ela é a mãe do Profeta Jesus concebido em virgindade, e a Virgem Maria é a mulher mais santa. Os muçulmanos rezam nos santuários Marianos do Oriente Médio. Nós não podemos ver neste ato de vandalismo – que, como eu disse está errado em todos os sentidos – um episódio de ódio religioso. É importante não alimentar suspeita mútua, especialmente neste momento.
Enquanto isso, o Papa Francisco exortou os Católicos e os Ocidentais em geral para que se abstenham de insultar outras religiões, ou seja, o Islã: “É normal, é normal [a violência]. Não se pode provocar não se pode insultar a fé dos outros. Não se pode ridicularizar a religião dos outros”, afirmou o Papa Francisco.
Ele fez estas declarações em 16 de janeiro, aparentemente em referência ao massacre na revista Charlie Hebdo, quando os muçulmanos armados mataram uma dúzia de não-muçulmanos por trabalhar para uma revista satírica que havia zombado do profeta islâmico Muhammad.
Resta saber se o Papa chamaria de “normal” caso algum dos membros do seu próprio rebanho resolvesse assassinar aqueles que urinaram sobre a estátua da Virgem?
Graças ao financiamento de vizinhos, a imagem profanada pode ser restaurada e recolocada em seu local original. Centenas de católicos participaram naquele dia em um rosário de alívio.
[Source: Alerta Digital]
Tradução: Sebastian Cazeiro 
Fonte: https://tiaocazeiro.wordpress.com/tag/terrorismo-islamico/

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Enigmático silêncio sobre o calvário de cristãos e apoio à revolução social

Enigmático silêncio sobre o calvário de cristãos e apoio à revolução social      


Hélio Dias Viana

Cena da gravação de um vídeo na qual o grupo terrorista nigeriano Boko Haram assume diversos atentados contra cristãos e promete ainda mais derramamento de sangue em nome do Islã. No centro da foto, o líder terrorista Abubakar Shekau também manifestou apoio aos guerrilheiros do Estado Islâmico.
Cena da gravação de um vídeo na qual o grupo terrorista nigeriano Boko Haram assume diversos atentados contra cristãos e promete ainda mais derramamento de sangue em nome do Islã. No centro da foto, o líder terrorista Abubakar Shekau também manifestou apoio aos guerrilheiros do Estado Islâmico.

A Agência católica de notícias Fides distribuiu em 20 de novembro uma nota recebida da Nigéria do Pe. Gideon Obasogie, responsável pelas comunicações sociais da diocese de Maiduguri, cujo território compreende os estados de Borno, Yobe e algumas zonas do estado de Adamawa. O Pe. Gideon faz, na referida nota, um balanço das destruições causadas pelo grupo terrorista islâmico Boko Haram naquela diocese após a tomada da cidade de Mubi.

Mais de 2.500 católicos foram mortos e 100.000 evacuados (entre estes últimos, 26 dos 46 padres que trabalham na diocese, 200 catequistas e mais de 20 religiosas); mais de 50 paróquias destruídas, algumas delas diversas vezes; 40 outras paróquias foram abandonadas e ocupadas pelo grupo terrorista; quatro dos cinco conventos existentes foram também abandonados. Ele menciona ainda o sequestro, largamente noticiado pelos jornais, de mais de 200 moças.

Todavia mais grave, um grande número de católicos foi obrigado a se converter (ou antes, a se perverter) ao islã contra a própria vontade. O sistema escolar foi destruído, principalmente porque as diversas escolas foram transformadas em centros de acolhimento dos evacuados.

O Boko Haram já conquistou até agora as seguintes 32 cidades:
No estado de Borno, Gomboru Ngalla, Bama, Gwoza, Maffa, Abadam, Askira Uba, Dikwa et Marte, para não citar senão os centros mais importantes. A capital, Maiduguri, está completemente cercada pelo Boko Haram, exceto a estrada que conduz a Damaturu. No estado de Adamawa, Madagali, Michika, Mubi, Gulak, Kaya, Shuwa, Bazza, Yaffa, Betso, Mishara, Vimtim, Muchalla, Kala’a, Maiha e Mataka. No estado de Yobe, Buni Yadi, Gujba, Gulani, Kukuwa, Bularafa, Buni Gari, Bara, Bumsa e Taltaba.

Ora, todos esses católicos africanos foram também remidos pelo sangue infinitamente precioso de Nosso Senhor Jesus Cristo e gozam a este título do inalienável direito de serem socorridos pelos seus Pastores, os quais devem estar dispostos a dar a própria vida pelas suas ovelhas. Mas não é infelizmente o que se vê, antes o contrário.
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Vaticanistas de renome — Sandro Magister, por exemplo — têm comentado o contraste entre o silêncio da Santa Sé em relação ao direito à vida de cristãos perseguidos por muçulmanos (tome-se o caso da mãe de família paquistanesa Asia Bibi [foto], condenada à morte por ter supostamente “blasfemado” contra Maomé) e a sua loquacidade quando se trata de defender direitos menos fundamentais, como o de acolher imigrantes africanos ilegais que chegam de barco à Europa. Quando não, oh dor!, de apoiar grupos revolucionários de inspiração marxista, negadores dos direitos mais básicos e desejosos de destruir a ordem socioeconômica vigente.

Foi o que aconteceu entre os dias 27 e 29 de outubro p.p. no Vaticano, por ocasião do Encontro dos Movimentos Sociais promovido pelo Pontifício Conselho Justiça e Paz e pela Pontifícia Academia de Ciências. O evento [foto abaixo], que reuniu 150 militantes de 80 países, contou com o apoio do Papa Francisco, que o prestigiou com sua presença e com fogosas palavras de encorajamento. O expoente máximo brasileiro, que fez uso da palavra, foi o conhecido agitador marxista João Pedro Stédile, que não titubeou em declarar depois que o discurso do Papa havia sido mais esquerdista do que o dele. A prestigiosa revista Catolicismo publicará na sua edição de dezembro uma ampla reportagem sobre o assunto.
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Diante do quadro apocalíptico dos católicos nigerianos acima descrito (2.500 mortos, 100.000 evacuados, 34 cidades tomadas etc.), o momento não seria mais oportuno para que, em vez de receber agitadores marxistas e apoiar a sua revolução social e global contra o modelo capitalista e a propriedade privada, alguém como o cardeal Peter Turkson (oriundo ele próprio do continente negro e presidente da Pontifícia Comissão Justiça e Paz), lançasse, e pedisse ao Pastor Supremo que também o fizesse, um firme apelo aos chefes de Estado e às diferentes entidades e personalidades do mundo inteiro em favor de uma cruzada em defesa desses católicos desvalidos.

Mas as mentes de nossos supremos dirigentes espirituais parecem estar bem distantes desta e de outras medidas visando à preservação dos nossos mais elementares valores. Cumpre neste sentido lembrar que no início do mesmo mês de outubro, durante o Sínodo dos Bispos sobre a família realizado em Roma sob os auspícios do Papa Francisco, tentou-se mudar a doutrina perene de Nosso Senhor Jesus Cristo em relação ao homossexualismo e ao adultério. Ao saber disso, um bispo africano literalmente chorou, dizendo que mal podia imaginar a dimensão do desastre que essa eventual mudança causaria nos católicos da África.

E tinha sobradas razões para chorar. Como a têm, diante da desolação suprema que grassa na Santa Igreja, todos os católicos dignos deste nome. Estes devem chorar como esse prelado africano chorou e como deveriam chorar todos os prelados, sacerdotes e religiosos diante do silêncio que paira sobre a perseguição anticatólica e o apoio que é dado a movimentos marxistas. E pedir, confiantes, a urgente intervenção a um só tempo misericordiosa e justiceira de Deus.
                     

1 comentário para Enigmático silêncio sobre o calvário de cristãos e apoio à revolução social

  1. Paulo Kelson Freitas, Manaus.
    1 de dezembro de 2014 à 12:27
    #FranciscoNãoMeRepresenta!
    Francisco cometeu heresia ao rezar em direção a Meca na mesquita turca, já não basta o absurdo sobre sua exortação aos neocomunistas dos movimentos ‘populares’, agora acenou para religião do anticristo, já que em referência ao 1 João 2, 22, o Islão nega que Jesus é Deus e Filho, Francisco ofendeu os mártires pela Jihad em desde Maomé até hoje.
    E a História revela que Maomé era um carniceiro e (até pedófilo: se ‘casou’ com Aisha quando ela tinha apenas nove anos.) A doutrina do Islão é implantar a Sharia no mundo e a Jihad é seu principal meio. Alguns trechos do Alcorão:
    4:101 “… os incrédulos; em verdade, eles são vossos inimigos declarados”.
    4:74,76 “Que combatam pela causa de Deus aqueles dispostos a sacrificar a vida terrena pela futura, porque a quem combater pela causa de Deus, quer sucumba, quer vença, concederemos magnífica recompensa. Os fiéis combatem pela causa de Deus; os incrédulos, ao contrário, combatem pela do sedutor. Combatei, pois, os aliados de Satanás, porque a angústia de Satanás é débil”.
    4:89 “Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Deus. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor”.
    5:54 “Ó fiéis, não tomeis por confidentes os judeus nem os cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por confidentes, certamente será um deles; e Deus não encaminha os iníquos”.
    O islamismo não é da paz:
    Queremos lembrar ao leitor que só vamos usar os escritos mais antigos, autoritários e de origem Islâmica em apoio à nossa tese. A primeira biografia do profeta Mohamed foi escrita por Ibn Ishaq, no segundo século da era Islâmica e mais tarde foi editado por Ibn Hisham, no terceiro século. Este trabalho foi traduzido para o Inglês sob o título A vida de Muhammad, por A. Guillaume e publicado pela Oxford University Press em 1955. Os relatos a seguir são alguns dos ditos e ações do profeta Mohamed e de seus companheiros íntimos encontrados nesta biografia.
    O primeiro da série de assassinatos que o profeta ordenou foi o de um velho Judeu chamado Ibnu’l-Ashraf. Seu crime foi escrever poesia contra os Muçulmanos. “O apóstolo disse: ‘Quem vai me livrar de Ibnu’l-Ashraf?”. Um de seus seguidores se ofereceu e disse: “Vou cuidar dele para você, Ó apóstolo de Deus, eu vou matá-lo”. E o profeta respondeu dizendo: “Faça isso, se você puder”. O profeta também explicitamente deu a seus assassinos permissão para mentir e usar de artimanhas para realizar sua missão. O registro continua a descrever como os seguidores do profeta enganaram o velho fora de sua casa no meio da noite e o atacaram com espadas e punhais, assassinando-o brutalmente. Depois de completar sua missão, os seguidores retornaram relatando ao profeta que “haviam matado o inimigo de Deus”. O autor conclui este incidente escrevendo: “Nosso ataque contra o inimigo de Deus lançou terror sobre os Judeus, e não houve Judeu em Medina que não temesse por sua vida” (pg. 367-368).
    Em outro famoso incidente com o povo Judeu, depois de já ter expulsado duas tribos Judaicas da cidade de Medina, o profeta orquestrou a execução de todos os machos adultos da ultima tribo de Judeus da cidade e a tomou todos os bens, as mulheres e crianças. As fontes Muçulmanas dizem que o número de Judeus foram decapitados em um dia foi entre 600 a 900 (P. 464).
    Fonte: http://www.answering-islam.org/portugues/terrorismo/islaviolencia.html
    Bento XVI que me representa! Francisco deveria ser excomungado!
    Aparição de La Sallete, reconhecido pela Igreja avisou, todo católico não é obrigado acreditar, mas eu acredito:
    “Roma perderá sua fé e se tornará sede do Anticristo.
    Os demônios do ar, junto com o Anticristo, farão grandes prodígios na terra e nos ares. E os homens se perverterão cada vez mais. Deus tomará sob seus cuidados os fiéis servidores e os homens de boa vontade, o Evangelho será pregado por toda parte, todos os povos e todas as nações terão conhecimento da verdade.”
    http://aparicaodelasalette.blogspot.com.br/p/o-segredo-de-la-salette-completo-em.html

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Crianças cristãs torturadas pelo Estado Islâmico buscam abrigo na Turquia

Crianças curdas, maioria cristã, foram espancadas por membros do EI

Fonte: Portas Abertas | 11/11/2014 - 08:00
Crianças cristãs torturadas pelo Estado Islâmico buscam abrigo na Turquia

O profeta Jeremias parece descrever no livro de Lamentações 1.16 o que acontece na Síria, hoje. A Human Rights Watch informou que mais de 150 crianças curdas (maioria cristã) foram espancadas por membros do EI e obrigadas a assistir a vídeos de decapitações durante seis meses. Reféns só foram libertados após completarem a "educação religiosa".

Os meninos disseram que não receberam explicações para a libertação, exceto a de que a "educação religiosa" tinha acabado. As últimas crianças liberadas estão agora buscando abrigo na Turquia, segundo a organização de direitos humanos.

Os sequestradores, que vieram da Síria, Jordânia, Líbia, Tunísia e Arábia Saudita, teriam dito às crianças mais velhas que dessem o endereço de parentes, ameaçando: "Quando nós formos a Kobane, vamos pegá-los e cortá-los em pedaços”.

Outras crianças curdas e adultos ainda estão em cativeiro, segundo a ONG. O Estado Islâmico também é acusado de manter cerca de dez reféns ocidentais, incluindo jornalistas estrangeiros.

O grupo conquistou territórios do Iraque e da Síria, e seus combatentes mataram ou expulsaram os muçulmanos xiitas, cristãos e outros integrantes de comunidades que não compartilham a interpretação estrita do Alcorão.

As crianças relataram que eram forçadas a rezar cinco vezes por dia e que eram submetidas à educação religiosa intensa. “Aqueles que não estavam em conformidade com o programa foram espancados. Eles nos batiam com uma mangueira verde ou um cabo grosso. Também bateram nas solas dos nossos pés", contou um dos meninos. "Algumas vezes, encontravam motivos para nos espancar sem razão. Eles nos fizeram decorar trechos do Alcorão e batiam em quem não conseguia aprendê-los”.

O papel da Igreja Perseguida na Síria é resistir à perseguição crendo que Deus está no controle; o nosso papel como família da fé é orar pelos cristãos perseguidos identificando-nos com eles e crendo que Deus responde ao clamor de seus filhos.

Pedidos de oração

- Peça a Deus que use de misericórdia para com seu povo e proteja cada família, em especial as crianças.

- Clame pelo fortalecimento da Igreja a fim de que possa liberar perdão aos perseguidores e permanecer firme na fé em meio à situação tão cruel e adversa.
   


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Crianças curdas, maioria cristã, foram espancadas por membros do EI
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É incrível como homens se esforçam tanto para provarem teorias até mesmo ridículas, mas quando se trata de entender a Palavra de Deus e coisas referentes a Ele preferem ficar ignorantes e não fazer nenhum esforço para encontrar a verdade.



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