COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sábado, 11 de julho de 2015

RESPOSTA AO JORNAL CORREIO DO BRASIL, PELO ARTIGO DELES: "O diabo e os evangélicos"

Devemos aplaudir a coerência do Pastor Silas Malafia, Assista!

Resposta aos comentários de Jota Ferreira e Meli Garcia, postados nos comentários do artigo do Jornal "Correio do Brasil" em com o título: "O diabo e os evangélicos", no link:  http://correiodobrasil.com.br/o-diabo-e-os-evangelicos/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=b20150711 e aqui a cópia: https://archive.is/S0udf .

Primeiramente, parabéns, irmãos, pela aula dada sobre cidadania para este comunista psicopata, autor desta matéria. 

Porém preciso comentar o que disseram e bem como o comportamento do jornalista e do Diretor de Redação do Jornal Correio do Brasil: Irmãos Jota Joel e Merli Garcia, não são apenas os batistas e presbiterianos que não fazem isto. Jogar pedras em criança ninguém faz, nem membros de outras religiões de origem cristã. 

Veja o pronunciamento do Pastor Pentecostal Silas Malafaia aqui: https://youtu.be/Toj16CGqYCk 


e ele, como Presidente do Conselho de Pastores do Rio de Janeiro, e cristão influente que tem sido chamado inúmeras vezes para falar no Congresso Nacional, gravou um novo vídeo sobre o fato publicado como intolerância evangelica, condenando o ato citado, veja: https://youtu.be/m4cQNFOHf2U. 


Agora veja a PARCIALIDADE DO AUTOR DESTA MATÉIRA neste segundo vídeo. Porém, se suas inferências é sobre expulsão de demônios estão enganados. Todo cristão verdadeiro discipulo de Jesus faz o que ele fez. E Jesus expulsou demônios de várias pessoas e até de um menino. E mandou que todo discipulo dele fizesse isso. Leia os evangelhos. Agora preciso lhes passar outra informação que os irmãos provavelmente não perceberam, mas eu percebi e já condenei as atitudes deste e outros em artigos anteriores, através de artigos endossados pelo responsável pela Redação que já deixou claro o uso de ideologias esquerdistas(comunistas) contra nossa democracia. A maioria das matérias editadas por ele, ou mente, como é costume de grande parte dos comunas fazer ou distorce a verdade. Como pastor Presbiteriano que sou, e como ex-pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular que fui, depois como pastor fundador da Igreja Renascer em Cristo e do Orfanato da Fundação Renascer em Franco da Rocha e da Igreja Presbiteriana Independente de Caieiras também, cidades que vivemos a situação de várias famílias que deixaram a prática da umbanda, candomblé (macumba) e que se converteram a Cristo. Sendo um deles pai de santo e tendo um "terreiro" funcionando em sua casa pediu-me para ir lá quebrar as imagens do centro que funcionava na casa dele, mas não concordei. Disse que ele tomasse as providências de eliminar o que ele não desejava mais, as imagens e todos os apetrechos relativos a sua antiga religião. A pessoa que teve a liberdade de comprar qualquer apetrecho religioso tem a liberdade de jogar fora, de destruir ou de fazer o que quiser com o que não mais lhe serve pois "Deus é Espírito e importa que os verdadeiros adoradores o adorem em espírito e em verdade", disse Jesus, em João 4.24. E idolatria é pecado, segundo a Bíblia. É preciso os cristãos terem sabedoria em suas atitudes pois o alvo de reportagens como esta e outros por mídias esquerdistas não é divulgar o fato em si mas descredibilizar todo o segmento à que a pessoa pertença exceto os segmentos que interessam ao autor do texto defender. É o cúmulo este jornalista colocar todos os evangélicos, mesmo os pentecostais, meus irmãos, no mesmo contexto. NOTE QUE EM TODO O TEXTO ELE NÃO MOSTRA UMA PROVA SEQUER DO QUE ESCREVEU, NOTARAM ISTO? Este é o chamado "jornalismo marron". Acusa falsamente sem provas e depois o acusado tem que se virar para desfazer a acusação, mesmo tendo leis que criminaliza esta atitude no Brasil. Mesmo o caso da menina que foi atingida por uma pedra, o Pr. Silas Malafaia já esclareceu antes através até de vídeo e ela não foi atingida por pedra jogada por nenhum cristão. Se informe melhor, Sr. Rui Martins, antes de vir destilar seu veneno contra pessoas inocentes aqui e colocar no saco "sujo" de suas intenções os "evangélicos" brasileiros, mesmo os pentecostais. Ele creem da mesma forma que os Batistas e Presbiterianos, irmã Meli Garcia. Não desmereça a fé dos pentecostais. Veja que são eles que são os que mais evangelizam. Os batistas tradicionais precisam aprender com eles. Este papo de que "crentes" agrediram é papo de comunista que usam os mecanismos da ideologia de Antonio Gramsci para colocar os evangélicos tradicionais contra os pentecostais e aí fica do jeito que o Diabo gosta. Não entre nesta minha irmã. Fique mais atenta. Deus te abençoe.
Rev. Dr. Alberto Thieme.

Blog: www.defesahetero.org
Twiter: @defesahetero
Email: defesa_hetero@yahoo.com


terça-feira, 26 de maio de 2015

INCRÍVEL ISTO:"Em mesquita, Brasil celebra primeiro lugar em liberdade religiosa"

Em mesquita, Brasil celebra primeiro lugar em liberdade religiosa

Brasil está na frente dos Estados Unidos em liberdade religiosa, de acordo com o Centro de Pesquisa Pew

Julio Severo
O Brasil perdeu a copa mundial de futebol no ano passado, mas pelo menos está sendo celebrado por alcançar o primeiro lugar em liberdade religiosa no final de abril, de acordo com um estudo recente do Centro de Pesquisa Pew, numa reportagem do Serviço Noticioso Religioso.
Encontro ecumênico na Mesquita Brasil
Em 29 de abril, a maior e mais antiga mesquita da América Latina, a Mesquita Brasil, reuniu uns 700 líderes para sua Celebração de Liberdade Religiosa onde muçulmanos, adeptos de religiões afro-brasileiras, mórmons, Sikhs, espíritas, judeus, católicos, protestantes e adeptos do Rev. Moon jantaram lado a lado para comemorar a posição do Brasil como líder em liberdade religiosa. O tema foi “Brasil uma voz para o mundo.”
Entre os 25 países mais populosos, o Brasil está no primeiro lugar em liberdade religiosa, até mesmo na frente dos Estados Unidos, de acordo com um estudo do Centro de Pesquisa Pew.
O xeique Abdel Hammed Metwally, líder religioso da Mesquita Brasil, disse: “Esta será a primeira de muitas reuniões.” Ele frisou que o evento mostrará ao “mundo como o Brasil sobressai em posição de líder, tolerando e pacificamente acomodando os credos mais diversos.”
Entre os palestrantes estava o Élder D. Todd Christofferson, membro do Conselho dos Doze Apóstolos da Igreja de Jesus Cristo dos Últimos Dias (mórmon). Ele disse: “Incentivo vocês a se apegarem com firmeza às liberdades que vocês forjaram em seu país e assumir uma liderança corajosa na promoção da liberdade religiosa no mundo inteiro.”
Sobre o primeiro lugar do Brasil em liberdade religiosa, a Fundação de Fé Tony Blair (FFTB) disse:
“O nível elevado de liberdade religiosa no Brasil é notável enquanto o país comprovadamente passa por uma das mudanças religiosas mais dinâmicas do mundo hoje, sem nenhum conflito religioso ou sectário. À luz de pesquisas recentes que mostram que a religião está crescendo mundialmente, o exemplo brasileiro é digno de frisar e compreender, especialmente quando dia a dia testemunhamos casos no mundo inteiro do papel da religião em situações de conflito. O Brasil é excepcional em termos de liberdade religiosa. Entre os 26 países mais populosos do mundo, o Brasil tem as restrições mais baixas à liberdade religiosa. O Brasil tem restrições mais baixas, aliás, do que o Reino Unido e os Estados Unidos, onde as restrições estão aumentando.”
A FFTB também disse sobre o Brasil, “não tem havido incidentes registrados de hostilidade por causa de conversões ou proselitismo.”
O Brasil tem a maior população católica do mundo, mas a liberdade religiosa não era uma tradição brasileira por muito tempo. Enquanto nos EUA, a maior nação protestante do mundo, os católicos gozavam de liberdade significativa nos séculos XVII e XIX, no Brasil os protestantes não gozavam de mínima ou nenhuma liberdade. Até mesmo no século XX, os protestantes eram perseguidos no Brasil, e essa perseguição não era meramente críticas, mas perseguição física e econômica.
O fato de que o Brasil foi congratulado por uma distinção suposta de tolerância pacífica e liberdade religiosa é muito estranho, e mais estranho quando tal distinção é celebrada numa mesquita.
Na década de 1990, sob o presidente marxista Fernando Henrique Cardoso, o Ministério da Educação instruiu as escolas do Brasil a lidar com a feitiçaria, ou religiões afro-brasileiras, como mera “cultura” inofensiva.
Na década passada, sob o governo socialista de Lula, o governo brasileiro avançou esse conceito, ao tratar os adeptos da feitiçaria como “minorias oprimidas” e ao tratar a pregação cristã contra a feitiçaria como “crime de ódio.” As religiões de feitiçaria são em grande parte da Umbanda e Candomblé.
A pregação cristã tradicional contra a feitiçaria começou a ser rotulada de “perseguição” contra “minorias oprimidas,” e os líderes de feitiçaria tiveram permissão de acompanhar a delegação brasileira na ONU para expressar suas denúncias contra a “opressão” dos evangélicos brasileiros contra os adeptos da Umbanda e Candomblé.
As denúncias principalmente foram feitas por Ivanir dos Santos, um pai-de-santo do Rio de Janeiro. Ivanir denunciou na ONU “um novo tipo de perseguição religiosa no Brasil, que tem como alvo os terreiros de candomblé e os praticantes de cultos africanos, em atos provocados por neopentecostais.” O Brasil, disse ele, “é o único país que mantém o culto trazido pelos escravos e essa prática tem de ser defendida.”
A “opressão” denunciada por ele consiste em grande parte de evangélicos em programas de TV onde ex-adeptos da Umbanda e Candomblé deram testemunho sobre suas experiências passadas na feitiçaria e como Jesus Cristo os havia liberto, principalmente de espíritos demoníacos.
Não eram testemunhos de adeptos da Umbanda e Candomblé sendo assassinados por evangélicos, especialmente da linha renovada, pentecostal e neopentecostal, mas testemunhos deles sendo transformados por Jesus Cristo.
Esses programas de TV têm sofrido censura. No ano passado, vídeos do YouTube contendo testemunhos de ex-adeptos das religiões afro-brasileiras que hoje são pentecostais foram removidos por ordem judicial, por incitação de Ivanir dos Santos. Em sua decisão, o juiz declarou que os testemunhos deles não eram contra uma religião, mas contra uma “cultura.”
Essas perseguições judiciais não são apenas contra pentecostais.
Em 1998, um juiz no estado da Bahia havia ordenado o confisco de um livro escrito pelo padre católico Jonas Abib, em que ele condena a feitiçaria como imoral, conforme reportagem de LifeSiteNews, que disse:
“O livro ‘Sim, Sim! Não, Não! Reflexões de Cura e Libertação’ adverte os leitores contra os perigos do ocultismo, inclusive as religiões afro-brasileiras conhecidas como ‘espiritualismo.’ De acordo com o site do Pe. Abib, o livro já teve 81 reimpressões e vendeu mais de 400 mil exemplares. ‘Pe. Jonas, assim como Paulo, ousadamente denuncia as obras das trevas, levando o leitor a se conscientizar sobre o controle da mente, a ioga, a astrologia, a magia e a evocação dos mortos, revelando a verdade sobre as obras das trevas, com as quais é preciso romper urgentemente,’ diz um resumo do livro postado no site dele. O promotor público Almiro Sena, porém, acusa Abib de ‘fazer declarações falsas e discriminatórias sobre o espiritismo e sobre as religiões da África, como a Umbanda e o Candomblé, assim como incitação flagrante à destruição e desrespeito a seus objetos de culto.’ Ele acrescentou que a violação é mais grave porque ‘a Constituição estadual [da Bahia] diz que é obrigação do Estado preservar e garantir a integridade, respeitabilidade e permanência dos valores das religiões afro-brasileiras.’”
O governo passado de Lula e o atual governo de Dilma Rousseff (ambos os governos mais socialistas da história do Brasil) tinham e têm políticas ativas para proteger as religiões afro-brasileiras como “cultura” herdadas de escravos africanos. Enquanto as tradições católicas e protestantes estão cada vez mais sendo banidas das escolas e outros locais governamentais porque o Estado é “laico,” as religiões afro-brasileiras e suas práticas estão fazendo incursões, com assistência estatal, nas escolas e outros lugares, de forma privilegiada. Pois o Cristianismo é religião, e as religiões afro-brasileiras são “cultura.”
Com tais proteções estatais, até os negros brasileiros são proibidos de criticar os deuses afro-brasileiros, conforme relatado por mim no WND:
“No Rio, um pastor pentecostal levou um criminoso a Jesus e o convenceu a se entregar à polícia. O Pr. Isaías da Silva Andrade acompanhou o ex-criminoso à polícia e quando lhe perguntaram como a vida dele havia sido transformada, o pastor respondeu que o ex-criminoso vivia sob a influência de demônios das religiões afro-brasileiras que o inspiravam a se envolver com conduta criminosa, mas agora ele encontrara salvação em Jesus. Por causa desse relato inocente, o Pr. Isaías está agora sofrendo ações criminais por discriminação contra a ‘cultura’ afro-brasileira! Se condenado, ele cumprirá sentença de dois a cinco anos de prisão.”
Como filho de uma ex-líder de Umbanda que aceitou o Evangelho de Jesus Cristo, não vejo problema em falar a verdade sobre a feitiçaria que vem da África. Aliás, os brasileiros se lembram, quando não existia a ameaça de censura racial politicamente correta, dos escândalos regulares noticiados pelos meios de comunicação de pais-de-santo envolvidos em muitos sacrifícios de crianças.
No passado, os jornais eram livres para noticiar e denunciar sacrifícios de crianças nas religiões afro-brasileiras. Você pode encontrar notícias antigas sobre esses crimes envolvendo estupros e assassinatos de crianças cometidos por pais-de-santo. Mas hoje em dia, sob o olho monitorador do Estado, só reportagens bajuladoras são permitidas, tais como “religião” oprimida, religião “ameaçada,” etc.
Hoje, a mídia brasileira não mais noticia sobre pais-de-santo que sacrificam crianças. E não quer falar sobre outros crimes relacionados.
Quando o pastor pentecostal Francisco de Paula Cunha de Miranda foi morto a facadas por um pai-de-santo em 2008, a imprensa brasileira permaneceu em silêncio.
Miranda, de 47 anos, foi assassinado no Rio Grande do Sul. Ele era negro (e não pode, nem depois de sua morte, ser acusado de “racismo”) e estava no 33º dia de jejum de uma campanha de oração quando o pai-de-santo Júlio César Bonato, sob possessão da entidade “cultural” exu caveira, saiu do terreiro em pleno ritual para ir até o pastor.
O pai-de-santo voltou a seu ritual com sua faca ritualística ensanguentada.
O pastor, que estava bem fraco devido ao longo jejum, foi morto a golpes de faca.
A imprensa brasileira permanece em silêncio sobre esse assassinato horrendo até hoje.
Em 2010, um grupo de adeptos da Umbanda matou a facadas outro evangélico, Nilton Rodrigues, de 34 anos, e feriu outros, inclusive um pastor evangélico, João Carlos de Oliveira. De novo, a imprensa brasileira ficou em silêncio.
Estou preocupado que a proteção especial às religiões afro-brasileiras possa ter sido fortalecida por Condoleezza Rice, uma famosa filha de um pastor presbiteriano americano. Em 2008, ela foi ao Brasil para fortalecer as raízes das religiões afro-brasileiras. O exemplo dela mostra que as religiões afro-brasileiras são agora um interesse internacional.
Como no caso da homossexualidade, a mera crítica à bruxaria é tratada como “preconceito, discriminação, intolerância,” etc. Agora, até livros católicos criticando a bruxaria são proibidos.
As práticas afro-brasileiras que sempre foram vistas como feitiçaria pela sociedade brasileira estão cada vez mais sendo protegidas pelo governo e mídia do Brasil. E o Cristianismo e seus valores estão cada vez mais perdendo proteção e até sendo atacados por eles.
A sodomia, que tem sido exaltada e recebido a condição de um direito humano especial pelo governo socialista brasileiro, é em grande parte praticada pelas religiões afro-brasileiras, onde seus deuses e espíritos seduzem e levam seus adeptos, especialmente seus sacerdotes, à prostituição, inclusive a homossexualidade.
O que tem sido designado de “liberdade religiosa” no Brasil é meramente as elites socialistas seguindo tendências politicamente corretas, especialmente dos EUA, onde a homossexualidade é agora culturalmente santificada e direitos cristãos são subordinados aos caprichos homossexualistas. O Brasil está seguindo essa tendência. A homossexualidade é agora incriticável no governo e mídia do Brasil.
Junto com a homossexualidade, o islamismo é agora a nova tendência incriticável no Brasil.
A celebração numa mesquita do Brasil como campeão de “liberdade religiosa” mostra que o Brasil está seguindo com total submissão as tendências esquerdistas dos EUA. E se os EUA não estão no primeiro lugar em tal “liberdade religiosa,” por que o Brasil? Pode um discípulo estar acima de seu mestre?
Tente criticar o islamismo no Brasil. Em 2009, quatro jornalistas muçulmanos fizeram queixas contra mim no Ministério Público Federal por causa de textos em meu blog criticando o islamismo.
Queixas também foram feitas por militantes homossexuais e adeptos da bruxaria contra meu blog.
Esta é a liberdade religiosa do Brasil.
O evento numa mesquita do Brasil celebrando o suposto primeiro lugar do Brasil em liberdade religiosa é bom para o islamismo e é bom para a bruxaria brasileira.
Mas não é bom para os cristãos que são ex-adeptos dessas religiões, os quais sofrem discriminação, repressão e censura por dizerem a verdade sobre seu sofrimento nessas religiões.
O Brasil está sendo lançado ao primeiro lugar de uma liberdade religiosa às custas dessas vítimas silenciosas da opressão da bruxaria.
Mesmo assim, o xeique Abdel Hammed Metwally, líder religioso da Mesquita Brasil, garantiu: “Esta será a primeira de muitas reuniões.”
As mesquitas serão agora plataformas politicamente corretas para apresentar ao mundo um Brasil campeão em liberdade religiosa às custas dos cristãos e sua liberdade de expressão?
Leitura recomendada:



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sábado, 1 de novembro de 2014

AGORA, É A INVASÃO DO JUDICIÁRIO NA LIBERDADE RELIGIOSA...É ISSO QUE OS COMUNISTAS QUEREM!

Ministério Público pede cancelamento de evento gospel por ele ser exclusivo para evangélicos

Publicado por Tiago Chagas em 31 de outubro de 2014 

Ministério Público pede cancelamento de evento gospel por ele ser exclusivo para evangélicos
Um evento chamado “Quinta Gospel”, organizado pela prefeitura de Campo Grande, foi cancelado pela Justiça a pedido do Ministério Público do Mato Grosso do Sul. Na ação, O MP pedia que os órgãos públicos parassem de se orientar em dogmas religiosos na organização de eventos culturais.

A promotora de Justiça, Jaceguara Dantas da Silva Passos, disse que a prefeitura deveria observar o conceito do Estado laico, não podendo privilegiar determinado grupo religioso, seja evangélico ou não.

“O direito de optar por seguir os dogmas e preceitos de determinado segmento religioso ou até mesmo, não seguir, constitui-se em direito inalienável e assegurado constitucionalmente, mas tal questão deve restringir-se ao aspecto íntimo e familiar, não podendo constituir-se motivação para a prática de atos administrativos e estabelecimento de privilégios”, frisou a promotora.

De acordo com informações veiculadas pelo Diario Digital, a Ação Civil Pública foi proposta a partir de agosto, quando a Promotoria de Justiça dos Direitos Humanos recebeu do vereador Eduardo Romero (PT do B) um ofício e uma representação redigida por Iraci Barbosa dos Santos, que é presidente da Federação de Cultos Afro Brasileiros e Ameríndios do estado.

No documento, havia questionamentos sobre o motivo da Fundação Municipal de Cultura (FUNDAC), organizadora da “Quinta Gospel”, ter se posicionado contrária à solicitação da entidade afro-brasileira para que fosse realizada uma apresentação musical de artistas espíritas e de religiões afro durante o evento gospel.

A resposta negativa da FUNDAC argumentou que a solicitação fugia da “proposta do evento”, pois a organização do evento tinha como propósito oferecer atrações regionais e nacionais do meio “gospel evangélico”.

A Procuradoria-Geral do Município informou que um projeto de Eduardo Romero tramita na Câmara Municipal de Campo Grande visando alteração da lei da “Quinta Gospel”, para que o evento deixe de ser exclusivo para evangélicos.

ADENDO ADHT: Mais uma vez quem vem criar problemas com a realização de um evento evangélico? Os seguidores de seitas africanas que se travestem de cultura. E o que eles queriam? Forçar a barra para que os cristãos aceitem suas "culturas" como algo bom, quando na verdade sabemos dos grandes males que ocorreram em "terreiros dessas seitas" que chegaram até a sacrificar crianças, há poucos anos atrás, no Paraná e já em outros Estados Brasileiros também. 
Outro detalhe que devemos observar é "quem" acatou a reclamação dos seguidores dos cultos afro-brasileiros? Um vereador comunista: corrija-se do "PC do B". Está mostrado mais uma vez que tanto o vereador como os seguidores dos cultos afro-brasileiros querem embarcar na "fama" do evento gospel evangélico que chama a atenção de muitos interesseiros. 

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