COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

França: Islamistas do Facebook Atacam em Bandos

  • Os "centros moderadores" das empresas de redes sociais estão, via de regra, localizados em países francófonos com mão-de-obra barata, no Norte da África e Madagascar. Na França há fortes rumores segundo os quais os moderadores do Facebook estão localizados em países muçulmanos de língua francesa como a Tunísia, Argélia e Marrocos. O Facebook jamais confirma nem nega a terceirização de seu trabalho de "moderação" a empresas que empregam mão-de-obra muçulmana barata no Norte da África.
  • Não causa espécie o fato que os disseminadores de ódio muçulmanos continuem proliferando no Facebook, enquanto os anti-islamistas são hostilizados e veem suas contas excluídas.
  • Esses usuários do Facebook, assim como dezenas de outros, são vítimas de "bandos" islamistas. Uma vez que as opiniões e análises desses usuários do Facebook ficam sob a lupa da rede social, eles são acusados de "racistas" e "islamófobos" ao Facebook e as suas contas são então excluídas.
Fatiha Boudjalat, cofundadora do movimento secularista Viv(r)e la République, é uma figura proeminente do anti-islamismo na França. Ela é constantemente entrevistada pelas redes de rádio e TV e seus artigos opinativos são corriqueiramente publicados no Le Figaro. Recentemente, Boudjalat teceu pesadas críticas no Facebook a uma funcionária do governo, islamista, que atende pelo nome de Sonia Nour por ela ter chamado o assassino islamista, de origem tunisina, de duas mulheres em Marselha, de "mártir". Poucas semanas depois, a conta de Boudjalat no Facebook foi excluída.
Ela não está sozinha quanto a ser alvo de islamistas no Facebook. Leila Ourzik, artista que vive em Grigny, subúrbio de maioria muçulmana, não muito longe de Paris, também é uma muçulmana que come e bebe, não às escondidas, durante o Ramadã e se opõe ao uso do véu islâmico. Devido ao seu comportamento 'não islâmico', ela é abertamente insultada e ameaçada todo santo dia, como também o é nas redes sociais. No Facebook, Ourzik virou alvo. Os islamistas a fustigam com insultos e ameaças, publicaram sua foto em sites de pornografia e no final lograram a exclusão de sua conta no Facebook. De repente, sem mais nem menos, sua conta no Facebook estava fechada. "Não uma vez, inúmeras vezes", salienta ela ao Gatestone Institute. Por que isso? "Não sei, eles nunca dizem o porquê. Um belo dia a conta é encerrada, tudo é excluído".
Olivier Aron, dentista e ex-político, foi excluído durante semanas do Facebook. Aron participa ativamente de debates sobre o Islã e o islamismo. Ele também não é nada tímido. No Facebook, ele refuta os islamistas. Os islamistas, por sua vez, não parecem estar interessados no debate. Estão sim, ao que tudo indica, interessados em censurar. Segundo Aron, muitos se queixaram para o Facebook. "Acho que eles me acusaram de racista e islamófobo", salientou Aron. "A intimidação está em todos os lugares. Um estranho descobriu o número do meu telefone e todos os meus contatos e os enviou aos seus amigos. "As consequências não demoraram a aparecer. O assistente de Aron em seu consultório recebeu um telefonema assustador: "Diga ao Dr. Aron que em breve o "Kelkal" irá ao seu encalço". Kelkal, terrorista islamista argelino, ex-integrante do Grupo Islâmico Armado (GIA) e responsável pela onda de ataques na França ocorrida no verão de 1995. Embora Kelkal tenha sido morto pela polícia há 20 anos, para muitos muçulmanos radicalizados, ele continua sendo o protótipo do jihadista "moderno".
Na primavera passada, Michel Renard, professor de história em Saint Chamond, também foi excluído do Facebook. "Sem ser informado, sem nenhuma possibilidade de falar com ninguém, de repente todos os meus textos sumiram", ressaltou ele ao Gatestone Institute. Renard publicou análises minuciosas sobre o islamismo. "Mas", salientou ele, "os islamistas são extremamente atuantes no Facebook. Eles insultam, eles ameaçam". Muito embora os alunos de Renard tenham se recusado a serem "amigáveis" com ele no Facebook, "seus pais se queixaram ao diretor da escola... A intimidação está em toda parte, na vida real e na Internet".
Esses usuários do Facebook, assim como dezenas de outros, são vítimas de "bandos" islamistas. Uma vez que as opiniões e análises desses usuários do Facebook ficam sob a lupa da rede social, eles são acusados de "racistas" e "islamófobos" ao Facebook e as suas contas são então excluídas.
Na França, o Facebook exclui milhares de contas a cada ano. Seria interessante saber quantas dessas contas foram excluídas porque seus titulares questionaram o islamismo, no entanto ninguém sabe: o Facebook nunca se comunica de forma clara, apenas por declarações padrão insossas que indubitavelmente têm como objetivo não explicar nada.




sexta-feira, 15 de julho de 2016

NICE, FRANÇA: "Terrorismo e os fugitivos do Estado Islâmico"



Terrorismo e os fugitivos do Estado Islâmico

Carlos Eduardo Schaffer (Correspondente – Áustria)
             Atentado perpetrado pelo terrorismo islâmico em Nice (14-7-16)

O problema dos fugitivos das atrocidades do Estado Islâmico e dos atentados terroristas, sobretudo o atentado perpetrado ontem em Nice (França) ocupa hoje boa parte do noticiário nos jornais do mundo inteiro.

O sonho de uma Europa sem fronteiras internas vai encontrando dificuldades cada vez maiores. Elas começam novamente a se fechar, como meio de controlar a procedência e o destino dos que entram, bem como sua autossuficiência, a própria e a de suas famílias. É um fato o Islã estar enviando um grande número de muçulmanos para a Europa com vistas a conquistá-la através de uma “invasão pacífica”, diferente das anteriores, de 1524 e de 1683, quando o Islã foi derrotado no campo de batalha.

Além do grave problema da concessão de abrigo provisório, emprego, alimentação, vestuário e assistência médica às dezenas de milhares de pessoas que chegam continuamente, entre as quais há idosos e crianças, põe-se a questão de encontrar uma solução de moradia definitiva para essas pessoas. 

Deve-se considerá-las como imigrantes, ou como fugitivos que desejariam voltar para suas casas tão logo os problemas que causaram sua evasão estiverem resolvidos?

Provavelmente a maioria dos refugiados preferirá permanecer na Europa a voltar para suas regiões, sempre ameaçadas por novas violências dos muçulmanos radicais.

Causa espanto a atitude das nações ocidentais, que não cogitam na solução mais simples para todos esses problemas: neutralizar o “Estado Islâmico”.

Tal solução valeria para todos os envolvidos no conflito, tanto países quanto pessoas. Ela seria mais simples e menos onerosa, e provavelmente, a que salvaria mais vidas, embora não seja tão simples como à primeira vista possa parecer.

Evidentemente não se acaba com movimentos terroristas simplesmente derrotando-os no campo de batalha e tirando-lhes as armas. Eles se reorganizarão, encontrarão meios de adquirir novas armas e recomeçarão a luta.

É preciso tirar-lhes aquilo que é insubstituível: seus combatentes. E isto só se conseguirá por meio de uma campanha de esclarecimento das populações onde o Estado Islâmico faz seu recrutamento.

É verdade que é fácil dizer, mas difícil de executar, por tratar-se do tipo de luta mais complexo de ser travada: a luta no campo religioso e ideológico.

Mas não vejo outra opção.

Os governos da Europa estão dormindo sobre uma bomba relógio que tem prazo marcado para explodir: será quando o Islã sentir-se suficientemente forte para vencer uma guerra civil dentro do continente europeu. Isto, que pode parecer agora produto de uma imaginação fértil, afigura-se-me como a única explicação para esta invasão metódica e paciente que está efetuada.

A Hungria, numa atitude muito compreensiva, marcou para o dia 2 de outubro próximo a realização de um plebiscito no qual perguntará à população: se ela está de acordo que a União Europeia estipule o número de imigrantes que o país deve aceitar.

Creio que poucos admitiriam a hipótese de o povo húngaro permitir que esse problema seja decidido por Bruxelas. Certamente o objetivo de tal governo é apenas deixar Bruxelas sem porta de saída para um gigantesco e muito compreensivo NÃO da Hungria.

Milhares de muçulmanos entram diariamente na Europa pela Itália, Síria, pelos Bálcãs, por onde podem. Até a Amnesty International, entidade de tendências esquerdistas bem conhecidas, estampa artigo referente ao fluxo de “imigrantes” com o seguinte título: “Não corremos o perigo de permitir que terroristas entrem em nossos países?” (https://www.amnesty.at/de/menschenrecht-qa3)

Este é verdadeiramente o grande perigo. O Islã não desistiu de seu objetivo último: conquistar a Europa e torná-la um continente islâmico.

A entrada em massa de muçulmanos na Europa — mesmo que não seja de terroristas ou de pessoas que desejem explicitamente implantar a religião de Maomé — acaba, ainda que involuntariamente, colaborando para esse fim. Isto porque seu modo de ser, trajar, com sua culinária, seus lugares de culto etc., influirão para criar a impressão: o Islã é uma força irresistível que veio para ficar.

Se a própria Igreja Católica não estivesse passando por uma terrível crise, poder-se-ia esperar o desenvolvimento de um intenso trabalho para a conversão desses muçulmanos. Mas, infelizmente, deste lado não se pode esperar a solução, do problema.

A Carta de São Paulo aos Coríntios (9,16) contém a seguinte frase: “Anunciar o Evangelho não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho!”

Isto se aplica a todos os católicos. Devemos aproveitar todas as oportunidades para fazer apostolado com aqueles que nos são próximos.

Se esse espírito for difundido entre os católicos, e especialmente no ambiente do clero, então poderemos esperar uma solução para o grave problema decorrente da invasão islâmica.

Do contrário, a Europa deixará de ser, dentro de certo tempo, um continente cristão.


(*) Carlos Eduardo schaffer é jornalista e colaborador da Abim



Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

domingo, 24 de maio de 2015

OS POLÍTICOS E AS INSTITUIÇÕES BRASILEIRAS ESTÃO PODRES: "CPI do HSBC quer ir à França aprofundar investigações

CPI do HSBC quer ir à França aprofundar investigações

22/5/2015 13:11
Por Redação, com Agência Senado - de Brasília
CPI do HSBC






















Para o senador Randolfe Rodrigues, indícios de que o HSBC orientaria seus correntistas no sentido da evasão fiscal

Está marcada para terça-feira a próxima reunião deliberativa da CPI do HSBC. E o primeiro item da pauta é o requerimento do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) que solicita uma diligência da comissão à França.

Os objetivos são reunir-se com as autoridades daquele país que investigam o caso, e também com o ex-funcionário do HSBC em Genebra, Hervé Falciani.

Foi do arquivo deste ex-funcionário que partiu o vazamento de 106 mil contas de clientes de 203 países, que passaram a ser investigados por supostas irregularidades. Os depósitos somavam mais de U$ 100 bilhões, sendo que o Brasil é o 4º colocado no número de clientes.

— Segundo o que já vazou, tem gente de diversos escândalos de corrupção no meio. Da operação Lava Jato, do metrô de São Paulo, das máfias do INSS, dos caça-níqueis, do tráfico de drogas e etc. — lista Randolfe.

Ainda segundo o senador, há indícios de que o HSBC orientaria seus correntistas no sentido da evasão fiscal, abrindo contas em paraísos fiscais.

— Possivelmente envolve dinheiro sujo, e o aprofundamento das investigações pode ajudar a desvendar outros grandes esquemas — acredita.

Também consta na pauta requerimentos pedindo a quebra do sigilo fiscal de 16 nomes, entre eles o do doleiro Henry Hoyer (investigado pela Lava Jato), do ex-diretor do metrô paulista Paulo Celso Mano, de duas irmãs do deputado Paulo Maluf (Therezinha e Nely), dos empresários Benjamin Steinbruch e Dario Queiroz Galvão e do vereador no Rio de Janeiro Marcelo Arar (PT).

Fonte: http://correiodobrasil.com.br/noticias/politica/cpi-do-hsbc-quer-ir-a-franca-aprofundar-investigacoes/762417/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=b20150523

sábado, 21 de fevereiro de 2015

JE SUIS CHARLIE: VEJA PORQUE EM 2015 OS FRANCESES PAGARAM CARO POR NÃO TEREM REAGIDO ANTES CONTRA AS AÇÕES DE ISLÂMICOS


Muçulmanos em Campos Elízeos, França, Paris, gritando "DEGOLEMOS OS JUDEUS E A POLÍCIA NADA FEZ"

Por isto, um ano mais tarde 12 pessoas foram assassinadas por fazerem cartoons sobre Maomé. O fanatismo Islâmico já tomou conta de vários países da Europa, assista:

https://www.youtube.com/watch?v=jWlZc4tfdTo

quinta-feira, 18 de julho de 2013

França Acusada de Brutalidade Policial Contra Manifestantes do Casamento Tradicional !

Link deste artigo: http://bit.ly/14RBPWH

França Acusada de Brutalidade Policial Contra Manifestantes do Casamento Tradicional

Dr. Stefano Gennarini
PARIS, França (C-FAM) Um advogado internacional entrou com denúncias contra a França no Conselho de Direitos Humanos da ONU por brutalizar manifestantes pacíficos. Vídeos mostram a polícia francesa batendo em manifestantes pró-casamento, usando gás lacrimogênio e cassetetes contra mulheres, homens, idosos e crianças.
Manifestação contra 'casamento' gay na França

O casamento e adoção homossexual se tornaram lei na França em 18 de maio. Mas um movimento contando milhões de cidadãos franceses está determinado a mudar isso. La Manif Pour Tous, que significa “manifestação para todos,” não está cedendo apesar das tentativas governamentais de intimidá-los e reprimi-los com violência.
Desde que a lei foi aprovada, La Manif vem seguindo o presidente francês Francois Hollande com manifestações exuberantes caracterizadas por jovens de face limpa, famílias e idosos que acreditam que as crianças têm direito a uma mãe e um pai.
As autoridades francesas decidiram que os manifestantes pró-família são uma ameaça pública. As tropas de choque aparecem em todos os lugares em que aparecem os manifestantes. Eles têm sido sujeitos a infundas verificações de identidade, prisões arbitrárias e detenções, bem como brutalidade policial por meio de agressões físicas e gás lacrimogênio.

Entre os que sofreram violência policial estão Christine Boutin, ex-ministra do governo Sarkozy que sofreu um ataque de gás lacrimogênio, e Jean-Fredrick Poisson, membro da Assembleia Nacional da França.
Uma reportagem do jornal Le Figaro tem estimativas de mais de mil prisões e 500 detenções desde 26 de maio. Mais de 150 indivíduos entraram com denúncias por meio de diferentes mecanismos de reparação.
Em comparação, quando violentas badernas irromperam depois de uma vitória do time de futebol de Paris em maio, apenas 11 pessoas foram presas. Cerca de 300 foram presos numa manifestação La Manif no mesmo mês.
Muitos foram presos exclusivamente por estarem vestidos com uma camiseta com o lema de La Manif, um desenho com uma mãe e um pai com dois filhos. Quarenta e oito parlamentares exigiram que Holland terminasse as detenções e prisões arbitrárias.
De acordo com os organizadores, três aglomerações em massa de até um milhão de manifestantes ocorreram desde janeiro. Manoel Valls, ministro francês do Interior, justifica a presença das tropas de choque citando rápidos confrontos entre a tropa de choque e “algumas centenas” de manifestantes no final de algumas manifestações.
Mas os vídeos mostram as tropas de choque francesas agredindo pacíficos manifestantes e famílias com crianças e idosos ou deficientes cidadãos franceses cegados por gás lacrimogênio. Imagens da polícia a paisana indicam que eles estavam sob ordens de instigar violência e então reprimir os manifestantes de modo violento.
Um advogado de direitos humanos trouxe uma queixa contra a França na sessão mais recente do Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra. Gregor Pupnick do Centro Europeu de Lei e Justiça (CELJ) lamenta que a França, um país que afirma ter um histórico exemplar de direitos humanos, seja o primeiro país europeu contra o qual o CELJ tem entrado com uma queixa na ONU. O CELJ realizou um debate da repressão a La Manif no Conselho da Europa nesta semana.
Um comício na segunda-feira protestou contra o julgamento de um manifestante pacífico, Nicolas Bernard-Busse, de 23 anos. Ele foi sentenciado a dois meses de prisão e mil euros. Nicolas se refugiou num restaurante depois que a polícia agrediu um grupo de manifestantes em 26 de maio. Ele foi acusado de esquivar-se da prisão, muito embora não tivesse sido alegada nenhuma causa contra ele.
Dezenas de casos iguais ao de Nicolas inundarão o sistema judicial francês nos próximos meses, e talvez anos. Os manifestantes dizem que não se importam quanto tempo leve para revogar a lei.
Axel, um líder de jovens, disse aos participantes num comício que foi violentamente disperso pela polícia: “É nossa vida interior, nossa paz, nosso amor que formam a maior força de resistência, e a isso, nada há que o governo possa fazer para se opor.”
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: C-Fam
Leitura recomendada:


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Sem base em reivindicações jurídicas qualquer direito à homossexualidade


23, janeiro, 2013 - Fonte: www.ipco.org.br
Um aspecto da histórica manifestação (800 mil pessoas) em defesa da família e contra o homossexualismo no dia 13 de janeiro em Paris
Paulo Roberto Campos

A associação Avenir de la Culture distribuiu ontem à imprensa francesa e estrangeira um comunicado [abaixo] muito oportuno, comentando um outro comunicado: o documento lançado pela Conferência Episcopal francesa, três dias após a maior manifestação da história contra o “casamento” homossexual.
Infelizmente, tal instituição episcopal, presidida pelo Cardeal André Vingt-Trois, está cedendo às reivindicações do lobby do movimento homossexual.
Procedendo desse modo lamentável, tais bispos estão deixando estarrecida toda aquela multidão [fotos acima e abaixo] que no dia 13 último saiu às ruas em defesa da Família e contra a agenda LGBT apoiada pelo governo socialista francês.
Estarrecido encontra-se todo o mundo verdadeiramente católico com o documento episcopal, que propõe fazer concessões ao“projeto de lei Taubira” (nome da ministra da Justiça, Christiane Taubira), aceitando alguns casos de adoções de crianças por “casais” homossexuais e aceitando certas uniões entre pessoas do mesmo sexo, desde que não se use o termo “casamento”! Como se podem aceitar uniões gravemente pecaminosas se elas são contrárias à lei moral natural e às leis de Deus?! Um escândalo!
Portanto, é inaceitável qualquer tipo de legalização de relações homossexuais. Inaceitável também a tentativa daqueles bispos franceses de abafar a santa indignação dos católicos contra um projeto tão oposto à doutrina católica e ao plano de Deus para o matrimônio e a família.
PS: A seguir, o mencionado comunicado de Avenir de la Culture(www.avenirdelaculture.fr) e novas imagens da manifestação do dia 13 p.p.  Algumas dessas fotos foram feitas e enviadas pelo meu colega Josias Batista de Pina, que participou do colossal protesto em Paris (para ampliar, click nas fotos).

COMUNICADO DE AVENIR DE LA CULTURE
“UM FRACO REI FAZ FRACA A FORTE GENTE”

17 de janeiro de 2013

Esta célebre frase de Camões vem ao espírito ao ler o comunicado publicado ontem pelo Conselho Permanente da Conferência Episcopal, três dias após uma das maiores mobilizações que a França jamais conheceu.
Em decalagem com um milhão de manifestantes que clamavam pela retirada imediata do projeto de lei Taubira[foto abaixo], os mais altos responsáveis pela Igreja na França se limitaram a pedir que no debate parlamentar sejam encontradas formulações respeitosas do caráter heterossexual do casamento, da filiação e das pessoas homossexuais.
Os bispos aceitam, portanto, o princípio de uma remodelação do direito da família: eles acolhem as reivindicações do lobby LGBT por um quadro jurídico solene, desde que a etiqueta “casamento” não venha embalar o produto e que a adoção de crianças pelos pares homossexuais se faça sem reconhecimento fictício de paternidade.
Compreende-se que um organismo episcopal disposto a ceder a esse ponto deplore a crescente polarização entre uma França apegada à família tradicional e um governo socialista cegado pela “teoria do gênero”.
Jamais se compreenderá como podem os Pastores católicos sugerir, ainda que implicitamente, um Pacs+ — isto é, um agravamento das parcerias homossexuais— como uma alternativa possível ao “casamento para todos”.
Com efeito, tal fórmula está em aberta contradição com o ensinamento da Igreja, segundo o qual “não existe um direito à homossexualidade, o que não deveria, portanto, constituir a base para reivindicações jurídicas” (cf. Declaração da Congregação para a Doutrina da Fé, julho de 1992).
Diante desse comunicado decepcionante, Avenir de la Culture reitera o que escreveu no dia 8 de dezembro último, em seu “Respeitoso apelo aos Bispos da França: Não tenhais medo!”:
“Os católicos de base quereriam uma Igreja sem complexos, que não hesitasse em entrar no embate das convicções e defendesse com voz forte os valores cristãos. Se os bispos persistirem em oferecer ao governo um ‘Pacs melhorado’ como alternativa ao ‘casamento para todos’, eles não farão senão aumentar o fosso existente entre eles e os fiéis”.
Avenir de la Culture deseja ardentemente que outras vozes episcopais discordantes destas se façam ouvir, para que a Sra. Taubira não possa repetir um dia o que escreveu Simone Veil em suas memórias, evocando a legislação do aborto: “Com a Igreja Católica as coisas correram melhor do que eu podia imaginar”. 
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sábado, 19 de janeiro de 2013

Homossexuais Franceses...E AGORA Dep.Jean Wyllys, os Homossexuais Participam da Manifestação contra Casamento Gay


Homossexuais Franceses Participam de Manifestação contra Casamento Gay

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, 17 de janeiro (C-FAM) Talvez um milhão de pessoas tenham marchado em Paris no domingo passado e nasembaixadas francesas no mundo inteiro contra um projeto de lei que pretende legalizar o casamento de mesmo sexo na França. Uma das surpresas na campanha francesa para defender o casamento tradicional é que os homossexuais se uniram aos líderes e ativistas pró-família na campanha.
Crianças francesas protestam contra “casamento” gay
“Os direitos das crianças são mais importantes do que o direito de ter acesso às crianças”, foi a frase popular de manifestantes como Jean Marc, um prefeito francês que também é homossexual.
Muito embora a França seja conhecida por sua atitude liberal para com o sexo, líderes pró-família rapidamente organizaram uma imensa multidão. Quando o presidente Hollande anunciou suas intenções de legalizar o casamento homossexual em novembro passado, uma manifestação contra o projeto de lei reuniu 100.000 manifestantes. E quando o que começou como um debate sobre direitos homossexuais mudou para um debate sobre o direito das crianças a uma mãe e um pai, o número de pessoas na oposição explodiu e incluiu aliados improváveis.
Xavier Bongibault, um homossexual ateu, é um porta-voz proeminente contra o projeto de lei. “Na França, o casamento não tem a intenção de proteger o amor entre duas pessoas. O casamento francês tem a intenção específica de dar famílias às crianças”, ele disse numa entrevista. “O estudo mais sério feito até agora… demonstra bem claramente que uma criança passa por problemas quando é criada por uma dupla homossexual”.
Jean Marc, que viveu com um homem durante 20 anos, insiste: “O movimento LGBT que manifesta suas opiniões nos meios de comunicações… As opiniões deles não são minhas opiniões. Como sociedade, não deveríamos estar incentivando isso. Não é biologicamente natural”.
Indignado com o projeto de lei, Jean-Dominique Bunel, um homem de 66 anos de idade que é especialista em direito humanitário e que tem feito trabalho humanitário em regiões devastadas pela guerra, disse ao jornal Le Figaro que ele “foi criado por duas mulheres” e que ele “sofria com a falta de um pai, com a falta de uma presença diária de pai, uma figura e exemplo adequadamente masculinos, algum contrapeso ao relacionamento de minha mãe com a amante dela. Tive consciência disso muito cedo na minha infância. Vivi essa ausência de um pai, experimentei-a, como uma amputação”.
“Logo que fiquei sabendo que o governo ia oficializar o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo, fui atirado a um estado de confusão”, explicou ele. Seria “institucionalizar uma situação que havia deixado consideráveis cicatrizes em mim. De forma alguma posso permitir essa injustiça”. Se as mulheres que o criaram tivessem casado, “eu teria pulado na briga e teria entrado com uma queixa diante do Estado francês e diante do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, pela violação do meu direito a uma mãe e a um pai”.
Uma coalizão pró-família que inclui homossexuais é certamente diferente das coalizões nos Estados Unidos e provavelmente da maioria dos lugares do mundo. Não se sabe a razão por que pelo menos alguns homossexuais franceses não só favoreceriam o casamento entre homem e mulher, mas também fariam campanhas contra o casamento homossexual. Pode ser a experiência da França, que tem permitido uniões civis, para todos os casais e duplas, por mais de uma década. Qualquer que seja a razão, essa coalizão potente pode deter o casamento homossexual na França.
A Assembleia Nacional da França começará a considerar o projeto de lei em 29 de janeiro.
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: Friday Fax
Leitura recomendada:
Apesar de protestos em massa contra “casamento” gay, governo socialista da França diz que não vai ceder

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

VOCÊ SABE O QUE SIGNIFICA A AGENDA GAY? Veja o vídeo da 'Cruzada pela Família' no SBT do Paraná e SAIBA !


17, janeiro, 2013s


Veja vídeo
PARANÁ:
Veja a polêmica
pela Campanha do IPCO
no Jornal da Massa (SBT)
CLIQUE PARA VER
Em edições sucessivas a partir do dia 8 de janeiro último, o Jornal da Massa,exibido pelo SBT do Paraná, discutiu a campanha Cruzada pela Famíliarealizada por jovens cooperadores do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira em Maringá.
Mas, a polêmica foi longe…
E, quando a Cruzada pela Famíliachegou ao centro de Curitiba e suportou sobranceiramente as provocações de magotes de agitadores favoráveis à agenda homossexual, o debate na TV pegou fogo.
Mas, não foi só isso. No dia 13, entre 350.000 e um milhão de franceses se manifestaram em Paris contra o projeto de equiparação do “casamento” homossexual com o casamento de acordo com o Direito Natural e com a Lei de Deus.
Os defensores da agenda homossexual no Jornal da Massa ficaram muito atrapalhados vendo que da França — o país dos Direitos Humanos que eles tanto dizem reverenciar — chegava uma mensagem muito clara e muito popular contra o falso direito humano ao “casamento” sodomítico.
Saiu de tudo, inclusive argumentos muito bons para a causa da família, do Brasil cristão e do catolicismo 100%.
Veja V. mesmo:

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Se quiserem falar e ser ouvidos, os franceses deverão aguardar a próxima eleição, para enxotarem os canalhas do governo ou novamente serem enganados por eles.


Apesar de protestos em massa contra “casamento” gay, governo socialista da França diz que não vai ceder

Julio Severo
Centenas de milhares de pessoas se aglomeraram domingo passado nas ruas de Paris e outras cidades da França para protestar contra o “casamento gay”, uma das principais bandeiras do presidente socialista François Hollande.
Crianças protestam contra “casamento” gay, mas governo socialista francês
está determinado a não dar ouvidos à voz do povo
O argumento dos manifestantes era que a maioria dos franceses não deseja abolir a família tradicional legitimando como “casamento” uniões sexuais contra a natureza. Mas o governo socialista pensa diferente. Se a maioria do povo francês votou nos socialistas, é porque querem que os socialistas refaçam a família conforme sua imagem e semelhança.
Christiane Taubira, ministra da Justiça, deixou claro que o governo não vai recuar, muito menos ceder aos protestos.
Os socialistas que estão agora no governo da França não aceitam justificativas para as queixas dos franceses. Se o povo não queria “casamento” gay, não deveria ter votado nos socialistas, que haviam deixado muito claro que legalizariam tal “casamento”.
Apesar de um discurso vazio de respeito ao povo, os socialistas só entendem a linguagem das urnas. Quando eleitos, entendem que receberam carta branca para realizar todo tipo de mudanças que quiserem na sociedade, quer o povo goste ou não.
Agora, parece tarde demais para o povo francês dizer ao governo escolhido pela maioria dos franceses que nenhuma união homossexual pode representar casamento ou algo bom.
Se quiserem falar e ser ouvidos, os franceses deverão aguardar a próxima eleição, para enxotarem os canalhas do governo ou novamente serem enganados por eles.
Com informações do site homossexual A Capa.
Leitura recomendada:

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Centenas de milhares de franceses manifestam contra o “casamento” homossexual


14, janeiro, 2013



Colunas de manifestantes contra o “casamento” homossexual
convergem no Champ de Mars, diante da Tour Eiffel.
350.000 segundo a polícia. 800.000 segundo os organizadores.
Luis Dufaur
Apesar do frio glacial, aproximadamente 800 mil pessoas participaram  neste domingo (13-1-13) em Paris; da marcha contra o projeto do governo socialista, de François Hollande, de aprovar o “casamento” homossexual — o mal denominado “projeto de casamento para todos”.
A colossal marcha foi considera a maior mobilização realizada na França em 30 anos.
As fotos tomadas no Champ-de-Mars, próximo à Tour Eiffel, para onde convergiram os manifestantes, mostram um oceano de gente.
A guerra dos números, como é habitual apresentou cifras diversas.
Porém, a polícia que fornece habitualmente números minimalistas calculou 350.000 participantes.
Os organizadores falaram em 800.000 e até um milhão.
Qualquer que seja o critério escolhido, tratou-se de uma manifestação monstruo como raríssimas vezes aconteceu.
Uma das quatro colunas marcha rumo ao Champ de Mars.
Bradando slogans,portando cartazes contrários ao homossexualismo ou em defesa da família, jovens, idosos, crianças, famílias inteiras desfilaram de modo pacífico, mas animadamente, a favor do matrimonio tradicional, em reação contra o pseudo casamento de duplas do mesmo sexo.
Frente a tal demonstração de força, como agirá o governo Hollande?
Ignorará a multidão?
De imediato, o governo socialista “democrático” fez saber que aprovará o projeto sem levar em conta esta manifestação massiva.
O normal seria que após, uma reação de amor próprio visando salvar a cara diante dos seus, depois  engavetasse sorrateiramente o projeto.
Porém, o lobby do movimento homossexual apresenta-se muito fanatizado e o pressionará seus companheiros de ruta socialistas.
Portanto, exigirá que aprove a lei antinatural e anticristã apesar da sua impopularidade.
Até os prefeitos, responsáveis de registrar os casamentos,
manifestaram em grande número
Conta também esse lobby com importantes apoios eclesiásticos que vem enregelando os católicos franceses e foram objeto de sérias interpelações à Conferência Episcopal francesa.
Esta, entrementes, vem assumindo uma posição ambígua que é fator de perplexidade para os defensores do casamento tradicional.
A escasíssima presença do clero, e sobretudo dos bispos – embora promotores de uma das marchas desta jornada histórica – suscita interrogações crescentes.
A omissão sistemática dos púlpitos a respeito dos argumentos religiosos que condenam o casamento antinatural é mais um fator de grave preocupação para os fiéis franceses.
Ademais, o movimento homossexual pressiona o governo para também aprovar a absurda adoção de crianças por “casais” do mesmo sexo, substituindo as palavras “mãe” ou “pai” por “pai 1″ e “pai 2″ — o que é tão aberrante quanto ridículo!
Fonte: http://ipco.org.br/home/noticias/centenas-de-milhares-de-franceses-manifestam-contra-o-casamento-homossexual
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