COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Os fichas sujas de Requião, o senador Paranaense que apoia o MST

Os fichas sujas de Requião

índice
Na semana em que senador Roberto Requião (PMDB) entrou na lista dos que receberam propina, conforme o delator Sérgio Machado, o TCE divulgou a lista dos 1.058 políticos fichas sujas, com contas irregulares, que podem ficar fora das eleições de 2 de outubro. Na lista do TCE, uma série de ex-assessores de Requião, entre eles, o irmão Eduardo Requião, citados duas vezes. Além de Eduardo Requião, estão lá Heron Arzua, Luís Forte Neto, Lygia Pupatto, Mario Lobo Filho, Padre Roque, Vítor Hugo Burko, Taco Roorda e Yvelise Arco-Verde.

FONTE:http://www.fabiocampana.com.br/2016/06/os-fichas-sujas-de-requiao/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+FabioCampana+%28F%C3%A1bio+Campana%29
REQUIÃO APOIA O MST, VEJA AQUI:

quinta-feira, 28 de abril de 2016

EXEMPLO DE BRASILIDADE:"Quedas do Iguaçu: A cidade que ousou se levantar contra o MST"

Quedas do Iguaçu: A cidade que ousou se levantar contra o MST

Com apoio de dezenas de entidades de classe, população de Quedas do Iguaçu realiza duas manifestações contra os sem-terra no mesmo dia.


(Crédito: Luiz Carlos da Cruz/Gazeta do Paraná)

Eles sempre foram os manifestantes. Acostumados a fecharem agências bancárias e prédios públicos, interromperem o tráfego de veículos em rodovias e o que mais gostam de fazer: invadir terras. Desde janeiro de 1984 quando ocorreu o primeiro encontro nacional de sem-terra em Cascavel, o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) ao longo de três décadas amedrontou pessoas com seus facões e foices em diferentes estados do Brasil. Também foram violentamente reprimidos como ocorreu em abril de 1996 em Eldorado dos Carajás (PA) quando a polícia tentou desobstruir uma rodovia e houve confronto que terminou com um saldo de 19 sem-terra mortos.
As reações contrárias ao MST até agora eram apenas em posicionamentos de autoridades e líderes classistas, mas eis que uma nova invasão de terras acontece na área da empresa Araupel, em Rio Bonito do Iguaçu. A reação da população foi imediata e mesmo antes da ocupação os moradores de Quedas do Iguaçu, onde está a sede regional da empresa, foram às ruas para protestar contra o que até então era só uma ameaça que se concretizou no dia 17 de julho, quando duas mil famílias ocuparam uma nova área de terras da empresa.
Ontem, os manifestantes voltaram às ruas em apoio a empresa e desta vez foram dois protestos em um único dia. O primeiro no centro de Quedas do Iguaçu onde aconteceu uma celebração religiosa seguida de discursos inflamados contra a invasão. Depois, os manifestantes embarcaram em 40 ônibus e dezenas de carros e viajaram 60 quilômetros até a cidade de Nova Laranjeiras onde fizeram uma grande manifestação na BR-277.
A ideia inicial era que a mobilização ocorresse no pedágio, mas a Ecocataratas, concessionária que administra a rodovia, conseguiu na Justiça um interdito proibitório que impedia o fechamento da praça. A manifestação pacífica aconteceu, então, às margens da rodovia em Nova Laranjeiras.
Os manifestantes portavam bandeiras brancas, faixas, cartazes e gritavam palavras de ordem com o objetivo de chamar a atenção das autoridades para que cumpram o mandado de reintegração de posse. Segundo a Polícia Militar, o número de manifestantes em Nova Laranjeiras foi de aproximadamente 2,3 mil pessoas. Esse número equivale a 20% da população local que é de 11,5 mil habitantes segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas). Motoristas que passavam pela rodovia recebiam panfletos com mensagem de indignação dos moradores.
Tensão
O diretor da Araupel, Tarso Giacomet, participou da manifestação e disse que não há mais espaço nas terras da empresa para reforma agrária.
“A Araupel não negocia um milímetro quadrado de terra a mais. O que nós fizemos em prol do MST foram os 52 mil hectares cedidos”, disse numa referência a área da empresa que foi desapropriada há quase duas décadas e que hoje abriga assentamentos de sem-terra.
Giacomet voltou a dizer que milhares de árvores da área de reflorestamento foram derrubadas após a invasão. Ele disse que existem pessoas de vários estados no acampamento e que até sem-terra argentinos estariam na área ocupada.
“Há um clima muito tenso aqui na cidade com a perspectiva de que o pior possa acontecer”, afirmou. Giacomet aposta que haja uma desocupação pacífica da área, mas afirmou que existem “oportunistas de plantão interessados em sangue para aproveitar o momento político”.
O comerciante Antonio Alexandre fechou seu estabelecimento para participar da manifestação. Para ele, se a Araupel deixar a cidade será instalado o caos em toda a região.
“É uma empresa que há 40 anos gera emprego, empresa que fez a cidade crescer. Cada oficina mecânica, cada comércio que existe em Quedas do Iguaçu depende da Araupel”, afirmou.
Parada
A cidade de Quedas do Iguaçu literalmente parou para protestar. A prefeitura decretou ponto facultativo e liberou os servidores para participarem da manifestação. O comércio também não abriu e na maioria das lojas havia faixas de apoio à Araupel. Moradores do vizinho município de Espigão Alto do Iguaçu também participaram da manifestação.
José Carlos Moreira Pinto, integrante da Comissão Pró-Emprego, que reúne vários sindicatos e entidades afirma que a cidade está aterrorizada com o atual momento.
“Se houver uma paralisação das atividades da empresa isso acarretará sérios danos à cidade e à região”, diz.
Ele conta que durante muito tempo trabalhou na Araupel e hoje presta serviço terceirizado.
“Hoje a cidade está uma interrogação, todo mundo aterrorizado”, diz sobre a invasão do MST.
A reportagem tentou contato por telefone e e-mail com a liderança do MST para questionar sobre a presença de sem-terra argentinos no movimento, mas não obteve resposta. No Facebook, o perfil de um jovem argentino chamado Diego Sercovich mostra uma série de fotos do acampamento em Rio Bonito do Iguaçu. Sercovich é formado em engenharia civil pela Universidad Nacional de Luján.
A população de Quedas do Iguaçu promete, caso não seja cumprida a reintegração de posse, organizar uma nova manifestação, desta vez em frente ao Palácio Iguaçu, em Curitiba.
Outro lado: MST exige a desapropriação
O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) divulgou nota na tarde de ontem afirmando que vai exigir do Incra a desapropriação das terras da Araupel localizada entre os municípios de Rio Bonito do Iguaçu e Quedas do Iguaçu. O movimento diz que vai lutar pela desapropriação de 100% da área. A questão foi discutida anteontem na superintendência do Incra em Curitiba e uma nova reunião deverá ocorrer na semana que vem em Brasília. A Ouvidoria Agrária Nacional deverá vir à região nos próximos dias para debater a questão. O MST também informou que não pretende deixar a área e que as famílias aguardarão no local até uma decisão final da Justiça.
Leia mais sobre: Araupel
FONTE: http://cgn.uol.com.br/noticia/100215/quedas-do-iguacu-a-cidade-que-ousou-se-levantar-contra-o-mst

 

Quedas do Iguaçu: A cidade que ousou se levantar contra o MST... FAÇAMOS O MESMO EM TODO O BRASIL!!!

Quedas do Iguaçu: A cidade que ousou se levantar contra o MSTCom apoio de dezenas de entidades de classe, população de Quedas do Iguaçu realiza duas manifestações contra os sem-terra no mesmo dia...
  • Quedas do IguaçuNileide VieiraLuiz Carlos da Cruz/Gazeta do Paraná
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(Crédito: Luiz Carlos da Cruz/Gazeta do Paraná)
Eles sempre foram os manifestantes. Acostumados a fecharem agências bancárias e prédios públicos, interromperem o tráfego de veículos em rodovias e o que mais gostam de fazer: invadir terras. Desde janeiro de 1984 quando ocorreu o primeiro encontro nacional de sem-terra em Cascavel, o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) ao longo de três décadas amedrontou pessoas com seus facões e foices em diferentes estados do Brasil. Também foram violentamente reprimidos como ocorreu em abril de 1996 em Eldorado dos Carajás (PA) quando a polícia tentou desobstruir uma rodovia e houve confronto que terminou com um saldo de 19 sem-terra mortos.
As reações contrárias ao MST até agora eram apenas em posicionamentos de autoridades e líderes classistas, mas eis que uma nova invasão de terras acontece na área da empresa Araupel, em Rio Bonito do Iguaçu. A reação da população foi imediata e mesmo antes da ocupação os moradores de Quedas do Iguaçu, onde está a sede regional da empresa, foram às ruas para protestar contra o que até então era só uma ameaça que se concretizou no dia 17 de julho, quando duas mil famílias ocuparam uma nova área de terras da empresa.
Ontem, os manifestantes voltaram às ruas em apoio a empresa e desta vez foram dois protestos em um único dia. O primeiro no centro de Quedas do Iguaçu onde aconteceu uma celebração religiosa seguida de discursos inflamados contra a invasão. Depois, os manifestantes embarcaram em 40 ônibus e dezenas de carros e viajaram 60 quilômetros até a cidade de Nova Laranjeiras onde fizeram uma grande manifestação na BR-277.
A ideia inicial era que a mobilização ocorresse no pedágio, mas a Ecocataratas, concessionária que administra a rodovia, conseguiu na Justiça um interdito proibitório que impedia o fechamento da praça. A manifestação pacífica aconteceu, então, às margens da rodovia em Nova Laranjeiras.
Os manifestantes portavam bandeiras brancas, faixas, cartazes e gritavam palavras de ordem com o objetivo de chamar a atenção das autoridades para que cumpram o mandado de reintegração de posse. Segundo a Polícia Militar, o número de manifestantes em Nova Laranjeiras foi de aproximadamente 2,3 mil pessoas. Esse número equivale a 20% da população local que é de 11,5 mil habitantes segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas). Motoristas que passavam pela rodovia recebiam panfletos com mensagem de indignação dos moradores.
Tensão
O diretor da Araupel, Tarso Giacomet, participou da manifestação e disse que não há mais espaço nas terras da empresa para reforma agrária.
“A Araupel não negocia um milímetro quadrado de terra a mais. O que nós fizemos em prol do MST foram os 52 mil hectares cedidos”, disse numa referência a área da empresa que foi desapropriada há quase duas décadas e que hoje abriga assentamentos de sem-terra.
Giacomet voltou a dizer que milhares de árvores da área de reflorestamento foram derrubadas após a invasão. Ele disse que existem pessoas de vários estados no acampamento e que até sem-terra argentinos estariam na área ocupada.
“Há um clima muito tenso aqui na cidade com a perspectiva de que o pior possa acontecer”, afirmou. Giacomet aposta que haja uma desocupação pacífica da área, mas afirmou que existem “oportunistas de plantão interessados em sangue para aproveitar o momento político”.
O comerciante Antonio Alexandre fechou seu estabelecimento para participar da manifestação. Para ele, se a Araupel deixar a cidade será instalado o caos em toda a região.
“É uma empresa que há 40 anos gera emprego, empresa que fez a cidade crescer. Cada oficina mecânica, cada comércio que existe em Quedas do Iguaçu depende da Araupel”, afirmou.
Parada
A cidade de Quedas do Iguaçu literalmente parou para protestar. A prefeitura decretou ponto facultativo e liberou os servidores para participarem da manifestação. O comércio também não abriu e na maioria das lojas havia faixas de apoio à Araupel. Moradores do vizinho município de Espigão Alto do Iguaçu também participaram da manifestação.
José Carlos Moreira Pinto, integrante da Comissão Pró-Emprego, que reúne vários sindicatos e entidades afirma que a cidade está aterrorizada com o atual momento.
“Se houver uma paralisação das atividades da empresa isso acarretará sérios danos à cidade e à região”, diz.
Ele conta que durante muito tempo trabalhou na Araupel e hoje presta serviço terceirizado.
“Hoje a cidade está uma interrogação, todo mundo aterrorizado”, diz sobre a invasão do MST.
A reportagem tentou contato por telefone e e-mail com a liderança do MST para questionar sobre a presença de sem-terra argentinos no movimento, mas não obteve resposta. No Facebook, o perfil de um jovem argentino chamado Diego Sercovich mostra uma série de fotos do acampamento em Rio Bonito do Iguaçu. Sercovich é formado em engenharia civil pela Universidad Nacional de Luján.
A população de Quedas do Iguaçu promete, caso não seja cumprida a reintegração de posse, organizar uma nova manifestação, desta vez em frente ao Palácio Iguaçu, em Curitiba.
Outro lado: MST exige a desapropriação
O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) divulgou nota na tarde de ontem afirmando que vai exigir do Incra a desapropriação das terras da Araupel localizada entre os municípios de Rio Bonito do Iguaçu e Quedas do Iguaçu. O movimento diz que vai lutar pela desapropriação de 100% da área. A questão foi discutida anteontem na superintendência do Incra em Curitiba e uma nova reunião deverá ocorrer na semana que vem em Brasília. A Ouvidoria Agrária Nacional deverá vir à região nos próximos dias para debater a questão. O MST também informou que não pretende deixar a área e que as famílias aguardarão no local até uma decisão final da Justiça.
Leia mais sobre: Araupel
FONTE: http://cgn.uol.com.br/noticia/100215/quedas-do-iguacu-a-cidade-que-ousou-se-levantar-contra-o-mst

quinta-feira, 14 de abril de 2016

JÓIA...VALE RELEMBRAR AS VERDADES SOBRE O PT DITAS NA TV POR JORNALISTAS CORAJOSOS, ASSISTA!


VAMOS RELEMBRAR O QUE FOI DITO NA TV POR QUEM TINHA CONHECIMENTO DOS FATOS...ASSISTA:


1). Veja o comentário que ocasionou a demissão do jornalista Paulo Martins

https://youtu.be/e44Zs4IVfv0




2). EXCLUSIVO E SEM CORTES - O PROGRAMA QUE TENTARAM IMPEDIR DE IR AO AR !

https://youtu.be/DXrOiyzyNL0



3). JORNALISTA RBS GLOBO DEMITIDO AO VIVO POR CONTAR A VERDADE NO BRASIL
https://youtu.be/jIkSTB_FA2Y

quarta-feira, 13 de abril de 2016

CHEGOU A HORA DE ACABAR COM O MST NO BRASIL TODO: "No Paraná, comércio fecha e população vai às ruas CONTRA o MST"

No Paraná, comércio fecha e população vai às ruas CONTRA o MST

 População protesta em Quedas do Iguaçu Luiz Carlos da Cruz/Gazeta do Povo
População protesta em Quedas do Iguaçu Luiz Carlos da Cruz/Gazeta do Povo
As informações são da Gazeta do Povo:
“Quedas do Iguaçu parou nesta quarta-feira (28) para cobrar das autoridades a reintegração de áreas ocupadas desde meados do ano passado pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Foram várias invasões ao longo do último ano e desde segunda-feira (28) a indústria de beneficiamento de madeira está com as atividades paralisadas porque não há matéria-prima para ser processada. Os funcionários dizem que não conseguem ter acesso à área de reflorestamento e que as máquinas estão retidas em uma área de acampamento. O MST nega que tenha retido o maquinário e afirma que a empresa é que não faz questão de retirar. O movimento também afirma que é de seu interesse que seja retirada a madeira reflorestada.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Após mortes de dois sem-terra, MST promete manifestações e PM afirma que não vai tolerar represálias


Após mortes de dois sem-terra, MST promete manifestações e PM afirma que não vai tolerar represálias


Luiz Carlos da Cruz, especial para a Gazeta do Povo, e Katia Brembatti, com Folhapress. Colaboraram: Fernanda Leitóles e Fabiane Ziolla Menezes
[07/04/2016] [21h38]
Atualizado em 07/04/2016 às 21h47
Pronto Socorro de Quedas do Iguaçu recebeu os feridos do conflito | Click 3
Pronto Socorro de Quedas do Iguaçu recebeu os feridos do conflito Click 3
Após as mortes de dois sem-terra em confronto com a Polícia Militar, numa área nas proximidades do acampamento Dom Tomás Balduíno, em Quedas do Iguaçu, na tarde desta quinta-feira (7), o clima era de tensão na cidade no Oeste do Paraná.
O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) promete realizar várias manifestações no município. Já o tenente-coronel da PM Washington Lee Abe, do 5.º Comando Regional Militar, afirmou que a polícia não vai tolerar represálias e está preparada para agir, caso seja necessário.
Além dos mortos, seis sem-terra ficaram feridos e foram encaminhados para hospitais da região. Nenhum policial ficou ferido. De acordo com o comandante da PM, outros dois membros do MST foram detidos porque estavam armados. O restante do grupo teria se embrenhado em uma mata.
Em entrevista coletiva na noite de quinta, Lee Abe subiu o tom contra o movimento. “Só pedimos aos inocentes que se encontram lá nesse movimento – que se intitula movimento social –, que se afastem. A Polícia Militar do Paraná não vai se curvar, não vai tolerar nenhum tipo de represália e não vai tolerar nenhum tipo de infração às leis. Nós estamos lá exatamente para manter a lei e a ordem”, afirmou o policial.
Policiais de diversas regiões do estado foram deslocados para Quedas do Iguaçu e o coronel Lee Abe assumiu a coordenação das operações que serão desencadeadas na cidade após o confronto. A polícia estima que aproximadamente 10 mil sem-terra morem na região.
A Araupel não se posicionou sobre o ocorrido, segundo informou o Jornal Nacional.

Versões do conflito

Os dois lados têm versões diferentes para o conflito. Em nota, a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) afirmou que os policiais foram vítimas de uma emboscada e que eles foram ao local para tentar ajudar a combater um incêndio.
O MST nega e diz que a polícia foi ao assentamento para tentar retirar o grupo, que ocupa, desde julho de 2014, as terras da Araupel. Um líder do MST disse que os membros do movimento é que foram as “vítimas de emboscada”.
Mais tarde, o tenente-coronel da PM disse que quando a corporação chegou ao local havia uma barricada no meio do caminho para impedir a chegada dos policiais ambientais. Eles pretendiam fazer um levantamento sobre possíveis impactos ambientais e até mesmo a necessidade de autuações, caso fosse necessário.
Segundo ele, oito policiais que tentavam desobstruir o local, foram atacados por disparos de arma de fogo e, então, revidaram. Ele negou a versão dos sem-terra. “Aí eu pergunto: você faz uma emboscada com oito homens ou com 40 homens? Então nós podemos ver quem é que fez emboscada para quem”, afirmou.
Já o MST acusou a polícia de impedir que pessoas entrassem no acampamento Dom Tomas Balduíno após o confronto, até mesmo para socorrer os feridos. O movimento disse também que eles foram surpreendidos por um grupo de jagunços, seguranças da empresa Araupel e também da Polícia Militar.
A Polícia Civil já abriu um inquérito para apurar os fatos.

Batalha judicial

Uma disputa envolvendo as terras da Araupel já dura 20 anos. Em 2015, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e a Advocacia-Geral da União (AGU) entraram com uma nova ação pedindo a nulidade do título de propriedade das terras da empresa
Segundo o Incra, a ação formulada pela Procuradoria da União e proposta pela AGU é fundamentada nas concessões realizadas no período imperial e que caducaram com o passar dos anos. O Incra argumenta que a Companhia Estrada de Ferro São Paulo-Rio Grande, ao qual o imóvel estava vinculado, não cumpriu com as obrigações e, em 1923, ocorreu a caducidade da área.
“Portanto, a empresa Araupel ocupou irregularmente uma área que é de domínio da União”, disse à época o superintendente do Incra no Paraná, Nilton Bezerra Guedes. Araupel informou, em 2015, que atestava a legitimidade do titulo que possui.
A área reivindicada pelo Incra está ocupada por mais de quatro mil pessoas no acampamento Dom Tomás Balduíno.

“Situação no local é tensa; era uma bomba-relógio”, diz assessor fundiário

“A gente sabia que não podia ter confronto. Estávamos tentando evitar justamente isso.” A declaração é do assessor especial para Assuntos Fundiários do governo do Paraná, Hamilton Luiz Serighelli, para quem a região de Quedas do Iguaçu se assemelha a “uma bomba-relógio”, prestes a explodir a qualquer momento. Ele está viajando para a região e espera chegar no local às 22 horas desta quinta-feira.
Serighelli comenta que as informações que chegam estão desencontradas, com acusações mútuas de emboscada, e que a prioridade no momento é acalmar os ânimos. Ele conta que está conversando por telefone com várias lideranças da região, com o objetivo de que mais nenhum ato de violência ocorra nas próximas horas. Para o assessor, a concentração de pessoas na área complica a situação, que ele considera tensa. “São 12 mil acampados, mais 12 mil assentados e ainda os 36 mil moradores da cidade”, contabiliza.
O assessor afirma que, nos últimos 11 dias, a Araupel conseguiu trabalhar sem interferências do movimento sem-terra, graças a muita negociação, e que o conflito na região só vai se encaminhar para uma solução quando a Justiça Federal tomar decisões definitivas sobre a propriedade da área.

Terras Contestadas

Saiba onde ficam os assentamentos e os acampamentos do MST que envolvem a empresa madeireira Araupel:
 

LITÍGIO

A Araupel possui cerca de 30 mil hectares de terras entre as regiões de Pinhal Ralo e Rio das Cobras, espalhadas pelos municípios de Rio Bonito do Iguaçu, Quedas do Iguaçu, Espigão Alto do Iguaçu e Nova Laranjeiras. Originalmente, ela tinha cerca de 80 mil hectares, mas 49 mil hectares foram destinados aos assentamentos Ireno Alves, Marcos Freire e Celso Furtado nos últimos 20 anos. A empresa tenta a reintegração de posse de duas áreas ocupadas pelo MST nos últimos 12 meses. São os acampamentos Herdeiros da Luta e Dom Tomás Balduíno.
 

*Foi a partir de 2003 que o acampamento começou a crescer. Em 2004, saiu o título provisório da terra para o Incra.

Fonte: Incra, MST e Araupel. Infografia: Gazeta do Povo.
FONTE:
http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/apos-mortes-de-dois-sem-terra-mst-promete-manifestacoes-e-pm-afirma-que-nao-vai-tolerar-represalias-3vuo9yexfu0df1cb59s54aems

domingo, 27 de março de 2016

ESCREVA PARA OS PARLAMENTARES FEDERAIS DE SEU ESTADO QUE SÃO CONTRA O IMPEACHMENT DE DILMA OU ESTÃO INDECISOS!

PARA SABER QUAIS SÃO OS PARLAMENTARES QUE SÃO CONTRA O IMPEACHMENT DE DILMA OU ESTÃO INDECISOS, CLIQUE NO ESTADO DO MAPA DO BRASIL CONTIDO NO LINK:



Os votos do Paraná pelo impeachment de Dilma

paulo-martins
A oposição ao governo Dilma e ao PT ganhou uma força nova e diferenciada do Paraná. Paulo Martins (foto), jornalista, é liberal, conservador, e vai preparado para os embates. O que lhe confere respeito em todo o país. Só um senador apoia o impeachment. Alvaro Dias, do PV. Dos 30 deputados federais do paraná, 17 querem depor Dilma. Alex Canziani (PTB), Alfredo Kaifer (PSL), Christiane Yared (PR), Paulo Martins (PSC), Evandro Roman (PSD), Fernando Francischini (SD), Giacobo (PR), Leopoldo Meyer (PSB), Luciano Ducci (PSB), Luiz Carlos Hauly (PSDB), Luiz Nishimori (PR), Marcelo Bellinati (PP), Osmar Serraglio (PMDB), Rubens Bueno (PPS), Padovani (PSDB) e Sandro Alex (PPS).

FONTE: http://www.fabiocampana.com.br/2016/03/os-votos-do-parana-pelo-impeachment-de-dilma/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+FabioCampana+%28F%C3%A1bio+Campana%29

OS TELEFONES E EMAILS DOS PARLAMENTARES QUE ESTÃO CONTRA O IMPEACHEMENT OU INDECISOS, BUSQUE NOS LINKS:
 http://mapa.vemprarua.net/pr/

MAIS INFORMAÇÕES DOS DEPUTADOS FEDERAIS AQUI:
http://www.alep.pr.gov.br/deputados/fale_com_o_deputado 





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