COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quarta-feira, 22 de julho de 2015

ATENÇÃO PAIS: BOICOTEM O SBT: DESENHO LÉSBICO PROIBIDO NOS EUA VAI AO AR ÀS 11HS DA MANHÃ NO BRASIL!


SBT vai exibir desenho polêmico com romance lésbico

POLÊMICA

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)
O SBT bateu o martelo e vai exibir o desenho “Avatar: A Lenda de Korra”. A animação será veiculada dentro do “Bom Dia & Cia” nesta quarta-feira (22). A atração foi anunciada por Silvia Abravanel, que segue à frente da apresentação do matinal.
Tudo não seria contestável se o desenho não tivesse gerado polêmica nos Estados Unidos por conta da violência e de um romance lésbico com a personagem que protagoniza o anime.
Em um total de 52 episódios, “A Lenda de Korra” está dividido em quatro temporadas e narra a história de uma adolescente que dá nome à trama. Korra é forte e corajosa e vive um triângulo amoroso com os irmãos Mako e Bolin. No entanto, na terceira temporada, a protagonista começa uma amizade com Asami, ex-namorada de Mako.
(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)
O final da animação, exibida originalmente em 2014, sugere um possível namoro entre Korra e Asami. Tudo porque as duas se olham e saem juntas de mãos dadas para o mundo espiritual. De acordo com um dos criadores do desenho, Michael Dante DiMartino, a ideia era mostrar que Korra tinha algo por Asami. “Nossa intenção com a última cena foi para mostrar o mais claro possível que, sim, Korra e Asami têm sentimentos românticos uma pela outra. O momento em que elas entraram no portal espiritual simboliza sua evolução de amigas para um casal”, disse Dante confirmando o relacionamento homossexual de Korra, por meio de seu blog.
Vale ressaltar que, nos Estados Unidos, “A Lenda de Korra” é um spin-off de “Avatar: A Lenda de Aang”, de 2005, e teve sua estreia em 2012. Por conta desses temas polêmicos, a animação mudou de horário e, por fim, deixou de ser exibida na TV, sendo que, suas duas últimas temporadas foram veiculadas apenas pela internet.
(Foto: Divulgação)
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

NOVA INVENÇÃO DOS MISERÁVEIS ESQUERDOPATAS:"Certidão multiparental"

Certidão multiparental

Menina será registrada por um pai e duas mães homossexuais

22 de fevereiro de 2015, 10h21


O registro de mais de dois pais na certidão de nascimento da criança, além de não ser proibido, permite a aceitação da multiparentalidade, um novo arranjo familiar que vem se impondo na sociedade. Afinal, o Direito não pode fechar os olhos nem virar as costas a este fato social que reclama legalização, principalmente porque o reconhecimento milita em benefício do menor. Com base neste entendimento, a 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul desconstituiu sentença que indeferiu pedido de registro com duas mães e um pai, por ‘‘impossibilidade jurídica’’.  O juiz da Vara de Família e Sucessões havia considerado a inicial inepta e não reconheceu o interesse processual dos autores.

Em suas razões, o julgador da 1a instância disse que o pedido atenta contra os princípios da legalidade, da tipicidade e da especialidade, os norteadores dos Registros Públicos. Estes princípios, segundo ele, é que dão precisão e acurácia aos elementos informadores da sua constituição; isto é, apontam quem são os pais biológicos da criança. ‘‘A filiação é regulada, no direito pátrio, pelos artigos 1.596 a 1.606 do Código Civil, devendo resultar do ‘termo de nascimento’, onde, logicamente, se encontram as indicações de uma mãe e um pai’’, apontou na sentença.

Os integrantes da 8ª Câmara Cível, no entanto, entenderam que o ‘‘vácuo legal’’ não leva, necessariamente, à impossibilidade jurídica do pedido. Neste caso, o julgador deve atentar para o espírito do artigo 4º da Lei de Introdução ao Código Civil: ‘‘Quando a lei for omissa, o juiz decidirá o caso de acordo com a analogia, os costumes e os princípios gerais de direito’’. Além disso, registra o acórdão, os princípios que norteiam os ‘‘Registros Públicos’’ – cuja legislação é pré-Constituição de 1988 – devem ser relativizados naquilo que não se compatibiliza com os preceitos da atual Carta Magna – notadamente a promoção do bem de todos, sem preconceitos de sexo ou qualquer outra forma de discriminação (artigo 3, inciso IV), bem como a proibição de designações discriminatórias relativas à filiação (artigo 227, parágrafo 6º).

Para o relator da apelação, juiz convocado José Pedro de Oliveira Eckert, o caráter biológico não é o critério exclusivo para definir os vínculos familiares, nem, por consequência, os vínculos de filiação. É preciso partir da interpretação sistemática conjunta com os demais princípios infraconstitucionais, como o da proteção integral e dos melhor interesse do menor – formadores do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) – bem como atender ao fenômeno da afetividade como formador de relações familiares.

O acórdão que deu provimento à apelação foi lavrado na sessão do  dia 12 de fevereiro.

Cuidados partilhados

Conforme os autos do processo, que tramita sob segredo de Justiça, o caso familiar envolve duas mulheres e um homem. As mulheres, que formam o casal homossexual, viviam em regime de união estável desde 2008 e casaram legalmente em 2014.


Nos últimos dois anos, o casal, juntamente com o ‘‘amigo fraterno’’ em comum, vinha se preparando com os respectivos familiares para ter um filho neste formato – um pai e duas mães. O trabalho de ambientação, para firmar uma cultura familiar comum, contou com a assessoria de psiquiatra e de terapeuta familiar. À médica especializada em reprodução humana coube a tarefa de orientar acerca da inseminação intra-uterina – o sêmen do homem foi colocado na cavidade uterina de uma delas, após um processo de estímulo da ovulação.

Desta gravidez, em outubro de 2014, nasceu uma menina que, inicialmente, foi registrada apenas pelos pais biológicos. Agora, com a autorização do TJ-RS, o assento de nascimento será alterado, para inclusão dos três pais e respectivos avós. 

Amigos, familiares e profissionais que tomaram parte neste ‘‘projeto de família multiparental’’, segundo os autos, foram unânimes em atestar o alto grau de compromisso dos autores com o bem-estar da criança no presente e no futuro. Ao assinarem o ‘‘Pacto de Filiação’’, os três se comprometeram, reciprocamente, a observar uma série de requisitos quanto ao poder familiar, direito sucessório, guarda, visitação e alimentos em favor da filha comum.

Clique aqui para ler o acórdão modificado.

Fonte: http://www.conjur.com.br/2015-fev-22/menino-registrado-pai-duas-maes-homossexuais

ADENDO ADHT: Tem algum advogado seguindo o @defesahetero que poderia entrar com uma ação para cancelar esta BADERNA SOCIAL que vai trazer inúmeros problemas para esta criança no futuro? Infelizmente as mães lésbicas estão pensando apenas no bem estar delas sem se importar como esta criança poderá ter sérios problemas psicológicos de aceitar esta trama Gay ESQUERDOPATA. Se algum "anjo" abençoado por Deus agir, Ele vai ajudar a cancelar este processo louco, cuja vítima maior é uma criança inocente agora que sofrerá muito no futuro por causa destas loucuras!

domingo, 2 de novembro de 2014

Prefeita lésbica volta atrás e cancela censura a sermões sobre homossexualidade e identidade de gênero nas igrejas

Prefeita lésbica volta atrás e cancela censura a sermões sobre homossexualidade e identidade de gênero nas igrejas

Por Dan Martins em 1 de novembro de 2014 

Prefeita lésbica volta atrás e cancela censura a sermões sobre homossexualidade e identidade de gênero nas igrejas A prefeita da cidade de Houston (Texas), Annise Parker, anunciou na última quarta feira (29/10) que irá retirar as intimações que havia feito para que cinco pastores da cidade submetessem seus sermões a uma análise prévia da prefeitura, caso os mesmos tratassem assuntos como a homossexualidade e a identidade de gênero, ou até mesmo se apenas citassem a prefeita ou sua gestão.

A determinação contra a liberdade de expressão dos líderes religiosos havia sido feita após eles se posicionaram publicamente contra que lei sobre “Igualdade de Direitos” que permite, entre outras coisas, que homens e mulheres usem banheiros destinados a pessoas do sexo oposto.

Após as intimações contra os pastores virem a público, diversos outros ministros e instituições religiosas se manifestaram em apoio a eles, que estão sendo chamados de “Houston Five” (“Os Cinco de Houston”). Após a grande repercussão do caso, Parker voltou atrás em sua decisão e anunciou a retirada das intimações contra os pastores.

– Depois de muita contemplação e discussão, eu estou dirigindo o departamento jurídico da cidade para retirar as intimações emitidas contra os cinco pastores de Houston que entregaram as petições para a cidade de Houston e que indicaram que foram responsáveis pelo total esforço desta petição – anunciou a prefeita.

– É extremamente importante para mim, para proteger a nossa portaria de direitos iguais da revogação, e é extremamente importante para mim, ter certeza de que todos os cidadãos de Houston sabem que suas vidas são valiosas, protegidas e reconhecidas – completou Parker.

Segundo informações do The Christian Post, a decisão da prefeita em retiras as intimações contra os cinco pastores veio poucos dias antes do “I Stand Sunday”, evento em que várias celebridades, entre eles o ex-governador do Estado de Arkansas, Mike Huckabee, e membros do elenco da série “Dynasty Duck”, se uniriam em favor dos pastores.

Conhecida pela sigla “HERO”, a lei aprovada pela prefeita alterou o Código de Ordenanças de Houston, que proíbe a discriminação em locais públicos e do emprego privado, com base em “características protegidas”. A lei motivou uma grande polêmica na cidade, sobretudo porque, segundo seus opositores, ela terá várias consequências não intencionais, como permitir que os homens transexuais usem banheiros femininos.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Beijo gay em cultos: ‘Nota da OAB’ pode desencadear onda de crimes contra sentimento religioso cristão no Brasil – Parte 1

Beijo gay em cultos: ‘Nota da OAB’ pode desencadear onda de crimes contra sentimento religioso cristão no Brasil – Parte 1

Avatar de Rubens TeixeiraPor Rubens Teixeira em 30 de setembro de 2013

Beijo gay em cultos: ‘Nota da OAB’ pode desencadear onda de crimes contra sentimento religioso cristão no Brasil – Parte 1
I – A “miscigenação religiosa”,  o Estado, a OAB e o desrespeito ao sentimento religioso
Cristãos e outros religiosos de um modo geral convivem pacificamente na sociedade brasileira há muito tempo. As pessoas podem migrar de uma religião para outra, ou para nenhuma delas, sem que isso produza significativas tensões sociais. Em muitas famílias há pessoas de várias religiões, ou sem religião. No artigo “Seria o Estado laico um Estado vadio?” (disponível em:http://colunas.gospelmais.com.br/seria-o-estado-laico-um-estado-vadio_5766.html),  questiono as responsabilidades do Estado, através das instituições públicas, no sentido de garantir os direitos individuais, dentre eles o direito à liberdade religiosa.  Defendo que o ativismo é legítimo, mas não é salvo conduto para o cometimento de crimes. O caput do art. 208 do Código Penal tipifica como crime “Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ouperturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”.
Na nota de repúdio que a OAB emitiu, criticando as  ações dos agentes públicos com relação à conduta deles ao prenderem as moças que se posicionaram em local de destaque, durante um culto, para se beijarem na boca de forma exagerada, a instituição declarou que: “E intolerável é o abuso de poder das autoridades policiais que cercaram, arrastaram e algemaram as jovens que se manifestavam contra o parlamentar, e que de modo algum podem ter sua conduta entendida como ofensa ao sentimento religioso, revelando-se totalmente descabida a tentativa de punir as manifestantes com base no art. 208 do Código Penal.”.
O crime em questão é contra o sentimento religioso, não compartilhado pela OAB. Se avaliada neste aspecto, as posições da instituição aproximam-se mais da anticristã na defesa de temas controvertidos relacionados à vida e à família. Ou seja, a OAB tem lado oposto ao que os cristãos defendem em vários aspectos, portanto não é voz isenta e moderada nestes temas. Não faz sentido deixar a raposa tomar conta do galinheiro. A OAB, além de não ter estado presente ao evento, tem procurado minimizar as agressões que se fazem contra cristãos, como neste episódio, o que pode servir de encorajamento para que outras pessoas tomem a mesma atitude desrespeitosa contra os religiosos.
Esta postura da OAB, que despreza a lei e o sentimento religioso alheio, minimizando o reprovável desrespeito àquele culto, contribui para que manifestações desta natureza se repitam. Este aval da Ordem pode incentivar uma onda de crimes contra o sentimento religioso no país, não praticados por LGBTS, mas por ativistas violentos que queiram dar vazão aos seus instintos primitivos e se sustentem na posição distorcida da OAB para isso.
Ressalto que, em outras oportunidades, já me manifestei publicamente afirmando que a Ordem dos Advogados do Brasil produz vítimas em série no nosso país, violando direitos humanos de diversas maneiras.  Além de outras formas silenciosas de produzir vítimas, tem o holocausto chamado de Exame da OAB.  Esta prova, que fiz e fui aprovado antes mesmo de terminar o curso de Direito, é tão reprovável em vários aspectos que me permitiu elaborar uma carta de 50 páginas cujas mais altas autoridades do país tiveram acesso. Aos que tiverem curiosidade de conhecê-la, está disponível no link: http://www.rubensteixeira.com.br/site/wp-content/uploads/2012/07/CARTA-AO-CN-PELA-APROVAÇÃO-DO-PLS-43-2009-E-PELO-FIM-DO-EXAME-DA-OAB-25-08-13.pdf
Recentemente, foi criada uma página no Facebook para reunir pessoas que se sentem vitimadas pela OAB e milhares de pessoas já a curtiram: https://www.facebook.com/AsVitimasDaOab. Portanto, é bastante temerário acolher, sem uma profunda reflexão, brados da OAB em defesa de determinados temas, pois não é prudente ouvir a voz de quem viola direitos humanos em todo território nacional, usando argumentos que maculam a palavra justiça, mas foge do debate nestes temas quando é instada a falar sobre a prova que aplica, sobre os recursos envolvidos nela e o cerceamento que faz ao ingresso de novos profissionais no mercado.
Destaco que a OAB não representa o sentimento e a dignidade de muitos advogados, pois contraria àqueles que discordam dessas posturas ditatoriais e desrespeitosas apresentadas. A advocacia é uma belíssima profissão, mas a Ordem usa estes profissionais como “escudo humano” para defender interesses políticos, contrariando o pensamento de uma multidão de seus membros que já me confessaram discordar das manobras desta entidade. Esta instituição vive de uma reputação construída por grandes vultos do Direito no passado e  tem sua reputação futura posta em xeque por posturas como estas.
II – O que todos os cidadãos, inclusive os LGBTS, querem e precisam
Definitivamente, as pessoas, sejam elas quem forem, precisam ser amadas e respeitadas. A maior fonte de preconceito no Brasil e no mundo é a pobreza e a miséria, onde as pessoas têm seus direitos mais vulnerabilizados. Por tratarem-se de consumidores “pouco atraentes”, os descamisados, embora numerosos, não são o foco principal da OAB e de boa parte das instituições que gostam de fazer marketing em cima da miséria alheia, esperando retorno comercial ou político para as suas imagens. Os homossexuais e outros grupos, além de serem discriminados, também são “usados” politicamente. Muitos foram desrespeitados na infância ou mesmo sofredores por outras razões, inclusive pelo preconceito. Não são essas pessoas que atacam os cultos cristãos, mas sim os oportunistas que querem fazer o seu nome ou de suas instituições usando a boa fé, o sofrimento e a fragilidade de pessoas que precisam ser ajudadas.
Os homossexuais, em sua maioria, como os demais cidadãos, não querem problemas, desejam viver em paz e detestam a exagerada exposição que fazem deles. A OAB precisa parar de vitimar pessoas em todo país com sua truculência, elitismo, obscurantismo e respeitar tanto os religiosos, das diversas matizes, quanto pessoas sem religião, ao invés de ficar incentivando o cometimento do tipo penal do artigo 208, ao querer anular a lei e dar permissividade para desrespeitarem cultos. A Ordem não deveria fechar os olhos também para o artigo 287 do Código Penal que diz em seu caput ser crime: “Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime”. A lei tem efeito erga omnes (contra todos).
Do contrário, estará fazendo outras vítimas, pessoas de boa fé insufladas pelos que querem burlar o debate democrático e impor valores contrários à vida e à família em nosso país. Exemplo disso é parte do Estatuto da Diversidade Sexual, elaborado com a participação da OAB, e outros documentos que, a título de defender minorias, inserem propostas que muitos defendem para os filhos dos outros, mas não querem para os seus.
Conclusão
Os religiosos, ou não, podem e devem ajudar todas as pessoas, inclusive os homossexuais que os procurarem. Todos os seres humanos, homossexuais ou não, precisam ser amados e ajudados em suas amarguras. A OAB também deveria fazer isso, evitando produzir vítimas enquanto faz promoção própria em cima da tragédia alheia, sem oferecer ajudas objetivas aos que sofrem, como o fez na citação que encerra a sua nota: “e expressar o compromisso inarredável da Ordem com a luta pela promoção e defesa dos direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Travestis, e com a preservação do Estado democrático de direito e das liberdades constitucionais”. Todos os cidadãos, especialmente os que sofrem, precisam ser amados, como Jesus ensinou, e não explorados e usados por pessoas e instituições que querem aparecer como referencial de justiça, sem produzir frutos condizentes. Se não for assim, mais pessoas se sentirão como essas:https://www.facebook.com/AsVitimasDaOab.
* Rubens Teixeira é doutor em Economia (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em auditoria e perícia contábil (UNESA), engenheiro civil (IME), Formado em Direito (UFRJ), aprovado para a OAB/RJ, bacharel em Ciências Militares (AMAN),  professor, escritor, membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil, dos Juristas de Cristo e da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra.

Por 

Pastor evangélico da igreja Assembleia de Deus • Doutor em Economia pela UFF • Mestre em Engenharia Nuclear pelo IME • Pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil pela UNESA • Engenheiro de Fortificação e Construção (civil) pelo IME • Bacharel em Direito pela UFRJ (aprovado na prova da OAB-RJ) • Bacharel em Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN

Fonte: http://colunas.gospelmais.com.br/beijo-gay-cultos-nota-oab-desencadear-crimes-sentimento-religioso-cristao-brasil-1_6082.html

terça-feira, 23 de abril de 2013

ADOÇÃO POR GAYS : Lésbica mata MENINO por este se recusar a chamá-la de 'pai'


Terça-feira, 23 de Abril de 2013


Lésbica mata MENINO por este se recusar a chamá-la de 'pai'

ADENDO ADHT:
"ANTES DE LER ESTE ARTIGO, SOBRE ESTA BARBÁRIE QUE PODERIA TER SIDO EVITADA, APROVEITE PARA ASSINAR A PETIÇÃO CONTRA A ADOÇÃO POR DUPLAS GAYS postada no link: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=ADHT004 , 
POIS SE CASAMENTO NÃO DEVE SER APROVADO PELO CONGRESSO, A ADOÇÃO MUITO MENOS. LEIA NA PRÓPRIA PETIÇÃO AS FORTES RAZÕES PORQUE DEVEMOS LUTAR PARA QUE PARES GAYS NÃO SEJAM AUTORIZADOS A ADOTAREM CRIANÇAS E ADOLESCENTES.

CONTINUE A LEITURA.

Jandre Botha, de quatro anos, recusou-se a chamar de "pai" à mulher que vivia com a mãe: por este acto, ele pagou com a sua vida". 

O pai de Jandre, Jan Botha, encontrava-se na galeria pública do tribunal regional de Vereeniging quando a sua antiga esposa, Hanelie Botha, de 31 anos, e a sua parceira, Engeline de Nysschen, 33 anos, foram consideradas culpadas pelo macabro assassinato do seu filho. Ele sentou-se no tribunal, de mãos dadas com a sua noiva (Yolanda Deysel) ouvindo atentamente a Juíza Rita Willemse a aceitar as evidências de que entre outras razões que levaram à morte de Jandre estava a sua recusa em chamar de "pai" a De Nysschen.

O tribunal ouviu evidências trazidas a público por Lydia Nkomo e a sua filha Aletta Lesiba, que trabalharam para a dupla lésbica na sua loja, de que De Nysschen havia agredido Jandre violentamente ao mesmo tempo que exigia que este a chamasse de "pai". Ambas testemunharam que durante a altura em que Jandre estava a ser agredido, a sua mãe não interviu e nem o protegeu. As evidências revelaram que ele suportou lesões horríveis, incluindo a fractura do crânio e danos no cérebro, bem como pernas, clávicula, mãos e pélvis partidos.

O tribunal aceitou as evidências do Professor Mohammed Dada, perito em lesões, de que as mazelas do rapaz eram semelhantes às lesões de alguém que havia caído dum edifício com dois andares.

Enquanto verbalizava a sua decisão, Rita Willemse reconheceu que não existiam evidências substâncias que ligavam Hanelie às agressões, mas que ela era igualmente culpada pelo assassínio por falhar no seu dever legal de proteger a criança de abusos e violações. O tribunal apurou que Hanelie havia mentido a membros duma equipa médica (que havia tratado Jandre) ao afirmar que as lesões do rapaz eram o resultado duma queda durante o banho.O tribunal determinou que ela havia mentido para proteger a sua parceira lésbica, De Nysschen. 

Os médicos que examinaram Jandre rejeitaram totalmente a versão da dupla homossexual de que o rapaz havia caído no banho uma vez que, segundo a equipa médica, uma força excessiva era necessária para causar as lesões fatais que o corpo de Janfre tinha. Condenando as duas, Willemse colocou de parte a sua versão, e disse que tinha perante si evidências médicas substanciais em torno da natureza das lesões sofridas por Jandre.
Aceitei as evidências da equipa médica, perita nesta área. Estavam perante mim documentos médicos substanciais, e a maioria dos profissionais envolvidos tem experiência médica superior a 15 anos. Todos eles colocaram de parte a versão das acusadas, e foram unânimes em afirmar que as lesões do falecido foram infligidas durante um certo período de tempo.

É impensável que a mãe da criança não soubesse destas lesões fatais. O falecido tinha também pernas partidas e a sua mãe estaria ciente disto.

A magistrada criticou Hanelie ao não reportar aos assistentes sociais o abuso que Jandre sofria às mãos da sua amante lésbica, depois dela ter obtido a guarda da criança após uma longa batalha legal contra o seu ex-marido. Ela falhou também ao não reportar o abuso ao ex-marido.

O pai da criança tomou conhecimento do abuso que Jandre sofria apenas e só no dia da sua morte, no dia 12 de Junho de 2003, quando De Nysschen entrou em contacto com ele e lhe disse que Jandre havia caído e morrido.

Willemse questionou a habilidade de Hanelie para ser mãe, afirmando que os seus próprios pais entraram em contacto com o seu ex-marido como forma de lhe concederem apoio financeiro na sua batalha pela guarda da criança.

Repreendendo Hanelie, Willemse disse:
Hanelie não estava indefesa. Ela estava bem ciente das reacções violentas de Engeline. Ela poderia ter chamado o pai da criança para a ajudar, mas ela falhou ao não faze-lo. Ela nada fez para proteger o seu próprio filho

A magistrada qualificou Engeline de mentirosa e de testemunha sem valor visto que se havia contradito no seu testemunho.

Mais tarde, Hanelie e De Nysschen foram condenadas por agressão com propósito de causar danos físicos graves, e negliência infantil por falharem em fornecer ou buscar tratamento para as lesões que Jandre tinha nos membros.


Via

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

MARISA LOBO RESPONDE LANNA HOLDER


Psicóloga cristã compara Lanna Holder a filho pródigo

Por: Redação Creio


 Lanna Holder durante anos esteve à frente de púlpitos testemunhando sua conversão. Depois de um período nebuloso, ela se afastou e com sua ‘companheira’ organizou uma igreja inclusiva em São Paulo. Na última vez em que as duas se encontraram, a psicóloga Marisa Lobo debateu com Lanna Holder, na RedeTV sobre igreja e o debate sobre a ‘ditadura gay’. Marisa Lobo, em carta aberta, disse que ficou comovida, comparou a ex-missionária como o filho pródigo e criticou a interpretação bíblica adotada pelos evangélicos e conciliar os desejos e vontades em relação a pessoas do mesmo sexo.

Resposta de Marisa Lobo a Lanna Holder
Quero deixar claro que falo aqui como missionária e pregadora da palavra de DEUS, e não como psicóloga, para que não usem esta resposta como ferramenta para cassar meu registro.
Querida Lanna Holder desde quando estivemos juntas no programa Super Pop meu coração está apreensivo e tenho orado a Deus para me dar entendimento para tentar explicar e responder sua indagação: “Porque mesmo estando no altar do Senhor não consegui resistir aos desejos sexuais por pessoas do mesmo sexo?”. Me comovi e senti sua sinceridade em sua afirmação em ter estado nos púlpitos e realmente ter desejado servir a Deus sem sentir os desejos que ele desaprova. Conforme está escrito em sua palavra: “Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro” (Romanos 1:26-27).

Gostaria me solidarizar neste momento com você e com todos que sofrem com desejos que não podem realizar porem nem tudo que é “gostoso” e “desejável” faz bem para nossa alma e espírito. Nesse sentido digo que todos somos tentados por desejos de coisas que Deus proibiu (Tiago 1:14-15). Eva desejou o fruto proibido no Éden (Gênesis 3:6), algumas pessoas desejam ganho desonesto (Tito 1:7), alguns homens desejam as esposas de outros (Mateus 5:28), algumas pessoas desejam outras do mesmo sexo (Gênesis 19:4-5). Mas Deus declarou EU VENCI O MUNDO.
Me pergunto se somos realmente felizes quando colocamos nosso desejos a cima da vontade do Mestre para com nossa vida, porque eu não me sinto feliz quando faço isso, o Espirito Santo de Deus me cobra espiritualmente. Percebo, analisando a mim e não a você, que quando me acostumo como prazeres do mundo, percebo a tendência de nos adaptarmos e pervertermos a nossa realidade existencial, queremos por força da manipulação de nossos sentimentos acreditar que o que fazemos é correto. E isso é pura manipulação de sentimento, sensações prazeres que são gostosas nos realizam no momento, mas se Deus não aprova como princípio, gostoso ou não, devem ser mudados, transformados ou mesmo sublimado, deslocado para outros tantos prazeres e mesmo assim se, não resistirmos, então devam esses tais desejos serem renunciados em favor do evangelho, nos monitorarmos a partir dessa decisão e lutar pela dessensibilização de nossos desejos, estando mais e mais na presença do Pai.
Não podemos relativizar a vida cristã e achar com isso que Deus vai nos aprovar. E ao não conseguir lutar contra um desejo, simplesmente esquecer dos princípios que movem e norteiam nossa fé, e adaptar a Bíblia Sagrada aos nossos desejos. Somos nós que temos que entrar e viver conforme ela, essa é nossa confissão de Fé.
Somos todos pecadores, erramos muito e uma das coisas que eu, pessoalmente, aprendi e ensino em minha vida é reconhecer a minha impotência perante a minha dependência dos meus vícios e desejos, e declarar a minha dependência de Deus e, reconhecer sua magnitude e poder sobre todas as coisas e sobre minha vida meus desejos conscientes e até mesmo os inconscientes.

Dizer ser feliz não significa que Deus está feliz conosco, que Deus aprova, que realmente temos a felicidade eterna, mas apenas que nosso sistema cerebral de recompensa funciona bem. Esse sistema é dado por Deus, faz parte do cérebro e nos recompensa com alegria. Todas as vezes que fazemos algo esse sistema é ativado e os neurotransmissores como dopamina e serotonina, por exemplo, responsáveis pelo bem estar, ativam sensações corpóreas, que nos dão prazer. Foi projetado por Deus, para que isso ocorra, mas nem sempre o que gostamos é bom para saúde, e nem tudo que traz prazer ao corpo é bom para nossa alma. E nem mesmo o que pode ser bom para nossa alma será bom para o Espirito. Por isso temos o poder de escolha, e reconheço sim como é difícil desejar uma coisa e fazer outra, como vivemos a luta interior de Paulo a cada dia, conforme nos mostra claramente a carta de Paulo aos Romanos no capítulo 7, versículos 14 a 25, mas ele venceu por amor a Cristo.


A renúncia é o que nos aproxima do Mestre, a vitória sobre nossos desejos é o que nos torna heróis… Hoje pensei na resposta da pergunta que me fez no programa: “porque comigo não aconteceu”. Na hora fiquei em silêncio, porque não quis te constranger, mas a resposta, amada, é essa “Porque talvez seu ministério fosse a renuncia” .
Os eunucos que Jesus se referia não eram homossexuais

Quanto aos Eunucos que você usou para se explicar, Deus me deu esta resposta. Dentro do seu contexto particular perante sua afirmação dizendo que eunucos seriam gays, mesmo eu, sabendo que não eram, Deus me deu esta palavra se assim o fossem:
“Alguns são eunucos porque nasceram assim, outros foram feitos assim pelos homens, outros ainda se fizeram eunucos por causa do Reino dos céus. Quem puder aceitar isso, aceite”. (Mateus 19:12)
O que são eunucos? Como diz o versículo acima, existem aqueles que nasceram sem essa avidez sexual, em virtude de problemas congênitos, como o mau desenvolvimento dos testículos durante a gestação, por exemplo. Existem outros que foram feitos eunucos. Na antiguidade, era por via da castração, tirando os testículos. Por conta disso, muitas alterações hormonais ocorriam. Talvez essas pessoas até tivessem alguns desejos fantasiosos, mas o seu corpo não respondia a eles. Hoje em dia, uma pessoa é feita eunuco pela via do trauma, através da violentação.
“Porque assim diz o SENHOR a respeito dos eunucos, que guardam os meus sábados, e escolhem aquilo em que eu me agrado, e abraçam a minha aliança: Também lhes darei na minha casa e dentro dos meus muros um lugar e um nome, melhor do que o de filhos e filhas; um nome eterno darei a cada um deles, que nunca se apagará.” (Isaías 56:4-5)
Digamos que o que Deus quer te dizer é que, se os eunucos fossem gays como quis afirmar, ainda assim Deus falaria em renúncia.

Porém, amada, pela história e pela ciência uma pessoa literalmente castrada como eram os eunucos, por exemplo, da antiguidade, sentiam pouco ou nenhum prazer, portanto não eram objetos sexuais. Quando Jesus fala dos nascidos, está se referindo aos com problemas genéticos, portanto faltava-lhes desejo sexuais. Não eram de forma alguma sexuados, não poderiam ser homossexuais e/ou bissexuais em seu desejo, porque simplesmente não tinham desejo sexual, e seu prazer era servir nos palácios pois esse trabalho era honra para essas pessoas.
Fazendo uma analogia à palavra “eunuco” podemos dizem que existem entre nós “eunucos”, pessoas de total renuncia que abrem mão de sua sexualidade e prazer sexual mesmo não sendo mutilados fisicamente, para servir a Deus, por exemplo os padres.

Podemos dizer ainda dentro desse contexto que: Há os eunucos a serviço do Reino de Deus, como era Paulo de Tarso e tantos outros ao longo da história. Como era Madre Tereza de Calcutá, que ficou para sempre gravada na história da humanidade não por atributos físicos e/ou sensuais, mas por um amor pelos que sofrem que transcende todo e qualquer entendimento que não seja pelo espírito, era na acepção da palavra uma perfeita “eunuca” (se é que existe tal termo). 


Não devemos manipular fatos históricos ou versículos Bíblicos com requintes falaciosos e perversos apenas para satisfazer nossos desejos. Me perdoe se de alguma forma te ofendo, não é essa minha intenção, apenas gostaria de deixar o meu apreço, meu carinho, e dizer que Jesus te ama e a vejo um dia voltando como um filho prodigo para os braços do pai, e juntamente como você, todos os que acreditam na sua versão do evangelho que, na opinião do cristianismo, é seita pois retira e manipula princípios que jamais, segundo Jesus Cristo que os criou a 2 mil anos e está no céu declarou, poderiam ser mudados.
Quando negamos a verdade de tal modo, nos entregamos conscientemente à mentira a ponto de acabar acreditando na mentira como verdade e recusamos até a evidência da verdade. Estamos repetindo o pecado dos fariseus que viam Cristo fazer milagres e os negavam, apesar de vê-los. Não havia então modo de convertê-los. Quando você diz em público que tentou de tudo, libertação, confissão, etc., e não funcionou, está negando a Cristo, tentando se justificar. Se está certa do que faz, não mais se justifique usando a palavra, pois está envergonhando o evangelho de Jesus perante o mundo. Você pode ser aceita, e está sendo, pelo mundo; essa é a maior prova do engano, pois o mundo jamais aceitará um cristão legítimo, porque ele não se adaptará ao mundo ferindo princípios. Pode este conviver e amar as pessoas do mundo, mas não se aliar a ele nos comportamentos que os sustenta, quando são contrários aos mandamentos.
Não nos cabe procurar desculpas para justificar o pecado. É nossa responsabilidade buscar o meio de vencer a tentação (1 Coríntios 10:13; Tiago 4:7-10).
“”Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas. herdarão o reino de Deus”” (1 Coríntios 6:9-10).
Com a paz de Jesus Cristo me despeço em amor crendo no seu milagre, como clamo a cada dia pelo meu.
Marisa Lobo
Deixo para ti uma linda canção de Davi Sacer Toque no Altar ABRO MÃO, ainda não consigo cantar toda, pois temo ao senhor, mas a ouço todos os dias.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

HOMOSSEXUALIDADE FEMININA...UM ALERTA PARA OS PAIS


Lição 4 


Contribuição : Prof. Saulo Navarro


No relacionamento lésbico uma mulher sente-se realizada ao estar ligada com aquilo com que perdeu contato – sua própria feminilidade.  
(Joseph Nicolosi)


INTRODUÇÃO 


Nos últimos tempos cresceu sobretudo a homossexualidade feminina. Quais as causas disso? Os especialistas apontam alguns fatores. Alguns, como Starla Allen e Patrícia Allan 
(“Compreendendo as raízes do lesbianismo” – Exodus Brasil, 2ªed. 2006), afirmam “que algumas mulheres não se identificam como homossexuais até que conheçam outras mulheres e iniciem um relacionamento sexual com ela, podendo influenciar isso fatores como a sua personalidade, a forma como vê o mundo, e outras circunstâncias de sua vida”. Pode ter influído nisso certos tipos de comportamentos na infância em que a menina gostava de 
participar de jogos brutos e podiam ser rotuladas como “Maria–João” e apelidos semelhantes que podem ter marcado sua personalidade e causado certa confusão em seu interior. 


Talvez, o mais doloroso de tudo tenha sido conversar com centenas de mães e pais desesperados para saber o que fazer ou não, já que descobriram que as filhas estão envolvidas no lesbianismo. Devido à complexidade desse conflito e às nuances do temperamento feminino, há diversas considerações importantes a serem analisadas no que diz respeito a alcançar mulheres que sentem atração pelo mesmo sexo. Em primeiro lugar, é importante compreender por que uma mulher seria atraída emocional, romântica e/ou sexualmente por alguém do mesmo sexo. Compreender os porquês não é apenas instrutivo, mas, com frequência, também obtém a empatia daqueles que têm passado por tais conflitos, o que é um fator essencial ao ministério efetivo. 


1. FUNDAMENTAÇÃO BÍBLICA 


Deus condena a relação sexual entre duas mulheres? De modo bem específico não encontramos nada no Antigo Testamento sobre isto. As normas que Deus são endereçadas ao gênero humano, ao homem e à mulher. Em muitos mandamentos Ele não faz distinção entre sexo, idade, condição social, etc. O “não adulterarás” (Ex. 20:7), por exemplo, se destina não só à mulher como também ao homem. O que se condena em Lv. 18:22 é o intercurso sexual 
entre pessoas do mesmo sexo. Se alguém quer um pronunciamento do tipo “Com uma mulher não se deitarás, como se fosse homem”, vai encontrar algo parecido em Rm. 1:26 – “Suas mulheres mudaram as relações naturais por relações contra a natureza”. 


A exegese do texto nos permite entender que Paulo esta falando de lesbianismo porque, no próximo versículo (1:27), ele escreve “da mesma forma, os homens também abandonaram suas relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixões uns pelos outros (NVI)...”. 
A introdução que Paulo usa, “da mesma forma” nos permite entender que ele esta falando do mesmo assunto, diferenciando nos dois versos ambos os sexos. 


Voltando a (Rm 1:26), vale ressaltar que o teólogo John Stott (comentário de Romanos, ABU 2000, p. 74), afirma que, “não podemos interpretar o substantivo „natureza. por „minha 
natureza., como se fosse „para mim natural.. Pelo contrário, à apalavra „physys – natureza’ significa – a ordem natural criada por Deus”. Assim, o “mudar o modo natural” das relações sexuais significa violar a ordem estabelecida por Deus na criação. De modo absoluto e incontestável, Deus criou homem e mulher para se relacionarem entre si de modo bem específico e anatomicamente natural. Mudar este aspecto é contrariar o propósito de Deus. 


Todo o contexto de Rm 1.18-32 descreve que o pecado, de modo geral, é AUTODESTRUTIVO. Pois, além de desonrar os seus participantes – Rm 1.27 “receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão” – desonra o homem diante do Senhor. 
Segundo Stott, “A ira de Deus, nesses casos, não opera necessariamente pela sua intervenção, mas precisamente por sua não intervenção, deixando homem e mulher seguirem o seu próprio caminho”. Por mais que alguns vejam a prática homossexual com naturalidade, isso não a sanciona, pois aos olhos de Deus ela continua sendo ilícita. O pecado na Bíblia não é definido com base nas disposições ou capacidades dos seres humanos, mas no caráter 
Santo de Deus (I Jo 3.1-10). 


Todos nós nascemos com propensão ao pecado 


A Bíblia fala claramente sobre a natureza da humanidade. O rei Davi declara: “Eis que em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe (Sl. 51:5)”. Com relação à natureza do homem e da mulher que se desviam do plano divino, a Palavra ensina: Todos nós andamos desgarrados como ovelhas; cada um se desvia pelo seu caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos (Is. 53:6). Todos nós nascemos com a propensão universal ao pecado. 


2. ENTENDENDO OS MOTIVOS DA HOMOSSEXUALIDADE FEMININA 


Quando as pessoas – às vezes, de modo especial os cristãos – descobrem que uma mulher está lutando contra a homossexualidade, frequentemente, reagem de maneira 
inadequada, porque acreditam que os conflitos dela estão distantes demais das próprias lutas. 
Perceber, apesar disso, que as diversas batalhas da vida são comumente mais parecidas do que diferentes promove maior empatia e, assim, mais compaixão e graça pelos outros. 
Entender os motivos também fornece um mapa de como responder a uma mulher que enfrenta a homossexualidade: o que dizer, o que não dizer, o que fazer, o que não fazer e as maneiras práticas de ajudar. 


Duas verdades importantes: A primeira delas é que homossexualidade não é genético. A segunda é que a maioria das pessoas não opta por ser gay. 


Permanece a questão: porque uma adolescente, jovem ou mulher adulta seria atraída emocional, romântica e/ou sexualmente por alguém do mesmo sexo? 


Vários fatores podem acontecer na vida dela, deixando-a vulnerável ou suscetível ao lesbianismo, os quais permanecem sob a superfície e, semelhantes às raízes de uma árvore, alimentam os frutos exteriores e a sustentam. Deus criou-nos como seres físicos, emocionais e espirituais, e isso se evidencia na primeira parte da vida humana. Embora os acontecimentos que ocorram nos primeiros anos da vida não façam alguém se tornar homossexual, podem preparar o terreno para os problemas que se desenvolverão posteriormente. 


Os pais, é claro, exercem tremenda influência na formação da autopercepção dos filhos. 
Não apenas devem ser supridas as necessidades físicas da criança, com alimento, abrigo e vestimentas, mas também as emocionais, como afeto, aceitação e aprovação. Essas são tão necessárias quanto às físicas. 





2.1. ALGUNS POSSÍVEIS FATORES DA HOMOSSEXUALIDADE FEMININA 


2.1.1 Relacionamento entre mãe e filha 


Os primeiros dois anos de vida de uma menina voltam-se ao desenvolvimento de um elo profundo e seguro com a pessoa que lhe dá os cuidados básicos – normalmente, a mãe. Isso gera um saudável sentido de identidade pessoal. O psicólogo Erick Erikson denomina esse desenvolvimento de confiança básica, enquanto a autora e professora Leanne Payne define o processo como receber um senso de existência. Com um sólido senso de identidade e a 

confiança de que suas necessidades de amor e cuidado serão providas, a garotinha tem uma boa base para o futuro crescimento e desenvolvimento. Se tal fundamento não for estabelecido 
solidamente ou for interrompido em algum momento durante esses primeiros anos críticos, a menina poderá não conseguir receber o senso de existência e, por conseguinte, estar vulnerável a um sentido interior de vazio e anseio, o qual pode emergir posteriormente na forma de impulso incontrolável de ligar-se e encontrar sua identidade em outra mulher. 


2.1.2 Relacionamento entre pai e filha 


Uma relação saudável entre pai e filha também é imprescindível para o desenvolvimento de identidade saudável da menina. Os pais exercem um papel importantíssimo na vida das crianças, e existem quatro coisas, em particular, que o pai necessita transmitir-lhe para que ela se desenvolva bem: proteção, atenção, admiração e apoio. Quando ele é capaz de expressar tudo isso, ocorre o seguinte: primeiro, a garotinha que cresce sob a proteção e o apoio paterno 
desenvolve um senso de valor como pessoa; segundo, devido ao pai ser do sexo oposto, a atenção e admiração que ele lhe demonstra refletem à filha seu valor específico como mulher; terceiro, por representar o mundo universal do homem e da masculinidade, ele contribui para que ela aprenda a interagir com o sexo oposto de modo saudável e adequado. No entanto, se o pai não estiver presente física ou emocionalmente disponível á filha, ou ela perceber que ele lhe é inacessível ou explicitamente abusivo, o inverso pode ocorrer: ela irá sentir-se indigna como pessoa, desvalorizada como mulher, e terá inibição em relacionar-se com o sexo oposto de forma saudável. 


2.1.3 Casamento 


Outro aspecto da dinâmica familiar, o qual pode contribuir para uma mulher entrar no lesbianismo, é a forma como a filha entende a união entre a mãe e o pai e a função de cada um como marido e mulher. Muitas lésbicas assumidas julgaram negativamente a representação da mãe como mulher, esposa e mãe e, assim, não sentiram o desejo de seguir os mesmos passos. Quer seja devido a situações reais ou percebidas, a mãe não foi um exemplo de 
função feminina que a filha respeitou ou desejou imitar. Além disso, pode contribuir a maneira deficiente de a mãe tratar o pai. Caso este a tenha desprezado ou minimizado a importância de seu papel como esposa e mãe, isso pode ter levado a filha a conceber atitudes negativas sobre tais funções. Mais uma vez, o resultado foi o mesmo: ela não desejou ser esposa e mãe, o que pode ter programado mais atitudes negativas sobre os homens de modo geral ou, especificamente, sobre os papéis de marido e pai. 


2.1.4 Temperamento e personalidade 


O temperamento inato também afeta o desenvolvimento da identidade da menina. Com frequência, os pais, os familiares e amigos bem-intencionados esperam que a filhinha seja uma 
princesinha – recatada, doce e obediente -, mas algumas menininhas nascem com tenacidade pela vida e preparadas para enfrentar o mundo! Às vezes, a mãe tem dificuldade em aceitar 
uma filha tão forte, positiva e fisicamente ativa – sobretudo, se sonhava em educar a próxima Miss Estados Unidos. A menina pode perceber a ambivalência da mãe ou, em alguns casos, a 
desaprovação aberta. Sentindo-se magoada e rejeitada, ela, consciente ou inconscientemente, afasta-se emocionalmente da mãe, privando-se, assim, da fonte básica do amor de que precisa 
para desenvolver a própria identidade feminina. É isso o que os orientadores definem como desapego defensivo que é comum entre mulheres atraídas pelo mesmo sexo. 


2.1.5 Pressão dos colegas e o apelo do movimento gay 


Nos anos do Colegial, enquanto a vida doméstica e a família ainda exercem um forte papel em moldar a identidade, os colegas também se tornam cada vez mais influentes. Para algumas meninas, essa época escolar pode facilmente incluir acontecimentos marcantes que contribuirão para o posterior envolvimento lésbico. Frequentemente, quando uma moça com tendências lésbicas compara-se às colegas, não se acha à altura das demais e, á medida que as garotas começam a desenvolver a feminilidade, ela se sente presa em uma mentalidade de “terceiro sexo” – sabe que não é homem, mas também não se considera mulher. Logo, pode 
isolar-se e “bater em retirada”, o que dá energia ao sentimento interno de rejeição, o qual já existe. Isso a aliena e a separa ainda mais das pessoas com as quais legitimamente precisa passar o tempo; afasta-se de amizades saudáveis com meninas e afirmação do próprio sexo por meio de membros do mesmo sexo. 


2.1.6 Abuso sexual 


Outro possível fator que contribui para o desenvolvimento da atração lésbica é o abuso sexual. Um número desproporcional de homens atingidos pela homossexualidade foi abusado 
sexualmente; na maioria, por alguém do mesmo sexo. Um índice desproporcional de mulheres atingidas pelo lesbianismo foi abusado sexualmente, mas por alguém do sexo oposto. Os efeitos do abuso sexual em homens e mulheres costumam ser diferentes, embora o agente da violência de ambos seja homem. Alguns líderes do movimento ex-gay dizem que, enquanto a dinâmica familiar, o temperamento pessoal e a pressão de colegas e pares moldam fortemente a identidade sexual da pessoa, é possível que o único fator que o impulsiona, com mais ímpeto, uma garota para a identidade lésbica seja o abuso sexual, incluindo incesto, estupro ou 
assédio. 

2.1.7 Influências espirituais 


Sabemos que existem forças negativas do mundo espiritual agindo contra nós. A Escritura ensina que o inimigo da humanidade – o diabo – planeja ciladas para nosso dia-a-dia. No que tange ao adversário, a Palavra de Deus instrui que não há verdade nele, pois ele é o pai da mentira. Portanto, sem dúvida alguma, o que também pode tornar uma mulher vulnerável ao lesbianismo são os vários fatores espirituais que agem em sua vida. 


JOÃO 10:10 - O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. 


3 CONSIDERAÇÕES 


É fato que nada se comprovou quanto à genética determinar a orientação sexual, porém é possível que certas situações de efeitos relevantes relacionadas à atração pelo mesmo sexo ocorram na adolescência. O cérebro em desenvolvimento é afetado pelo estresse social e físico, particularmente nas áreas do desenvolvimento emocional e sexual. Seja direta ou sutil, a doutrinação homossexual coerciva ou sedutora (ativismo gay) pode afetar organicamente tanto o cérebro como o desenvolvimento fisiológico sexual, mesmo que em pequeno grau. Ainda que isso nem sempre resulte em homossexualidade, com certeza 
ocasiona várias dificuldades que geralmente incluem a baixa auto-estima, as distorções no estilo de vida, a depressão e a dificuldade de seleção dos objetivos pessoais. Dessa forma, qualquer atitude da sociedade e, em particular, de educadores (no caso da literatura gay) sobre a homossexualidade como um estilo de vida alternativo e sensato pode contribuir significativamente para a homossexualidade na adolescência, visto a vulnerabilidade desta fase da vida (Breiner, 2004). 


(Fonte: Artigo escrito por Melissa Fryrear. Ministério-Focus on the Family) 





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