COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

OAB QUERENDO O COMUNISMO PARA O BRASIL: Foi assim que fez Cuba, Venezuela e outros países COMUNISTAS!


OAB cobra de Dilma Rousseff a federalização da segurança pública


ADHT: Este será o próximo passo para implantar o COMUNISMO no Brasil, lógico!

19 de janeiro de 2016, 12h20


A Ordem dos Advogados do Brasil enviou um ofício à presidente Dilma Rousseff cobrando ações efetivas voltada à contenção dos índices de criminalidade. Segundo a entidade o crescimento da violência é alarmante — o Mapa da Violência aponta que, em 2012, o país registrou 42 mil mortes por arma de fogo, em 2010, haviam sido quase 39 mil e, dez anos antes, cerca de 38 mil. Entre as ações cobradas pela OAB está a federalização da segurança pública, integrando as forças de segurança federais e estaduais, e a criação de um ministério específico para o setor.
Para que haja essa integração, a OAB destaca a Proposta de Emenda Constitucional que acrescenta a segurança pública às competências comuns da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios. A PEC já foiaprovada no Senado e hoje tramita na Câmara dos Deputados. Segundo a OAB, essa matéria necessita tramitar com urgência, o que pode ser requerido pelo Governo Federal.
A PEC, segundo a OAB, “desfragmentará a atuação não somente dos entes da federação, mas dos próprios órgãos de segurança, potencializando suas ações de inteligência e o compartilhamento de informações das ameaças à segurança da população e possibilitando a convergência de suas atuações".
Outro ponto considerado relevante pela entidade é que o governo cumpra sua promessa de implantar os Centros Integrados de Comando e Controle Regionais em todas as capitais, experiência de sucesso durante a Copa do Mundo e Copa das Confederações que aconteceram no Brasil. “A existência do comando e controle proporciona agilidade no atendimento a ocorrência e a emergências noticiadas, acelerando a tomada de decisão”, diz o ofício assinado pelo presidente do Conselho Federal OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho.
Ele pede ainda atenção do Governo Federal para a questão do controle de fronteiras. Para a OAB, a medida é vital para o controle de violência e criminalidade uma vez que tem relação direta com o tráfico de drogas. A Ordem cita como exemplo as regiões fronteiriças do Acre e de Mato Grosso, que servem como “corredor de transporte de drogas”.
Clique aqui para ler o ofício da OAB.
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COMENTÁRIOS DE LEITORES

12 comentários

O que se quer é dominação absoluta

Werly da Gama dos Santos (Administrador)
Todo o controle policial em um único lugar. Centralizado, respondendo a uma única ideologia. Já vimos esse filme. O mundo já viu esse filme.

Prezado neli- proc. Do município

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório - Civil)
Assino embaixo da sua fala (e com firma reconhecida -para ser coerente com a burocracia e plutocracia deste país-) O problema do Brasil tem nome e data de nascimento: C.F. e nasceu em 1.988. Alguém já disse, e faz tempo, que com essa Carta Política o país se tornaria ingovernável. Profetizou.Isso já aconteceu e até que demorou. A par de bem intencionada (e jamais duvidei disso) foi escrita em tempos difíceis, onde n/existiam garantias quaisquer.Então, por medo da falta de sal e de tempero, e dispondo do legítimo direito exclusivo á receita, deixaram os seus idealizadores de enxaguar o bacalhau antes da fervura, além de acrescentarem toda a sorte de iguarias para lhe dar mais sabor,tornando-o indigesto e o maior causador do aumento da pressão arterial da Nação, até o enfarto social, que já aconteceu. NÃO HÁ COMO (e desafio qquer. um a me provar o contrário) mesmo estando disposto a aceitar e me convencer, se consistentes os argumentos, exercer a governabilidade dentro da "amplitude" do contexto da C.F./88 (345 artigos ao todo) e da suas infindáveis "garantias", tornando tudo isso uma SANDICE QUIMÉRICA; UM FAZ DE CONTA. Com 200 milhões de habitantes duvido que se conseguirá conviver socialmente com tanta incoerência bem intencionada. Simplesmente impossível. Esta seria uma Carta ideal para durar 15 anos no máximo (até a consolidação da democracia num país acoçado pelo medo) e, depois disso, uma nova Com.Const.Originária, com uma proposta mais realista, melhor pensada, num contexto de maior razoabilidade e coerência, essa sim para durar até que a morte nos separasse. Por isso, pactuo do mesmo entendimento do colega e talvez estejamos errados "juntos", mas, sinceramente apostaria um rim que não. Sds.

Quem não ajuda não atrapalha

Ricardo (Outros)
Ajudaria a segurança pública se os criminosos fossem efetivamente punidos e cumprissem suas penas. O resto não passa de panaceia ... e também acho que a proposta tem cunho ideológico ... a federalização da segurança pública de nada adiantará ... to chegando à conclusão de que o governo só atrapalha a vida do cidadão ... esse, doravante, será o critério que utilizarei para votar nas próximas eleições: aquele que menos atrapalhar a minha vida terá o meu voto ...

Não há sentido

Observador.. (Economista)
Em se federalizar a segurança. Há sentido se tal proposta esconda um projeto maior, ligados à ideologias que preferem, através da Corte, controlar as forças policiais de todo país.
Combina mais com outros países da A.Latina.

Mudando leis, alterando a Constituição, acabando com a impunidade de colarinhos brancos, azuis, vermelhos, sem colarinhos etc, aí sim obteremos algum resultado.
A impunidade, e o claro sinal de que o crime compensa, são os maiores estímulos à corrupção e a todo tipo de crimes contra a pessoa.
Há pouco tempo vi um documentário.Cidadãos da periferia de uma cidade, em um bar, todos vestidos com roupas adequadas, nenhum famélico ou indigente e, ao serem abordados pela Polícia, ao menos uns 3 já tinham passagem por mais de um homicídio e (jovens ainda) estavam nas ruas.Um deles estava "em domiciliar"(como respondeu), por causa de homicídio, mas estava bebendo, tranquilamente, enquanto sua vítima está enterrada.É esta mensagem que, diariamente, milhares de jovens acabam tendo.De que matar para resolver diferenças ou para cometer delitos, roubar em vez de trabalhar e burlar a lei de todas as formas possíveis, vale à pena neste país que - muitas vezes - chega a ser ridículo.Pessoas estudam para deixar nosso país, através de seu sistema, deste jeito pouco civilizado, burro e economicamente fracassado.
E ainda deitam cátedra ...

Data vênia!

Neli (Procurador do Município)
Nem Deus,repiso-me, nem Deus, dará jeito na Segurança Pública no Brasil. O problema se chama Constituição Federal de 1988.É a única no universo a dar cidadania para bandidos comuns.Qualquer lei mais rigorosa é inconstitucional. A insegurança pública, no pobre Brasil, começou com a Lei Fleury que abrandou (1974salvo erro de memória) e posteriores leis de execução penal abrandaram mais ainda o cumprimento da pena. Hoje, colegas da OAB, o crime, desgraçadamente ,compensa.Impunidade. Então, pode federalizar que a impunidade, via lei, continuará.Ah, por fim, a lei de crimes hediondos foi dita como inconstitucional,pelo STF que interpretou a Constituição literalmente,esquecendo que o brasileiro tem direito à vida, propriedade etc.A tendência é piorar.

América latina

Fabio F. Moraes Fernandez (Outros)
Mas não foi isso, justamente, que ocorreu nos governos bolivarianos da América latina?

deve ser a piada de 2016.....

daniel (Outros - Administrativa)
kkkkkk... OAB preocupada com segurança pública KKKK

Nessa questão (segurança) dilma é boa

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório - Civil)
O único ponto positivo da presidanta é a segurança. Não é por menos que já externou apoio total aos países interessados em conter o terrorismo provindo do Estado Islâmico. Para tanto prometeu aniquilar o mal pela raiz e já anunciou que vai bombardear diretamente a 'CAPITAL' do Estado Islâmico. Aviões da FAB aguardam que ela forneça o "endereço" para que decolem e cumpram a missão. Até o momento, 1.465 horas após a chacina na França, continuam estacionados a espera.

Oab retrograda

Bruno César Cunha (Advogado Assalariado - Civil)
OAB falando em reforçar a já fracassada guerras às drogas. Lamentável que um presidente da OAB se manifeste dessa maneira, pois é justamente essa custosa guerra às drogas que faz crescer a violência.

Nova panaceia

Rivadávia Rosa (Advogado Autônomo)
Não há panaceia. Precisa-se verba.

É de se lembrar que a Constituição “Cidadã” estabelece que a “segurança pública é responsabilidade de todos”, porém, os governos ditos ‘democráticos’ instituíram o desarmamento do cidadão configurando o que se chama de Armadilha Hobbesiana em que os cidadãos são desarmados para minimizar os riscos das atividades criminosas, e ainda proclamam defenderem os “direitos humanos”, a “igualdade”, justiça “social” e outras bandeiras abstratas, que se afastam da realidade.

Observe ainda que as mudanças vitais para a sociedade, sobretudo na área da segurança pública eram e são sempre bloqueadas por uma concepção desmedida e facciosa dos chamados direitos humanos, resultando em inequívoca proteção aos criminosos, como se fossem os únicos titulares de direitos humanos (ilimitados), negando-se aos cidadãos efetivamente trabalhadores, ordeiros e cumpridores de seus deveres o fundamental direito a sua própria defesa e da sua vida.

E segue-se a leniência [sem nenhum acordo] das autoridades públicas que fingem ignorar que cada cidadão tem também deveres sociais, cujo descumprimento deve ter como consequência as correspectivas sanções, para desestimular o perverso relativismo jurídico.

RESUMINDO: desarma-se o cidadão mas não se dá condições para os órgãos policiais cumprirem sua missão de proteger o cidadão.

Dilma fracasso

Professor Edson (Professor)
Somente um sonhador pra achar que essa senhora tem forças pra fazer alguma coisa útil nesse país.

Retrocesso à vista

senso incomum e outras (Advogado Assalariado - Empresarial)
Entendo que a OAB está na contramão da história. O correto é a municipalização de tudo; da saúde, do ensino fundamental e da segurança pública. No entanto, uma parte dos imposto federais e estaduais deveria ser diretamente distribuída aos município no ato do recolhimento para que os prefeitos não ficassem de pires na mão dependendo da boa vontade dos governos estaduais e municipais para obter os recursos em troca de apoio político.



quinta-feira, 17 de outubro de 2013

URGENTE: AJUDE A BARRAR a "Lei que extingue a "família" será em votada na próxima semana"!


Que absurdo, tristeza!!!

Que tristeza é essa lei! Uma calamidade!!

Lei que extingue a "família" será em votada na próxima semana; Entenda essa lei.

Leia e repasse este artigo por e-mail para que os brasileiros tomem conhecimento de que estamos muito proximo, de chegarmos ao fundo do poço !

PL122 SERÁ VOTADA ESTA SEMANA

Essa é a proposta que a Sen. Marta Suplicy vem propor. 
Quem acha que está certo, apague a matéria e fica por isso mesmo, mas se não concordar, faça como eu, repasse!!! Amigos.

É essa a Proposta de Emenda à Constituição que a Senadora Marta Suplicy e a Comissão Especial de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil, OAB, estão elaborando para o nosso País.
(?)Principais pontos:
- Acabar com a família tradicional.
- Retirar os termos “pai” e “mãe” dos documentos.
- Acabar com as festas tradicionais das escolas (dia dos pais, das mães) para “não constranger” os que não fazem parte da família tradicional.
– A partir de 14 anos, os adolescentes disporão de cirurgia de mudança de sexo custeada pelo SUS.

- Cotas nos concursos públicos para homossexuais etc…Eis o texto:
“A senadora Marta Suplicy (PT-SP) elogiou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), elaborada pela Comissão Especial de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que quer ampliar privilégios a indivíduos viciados em práticas homossexuais. 

O texto tem a pretensão de introduzir na Constituição todas as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que favoreceram a agenda gay, inclusive a garantia de união estável para duplas homossexuais, com direito à conversão em casamento e adoção de crianças.

Eis alguns dos “avanços” que o Estatuto da Diversidade Sexual propõe:Legitimação da PEDOFILIA e outras anormalidades sexuais:
Título III, Art. 5º § 1º – É indevida a ingerência estatal, familiar ou social para coibir alguém de viver a plenitude de suas relações afetivas e sexuais.
Sob essa lei, a família nada poderá fazer para inibir um problema sexual nos filhos. A sociedade nada poderá fazer. E autoridades governamentais que ainda restarem com um mínimo de bom senso estarão igualmente impedidas de “interferir”.
Retirar o termo PAI E MÃE dos documentos.
Título VI, Art. 32 – Nos registros de nascimento e em todos os demais documentos identificatórios, tais como carteira de identidade, título de eleitor, passaporte, carteira de habilitação, não haverá menção às expressões “pai” e “mãe”, que devem ser substituídas por “filiação”.
Essa lei visa beneficiar diretamente os ajuntamentos homossexuais desfigurados tratados como família. Para que as crianças se acostumem com “papai e papai” ou “mamãe e mamãe”, é preciso eliminar da mente delas o normal: “papai e mamãe”.Começar aos 14 anos os preparativos para a cirurgia de mudança de sexo aos 18 anos (pode começar com hormônios sexuais para preparar o corpo):

Título VII, Art. 37 – Havendo indicação terapêutica por equipe médica e multidisciplinar de hormonoterapia e de procedimentos complementares não-cirúrgicos, a adequação à identidade de gênero poderá iniciar-se a partir dos 14 anos de idade.

Título VII, Art. 38 – As cirurgias de redesignação sexual podem ser realizadas somente a partir dos 18 anos de idade. Cirurgias de mudança de sexo nos hospitais particulares e no SUS:
Título VII, Art. 35 – É assegurado acesso aos procedimentos médicos, cirúrgicos e psicológicos destinados à adequação do sexo morfológico à identidade de gênero.
Parágrafo único R 11; É garantida a realização dos procedimentos de hormonoterapia e transgenitalização particular ou pelo Sistema Único de Saúde – SUS.
Uso de banheiros e vestiários de acordo com a sua opção sexual do dia:(?)

Título VII, Art. 45 – Em todos os espaços públicos e abertos ao público é assegurado o uso das dependências e instalações

correspondentes à identidade de gênero. Não é permitido deixar de ser homossexual com ajuda de profissionais nem por vontade própria:

Titulo VII, Art. 53 – É proibido o oferecimento de tratamento de reversão da orientação sexual ou identidade de gênero, bem como fazer promessas de cura.

O Kit Gay será desnecessário, pois será dever do professor sempre abordar a diversidade sexual e consequentemente estimular a prática:

Título X, Art. 60 – Os profissionais da educação têm o dever de abordar as questões de gênero e sexualidade sob a ótica da diversidade sexual, visando superar toda forma de discriminação, fazendo uso de material didático e metodologias que proponham a eliminação da homofobia e do preconceito.

Contos infantis que apresentem casais heterossexuais devem ser banidos se também não apresentarem duplas homossexuais travestidas de “casais:Título X,

Art. 61 – Os estabelecimentos de ensino devem adotar materiais didáticos que não reforcem a discriminação com base na orientação sexual ou identidade de gênero.

As escolas não podem incentivar a comemoração do Dia dos Pais e das Mães:

Título X, Art. 62 – Ao programarem atividades escolares referentes a datas comemorativas, as escolas devem atentar à multiplicidade de formações familiares, de modo a evitar qualquer constrangimento dos alunos filhos de famílias homoafetivas.


Cotas nos concursos públicos para homossexuais assim como já existem para negros no RJ, MS e PR e cotas em empresas privadas com já existe para deficientes físicos:

Título 
XI, Art. 73 – A administração pública assegurará igualdade de oportunidades no mercado de trabalho a travestis e transexuais, transgêneros e intersexuais, atentando ao princípio da proporcionalidade.
Parágrafo único – Serão criados mecanismos de incentivo a à adoção de medidas similares nas empresas e organizações privadas. Casos de pedofilia homossexual irão correr em segredo de Justiça:

Título XIII, 
Art. 80 – As demandas que tenham por objeto os direitos decorrentes da orientação sexual ou identidade de gênero devem tramitar em segredo de justiça.Censura a piadas sobre gays:

Título XIV, Art. 93 – Os meios de comunicação não podem fazer qualquer referência de caráter preconceituoso ou discriminatório em face da orientação sexual ou identidade de gênero.“O Estatuto da Diversidade Sexual é um avanço.

Isso nunca havia sido pensado em relação às questões LGBT”, reconheceu Marta Suplicy, classificando-o como de importância “inquestionável”.
O Estatuto defende que o Estado é obrigado a investir dinheiro público para homossexuais que querem caros procedimentos de reprodução assistida por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e também o Estado é obrigado a criar delegacias especializadas para o atendimento de
denúncias por preconceito sexual contra homossexuais, atendimento privado para exames durante o alistamento militar e assegura a visita íntima em presídios para homossexuais e lésbicas.

NÃO VAMOS DEIXAR ISSO ACONTECER! É O FIM DA FAMÍLIA.

O POVO BRASILEIRO TEM QUE REAGIR, ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS.

 
 
Elidio da Costa Oliviera Filho
advogado

-- 


"Fuja sempre dos elogios, mas esforce-se por merece-los"
(François Fénelon)

ADENDO ADHT: Para impedir a aprovação da lei acima, escreva e telefone para os deputados federais e senadores de seu Estado, pelo menos, ou para todos, se for possivel. Os emails e telefones deles encontram-se no link a seguir: http://www.defesahetero.org/2013/05/relacao-de-emails-de-deputados.html#.Ul9kAVCsiSohttp://www.defesahetero.org/2013/05/relacao-de-emails-de-deputados.html#.Ul9kAVCsiSo

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Beijo gay em cultos: ‘Nota da OAB’ pode desencadear onda de crimes contra sentimento religioso cristão no Brasil – Parte 1

Beijo gay em cultos: ‘Nota da OAB’ pode desencadear onda de crimes contra sentimento religioso cristão no Brasil – Parte 1

Avatar de Rubens TeixeiraPor Rubens Teixeira em 30 de setembro de 2013

Beijo gay em cultos: ‘Nota da OAB’ pode desencadear onda de crimes contra sentimento religioso cristão no Brasil – Parte 1
I – A “miscigenação religiosa”,  o Estado, a OAB e o desrespeito ao sentimento religioso
Cristãos e outros religiosos de um modo geral convivem pacificamente na sociedade brasileira há muito tempo. As pessoas podem migrar de uma religião para outra, ou para nenhuma delas, sem que isso produza significativas tensões sociais. Em muitas famílias há pessoas de várias religiões, ou sem religião. No artigo “Seria o Estado laico um Estado vadio?” (disponível em:http://colunas.gospelmais.com.br/seria-o-estado-laico-um-estado-vadio_5766.html),  questiono as responsabilidades do Estado, através das instituições públicas, no sentido de garantir os direitos individuais, dentre eles o direito à liberdade religiosa.  Defendo que o ativismo é legítimo, mas não é salvo conduto para o cometimento de crimes. O caput do art. 208 do Código Penal tipifica como crime “Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ouperturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”.
Na nota de repúdio que a OAB emitiu, criticando as  ações dos agentes públicos com relação à conduta deles ao prenderem as moças que se posicionaram em local de destaque, durante um culto, para se beijarem na boca de forma exagerada, a instituição declarou que: “E intolerável é o abuso de poder das autoridades policiais que cercaram, arrastaram e algemaram as jovens que se manifestavam contra o parlamentar, e que de modo algum podem ter sua conduta entendida como ofensa ao sentimento religioso, revelando-se totalmente descabida a tentativa de punir as manifestantes com base no art. 208 do Código Penal.”.
O crime em questão é contra o sentimento religioso, não compartilhado pela OAB. Se avaliada neste aspecto, as posições da instituição aproximam-se mais da anticristã na defesa de temas controvertidos relacionados à vida e à família. Ou seja, a OAB tem lado oposto ao que os cristãos defendem em vários aspectos, portanto não é voz isenta e moderada nestes temas. Não faz sentido deixar a raposa tomar conta do galinheiro. A OAB, além de não ter estado presente ao evento, tem procurado minimizar as agressões que se fazem contra cristãos, como neste episódio, o que pode servir de encorajamento para que outras pessoas tomem a mesma atitude desrespeitosa contra os religiosos.
Esta postura da OAB, que despreza a lei e o sentimento religioso alheio, minimizando o reprovável desrespeito àquele culto, contribui para que manifestações desta natureza se repitam. Este aval da Ordem pode incentivar uma onda de crimes contra o sentimento religioso no país, não praticados por LGBTS, mas por ativistas violentos que queiram dar vazão aos seus instintos primitivos e se sustentem na posição distorcida da OAB para isso.
Ressalto que, em outras oportunidades, já me manifestei publicamente afirmando que a Ordem dos Advogados do Brasil produz vítimas em série no nosso país, violando direitos humanos de diversas maneiras.  Além de outras formas silenciosas de produzir vítimas, tem o holocausto chamado de Exame da OAB.  Esta prova, que fiz e fui aprovado antes mesmo de terminar o curso de Direito, é tão reprovável em vários aspectos que me permitiu elaborar uma carta de 50 páginas cujas mais altas autoridades do país tiveram acesso. Aos que tiverem curiosidade de conhecê-la, está disponível no link: http://www.rubensteixeira.com.br/site/wp-content/uploads/2012/07/CARTA-AO-CN-PELA-APROVAÇÃO-DO-PLS-43-2009-E-PELO-FIM-DO-EXAME-DA-OAB-25-08-13.pdf
Recentemente, foi criada uma página no Facebook para reunir pessoas que se sentem vitimadas pela OAB e milhares de pessoas já a curtiram: https://www.facebook.com/AsVitimasDaOab. Portanto, é bastante temerário acolher, sem uma profunda reflexão, brados da OAB em defesa de determinados temas, pois não é prudente ouvir a voz de quem viola direitos humanos em todo território nacional, usando argumentos que maculam a palavra justiça, mas foge do debate nestes temas quando é instada a falar sobre a prova que aplica, sobre os recursos envolvidos nela e o cerceamento que faz ao ingresso de novos profissionais no mercado.
Destaco que a OAB não representa o sentimento e a dignidade de muitos advogados, pois contraria àqueles que discordam dessas posturas ditatoriais e desrespeitosas apresentadas. A advocacia é uma belíssima profissão, mas a Ordem usa estes profissionais como “escudo humano” para defender interesses políticos, contrariando o pensamento de uma multidão de seus membros que já me confessaram discordar das manobras desta entidade. Esta instituição vive de uma reputação construída por grandes vultos do Direito no passado e  tem sua reputação futura posta em xeque por posturas como estas.
II – O que todos os cidadãos, inclusive os LGBTS, querem e precisam
Definitivamente, as pessoas, sejam elas quem forem, precisam ser amadas e respeitadas. A maior fonte de preconceito no Brasil e no mundo é a pobreza e a miséria, onde as pessoas têm seus direitos mais vulnerabilizados. Por tratarem-se de consumidores “pouco atraentes”, os descamisados, embora numerosos, não são o foco principal da OAB e de boa parte das instituições que gostam de fazer marketing em cima da miséria alheia, esperando retorno comercial ou político para as suas imagens. Os homossexuais e outros grupos, além de serem discriminados, também são “usados” politicamente. Muitos foram desrespeitados na infância ou mesmo sofredores por outras razões, inclusive pelo preconceito. Não são essas pessoas que atacam os cultos cristãos, mas sim os oportunistas que querem fazer o seu nome ou de suas instituições usando a boa fé, o sofrimento e a fragilidade de pessoas que precisam ser ajudadas.
Os homossexuais, em sua maioria, como os demais cidadãos, não querem problemas, desejam viver em paz e detestam a exagerada exposição que fazem deles. A OAB precisa parar de vitimar pessoas em todo país com sua truculência, elitismo, obscurantismo e respeitar tanto os religiosos, das diversas matizes, quanto pessoas sem religião, ao invés de ficar incentivando o cometimento do tipo penal do artigo 208, ao querer anular a lei e dar permissividade para desrespeitarem cultos. A Ordem não deveria fechar os olhos também para o artigo 287 do Código Penal que diz em seu caput ser crime: “Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime”. A lei tem efeito erga omnes (contra todos).
Do contrário, estará fazendo outras vítimas, pessoas de boa fé insufladas pelos que querem burlar o debate democrático e impor valores contrários à vida e à família em nosso país. Exemplo disso é parte do Estatuto da Diversidade Sexual, elaborado com a participação da OAB, e outros documentos que, a título de defender minorias, inserem propostas que muitos defendem para os filhos dos outros, mas não querem para os seus.
Conclusão
Os religiosos, ou não, podem e devem ajudar todas as pessoas, inclusive os homossexuais que os procurarem. Todos os seres humanos, homossexuais ou não, precisam ser amados e ajudados em suas amarguras. A OAB também deveria fazer isso, evitando produzir vítimas enquanto faz promoção própria em cima da tragédia alheia, sem oferecer ajudas objetivas aos que sofrem, como o fez na citação que encerra a sua nota: “e expressar o compromisso inarredável da Ordem com a luta pela promoção e defesa dos direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Travestis, e com a preservação do Estado democrático de direito e das liberdades constitucionais”. Todos os cidadãos, especialmente os que sofrem, precisam ser amados, como Jesus ensinou, e não explorados e usados por pessoas e instituições que querem aparecer como referencial de justiça, sem produzir frutos condizentes. Se não for assim, mais pessoas se sentirão como essas:https://www.facebook.com/AsVitimasDaOab.
* Rubens Teixeira é doutor em Economia (UFF), mestre em Engenharia Nuclear (IME), pós-graduado em auditoria e perícia contábil (UNESA), engenheiro civil (IME), Formado em Direito (UFRJ), aprovado para a OAB/RJ, bacharel em Ciências Militares (AMAN),  professor, escritor, membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil, dos Juristas de Cristo e da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra.

Por 

Pastor evangélico da igreja Assembleia de Deus • Doutor em Economia pela UFF • Mestre em Engenharia Nuclear pelo IME • Pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil pela UNESA • Engenheiro de Fortificação e Construção (civil) pelo IME • Bacharel em Direito pela UFRJ (aprovado na prova da OAB-RJ) • Bacharel em Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN

Fonte: http://colunas.gospelmais.com.br/beijo-gay-cultos-nota-oab-desencadear-crimes-sentimento-religioso-cristao-brasil-1_6082.html

domingo, 19 de maio de 2013

MARACUTÁIAS NA OAB: Portas fechadas. OAB dá o troco a Marco Feliciano?

Portas fechadas. OAB dá o troco a Marco Feliciano?
Por Paulo Teixeira em 9 de abril de 2013

Deputado Feliciano foi relator de Projeto de Lei que mexe com interesse da OAB

Advogado cristão foi aprovado no Exame da OAB, mas em votação a portas fechadas na OAB/RJ decidiu-se pela não entrega de sua  Carteira,
Mas … a OAB criticou a determinação de Marco Feliciano em fechar as portas da CDH.

Entenda essas questões abaixo …

Duas semanas depois de o deputado Marco Feliciano, relator do PL 2154, que prevê o fim o Exame da OAB,  ir para a TV defender a tese que sustentou em seu relatório pelo fim do referido Exame, iniciou-se grande campanha antidemocrática e violenta para que o deputado fosse deposto da CDHM. Coincidência? Não sei.
Contudo, a OAB mostrou sua face sobre o Caso Feliciano.

Ontem (08/abr) o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB) aprovou, por unanimidade, em Brasília, uma moção pela abertura das portas das sessões das comissões da Câmara dos Deputados, inclusive as da Comissão de Direitos Humanos, as quais foram fechadas, após decisão anunciada por seu presidente, deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP). Decisão tomada para evitar bagunças e baixarias promovidas por alguns ativistas, o que estavam impedindo o bom andamento dos trabalhos daquela importante Comissão.

Uma decisão louvável? Bem se atentarmos para alguns pontos recentes relacionados à OAB, veremos que há controvérsias.

A sociedade brasileira, por exemplo,  vem clamando, há tempos, por maior transparência dos atos do Legislativo, inclusive pelo fim do voto secreto, e a OAB nunca emitiu moção a esse respeito, mas em relação a Feliciano eles foram bem ágeis. Que eficiência, não acham?

Aliás, para quem não sabe, a eleição para presidir o CFOAB é indireta. Assim foi eleito o atual presidente da instituição. Mas, ao que parece, essa política de dois pesos e duas medidas utilizada pela OAB parece ser algo natural para a instituição que sequer enxerga as aberrações praticadas por si mesmo, conforme citações mais abaixo, em relação ao doutor Rubens Teixeira, mas quer apontar para as outras instituições, ensinando-as as melhores práticas éticas e corretas, mesmo que não sejam as que pratica. É um sentimento nutrido nas ações de ditaduras em que muitas vezes o que se cobra não é o que se faz.

Merece destaque que o relator do PL 2154 que trata do fim do Exame da OAB é exatamente o deputado Marco Feliciano que deu parecer favorável ao fim desse exame, ferindo gravemente os interesses da OAB. Por esta e por outras razões as palavras da instituição não merecem ser tão valorizadas a respeito do deputado porque soam como revanchismo, atitude tão combatida pelos antepassados da instituição. É bem verdade que a Ordem dos Advogados do Brasil não tem  essa  legitimidade que avoca para si para falar em nome da sociedade brasileira.

Sua missão constitucional restringe-se apenas no que estabelece o artigo 103 da Carta Magna, que é propor Ação Direta de Inconstitucionalidade e Ação Declaratória de Constitucionalidade. Por outro lado tem outros deveres relacionados à fiscalização da profissão de advogado, que também é acusada de se exceder ao limitar o ingresso de profissionais no mercado. Só isto e nada mais.

Pois bem, algo chamou-me a atenção em relação à matéria intitulada “OAB aprova moção por sessões abertas da Comissão de Direitos Humanos“, postada no site da Ordem.

Foram as palavras do presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB, o conselheiro federal pelo Rio de Janeiro, advogado Wadih Damous. Segundo o site, o advogado entende que “as reuniões fechadas são um retorno ao período do obscurantismo”. “Esta Casa não deve ficar silente a essa agressão à ordem jurídica nacional. Como impedir as pessoas de acompanhar os debates nas comissões?”, questionou Wadih Damous.

Então vamos a fatos ocorridos em tempos não muito distantes, em relação ao advogado Wadih Damous …
Ao ler a matéria no site da OAB, entrei em contato com meu irao, o pastor e doutor Rubens Teixeira (que também é colunista deste prestimoso site) e, de imediato, ele citou-me o que abaixo transcrevo:
“Após ser aprovado no Exame da OAB, em processo em que uma das Câmaras votou pela concessão da minha carteira de advogado, o então presidente da OAB-RJ, Wadih Damous, impetrou um recurso ao Plenário para que eu não tivesse esta carteira.

A alegação dele é que eu não poderia ter carteira de advogado porque era servidor de carreira do Banco Central do Brasil. Ressalte-se que abri mão de convites para ocupar cargo de confiança na instituição porque sabia que ao ocupar este cargo poderia dificultar a obtenção da carteira.


É bom ficar evidenciado que os servidores públicos podem ter carteira de advogado, segundo o próprio Estatuto da OAB, mas não podem advogar contra a Fazenda que o remunera. Tanto é fato que vários servidores do Banco Central do Brasil, do mesmo cargo (analista)  formados antes e depois de mim, de várias partes do Brasil, possuem a carteira concedida pela Ordem. Lamentavelmente, em ato arbitrário, foi-me negado tal carteira, em um processo recheado de obscurantismo”.

Julgamento a portas fechadas

O doutor Rubens Teixeira passou-me alguns detalhes ocorridos no julgamento (o número do processo é 2247/2006, para quem quiser conferir), os quais passo a relatar:
1) no primeiro julgamento a OAB-RJ julgou o pleito feito por seu então presidente com apenas 11 membros em plenário, dos 80 existentes, quando boa parte já tinha ido embora. O quórum mínimo deveria ser de 27 (um terço do total de conselheiros).  OBSCURANTISMO: O relator do processo deu voto favorável a Rubens Teixeira, contrariando Wadih Damous,  mas o então presidente Damous só pautou para julgamento em plenário dois anos e seis meses depois das contrarrazões de Rubens Teixeira e, na sessão de julgamento, estranhamente, estava esvaziada com apenas 11 conselheiros que votaram maciçamente contra a concessão da carteira a Rubens.
2) Depois dessa aberração, Rubens Teixeira pediu outro julgamento dada as aberrações do primeiro. No segundo julgamento, como previsto, deram a palavra ao advogado que o defendia, mas, logo no início do julgamento, quando Rubens vencia na votação, um conselheiro pediu vistas. Foi marcada uma segunda sessão de julgamento. Nesta sessão, com vários conselheiros não presentes no primeiro julgamento, Wadth Damous, contrariando a convocação, não deu a palavra ao seu advogado e, ainda, segundo Rubens Teixeira, mandou para fora, alguns advogados que acompanhavam o julgamento que lá estavam para presenciarem o julgamento. OBSCURANTISMO: Embora não tivesse manifestantes, como na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, e os poucos advogados que acompanhavam Rubens e foram colocados para fora eram ordeiros, o julgamento dado por Wadth Damous a Rubens Teixeira foi a portas fechadas, sem defesa em plenário do seu advogado. Violação mortal dos direitos humanos, violação do princípio basilar do contraditório, ampla defesa e do livre exercício da profissão.

Rubens Teixeira informou-me, ainda, que ouviu sorrisos e sussuros advindos do interior da sala de julgamento. Afirma que sentiu-se bastante humilhado e tremendamente violentado em seus direitos humanos.

“Meu sentimento é que fui julgado, execrado e condenado a não ter a carteira da OAB por minhas opiniões, dentro do plenário da OAB-RJ, em seção presidida pelo Wadih Damous,  então presidente da Casa, para julgar o próprio recurso que ele impetrou para que a OAB não me desse a carteira. Dois julgamentos de fazer vergonha ao regime constitucionalista de  Hitter.

Na verdade, a atitude dele não me surpreendeu tanto pois eles fazem pior com o bacharéis ao exigirem a realização do Exame da OAB em um padrão que eles mesmos não passariam. Uma prova que, se fosse necessária, deveria ser periódica, para garantir a atualização dos profissionais, pois as leis, a doutrina e a jurisprudência mudam a todo instante, e também com habilitação por área. Neste caso, a  carteira deveria ter validade no máximo por 5 anos. A OAB tem um bom nome, ainda, por conta dos grandes nomes que compuseram seus quadros no passado.

A continuar estas contínuas violações de direitos fundamentais que se procedem tão comumente à luz do dia, em breve podem estar destruindo o que se construiu no passado. Lamentavelmente. Sei que pago esse preço cobrado pela OAB pelas minhas opiniões, mas eu preferiria que eles, ainda que esquecessem meu caso e deixassem para a história julgá-los, que olhassem para milhares de bacharéis desempregados, humilhados, passando necessidade, doentes e até morrendo, tudo com a colaboração deste aparato de cerceamento de ingresso de novos profissionais no mercado baseado na lógica egoísta “se a farinha é pouca, meu pirão primeiro”.

Competência se mostra no mercado. Se nota fosse relevante, tem de se elaborar uma lei que obrigue os profissionais colocarem suas notas nas carteiras profissionais e de conselhos de classe e nos diplomas. Infelizmente, a OAB não tem condições de falar de Direitos Humanos pois está sub judice com relação aos bacharéis que desemprega, violando o direito fundamental ao trabalho, mas disso eles não falam pois atacam seus interesses, daí escondem-se atrás da causa de cidadãos homossexuais.

Ainda falam do Exército, instituição que tive a honra de compor por mais de 10 anos seguindo a carreira até o posto de capitão. Lá cheguei paupérrimo e saí de lá com 10 anos de cursos acadêmicos e jamais fui discriminado. No Exército fui respeitado e vi democracia, na OAB, vi o que narrei acima. Quando o país vivia recessão na economia havia poucos empregos para engenheiros, mas o CREA não restringia a entrada de profissionais no mercado. O CREA pode falar de democracia que eu respeito. A OAB alega que tem profissionais demais no mercado porque desconhece os bolsões de pobreza com direitos humanos violados a cada segundo.

Esse cerceamento da entrada de novos advogados no mercado mata de fome os profissionais impedidos de trabalhar e submete à injustiça milhares de brasileiros que poderiam ser defendidos por eles. Perguntea às pessoas pobres se elas não conhecem alguém formado em Direito que não pode advogar para elas por falta de carteira da OAB. Faz-se vistas grossas a esse respeito porque são interesses OBSCUROS que sustentam esta tese. É cobrar democracia na casa dos outros, desde que garanta o direito de se fazer o que se quer com quem quer que seja: uma vergonha que a história vai condenar”, disse-me Rubens.

Ressalto que o deputado Marco Feliciano foi quem deu parecer pelo fim do Exame da OAB. Na ocasião, vários deputados basearam sua opinião em uma carta de 40 páginas que o Dr Rubens Teixeira elaborou explicando porque o Exame da OAB deveria ser extinto. O resumo desta carta, em inglês, foi enviado para várias partes do mundo. A OAB quer falar sobre as ações do deputado Marco Feliciano, mas responder sobre os questionamentos colocados em 40 páginas sobre o obscuro Exame da OAB, caro, inadequado, ela se silencia. Enquanto isso, muita gente passa necessidade e é humilhada.

Veja as palavras do Dr. Rubens Teixeira em Audiência Pública na Câmara e que a OAB não respondeu até hoje:
http://www.youtube.com/watch?v=YSjQgv8-B50



Fonte: http://colunas.gospelmais.com.br/pressao-oab-da-o-troco-a-marco-feliciano_4861.html

segunda-feira, 13 de maio de 2013

O MILAGRE QUE JEAN WYLLYS QUER: UNIR A LUZ COM AS TREVAS NO DÉCIMO CONGRESSO LGBT


Link deste artigo: http://bit.ly/18EDEIP

Paz e amor diante do rolo compressor gay

Importante evento ecumênico no Congresso Nacional reunirá religiosos para tratar da agenda gay com tolerância

Julio Severo
Religião e gayzismo são possíveis? Um evento gay em Brasília dará a resposta. O evento não ocorrerá em nenhuma boate gay ou outra zona de zoadas gays.
Sob patrocínio do Congresso Nacional, militantes homossexualistas realizarão o 10º Seminário LGBT, com o título de “Liberdades, Abram As Asas Sobre Nós — A Liberdade de Crença Em Relação Às Outras Liberdades Individuais.”
Jean Wyllys
Diferente de muitos outros eventos gays, o 10º Seminário LGBT, que será realizado em 14 de maio de 2013 no próprio Congresso Nacional, terá a participação de diversos religiosos.
O workshop da manhã, intitulado “Estado Laico na Prática e na Teoria — Como fica o processo de representação política diante das contradições existentes na Constituição e nas práticas de instituições?”, trará os seguintes preletores:
* Débora Diniz, do Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero. Débora, que defende o aborto legalizado, se notabilizou por ter jogado a lei em cima do Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, que a chamou de “abortista.” A justiça brasileira, incrivelmente, concluiu que o padre cometeu crime ao chamar de abortista uma abortista. O padre pró-vida foi condenado.
* Procurador Jefferson Aparecido Dias, da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) em São Paulo. A PRDC, fortalecida pelo PSDB, é considerada uma das máquinas mais sofisticadas de combate à “homofobia.”
* André Sidnei Musskopf, professor na Escola Superior de Teologia (EST). Musskopf é autor do livro “Talar Rosa,” que defende a ideologia gay a partir de uma interpretação torcida da Bíblia. A EST de Musskopf é tão liberal que já teve até Luiz Mott como preletor.
* Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que está interessadíssima na imposição da agenda gay no Brasil.
* Padre Beto, que foi excomungado da Igreja Católica por defender o “casamento” gay e muitos outros elementos do supremacismo gay.
Outros militantes que palestrarão são:
* Henrique Vieira.
* Paulo Victor Leite Lopes, Instituto de Estudos da Religião (ISER).

Bahaísmo e Jean Wyllys em destaque no 10º Seminário LGBT

O workshop da tarde, intitulado “Religião e Diversidades — Como trabalhar as diferenças culturais para garantir um Estado Laico?”, terá como mediador o deputado gayzista Jean Wyllys.
Os preletores serão:
* Iradj Roberto Eghrari, Secretário Nacional de Ações com a Sociedade e o Governo do movimento Bahá’í.
* Bispo Robson Rodovalho, presidente da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra.
* Daniel Sottomaior, Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos.
* Hussein Mohamed El Zoghbi, presidente da Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras).
* Pe. José Antônio Trasferetti, pároco da Paróquia São Pedro Apóstolo (Campinas), PUC Campinas
* Ysani Kalapalo, Movimento Indígenas em Ação
* Pai Tata Ngunz’tala, pai-de-santo do Terreiro Tumba Nzo Jimona dia Nzambi.
* Lama Padma Samten, fundador do Centro de Estudos Budistas Bodisatva (CEBB).
* Um representante liberal do judaísmo.
* Um representante espírita.

A força bahai

Não dá para estranhar um líder da religião bahai em primeiro lugar entre os preletores do evento da tarde. O bahaísmo, que tem trabalhado intimamente com a Iniciativa das Religiões Unidas (IRU), tem uma mensagem simples: a humanidade é uma única raça, e todos os líderes religiosos estavam realmente proclamando o mesmo Deus mediante vários meios. Jesus, Maomé, Zoroastro, Moisés, Krishna e Buda eram apenas precursores do mensageiro final, Bahaullah, o fundador do bahaísmo.
Bahaullah cria que todas as religiões eram igualmente válidas porque todas tentavam trazer paz e amor ao mundo. Os temas comuns de paz e amor permeiam a religião bahai. Essa paz tem de ser perpetuada por todos os grupos de pessoas. Em outras palavras, todos temos de nos unir em amor. Todos os relacionamentos — entre indivíduos, países, grupos de pessoas e religiões — devem ser guiados por essa necessidade humana. Bahaullah concluiu que essa era a doutrina central de todos os profetas do mundo, e portanto eles foram enviados pelo mesmo Deus. Entre os pontos da doutrina bahai se destacam: a unidade de todas as religiões, a unidade da humanidade, a eliminação do preconceito, a igualdade de homens e mulheres e a fundação de um governo mundial.
A IRU é uma campanha da ONU para unificar todas as religiões debaixo da ideologia homossexualista e abortista da ONU. Portanto, o bahaísmo tem sido a ponte perfeita para a IRU e a ONU cooptarem as religiões mundiais.

Jean Wyllys e os orixás

É natural também que haja um pai-de-santo entre os preletores. Os orixás são muito abertos a todas as práticas homossexuais. Aliás, embora demonstre publicamente sua repugnância contra qualquer menção de Deus na vida de um político cristão, afirmando que tais ligações violam o Estado laico, o supremacista gay Jean Wyllys se gaba publicamente de que os orixás o colocaram na política (ver vídeo: http://youtu.be/f32xNxQUf7w).

Os cristãos, de acordo com Wyllys, não podem misturar política com Deus. Mas ele pode com os orixás.
Só estão autorizados a misturar as coisas os cristãos que professam um cristianismo torcido. O Pe. José Antônio Trasferetti foi escolhido como preletor do 10º Seminário LGBT exclusivamente por tal qualidade. Em 1995, ele foi premiado com o troféu Triângulo Rosa, concedido pelo Grupo Gay da Bahia, por ser o mais ativo católico defensor dos direitos homossexuais no Brasil.
Esse é um padre liberal e esquerdista. Não será difícil arrumar um liberal adepto do judaísmo.
Mas me admira o nome do Bispo Robson Rodovalho estar nessa salada babilônica, representando os evangélicos do Brasil. Tempos atrás, ele achou ruim quando denunciei sua postura “morna” no caso Marco Feliciano.
Robson Rodovalho, representante dos evangélicos
Espero que ele não confirme essa mornidão diante de Jean Wyllys e do bahaísmo, que quer ver todos os religiosos falando a mesma língua de paz, amor e tolerância diante do rolo compressor gay.
Com informações, sobre o bahaísmo, de Ed Hindson (2008). The Popular Encyclopedia of Apologetics. Harvest House Publishers. Com informações também da Frente Parlamentar Evangélica.
Leitura recomendada:

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