COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

AJUDE-NOS...VEJA COMO ACABAR COM A CORRUPÇÃO POLÍTICA NO BRASIL.. Dr.Rubens Teixeira e Juiz William Douglas


Rubens Teixeira e William Douglas * (Peço que nos ajudem a dar ampla divulgação. Podem publicar em sites, blogs, jornais, etc)

Publicado no Jornal O Estado de S. Paulo (Estadão)  e  reproduzido no site: http://www.rubensteixeira.com.br/site/?p=4467

O juiz federal Sérgio Moro diz que, para pegar os corruptos, basta seguir o dinheiro. Joaquim Barbosa, ex-presidente do STF, declarou que alguns políticos só pensam no dinheiro das empresas. Por outro lado, José Mujica, ex-presidente do Uruguai, disse que, se misturamos a vontade de ter dinheiro com a política, “estamos fritos”. Quem gosta muito de dinheiro tem de ser tirado da política e ir para o comércio, para a indústria, para onde se multiplica a riqueza. 

O problema do Brasil é essa comunicação entre as empresas e os políticos. Um banqueiro preso, recentemente, afirmou ter doado R$ 20,3 milhões para determinada legenda, R$ 10,9 para outra e R$ 10,9 para uma terceira; uma grande empreiteira doou R$ 975 mil para o instituto de um ex-presidente e R$ 3,9 milhões para o instituto do outro, e por aí vai. Isso não pode continuar assim.  

É evidente que a necessidade de grandes volumes de dinheiro para as campanhas eleitorais representa um obstáculo aos candidatos e políticos honestos e uma fonte de corrupção para os desonestos e para as empresas que estão querendo comprá-los. A razão é simples: qual a fórmula para conseguir dinheiro para fazer campanha? O que é ser um candidato “bom o suficiente” para que empresas deem a ele dinheiro? Todo mundo sabe a resposta. Se há muito dinheiro em alguma campanha, é grande o risco de o motivo envolver crimes, falta de ética e compra de benesses ilícitas. É fato público e notório que a corrupção política irriga campanhas, partidos, pessoas, empresas, inclusive as de fachada, além de encarecer os custos da administração pública. 

Infelizmente, há políticos, empresários e líderes (incluindo os religiosos) dispostos a participar da farra da corrupção. Não há Polícia Federal, Ministério Público e Judiciário que resolva de forma definitiva este problema, se não mudarmos o sistema. A solução é radical, porém simples: proibir o uso de dinheiro em campanha política. Qualquer dificuldade que ela traga será muito menor que o dano da corrupção na política. 

Quem consegue se eleger com dinheiro sujo não vai gostar da ideia, mas ela ajuda a limpar o País. O STF sinalizou o veto à doação de dinheiro de empresas, mas, mesmo assim, a Câmara dos Deputados colocou esse dispositivo na lei. A quem isso interessa? Todavia, impedir as doações de empresas não resolve. Nada impede que o banqueiro, o empreiteiro ou outro interessado doe dinheiro a seus “protegidos”. Vamos continuar a ter o caixa 2, os laranjas e o desespero para conseguir dinheiro para campanhas caríssimas. 

A solução tem de ser radical: acabar com a corrupção no nascedouro, ou seja, no dinheiro para a campanha. Isso ajudará os honestos e trará obstáculo real para os bandidos. 

Como, então, seria a campanha? O que seria permitido? O horário eleitoral gratuito no rádio e na TV será patrocinado pelo TSE com os recursos advindos do Fundo Partidário, que deixaria de existir. Quem quiser ter partido, que o sustente. Não faz sentido o povo sustentar políticos nem partidos. 

A mesma lei que impedirá gastos privados na campanha disporá sobre a divisão de tempo entre os partidos e candidatos, assim como cláusulas que garantam visibilidade a partidos ou candidatos “nanicos”, mas sem que tenham tempo incompatível com sua representatividade. A produção dos programas eleitorais deve seguir um padrão definido pelo TSE, que fornecerá os estúdios para gravação. O candidato apresentará suas ideias e projetos, com os quais terá de se comprometer sob pena de perda de mandato, mas sem nenhuma produção por marqueteiros (caros, por sinal), que conseguem mais enganar o eleitor do que contribuir para o progresso da democracia. O candidato poderá ter seu site e usar as redes sociais, onde apresentará suas opiniões e projetos de forma mais detalhada. O uso da internet será livre, desde que sem patrocínios pagos. 

O que será proibido? Painéis, placas, carros de som, pinturas em muros, eventos com artistas, almoços, jantares, churrascos, festas, reuniões em que se distribua qualquer material ou se ofereça qualquer alimento, exceto água e cafezinho, quando se tratar de reunião em casa de eleitor. Ou seja, qualquer coisa que implique aplicação de recursos próprios ou de terceiros será proibida. 

Entre os efeitos, teremos a redução da corrupção e a diminuição da influência do poder econômico para captar votos de eleitores alienados ou desinteressados. Os candidatos não serão conhecidos por campanhas como as que vendem xampu ou pasta dental, mas por suas ideias. Se votarem contra o programa e propostas que registrarem, perderão seu mandato. Outros efeitos benéficos serão diminuir a poluição visual e sonora das campanhas ricas e eliminar os pedidos de doações para a campanha eleitoral. 

Os políticos honestos não terão a “concorrência desleal” do dinheiro da corrupção e os votos serão mais conscientes. Ser político se tornará um ofício que demandará esforço e proximidade maior do povo. Quem procura a política para enriquecer, para fazer acordos espúrios e desprezando o interesse público terá uma barreira real de entrada. 

É possível que a maioria dos políticos eleitos no atual modelo não se entusiasme com esta proposta, mas a exigência de mudanças deve partir da sociedade que sofre os efeitos danosos da corrupção desenfreada propiciada pelo modelo existente. Eis a nossa proposta, para a qual contamos com o seu apoio, divulgando-a em suas respectivas redes sociais. Eis aí uma medida simples, firme e eficiente contra a corrupção.

* Rubens Teixeira é Analista do Banco Central, Doutor em Economia, com tese premiada no Prêmio Tesouro Nacional, Mestre em Energia Nuclear (IME), formado em Direito (aprovado na OAB/RJ), professor e escritor.
* William Douglas é juiz federal/RJ, titular de Vara Federal premiada por produtividade, pós-graduado em Políticas Públicas e Governo, Mestre em Direito, professor e escritor.



quarta-feira, 20 de agosto de 2014

VÍDEO: "Jornalista que mentiu e manipulou matéria sobre Joaquim Barbosa faz matéria fraudulenta contra Rubens Teixeira"



Jornalista que mentiu e manipulou matéria sobre Joaquim Barbosa faz matéria fraudulenta contra Rubens Teixeira

joaquim barbosa

A revista Época publicou uma matéria, assinada pelo jornalista Diego Escosteguy, intitulada “Os intocáveis: uma auditoria interna da Petrobras revela licitações dirigidas e contratos fajutos na Transpetro. Nada a temer: os diretores têm padrinhos políticos fortes” envolvendo dois grandes nomes do cenário político evangélico: Rubens Teixeira e Marcelo Crivella, recheada de mentiras e o famoso preconceito religioso arraigado na mídia secular. Primeiramente algumas mentiras saltam aos olhos: Rubens não é da Assembleia de Deus Ministério Óleo e Vida, nunca foi da mesma igreja do senador Marcelo Crivella, que é da IURD, e o então assistente e sua esposa citados na matéria são da Igreja Presbiteriana.

Se as inverdades fossem somente mais um erro grotesco de falta de exercício correto do jornalismo errar tais informações não seria necessária uma matéria sobre o tema, mas encontramos diversos erros que chamam a atenção na reportagem. 

Mas antes de abordá-las um fato revela um panorâma, remetidos ao caso de mentiras em uma entrevista envolvendo o ex-presidente do STF Joaquim Barbosa e não causa estranheza o fato de ser o mesmo jornalista, o que fez a Revista Época se desculpar. Abaixo replicamos o trecho da carta do ex-presidente do STF que revela ao eleitor como o jornalista habitualmente trabalha, aparentemente para cumprir uma finalidade:

“A matéria “Não serei candidato a presidente” divulgada na edição nº 823 dessa revista traz em si um grave desvio da ética jornalística. Refiro-me a artifícios e subterfúgios utilizados pelo repórter, que…”
“Fora o condenável método de abordagem, o texto é repleto de erros factuais, construções imaginárias e preconceituosas, além de sérias acusações contra a minha pessoa. …”

“Mais grave, porém, é a acusação de que teria manipulado uma votação, impedindo deliberadamente que um ministro do STF se manifestasse. O objetivo seria submeter o ministro a pressões da “mídia” e de “populares”. Isso não é verdade. Ofensiva para qualquer cidadão, a afirmação ganha contornos ainda mais graves quando associada ao Chefe do Poder Judiciário. …”


“No campo pessoal, as inverdades narradas na matéria são ainda mais ofensivas e revelam total desconhecimento sobre a minha biografia. Minha mãe nunca foi faxineira. Ela sempre trabalhou no lar, tendo se dedicado especialmente ao cuidado e à educação dos filhos. O texto, que me classifica como taciturno, áspero, grosseiro, não apresenta fundamentos para essas afirmações que, além de deselegantes, refletem apenas a visão distorcida e preconceituosa do repórter. O autor da matéria não apresenta elementos que sustentem os adjetivos gratuitos que utiliza. …”
“Também desrespeitosa é a menção aos meus problemas de saúde. Ao afirmar que a dor causou “angústia e raiva”, o jornalista traçou um perfil psicológico sem apresentar os elementos que lhe permitiram avaliar o impacto de um problema de saúde em uma pessoa com a qual ele nunca havia sequer conversado”.

“Finalmente, não tenho definição com relação ao momento de minha saída do Supremo e de minha aposentadoria. Muito menos está definido o que farei depois dessa data, embora a matéria tenha afirmado – sem que o jornalista tenha sequer tentado entrevistar-me sobre o tema – que irei dedicar-me ao combate ao racismo. 

Triste exemplo de jornalismo especulativo e de má-fé”.

O jornalismo correto preza que devemos sempre ouvir todas as partes, o que não ocorreu para com o personagem principal da matéria, Rubens Teixeira. Procurado pelo Gospel Hoje o pastor não quis falar muito para preservar sua empresa de falatórios e a muitas outras pessoas. Mas além de ouvir a sua posição fora feito o que devia ter sido feito pelo jornalista, uma vasta pesquisa entre diversas fontes onde chegamos a conclusão que a matéria publicada na Revista Época foi totalmente fantasiosa.

De tudo que foi ouvido se percebe que houve uma auditoria feita com auditores da Petrobras e da Transpetro onde foi produzido um relatório cheio de erros com fins de induzir que haviam falhas na administração de Teixeira que, segundo dizem pessoas do mercado e da própria empresa, é um gestor rigoroso com resultados exemplares em todas as áreas que dirige.

Evidentemente que o caso envolvendo Teixeira veio à tona agora, em um relatório certamente encomendado, mas percebido e alertado pelo diretor, por conta do período eleitoral, o que indica má fé de alguém, pois esperam afetar de alguma forma a eleição. Por outro lado, a atitude costumeira de um jornalista com antecedentes de mentiras e insinuações contra pessoas públicas, como fez com o Ministro Joaquim Barbosa, aproveitou para também colocar suas mentiras, confundir o leitor no seu texto confuso e destilar todo o seu preconceito contra o diretor Financeiro da Transpetro no seu texto e no seu twitter no final de semana, mas não contava que essa armadilha já havia sido percebida pelo diretor desde a elaboração do relatório e por outros indícios que fez o mesmo a gravar o vídeo e postar no youtube 8 meses antes da sua venenosa matéria.

Assista o vídeo do Dr. Rubens Teixeira denunciando previamente a acusação que poderia sofrer em período eleitoral:

Entenda o emaranhado de mentiras

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=33XAyyN4XHQ




Logo que chegou na Transpetro precisou trocar muitos gerentes, seja por baixo desempenho, comportamentos inadequados e falta de perfil, especialmente da área de contratos, e isso gerou muita revolta. Acabou com atrasos de pagamentos que permitiam desvios de comportamento de empregados que poderiam dificultar o pagamento para receber algo em troca. Convidou pessoas experientes do mercado para auxiliar nas mudanças culturais e técnicas internas e fez uma verdadeira revolução que mudou muitas práticas internas.

Contudo, a estranha auditoria feita na sua área, sem que ele pudesse acompanhar, veio cheio de erros técnicos e de dados que foram imediatamente apontados pelo diretor que, ao invés de ter seus contratos auditados, sofreu uma investigação indevida que por fim nada encontrou. Quando percebeu os procedimentos errados da auditoria, a fragilidade técnica dos argumentos e as informações erradas colocadas pelos auditores, que se recusaram corrigi-la, percebeu que sua vida particular tinha sido indevidamente investigada e imediatamente informou à empresa que o relatório era político e não poderia legitimá-lo.

Dentre as mentiras colocadas ou insinuadas pelos auditores e pelo jornalista, aparentemente parceiros da matéria, destacamos que Rubens Teixeira jamais descumpriu a lei contra o nepotismo para contratar parentes, seja na Transpetro ou em qualquer empresa terceirizada.

Outra mentira é que o diretor não contratou a consultoria Gênesis, mas sim o Gerente responsável por implantar um sistema rígido proposto por Teixeira, enquanto diretor, com a finalidade de reduzir números de aditivos, reduzir custos de contratos e otimizar e dar mais transparência à gestão dos contratos sob sua responsabilidade. A contratação foi sustentada por um parecer jurídico e foi precedida de uma cotação. Os salários pagos aos membros da consultoria eram abaixo do preço de mercado devido ao baixo preço oferecido por ela na cotação.

A consultora sócia majoritária da Gênesis não foi contratada pelos 5 meses de experiência na Transpetro, mas por seus outros cerca de 30 anos de experiência no Banco Central do Brasil em várias funções de confiança, seja chefiando a área de logística e segurança de armazenamento, distribuição, e recolhimento de todo o dinheiro que circula no país: alguns trilhões, que impunha a realização de contratos e convênios de alta complexidade. Ocupou outras funções de chefia de setores técnicos importantes e consultorias também. Este fato sequer foi enxergado pelos auditores e, evidentemente, aproveitado pelo jornalista. A formação acadêmica da consultora é diversificada: advogada, contadora com várias pós-graduações. Certamente este tipo de auditor não é preparado para esta análise ou estava cumprindo uma finalidade.

Com relação as empresas convidadas para a licitação de carros, não foram encontradas, em qualquer parte do relatório, ou da auditoria que haviam empresas fantasmas. A lei exige que haja convite e propostas válidas de 3 empresas. Havia quatro empresas que tinham em seu objeto o serviço para a qual foram convidadas e três empresas que apresentaram propostas competitivas que estavam de acordo com o orçamento de referencia elaborado por setor que elabora os orçamentos da Transpetro. Duas das que apresentaram propostas tinham em seu nome “engenharia”, mas tinham em seu objeto a prestação de serviço de transporte que, naturalmente, é o que importa para dizer se a empresa pode ou não prestar determinado tipo de serviço. A empresa citada com baixo capital social, à época de 2 mil reais, tem um patrimônio compatível com o serviço que prestaria. Não havia qualquer impedimento legal para contratação. O jornalista parece não entender a diferença entre um e outro.

Sobre os critérios que devem ser seguidos para convidar as empresas, o decreto 2745 refere-se a empresas que sejam parte do cadastro da Petrobras ou não. Este requisito foi cumprido. Nada pode ser falado além disso. Os gerentes e coordenadores envolvidos neste processo foram todos retirados da função bem antes da matéria vir à tona ou da auditoria observar o problema. Muitas denúncias surgiram por esta razão.

Quanto aos “aditivos exagerados” que o jornalista afirma ter trazido prejuízos para a empresa trata-se de uma incorreção grosseira, seja do jornalista, seja da auditoria. Qual seria a verdade então? Todos os serviços pagos foram realizados e as comprovações estão na empresa para qualquer cidadão quiser conferir. Há serviços continuados (alimentação, segurança, limpeza, etc) que são e sempre foram prestado por empresas contratadas com essa finalidade. Os contratos existentes que estavam finalizando precisavam ser revistos para otimização visando melhor eficiência e redução de custos.

Para que fossem feitas reformulações que otimizassem contratos vigentes, sem que os serviços prestados pelas empresas contratadas parassem, a melhor solução foi celebrar um aditivo contratual, que corresponderia alongar o prazo para não parar o serviço, mas pagando os mesmos custos licitados anteriormente. Depois da reformulação seriam feitos processos licitatórios com os novos modelos de contratos otimizados, o que realmente aconteceu. Normalmente estes contratos antigos, ao serem aditivados, não são interessantes para as empresas contratadas, por estarem com preços defasados, e algumas se recusaram a aceitar e outras, inclusive, não tiveram condições de continuar e abandonaram o contrato. Esta situação comprova o contrário. Muitos preços excessivamente baixos deram condições à Transpetro de ter os serviços com preços antigos o que gerou economia.

Quanto às irregularidades nas jornadas de trabalho excessivas dos motoristas, havia em alguns casos pontuais que foram corrigidos. Contudo, os próprios motoristas que ganhavam as horas trabalhadas se sentiram prejudicados por não mais poderem recebê-las. Alguns profissionais preferiam esta situação para aumentarem seus rendimentos, mas foi coibida.

O assistente do diretor citado na matéria não tinha poder para contratar qualquer pessoa, nem mesmo a sua mulher. Não precisou da autorização do diretor para esta contratação pois é uma medida gerencial. Além disso, a esposa sequer trabalhava na mesma cidade que o diretor e seu assistente. A contratação para trabalhar em uma repartição da empresa, fora do mesmo ambiente, foi feita por um gerente. Contudo, ainda assim foi demitida da função e ele também deixou o cargo. O assistente do diretor foi o único a ser afastado da função em decorrência disso. O diretor foi extremamente rigoroso com ele. Todos os demais só tiveram seus parentes demitidos.

O carro do diretor é para uso em serviço e em atividades de representação (todos os lugares em que o chega como diretor (palestras, eventos, etc). Jamais lazer, passeio e férias. O diretor foi “acusado” de usar o carro nas férias e de licença médica. Na verdade, ele interrompeu as férias e licenças médicas pós-cirurgia várias vezes para atender o interesse da empresa. Quando volta para o trabalho suas férias são automaticamente interrompidas. Quanto ao uso do carro em finais de semana, o motivo era o mesmo: ou serviço ou representação. Jamais uso para finalidades pessoais ou particulares.

Triste exemplo de jornalismo especulativo e de má-fé
rubens teixeira
O Gospel Hoje chega a conclusão que nos preocupa acerca do país que vivemos, da seriedade da imprensa e das instituições e isso é muito preocupante.

Diego Escosteguy, jornalista que se revelou ser dado a mentiras e ser preconceituoso, disse que Rubens Teixeira era político e insinuou que não entendia nada de petróleo. Na verdade, Teixeira é servidor público concursado há 26 anos. Hoje é também funcionário de carreira do Banco Central do Brasil. Quanto a não entender nada de petróleo, e porque, como faz investigação frágil, não percebeu que Teixeira formou-se engenheiro pelo IME e por isso seria impossível ser leigo em um tema como petróleo, além do que já realizou curso no Instituto Brasileiro de Petróleo.

Embora a atitude preconceituosa do jornalista em chamar Rubens Teixeira de pastor o tempo todo na matéria da Revista Época e no seu twitter pessoal na tentativa de despertar a fúria das pessoas contra o diretor da Transpetro, na verdade, ele é diretor da estatal por ser doutor em economia (UFF), mestre em engenharia nuclear (IME), pós-graduado em auditoria e perícia contábil (UNESA), engenheiro civil (IME), formado em direito (UFRJ e aprovado para a OAB-RJ), bacharel em Ciências Militares (AMAN), um dos vencedores do Prêmio Tesouro Nacional com sua tese de doutorado, teve sua monografia de direito premiada, tem artigos de direito, economia e outros publicados no Brasil e no exterior, além de ser autor de livros, como o best seller “As 25 Leis Bíblicas do Sucesso” e do recém lançado “Sociedade com Deus”, ambos com o juiz federal Wiliam Douglas, e do livro “Desatando o nó do crescimento econômico” com Henrique Forno e Márcio Araujo, todos doutores em economia e funcionários de carreira do Banco Central. Vale ressaltar que na igreja pouco importa a profissão da pessoa e numa empresa séria, pouco importa a religião da pessoa.

Evidentemente que no nosso país, por ele ser o que é, temos corruptos igual a baratas, em todos os lugares, mas ainda encontramos pessoas honestas. Nem todos os jornalistas, são corruptos, manipuladores e preconceituosos, como nem todos os políticos são honestos e homens de bem. Temos cidadãos que não fazem gato, não sonegam, como temos policiais e políticos corretos e os jornalistas não são diferentes.

Fonte: http://gospelhoje.com.br/jornalista-mentiu-manipulou-materia-sobre-joaquim-barbosa-faz-materia-fraudulenta-contra-rubens-teixeira/#.U_Sk6GNP215


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

"Blog da Dilma” ataca Joaquim Barbosa e associa imagem do presidente do Supremo à de um macaco"



23/09/2013
às 6:17

ESCALADA DA VIOLÊNCIA E RACISMO ASQUEROSO – “Blog da Dilma” ataca Joaquim Barbosa e associa imagem do presidente do Supremo à de um macaco. A imagem está no ar há quatro dias. Tanto o Planalto como os movimentos negros estão mudos

Leitores enviaram o link. Custei a acreditar. Mesmo tendo acessado a página, pensei em alguma forma de molecagem, feita à revelia dos organizadores do blog. Mas quê! Era tudo verdade. Um troço chamado “Blog da Dilma”, que se intitula “O maior portal da Dilma Rousseff na Internet”, tinha feito mesmo o que se vê abaixo: uma montagem em que a imagem do presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, aparece associada à de um macaco. Vejam imagem da página, com a respectiva URL. Volto em seguida.

O texto reproduz, com todas as crases, um post do site petista “247”, que traz uma opinião — positiva, é claro! — de Luiz Eduardo Greenhalgh sobre o voto de Celso de Mello. O “Blog da Dilma”, no entanto, não se contentou com a simples reprodução porque, sei lá, talvez tenha achado que ainda era pouco, que faltava picardia à coisa. E teve, então, uma ideia: por que não compor a imagem de Joaquim Barbosa com a de um chimpanzé?

Os limpinhos e os sujos

É impressionante o que se verificou neste fim de semana. A Folha traz uma entrevista do dito “direitista” Ives Gandra (ainda volto a ele) assegurando que não há provas contra José Dirceu. No Estadão, o mensaleiro condenado João Paulo Cunha afirma que Barbosa fala “bobagem” e que quer sentar em sua cadeira; na TV Folha, o advogado de Dirceu diz o que pensa do julgamento (adivinhem o quê…); na Folha Online, outro professor da USP faz considerações que tentam minimizar a importância do julgamento, critica a transmissão ao vivo das sessões do Supremo e aproveita a oportunidade para atacar, claro!, Gilmar Mendes.

Não obstante, os petistas propagam aos quatro ventos que a “mídia” persegue o partido e seus líderes. Sabem que a acusação surte efeito. Parte considerável da imprensa tenta, então, provar aos críticos que eles estão errados; torna-se sua refém. Alguém da legenda grita: “Do mensalão mineiro, ninguém fala nada!!!”. Pronto! O assunto já entra na pauta. Até as autoridades se sentem compelidas a provar ao STPT — o Supremo Tribunal do Partido dos Trabalhadores — que são isentas. Rodrigo Janot, como vimos, em entrevista ao Estadão, afirmou que “pau que dá em Chico dá no Francisco”, antecipando, parece, o conteúdo do seu trabalho. Escrevi a respeito dessa declaração infeliz de Janot.

A esgotosfera

Observem que a onipresença dos defensores de mensaleiros na imprensa, neste fim de semana, é apenas a face mais “limpinha” do jogo pesado. A sujeira fica por conta de páginas como o tal “Blog da Dilma”, que foi criado durante a campanha eleitoral. O Planalto sempre pode alegar que não tem nada com isso, que o nome da presidente está sendo usado sem sua autorização etc. É mesmo? E por que, então, a soberana não manda que parem de fazer isso?

Eles não têm mesmo limites. O linchamento a que foram submetidas cinco atrizes — Carol Castro, Rosamaria Murtinho, Nathalia Timberg, Suzana Vieira e Bárbara Paz — porque ousaram posar de negro, como sinal de luto pelos seis votos do STF em favor dos infringentes, evidenciou quão organizada é a máquina. E olhem que a campanha eleitoral nem começou ainda.

Os sujos acusam a “mídia” — que eles dizem ser antipetista (este fim de semana demonstra que essa é outra mentira escandalosa; ao contrário, no geral, ela é favorável ao PT) — de destruir reputações ao apenas noticiar o que está em curso. O caso das atrizes e, agora, de Barbosa evidencia quem recorre a esse expediente. A verdade é que os criminosos decidiram disputar a opinião pública com os defensores da lei.

Racismo escancarado

Todos sabem que uma das expressões mais estúpidas do preconceito contra os negros é associá-los a macacos. Não há leitura alternativa para isso. Obviamente, não se trata de uma peça de humor. O cantor Alexandre Pires teve problemas com o Ministério Púbico por causa de um videoclipe em que alguns dançarinos caracterizados de gorilas eram exibidos como símbolo de vigor sexual. Não entro no mérito estético da coisa, mas é evidente que não se procurava associar a cor da pele aos animais.
Mas e o que se vê acima? O que se pretende com aquela montagem? Ainda que seu autor fosse um petista negro, o caráter racista não se dissiparia porque é evidente que a montagem estaria a açular o racismo que anda por aí. Até agora, os movimentos negros, PARA NÃO VARIAR QUANDO SE TRATA DE MANIFESTAÇÃO PRECONCEITUOSA ORIUNDA DA ESQUERDA, não disseram uma palavra. O Planalto e Dilma também estão de bico fechado. A governanta, aliás, permite que seu nome seja usado nessa página para as piores barbaridades.

O pelotão de fuzilamento do petismo não perdoa a reputação de ninguém: tenta matar mesmo. E conta com uma rede gigantesca para isso, parte dela financiada por estatais e por gestões petistas municipais e estaduais. A Prefeitura de São Paulo, na gestão de Fernando Haddad, diga-se, tornou-se uma notória financiadora de blogs sujos a serviço de mensaleiros. Dá para entender por que tanta gente, de súbito, passou a questionar o crime de formação de quadrilha.
Por Reinaldo Azevedo
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