COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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terça-feira, 31 de maio de 2016

BOMBA....Responsabilidade civil da CNBB na ação do CIMI contra o Estado de Direito

Responsabilidade civil da CNBB na ação do CIMI contra o Estado de Direito

Continuação do post anterior: Produtores e indígenas vitimados pela conduta ilícita do CIMI

Prossegue a conclusão da CPI do CIMI:
al_brasaoTodavia, ainda se tratando de responsabilidade civil, é de se considerar quem mais poderá responder pelos prejuízos causados pelo CIMI, além da própria entidade.

Entrevista Mirian Belchior,ministra
Dom Leonardo Ulrich, secretário geral da CNBB e Tito Vilhalva, da etnia Guarani Kaiowá. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil.

O CIMI inegavelmente é vinculado à Igreja Católica.
Consta expressamente em seu site que se trata de uma instituição ligada à Confederação Nacional dos Bispos Brasileiros que, por via de consequência, é vinculada à Igreja Católica.
No sitio eletrônico da CNBB é possível encontrar, no tópico que trata das missões ou finalidades do órgão que: [página 217]
A CNBB, no âmbito de suas finalidades e competência:
• manifesta solicitude para com a Igreja e sua missão universal, por meio de comunhão e colaboração com a Sé Apostólica e pela atividade missionária, principalmente ad gentes;
• favorece e articula as relações entre as Igrejas particulares do Brasil e a San ta Sé;
• relaciona-se com as outras Conferências Episcopais, particularmente as da América, e com o Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM).Resta inequívoco que a atuação da CNBB é vinculada à Igreja Católica e, por conseguinte, o mesmo se pode concluir em relação ao CIMI.
Ainda, no depoimento prestado por D. Roque Paloschi a essa CPI, perguntado a respeito de seu incompreensível (ou conveniente) estado de ignorância quanto aos ilícitos praticados por membros do CIMI no Estado de Mato Grosso do Sul, expressamente afirmou que seria a Igreja Católica a responsável pelo acompanhamento de suas ações no Estado, devido à impossibilidade de controlar todos os seus colaboradores.
Inclusive nesse momento de seu depoimento [página 218] D. Roque Paloschi expressamente referenciou o Bispo Dom Dimas, como sendo um dos responsáveis pela orientação desses missionários no Mato Grosso do Sul, na qualidade de Bispo da Igreja Católica.

Dom Roque Paloschi, atual presidente do CIMI
Dom Roque Paloschi, atual presidente do CIMI

De modo que, nos termos do que estabelece o art. 932, III e art. 933 do Código Civil, entendo que poderá a Igreja Católica ser responsabilizada pelos prejuízos causados pelo CIMI, tendo em vista a vinculação das entidades, a utilização de estruturas em comum, do apoio mútuo, enfim, da cumplicidade nos atos praticados, por ação ou omissão.
Por fim, entendo que há a pertinência de apuração de outras responsabilidades além dos membros do CIMI.
Verifica-se pelos documentos acostados ao presente procedimentos quemembros de outros órgãos e instituições podem, potencialmente, estar interferindo nas condutas adotadas pelos indígenas, o que seria, no entendimento deste relator, identicamente ilegal.
De modo que é necessário que todos os crimes e ilícitos cometidos sejam apurados com rigor e severidade máximos, pelas autoridades competentes. [página 219]
Os encaminhamentos propostos por este relator são o envio do relatório para os seguintes órgãos e autoridades, com requisição por parte da CPI, para a tomada das medidas e providências cabíveis em relação aos membros do CIMI mencionados no tópico anterior:
1. Governador do Estado de Mato Grosso do Sul.
2. Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul.
3. Ministério Público Federal, na pessoa do Procurador-Geral da República.
4. Conselho Nacional de Justiça.
5. Conselho Nacional do Ministério Público.
6. Polícia Federal.
7. Secretaria de Segurança Pública do Mato Grosso do Sul.
8. Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.
9. Seccional de Mato Grosso do Sul da Ordem dos Advogados do Brasil. [página 220]
10. Presidência da República.
11. Ministério da Defesa.
12. Comissão Parlamentar de Inquérito da FUNAI e do INCRA, no Congresso Nacional.
13. Senado Federal.
14. Vaticano.
15. Representação da Santa Sé no Distrito Federal.
16. CAFOD. [CAFOD= Agência Católica para o Desenvolvimento Exterior, fundo católico de Inglaterra e Gales, parte da Cáritas Internacional, que financia o CIMI desde o exterior]

O CAFOD financia múltiplos movimentos da revolução esquerdista no Brasil 2
Órgãos católicos do exterior como o CAFOD financiam muitos agentes da revolução esquerdista no Brasil. Fotos do site do CAFOD. ‘CPI do CIMI’ denuncia “um plano contrário ao Estado de Direito, em âmbito nacional e internacional”

Em meu entendimento, o envio de documentos desta CPI com requisição de providências é ato da maior importância, porquanto o que se requer é a tomada efetiva de providências por parte dos órgãos competentes, com base no poder de polícia de que é investida a Comissão Parlamentar de Inquérito.O envio do presente relatório aos órgãos acima mencionados tem por finalidade que estas nominadas instituições, no âmbito de suas competências e atribuições, possam [página 221] tomar as medidas necessárias e cabíveis para a apuração das responsabilidades de todos os envolvidos.Nesse ponto entendo que é importante inclusive haver uma investigação mais rigorosa a respeito do ingresso de valores de organizações internacionais para projetos deliberadamente contra o desenvolvimento do país, pois trata-se de um ataque que vem sendo realizado contra a soberania do país, na clandestinidade e por meios aparentemente legais, mas que chama a atenção no que tange aos volumes de recursos e também na organização dos movimentos.Pude constatar, ao longo dos trabalhos, que o alcance das conclusões dessa CPI acabaram por ultrapassar a conduta de uma pessoa jurídica de direito privado e seus membros (CIMI) na segurança pública do Mato Grosso do Sul, mas descobrimos, em meu entendimento, muito mais do que isso, um plano, um agir contrário ao Estado de Direito, em âmbito nacional e internacional, que precisa ser tornado público, do conhecimento de todas as autoridades competentes, para que as providências urgentes e veementes possam ser tomadas para a preservação da soberania nacional.[página 222]Por ser este o entendimento deste relator, notadamente no que diz respeito à responsabilidade de membros do CIMI pelos ilícitos praticados, conclui-se pela pertinência do encaminhamento do presente relatório, para a tomada das medidas cabíveis.É o relatório.
PAULO CORREA 
Deputado Estadual –Relator
O texto completo pode ser lido ou descarregado no site da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul neste endereço.
FONTE: 

domingo, 29 de maio de 2016

Produtores e indígenas vitimados pela conduta subversiva do CIMI, ligado a CNBB!

VEJA COMO O COMUNISMO ESTÁ LIGADO A CNBB/CIMI

Produtores e indígenas vitimados pela conduta subversiva do CIMI 





Invasão de fazenda em Mato Grosso do Sul
Invasão de fazenda em Mato Grosso do Sul.

Continuação do post anterior: Relatório final da “CPI do CIMI” desvenda estarrecedora subversão comuno-missionária pintada de verde ambientalista

al_brasaoProssegue a conclusão da CPI do CIMI:
Mas, depois de analisar todos os depoimentos e provas do processo, sou forçado a concluir quetambém os indígenas foram prejudicados, igualmente de forma irreversível, pela conduta ilícita do CIMI.
Foram gerações de indígenas criadas com base no sentimento sectário, tendo incutido o ódio e o desrespeito às instituições, através de uma travestida defesa de seus interesses.
O CIMI não conseguiu trazer para o processo um único projeto realizado em prol da comunidade indígena, de educação, saúde, enfim, nada.
E, importante frisar, somente no ano de 2013 foram mais de R$ 7.000.000,00 recebidos de instituições estrangeiras.
Segundo dados de seus balanços, mais de R$ 4.000.000,00 seriam destinados ao pagamento de pessoal.
Ora, mas como se todos os integrantes e ex-integrantes do CIMI, inclusive o Sr. Cleber Buzato, informaram que prestavam trabalho praticamente voluntário? 
Sessão do CIMI no recinto da Assembleia Legislativa de MS
Para onde vão esses recursos. De outro lado, verifica-se que há depoimento de indígenas afirmando categoricamente que Flávio Machado [página 211] forneceu recursos para a aquisição de armas no Paraguai para suportar invasões de propriedades privadas.
Os índios vêm sendo, em verdade, iludidos, ludibriados, enganados pelo CIMI.
Manipulados em sua miséria, infelizmente, e da qual não podem ser responsabilizados os produtores rurais, para atuarem conforme os escusos interesses do CIMI e de organizações internacionais, que certamente compromisso algum possuem para com o Brasil.
Não é justo, em verdade é cruel utilizar-se da miséria humana, ainda mais em nome de Deus, da bandeira da Igreja Católica, para manipular interesses em prol de interesses próprios, escusos e espúrios.
Por certo que não terão as autoridades constituídas, tão questionadas pelo CIMI em todos os seus atos, a mínima clemência quando da análise das responsabilidades. 
CPI do CIMI                              CPI: não há dúvidas de que o CIMI incita e estimula a invasão de propriedades                                              
Os produtores rurais, de outro lado, os grande prejudicado, as inegáveis vítimas da ilegalidade praticada pelo CIMI.
Famílias com sonhos desperdiçados. Também vítimas da desesperança, causada pela interrupção dos [página 212] sonhos, dos projetos, do empreendedorismo.
Questionados em um dos direitos mais importantes e caros ao Estado de Direito, a propriedade, no caso livremente constituída.
Acusados constantemente de grileiros por membros do CIMI, em todas as mídias sociais, inclusive no exterior.
Recentemente acusados, também pelo CIMI, de que seus produtos, soja e carne, possuem sangue de crianças indígenas. 

Nada mais ignominioso, ultrajante.
Como se não bastasse toda a conduta praticada pelo CIMI contra o agronegócio, de forma deliberada, dolosa, houve ainda, no final do ano de 2015 uma leviana campanha difamatória da qual efetivamente o CIMI participou.
Divulgou-se aos quatro ventos, em todos os meios de comunicação, que a carne e a soja do Mato Grosso do Sul estariam contaminados com sangue de crianças indígenas.

O CIMI foi um desses órgãos que fez questão de divulgar, em todos os meios possíveis, o ataque leviano, desonesto ao agronegócio.

Sessão do CIMI no recinto da Assembleia Legislativa de MS
Sessão do CIMI na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul

Fora realizado um culto ecumênico na Assembleia Legislativa em que fora lançada oficialmente a campanha, em que D. Roque Paloschi, de forma expressa, [página 213] menciona a necessidade de boicote, sendo que na ocasião estavam igualmente presentes vários membros do CIMI, dando suporte à campanha.
Ora, não se pode aceitar que uma campanha desse nível seja realizada sem a devida responsabilização de todos os envolvidos.
É uma absoluta inverdade que tem por objetivo única e exclusivamente denegrir o agronegócio no Estado, inviabilizar a atividade, tudo com vistas a provocar um estado de insegurança jurídica, o que, aliás parece ser a cartilha seguida pelo CIMI.
Os responsáveis pela campanha, embora não totalmente identificados, ganharam o apoio de várias instituições, que auxiliaram na divulgação da infâmia contra o agronegócio do Mato Grosso do Sul e contra os produtores rurais de nosso Estado.
E, com relação a essa campanha difamatória contra o agronegócio, ao ser inquirido nesta CPI, o Secretário Geral do CIMI, Cleber Buzato, expressamente confessou ter sido a entidade um dos meios de divulgação das falsas notícias contra o Agronegócio.
Ainda Cleber Buzato declarou [página 214] ainda sem qualquer tipo de constrangimento que a entidade apoiou a iniciativa.
Como mencionado acima, trata-se de uma campanha mentirosa. Não guarda qualquer relação com a realidade.
Através dessa ignominiosa campanha acabaram todos os produtores rurais do Estado sendo tachados de assassinos de crianças indígenas!
Isso é um absurdo.
D. Roque Paloschi foi desmentido, desmascarado nesta CPI quando afirmou que havia assassinatos de indígenas por produtores rurais,pois dos números apresentados verifica-se que os responsáveis pelas mortes de indígenas são os próprios indígenas, e não produtores rurais.

Entrevista Mirian Belchior,ministraEntrevista Mirian Belchior,ministra
Cléber César Buzatto, secretário geral do CIMI e Dom Erwin Kräutler anterior presidente do órgão. Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

São dados oficiais, da Secretaria de Segurança Pública do Estado, não sendo possível que se venha a afirmar em público que há crianças indígenas sendo assassinadas por produtores rurais.
Essa campanha ultrapassa em muito a irresponsabilidade, a temeridade. 

Trata-se de um ato doloso, da mais vil pretensão, que deve ter a maior reprimenda possível.
Há lucros cessantes a serem apurados, produtores rurais que foram prejudicados em suas atividades por força dadifamação [página 215] da umacampanha mentirosa que, como visto, contou com o apoio do CIMI.
Há ainda outra consideração que entendo importante a respeito das conclusões decorrentes dos trabalhos realizados e das provas coletadas na presente CPI.
Não se pode negar que pelo acervo probatório dos autos resta inequívoco que houve atuação direta do CIMI na incitação à violência e invasão de propriedades rurais.
Vários indígenas, inclusive, espontaneamente prestaram depoimentos nesta CPI, atestando de forma cabal que havia influência do CIMI nas comunidades indígenas, para a invasão de propriedades.
Em verdade, como restou demonstrado, a tática perversa do CIMI era justamente identificar as necessidades, as mazelas das comunidades indígenas e prometer recursos financeiros para as áreas invadidas.
Ou seja, expressamente passava aos indígenas que, se invadidas propriedades, haveria recursos financeiros.
Para aqueles que sofrem todo tipo de privação, agora açodados pela desesperança provocada pelo CIMI, não há dúvidas de que [página 216]uma postura como essa incita e estimula, quase que como condição de sobrevivência, a invasão de propriedades.
Pois bem. Constatado que houve essa atuação ilícita do CIMI, como mencionado acima,há a necessidade de responsabilização do órgão. 
A responsabilização civil pelos danos e prejuízos causados, individual e coletivamente, e a criminal de seus membros, conforme as apurações a serem realizadas.
O texto completo pode ser lido ou descarregado no site da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul neste endereço.
Continua no próximo post: Responsabilidade civil da CNBB na ação do CIMI contra o Estado de Direito

sábado, 25 de abril de 2015

CNBB apóia libertação de 24 mil criminosos no Brasil...CONLUIO COM OS COMUNISTAS!


CNBB apóia libertação de 24 mil criminosos no Brasil



CNBB promove crime organizado junto com narcoditadura do PT – Foro de São Paulo libertando mais de 24 mil presos do sistema carcerário brasileiro

A organização comunista CNBB trabalha junto com a narcoditadura petista para jogar nas ruas mais de 24 mil bandidos, colocando a segurança pública do país em um risco maior do que vivemos atualmente. A chamada “Pastoral” Carcerária, braço da organização esquerdista católica, se associa ao projeto revolucionário continental de destruir a sociedade brasileira através da libertação de milhares de malfeitores, colocando de vez o exército de criminosos do Foro de São Paulo e instituindo o regime terrorista no país.
O sistema carcerário nacional está falido e não existe mais o exame criminológico que servia para analisar as condições de recuperação do preso, que possibilitava um seguro retorno e adequação do presidiário na sociedade.
Leia abaixo o texto da “Pastoral” Carcerária.

cnbb-carcerario

Avança Proposta de Súmula Vinculante n.º 57, que garante o direito ao semiaberto

Após reunião da Pastoral Carcerária Nacional com o Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, na quinta-feira, 5 de março, a Proposta de Súmula Vinculante (PSV) n.º 57 foi liberada para a pauta, e agora segue para a votação dos ministros, num grande passo para o reconhecimento dos diretos da pessoa presa e o combate ao atual quadro de encarceramento massivo que impera no País.

A Proposta de Súmula Vinculante

Em 2010, a Pastoral Carcerária e a Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais (ANADEF) articularam a apresentação, pelo Defensor Público Geral da União, de proposta de Súmula Vinculante para garantir à pessoa que conquistou a progressão de regime o cumprimento da pena em unidade adequada ou em regime mais benéfico (no caso, o aberto ou a prisão domiciliar).
A proposta, que tramita sob o número 57, pode beneficiar até 24 mil presos que atualmente deveriam progredir para um regime mais benéfico, mas que tem seu direito desrespeitado em razão da ausência de vagas no semiaberto, numa verdadeira afronta à Constituição Federal e da Lei de Execução Penal.

Agenda pelo Desencarceramento

Na reunião, também foi apresentada ao Presidente do STF a Agenda Nacional Pelo Desencarceramento, documento formulado por diversas organizações e coletivos, e que propõe aos três Poderes uma pauta abrangente para o sistema penitenciário, que tem como eixo central o combate ao encarceramento em massa.



quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Seminário de católicos progressistas manifesta desalento

Seminário de católicos progressistas manifesta desalento      


Rafael Nogueira

O ministro Gilberto Carvalho, falando ao microfone. À esquerda, sentado, com a mão no rosto, Pedro Stédile líder do MST. [Fotos: Rafael Nogueira]
O ministro Gilberto Carvalho, falando ao microfone. À esquerda, sentado, com a mão no rosto, Pedro Stédile líder do MST. [Fotos: Rafael Nogueira]
Realizou-se nos dias 10 e 11 de dezembro último, no Hotel Nacional em Brasília, um seminário promovido principalmente pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), intitulado “Questão Agrária e Desigualdades”.
Foram dois dias de palestras e “debates”, denominados “painéis”. O público, constituído por cerca de 80 pessoas entre 30 e 50 anos, era preponderantemente formado por integrantes de movimentos de esquerda: MST, CPT, CUT, Via Campesina etc. Participaram também do evento alguns estudantes universitários, bem como funcionários públicos do INCRA e de ministérios.
Entre os participantes, uns eram de viés claramente esquerdista, enquanto outros, mais idosos, podiam ser qualificados como de tendência comunista clássica, ultrapassada.
O seminário refletiu os sintomas que se podem notar na opinião pública em âmbito universal: de um lado, a atual onda conservadora no País e no mundo; e, de outro, a dificuldade encontrada pelos movimentos esquerdistas para implantar a Reforma Agrária e as reformas de base em geral.
Um aspecto importante, e bastante frisado no seminário, foi o reconhecimento do papel exercido pelos prelados católicos como grandes impulsionadores da luta de classes no Brasil.
A nota geral do evento foi de que a esquerda está perdendo terreno, não está conseguindo implantar a Reforma Agrária, sendo-lhe necessário reacender o entusiasmo revolucionário. Todos os esquerdistas presentes manifestaram grande esperança na atuação do Papa Francisco.
* * *
Seguem os aspectos essenciais do primeiro painel, o mais importante do simpósio. Os demais painéis repetiram, em essência, as doutrinas e as propostas de caráter prático enunciadas no primeiro.

Palavras de um prelado progressista

Progressismo-5Inicialmente falou, representando a CNBB, D. Guilherme Werlang [foto], bispo de Ipameri (GO). Ele discursou de forma tranquila, utilizando jargões esquerdistas batidos e muitas vezes desconexos. Censurou o fato de a Reforma Agrária ter estado fora dos debates durante a última campanha eleitoral.
A luta pela Reforma Agrária no Brasil, segundo ele, iniciou-se com o descobrimento do País pelos portugueses… Para D. Werlang, seria preciso então mudar “radicalmente o atual modelo” de Reforma Agrária.
Depois de lamentar o fracasso dessa luta até agora, afirmou que, para nossos dias, não basta uma Reforma Agrária cheia de remendos. É preciso impor uma que seja popular e radical.
Na visão de D. Guilherme, a questão agrária como está sendo conduzida é imoral e uma das principais causas da violência contra camponeses, índios, quilombolas, ribeirinhos etc.
Ele citou o Papa Francisco “em defesa dos pobres”, estabelecendo uma ligação com a defesa da natureza.
Na década de 1980, a CNBB deu a público um documento favorável à Reforma Agrária, intitulado “Igreja e Problema da Terra” (IPT), após o qual não se verificaram grandes progressos nesse sentido.(1)
Prosseguindo, D. Werlang disse que em maio de 2014 a CNBB deu um passo importantíssimo, publicando o documento “A Igreja e a questão agrária brasileira no início do Século XXI”. Mas ele não o tem como ideal, pois acha muito difícil a CNBB aprovar um documento dessa natureza, devido a discordâncias internas. Entretanto, foi o que conseguiu aprovar, sendo satisfatório em linhas gerais.
O prelado aproveitou para elogiar o recente encontro do Papa Francisco com os “movimentos sociais”, realizado em Roma em outubro passado, que teria sido “algo profético”.
Citou também o fato de a CNBB ter lançado recentemente, pela primeira vez, um documento sobre a questão quilombola.

Visão de um agitador social marxista

O segundo orador foi João Pedro Stédile, líder do MST. Sua oratória foi a que mais revelou candência revolucionário-comunista. Ele começou em tom tranquilo, mas foi depois se tornando virulento, causando vibração no pequeno auditório.
De início, lamentou o ambiente “burguês” do local da reunião, o Hotel Nacional. Teria preferido que o seminário se realizasse na sede da CNBB, ou num local “mais do povo”.
Seu discurso, de teor comunista, propugnou a luta de classes, vituperando o capitalismo e o “império”, e lamentando que os comunistas de hoje não são mais como os de tempos passados.
Enquanto classe, Stédile lamentou que os movimentos esquerdistas não conseguem mais atuar na sociedade. A última greve geral ocorreu em 1988. Segundo ele, a Reforma Agrária clássica é inviável em nossos dias. Atualmente, é necessário unir forças para impor uma Reforma Agrária “radical e popular”. E não ficar só no campo, mas partir para a cidade, com as reformas urbana e industrial; não se restringir aos camponeses, mas estender a atuação junto aos índios, quilombolas, pescadores etc.
Afirmou que hoje o “capital” domina tudo: escolas, mídia, judiciário. E, manifestando irritação, observou que agora até o PT é pelo agronegócio: o “capital compra até comunista”.
Insistiu em que a Reforma Agrária clássica está inviabilizada e que “só com os camponeses ela não vai”. É preciso uma Reforma Agrária “popular, sem a burguesia”, englobando também a questão ecológica.
Para Stédile, há diversas contradições no atual modelo do agronegócio: a ausência da preocupação ecológica, por exemplo. E, conforme “o velho Marx nos ensina”, sentenciou que as contradições vão gerar a próxima ruína do agronegócio.
Uma frase revela bem o seu desânimo: “Nosso time está fraco”.
Ele se referiu à Igreja (à sua ala progressista naturalmente, que distorce a sua doutrina tradicional em benefício do socialismo e do comunismo), falando que ela desempenha papel primordial na luta de classes, devendo para isso orientar e expor a doutrina, cabendo aos leigos colocá-la em prática.
Stédile disse ainda que a Igreja hoje tem-se recuperado, colocando-se na vanguarda da luta de classes no Brasil, sobretudo com o último documento da CNBB, de maio de 2014 (o mesmo citado por D. Werlang). “Leiam este documento para irem para o Céu!” – exortou em tom de gracejo.
Por fim, manifestou-se contentíssimo com o Papa Bergoglio: “O Papa Francisco é um homem revolucionário, corajoso, tem dignidade e está do lado dos pobres. Ele acabou com essa história de beijar a mão e coisas do gênero”.

Lamúrias de um político, católico progressista

Progressismo-2Por último falou Gilberto Carvalho, ainda como ministro e, portanto, representante do governo federal. Com tom tranquilo de voz, no estilo característico dos políticos profissionais, ele tentou explicar a dificuldade da presidente Dilma em avançar rumo à esquerda, devido a contínuas pressões da direita e de setores conservadores. Constatou que a bancada ruralista está crescendo cada vez mais.
Em sua apreciação, o modelo do governo brasileiro é no fundo o da elite, a cultura estabelecida é a da elite. Por tudo isso, é muito difícil fazer valer as políticas que favoreçam o povo.
Carvalho observou que houve uma grande reação quando a presidente Dilma tentou aprovar a lei dos Conselhos Populares. E, entretanto, ele considera aquele projeto muito aquém do que a esquerda queria.
Bem enfronhado nos meios eclesiásticos, o ministro tentou demonstrar que o Papa Francisco seria “uma primavera nova”, sem proporções com o passado. Mas reconheceu que, infelizmente, as dioceses e paróquias ainda não o estão entendendo. Portanto, avaliava que ainda iria demorar um pouco para se obter o desejado.
Lembrou que houve no passado outra “primavera”: a da CPT, das CEBs etc. Os movimentos de base foram “fecundados” pela Hierarquia eclesiástica. Então, o Vaticano “nos enquadrou e depois nos sufocou”. Mas atualmente o Papa Francisco está voltando atrás.
Defendeu a reforma do Estado e observou que o governo Dilma só não a realizou devido à pressão da direita.
Insistiu na necessidade de união, como também de pressão sobre o governo. “Não se pode deixar só os conservadores avançarem”, enfatizou.
Carvalho explicou que outrora era uma vergonha ser de direita. Hoje, entretanto, a coisa se inverteu e ficou honroso ser conservador, ser de direita: é “moderno” e “chique”. Disse que é preciso colocar de lado as diferenças internas e mobilizar os movimentos sociais. Para ele, a Igreja, as comunidades etc. desempenham papel de grande importância nesse processo.

Patenteiam-se no debate atuais agruras da esquerda

Progressismo-3
Após essas três exposições houve um espaço para debates. Muitos participantes se levantaram para se queixar contra o governo do PT. Grande número dos presentes reclamou por não se falar mais da Reforma Agrária.
Significativa intervenção foi a de uma jovem de aproximadamente 25 anos. Ela afirmou que teve de se afastar de sua paróquia por causa da faculdade. Nesse período, ela se aproximou mais dos quilombolas e das “massas” etc. Mas quando voltou para a paróquia, percebeu ter havido um recuo conservador: “Na minha paróquia, as mulheres para fazerem as leituras, precisam estar de saia e véu!”, lamentou. E indagou então o que fazer para que as diretrizes do Papa Francisco cheguem às paróquias…
Em resposta, D. Guilherme reconheceu que realmente a situação está muito difícil. Afirmou pertencer à geração do Concílio Vaticano II e das CEBs, mas que hoje os padres são mais conservadores. Na diocese dele há dois padres que insistem em usar clergyman! Ele teve de proibir os seminaristas de usá-lo, mas declarou que não podia fazer o mesmo com os eclesiásticos mais graduados.
Proferiu em seguida uma frase muito significativa e constrangedora para os defensores do progressismo católico: “Se você vai num seminário ou convento conservador, está cheio de vocações. 70 a 80% das vocações provêm do conservadorismo”. Segundo o bispo, é necessário trabalhar na formação dos seminaristas, dos bispos, das comunidades etc.
Só agora, após 15 anos de bispado, de atividade episcopal, diz Dom Guilherme, é que ele começou a ter esperança com o Papa Francisco. “Essa não é a primeira crise da igreja. Ela já passou por piores”, acrescentou.
Um idoso barbudo e com chapeuzinho preto, membro do PC do B, tomou a palavra: “O anticomunismo é uma doença letal”. E mais adiante: “Hoje há manifestações anticomunistas brutais. Na rua, muitos dizem ‘fora comunista’. Como contra-atacar?”, perguntou.
Um “companheiro” da EMBRAPA levantou-se e procurou ressaltar a necessidade de união entre os conceitos de Reforma Agrária e Reforma Urbana.
Stédile, à guisa de resposta, defendeu uma formação comunista para a juventude, a realização de seminários marxistas, o fechamento de ruas, greves, marchas etc. E concluiu com a frase: “Bem-vindos à luta de classes!”, sendo ovacionado pela audiência.
O ministro Gilberto Carvalho reafirmou a ideia de que o Papa Francisco é “uma nova esperança, e um profeta”. E frisou: “A Igreja é inspiração para todos”.

Agitação social: ponto comum em meio a vivas oposições internas

Os outros painéis não tiveram tanta expressão quanto o primeiro. Eles continham, como dissemos, as mesmas notas principais acima referidas.
Merece menção o dito de um sacerdote participante: “O Papa Francisco está puxando sozinho uma carroça empacada”.
Percebia-se entre os participantes uma divisão generalizada. Uns reclamavam que a CPT ou movimento tal não fora convidado para compor a mesa. Outros elogiavam a função social da propriedade, enquanto alguns mais radicais diziam ser necessário eliminar a função social da propriedade e invadir tudo.
Todos concordavam num ponto: é necessário promover a agitação social.

Balanço dos dois dias de seminário

Ao final, um observador pouco atento pode ficar com impressões contraditórias, sem conseguir formar um quadro coerente dos dois dias de seminário.
Entretanto, uma análise cuidadosa revela certas linhas mestras, que põem em ordem essas impressões e conduzem a conclusões criteriosas.
A primeira linha, que perpassa todo o seminário, é o radicalismo esquerdista, em alguns casos chegando até a enunciados explicitamente marxistas, muito semelhante ao observado no último Encontro das CEBs realizado no Ceará, em janeiro de 2014.(2)
A segunda linha, muitíssimo mais presente neste seminário do que naquele Encontro das CEBs, refere-se a uma frustração generalizada nos participantes, pelo fato de que esse radicalismo não vem encontrando eco na população brasileira, sobretudo nas classes mais populares. Daí a procura de bodes expiatórios para justificar a rejeição das teses esquerdistas pelo povo em geral. Os culpados seriam o capitalismo, o “império”, o fato de que os comunistas de hoje não são como os de ontem, uma onda conservadora que invade tudo etc. De onde também um apelo, um tanto forçado, ao brio dos participantes, para que não esmoreçam, para que vão às ruas fazer manifestações, pressionar etc.
A terceira linha foi o reconhecimento praticamente unânime de que o pouco conseguido nestes últimos tempos se deveu à ação de eclesiásticos, que empenharam a fundo o prestígio da Igreja no processo de esquerdização do País, sobretudo forçando a aplicação das chamadas reformas de base, com destaque para a reforma agrária.
Por fim, a quarta e última linha é a que se refere ao futuro. O que esperam os participantes para o futuro? Curiosamente, eles parecem esperar pouco ou quase nada da atuação dos movimentos de esquerda. Sua confiança, reiteradamente, foi colocada no pontificado do Papa Francisco. Eles esperam que, sob a ação desse pontificado, a esquerda possa retomar ânimo, retomar fôlego e, sempre sob o impulso de eclesiásticos, conseguir impor suas metas ao Brasil.
Uma coisa é certa: não são seminários como esse que vão reativar o ânimo arrefecido das esquerdas ou conseguir dobrar as sadias resistências do povo brasileiro, especialmente dos católicos.
______________
1. É oportuno lembrar que na ocasião o mencionado documento foi cabalmente refutado pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira em sua renomada obra Sou Católico. Posso ser contra a Reforma Agrária? Livro escrito em colaboração com o economista Carlos Patrício del Campo, São Paulo, Editora Vera Cruz – Fevereiro/1981, amplamente divulgado em todo o País.
2. Cfr. Um festival de marxismo, o Congresso das CEBs, in Catolicismo, nº 760, abril/2014.

Fonte: IPCO

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Fim do comunismo não foi bom para o catolicismo?

19 de novembro de 2014


Fim do comunismo não foi bom para o catolicismo?

Brasil e sua enorme população católica são prisioneiros do socialismo, mas o Vaticano está (por quase mil anos!) preocupado com a Igreja Ortodoxa

Julio Severo
Enquanto o mundo está celebrando o fim da tirania comunista na Europa, seu fim não foi completamente positivo para o catolicismo, uma elevada autoridade do Vaticano indicou na segunda-feira. De acordo com a Reuters por meio do WorldNetDaily, a autoridade católica acha que a queda do Muro de Berlim 25 anos atrás ressuscitou tensões religiosas entre Roma e a Rússia. Essas tensões são muito mais antigas do que a União Soviética.
O cardeal Kurt Koch, a autoridade católica máxima para relações inter-religiosas, disse que o ressurgimento de igrejas católicas na Ucrânia e Romênia está criando grandes tensões com a Igreja Ortodoxa da Rússia. Durante décadas sob as tiranias comunistas, essas igrejas eram em grande parte suprimidas.
“As mudanças em 1989 não foram vantajosas para as relações ecumênicas,” Koch disse à Rádio do Vaticano.
Koch, que falou uma semana depois do aniversário de 25 anos da queda do Muro de Berlim, comentou que as conversações sobre laços mais próximos entre teólogos católicos e ortodoxos foram suspensas entre 2000 e 2006 por causa de tensões entre os dois lados.
A perseguição aos cristãos no Oriente Médio tem unido os católicos, os ortodoxos e os protestantes, disse ele, mas por trás da crise da Ucrânia há também um conflito de interesses entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa da Rússia.
Os russos, que compõem dois terços dos 300 milhões de ortodoxos do mundo, estão desconfiados dos esforços do Papa Francisco, que visitará a Turquia para se encontrar com o Patriarca Bartolomeu, o líder ortodoxo em Istambul.
Por causa das posturas mais progressistas dele, não é só os cristãos ortodoxos que estão desconfiados desse papa. Católicos e evangélicos conservadores estão também preocupados com o não conservadorismo dele e com o modo como os esquerdistas, inclusive ativistas homossexuais, têm acolhido-o de braços abertos.
Os problemas entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa não são novos. Desde que os cristãos ortodoxos deixaram a Igreja Católica e a supremacia do papa cerca de mil anos atrás, a relação deles tem sido difícil, até mesmo em nossos dias.
Entretanto, ambas igrejas não deveriam ter um relacionamento tão ruim, pois, em importantes questões éticas que desafiam o Cristianismo hoje, elas têm sido campeãs da verdade.
A Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa têm uma boa postura contra o aborto, a agenda gay e o controle populacional. É claro que elas têm também problemas teológicos, inclusive a teologia da substituição, que diz que a Igreja Católica substituiu Israel. Tanto a Igreja Ortodoxa quanto os reformadores protestantes herdaram essa teologia do catolicismo.
Por causa dessa teologia, a Igreja Católica, a Igreja Ortodoxa e muitas igrejas protestantes tradicionais não têm um bom relacionamento com Israel.
Acerca do comunismo, a alta autoridade do Vaticano deveria saber que se o comunismo caiu na Europa (duvido disso, pois sua forma mais branda que é anticristã e pró-islamismo está avançando rápido, pelo menos na Europa ocidental), isso não é verdade com relação à América Latina. Aliás, isso não é verdade no maior país católico do mundo: o Brasil.
Enquanto a Igreja Ortodoxa teve de ser suprimida na Rússia e outros lugares nos tempos comunistas, a Igreja Católica do Brasil nunca sofreu nenhuma supressão de um governo comunista. Pelo contrário, depois que um governo militar salvou o Brasil de uma tirania comunista na década de 1960, proeminentes líderes católicos defenderam líderes comunistas e atacaram a oposição a eles.
O crítico mais destacado do governo militar (1964-1985) foi o Bispo Hélder Câmara, um defensor da teologia da libertação. Ele era chamado de “Bispo Vermelho” por causa de suas posturas marxistas.
Em 1973, Câmara foi indicado para receber o Prêmio Nobel da Paz. A indicação foi feita por uma organização esquerdista com sede nos Estados Unidos, o American Friends Service Committee (Comitê de Serviço dos Amigos Americanos).
De acordo com a Dra. Constance Cumbey em seu livro “The Hidden Dangers of the Rainbow” (Os Perigos Ocultos do Arco-Íris), o bispo brasileiro tinha papel proeminente em eventos internacionais da Nova Era.
Câmara foi um dos fundadores da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a mais poderosa organização católica do Brasil.
Durante décadas, a CNBB tem mantido a população católica brasileira sob seu feitiço marxista e é creditada por ter ajudado a fundar o Partido dos Trabalhadores, que hoje está no governo e tem mantido o Brasil escravizado sob seu socialismo pró-Cuba há 13 anos.
Na Rússia, o país mais ortodoxo do mundo, não foi fácil a relação entre Igreja Ortodoxa e comunismo. Em seu livro “Their Blood Cries Out” (O Sangue Deles Clama), Paul Marshall diz: “Duzentos mil padres, monges e freiras ortodoxos russos foram assassinados nas décadas de 1920 e 1930. Meio milhão foram presos ou deportados para a Sibéria.”
Embora na Rússia e outras nações a Igreja Ortodoxa tivesse sido suprimida de forma violenta para servir às ambições comunistas, no Brasil não houve nenhuma necessidade de tal violência e supressão. A CNBB tem, de forma voluntária e de todo o coração, trabalhado para tornar o Brasil e os católicos mais comunistas.
Portanto, em vez de dizer que o fim do comunismo não foi completamente bom na Rússia e Europa Oriental, a alta autoridade do Vaticano deveria se preocupar que o socialismo nunca teve um fim no maior rebanho católico do mundo.
O Brasil e sua Igreja Católica são prisioneiros da ideologia socialista, amada e promovida de modo especial pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, e o Vaticano não os está ajudando quando foca sua atenção na Rússia. Em vez de tentar levar os cristãos ortodoxos para o curral católico, o Vaticano deveria tentar tirar os católicos brasileiros do curral socialista e sua teologia da libertação.
Com informações do WorldNetDaily e Reuters.
Versão em inglês deste artigo: End of communism not good for Catholicism?
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