COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sábado, 2 de abril de 2016

REFORMA AGRÁRIA BENEFICIA ATÉ O DEP.FEDERAL VICENTINHO DO PT? TERRA ILEGAL ATRAVÉS DO MST/INCRA, VEJA!

O Incra, os milhares de terrenos dados ilegalmente e a conversa fiada da 'reforma agrária'

A velha mídia, através do 'fantástico', no último 05/01, bateu na tecla dos milhares de terrenos dados a quem não tem direito, ou seja, ilegalmente.
Entre os beneficiários dos lotes ilegais estão milhares de funcionários públicos, ligados ao PT, provavelmente.
271 políticos eleitos, destaque para o assessor do deputado federal do PT, Vicentinho.
Também constam 449 mortos como recebedores de terrenos.
Os detalhes>>>

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

VEJA A EX-FAZENDA MODELO DESAPROPRIADA PELO MST...HOJE UMA FAVELA RURAL!

Reforma Agrária socialista transforma fazenda-modelo em favela rural

A fazenda Itamaraty, uma das mais importantes propriedades do agronegócio brasileiro, transformou-se em favela rural depois de sua desapropriação

Reforma Agrária socialista transforma fazenda-modelo em favela rural

Outrora uma fazenda-modelo, agora favela rural

Olacyr de Moraes, o“rei da soja”, morreu aos 84 anos no dia 16 de junho pp., em São Paulo. Sua derrocada econômica levou o INCRA a desapropriar sua fazenda Itamaraty, em Ponta Porã (MS), com 70 mil hectares que produzia constantemente soja e algodão.

A fazenda Itamaraty que foi, um dia, uma das mais importantes propriedades do agronegócio brasileiro, agora abriga cerca de 3.000 famílias, ligadas aos MST.
O cenário é desolador. Antigos armazéns estão abandonados e a produtividade não faz mais parte do dia a dia.

“Para falar o português claro, a Itamaraty é uma favela rural. Não produz o que poderia e só 30% dos assentados sobrevivem da atividade”, afirmou o presidente do Sindicato Rural de Ponta Porã, Jean Pierre Paes Martins.

Fonte: http://ipco.org.br/ipco/noticias/reforma-agraria-socialista-transforma-fazenda-modelo-em-favela-rural

sexta-feira, 1 de maio de 2015

É ISTO QUE STÉDILE DO MST QUER PARA O BRASIL: "Resultado da Reforma Agrária socialista: o exemplo do Zimbabwe"

Resultado da Reforma Agrária socialista: o exemplo do Zimbabwe
Luis Dufaur
Velho discurso marxista guiou a reforma agrária e jogou o riquissimo pais na miséria 1024
Velho discurso marxista guiou a reforma agrária e jogou o riquíssimo pais na miséria
A reforma agrária no Zimbabwe jogou o país na miséria e na ditadura comunista. Porém, diante da fome, o regime marxista teve que dar astutos passos atrás.
Agora, o ministro do Interior, Joel Biggie Matiza, em discurso público a líderes agrícolas “assentados”, prometeu que a “corrupção” em decorrência da qual 10% das propriedades foram alugadas a diplomatas, a veteranos de guerra e outros capazes de produzir, iria acabar para não prejudicar mais a igualdade prometida pelo programa de reforma agrária, informou o Zimbabwe News Day.
Na mesma ocasião, o ministro do Território e Assentamento Agrário, Douglas Mombeshora, anunciou que o governo não permitirá mais que os “brancos” continuem ficando com o grosso da produção nas terras que lhes foram dadas em concessão.
A luta de classe marxista e racial jogou o país no precipício
A luta de classe marxista e racial jogou o país no precipício
“Eles não são os proprietários da terra”, lançou Mombeshora em tom ameaçador.
“O que quer dizer que nós não permitiremos o aluguel de 10% das terras. Não faremos mais acordos com ex-produtores rurais brancos”, acrescentou.
E se os produtores depreciativamente rotulados de “brancos” alugarem suas terras a um “negro” para evitar problemas legais, terão 90 dias para abandonar definitivamente as mesmas.
Matiza acrescentou que o governo dará as terras a seus verdadeiros protetores, quer dizer, aos líderes tribais.
Destruição de fazendas produtivas em nome do socialismo e da igualdade racial
Destruição de fazendas produtivas em nome do socialismo e da igualdade racial
“A reforma agrária se espalhou desde a província de Mashonaland – acrescentou –, mas nossos chefes foram reduzidos a capatazes para fugir da distribuição da terra. Agora, nesta província, vamos proteger o verdadeiro povo contra os opressores” num autêntico discurso de luta de classes.
Ele disse ainda que mais de 20.000 pessoas constam de uma lista pedindo terra.
“Os produtores brancos que estão trabalhando em atividades agropecuárias não serão mais tolerados porque isso é ilegal nos termos da lei do país. As fazendas que excedem o tamanho fixado serão divididas, para se encaixarem dentro do tamanho máximo definido pelo governo”, concluiu.

FONTE: IPCO

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Seminário de católicos progressistas manifesta desalento

Seminário de católicos progressistas manifesta desalento      


Rafael Nogueira

O ministro Gilberto Carvalho, falando ao microfone. À esquerda, sentado, com a mão no rosto, Pedro Stédile líder do MST. [Fotos: Rafael Nogueira]
O ministro Gilberto Carvalho, falando ao microfone. À esquerda, sentado, com a mão no rosto, Pedro Stédile líder do MST. [Fotos: Rafael Nogueira]
Realizou-se nos dias 10 e 11 de dezembro último, no Hotel Nacional em Brasília, um seminário promovido principalmente pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), intitulado “Questão Agrária e Desigualdades”.
Foram dois dias de palestras e “debates”, denominados “painéis”. O público, constituído por cerca de 80 pessoas entre 30 e 50 anos, era preponderantemente formado por integrantes de movimentos de esquerda: MST, CPT, CUT, Via Campesina etc. Participaram também do evento alguns estudantes universitários, bem como funcionários públicos do INCRA e de ministérios.
Entre os participantes, uns eram de viés claramente esquerdista, enquanto outros, mais idosos, podiam ser qualificados como de tendência comunista clássica, ultrapassada.
O seminário refletiu os sintomas que se podem notar na opinião pública em âmbito universal: de um lado, a atual onda conservadora no País e no mundo; e, de outro, a dificuldade encontrada pelos movimentos esquerdistas para implantar a Reforma Agrária e as reformas de base em geral.
Um aspecto importante, e bastante frisado no seminário, foi o reconhecimento do papel exercido pelos prelados católicos como grandes impulsionadores da luta de classes no Brasil.
A nota geral do evento foi de que a esquerda está perdendo terreno, não está conseguindo implantar a Reforma Agrária, sendo-lhe necessário reacender o entusiasmo revolucionário. Todos os esquerdistas presentes manifestaram grande esperança na atuação do Papa Francisco.
* * *
Seguem os aspectos essenciais do primeiro painel, o mais importante do simpósio. Os demais painéis repetiram, em essência, as doutrinas e as propostas de caráter prático enunciadas no primeiro.

Palavras de um prelado progressista

Progressismo-5Inicialmente falou, representando a CNBB, D. Guilherme Werlang [foto], bispo de Ipameri (GO). Ele discursou de forma tranquila, utilizando jargões esquerdistas batidos e muitas vezes desconexos. Censurou o fato de a Reforma Agrária ter estado fora dos debates durante a última campanha eleitoral.
A luta pela Reforma Agrária no Brasil, segundo ele, iniciou-se com o descobrimento do País pelos portugueses… Para D. Werlang, seria preciso então mudar “radicalmente o atual modelo” de Reforma Agrária.
Depois de lamentar o fracasso dessa luta até agora, afirmou que, para nossos dias, não basta uma Reforma Agrária cheia de remendos. É preciso impor uma que seja popular e radical.
Na visão de D. Guilherme, a questão agrária como está sendo conduzida é imoral e uma das principais causas da violência contra camponeses, índios, quilombolas, ribeirinhos etc.
Ele citou o Papa Francisco “em defesa dos pobres”, estabelecendo uma ligação com a defesa da natureza.
Na década de 1980, a CNBB deu a público um documento favorável à Reforma Agrária, intitulado “Igreja e Problema da Terra” (IPT), após o qual não se verificaram grandes progressos nesse sentido.(1)
Prosseguindo, D. Werlang disse que em maio de 2014 a CNBB deu um passo importantíssimo, publicando o documento “A Igreja e a questão agrária brasileira no início do Século XXI”. Mas ele não o tem como ideal, pois acha muito difícil a CNBB aprovar um documento dessa natureza, devido a discordâncias internas. Entretanto, foi o que conseguiu aprovar, sendo satisfatório em linhas gerais.
O prelado aproveitou para elogiar o recente encontro do Papa Francisco com os “movimentos sociais”, realizado em Roma em outubro passado, que teria sido “algo profético”.
Citou também o fato de a CNBB ter lançado recentemente, pela primeira vez, um documento sobre a questão quilombola.

Visão de um agitador social marxista

O segundo orador foi João Pedro Stédile, líder do MST. Sua oratória foi a que mais revelou candência revolucionário-comunista. Ele começou em tom tranquilo, mas foi depois se tornando virulento, causando vibração no pequeno auditório.
De início, lamentou o ambiente “burguês” do local da reunião, o Hotel Nacional. Teria preferido que o seminário se realizasse na sede da CNBB, ou num local “mais do povo”.
Seu discurso, de teor comunista, propugnou a luta de classes, vituperando o capitalismo e o “império”, e lamentando que os comunistas de hoje não são mais como os de tempos passados.
Enquanto classe, Stédile lamentou que os movimentos esquerdistas não conseguem mais atuar na sociedade. A última greve geral ocorreu em 1988. Segundo ele, a Reforma Agrária clássica é inviável em nossos dias. Atualmente, é necessário unir forças para impor uma Reforma Agrária “radical e popular”. E não ficar só no campo, mas partir para a cidade, com as reformas urbana e industrial; não se restringir aos camponeses, mas estender a atuação junto aos índios, quilombolas, pescadores etc.
Afirmou que hoje o “capital” domina tudo: escolas, mídia, judiciário. E, manifestando irritação, observou que agora até o PT é pelo agronegócio: o “capital compra até comunista”.
Insistiu em que a Reforma Agrária clássica está inviabilizada e que “só com os camponeses ela não vai”. É preciso uma Reforma Agrária “popular, sem a burguesia”, englobando também a questão ecológica.
Para Stédile, há diversas contradições no atual modelo do agronegócio: a ausência da preocupação ecológica, por exemplo. E, conforme “o velho Marx nos ensina”, sentenciou que as contradições vão gerar a próxima ruína do agronegócio.
Uma frase revela bem o seu desânimo: “Nosso time está fraco”.
Ele se referiu à Igreja (à sua ala progressista naturalmente, que distorce a sua doutrina tradicional em benefício do socialismo e do comunismo), falando que ela desempenha papel primordial na luta de classes, devendo para isso orientar e expor a doutrina, cabendo aos leigos colocá-la em prática.
Stédile disse ainda que a Igreja hoje tem-se recuperado, colocando-se na vanguarda da luta de classes no Brasil, sobretudo com o último documento da CNBB, de maio de 2014 (o mesmo citado por D. Werlang). “Leiam este documento para irem para o Céu!” – exortou em tom de gracejo.
Por fim, manifestou-se contentíssimo com o Papa Bergoglio: “O Papa Francisco é um homem revolucionário, corajoso, tem dignidade e está do lado dos pobres. Ele acabou com essa história de beijar a mão e coisas do gênero”.

Lamúrias de um político, católico progressista

Progressismo-2Por último falou Gilberto Carvalho, ainda como ministro e, portanto, representante do governo federal. Com tom tranquilo de voz, no estilo característico dos políticos profissionais, ele tentou explicar a dificuldade da presidente Dilma em avançar rumo à esquerda, devido a contínuas pressões da direita e de setores conservadores. Constatou que a bancada ruralista está crescendo cada vez mais.
Em sua apreciação, o modelo do governo brasileiro é no fundo o da elite, a cultura estabelecida é a da elite. Por tudo isso, é muito difícil fazer valer as políticas que favoreçam o povo.
Carvalho observou que houve uma grande reação quando a presidente Dilma tentou aprovar a lei dos Conselhos Populares. E, entretanto, ele considera aquele projeto muito aquém do que a esquerda queria.
Bem enfronhado nos meios eclesiásticos, o ministro tentou demonstrar que o Papa Francisco seria “uma primavera nova”, sem proporções com o passado. Mas reconheceu que, infelizmente, as dioceses e paróquias ainda não o estão entendendo. Portanto, avaliava que ainda iria demorar um pouco para se obter o desejado.
Lembrou que houve no passado outra “primavera”: a da CPT, das CEBs etc. Os movimentos de base foram “fecundados” pela Hierarquia eclesiástica. Então, o Vaticano “nos enquadrou e depois nos sufocou”. Mas atualmente o Papa Francisco está voltando atrás.
Defendeu a reforma do Estado e observou que o governo Dilma só não a realizou devido à pressão da direita.
Insistiu na necessidade de união, como também de pressão sobre o governo. “Não se pode deixar só os conservadores avançarem”, enfatizou.
Carvalho explicou que outrora era uma vergonha ser de direita. Hoje, entretanto, a coisa se inverteu e ficou honroso ser conservador, ser de direita: é “moderno” e “chique”. Disse que é preciso colocar de lado as diferenças internas e mobilizar os movimentos sociais. Para ele, a Igreja, as comunidades etc. desempenham papel de grande importância nesse processo.

Patenteiam-se no debate atuais agruras da esquerda

Progressismo-3
Após essas três exposições houve um espaço para debates. Muitos participantes se levantaram para se queixar contra o governo do PT. Grande número dos presentes reclamou por não se falar mais da Reforma Agrária.
Significativa intervenção foi a de uma jovem de aproximadamente 25 anos. Ela afirmou que teve de se afastar de sua paróquia por causa da faculdade. Nesse período, ela se aproximou mais dos quilombolas e das “massas” etc. Mas quando voltou para a paróquia, percebeu ter havido um recuo conservador: “Na minha paróquia, as mulheres para fazerem as leituras, precisam estar de saia e véu!”, lamentou. E indagou então o que fazer para que as diretrizes do Papa Francisco cheguem às paróquias…
Em resposta, D. Guilherme reconheceu que realmente a situação está muito difícil. Afirmou pertencer à geração do Concílio Vaticano II e das CEBs, mas que hoje os padres são mais conservadores. Na diocese dele há dois padres que insistem em usar clergyman! Ele teve de proibir os seminaristas de usá-lo, mas declarou que não podia fazer o mesmo com os eclesiásticos mais graduados.
Proferiu em seguida uma frase muito significativa e constrangedora para os defensores do progressismo católico: “Se você vai num seminário ou convento conservador, está cheio de vocações. 70 a 80% das vocações provêm do conservadorismo”. Segundo o bispo, é necessário trabalhar na formação dos seminaristas, dos bispos, das comunidades etc.
Só agora, após 15 anos de bispado, de atividade episcopal, diz Dom Guilherme, é que ele começou a ter esperança com o Papa Francisco. “Essa não é a primeira crise da igreja. Ela já passou por piores”, acrescentou.
Um idoso barbudo e com chapeuzinho preto, membro do PC do B, tomou a palavra: “O anticomunismo é uma doença letal”. E mais adiante: “Hoje há manifestações anticomunistas brutais. Na rua, muitos dizem ‘fora comunista’. Como contra-atacar?”, perguntou.
Um “companheiro” da EMBRAPA levantou-se e procurou ressaltar a necessidade de união entre os conceitos de Reforma Agrária e Reforma Urbana.
Stédile, à guisa de resposta, defendeu uma formação comunista para a juventude, a realização de seminários marxistas, o fechamento de ruas, greves, marchas etc. E concluiu com a frase: “Bem-vindos à luta de classes!”, sendo ovacionado pela audiência.
O ministro Gilberto Carvalho reafirmou a ideia de que o Papa Francisco é “uma nova esperança, e um profeta”. E frisou: “A Igreja é inspiração para todos”.

Agitação social: ponto comum em meio a vivas oposições internas

Os outros painéis não tiveram tanta expressão quanto o primeiro. Eles continham, como dissemos, as mesmas notas principais acima referidas.
Merece menção o dito de um sacerdote participante: “O Papa Francisco está puxando sozinho uma carroça empacada”.
Percebia-se entre os participantes uma divisão generalizada. Uns reclamavam que a CPT ou movimento tal não fora convidado para compor a mesa. Outros elogiavam a função social da propriedade, enquanto alguns mais radicais diziam ser necessário eliminar a função social da propriedade e invadir tudo.
Todos concordavam num ponto: é necessário promover a agitação social.

Balanço dos dois dias de seminário

Ao final, um observador pouco atento pode ficar com impressões contraditórias, sem conseguir formar um quadro coerente dos dois dias de seminário.
Entretanto, uma análise cuidadosa revela certas linhas mestras, que põem em ordem essas impressões e conduzem a conclusões criteriosas.
A primeira linha, que perpassa todo o seminário, é o radicalismo esquerdista, em alguns casos chegando até a enunciados explicitamente marxistas, muito semelhante ao observado no último Encontro das CEBs realizado no Ceará, em janeiro de 2014.(2)
A segunda linha, muitíssimo mais presente neste seminário do que naquele Encontro das CEBs, refere-se a uma frustração generalizada nos participantes, pelo fato de que esse radicalismo não vem encontrando eco na população brasileira, sobretudo nas classes mais populares. Daí a procura de bodes expiatórios para justificar a rejeição das teses esquerdistas pelo povo em geral. Os culpados seriam o capitalismo, o “império”, o fato de que os comunistas de hoje não são como os de ontem, uma onda conservadora que invade tudo etc. De onde também um apelo, um tanto forçado, ao brio dos participantes, para que não esmoreçam, para que vão às ruas fazer manifestações, pressionar etc.
A terceira linha foi o reconhecimento praticamente unânime de que o pouco conseguido nestes últimos tempos se deveu à ação de eclesiásticos, que empenharam a fundo o prestígio da Igreja no processo de esquerdização do País, sobretudo forçando a aplicação das chamadas reformas de base, com destaque para a reforma agrária.
Por fim, a quarta e última linha é a que se refere ao futuro. O que esperam os participantes para o futuro? Curiosamente, eles parecem esperar pouco ou quase nada da atuação dos movimentos de esquerda. Sua confiança, reiteradamente, foi colocada no pontificado do Papa Francisco. Eles esperam que, sob a ação desse pontificado, a esquerda possa retomar ânimo, retomar fôlego e, sempre sob o impulso de eclesiásticos, conseguir impor suas metas ao Brasil.
Uma coisa é certa: não são seminários como esse que vão reativar o ânimo arrefecido das esquerdas ou conseguir dobrar as sadias resistências do povo brasileiro, especialmente dos católicos.
______________
1. É oportuno lembrar que na ocasião o mencionado documento foi cabalmente refutado pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira em sua renomada obra Sou Católico. Posso ser contra a Reforma Agrária? Livro escrito em colaboração com o economista Carlos Patrício del Campo, São Paulo, Editora Vera Cruz – Fevereiro/1981, amplamente divulgado em todo o País.
2. Cfr. Um festival de marxismo, o Congresso das CEBs, in Catolicismo, nº 760, abril/2014.

Fonte: IPCO

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Assentados do MST vendem suas terras por mais de R$ 500 mil...ISTO JÁ ERA ESPERADO!

Assentados do MST vendem suas terras por mais de R$ 500 mil

Por Vasconcelo Quadros , iG São Paulo  - Atualizada às 

Falta de políticas públicas, alta do preço da terra e assédio do agronegócio são atrativos para assentados venderem seus lotes; MST propõe mudança na lei da posse da terra.

Ao chegar aos 30 anos, o MST está enfrentando um inimigo encravado em suas próprias entranhas e de alto potencial corrosivo: a comercialização de lotes em assentamentos rurais emancipados, cujo fenômeno é estimulado pela alta no preço da terra e pela ausência de políticas públicas.
Futura Press
Negócios da agricultura estão fazendo com que assentados vendam seus lotos
No assentamento Primavera, em Andradina, interior paulista, berço do MST em São Paulo e o único do País em que o governo federal entregou a totalidade dos títulos de propriedade definitiva, o processo de transferência ganhou ritmo preocupante.
“Metade dos assentados já vendeu os lotes”, diz o geógrafo Eduardo Girardi, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), estudioso da questão agrária.
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Resultado de uma invasão ocorrida no início dos anos de 1980, o caso de Primavera é emblemático. Com 3.676 hectares, divididas em 210 lotes - onde vivem cerca de 870 pessoas que dependem da agricultura - o assentamento está sendo afetado pelas leis de mercado.
Em áreas propícias à plantação de milho ou cana para a produção de etanol, os grandes produtores chegam a oferecer em São Paulo até R$ 30 mil por hectare - historicamente o mais alto valor já oferecido -, embora o preço médio regional gire em torno de R$ 13.700.
Um lote de terra nua no assentamento Primavera tem cerca de 17 hectares. Pelo preço médio do mercado paulista, é um patrimônio estimado, por baixo, sem incluir as benfeitorias, em cerca de R$ 240 mil, cuja liquidez está se transformando numa grande tentação para as famílias que enfrentam as dificuldades da vida rural. Se as terras forem boas para a cana, valeria mais de R$ 500 mil. A renda nos assentamentos rurais varia de região para região, mas são raros os locais em que chegue a R$ 30 mil por ano.
Eduardo Girardi diz que um dos grandes desafios de um assentamento é, paradoxalmente, a emancipação, que chega depois de uma longa prova de sobrevivência dos sem-terra, primeiro anos a fio nos acampamentos de lona preta à beira de estradas e, em segundo, pelas dificuldades para se firmar como produtor.
Depois de um tempo médio de 20 anos, quando já consegue andar com as próprias pernas, o agricultor recebe o título definitivo do Instituto Nacional de Reforma Agrária (Incra) e não tem mais qualquer impedimento legal para, se quiser, vendê-lo. É uma situação bem diferente de quem vende ou arrenda o lote não emancipado. Nesses casos, o Incra pode retomar a propriedade e entrega-la a outra família que esteja na fila da reforma agrária.
Há riscos, segundo Girardi, de a expansão das lavouras do agronegócio estimularem a comercialização massiva de lotes da reforma agrária diante da possibilidade de novas emancipações de projetos implantados há mais de 20 anos.
Até 1994, o Incra tinha cadastrados 931 projetos que estão atingindo a maioridade este ano e, portanto, encontram-se dentro da possibilidade da titulação definitiva. No governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, entre 1995 e 2002, foram implantados novos 4.281 projetos, alguns deles com emancipação prevista para o ano que vem.
“Se o quadro continuar como está, sem políticas de incentivo, será difícil segurar as famílias”, alerta o pesquisador da Unesp. O resultado pode ser uma paulatina volta do êxodo rural, que elevou para mais de 85% a população urbana do País. Estima-se que atualmente apenas 10% de quem vive da agricultura permaneça no meio rural. É a constatação de que, ao contrário de fixar o homem no campo, a falta de infraestrutura e de serviços, provocou intensa migração para os centros urbanos.
Preocupado com a erosão na base, o MST enxerga a permissão de venda de lotes como a mais séria ameaça e já alerta para a possibilidade de privatização das terras da reforma agrária, uma cobiçada extensão de 88 milhões de hectares, sob o controle de aproximadamente 1,3 milhão de famílias assentadas.
“O MST é contra a possibilidade de venda e vai lutar de todas as formas possíveis”, diz Jaime Amorim, dirigente nacional do movimento. Previstos numa Medida Provisória, os títulos são expedidos individualmente, o que facilita o assédio de grandes proprietários sobre famílias em dificuldades. Amorim defende o modelo de concessão de uso real do título, com direito à herança e usufruto de geração para geração, sem permissão de venda nem de arrendamento.
“A terra conquistada num assentamento é fruto de uma luta coletiva. Permitir a venda é tudo o que direita e os setores latifundiários querem para desmoralizar o processo de reforma agrária e inclusive o governo”, diz o dirigente. Segundo ele, a brecha aberta pelo Palácio do Planalto facilitará o assédio dos fazendeiros sobre os assentados, aumentando os riscos de reconcentração da terra.
“Como houve uma valorização do preço das terras em todo país, em função das taxas de lucro das commodities, é claro que os assentados, acabam se iludindo de que poderiam vender a terra por um preço bom e fazer algum outro tipo de negocio”, alerta Amorim.
O presidente do Incra, Carlos Guedes de Guedes, diz que não há o que fazer caso o agricultor queira vender, mas afirma que o governo ainda não tem indicações de que os novos compradores tenham perfil diferente da tradicional clientela da reforma agrária.
    Leia tudo sobre: mst • reforma agrária • incra • venda de terras

    terça-feira, 23 de setembro de 2014

    Veja o resultado das palestras dos "COMUNAS" da Teologia da Missão Integral nas Igrejas Evangélicas


    Cresce o número de evangélicos na militância e liderança do MST, apontam estudos feitos por sociólogos

    Avatar de Dan Martins Por Dan Martins em 22 de setembro de 2014 

    Cresce o número de evangélicos na militância e liderança do MST, apontam estudos feitos por sociólogos
    "Influenciados pela Teologia da Missão Integral pregada pelos "cartolas" desta ideologia Marxista, logo contra os ensinos bíblicos, dentre os quais Ariovaldo Ramos, apoiado por Gilberto Carvalho e outros Comunistas do PT fez variadas declarações que ficaram famosas. Entre elas que a Teologia da Missão Integral é uma variante protestante da Teologia da Libertação, do Padre Boff. Numa de suas falas coloca a TMI favorável ás ideologias Marxistas da "LUTA DE CLASSES", "A Teoria da Maior Valia", de Karl Marx, um satanista, e ainda pregam a "Redenção do homem (como ser humano) e não da Redenção Divina de sua Alma", como Cristo nos ensinou em sua Palavra.

    Ele, juntamente com Ed Rene Kivitz, Caio Fábio, René Padilha (da Colombia), Ricardo Gondim, Dep. Est. Carlos Bezerra Jr, e outros que contam com o apoio do Jornal ULTIMATO, VISÃO MUNDIAL, Associação Evangélica Brasileira, blogs como GENIZAH que hospeda a maioria destes são os interlocutores entre este governo COMUNISTA depravado e ladrão com os evangélicos, tentando ás escondidas, obter do segmento Evangélico, o apoio político ao PT e seus coligados.  


    Desafio qualquer evangélico que está se apossando de "TERRAS PRODUTIVAS" como ocorre nas invaões dos SEM TERRA a mostrar-nos os textos bíblicos que os autoriza a se apossarem de terras dos outros. A Reforma Agrária precisa ser feita há mais de 50 anos mas com as terras IMPRODUTIVAS do próprio governo. Alguém já viu alguma saca de trigo, arroz, soja, milho ou feijão com os dizeres : "PRODUZIDO PELOS "SEM TERRA"" ?


    Para conhecer melhor o teor da influência comunista através da Teologia da Missão Integral, leia os artigos postados neste blog, no www.juliosevero.com e outros. Basta buscar por Teologia da Missão Integral.

    Os pastores precisam estar muito atentos e não expôr o rebanho de Deus que está sob seus cuidados espirituais a ideologias como esta da TMI. Ela tem sido uma das armas do inimigo para convencer os cristãos a aderirem ás pregações do COMUNISMO que caminha a passos largos para tornar o Brasil numa CUBA de proporções gigantes.Rev. Alberto Thieme".

    Conhecido como um dos mais contundentes movimentos políticos do Brasil, o Movimento dos Sem-Terra (MST) tem vivido recentemente uma grande mudança em suas fileiras de militantes. Segundo levantamento feito por sociólogos, o movimento tem tido um número cada fez maior de evangélicos entre seus membros, que dividem entre devoção religiosa e militância política pela reforma agrária no interior do País.

    Como apontado pela revista IstoÉ, a luta pela reforma agrária no Brasil tem em sua origem um forte DNA religioso, sobretudo devido a grupos da Igreja Católica, que há 40 anos se posiciona sobre o tema por meio da Comissão Pastoral da Terra (CPP). Porém, a presença de cristãos protestantes no movimento é recente.

    A crescente presença de denominações evangélicas nos assentamentos no MST tem chamado a atenção de vários pesquisadores que estudam a relação entre religião e reforma agrária, como o sociólogo Fábio Alves Ferreira, autor de “Pentecostais e a luta pela terra no Brasil – deslocamento e equivalências entre identidades religiosas e agentes sociais em assentamentos de reforma agrária”, apresentado como tese de doutorado na Universidade Federal de Pernambuco.

    - Trata-se de um novo agente religioso que reivindica políticas sociais para o desenvolvimento rural – afirma Ferreira.

    A adesão de um número cada vez maior de evangélicos, principalmente pentecostais, ao MST causa espanto em muitos pesquisadores. Este espanto se dá principalmente pela visão defendida por muitos desses estudiosos de que a teologia pentecostal costuma enfatizar uma espiritualidade mais individualista e menos coletiva.

    Porém, essa visão da teologia pentecostal não é unanime, como defende a socióloga Marluse Maciel, que refuta uma visão unilateral que pesa sobre os evangélicos.

    - Acham que [os evangélicos] são apáticos à política e vulneráveis a opiniões externas. Mas participam de movimentos sociais e ocupam terras – afirma Maciel, autora de uma tese de doutorado da Universidade de São Paulo (USP) sobre as relações entre os movimentos sociais e as religiões em dois assentamentos paulistas.

    Segundo os estudiosos, os evangélicos têm assumido papéis de liderança nos assentamentos e conseguem se dividir entre os compromissos religiosos e a militância política. Um exemplo é Elisabeth de Oliveira Costa, de 41 anos. Fiel da igreja Assembleia de Deus, ela está no MST há cinco anos e, após fazer um curso de militância, faz parte da equipe de educação do acampamento Luiza Ferreira, em Moreno, região metropolitana do Recife (PE).

    - Sou socialista, mas antes morria de medo dos sem terra. A vida melhorou muito. Como o que planto e colho – afirma a militante.

    Um dos fatores apontados para o crescimento do número de evangélicos nas fileiras do MST é o crescimento da presença das igrejas evangélicas no meio rural. O censo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2010 apontou o número de 4,4 milhões de evangélicos em zonas rurais, cerca de nove vezes mais do que o registrado dez anos antes.

    Os sociólogos apontam também uma suposta mudança na interpretação da Bíblia por parte dos evangélicos que abraçaram a luta do MST. Ferreira afirma que ao interpretar a “Bíblia” pelo próprio olhar e não mais pelo viés do líder religioso, esses militantes tentam se livrar do “pecado” de estarem tomando o que seria de outra pessoa.

    - Quando Deus criou o mundo, deu terra para todos. Ele não queria que um grupo morasse na favela – afirma a militante Elisabeth, em uma das reinterpretações apontadas pelo sociólogo.

    Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/cresce-numero-evangelicos-militancia-mst-71345.html

    terça-feira, 22 de outubro de 2013

    ESTAMOS AVISANDO....O COMUNISMO JÁ COMEÇOU ! LIVRE-SE QUEM PUDER !

    Invasões de imóveis, aumento do IPTU e a comunistização de São Paulo 


    sepultura
    “Pá de cal na Reforma Agrária” é o objetivo título que Zander Navarro deu ao seu artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo, em 21 deste mês. Meus cumprimentos por ter a coragem de reconhecer esta verdade tão rombuda, ao mesmo tempo tão escamoteada pela mídia esquerdista.
    São palavras suas: Por tudo isso, a reforma agrária brasileira concluiu o seu ciclo de vida. Do ponto de vista econômico e produtivo, seu fracasso é assombroso, pois a área total dos assentamentos é maior do que a área plantada de todos os cultivos nos demais estabelecimentos rurais. Mas, com surpresa, nada sabemos especificamente sobre a produção dos assentamentos, enquanto a agricultura brasileira se tornou uma das mais eficientes do mundo. É um confronto estatístico que desmoraliza qualquer defesa de tal política. Persistir em sua continuidade, portanto, beira a completa insanidade.”(os destaques são meus).

    Faltou lembrar que o incansável combatente dessa funesta política agro reformista foi Plinio Corrêa de Oliveira, denunciando, esclarecendo e prevendo o fracasso que adviria pelo seu caráter comunista, igualitário, contrário ao direito de propriedade e à livre iniciativa. O best seller de sua autoria, “Reforma Agrária Questão de Consciência”, conjuntamente com dois bispos fiéis à autêntica Doutrina Social da Igreja (naquele tempo ainda os havia em número expressivo) e um economista sensato, foi o primeiro “petardo” contra essa política insana. Como Dr. Plinio acertou…

    Afirmo que o único fruto real da RA, que está na profunda intenção do petismo mais do que o êxito produtivista dos assentados, foi atingido. Uma imensidão de terras passou da propriedade de particulares para a propriedade da União. Isso é certo.

    Agora chegou a vez do PT tocar a Reforma Urbana, irmã da RA, nascida dos mesmos pais desta.
    Quem anda por São Paulo constata que está montado um cenário teatral que é um “prato cheio” para a Reforma Urbana. A comédia petista se repete, segundo os mesmos princípios da RA. Primeiramente gente de nível bem acima de mendigos se tornam “moradores de rua”. Vindos dos mais diferentes lugares, se espalham em barracas de camping (nova moda), sob viadutos e marquises, engordam a sensação de miséria e desigualdade. Logo se articulam e pesquisam que prédios vazios invadir. Feita a invasão de um prédio vazio (este equivale à propriedade improdutiva no caso da RA), nasce o caso judicial, policial etc.

    Simplificando: conversa vai, conversa vem, notícias na mídia – normalmente contra os proprietários -, o mais provável é que os invasores acabem ganhando a causa e fiquem usando o imóvel. Como na RA, esperam o título de propriedade que nunca virá. O cerco aos proprietários se fecha ainda mais com o aumento do IPTU.

    A coisa se arrasta, o local vira um cortiço, a briga jurídica se eterniza. Simplificando, o invasor não terá uma moradia digna, o proprietário perderá sua propriedade e, o mais certo de tudo, o poder público será o real dono do imóvel.

    Tão artificial é a Reforma Urbana, que, como a Reforma Agrária, semeará favelas, multiplicará a pobreza. A obstinação petista fará de tudo para transformar São Paulo numa miríade de “assentamentos urbanos”, senão numa Havana; plano que, cedo ou tarde, em razão dos “princípios mortais” do comunopetismo, receberá ele também, espero que em dia não tão distante, a sua pá de cal.

    sábado, 8 de dezembro de 2012

    Pe. Vital Corbellini: “se não desistir da reintegração de posse correrá sangue”


    8, dezembro, 2012
    Fonte: http://ipco.org.br/home/noticias/pe-vital-corbellini-%E2%80%9Cse-nao-desistir-da-reintegracao-de-posse-correra-sangue%E2%80%9D
    Transcrevemos abaixo artigo do GPS do Agronegócio, que traz depoimento de fazendeira ameaçada por sacerdote eivado do espírito comunista.
    Não sei nem por onde começar, pois tal é minha indignação que chega a ser doloroso apresentar em poucas linhas.
    O assunto exige mais aprofundamento. Farei isso conforme a possibilidade de tempo, por enquanto manterei o breve texto para não ser negligente perante tamanho escândalo.
    O comunismo não morreu! Ele está vivo e sanguinário. Não podemos nos enganar. Isso não é somente na vida política, mas também nos ambientes ditos católicos.
    Há uma conspiração diabólica dentro da Igreja e na política desse país.
    Na vida política, a máquina que move essa conspiração se chama Foro de São Paulo, onde o PT está intimamente ligado desde sua origem.
    Em outra ocasião poderei apresentar pormenores da situação. No âmbito eclesial, são dioceses, paróquias, seminários, grupos das mais variadas formas de atividades, em especial a  CNBB, fundada por Dom Helder Câmara, um bispo mais conhecido em sua época como “Monsenhor Martelo e Foice”…
    Vivemos uma apostasia, negação da fé e substituição da religião de Deus pela religião do Homem. É como um câncer que corrói a Igreja de Cristo, conduzindo milhares de almas à desorientação e até à perdição.
    Mas quem são esses lobos que se apresentam como cordeiros? Eles ocupam infelizmente posições por vezes de destaque no clero. E como seria diferente? O próprio papa São Pio X afirmou: “Os piores inimigos da Igreja estão dentro dela mesma”.
    Leão XIII, ao se referir ao comunismo, na sua Encíclica Quod Apostolici muneris (28 de dezembro de 1878: Acta Leonis XIII, vol. I, pág. 40), assim descreveu distinta e expressamente esse erro:
    “Peste mortífera, que invade a medula da sociedade humana e a conduz a um perigo extremo”.
    Em 1846, Pio IX condenou solenemente o comunismo e confirmou depois essa condenação no Sílabo. São estas as palavras que emprega na Encíclica Qui pluribus:
    “Para aqui (tende) essa doutrina nefanda do chamado comunismo, sumamente contrária ao próprio direito natural, a qual, uma vez admitida, levaria à subversão radical dos direitos, das coisas, das propriedades de todos e da própria sociedade humana” (Encíclica Qui pluribus, 9 de novembro de 1846: Acta Pii IX, vol. I, pág. 13. Cf. Sílabo, IV: A.A.S., vol. III, pág. 170).
    Disponibilizo aos leitores o desabafo da Sra. Maria Ângela Simões Semeghini que se encontra no blog Fratres In Unum por ocasião da publicação do post Bispo manda retirar imagens de Santos de praça em Cacoal, Rondônia. “Sempre caminhando em comunhão”.
    EM RONDÔNIA SE FAZ REFORMA AGRÁRIA: MATANDO OS PROPRIETÁRIOS
    por Maria Ângela Simões Semeghini30 novembro, 2012
    (…)
    Leiam e analisem a que estou sendo submetida pelo Pe. Vital Corbellini o qual recebe total apoio de dom Bruno Pedron (Bispo da Diocese de Ji Paraná).
    Moro em Ji-Paraná e possuo uma propriedade rural na cidade de Ariquemes a qual esta invadida por integrantes da LCP (Liga dos Camponeses Pobres), formado por invasores altamente violentos e ardilosos, problema já decidido judicialmente, e nos preparamos para a 8ª reintegração de posse.
    Porém, no dia 27/02/2012, recebi um telefonema do Pe. Vital Corbellini, que literalmente me disse “se não desistir da reintegração de posse correrá sangue”, por precaução registrei ocorrência na Delegacia de Polícia.
    No dia 17/03, ou seja, 18 dias após o telefonema do Pe. Vital, a ameaça se concretizou, em parte, pois 6 homens mascarados e armados, no período noturno, foram até outra propriedade minha e mantiveram meu empregado e família, por mais ou menos duas horas, sob a mira de arma de fogo e com a missão de me trazerem um recado “o prazo para desistência da reintegração de posse é o dia 23/03, senão morreria como havia morrido seu Stivanin” (assassinado no dia anterior (16/03) o que também estava com ordem judicial de reintegração de posse em sua fazenda).
    Após isto, incontinenti procurei Dom Bruno, comuniquei os fatos e fui tratada de forma desdenhosa.

    Ontem, seria a Audiência de Justificação da Ameaça por mim sofrida, esta não ocorreu porque o Pe. Vital Corbellini não compareceu (Autos 1002076-59.2012.8.22.0005).
    Em recompensa aos transtornos que este padre causou e está causando em minha vida, hoje (30/11) ele será sagrado Bispo no RS, para assumir a Diocese de Marabá-PA, enquanto eu desde o dia 18 de março, estou pagando segurança para me manter viva.
    Pergunto – isto é a pregada fraternidade cristã? O cristianismo atual prega o materialismo? Ou o clero de Rondônia está impregnado de comunistas? Ou comungam com o espírito reinante no INCRA deste Estado, pois estou levantando um slogan – EM RONDÔNIA SE FAZ REFORMA AGRÁRIA: MATANDO OS PROPRIETÁRIOS.
    Será que o Decreto a seguir está revogado?
    Se os fiéis de Cristo, que declaram abertamente a doutrina materialista e anticristã dos comunistas, e, principalmente, a defendam ou a propagam, “ipso facto” caem em excomunhão. (DECRETUM CONTRA COMMUNISMUM – Decreto do Santo Ofício de 1949 – Papa Pio XII)
    Me coloco a disposição de qualquer pessoa para esclarecimentos.
    angelasemeghini@yahoo.com.br
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