COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

ALGUNS Protestantes(?) Tradicionais fazem alianças com ímpios: A história do Nazismo se repete com os Socialistas/Comunistas e Gayzistas!

ADENDO ADHT: 

"Uma esquerda que defende o “casamento” gay, a adoção de crianças por duplas de gays e a possibilidade de se mudar de sexo no Documento de Identidade mantendo a barba e o pénis como souvenir, não é uma esquerda puramente política: é uma esquerda delirante, psicopatológica e sociopata”. Psiquiatra Francês Paul Sérieux.

Infelizmente a lição vivida pelos cristãos alemães com Hitler e o Nazismo não é mais lembrada:
 "Um grupo de cristãos brasileiros, hoje, pensam como o pastor luterano Martin Niemöller, quando a Alemanha estava sob o domínio nazista. Na prisão proferiu a conhecida frase, em 1933:
“Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei.
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei.
No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar…”


Encontro ecumênico no Congresso Nacional reúne gays, socialistas e protestantes tradicionais

Julio Severo
Na quarta-feira (24 de abril) a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos (FPDDH), criada para fazer oposição à Comissão de Direitos Humanos e Minorias sob a presidência do Dep. Marco Feliciano (PSC-SP), se reuniu com líderes de igrejas apóstatas para tratar pretensamente da situação de “direitos humanos,” cujo centro, na visão deles, são os direitos homossexuais.
Entre os militantes da FPDDH estão os deputados Jean Wyllys e Chico Alencar (PSOL-RJ), Domingos Dutra (MA) e Erika Kokay (DF), ambos do PT, entre outros socialistas.
Jean Wyllys
A reunião, que aconteceu às 14h00 na Câmara dos Deputados, teve como convidados oficiais representantes do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC) e da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB).
O CONIC já se manifestou publicamente contra a permanência de Marco Feliciano na Comissão de Direitos Humanos.
Aparentemente, a reunião com as igrejas apóstatas e Jean Wyllys e seus aliados teve como objetivo mostrar ao público brasileiro que o Cristianismo de Marco Feliciano não representa os evangélicos do Brasil.
A pergunta que podemos fazer é: qual é a espécie de cristianismo do CONIC, CMI e IECLB?
O CONIC é presidido pelo Rev. Walter Altmann. O discurso de Altmann, que tratou de ecumenismo e do papel das igrejas católicas e evangélicas tradicionais contra o governo militar no Brasil, foi elogiado por Wyllys.
Walter Altmann
É fato que Altmann atuou como opositor ao governo militar do Brasil. Durante os anos do governo militar, há registros de que Altmann recebia ajuda soviética para engajar as igrejas no apoio ao comunismo. Ele foi atuante no Conselho Mundial de Igrejas (CMI).
O CMI, além de suas habituais atividades pró-socialismo, é conhecido por um amplo ecumenismo, que envolve até mesmo ativistas gays e adeptos das religiões afro-brasileiras, conforme imagem que mostra representantes dessas religiões e militantes homossexuais do grupo Harpazo, numa foto tirada na reunião de fevereiro de 2006 do CMI em Porto Alegre. Ao fundo, imagem da LBV.

Reunião ecumênica do CMI em Porto Alegre em 2006
A IECLB, onde Altmann já foi presidente, é também famosa por adotar as bandeiras do socialismo. Seu maior seminário no Brasil, a Escola Superior de Teologia (EST) em São Leopoldo, tem como um de seus professores o Rev. André Sidnei Musskopf, autor do livro “Talar Rosa,” que defende a teologia gay.
Em 2006, Luiz Mott, considerado o líder do movimento homossexual do Brasil, deu um discurso na EST atacando o conservadorismo evangélico, bem debaixo do nariz dos reverendos luteranos esquerdistas, que o aplaudiram.
Pelos padrões da Bíblia, essas igrejas e grupos seriam considerados apóstatas. E ativistas gays como Jean Wyllys sabem que os apóstatas são a melhor arma para confundir os cristãos do Brasil que se opõem à agenda gay.
Tempos atrás, Wyllys havia dito que os calvinistas são aliados do movimento gay. Agora, outros aliados se uniram a ele: CONIC, CMI e IECLB.
Se todas as esquerdas estão contra Marco Feliciano, Altmann jamais poderia ficar de fora. A presença dele numa reunião de Wyllys contra Feliciano mostra que, mais do que nunca, o líder luterano está determinado a combater o conservadorismo cristão. Se nas décadas de 1960 e 1970 ele recebia dinheiro soviético para ajudar os comunistas do Brasil, hoje ele recebe dinheiro não se sabe de quem para continuar suas atividades socialistas.

Infelizmente, grandes mídias evangélicas do Brasil, como GospelPrimee GospelMais, em vez de tratarem essas igrejas como apóstatas, as apresentam simplesmente como “igrejas cristãs”, como se de fato seguissem a Cristo.

Na minha opinião, ao fazerem tal apresentação equivocada, essas mídias violam um dos Dez Mandamentos, que ordena: “Não darás falso testemunho.”

Com informações do GospelPrime e GospelMais.
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Redução da Maioridade Penal Urgente...Onde estão nossos Parlamentares?


Criminosos bancados pelo Estado, isto é, protegidos pelo ECA !

O assassinato do estudante paulista não foi uma fatalidade — trata-se de uma política pública do Estado brasileiro, como provam os matricídios, parricídios, latrocínios e estupros praticados por menores pelo País afora

José Maria e Silva
A imprensa brasileira está morta. A exemplo dos partidos políticos, ela se tornou refém dos grupos de pressão e não consegue pensar os fatos com a própria ca­beça. O jornalismo sempre al­me­jou o papel de consciência viva da sociedade, mas hoje não passa de boneco de ventríloquo dos intelectuais universitários. É o que se percebe na discussão sobre a redução da maioridade penal, suscitada pe­lo assassinato do estudante paulistano Vitor Hugo Deppman, du­ran­te um assalto na porta do prédio onde morava. 

Ele foi morto por um menor que completou 18 anos três dias depois de ter praticado o crime. Além disso, o assassino agiu com extrema crueldade, al­ve­jando a cabeça do jovem depois que ele já havia entregue o celular. As imagens foram captadas por uma câmara de rua, o que contribuiu para a comoção nacional.
Imagem mostra o momento em que menor mata o estudante Vitor Deppman após este entregar-lhe o celular: assassino fez 18 anos três dias depois do crime
O Instituto Datafolha, da “Folha de S. Paulo”, saiu a campo e constatou que 93% dos paulistanos querem a redução da maioridade penal. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), foi ao Congresso Nacional defender o aumento para oito anos do tempo de internação para os menores que cometerem crimes graves, como homicídio e latrocínio, hoje limitado a três anos. Na internet surgiram petições propondo a responsabilização penal do menor a partir dos 16 anos ou até menos.

Mas a reação dos defensores do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) não tardou. Mal o corpo de Vitor Hugo Deppman baixou à sepultura, eles saíram a campo para barrar qualquer proposta de redução da maioridade penal ou de alteração no ECA, com o apoio do PT e do governo federal. A imprensa ouve esses dois lados e, fingindo cumprir o seu papel, busca a opinião dos especialistas das universidades, que ela imagina neutros. E aí reside o problema: eles não são neutros. A ciência no Brasil frequentemente está a serviço do crime.

Os acadêmicos dizem que não se pode discutir a redução da maioridade penal com base na comoção sus­citada por um crime envolvendo me­nor. É como se um caso como o de Vitor Hugo Deppman fosse úni­co ou raro. Como a grande imprensa parece incapaz de enxergar o Bra­sil que existe para além do eixo Rio-São Paulo, fica parecendo que os defensores do ECA têm razão e que o assassinato do estudante paulista não é representativo da criminalidade bárbara praticada cotidianamente por menores de idade. 

Até a revista “Veja”, em sua versão digital, que produziu uma das melhores ma­térias sobre o assunto, só conseguiu citar cinco crimes praticados por menores num largo espaço de 16 anos: dois do Rio de Ja­nei­ro (o guitarrista do Deto­nau­tas, em 2006, e o menino João Hé­lio, em 2007), dois de São Pau­lo (o casal Liana Friedenbach e Fe­lipe Caffé, em 2003, e o próprio Vitor Hugo, em 2013) e um do Distrito Federal (o índio Galdino, em 1997).

Fica parecendo que os crimes hediondos praticados por menores são de fato casos isolados (co­mo alegam os acadêmicos) e não justificam a redução da maioridade penal. Mas se a grande im­pren­sa cumprisse o seu papel e o­lhasse para o Brasil como um to­do, ela nem precisaria recuar no tem­po para encontrar outros monstros mirins até muito piores do que o assassino do estudante pau­lista. Cotidianamente, pelo Bra­sil afora, os menores matam. 

Diuturnamente, pelo Brasil afora, os menores estupram. Recor­rentemente, pelo Brasil afora, os menores roubam, assaltam, es­pan­cam, traficam drogas. Somen­te nos primeiros meses deste ano, pe­lo menos 40 assassinatos – al­guns com extrema crueldade – fo­ram cometidos por menores em todo o país, o que dá uma mé­dia de mais de dez homicídios pra­ticados por menores a cada mês. Esse levantamento foi feito por mim mesmo, varando sozinho as madrugadas em busca das no­tícias policiais da imprensa re­gional no país. Há casos bárbaros, que se fossem mostrados nacionalmente, revelariam, com toda ni­tidez, a face hedionda do Es­ta­tuto da Criança e do Adolescente.

Estraçalhando namorada e filha

Em João Pessoa, no dia 29 de março deste ano, apenas 11 dias antes do latrocínio que vitimou o estudante paulista, um me­nor de 15 anos convidou a ex-namorada de 14 anos para irem a Cabedelo, cidade com 57.944 habitantes, conurbada à ca­pital paraibana. O que parecia um passeio de adolescentes, tentando reatar o namoro interrompido um mês antes, terminou de forma trágica. No meio da conversa, o menor puxou a fa­ca que trazia escondida e desferiu 30 golpes na menina. Em se­guida jogou o corpo estraçalhado num riacho próximo. 

Ao ser preso, alguns dias depois, ele re­latou friamente como matou a ex-namorada e contou ter tomado banho de mar para limpar o sangue do cor­po. Mas essa não foi a primeira vi­o­lência praticada pelo menor. O re­lacionamento havia terminado por­que a menina era constantemente agredida por ele, motivo da última separação. E o que é mais estarrecedor: a menina de apenas 14 anos chegou a ficar grá­vida do menor de 15 anos, que a espancou durante a gravidez e ela perdeu o bebê. O Estatuto da Crian­ça e do Adolescente, que jamais ser­viu para protegê-la, será a ga­ran­tia de impunidade do seu algoz.

Em Conquista, cidade do Triângulo Mineiro com 6.526 habitantes, na madrugada de 23 de março (17 dias antes da morte do estudante paulista), um menor de 14 anos invadiu o quartel da PM, com a intenção de roubar um fuzil. Acabou conseguindo uma pistola, com a qual resolveu roubar um carro estacionado num quintal. Já estava amanhecendo e a porta da casa estava aberta. O adolescente deu um tiro para o alto e, com o barulho, uma idosa de 71 anos se assustou e saiu para ver o que era.

O me­nor deu um tiro na cabeça da i­do­sa e ela morreu na hora. Ao ou­vir os gritos da mãe, sua filha, de 51 anos, também saiu à porta. Le­vou dois tiros e morreu mais tar­de no hospital. Então, o me­nor entrou na casa, pegou a cha­ve do carro e fugiu para a cidade vizinha de Sacramento. Acabou sendo preso no mesmo dia e contou à polícia que seu objetivo era voltar com o carro roubado para Franca, no interior de São Paulo, onde reside sua família. Com apenas 14 anos, o frio assassino das duas mulheres, mãe e filha, tinha 13 passagens pela polícia.

Em 18 de janeiro deste ano, na cidade goiana de Santa Rita do Araguaia (com 6.924 habitantes), um menor de 13 anos matou a própria mãe, de 38 anos, com uma pedrada na cabeça. O crime aconteceu na estação rodoviária da cidade, quando a mãe tentava levá-lo para uma clínica de recuperação de entorpecentes em Jataí. O menor não queria ser internado e, para escapar da mãe, cometeu o crime, valendo-se de uma grande pedra, num momento de distração de seus familiares. 

A mulher ainda chegou com vida ao Hospital Municipal de Alto Araguaia, mas não resistiu aos ferimentos. Seu corpo foi encaminhado para Rio Verde, onde foi sepultado. Ela não morava na cidade e tinha ido a Santa Rita apenas para buscar o filho para ser tratado. Mas o menor preferia ficar na cidade, morando com o pai, que também é viciado em drogas. Antes de matar a mãe com uma pedrada, o menor tentou esfaquear uma tia. As matérias que pesquisei, não contextualizam a vida da mãe, mas é provável que ela tivesse outros filhos, agora, órfãos e desamparados, enquanto o menor assassino já está sob a proteção total do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Trucidando a mãe e a irmã

A cidade de Ourilândia do Norte, no interior do Pará, com 27.359 habitantes, foi abalada por um crime bárbaro no dia 18 de janeiro deste ano. Uma empresária de 35 anos foi morta em sua própria casa com nove facadas. O assassinato foi perpetrado por seu próprio filho de 16 anos, que pagou um comparsa de 18 anos para ajudá-lo. A frieza do assassino é patente nos mínimos detalhes do crime. Era uma sexta-feira, final de mais um dia comum de trabalho, e ele trouxe a mãe para casa na garupa da moto. O cúmplice já estava escondido no quintal. A mãe, que jamais suspeitaria da trama, foi tomar banho. O menor abriu a porta para o comparsa e esperou que a mãe saísse do banheiro. Quando ela entrou na lavanderia da casa, eles a agarraram. 

O comparsa segurou a vítima e o menor desferiu as nove facadas em sua própria mãe. Detalhe: a mulher estava grávida de sete meses – era uma menina. Depois de cometer o duplo assassinato da mãe e da irmãzinha, o menor tomou banho, perfumou-se, pegou o celular da vítima mais R$ 500 e se foi. Acabou preso numa churrascaria de uma cidade vizinha, quando almoçava com a namorada no horário do velório de sua mãe.

Na noite de 11 de fevereiro deste ano, uma menina foi encontrada morta próximo de um açude na cidade piauiense de Demerval Lobão, com 13.278 habitantes. A criança estava nua e tinha várias marcas de violência, inclusive um braço quebrado. A perícia médica constatou que ela tinha sido estuprada e morreu por asfixia. Uma semana depois, valendo-se de depoimentos de testemunhas, roupas sujas de sangue e exame de DNA, a polícia descobriu quem foi o estuprador e assassino da menina: foi o seu próprio meio-irmão, um menor de 17 anos, que alegou estado de embriaguez na hora em que cometeu o crime. 

Já na cidade mineira de São Francisco, com 53.828 habitantes, a vítima foi um menino de 10 anos. Ele foi violentado por um menor de 15 anos, seu amigo e vizinho, às margens do Rio São Francisco. Além de violentar o menino, com a ajuda de um comparsa, o menor afogou a criança no rio. À polícia, o menor alegou que queria roubar a bicicleta da criança, mas, para os policiais, a principal motivação do menor foi mesmo a prática de violência sexual.

Em Porto Velho, capital de Rondônia, na madrugada de 7 de abril, um menor de 16 anos matou um agricultor de 44 anos a golpes de faca e terçado. Eles estavam bebendo juntos, quando se desentenderam. O agricultor xingou a mãe do rapaz e foi atacado. O menor deu uma entrevista a uma emissora de TV local e disse que não estava arrependido. Até se vangloriou dos cortes que fez no peito, no pescoço e na cabeça da vítima e confirmou a história de que havia comido parte do cérebro do morto, conforme disseram testemunhas. 

Segundo esses depoimentos, ele foi encontrado com a boca cheia e suja de sangue e, depois de mastigar o cérebro da vítima, disse que achou gostoso e queria mais. Pode ser que a história do cérebro comido com muito gosto não passe de uma lenda disseminada pelo sensacionalismo da crônica policial e que o menor a tenha confirmado para parecer mais valente do que é. 

De qualquer modo, os estragos que fez na vítima revelam uma fúria incompatível com os meros três anos de internação socioeducativa, com chances de sair antes para as ruas, uma vez que a avaliação do menor acontece a cada seis meses.

Mundo banhado em sangue

Em Parnaíba, um das principais cidades do Piauí, com 145.705 habitantes, um menor de 15 anos matou um adolescente de 17 anos no dia 25 de fevereiro deste ano. Ele foi preso, confessou o crime, mas foi liberado em seguida. Menos de uma semana depois, voltou a matar de novo. Envolveu-se numa briga e esfaqueou um rapaz no pescoço e no peito. Na delegacia, o menor exibia nas costas uma tatuagem imensa de Chuck, o Brinquedo Assassino, personagem de filme de terror, com a faca ensanguentada do boneco destacando-se nas suas costas. 

Também na cidade cearense de Ipu, com 40.296 habitantes, ocorreu um crime brutal entre adolescentes. Um menor de 16 anos invadiu uma casa para vingar a morte de sua mãe, ocorrida um ano antes, mas o filho da mulher que ele queria matar, um menor de 17 anos, foi mais rápido: matou o outro menor com 36 facadas. A irmã do menor assassino, de 15 anos, colaborou no crime. E o menor que morreu tinha passagem pela polícia por furto, assalto e tráfico de drogas. Como se vê, um mundo banhado em sangue, que o ECA acha possível recuperar com discurso.

Em São Joaquim de Bicas, cidade com 25.537 habitantes na região metropolitana de Belo Horizonte, um menor de 17 anos matou a pauladas o próprio avô de 73 anos, no dia 10 de março, um mês antes da morte do estudante paulista. O menor era traficante de drogas e, segundo testemunhas, desde os 6 anos de idade estava envolvido em brigas. Já na cidade de Jaboticatubas (com 17.134 habitantes), também na região metropolitana de Belo Horizonte, a vítima de um menor infrator não foi o avô, mas o próprio pai. No dia 10 de abril, pai e filho começaram a discutir, porque o menor de 15 anos não queria levar o irmão de 8 anos à escola, conforme o pai havia mandado. 

Então o menor, que tinha passagem pela polícia por porte de drogas, desferiu uma facada no peito do pai e o matou. A criança de 8 anos, apavorada, correu sozinha até a delegacia, que não ficava muito longe de sua casa, para avisar que o pai e o irmão estavam discutindo. Mas quando a polícia chegou, o pai do menor já estava morto no quintal da casa. O menor fugiu, mas acabou capturado pela polícia.
Na cidade paulista de Pinhal­zinho, com 13.105 habitantes, um casal de comerciantes, idosos, ambos com 75 anos, foi morto no dia 12 de abril, três dias após o assassinato do estagiário da Rede TV. O assassino é um menor de 17 anos, usuário de drogas, com várias passagens pela polícia. Ele matou os idosos para roubar. Desferiu facadas no peito e no pescoço das vítimas e roubou R$ 1.300, que usou para comprar drogas, roupas e outros objetos pessoais. 

Aliás, um expressivo porcentual dos latrocínios e homicídios praticados por menores tem como principal motivação arrecadar dinheiro para sustentar o vício de drogas. E grande parte das vítimas desse tipo de crime são os próprios parentes ou vizinhos dos menores assassinos. E é só o começo. Na medida em que o Estado brasileiro for aumentando o número de leitos destinados ao tratamento de drogados, mais esse tipo de crime vai crescer. A medicina não cura drogado: ela cria bombas humanas, ao transformar o viciado num duplo dependente químico – das drogas e das medicações, misturadas indiscriminadamente no seu organismo.

O fim dos menores de rua

Mas isso é assunto que exige artigo à parte. O objetivo deste foi mostrar que o assassinato do estudante Vitor Hugo Deppman está longe de ser uma fatalidade. Na verdade, o latrocínio, o homicídio e o estupro praticado por menores é uma política pública oficial do Estado brasileiro – implantada no País pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, a lei mais hedionda da história contemporânea do País. E essa lei perversa – que trata a vida humana como entulho no caminho dos menores criminosos – será complementada pelo Estatuto da Juventude, também previsto na malfadada Constituição de 88 e já em fase de aprovação final no Senado. 

Observem que só elenquei aqui os homicídios e latrocínios praticados por menores nos primeiros meses deste ano – somente 2013, ressalte-se. Nessa breve pesquisa, deparei com crimes ainda mais bárbaros perpetrados por menores em anos anteriores, a maioria sem nenhuma menção na grande imprensa, mas fiz questão de deixá-los de fora para provar que estão matando é nesse momento. O assassinato de Vitor Hugo Deppman não é um caso isolado.

A criminalidade juvenil é ainda mais abrangente. O problema é que contabilizar também os furtos, roubos, assaltos, tráfico de drogas e estupros sem morte praticados por menores é uma tarefa impossível para uma pessoa só – as cifras, sem dúvida, ultrapassam a casa do milhar a cada mês. Mas esse trabalho precisava ser feito por alguma instituição. Afinal, todo menor que assalta e trafica drogas é um potencial homicida. Infelizmente, as ONGs que trabalham com a questão do menor não são confiáveis. As universidades muito menos. 

E a maioria dos operadores do direito – juízes, promotores, advogados, defensores públicos – professam uma fé esquizofrênica na capacidade do ECA de operar milagres. Contrariando os fatos, o bom senso e própria moral (uma vez que se trata de uma mentira deslavada), toda essa gente chega a repetir que o índice de reincidência dos menores é inferior ao índice de reincidência dos adultos. É como se a esmagadora maioria dos criminosos adultos não viesse de um passado de delinquência juvenil, o que mostra que esses menores homicidas e estupradores de hoje não vão se recuperar jamais – vão é se aprofundar na crueldade.

Ao impedir que maioridade penal seja debatida em igualdade de condições entre os que são favoráveis à sua redução e os que são contrários, o governo federal – com o apoio das universidades e da maioria dos operadores do direito – está levando a nação brasileira para o inexorável caminho do suicídio. Notem que no Brasil já não existem mais os menores de rua. Esse que já foi, aparentemente, o maior problema nacional, simplesmente desapareceu da pauta dos debates. E por que isso ocorreu? Por que o problema foi solucionado? Não. Definitivamente, não. 

É que os menores de rua de ontem, graças ao Estatuto da Criança e do Adolescente, transformaram-se nos adultos de rua de hoje, quase todos drogados – uma tragédia humana de dimensões bíblicas, criada pelos engenheiros sociais das universidades e transformada em política pública pelo governo federal. Já os menores infratores, que antes eram menores de rua, viraram criminosos de casa. Hoje, um adolescente de 12, de 14 anos, entra no tráfico, bate ponto toda semana na delegacia de polícia e no conselho tutelar, mas continua morando com a família e frequentando a escola. Como nem seus pais nem seus professores podem repreendê-lo, muito menos a polícia pode prendê-lo, ele não tem motivo algum para fugir de casa e ir morar na rua. 

Pode continuar roubando e traficando e voltando para casa sempre, como se o crime fosse um trabalho. Com isso, o menor criminoso destrói a família, complementando o papel dos maiores de rua, que inviabilizam a cidade.


Divulgação: www.juliosevero.com

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ACABOU O TOTALITARISMO DO STF: CCJ aprova proposta que submete decisões do Supremo ao Congresso

24/04/2013 - 11h16

Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

Deputados discutem PEC que aumenta poderes do Congresso em relação a temas hoje do judiciário.
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou nesta quarta-feira a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 33/11, do deputado Nazareno Fonteles (PT-PI), que prevê que o Congresso Nacional referende as súmulas vinculantes, as ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) e as ações declaratórias de constitucionalidade (ADC) emitidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Caso o Congresso se posicione contra a decisão do STF, a questão irá para consulta popular.

O projeto também amplia de seis para nove o número mínimo de ministros do STF necessários para declarar a inconstitucionalidade de normas.

Segundo Fonteles, o Supremo precisa parar de legislar. “Espero que esta Casa se afirme e o Supremo possa cuidar mais de julgar os milhares de processos que ele não tem julgado”, disse. Para o deputado, o STF tem se preocupado em legislar para “aparecer bem na fita como se estivesse fazendo muita coisa pela democracia do País”.

O relator na comissão, deputado João Campos (PSDB-GO), disse que a medida vai prevenir a hipertrofia do STF. “Ao valorizar a soberania popular, a proposta contribui para o diálogo e a harmonia entre os Poderes Judiciário e Legislativo e preserva a separação dos poderes”, afirmou.

Súmula vinculante
Pela PEC, será necessária a aprovação de 9 dos 11 ministros (4/5 do total) do Supremo para a publicação da súmula, que deverá ser remetida ao Congresso Nacional para aprovação, por maioria absoluta, de seu efeito vinculante, em até 90 dias. Atualmente, a decisão é tomada por, no mínimo, 8 ministros (2/3 do total) e tem efeito vinculante a partir da data da publicação.

Caso o Congresso não tome nenhuma decisão no prazo de 90 dias, a súmula terá efeitos vinculantes. A proposta enfatiza que a súmula deve se basear somente nas decisões precedentes, sem extrapolar para outras possíveis situações.

ADI e ADC
Para que as ações diretas de inconstitucionalidade e as declaratórias de constitucionalidade tenham efeito vinculante, elas precisarão ser aprovadas por 3/5 dos membros do Senado e da Câmara em até 90 dias. A PEC também veda a suspensão da eficácia de emendas constitucionais por medida cautelar pelo STF. Atualmente, as ações do Supremo têm efeito vinculante imediato.

Se o Congresso não decidir no prazo de 90 dias, as ações terão efeitos vinculantes. Caso o Congresso se posicione contra a decisão do STF, a questão irá para consulta popular.

A PEC também amplia de seis para nove o número mínimo de ministros do STF para declarar a inconstitucionalidade de normas.

Tramitação
A proposta agora deve ser analisada por comissão especial a ser instalada pela Presidência da Câmara. Em seguida, a matéria será votada em dois turnos pelo Plenário.

Íntegra da proposta:

PEC-33/2011
Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Mariana Monteiro

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

quarta-feira, 24 de abril de 2013

CDHM funcionando: Manifestantes baderneiros precisam ser presos mesmo!


24/04/2013 - 15h41

Manifestante contrário a Feliciano é retirado à força de Plenário

Um manifestante contrário à permanência do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, impedido de entrar na reunião do colegiado, furou o bloqueio da segurança e foi retirado à força do Plenário. Integrante da Comissão, o deputado Simplício Araújo (PPS-MA) reclamou da forma  que os seguranças retiraram o rapaz e disse que vai comunicar o fato ao presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves.

Do lado de fora, o manifestante Antônio José, retirado à força da reunião, disse que não foi nada demais, mas que não gostou de ver dentro da sala apenas simpatizantes de Feliciano.

Hoje, a Comissão de Direitos Humanos que discute questões relacionadas à saúde indígena. Os que protestam contra Marco Feliciano foram impedidos de entrar e, do lado de fora, gritam palavras de ordem, o que não chega a atrapalhar a reunião. Várias pessoas segurando cartazes de apoio a Feliciano estão dentro do Plenário. Segundo o deputado, a entrada foi restrita a quem se comporta de maneira ordeira.

JEAN WYLLYS SE DÁ MAL: Presidente da Câmara responde ao STF que foi legal a eleição de Feliciano

24/04/2013 - 16h04

Em resposta ao STF, Henrique Alves considera legal reunião que elegeu Feliciano

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, negou, em resposta ao Supremo Tribunal Federal (STF), que tenha havido qualquer ilegalidade na eleição do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos e Minorias, em 7 de março.
Henrique Alves respondeu, no último dia 18, a mandado de segurança impetrado no STF por diversos deputados ligados às causas dos direitos humanos, entre eles Jean Wyllys (Psol-RJ) e Domingos Dutra (PT-MA). O relator do caso é o ministro Luiz Fux.
Os parlamentares questionaram o porquê de a reunião de eleição de Feliciano ter sido fechada ao público, por decisão do presidente da Câmara. Segundo os deputados, a decisão foi inconstitucional.
Henrique Alves, no entanto, explicou que não houve inconstitucionalidade em sua decisão, por ter sido tomada no âmbito do Congresso Nacional, com base na interpretação de matéria regimental, imune ao controle judicial. Também não houve, segundo o presidente, antirregimentalidade. Conforme lembrou, é dever do presidente da Câmara assegurar os meios e as condições necessárias ao pleno funcionamento das comissões.
Inicialmente, a eleição da Comissão de Direitos Humanos havia sido marcada para 6 de março, mas foi suspensa após manifestações contra Feliciano em uma reunião tensa. O deputado é acusado de racismo e homofobia.
“A presidência marcou a nova reunião com a presença exclusiva dos eleitores, que são os parlamentares. Afinal, em razão do barulho e do excessivo número de presentes na reunião anterior, presumir-se-ia que o mesmo quadro de impossibilidade física em se conduzir os trabalhos provavelmente se repetiria”, afirmou Henrique Eduardo Alves no documento enviado ao STF. “Agir de maneira distinta seria inviabilizar a eleição do presidente da comissão", completou.
Reportagem - Noéli Nobre
Edição - Rachel Librelon


Conclamamos os irmãos a orarem e jejuarem pelo Pastor Feliciano e pela CDHM !

ADENDO ADHT: Antes de tudo amados, precisamos intensificar nossas orações pelo Pr. Marco Feliciano, pois já se percebeu em detalhes que a luta que está havendo é espiritual e não contra as poucas declarações em pregações deste pastor há quase ou mais de 2 anos atrás e só agora sendo usadas contra ele. Isto não está acontecendo pelos comentários que fez, mas sim por interesses politicos e dos Ativistas Gays que querem continuar a "mamar na teta" do governo federal que lhes rendeu R$12 milhões de reais em 2012 para fazer o Ativismo que fazem e inclusive pagar ativistas para atuar contra o Deputado Feliciano. Graças a Deus  que nada fica escondido aos olhos de Deus e tudo está vindo a tona. Veja o Ativismo de um "pastor presbiteriano" que teve a coragem de unir-se a um pai-de-santo, no Rio de Janeiro, para apoiar a Agenda e o Ativismo Gay. Veja que na platéia da ABI (local onde foi a reunião), estão presentes o Dep. Jean Wyllys e Érika Kokay(veja aos 43 segundos), os cabeças deste levante contra o Pr. Feliciano. Tem pastores sendo comprados para ajudá-los a derrubar o Pr. Feliciano. Oremos portanto contra este levante demoníaco contra ele que significa ser um levante contra todos nós, evangélicos. Esteja orando todos os dias, e especialmente hoje. Veja este vídeo:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=jcY9EY-TW-8




Veja o que diz o capítulo 3 iteiro da Epístola de Tiago.
Rev. Alberto Thieme


24/04/2013 - 10h21Atualizado em 24/04/2013 - 12h41

Frente dos Direitos Humanos recebe relatório com denúncias e recomendações

A Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos receberá hoje, às 15 horas, de entidades da sociedade civil, o 3º Relatório Periódico de Direitos Humanos, boletim anual com estudos de caso, denúncias e recomendações sobre o assunto no Brasil. Os parlamentares também vão se reunir com líderes de diversas igrejas cristãs.
Entre os temas que serão debatidos estão as denúncias de criminalização das lutas sociais e a importância de o governo cumprir a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre Povos Indígenas. Além disso, será entregue uma carta do Conselho Mundial de Igrejas sobre a segurança humanitária na América Latina.
Participarão do encontro, no Plenário 5, representantes do Projeto Monitoramento dos Direitos Humanos e de organizações como o Processo de Articulação e Diálogo Internacional para os Direitos Humanos (PAD), o Movimento Nacional de Direitos Humanos, o Conselho Mundial de Igrejas (CMI), o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) e a Confissão Luterana no Brasil.
A frente foi criada por parlamentares que discordam da permanência do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.
Protesto
Em protesto contra o Pastor Marco Feliciano, estão previstas hoje novas manifestações na Câmara, promovidas por entidades estudantis e sindicais, durante a audiência pública que a Comissão de Direitos Humanos realiza às 14 horas para discutir a política de saúde indígena.
Da Redação/MR

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

terça-feira, 23 de abril de 2013

QUE ABSURDO:"Feliciano merece um derrame, segundo pastor presbiteriano"


Link de artigo: http://bit.ly/11J2IHQ

Feliciano merece um derrame, segundo pastor presbiteriano 

Julio Severo
“É engraçado, me perdoe a indelicadeza, heresia e falta de modéstia, mas as vezes acho que se eu fosse Deus eu faria melhor do que Ele, vejam se concordam comigo… Colocaria o pastor [Marco Feliciano] para ter derrame.”

Alguns poderiam apontar para essas palavras e dizer: “É um pai-de-santo!” Outros: “É um bruxo!”
Quase isso. Essas palavras foram exprimidas, em seu blog pessoal, pelo Rev. Marcos Amaral, que também disse que se fosse Deus, daria a vida a quem ele acha que precisa. Ele declarou: “O Hugo Chávez, por mim, estaria vibrante e símbolo da esperança de uma América Latina sofrida e cansada de espólio e enganos dos oportunistas patrícios ou gringos.”
Ele não está sozinho na admiração a Chávez. Recentemente, Ariovaldo Ramos, líder da Teologia da Missão Integral, disse: “O melhor que se pode dizer de alguém é que, porque ele passou por aqui, o mundo ficou melhor! Isso se pode dizer de Hugo Chávez!”


Como Amaral, Ramos também discorda de Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara dos Deputados.
Os dois não são bruxos. Mas sua paixão por Hugo Chávez mostra sua inclusão na irmandade esquerdista universal. Se todas as esquerdas admiram Chávez, Amaral e Ramos não podem ser diferentes. Se todas as esquerdas querem Feliciano fora da CDH, Amaral e Ramos não querem sair do padrão ideológico.
Até onde se sabe, os dois não são bruxos. Mas um deles, Amaral, anda tranquilamente com bruxos. Numa manifestação recente contra Feliciano, Amaral se uniu a artistas e pais-de-santo para exigir a renúncia do pastor assembleiano.
O Rev. Marcos Amaral não é um pastor qualquer. Segundo informações de seu blog pessoal, ele atualmente preside o Presbitério de Jacarepaguá e o Sínodo da Guanabara da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB).
Seu envolvimento com pais-de-santo vem de anos de alianças e trabalhos conjuntos, principalmente com o pai-de-santo Ivanir dos Santos.
pai-de-santo Ivanir dos Santos
Em 2009, o pai-de-santo Ivanir, com o patrocínio direto do governo Lula, participou de uma conferência da ONU para denunciar os evangélicos do Brasil. Ivanir, que representa o candomblé, lidera uma campanha governamental de “combate à intolerância religiosa.” Essa campanha conta com o apoio de seu fiel aliado: o Rev. Amaral, que já foi denunciadovárias vezes, durante anos, no meu blog. Amaral, que já demonstrou ter horror às igrejas neopentecostais, parece não ter o mesmo sentimento quando luta lado a lado de pais-de-santo nas campanhas governamentais contra o preconceito e a discriminação às religiões afro-brasileiras.
Ao desejar um derrame para Feliciano, Amaral espelha muito bem os desejos de um bruxo.
Ele é um bruxo? Não sei.
Mas me lembro de um caso famoso. Thomas Weir (1599-1670), um pregador presbiteriano escocês, escondeu durante décadas que era satanista. Esse caso, de séculos atrás, deu origem ao best-seller sobre Jekyll e Hide.
O caso Jekyll e Hide, ainda que de modo figurativo, demonstra que os satanistas podem ocupar o púlpito de igrejas evangélicas sem que muitos não desconfiem de nada.
O perigo maior está em evangélicos que têm a aparência teológica impecável de Weir, escondendo todo traço de satanismo.
No caso do Rev. Marcos Amaral, as aparências falam até demais, e não deixariam ninguém surpreso se descobrissem que há um Jekyll nele.
Ele era para ter sido removido da liderança na IPB anos atrás, mas não se sabe por que ele tem sido beneficiado com uma estranha impunidade eclesiástica. Será que outros líderes são maçons demais, ou negligentes demais, para confrontá-lo e puni-lo?
Ou vão esperar que ele se torne um pai-de-santo para fazer um despacho de derrame para Feliciano?
Leitura recomendada:

Para seguir Julio Severo no Facebook e Twitter:
http://twitter.com/juliosevero
Facebook: http://www.facebook.com/pages/Blog-Julio-Severo/185623904807430

ADENDO ADHT: 
"Atenção Supremo Concílio da IPB, at. Rev. Roberto Brasileiro: 

Percebemos pelo seu pronunciamento, a seriedade com que agiu com relação á fala do Rev. Marcos Amaral, Presidente do Sínodo da Guanabara, postado, em seu blog, no link: http://somentedeusgloria.blogspot.com.br/2012/10/pronunciamento-do-rev-roberto.html.

Porém, percebemos também que conforme foto abaixo, nota-se a presença do Rev. Marcos Amaral num dos encontros no Mackenzie do Rio de Janeiro, com V.Sa. 

Rev. Marcos Amaral, com o microfone, Rev. Roberto Brasileiro com um quadro nas mãos.

É exatamente por ocupar uma posição de destaque na direção da IPB que o Supremo Concílio deve dar uma atenção maior para evitar novos pronunciamentos deste pastor de vossa denominação, favorável á Agenda Gay e contra um pastor que tem sido usado com finalidades políticas para que volte a Presidência do CDHM para as mãos de politicos favoráveis á Agenda Gay. Infelizmente isto não tem sido percebido, ou se fazem desconhecedores das reais causas da Presidencia da CDHM não ficar nas mãos de um evangélico. Qualquer pessoa que for colocada no lugar do Dep. Marco Feliciano, sendo um cristão fiel, enfrentará os mesmos tipos de retaliações, pois o que está em jogo aqui, é a continuidade do abuso do poder pelos participantes das CDHM anteriores que por 18 anos esteve nas mãos de políticos do PT e seus coligados Marxistas que promoveram o grande avanço da Agenda Gay, do Aborto e da Homossexualização de nossas inocentes crianças, adolescentes e jovens, no Brasil. 

Veja neste vídeo, a confirmação de repasse de verbas de R$12 milhões de Reais para as ONGs e Associações Gays: http://www.youtube.com/watch?v=uMY_fo_-NBw

No mínimo, este Rev. Marcos Amaral deveria ser disciplinado pelo Presbitério a que pertence devido a alianças que fez com um pai-de-santo para se posicionar contra um pastor pentecostal, fazendo declarações bem próprias da influências que provavelmente está recebendo de seu pai-de-santo. Afinal será que este Reverendo Presbiteriano não está mais propenso a ser um novo 'pai-de-santo' e o seu Presbitério não tem tomado as devidas providências? Além do mais é um forte defensor da Homossexualidade pois critica a todos os pastores e cristãos Brasileiros, bem como aos políticos que são contra a Agenda Gay, e ainda teve a coragem de fazer zombaria sobre algo tão sério que tem sido alvo de críticas por Ativistas Gays, que é o DÍZIMO. Veja neste vídeo seguinte de apenas UM minuto, porém, a mesma fala já foi feita em outra ocasião, encabeçada pelo Dep. Jean Wyllys e Érika Kokay,:
http://www.youtube.com/watch?v=ER67m0l66ow 


Este pastor está fazendo um grande desserviço contra a imagem da Igreja Presbiteriana do Brasil e das demais Igrejas cristãs e pastores Brasileiros. Haja vista que noutras ocasiões ajudou a fomentar mentiras contra o Dep. Feliciano ao prestar sua imagem e repetida fala, acima postada, só que agora na ABI (Associação Brasileira de Imprensa) do Rio de Janeiro. Confira neste link: http://www.youtube.com/watch?v=jcY9EY-TW-8&NR=1&feature=endscreen
 


Sei que a IPB sempre manteve um relaionamento amigável com todas igrejas cristãs, inclusive as pentecostais. Cadê o pronunciamento do Supremo Concílio da IPB do Brasil sobre este ato leviano, eivado de preconceito contra o Presidente da Comissão de Direitos Humanos, Dep. Marco Feliciano. Solicitamos um urgente pronunciamento do Presidente do Sínodo da IPB.

ADHT - Defesa Hétero
Email: defesa_hetero@yahoo.com
Rev. Alberto Thieme"

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