COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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terça-feira, 15 de setembro de 2015

VEJA COMO EVANGÉLICOS ABRAÇARAM O COMUNISMO:"TMI, marxismo e Augustus Nicodemus"

15 de setembro de 2015


TMI, marxismo e Augustus Nicodemus

Julio Severo
A Teologia da Missão Integral (TMI) tem ligação com o marxismo? A surpresa não é uma resposta “sim.” A surpresa é ver o Rev. Augustus Nicodemus, que é um dos principais líderes da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), tocar no assunto, num vídeo curtíssimo (disponível aqui: https://youtu.be/zxrFTjpRq70).
Augustus Nicodemus
Ele reconheceu, enfim, que o marxismo dentro da TMI é um grande problema, mas não admitiu que esse problema está alojado nas entranhas da IPB desde pelo menos a década de 1950. A figura mais proeminente da TMI na IPB era Caio Fábio, que quando era a maior estrela presbiteriana do Brasil não era criticado nem por suas ligações com a TMI nem por suas aproximações ao PT.
Aliás, numa entrevista conduzida por Nicodemus na TV Mackenzie, a pergunta que ele apresentou aos debatedores, que eram professores da Universidade Presbiteriana Mackenzie, foi: “O que a gente ouve de crítica às vezes da Teologia de Missão Integral é que de alguma forma está associada ao marxismo. Essa crítica procede?”
A resposta de um dos professores foi que a TMI, ao ser acusada de ser uma espécie de marxismo disfarçado, é vítima de uma crítica “excessiva” e “indevida.” Nicodemus, porém, nada respondeu ao erro do professor, cometido há mais de um ano. Talvez ele tenha deixado para responder no curtíssimo vídeo de agora.
Na entrevista inteira, Nicodemus não expressou nenhuma vez que a TMI tem ligação com o marxismo. Diante dessa entrevista, que conseguiu até desvincular a TMI do marxismo, o atual vídeo curtíssimo dele é uma surpresa.

O vídeo apresenta um problema, tal qual um médico chega diante de um paciente e, numa descrição de 2 minutos, explica: “Você tem câncer!” É claro que o tratamento, que será duro, não vai durar 2 minutos. Exigirá muito, muito tempo, assim como foi preciso muito tempo para a TMI se alojar na IPB.
Se Nicodemus quer ajudar nesse longo tratamento médico, agora ele deveria liderar blogueiros e líderes calvinistas, que passam tempo excessivo criticando os neopentecostais, a passar igual ou maior tempo combatendo o câncer da TMI, que é a maior ameaça à Igreja Evangélica do Brasil.
Em seu vídeo, o Rev. Augustus Nicodemus descreveu o câncer marxista da TMI, mas não disse o nome da vítima ou vítimas nem quanto tempo vai levar para trazer a cura. Ele se absteve de dizer se terá como foco principal o combate a esse câncer. Ele, que faz questão de citar o nome do Dr. Peter Wagner (que foi o primeiro combatente da TMI na história evangélica) e outros quando ataca o movimento apostólico, também se absteve de citar nomes de promotores proeminentes da TMI.
Outro nome é Ariovaldo Ramos, que também já declarou que a TMI é a versão protestante da Teologia da Libertação. Ramos ficou famoso ao lamentar a morte do ditador socialista Hugo Chávez.
Mesmo assim, Ramos podia, durante a gestão de Nicodemus no Mackenzie, dar aulas especiais de teologia.
Nessa altura, muitos poderiam perguntar se Nicodemus alguma vez parou para pensar na coerência disso. Afinal, não dá para imaginar o Mackenzie permitindo Silas Malafaia dando aulas de teologia, ou fechando com chave de ouro cursos de teologia, como fazia Ramos. Se a TMI é um perigo, como insinua Nicodemus agora, por que então ele deu tanta liberdade para os promotores da TMI no Mackenzie?
A resposta principal pode estar na pressão da internet.
Diferente de muitos anos atrás, quando a internet estava repleta de elogios à TMI, especialmente vindo de fontes calvinistas, hoje a internet tem muitos artigos contra a TMI, e dou graças a Deus que faço parte desse pioneirismo. Durante anos, eu e outros vínhamos trabalhando muito duro para expor que a TMI é uma ameaça marxista dentro da Igreja Evangélica. Portanto, dizer hoje que a TMI é um problema não é novidade para ninguém. É chover no molhado de uma chuva torrencial que já está caindo há um bom tempo.
Nicodemus realmente acredita no que ele disse sobre a TMI em seu vídeo de dois minutos?
Muitos poderão acreditar nele se ele for sério o suficiente para passar pelo menos as próximas duas décadas aplicando um necessário tratamento “quimioterápico,” sistemático e metódico, contra o câncer do liberalismo teológico da TMI, que precisou de muitas décadas e da atuação de figuras presbiterianas proeminentes como  Caio Fábio para se tornar a grande ameaça que é hoje.
Leitura recomendada:
Outros artigos sobre Augustus Nicodemus:

domingo, 20 de abril de 2014

NÃO SE CONTAMINE, NÃO VÁ AO "Congresso Internacional da Teologia da Missão Integral da IPB"

1 de abril de 2014


Congresso Internacional da Teologia da Missão Integral e a IPB


Congresso Internacional da Teologia da Missão Integral e a IPB

A IPB deveria ser omissa com seus líderes que promovem o liberalismo teológico?

Julio Severo
Sob a coordenação do Rev. Jorge Henrique Barro, será realizado o Congresso Internacional de Missão Integral, de 8 a 10 de agosto de 2014, na Faculdade Teológica Sul Americana em Londrina no Paraná.
De forma diferente do que vem ocorrendo nos últimos meses, em que grandes congressos da Teologia da Missão Integral destacam um dos seus mais proeminentes “apóstolos” nacionais, o evento internacional trará um dos dinossauros dessa teologia liberal: o Rev. C. René Padilla.
Padilla, que foi um dos pioneiros da Teologia da Missão Integral (TMI) na América Latina, enfrentou oposição logo no início, na década de 1960, quando sua teologia foi identificada como o que é: marxista.
Dois dos proeminentes apóstolos da TMI no Brasil, Ed Rene Kivitz e Ricardo Gondim, reconhecem que os esforços de TMI de Padilla e outros no Congresso Lausanne de Evangelização Mundial e no Congresso Latino-Americano de Evangelização foram obstruídos por Peter Wagner e outros.
Gondim também se queixa repetidamente de que a Teologia da Missão Integral teve seu avanço detido por conservadores no Congresso Lausanne de Evangelização Mundial (Manila, 1989). Ed Rene Kivitz, companheiro teológico de Gondim, já havia apontado Peter Wagner como líder da oposição conservadora. A atuação de Wagner, hoje líder do movimento apostólico mundial, exemplifica o potencial neopentecostal para deter o avanço esquerdista nas igrejas. Na dissertação de Gondim (p. 53), o erro de Wagner era “propor guerra espiritual como solução para os problemas sociais” — uma solução tipicamente neopentecostal, em contraste com a solução esquerdista de revoluções políticas.
Ecoando queixa do Rev. Luiz Longuini, da IPB, Gondim afirma que Peter Wagner já vinha frustrando os progressistas há anos. Em 1969, ao participar do CLADE (Congresso Latino-Americano de Evangelização), Wagner distribuiu seu livro que afirmava que a missão da igreja é priorizar a salvação pessoal e destacava a teologia esquerdista como perniciosa (p. 105).
A salvação, em seu termo original, inclui o resgate espiritual e também emocional e físico. Os progressistas interpretam essa amplitude da salvação como pretexto para intervenções políticas, como se o Reino de Deus fosse apenas “comida, bebida” (Romanos 14:17) e assistência social do governo. Em contraste, Wagner interpretava que a igreja deve pregar e demonstrar o Evangelho do Reino de Deus, inclusive utilizando a autoridade de Jesus para curar enfermos e expulsar demônios. É uma demonstração em sintonia com os milagres que seguem os que creem (Marcos 16:16). Mas a demonstração do evangelho, para os progressistas, se limita apenas à ação social muitas vezes em parceria com políticas e governos socialistas. Nada mais.
Qualquer rejeição a esse tipo de ação social como intrinsecamente unido ao Evangelho recebe o rótulo de “fundamentalismo”. Na dissertação de Gondim, nem Billy Graham escapa desse rótulo, porque o mais famoso evangelista do mundo se recusava a dar apoio e dinheiro para os grupos evangélicos progressistas da América Latina. A recusa de Graham lhe deu uma imagem negativa entre os adeptos da Teologia da Missão Integral. Em contraste, Gondim não poupa elogios à Teologia da Libertação e ao Evangelho Social dos EUA e reconhece que o maior obstáculo para o avanço da Teologia da Missão Integral foi “um fenômeno religioso com grande apelo popular, o neopentecostalismo” (p. 135).
De acordo com apuração do meu livro, simultaneamente a promoção da TMI e o combate ao neopentecostalismo tem origem principal entre setores calvinistas radicais. Esse grave problema foi detalhadamente identificado em meu artigo recente “A maior ameaça à Igreja Evangélica do Brasil.”
Jorge Henrique Barro, pastor da IPB
O Rev. Jorge Henrique Barro, pastor da IPB (Igreja Presbiteriana do Brasil) e principal responsável pelo Congresso Internacional de Missão Integral, é vice-presidente da Fraternidade Teológica Latino Americana, onde Padilla e sua teologia marxista têm enorme influência. Além disso, Barro é um dos fundadores da Faculdade Teológica Sul Americana de Londrina, onde será realizado o Congresso Internacional de Missão Integral.
Barro é autor do livro “Uma igreja sem propósitos,” que, segundo o GospelMais, recebeu elogios de Ricardo Gondim e Júlio Paulo Tavarez Zabatiero.
Gondim é antigo “apóstolo” da TMI e se tornou tão radical que perdeu sua posição de colunista na revista esquerdista Ultimato. Ele se tornou avançado demais, com seu apoio ao “casamento” gay, para seus companheiros de caminhada esquerdista. Zabatiero é companheiro de Padilla e ligado à Fraternidade Teológica Latino-Americana.
Zabatiero é muitas vezes identificado erroneamente como defensor da TMI, mas suas ligações reais são com a tropa de choque da marxista Teologia da Libertação. Em 1996, ele publicou seu livro “Miquéias: voz dos sem-terra,” lançado conjuntamente pela Editora Vozes e pela Editora Sinodal.
A Editora Vozes, que é católica, já teve, de 1970 a 1985, Leonardo Boff como membro do conselho editorial. No período, Boff publicou obras da Teologia da Libertação e seus próprios livros sobre essa teologia marxista saíram pela Vozes. Hoje, Boff é professor visitante de Harvard, que outrora era uma universidade que formava pastores calvinistas, e agora promove a Teologia da Libertação e muitas outras apostasias. (Suspeito que se Harvard tivesse sido originalmente neopentecostal, a esquerda apologética calvinista não perderia a oportunidade de usar esse detalhe em seu arsenal antineopentecostal.)
A Editora Sinodal pertence à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), denominação liberal que tem laços estreitos com o Conselho Mundial de Igrejas. A Sinodal publica vários livros sobre a Teologia da Libertação, inclusive “Perspectivas da teologia da libertação: impasses e novos rumos num contexto de globalização,” cujo autor é Walter Altmann, que já foi presidente da IECLB e é hoje moderador do Conselho Mundial de Igrejas.
Pelo menos, diferente de muitos líderes que abraçam a TMI fingindo que é melhor do que a Teologia da Libertação, Altmann abraça a raiz do mal, conforme denunciou o Dr. Mark Tooley em seu artigo “Ressuscitando a Teologia da Libertação.” Como líder luterano ecumênico internacional, Altmann não tem medo de promover abertamente a Teologia da Libertação. Os mais medrosos, ou cínicos ou cegos, promovem a TMI.
A Fraternidade Teológica Latino-Americana (FTL) tem laços estreitos com a liberal IECLB. Dois anos atrás, a FTL realizou, no acampamento da Mocidade para Cristo nos arredores de Belo Horizonte, um encontro nacional com 100 participantes. O encontro teve palestrantes de longa caminhada na FTL, como Ariovaldo Ramos, Julio Zabatiero, Ricardo Barbosa e Jorge Henrique Barro, todos presbiterianos, com exceção de Ariovaldo, que, embora não seja presbiteriano declarado, tem uma história muito ligada a eles.
Ariovaldo e sua TMI têm tido portas abertas em grandes igrejas da IPB, inclusive dando aulas, desde a gestão do chanceler Augustus Nicodemus, na sua maior instituição, a Universidade Presbiteriana Mackenzie, talvez porque seu maior mentor e pai espiritual tivesse sido Caio Fábio, nos tempos em que ele era a maior estrela da IPB. (Para ver foto de Ariovaldo no Mackenzie, consulte este link: http://archive.is/bZa1X)
Caio era o maior propagador da ideologia da TMI, na sua teoria e prática, dentro e fora da IPB. Na teoria: uma pregação matreira a favor dos pobres. Na prática: aproximação dos evangélicos de Lula e seu esquerdismo mediante o discurso de ajuda aos pobres. Resultado: Brasil evangélico embarcado no furacão socialista.
Caio deixou como seu sucessor Ariovaldo, seu “filho” quase presbiteriano. Na teoria, Ariovaldo tem semelhante discurso meloso de ajuda aos pobres. Na prática, esforços de aliança com a esquerda, sempre apoiando Lula, Dilma Rousseff e Hugo Chávez, chegando ao ponto absurdo de dizer que porque o ditador venezuelano passou por aqui, o mundo ficou melhor.
A teoria e prática da TMI, como exemplificada por Ariovaldo, é uma versão mal disfarçada da maligna Teologia da Libertação de Walter Altmann e outros.
É cercado de pastores da IPB dedicados à TMI, inclusive o Rev. Luiz Longuini, que o Rev. Jorge Henrique Barro faz exatamente o que eles fazem. A promoção da TMI na IPB tem ocorrido há décadas, conforme denuncia meu livro “Teologia da Libertação X Teologia da Prosperidade.” Já na década de 1950, um missionário presbiteriano americano, que dava aulas de teologia no maior seminário teológico da IPB, infectou toda uma geração de pastores presbiterianos. Eventualmente, ele foi removido de suas funções, depois de ter passado quase uma década inteira contaminando estudantes de teologia (que depois se tornaram pastores e teólogos presbiterianos) com a TMI. Tudo isso e muito mais está registrado no meu livro.
Há também o caso escandaloso da Ultimato, revista da linha da TMI há décadas promovida entre igrejas da IPB como forma de combater o neopentecostalismo — e ao mesmo tempo avançar a ideologia da TMI.
O questionamento natural é: se a TMI tem um histórico tão antigo e profundo na IPB, por que a IPB não assume sua responsabilidade moral nesse grave problema nacional e adota medidas vigorosas para extirpar o câncer desse liberalismo teológico de seu meio?
É tão difícil assim para a IPB ver o futuro de uma igreja embriagada de TMI? Para alegria parcial dos calvinistas cessacionistas, não é preciso ter grandes dons de profecia para enxergar o futuro de uma igreja que se prostitui com liberalismo e esquerdismo. A maior denominação presbiteriana (PCUSA) do mundo, depois de décadas se embriagando de esquerdismo e liberalismo, hoje ordena pastores gays, promove o ‘casamento’ gay, apoia o aborto e faz boicotes contra Israel. Virou uma grande prostituta.
Já que o liberalismo teológico é um problema grave nos meios presbiterianos, por que a IPB não adota a vanguarda da luta contra a TMI? Afinal, muitos teólogos e pastores da IPB têm adotado uma vanguarda contra o neopentecostalismo, sendo que esse movimento é considerado, por todos os “apóstolos” da TMI, com o principal obstáculo para o grave liberalismo teológico que a TMI representa.
Tudo o que o meio calvinista tem conseguido esboçar contra a TMI são arrotos vagos. A Universidade Presbiteriana Mackenzie, que é a coroa da IPB, tenta aparentar um conservadorismo e contrariedade ao liberalismo teológico, mas na prática, seu espaço está muito bem ocupado pela TMI, conforme denúncias públicas:
Outros calvinistas, amigos do Mackenzie, não conseguem se sair melhor na “luta” contra a TMI. Recentemente, Renato Vargens, que é pastor calvinista no reduto calvinista de Niterói, “criticou” a TMI, sem dar nomes a nenhum dos bois e vacas. O título de seu ataque é: “Uma pequena nota sobre a Teologia da Missão Integral.” Ora, uma nota já é pequena. Adicionar “pequena” só reduz o que já é pequeno. Para quem, como Vargens, tem o hábito (sempre em textos, nunca em notinhas) de criticar, condenar e atacar de forma sistemática e regular o neopentecostalismo, sua notinha mostra que se a TMI é um grande câncer de liberalismo teológico entre calvinistas, ele usará uma aspirina para fazer o “combate”! É só usará uma ou duas vezes!
Já no caso do neopentecostalismo, que é visto pelas esquerdas seculares e evangélicas como a principal resistência à expansão das metas socialistas na sociedade brasileira, nada de ataque de aspirina. O ataque tem de ser com ferro e fogo, todo dia, toda semana, todo ano.
Só citei Vargens porque ele é considerado referência teológica indiscutível entre certos teólogos da IPB, inclusive Augustus Nicodemus.
Mas a maior referência teológica da IPB ainda está para nascer: será um homem que ataque o liberalismo teológico da TMI com ferro e fogo, todo dia, toda semana, todo ano. Será um homem de coragem que exortará as igrejas da IPB a cancelarem suas assinaturas coletivas da Ultimato e, em vez disso, usarem suas escolas dominicais para desfazerem décadas de lavagem cerebral da TMI.
Corajoso não é o teólogo que incha o peito para atacar os costumes do vizinho (no caso, o neopentecostalismo dos neopentecostais). Corajoso é o pastor da IPB que, dentro de seu próprio quintal, chega até Longuini, Barro e outros reverendos e diz: “Por que você está promovendo o liberalismo teológico da TMI no nosso meio? Você não sabe que isso é pecado? Você não vê que a maior denominação presbiteriana (PCUSA) do mundo, depois de se tornar amante do esquerdismo, agora ordena pastores gays, promove o ‘casamento’ gay, apoia o aborto e faz boicotes contra Israel? Abraçar o esquerdismo dentro da igreja é abraçar a apostasia. Tire isso do seu meio ou saia do nosso meio!”
O problema da infiltração esquerdista nos meios presbiterianos é antigo.
De acordo com um amigo presbiteriano, antes de 1964 a biblioteca do Seminário Presbiteriano do Norte, em Recife, se tornara praticamente um centro de documentação marxista. Quando veio a revolução anticomunista, um policial que era presbiteriano foi correndo ao seminário para avisá-los de que o exército estava a caminho. Houve então uma correria tremenda de alunos e professores jogando os livros marxistas no rio Capibaribe, que corre em frente ao seminário, e assim se safaram de alguma medida de repressão dos militares.
Meu amigo diz que em 1962 ele participou de um seminário de evangélico marxistas ocorrido no Colégio Presbiteriano Agnes Erskine em Recife. O seminário foi conduzido por comunistas (tanto presbiterianos quanto não evangélicos). O diretor do colégio, que foi o primeiro brasileiro a ocupar tal posição, fora professor do Colégio Presbiteriano Quinze de Novembro, cujo irmão era líder comunista.
Quando ocorreu a Revolução de 1964, uma filha desse professor se auto exilou em Genebra, a capital mundial do calvinismo, onde encontrou um ambiente claramente marxista entre os calvinistas suíços e todo um grupo de evangélicos marxistas vindos do Brasil e de outros países latino-americanos para se refugiarem. De acordo com meu amigo presbiteriano, durante o governo militar do Brasil Genebra tornara-se um grande centro de evangélicos marxistas.
A ameaça marxista continua presente, nos mesmos meios, embora mais sutil e cínica, conforme denunciei no meu artigo: “A maior ameaça à Igreja Evangélica do Brasil.”
 Os teólogos da IPB precisam parar de combater o liberalismo teológico com aspirina e lencinho, pois o problema é grave e merece muito mais do que notinhas. Depois de ser embalada durante décadas na IPB, a TMI está se espalhando no Brasil inteiro, conforme as denúncias dos últimos meses:
É hora da IPB colocar a aspirina e o lencinho de lado e armar-se de canhão de cano grosso para combater o liberalismo teológico com ferro e fogo, todo dia, toda semana, todo ano.
Leitura recomendada:
O feitiço do sucesso: Rev. Marcos Amaral, IPB, Globo e ONU

ADENDO ADHT:
Veja os comentários de uma estudante cristã da EAD, de Londrina-PR:
jamais podemos renunciar nossos princípios cristãos, para se aliar a partidos esquerdistas, porque a ideologia deles são baseadas em ateus....Jamais aceitarei o marxismo/socialismo/comunismo no Brasil... Temos que combater e fazer o possível para nos livrar deles....  O que eu não me coformo é ver muitos pastores aliados com estes marxista através da teologia da missão integral.  Eu estou fazendo teologia pela Faculdade Teologica Sulamericana EAD,  da cidade de Londrina, e não consigo terminar, nem ler seus textos mais, porque é tudo baseado na teologia da missão integral, que decepção...  Mas muito obrigada por esta mensagem... Vou compartilhar no FB e twitter... Deus abençoe o Senhor e sua família... E vamos combater este mal,Deus não irá requerer o sangue desta geração das nossas mãos.... Deus nos livre deles #Fora Dilma e leva o PT com vc. Aqui na cidade onde moro,infelizmente a prefeita é petista também, mas estou alegre porque muitos na cidade estão protestando contra a administração, assim acordando o povo contra o PT Nacional também... Deus seja louvado!

terça-feira, 1 de abril de 2014

Congresso Internacional da Teologia da Missão Integral e a IPB

1 de abril de 2014


Congresso Internacional da Teologia da Missão Integral e a IPB

A IPB deveria ser omissa com seus líderes que promovem o liberalismo teológico?

Julio Severo
Sob a coordenação do Rev. Jorge Henrique Barro, será realizado o Congresso Internacional de Missão Integral, de 8 a 10 de agosto de 2014, na Faculdade Teológica Sul Americana em Londrina no Paraná.
De forma diferente do que vem ocorrendo nos últimos meses, em que grandes congressos da Teologia da Missão Integral destacam um dos seus mais proeminentes “apóstolos” nacionais, o evento internacional trará um dos dinossauros dessa teologia liberal: o Rev. C. René Padilla.
Padilla, que foi um dos pioneiros da Teologia da Missão Integral (TMI) na América Latina, enfrentou oposição logo no início, na década de 1960, quando sua teologia foi identificada como o que é: marxista.
Dois dos proeminentes apóstolos da TMI no Brasil, Ed Rene Kivitz e Ricardo Gondim, reconhecem que os esforços de TMI de Padilla e outros no Congresso Lausanne de Evangelização Mundial e no Congresso Latino-Americano de Evangelização foram obstruídos por Peter Wagner e outros.
Gondim também se queixa repetidamente de que a Teologia da Missão Integral teve seu avanço detido por conservadores no Congresso Lausanne de Evangelização Mundial (Manila, 1989). Ed Rene Kivitz, companheiro teológico de Gondim, já havia apontado Peter Wagner como líder da oposição conservadora. A atuação de Wagner, hoje líder do movimento apostólico mundial, exemplifica o potencial neopentecostal para deter o avanço esquerdista nas igrejas. Na dissertação de Gondim (p. 53), o erro de Wagner era “propor guerra espiritual como solução para os problemas sociais” — uma solução tipicamente neopentecostal, em contraste com a solução esquerdista de revoluções políticas.
Ecoando queixa do Rev. Luiz Longuini, da IPB, Gondim afirma que Peter Wagner já vinha frustrando os progressistas há anos. Em 1969, ao participar do CLADE (Congresso Latino-Americano de Evangelização), Wagner distribuiu seu livro que afirmava que a missão da igreja é priorizar a salvação pessoal e destacava a teologia esquerdista como perniciosa (p. 105).
A salvação, em seu termo original, inclui o resgate espiritual e também emocional e físico. Os progressistas interpretam essa amplitude da salvação como pretexto para intervenções políticas, como se o Reino de Deus fosse apenas “comida, bebida” (Romanos 14:17) e assistência social do governo. Em contraste, Wagner interpretava que a igreja deve pregar e demonstrar o Evangelho do Reino de Deus, inclusive utilizando a autoridade de Jesus para curar enfermos e expulsar demônios. É uma demonstração em sintonia com os milagres que seguem os que creem (Marcos 16:16). Mas a demonstração do evangelho, para os progressistas, se limita apenas à ação social muitas vezes em parceria com políticas e governos socialistas. Nada mais.
Qualquer rejeição a esse tipo de ação social como intrinsecamente unido ao Evangelho recebe o rótulo de “fundamentalismo”. Na dissertação de Gondim, nem Billy Graham escapa desse rótulo, porque o mais famoso evangelista do mundo se recusava a dar apoio e dinheiro para os grupos evangélicos progressistas da América Latina. A recusa de Graham lhe deu uma imagem negativa entre os adeptos da Teologia da Missão Integral. Em contraste, Gondim não poupa elogios à Teologia da Libertação e ao Evangelho Social dos EUA e reconhece que o maior obstáculo para o avanço da Teologia da Missão Integral foi “um fenômeno religioso com grande apelo popular, o neopentecostalismo” (p. 135).
De acordo com apuração do meu livro, simultaneamente a promoção da TMI e o combate ao neopentecostalismo tem origem principal entre setores calvinistas radicais. Esse grave problema foi detalhadamente identificado em meu artigo recente “A maior ameaça à Igreja Evangélica do Brasil.”
Jorge Henrique Barro, pastor da IPB
O Rev. Jorge Henrique Barro, pastor da IPB (Igreja Presbiteriana do Brasil) e principal responsável pelo Congresso Internacional de Missão Integral, é vice-presidente da Fraternidade Teológica Latino Americana, onde Padilla e sua teologia marxista têm enorme influência. Além disso, Barro é um dos fundadores da Faculdade Teológica Sul Americana de Londrina, onde será realizado o Congresso Internacional de Missão Integral.
Barro é autor do livro “Uma igreja sem propósitos,” que, segundo o GospelMais, recebeu elogios de Ricardo Gondim e Júlio Paulo Tavarez Zabatiero.
Gondim é antigo “apóstolo” da TMI e se tornou tão radical que perdeu sua posição de colunista na revista esquerdista Ultimato. Ele se tornou avançado demais, com seu apoio ao “casamento” gay, para seus companheiros de caminhada esquerdista. Zabatiero é companheiro de Padilla e ligado à Fraternidade Teológica Latino-Americana.
Zabatiero é muitas vezes identificado erroneamente como defensor da TMI, mas suas ligações reais são com a tropa de choque da marxista Teologia da Libertação. Em 1996, ele publicou seu livro “Miquéias: voz dos sem-terra,” lançado conjuntamente pela Editora Vozes e pela Editora Sinodal.
A Editora Vozes, que é católica, já teve, de 1970 a 1985, Leonardo Boff como membro do conselho editorial. No período, Boff publicou obras da Teologia da Libertação e seus próprios livros sobre essa teologia marxista saíram pela Vozes. Hoje, Boff é professor visitante de Harvard, que outrora era uma universidade que formava pastores calvinistas, e agora promove a Teologia da Libertação e muitas outras apostasias. (Suspeito que se Harvard tivesse sido originalmente neopentecostal, a esquerda apologética calvinista não perderia a oportunidade de usar esse detalhe em seu arsenal antineopentecostal.)
A Editora Sinodal pertence à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), denominação liberal que tem laços estreitos com o Conselho Mundial de Igrejas. A Sinodal publica vários livros sobre a Teologia da Libertação, inclusive “Perspectivas da teologia da libertação: impasses e novos rumos num contexto de globalização,” cujo autor é Walter Altmann, que já foi presidente da IECLB e é hoje moderador do Conselho Mundial de Igrejas.
Pelo menos, diferente de muitos líderes que abraçam a TMI fingindo que é melhor do que a Teologia da Libertação, Altmann abraça a raiz do mal, conforme denunciou o Dr. Mark Tookey em seu artigo “Ressuscitando a Teologia da Libertação.” Como líder luterano ecumênico internacional, Altmann não tem medo de promover abertamente a Teologia da Libertação. Os mais medrosos, ou cínicos ou cegos, promovem a TMI.
A Fraternidade Teológica Latino-Americana (FTL) tem laços estreitos com a liberal IECLB. Dois anos atrás, a FTL realizou, no acampamento da Mocidade para Cristo nos arredores de Belo Horizonte, um encontro nacional com 100 participantes. O encontro teve palestrantes de longa caminhada na FTL, como Ariovaldo Ramos, Julio Zabatiero, Ricardo Barbosa e Jorge Henrique Barro, todos presbiterianos, com exceção de Ariovaldo, que, embora não seja presbiteriano declarado, tem uma história muito ligada a eles.
Ariovaldo e sua TMI têm tido portas abertas em grandes igrejas da IPB, inclusive dando aulas, desde a gestão do chanceler Augustus Nicodemus, na sua maior instituição, a Universidade Presbiteriana Mackenzie, talvez porque seu maior mentor e pai espiritual tivesse sido Caio Fábio, nos tempos em que ele era a maior estrela da IPB.
Ariovaldo Ramos no Mackenzie
Caio era o maior propagador da ideologia da TMI, na sua teoria e prática, dentro e fora da IPB. Na teoria: uma pregação matreira a favor dos pobres. Na prática: aproximação dos evangélicos de Lula e seu esquerdismo mediante o discurso de ajuda aos pobres. Resultado: Brasil evangélico embarcado no furacão socialista.
Caio deixou como seu sucessor Ariovaldo, seu “filho” quase presbiteriano. Na teoria, Ariovaldo tem semelhante discurso meloso de ajuda aos pobres. Na prática, esforços de aliança com a esquerda, sempre apoiando Lula, Dilma Rousseff e Hugo Chávez, chegando ao ponto absurdo de dizer que porque o ditador venezuelano passou por aqui, o mundo ficou melhor.
A teoria e prática da TMI, como exemplificada por Ariovaldo, é uma versão mal disfarçada da maligna Teologia da Libertação de Walter Altmann e outros.
É cercado de pastores da IPB dedicados à TMI, inclusive o Rev. Luiz Longuini, que o Rev. Jorge Henrique Barro faz exatamente o que eles fazem. A promoção da TMI na IPB tem ocorrido há décadas, conforme denuncia meu livro “Teologia da Libertação X Teologia da Prosperidade.” Já na década de 1950, um missionário presbiteriano americano, que dava aulas de teologia no maior seminário teológico da IPB, infectou toda uma geração de pastores presbiterianos. Eventualmente, ele foi removido de suas funções, depois de ter passado quase uma década inteira contaminando estudantes de teologia (que depois se tornaram pastores e teólogos presbiterianos) com a TMI. Tudo isso e muito mais está registrado no meu livro.
Há também o caso escandaloso da Ultimato, revista da linha da TMI há décadas promovida entre igrejas da IPB como forma de combater o neopentecostalismo — e ao mesmo tempo avançar a ideologia da TMI.
O questionamento natural é: se a TMI tem um histórico tão antigo e profundo na IPB, por que a IPB não assume sua responsabilidade moral nesse grave problema nacional e adota medidas vigorosas para extirpar o câncer desse liberalismo teológico de seu meio?
É tão difícil assim para a IPB ver o futuro de uma igreja embriagada de TMI? Para alegria parcial dos calvinistas cessacionistas, não é preciso ter grandes dons de profecia para enxergar o futuro de uma igreja que se prostitui com liberalismo e esquerdismo. A maior denominação presbiteriana (PCUSA) do mundo, depois de décadas se embriagando de esquerdismo e liberalismo, hoje ordena pastores gays, promove o ‘casamento’ gay, apoia o aborto e faz boicotes contra Israel. Virou uma grande prostituta.
Já que o liberalismo teológico é um problema grave nos meios presbiterianos, por que a IPB não adota a vanguarda da luta contra a TMI? Afinal, muitos teólogos e pastores da IPB têm adotado uma vanguarda contra o neopentecostalismo, sendo que esse movimento é considerado, por todos os “apóstolos” da TMI, com o principal obstáculo para o grave liberalismo teológico que a TMI representa.
Tudo o que o meio calvinista tem conseguido esboçar contra a TMI são arrotos vagos. A Universidade Presbiteriana Mackenzie, que é a coroa da IPB, tenta aparentar um conservadorismo e contrariedade ao liberalismo teológico, mas na prática, seu espaço está muito bem ocupado pela TMI, conforme denúncias públicas:
Outros calvinistas, amigos do Mackenzie, não conseguem se sair melhor na “luta” contra a TMI. Recentemente, Renato Vargens, que é pastor calvinista no reduto calvinista de Niterói, “criticou” a TMI, sem dar nomes a nenhum dos bois e vacas. O título de seu ataque é: “Uma pequena nota sobre a Teologia da Missão Integral.” Ora, uma nota já é pequena. Adicionar “pequena” só reduz o que já é pequeno. Para quem, como Vargens, tem o hábito (sempre em textos, nunca em notinhas) de criticar, condenar e atacar de forma sistemática e regular o neopentecostalismo, sua notinha mostra que se a TMI é um grande câncer de liberalismo teológico entre calvinistas, ele usará uma aspirina para fazer o “combate”! É só usará uma ou duas vezes!
Já no caso do neopentecostalismo, que é visto pelas esquerdas seculares e evangélicas como a principal resistência à expansão das metas socialistas na sociedade brasileira, nada de ataque de aspirina. O ataque tem de ser com ferro e fogo, todo dia, toda semana, todo ano.
Só citei Vargens porque ele é considerado referência teológica indiscutível entre certos teólogos da IPB, inclusive Augustus Nicodemus.
Mas a maior referência teológica da IPB ainda está para nascer: será um homem que ataque o liberalismo teológico da TMI com ferro e fogo, todo dia, toda semana, todo ano. Será um homem de coragem que exortará as igrejas da IPB a cancelarem suas assinaturas coletivas da Ultimato e, em vez disso, usarem suas escolas dominicais para desfazerem décadas de lavagem cerebral da TMI.
Corajoso não é o teólogo que incha o peito para atacar os costumes do vizinho (no caso, o neopentecostalismo dos neopentecostais). Corajoso é o pastor da IPB que, dentro de seu próprio quintal, chega até Longuini, Barro e outros reverendos e diz: “Por que você está promovendo o liberalismo teológico da TMI no nosso meio? Você não sabe que isso é pecado? Você não vê que a maior denominação presbiteriana (PCUSA) do mundo, depois de se tornar amante do esquerdismo, agora ordena pastores gays, promove o ‘casamento’ gay, apoia o aborto e faz boicotes contra Israel? Abraçar o esquerdismo dentro da igreja é abraçar a apostasia. Tire isso do seu meio ou saia do nosso meio!”
O problema da infiltração esquerdista nos meios presbiterianos é antigo.
De acordo com um amigo presbiteriano, antes de 1964 a biblioteca do Seminário Presbiteriano do Norte, em Recife, se tornara praticamente um centro de documentação marxista. Quando veio a revolução anticomunista, um policial que era presbiteriano foi correndo ao seminário para avisá-los de que o exército estava a caminho. Houve então uma correria tremenda de alunos e professores jogando os livros marxistas no rio Capibaribe, que corre em frente ao seminário, e assim se safaram de alguma medida de repressão dos militares.
Meu amigo diz que em 1962 ele participou de um seminário de evangélico marxistas ocorrido no Colégio Presbiteriano Agnes Erskine em Recife. O seminário foi conduzido por comunistas (tanto presbiterianos quanto não evangélicos). O diretor do colégio, que foi o primeiro brasileiro a ocupar tal posição, fora professor do Colégio Presbiteriano Quinze de Novembro, cujo irmão era líder comunista.
Quando ocorreu a Revolução de 1964, uma filha desse professor se auto exilou em Genebra, a capital mundial do calvinismo, onde encontrou um ambiente claramente marxista entre os calvinistas suíços e todo um grupo de evangélicos marxistas vindos do Brasil e de outros países latino-americanos para se refugiarem. De acordo com meu amigo presbiteriano, durante o governo militar do Brasil Genebra tornara-se um grande centro de evangélicos marxistas.
A ameaça marxista continua presente, nos mesmos meios, embora mais sutil e cínica, conforme denunciei no meu artigo: “A maior ameaça à Igreja Evangélica do Brasil.”
 Os teólogos da IPB precisam parar de combater o liberalismo teológico com aspirina e lencinho, pois o problema é grave e merece muito mais do que notinhas. Depois de ser embalada durante décadas na IPB, a TMI está se espalhando no Brasil inteiro, conforme as denúncias dos últimos meses:
É hora da IPB colocar a aspirina e o lencinho de lado e armar-se de canhão de cano grosso para combater o liberalismo teológico com ferro e fogo, todo dia, toda semana, todo ano.
Leitura recomendada:

domingo, 16 de março de 2014

OLHA O PERIGO: 'PT se aproxima de igrejas históricas e prega reconciliação (de novo!)'

16 de março de 2014



PT se aproxima de igrejas históricas e prega reconciliação (de novo!)

Gilberto Carvalho, que havia prometido disputa ideológica com televangelistas neopentecostais para expandir metas socialistas no Brasil, se reúne com líderes de igrejas protestantes históricas

Julio Severo
Em 2012 durante sua participação no Fórum Social de Porto Alegre, o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, falou em uma disputa ideológica com os televangelistas neopentecostais pela classe C da população brasileira.
Na época sua fala foi duramente criticada pelo senador Magno Malta e durante encontro com a bancada evangélica o ministro alegou que suas palavras foram “mal interpretadas.” Apesar de culpar a imprensa, Gilberto Carvalho negou-se a assinar um documento para confirmar que ele não atacou os televangelistas e sua influência no público da classe C.
Entretanto, incapaz de estabelecer um relacionamento mais sólido com esses televangelistas, na última quinta-feira (13 de março de 2014) Carvalho comandou uma reunião do governo do PT com líderes das igrejas históricas do Brasil. De acordo com o site oficial da Secretaria-Geral da Presidência da República via GospelPrime, participaram da reunião líderes da Igreja Evangélica Luterana do Brasil, Igreja Presbiteriana do Brasil, Igreja Metodista do Brasil, Igreja Presbiteriana Independente, Convenção Batista Nacional, Exército da Salvação, Igreja Presbiteriana Unida, Associação de Missões Transculturais do Brasil e da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE).
“Queremos estimular diálogos e parcerias. Queremos que as igrejas, sem se partidarizar, possam ser uma voz mais ouvidas, e que assim sejam estimuladas a ampliar sua ação em benefício do nosso povo”, afirmou Carvalho.
Não é a primeira vez que Carvalho participa de uma reunião sobre parceria com igrejas históricas e prega reconciliação. Em 28 de fevereiro de 2013, ele se reuniu com Ariovaldo Ramos, juntamente com 70 líderes evangélicos da Aliança Evangélica, especialmente de igrejas protestantes históricas. No evento, realizado na Igreja Presbiteriana de Brasília, Ariovaldo disse: “Vamos apoiar as ações do Governo que favorecem o pequeno, o pobre… Queremos ser um instrumento de parceria.”
Depois dessa parceria com Ariovaldo e a Aliança Evangélica, não houve registro desses líderes cobrando do governo do PT suas campanhas obsessivas em prol do aborto e da agenda gay. Pelo contrário, a grande pressão contra essas campanhas veio exatamente de Silas Malafaia, Marco Feliciano e televangelistas neopentecostais, que são a grande preocupação de Carvalho.
O que se viu foi Ariovaldo, juntamente com muitos desses líderes protestantes tradicionais, assinando um manifesto contra a nomeação de Feliciano à presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Por coincidência, o manifesto protestante contra Feliciano estava alinhado com os desejos de Carvalho, do governo do PT e de todas as esquerdas brasileiras.
Se tal parceria entre governo do PT e igrejas históricas significa oposição esquerdista estridente a pastores contra o aborto e a agenda gay, o manifesto de Ariovaldo foi um sucesso.
De acordo com o tabloide sensacionalista Genizah, o encontro recente com Carvalho ocorreu no seguimento da realização do evento da ANAJURE — onde o palestrante de destaque, Thomas Schirrmacher, se destacou igualmente por ter sido palestrante na Conferência “Christ at the Checkpoint.” Schirrmacher alegou que a conferência é sobre “reconciliação” entre israelenses e palestinos, mas o próprio governo de Israel emitiu comunicado público dizendo que a Conferência “Christ at the Checkpoint” instiga ódio a Israel.
 Com a maioria das igrejas evangélicas do Brasil sendo pentecostais e neopentecostais, o que a ANAJURE espera unindo, como já faz Ariovaldo e sua Aliança Evangélica, os protestantes tradicionais em “conversações” com Carvalho?
As igrejas históricas parecem não representar preocupação para Carvalho. Em dezembro de 2013, o CONIC, que é o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs, publicou um manifesto pedindo a aprovação do PLC 122. Em março do mesmo ano, o CONIC repudiou publicamente a nomeação de Marco Feliciano à Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Fazem parte do CONIC a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e a Igreja Presbiteriana Unida — todas com alinhamento esquerdista.
O grosso da oposição evangélica a Feliciano veio exatamente das igrejas protestantes históricas mais alinhadas com a esquerda.
A reportagem do GospelPrime disse que a motivação dos pastores tradicionais da reunião recente com Carvalho foi tratar sobre assuntos como o Plano Nacional de Educação e ideologia de gênero. Mas os próprios leitores do GospelMais não se convenceram dessa motivação. Alguns deles comentaram:
“O pastor que compareceu a essa reunião é na verdade pastor de bodes e não de ovelhas.”
“Pastores ouvindo pregação do PT. A que ponto chegamos! De influenciadores a influenciados!”
“Infelizmente, esses ‘líderes’ religiosos estão mais a fim de aparecerem na mídia do que representarem o verdadeiro Evangelho.”
Um ex-pastor luterano desabafou:
“Como é que líderes que se dizem cristãos se dignam a conversar com uma corja dessas? Esses caras não tem de ser ouvidos e nem seus discursos levados em consideração. Não tem de haver conciliação com quem apóia ditadores genocida como Nicolás Maduro ou Fidel Castro. Esses caras tem de ouvir a dura lei, que os condena, até quando(e se) vierem a se arrepender, não adianta querer negociar nada, seja educação ou o escambau, como a matéria sugere. E ainda tem gente que me critica por eu ter abandonado as denominações. Como posso permanecer em uma instituição que se presta a um papel desses? A que esses líderes vão desejar submeter-se e a aos membros também, depois de ouvir o ‘discurso conciliatório’ do PT?”
Em que consistirá a nova parceria de Carvalho com as igrejas históricas? O tempo dirá. Mas o que o passado já disse é que alguns deles, no embate entre a esquerda e Feliciano, prefeririam se unir à oposição levantada pelo PT e outros socialistas.
Se o PT precisar de ajuda contra os televangelistas que estão mantendo a classe C fora do alcance da onipresente doutrinação socialista pró-aborto e pró-sodomia do governo, não estranhe novos manifestos “evangélicos” contra Malafaias, Felicianos e outros.
Com informações do GospelPrime.
Leitura recomendada:
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