COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sexta-feira, 10 de maio de 2013

URGENTE: Deputados Gays ARMAM nova MARACUTÁIA : Pedem ao Presidente da Câmara para retirar projetos sobre Homossexualidade da CDHM


Deputados pedem ao presidente da Câmara retirada de projetos ligados à homossexualidade da Comissão de Direitos Humanos; Feliciano diz tratar-se de “jogo político”

ADENDO ADHT:  Caros irmãos e amigos, vamos escrever, urgentemente para o Dep. Federal Henrique Eduardo Alves, Presidente da Câmara Federal para que não retire nenhum Projeto de Lei reference á homossexualidade da CDHM pois é esta Comissão de Direitos Humanos que deve analizar estes projetos. Isto é um jogo "sujo" dos Deputados gayzistas Jean Wyllys(PSOL/RJ), Érika Kokay(PT/DF), Chico Alencar (PSOL/RJ) e Domingos Dutra (PT/MA). Veja que todos eles são alinhados ao PT sendo os mais fortes nesta legislatura. Envie um email e telefone para estes deputados se postando contra o posicionamento deles e escreva um email especialmente ao Presidente da Câmara acima, identificado, solicitando que mantenha todos os Projetos de Leis que estão com a CDHM para serem analizados e aprovados ou "não" pela comissão do CDHM. O email e telefones deles podem ser encontrados no link: http://defesa-hetero.blogspot.com.br/2012/07/relacao-de-emails-de-senadores.html#.UY07U7WsiSo
Obrigado, Rev. Alberto Thieme
Publicado por Tiago Chagas em 9 de maio de 2013 
Deputados pedem ao presidente da Câmara retirada de projetos ligados à homossexualidade da Comissão de Direitos Humanos; Feliciano diz tratar-se de “jogo político”
Após o cancelamento da sessão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) que discutiria os projetos de “cura gay” e “heterofobia”, parlamentares do grupo oposicionista a Marco Feliciano (PSC-SP) enviaram documento ao presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), solicitando que temas ligados à homossexualidade não sejam debatidos na comissão.
“Pedimos para que sejam retirados de pauta esses projetos dentro de uma comissão na qual não tem condições de ter uma discussão democrática e isenta. Ele [Alves] disse que analisaria o recurso e se posicionaria a respeito. Nós achamos que deverá ser até a próxima semana”, disse a deputada Erika Kokay (PT-DF), em entrevista ao Uol.
Kokay e os deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ), Domingos Dutra (PT-MA), Chico Alencar (PSOL-RJ) e Marina Santanna (PT-GO) disseram no documento entregado ao presidente da Câmara que, a aprovação ou a rejeição de matérias pela CDHM “representa um grave atentado aos direitos humanos, podendo, inclusive, estimular o ódio entre grupos religiosos e alimentar disputas que ameaçam a paz na sociedade”, cabendo à direção da Câmara “interceder para conter o discurso de ódio e de exclusão contra negros, homossexuais, mulheres e praticantes de outras religiões”.
O pastor Marco Feliciano, acusado de racismo e homofobia, rebateu o argumento dos deputados da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos (FPDDH) dizendo que não foi ele quem levou os projetos de “cura gay” e “heterofobia” para a CDHM.
“Não fui eu quem trouxe o projeto para a CDHM. Existe um jogo político. Estava na Comissão de Seguridade Social, quando viram que ia perder, trouxeram para cá. Aqui era o reduto deles, e de repente veio para outro partido”, afirmou o pastor à reportagem da Folha de S. Paulo.
Apesar do adiamento da sessão que discutirá os projetos, Feliciano prometeu que não irá recuar: “Não posso engavetar projeto. Seria covardia se fizesse isso. A comissão tem que trabalhar, não tem nada na comissão, não posso só ficar fazendo audiência pública. Esses projetos precisam ser analisados”, definiu o pastor.
Entre os projetos polêmicos que os deputados da FPDDH querem que sejam retirados da CDHM estão a proposta de plebiscito para a legalização do casamento gay, além da lei que pretende estender a homossexuais e idosos, as penas impostas a quem tem atitudes discriminatórias e/ou racistas.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

quarta-feira, 24 de abril de 2013

JEAN WYLLYS SE DÁ MAL: Presidente da Câmara responde ao STF que foi legal a eleição de Feliciano

24/04/2013 - 16h04

Em resposta ao STF, Henrique Alves considera legal reunião que elegeu Feliciano

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, negou, em resposta ao Supremo Tribunal Federal (STF), que tenha havido qualquer ilegalidade na eleição do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos e Minorias, em 7 de março.
Henrique Alves respondeu, no último dia 18, a mandado de segurança impetrado no STF por diversos deputados ligados às causas dos direitos humanos, entre eles Jean Wyllys (Psol-RJ) e Domingos Dutra (PT-MA). O relator do caso é o ministro Luiz Fux.
Os parlamentares questionaram o porquê de a reunião de eleição de Feliciano ter sido fechada ao público, por decisão do presidente da Câmara. Segundo os deputados, a decisão foi inconstitucional.
Henrique Alves, no entanto, explicou que não houve inconstitucionalidade em sua decisão, por ter sido tomada no âmbito do Congresso Nacional, com base na interpretação de matéria regimental, imune ao controle judicial. Também não houve, segundo o presidente, antirregimentalidade. Conforme lembrou, é dever do presidente da Câmara assegurar os meios e as condições necessárias ao pleno funcionamento das comissões.
Inicialmente, a eleição da Comissão de Direitos Humanos havia sido marcada para 6 de março, mas foi suspensa após manifestações contra Feliciano em uma reunião tensa. O deputado é acusado de racismo e homofobia.
“A presidência marcou a nova reunião com a presença exclusiva dos eleitores, que são os parlamentares. Afinal, em razão do barulho e do excessivo número de presentes na reunião anterior, presumir-se-ia que o mesmo quadro de impossibilidade física em se conduzir os trabalhos provavelmente se repetiria”, afirmou Henrique Eduardo Alves no documento enviado ao STF. “Agir de maneira distinta seria inviabilizar a eleição do presidente da comissão", completou.
Reportagem - Noéli Nobre
Edição - Rachel Librelon


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