COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

PARADA GAY VISTA PELA 'REVISTA VEJA' de 14-11-2012


 ”Parada gay, cabra e espinafre”, por J.R. Guzzo, revista Veja.


Já deveria ter ficado para trás no Brasil a época em que ser homossexual era um problema. Não é mais o problema que era. com certeza, mas a verdade é que todo o esforço feito há anos para reduzir o homossexualismo a sua verdadeira natureza – uma questão estritamente pessoal – não vem tendo o sucesso esperado. Na vida política, e só para ficar num caso recente, a rejeição ao homossexualismo pela maioria do eleitorado continua sendo considerada um valor decisivo nas campanhas eleitorais. Ainda agora, na eleição municipal de São Paulo, houve muito ruído em torno do infeliz “kit gay” que o Ministério da Educação inventou e logo desinventou, tempos atrás, para sugerir aos estudantes que a atração afetiva por pessoas do mesmo sexo é a coisa mais natural do mundo. Não deu certo, no caso, porque o ex-ministro Fernando Haddad, o homem associado ao “kit”, acabou ganhando – assim como não tinha dado certo na eleição * anterior, quando a candidata Marta Suplicy (curiosamente, uma das campeãs da “causa gay” no país) fez insinuações agressivas quanto à masculinidade do seu adversário Gilberto Kassab e foi derrotada por ele. Mas aí é que está: apesar de sua aparente ineficácia como caça-votos, dizer que alguém é gay, ou apenas pró-gay. ainda é uma “acusação”. Pode equivaler a um insulto grave – e provocar uma denúncia por injúria, crime previsto no artigo 140 do Código Penal Brasileiro. Nos cultos religiosos, o homossexualismo continua sendo denunciado como infração gravíssima. Para a maioria das famílias brasileiras, ter filhos ou filhas gay é um desastre – não do tamanho que já foi, mas um drama do mesmo jeito.
Por que o empenho para eliminar a antipatia social em torno do homossexualismo rateia tanto assim? O mais provável é que esteja sendo aplicada aqui a Lei das Consequências Indesejadas, segundo a qual ações feitas em busca de um determinado objetivo podem produzir resultados que ninguém queria obter, nem imaginava que pudessem ser obtidos. É a velha história do Projeto Apollo. Foi feito para levar o homem à Lua; acabou levando à descoberta da frigideira Tefal. A Lei das Consequências Indesejadas pode ser do bem ou do mal. É do bem quando os tais resultados que ninguém esperava são coisas boas. como aconteceu no Projeto Apollo: o objetivo de colocar o homem na Lua foi alcançado – e ainda rendeu uma bela frigideira, além de conduzir a um monte de outras invenções provavelmente mais úteis que a própria viagem até lá. É do mal quando os efeitos não previstos são o contrário daquilo que se pretendia obter. No caso das atuais cruzadas em favor do estilo de vida gay, parece estar acontecendo mais o mal do que o bem. Em vez de gerar a paz, todo esse movimento ajuda a manter viva a animosidade: divide, quando deveria unir. O kit gay, por exemplo, pretendia ser um convite à harmonia – mas acabou ficando com toda a cara de ser um incentivo ao homossexualismo, e só gerou reprovação. O fato é que, de tanto insistirem que os homossexuais devem ser tratados como uma categoria diferente de cidadãos, merecedora de mais e mais direitos, ou como uma espécie ameaçada, a ser protegida por uma coleção cada vez maior de leis. os patronos da causa gay tropeçam frequentemente na lógica- e se afastam, com isso. do seu objetivo central.
O primeiro problema sério quando se fala em “comunidade gay”é que a “comunidade gay” não existe – e também não existem, em consequência, o “movimento gay” ou suas “lideranças”. Como o restante da humanidade, os homossexuais, antes de qualquer outra coisa, são indivíduos. Têm opiniões, valores e personalidades diferentes. Adotam posições opostas em política, religião ou questões éticas. Votam em candidatos que se opõem. Podem ser a favor ou contra a pena de morte, as pesquisas com células-tronco ou a legalização do suicídio assistido. Aprovam ou desaprovam greves, o voto obrigatório ou o novo Código Florestal – e por aí se vai. Então por que, sendo tão distintos entre si próprios, deveriam ser tratados como um bloco só? Na verdade, a única coisa que têm em comum são suas preferências sexuais – mas isso não é suficiente para transformá-los num conjunto isolado na sociedade, da mesma forma como não vem ao caso falar em “comunidade heterossexual” para agrupar os indivíduos que preferem se unir a pessoas do sexo oposto. A tendência a olharem para si mesmos como uma classe à parte, na verdade, vai na direção exatamente contrária à sua principal aspiração – a de serem cidadãos idênticos a todos os demais.
Outra tentativa de considerar os gays como um grupo de pessoas especiais é a postura de seus porta-vozes quanto ao problema da violência. Imaginam-se mais vitimados pelo crime do que o resto da população; já se ouviu falar em “holocausto” para descrever a sua situação. Pelos últimos números disponíveis, entre 250 e 300 homossexuais foram assassinados em 2010 no Brasil. Mas. num país onde se cometem 50 000 homicídios por ano, parece claro que o problema não é a violência contra os gays; é a violência contra todos. Os homossexuais são vítimas de arrastões em prédios de apartamentos, sofrem sequestros-relâmpago, são assaltados nas ruas e podem ser monos com um tiro na cabeça se fizerem o gesto errado na hora do assalto – exatamente como ocorre a cada dia com os heterossexuais; o drama real, para todos, está no fato de viverem no Brasil. E as agressões gratuitas praticadas contra gays? Não há o menor sinal de que a imensa maioria da população aprove, e muito menos cometa, esses crimes; são fruto exclusivo da ação de delinquentes, não da sociedade brasileira.
Não há proveito algum para os homossexuais, igualmente, na facilidade cada vez maior com que se utiliza a palavra “homofobia”; em vez de significar apenas a raiva maligna diante do homossexualismo, como deveria, passou a designar com frequência tudo o que não agrada a entidades ou militantes da “causa gay”. Ainda no mês de junho, na última Parada Gay de São Paulo, os organizadores disseram que “4 milhões” de pessoas tinham participado da marcha – já o instituto de pesquisas Datafolha, utilizando técnicas específicas para esse tipo de medição, apurou que o comparecimento real foi de 270000 manifestantes, e que apenas 65000 fizeram o percurso do começo ao fim. A Folha de S.Paulo, que publicou a informação, foi chamada de “homofóbica”. Alegou-se que o número verdadeiro não poderia ter sido divulgado, para não “estimular o preconceito”- mas com isso só se estimula a mentira. Qualquer artigo na imprensa que critique o homossexualismo é considerado “homofóbico”; insiste-se que sua publicação não deve ser protegida pela liberdade de expressão, pois “pregar o ódio é crime”. Mas se alguém diz que não gosta de gays, ou algo parecido, não está praticando crime algum – a lei. afinal, não obriga nenhum cidadão a gostar de homossexuais, ou de espinafre, ou de seja lá o que for. Na verdade, não obriga ninguém a gostar de ninguém; apenas exige que todos respeitem os direitos de todos.
Há mais prejuízo que lucro, também, nas campanhas contra preconceitos imaginários e por direitos duvidosos. Homossexuais se consideram discriminados, por exemplo, por não poder doar sangue. Mas a doação de sangue não é um direito ilimitado – também são proibidas de doar pessoas com mais de 65 anos ou que tenham uma história clínica de diabetes, hepatite ou cardiopatias. O mesmo acontece em relação ao casamento, um direito que tem limites muito claros. O primeiro deles é que o casamento, por lei, é a união entre um homem e uma mulher; não pode ser outra coisa. Pessoas do mesmo sexo podem viver livremente como casais, pelo tempo e nas condições que quiserem. Podem apresentar-se na sociedade como casados, celebrar bodas em público e manter uma vida matrimonial. Mas a sua ligação não é um casamento – não gera filhos, nem uma família, nem laços de parentesco. Há outros limites, bem óbvios. Um homem também não pode se casar com uma cabra, por exemplo; pode até ter uma relação estável com ela, mas não pode se casar. Não pode se casar com a própria mãe. ou com uma irmã. filha, ou neta, e vice-versa. Não poder se casar com uma menor de 16 anos sem autorização dos pais. e se fizer sexo com uma menor de 14 anos estará cometendo um crime. Ninguém, nem os gays, acha que qualquer proibição dessas é um preconceito. Que discriminação haveria contra eles. então, se o casamento tem restrições para todos? Argumenta-se que o casamento gay serviria para garantir direitos de herança – mas não parece claro como poderiam ser criadas garantias que já existem. Homossexuais podem perfeitamente doar em testamento 50% dos seus bens a quem quiserem. Tem de respeitar a “legítima”", que assegura a outra metade aos herdeiros naturais – mas essa obrigação é exatamente a mesma para qualquer cidadão brasileiro. Se não tiverem herdeiros protegidos pela “legítima”, poderão doar livremente 100% de seu patrimônio – ao parceiro, à Santa Casa de Misericórdia ou à Igreja do Evangelho Quadrangular. E daí?
A mais nociva de todas essas exigências, porém, é o esforço para transformar a “homofobia” em crime, conforme se discute atualmente no Congresso. Não há um único delito contra homossexuais que já não seja punido pela legislação penal existente hoje no Brasil. Como a invenção de um novo crime poderia aumentar a segurança dos gays, num país onde 90% dos homicídios nem sequer chegam a ser julgados? A “criminalização da homofobia”é uma postura primitiva do ponto de vista jurídico, aleijada na lógica e impossível de ser executada na prática. Um crime, antes de mais nada. tem de ser “tipificado” – ou seja, tem de ser descrito de forma absolutamente clara. Não existe “mais ou menos” no direito penal; ou se diz precisamente o que é um crime, ou não há crime. O artigo 121 do Código Penal, para citar um caso clássico, diz o que é um homicídio: “Matar alguém”. Como seria possível fazer algo parecido com a homofobia? Os principais defensores da “criminalização” já admitiram, por sinal, que pregar contra o homossexualismo nas igrejas não seria crime, para não baterem de frente com o princípio da liberdade religiosa. Dizem, apenas, que o delito estaria na promoção do “ódio”. Mas o que seria essa “”promoção”? E como descrever em lei, claramente, um sentimento como o ódio?
Os gays já percorreram um imenso caminho para se libertar da selvageria com que foram tratados durante séculos e obter, enfim, os mesmos direitos dos demais cidadãos. Na iluminadíssima Inglaterra de 1895, o escritor Oscar Wilde purgou dois anos de trabalhos forçados por ser homossexual; sua vida e sua carreira foram destruídas. Na França de 1963, o cantor e compositor Charles Trenet foi condenado a um ano de prisão, pelo mesmo motivo. Nada lhe valeu ser um dos maiores nomes da música popular francesa, autor de mais de 1 000 canções, muitas delas obras imortais como Douce France – uma espécie de segundo hino nacional de seu país. Wilde, Trenet e tantos outros foram homens de sorte – antes, na Europa do Renascimento, da cultura e da civilização, homossexuais iam direto para as fogueiras da Santa Madre Igreja. Essas barbaridades não foram eliminadas com paradas gay ou projetos de lei contra a homofobia, e sim pelo avanço natural das sociedades no caminho da liberdade. É por conta desse progresso que os homossexuais não precisam mais levar uma vida de terror, escondendo sua identidade para conseguir trabalho, prover o seu sustento e escapar às formas mais brutais de chantagem, discriminação e agressão. É por isso que se tomou possível aos gays, no Brasil e no mundo de hoje, realizar o que para muitos é a maior e mais legítima ambição: a de serem julgados por seus méritos individuais, seja qual for a atividade que exerçam, e não por suas opções em matéria de sexo.
Perder o essencial de vista, e iludir-se com o secundário, raramente é uma boa ideia.

O Ministério Público não quer que “Deus seja louvado”, mas que os ateus sejam atendidos.

27, novembro, 2012

Membro do Ministério Público deu prazo de 20 dias para o Banco Central retirar a expressão "Deus seja louvado" das notas de real.


Ives Gandra Martins, escrevendo para a seção Tendencias/Debates da Folha de S. Paulo, 26-11-2012, argumenta já no título do artigo “Estado laico não é Estado ateu”.
O eminente jurista faz voz comum com o constitucionalista Lenio Streck, que em artigo no “Consultor Jurídico” destrói todos os argumentos da pretensão de membro do Ministério Público que impôs ao Banco Central 20 dias para retirar das cédulas do real a expressão ‘Deus seja louvado’.”
“Tem-se confundido Estado laico com Estado ateu. Estado laico é aquele em que as instituições religiosas e políticas estão separadas, mas não é um Estado em que só quem não tem religião tem o direito de se manifestar. (…) só os que não acreditam no criador é que podem definir as regras de convivência, proibindo qualquer manifestação contrária ao seu ateísmo ou agnosticismo. Isto seria uma autêntica ditadura da minoria contra a vontade da esmagadora da maioria da população.”, declara o Dr. Ives Gandra.
Lembro aqui o que o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira escreveu para o Legionário em sua edição de n.º 363, 27 de agosto de 1939:
“Um dos traços distintivos da soberania de um povo é o direito que lhe assiste de se organizar internamente no plano político, social e econômico, conforme suas tradições e a índole de seus povos.”
Basta olhar para a história do Brasil para perceber que as tradições e a índole do povo brasileiro são católicas. É contra elas que se lança o ódio laicista e igualitário de nossos dias. Qual será o próximo passo?
Fonte: ANTI-KOMINTERN! http://www.pliniocorreadeoliveira.info/LEG%20390827_ANTIKOMINTERN.htm

terça-feira, 27 de novembro de 2012

'Porventura a fonte deita da mesma abertura água doce e água amargosa? Tiago 3:11


A boca suja do dono do Genizah (Parte 1)

27 de novembro de 2012

A boca suja do dono do Genizah (Parte 1)

Julio Severo
Primeiramente, peço desculpas aos leitores por publicar um comentário obsceno. Mas tenho de fazer isso para que todos vejam um dos tais blogs calvinistas “apologéticos” aparecendo no meu blog e expressando exatamente o que está no coração dele.
Palavras de Danilo de Danilo Fernandes:
Danilo Fernandes <danilo@genizahvirtual.com> deixou um novo comentário sobre a sua postagem “Renato Russo ou Ana Paula Valadão?”:
Julio Severo, Voce precisa parar de enfiar este cabo de vassoura no cú! Assume esta sua gayzisse latente, larga este broxa do Olavo de Carvalho e volta para aquele seu amor do seminário que comia o seu cú gostoso! Quem sabe voce acaba com esta fixacao com os gays. Vá evangeliza-los e não espezinha-los!
Postado por Danilo Fernandes no blog Julio Severo em sexta-feira, 23 novembro, 2012
Palavras da Bíblia:
“Linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós”. (Tito 2:8)
“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”. (Filipenses 4:8)
“E até importa que haja entre vós facções, para que os aprovados se tornem manifestos entre vós”. (I Coríntios 11:19)
Que harmonia há entre os palavrões de Danilo e o que a Bíblia ensina de modo tão claro sobre nosso comportamento e linguajar padrão do cristão? Numa tacada só, Danilo Fernandes me calunia, debocha e xinga, e ainda por cima dá publicidade à malícia e obscenidades de Caio Fábio, que originou a mentira de que (1) estudei em seminário, (2) de que eu tinha relacionamentos homossexuais no seminário.
A presteza em usar sua habilidade para a comunicação para vulgaridades, fofocas e calúnias é algo notável em Danilo.
Que ele dê graças a Deus por eu não escutar Renato Russo e outros, enchendo o coração de lixo e depois vomitando tudo em cima dos outros.
Mas também que ele se olhe no espelho da Palavra de Deus, e veja exatamente o que Jesus disse:
“O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal, porque da abundância do seu coração fala a boca.” (Lucas 6:45 ACF)
Olavo de Carvalho fala palavrões, mas ele não é evangélico. O dia em que ele realmente aceitar Jesus, tudo mudará, inclusive a boca dele.
Mas qual é a desculpa para Danilo ter um coração e boca tão sujos? Ele já é evangélico, gabando-se de ser calvinista. Suas atitudes e palavras deveriam envergonhar qualquer calvinista sério.
Se Danilo não estiver empenhado na desconstrução da apologética e na corrosão dos padrões de comportamento e linguagem dos cristãos, eu realmente não sei mais quem poderia estar — além, é claro, de seu próprio mestre.
A primeira e mais grave consequência desse rebaixamento sistemático da apologética cristã, promovido pelo tabloide Genizah e por seus parceiros e cúmplices, é a entrada de homens vulgares e sem nenhum compromisso real com o crescimento e amadurecimento da igreja evangélica no Brasil. E isso tem ocorrido de maneira gritante.
O fato do Genizah ter publicado tantos artigos de evangélicos progressistas que negam aberta ou discretamente doutrinas centrais da fé evangélica jamais pode ser visto como fruto de meros deslizes. O que Danilo Fernandes faz é dar propaganda gratuita para liberais e esquerdistas.
A falsa apologética dele e de seus companheiros contribui para o caos moral, doutrinário e comportamental. O que eles querem é preparar os evangélicos brasileiros para tolerar o que é intolerável aos padrões cristãos.
O contraste comportamental entre a elite pseudoapologética, onde o dono do Genizah é referência e destaque, e os padrões prescritos pelo apóstolo Paulo para a conduta, linguagem e cuidado na vida dos cristãos fica, a cada dia, mais visível.
Não menos lamentáveis são o apoio, a visibilidade e os louvores — com links e a republicação de artigos — que líderes e pastores, principalmente calvinistas, dão a figuras vulgares como Danilo.
Se os evangélicos brasileiros quiserem uma cultura interdenominacional mais rica, digna e que promova a saúde e edificação do Corpo de Cristo, chegou o momento de romper de uma vez com os calvinistas esquerdistas que infestaram a blogosfera apologética nos últimos anos.
Leitura recomendada:

ADENDO DA ADHT:
Só republicamos este artigo para que os cristãos tomem conhecimento do que representa a influencia destes cartolas calvinistas que se auto-intitulam "apologetas", porém, estão agindo piormente que os fariseus fizeram com Cristo, pois pelo menos os fariseus não usavam palavras de baixo-calão como ocorreu com Danilo que foi influenciado pelas mentiras de Caio Fábio no vídeo em que ele mente dizendo que Julio Severo era gay quando estudou no seminário. Julio Severo nunca estudou em qualquer seminário e é um homem de Deus, sério, casado, pai de quatro filhos e que tem edificado a igreja de Cristo com seus artigos que estão sendo publicados em quatro línguas: Português, Inglês, Espanhol e Italiano, além de ter variados artigos traduzidos para o Árabe. 
Por causa destas calúnias que caberiam um processo judicial por difamação e injúria cometidas por Caio e Danilo, Júlio prefere ter um atitude cristã não os levando á barra da justiça, mas deixando que Deus trate da vida de seus agressores. Para confirmar, veja os vídeos com palavras obscenas, ditas pelo próprio ex-pastor Caio Fábio no link: http://www.youtube.com/watch?v=mbqmXwI2Fi0 e bem como no link:http://www.youtube.com/watch?v=3htQU15yZx8 .

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

ATENÇÃO Deputados Federais, Senadores - ANDI Propaga que PEDOFILIA não é crime.VEJA !

OLHA A PRECIOSIDADE QUE ENCONTRANMOS NO SITE : www.andi.org.br,  QUE É UMA DAS ONGs LIGADAS AO Ministério das Politicas das Mulheres, sob a responsabilidade da Ministra Leonora Menicurri.

Nós vínhamos alertando a população que logo alguém levantaria a bandeira para dizer que PEDOFILIA NÃO É CRIME, lembra-se? Estão querendo fazer o mesmo com a PROSTITUIÇÃO que anos atrás era CONTRAVENÇÃOO PENAL. Em 2009 eliminaram todas as leis relativos á familia, inclusive esta. VEJA AGORA:


Pedofilia deve ser vista como transtorno mental

Segundo a Associação Americana de Psiquiatria, para ser descrito como pedófilo o doente deve ter pelo menos 16 anos de idade e ser ao menos cinco anos mais velho que a criança
Pedofilia não é crime. E nem toda pessoa que abusa sexualmente de uma criança pode ser considerada pedófila. Essas afirmações parecem absurdas, mas fazem sentido quando se discute o assunto do ponto de vista médico. Trata-se de uma doença, de acordo com a CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados á Saúde), uma lista com as doenças conhecidas e descritas pela OMS (Organização Mundial da Saúde). O conceito de pedofilia se refere a um transtorno mental em que a pessoa sente prazer sexual quando tem estímulos que envolvam crianças ou se necessariamente precisa delas para se excitar. Segundo a Associação Americana de Psiquiatria, para ser descrito como pedófilo o doente deve ter pelo menos 16 anos de idade e ser ao menos cinco anos mais velho que a criança.
Crime – Na Justiça, mesmo que o acusado pelo abuso sexual a uma criança diga que tem pedofilia, terá de responder pelo crime de sua autoria sem a possibilidade de redução de pena caso a doença seja diagnosticada. Maíra de Paula Barreto, advogada e estudiosa sobre crianças, diz que a legislação para esse assunto melhorou. “Algumas mudanças no Código Penal que ocorreram em 2009 deixaram a classificação mais clara para os crimes contra a criança, mas é preciso avançar mais. O problema é que esse tipo de crime é um tabu no Brasil. Temos casos até de comunidades amazônicas em que é comum o pai iniciar sexualmente suas filhas. Isso mostra que precisamos debater mais sobre pedofilia e abuso sexual”.
[Jornal do Dia (AP) – 25/11/2012]



IGREJAS DO RIO GRANDE DO SUL SE UNAM CONTRA o "Forum Social Mundial Palestina Livre". Ativistas gays estarão na vanguarda deste evento, AJAM !


Gays palestinos querem boicotes mundiais contra Israel

Julio Severo
Ativistas gays estarão na vanguarda do Fórum Social Mundial Palestina Livre, um evento internacional que se realizará em Porto Alegre, Brasil, de 28 de novembro a 1 de dezembro de 2012. O evento reunirá ativistas marxistas do mundo inteiro para reivindicar um Estado palestino com Jerusalém como capital e boicotes contra Israel.
A organização Gays Palestinos Pró-Boicote, Desinvestimento, Sanções e Vigilância contra Israel quer mobilizar ativistas e movimentos sociais do Brasil e de outros países em torno de perspectivas gays, boicotes, desinvestimentos, sanções e vigilância contra Israel.
Os ativistas marxistas e gays não são companheiros de cama estranhos no Ocidente. Mas os gays na vanguarda do evento anti-Israel no Brasil não são ocidentais. Eles são palestinos.
Muito embora os homossexuais não sejam tolerados em nações muçulmanas, os palestinos constataram que os homossexuais não são totalmente inúteis, pelo menos não para suas campanhas estratégicas de relações públicas no Ocidente. Se os ocidentais gostam das coisas de um jeito homossexual, os muçulmanos lhes concederão tal desejo.
Contudo, o uso de homossexuais nas relações públicas contra Israel não tem nada a ver com o tratamento que eles recebem em seus próprios países muçulmanos.
Quando a polícia da Autoridade Palestina descobriu um jovem gay, ele foi forçado a ficar de pé em água de esgoto até o pescoço, com a cabeça coberta com um saco cheio de fezes, e então foi jogado numa cela escura infestada de insetos. Durante um interrogatório, a polícia palestina tirou toda a roupa dele e o forçou a ficar sentado em cima de uma garrafa de Coca.
Quando foi solto, ele fugiu para Israel. Se fosse forçado a voltar para Gaza, ele disse, “A polícia me mataria”.
Um americano que cometeu a burrice de se mudar para a Faixa de Gaza para viver com seu amante palestino disse que eles diziam a todos que eles eram apenas amigos, mas certo dia eles “encontraram uma carta debaixo de nossa porta. A carta era do tribunal islâmico e apresentava uma lista das cinco formas de morte que o islamismo prescreve para a homossexualidade, inclusive apedrejamento e fogueira. Fugimos para Israel naquele mesmo dia”, disse ele.
De acordo com um grupo gay: “A perseguição aos gays na Autoridade Palestina não vem apenas das famílias e grupos islâmicos, mas também da própria Autoridade Palestina”.
Certo homem gay foi para Israel por um curto tempo. Quando voltou à Marge Ocidental, a polícia da Autoridade Palestina o confinou num poço sem comida e água até ele morrer.
A maioria dos muçulmanos no Oriente acha que um tratamento cruel para os homossexuais é perfeitamente justificável.
Os livros escolares de educação islâmica, usados oficialmente pelo Ministério da Educação da Arábia Saudita, dizem:
“A homossexualidade é um dos pecados mais nojentos e um dos maiores crimes… É uma perversão vil que vai contra a sã natureza, e é um dos pecados mais depravados e detestáveis… O castigo para a homossexualidade é a morte… [O criminoso] deve ser queimado vivo. Outros sugerem que ele deve ser apedrejado ou jogado de um lugar elevado”.
Dez países muçulmanos oficialmente impõem a pena de morte para os homossexuais. Esses países são Irã, Mauritânia, Nigéria, Paquistão, Arábia Saudita, Somália, Sudão, Emirados Árabes Unidos, Iêmen e alguns estados da Malásia.
Outros países muçulmanos não têm pena de morte oficial para os homossexuais, mas os homossexuais são mesmo assim mortos pela polícia e pela população.
Independente da cruel realidade dos homossexuais em países muçulmanos, inclusive entre palestinos, o Brasil e o Ocidente receberão de braços abertos os gays palestinos no Fórum Social Mundial Palestina Livre que pedirão boicotes mundiais contra Israel.
Afinal, o Brasil e o Ocidente simplesmente adoram ser enganados — acerca de Israel, do supremacismo gay e da “religião de paz”.
A verdade por trás do engano é: os marxistas e os muçulmanos odeiam Israel.
Não será impossível os ativistas gays na campanha palestina de relações públicas terem apoio de homossexuais brasileiros e ocidentais. Alguns anos atrás, Tony Goes, um ativista gay do Brasil, disse:
“Eu me atrevo a perguntar: será que [a criação de Israel] foi uma boa ideia? É inegável o sucesso da sociedade israelense, que em tão pouco tempo transformou o que era pouco mais do que uma nesga de deserto num país democrático com padrão de vida europeu (e homens lindos, hehe). Mas será que o mundo não estaria um tiquinho mais tranquilo sem esse foco permanente de discórdia no Oriente Médio?”
Esse é o sonho de todo nazista e muçulmano: um mundo sem Israel.
É claro que os ativistas gays também veem o Cristianismo como um foco permanente de discórdia, e eles, junto com os nazistas e os muçulmanos, acolheriam muito bem a ideia de que um mundo sem Cristianismo seria mais pacífico.
A propósito, alguns anos atrás Tony Goes disse: “O que eu mais gosto é o look do Julio Severo: ele quer ser Jesus Cristo. Vamos realizar seu sonho e crucificá-lo, gente!”
Se, por amor à paz mundial, ele quer até a extinção de Israel, quem sou eu para merecer a misericórdia desse tipo de homem?
Mas o fato não muda: a terra de Israel é o sonho e promessa de Deus aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó.
Os palestinos podem usar gays e outras estratégias, mas ninguém pode roubar o que Deus prometeu.
Os palestinos podem ficar com metade do Brasil ou dos EUA, se Dilma Rousseff e Barack Obama concordarem, mas que fique bem claro: a Terra de Israel já tem Dono e herdeiros, e qualquer boicote contra eles é um ato contra Ele.
Com informações de WikiIslam.
Versão em inglês deste artigo: Palestinian Gays Want World Boycotts against Israel
Leitura recomendada:

VAMOS ORAR E BATALHAR PARA NOSSO PRESIDENTE SEJA UM HOMEM TEMENTE A DEUS como o Presidente de UGANDA, veja !


Presidente de Uganda se arrepende de pecados pessoais e nacionais

Michael Carl
Será que um presidente deveria conduzir os cidadãos numa oração nacional de arrependimento?
O presidente evangélico de Uganda pensa que sim.
Yoweri Museveni
De acordo com uma reportagem do site ugandense New Vision, o presidente Yoweri Museveni celebrou o aniversário de 50 anos de independência de Uganda da Inglaterra no evento Orações Nacionais do Jubileu, se arrependendo publicamente por seus pecados pessoais e pelos pecados da nação.
“Estou aqui hoje para encerrar o passado de malignidade, e principalmente os últimos 50 anos de nossa história de liderança nacional, e entrarmos numa nova dispensação na vida desta nação. Estou aqui em favor de mim mesmo e dos presidentes anteriores, para demonstrar arrependimento. Pedimos teu perdão”, orou Museveni.
“Confessamos esses pecados, que têm causado grandes impedimentos para nossa harmonia nacional e atrasos para nossa transformação política, social e econômica. Confessamos os pecados de idolatria e bruxaria que são abundantes em nosso país. Confessamos os pecados de derramamento de sangue inocente, pecados de hipocrisia política, desonestidade, intriga e traição”, disse Museveni.
“Perdoa-nos os pecados de orgulho, tribalismo e sectarismo; pecados de preguiça, indiferença e irresponsabilidade; pecados de corrupção e suborno que estão provocando erosão em nossos recursos nacionais; pecados de imoralidade sexual, alcoolismo e devassidão; pecados de falta de perdão, amargura, ódio e vingança; pecados de injustiça, opressão e exploração; pecados de rebelião, insubordinação, brigas e conflitos”, orou Museveni.
Em seguida, o presidente dedicou Uganda a Deus.
“Queremos dedicar esta nação a ti de modo que tu sejas o nosso Deus e guia. Queremos que Uganda seja conhecida como uma nação que teme a Deus e como uma nação cujos alicerces estão firmemente enraizados na justiça para cumprir o que a Bíblia diz no Salmo 33:12: ‘Feliz a nação cujo Deus é o SENHOR, o povo que Ele escolheu para lhe pertencer!’ (KJA)” orou Museveni.
Uganda ganhou sua independência da Inglaterra em 8 de outubro de 1962. Milton Obote, líder da resistência, foi o primeiro primeiro-ministro de Uganda.
O Rev. Scott Lively, pastor e ativista de Massachusetts, crê que Museveni é um modelo para outros líderes nacionais.
“A oração de Museveni é um modelo para todos os líderes cristãos no mundo inteiro. O declínio dos líderes do Ocidente está ocorrendo em proporção ao grau de rejeição que eles demonstram a Deus”, disse Scott.
Scott também acredita que Uganda vai se erguer como uma grande potência africana, enquanto os EUA continuam a decair. Ele usa a Inglaterra como exemplo.
“Quando honrava a Deus, exatamente como o presidente de Uganda acabou de fazer, a Inglaterra estava em seu auge como potência mundial. De forma semelhante, a grandeza dos EUA está diminuindo, pois os EUA passaram de nação cristã para uma nação humanista e secularista. Mas fique de olho em Uganda, pois Deus os abençoará muito por quererem ser uma nação dedicada a Ele”, disse Scott.
Scott acrescentou que Museveni está claramente fazendo um contraste entre Uganda e o Ocidente.
“Este incidente é também importante como um contraste no quadro que está sendo pintado pela esquerda ímpia que retrata Uganda como uma nação atrasada, violenta e selvagem pronta para assassinar homossexuais”, disse Scott.
“Pelo contrário, com calma e confiança Museveni está estabelecendo o rumo de sua nação mediante a orientação da Bíblia, de um jeito que também mostra grande coragem e determinação”, disse Scott.
Os grupos de militância homossexual estão criticando o governo de Uganda e Museveni por aprovarem leis que criminalizam a conduta homossexual. Um projeto de lei atualmente no Parlamento de Uganda aumenta as sentenças de prisão para atos homossexuais e inclui penas criminais para os que incentivam ou promovem a homossexualidade.
O projeto havia incluído a pena de morte para os que cometem múltiplos atos de conduta homossexual, mas a cláusula foi removida, conforme reportagens da BBC Notícias.
Scott disse que não concorda com a cláusula de pena de morte, mas apoia a forte postura de Uganda contra a conduta homossexual.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Ugandan president repents of personal, national sins
Leitura recomendada:

PALESTRA IMPEDÍVEL : CRISE no Ensino FUNDAMENTAL e MÉDIO põe em risco a EDUCAÇÃO que você dá a seus filhos


Alerta vermelho - Crise no Ensino Fundamental e Médio põe em risco a educação que você dá para seus filhos

Rev.,
Você sabe que sem um Ensino de qualidade, não há País que vá para a frente.
Pelo contrário, seremos sempre os últimos da fila do desenvolvimento.
Isso é um fato muito presente no Brasil, que há anos sofre com a má qualidade da Educação, sem que nada seja feito de efetivo para solucionar essa questão fundamental.
Por isso, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira quer discutir esta questão mais a fundo e lhe convida para a próxima Conferência:
Alerta vermelho – Crise no Ensino Fundamental e Médio põe em risco a educação que você dá para seus filhos 

Saiba como se proteger desse sistema de
ensino equivocado que está sendo implantado
nas escolas
Data: 29 de novembro de 2012
Horário: 19h (recepção) 19h30
(início da conferência)
Local: Clube Homs – Av. Paulista, 735
(a 100 metros do metrô Brigadeiro –
há estacionamento pago no local)
Conferencista: Dom Mathias Tolentino Braga
Abade do Mosteiro de São Bento de São Paulo
Estudos recentes revelaram que 70% dos
alunos
do quinto e nono anos do ensino
fundamental e terceiro do ensino médio
não atingiram níveis de aprendizado
considerados adequados em língua
portuguesa e matemática
(Dados do Sistema de Avaliação da Educação Básica - Saeb).
Vendo esta pesquisa eu penso o quanto o Ministério da Educação erra em investir dinheiro em cartilhas imorais que, segundo eles, são de educação sexual, ao invés de batalhar para melhorar o básico nas escolas.
A coisa é grave e afeta você, a mim e
principalmente aos jovens em idade escolar,
e entre esses podem estar seus filhos, seus
netos e sobrinhos.
Que futuro estamos deixando para eles?
Participe da Conferência do Abade do Mosteiro de São Bento, que administra o tradicional Colégio São Bento, um exemplo de escola que ensina o que realmente importa para formar cidadãos responsáveis e com boas atitudes morais.
Além desta magnífica conferência, no dia do evento iremos lhe presentear com algo de valor infinito e que será uma benção em sua vida.
Serão distribuídas Medalhas de São Bento a todos os participantes.
Medalha de São Bento
As medalhas serão bentas pelo Abade e você levará uma para casa.
Não perca esta oportunidade, Rev., será muito importante que você esteja presente.
Cordialmente,

Mario Navarro da Costa
Diretor de Campanhas do
Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
www.ipco.org.br
P.S: Não saia antes do coquetel que preparamos para você, logo após a conferência. Garanta aqui sua participação

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