COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sábado, 14 de fevereiro de 2015

Eduardo Cunha retoma projeto que proíbe adoção de crianças por casais gays e recebe elogios

Eduardo Cunha retoma projeto que proíbe adoção de crianças por casais gays e recebe elogios

Publicado por Tiago Chagas em 13 de fevereiro de 2015 
Eduardo Cunha retoma projeto que proíbe adoção de crianças por casais gays e recebe elogios

O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) decidiu que irá reenviar o projeto de proibição de adoção de crianças por casais homossexuais à pauta da Câmara dos Deputados.

O presidente da Câmara definiu que a discussão sobre o assunto deverá ser feita através de uma Comissão Especial. A proposta conhecida como Estatuto da Família pretende estabelecer legalmente que somente as relações entre homem e mulher e eventuais filhos sejam reconhecidas como família.

De maneira indireta, isso poderia resultar na proibição de adoção de filhos por casais homossexuais. De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, Eduardo Cunha comprou a briga com parlamentares do PT e com ativistas gays, e deverá usar todas as cartas políticas à mão para levar adiante o projeto.

Há poucos dias, Cunha já havia causado furor em feministas ao dizer que, durante seu mandato à frente da Câmara, nenhuma proposta de legalização do aborto seria levada à discussão. A postura foi elogiada por diversos líderes cristãos e também pela jornalista Rachel Scheherazade.

A Comissão Especial goza de um artifício legal que faz com que a tramitação do projeto seja mais ágil, pois a votação definitiva da proposta será feita entre os parlamentares que integrarem o colegiado.

Os integrantes da bancada evangélica já se mobilizam para que apenas parlamentares favoráveis ao projeto sejam nomeados para os cargos chave dessa Comissão Especial.

Estatuto do Nascituro


Apelidado de “bolsa-estupro” por oposicionistas, o projeto do Estatuto do Nascituro prevê auxílio para as mulheres que tenham engravidado em consequência de um abuso sexual. A ideia do projeto é oferecer uma alternativa ao aborto, que nesses casos, é permitido por lei.

O texto do projeto diz que é dever do Estado garantir “todos os direitos do nascituro, em especial o direito à vida, à saúde, ao desenvolvimento e à integridade física e os demais direitos da personalidade”.

Apoiado pelos parlamentares das bancadas evangélica e católica, o projeto havia tido sua tramitação dificultada por apoiadores do aborto, mas agora deverá voltar à discussão pelas mãos do presidente da Câmara.

Elogios

Eduardo Cunha vem sendo elogiado por lideranças cristãs por assumir uma postura franca e objetiva sobre temas polêmicos.

O blogueiro Júlio Severo, publicou um artigo com observações sobre as primeiras ações do parlamentar à frente da Câmara, e disse que “Eduardo Cunha se destaca por postura pró-família e incomoda radicais da esquerda". 

E Júlio Severo disse mais: "Hostilizado pelas esquerdas, Cunha promete fazer o que muitos políticos em Brasília não gostam de fazer: representar os desejos e necessidades da maioria dos brasileiros, que não querem e nunca quiseram aborto e redefinição do casamento para privilegiar indivíduos presos a vícios homossexuais.

Cunha já declarou, para a alegria das famílias brasileiras, que enquanto ele estiver vivo o aborto nunca será legalizado.


Para maior desagrado das esquerdas do Brasil, inclusive do PT e do PSDB, Cunha está acelerando um projeto patrocinado pela bancada evangélica que define família apenas como união entre homem e mulher e que, na prática, pode proteger crianças dos perigos e abusos da adoção por duplas homossexuais.

O projeto se chama Estatuto da Família, que entra em choque direto com uma das maiores ambições das esquerdas brasileiras: a criminalização de opiniões contrárias ao homossexualismo, sob a capa de combate à “homofobia” — termo fantasioso e malicioso que funciona como metralhadora giratória para atacar qualquer cidadão por oposição às práticas homossexuais.

A bancada evangélica, com 80 deputados, está dando total apoio a essa iniciativa pró-família.

O Estatuto da Família traz como definição de família o núcleo natural, fundamental e tradicional formado a partir da união entre homem e mulher, por meio de casamento ou união estável, ou comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes.

De acordo com o projeto, o Estado tem a obrigação de valorizar e proteger o conceito de família. “São diversas as questões, desde a grave epidemia das drogas, que dilacera os laços e a harmonia do ambiente familiar, à violência doméstica, à gravidez na adolescência, até mesmo à desconstrução do conceito de família, aspecto que aflige as famílias e repercute na dinâmica psicossocial do indivíduo”, escreveu o autor do projeto, o Dep. Anderson Ferreira (PR-PE), da bancada evangélica.

O Estatuto da Família está na mira do endinheirado movimento supremacista gay, que usará toda a sua musculatura ideológica contra essa tentativa de proteger a família brasileira. Mas Eduardo Cunha não está intimidado. Ele está pronto para ir em frente, apesar da raiva dos grupos gays de pressão política.

Parece ter havido uma mudança drástica em Cunha. Em 2011, ainda existia um embate sobre a Lei da Palmada. Quando foi informado de que mais de 80% das pessoas eram contra a aprovação dessa lei, Cunha espantosamente declarou, no seu Twitter, que as crianças é que deveriam ser consultadas.

Para pais cristãos que fazem uso da vara corretiva, conforme orientação da Bíblia, a postura de Cunha foi chocante. Agora que a Lei da Palmada já foi aprovada, com a ajuda da Frente Parlamentar Evangélica, esses pais deveriam consultar Cunha para ver se ele realmente mudou e pode adotar alguma medida contra essa lei que passou exclusivamente pela vontade de Xuxa e do governo do PT, atropelando mais de 80 por cento da população brasileira.

Todos os grupos pró-aborto do Brasil estavam empenhados na aprovação da Lei da Palmada. Queriam ao mesmo tempo o direito de matar crianças e tirar dos pais o direito de educá-las conforme Deus orienta na Bíblia. Eles já conseguiram uma vitória, para vergonha da bancada evangélica.

Conservador e membro da Assembleia de Deus, Cunha está pronto para combater qualquer projeto que trate da legalização do aborto.

“Aborto eu não vou pautar (para votação) nem que a vaca tussa,” disse, em entrevista ao site do jornal O Estado de S. Paulo. “O último projeto de aborto eu derrubei na Comissão de Constituição e Justiça. No aborto, sou radical.”

Se o outro lado, que deseja impor sua versão necrosada de família, tem de forma implacável usado e abusado de seu radicalismo para promover seus vícios em toda a sociedade, nada mais natural e obrigatório do que uma resistência radical para impedir as radicais imposições e imposturas homossexuais.

Continue sendo “radical” com os radicais, Eduardo Cunha".

terça-feira, 17 de junho de 2014

Cristianismo fake: revista gospel se diz preocupada com “heresias” na internet e dá destaque para pseudo-especialista em “apologética”

17 de junho de 2014


Cristianismo fake: revista gospel se diz preocupada com “heresias” na internet e dá destaque para pseudo-especialista em “apologética”

Danilo Fernandes e Carlos Fernandes unem forças na revista Cristianismo Hoje contra Julio Severo

Julio Severo
* No cúmulo da hipocrisia, a revista Cristianismo Hoje (CH) diz estar preocupada com o risco da disseminação de comportamentos anticristãos, mas dá destaque para um de seus maiores disseminadores, cuja boca é tão suja quanto uma latrina.
* A CH se diz também preocupada com o “perigo” e “risco” de disseminação de heresias, mas tem evitado denunciar como heresia o avanço de posturas evangélicas progressistas favoráveis ao “casamento” gay.
A revista Cristianismo Hoje, que nunca conseguiu cumprir um papel minimamente decente de alerta quanto aos perigos da agenda gay, agora entra em cena enxergando perigo em outro lugar.
Em longa matéria de capa (edição de junho e julho de 2014) intitulada “O perigo está na rede: cresce maciçamente o uso de redes sociais pelos crentes, mas o risco de disseminação de heresias e comportamentos anticristãos preocupa,” a revista se diz preocupada com “heresias,” agora que a mídia evangélica é mais livre e desmonopolizada. Para tratar desse assunto, a Cristianismo Hoje (CH) entrevistou Danilo Fernandes, que tem se notabilizado por um sensacionalismo gospel geralmente de caráter esquerdista e antineopentecostal.
A CH disse:
“‘Não há nenhum outro grupo no Brasil com mais poder de mobilização na rede social do que os evangélicos,’ destaca o blogueiro Danilo Fernandes, editor do site Genizah, especializado em apologética e informação para o público cristão. ‘Há um enorme poder multiplicador, e as notícias, entre nós, se propagam rapidamente.’ De acordo com Danilo, isso acontece porque o crente, em geral, dá muita credibilidade ao que outro evangélicos dizem. Assim, uma notícia, novidade ou simples boato pode ganhar força de verdade.”
Não é exatamente isso o que ocorre com o Genizah? O público lê ali “uma notícia, novidade ou simples boato” que acaba ganhando força de verdade. Qual é então a afinidade da CH com um notório tabloide sensacionalista? Caio Fábio. Tanto Danilo Fernandes quanto Carlos Fernandes, que assinou a matéria da CH, têm esse ponto em comum.
O título da matéria está totalmente errado: “O perigo está na rede: cresce maciçamente o uso de redes sociais pelos crentes, mas o risco de disseminação de heresias e comportamentos anticristãos preocupa.” Se a CH está “preocupada” com a disseminação de comportamentos anticristãos, por que abraça gostosamente um de seus maiores disseminadores?
A apologética de Danilo é a apologética da boca suja. Muitos já foram alvos de sua boca, inclusive eu. Algumas de suas palavras dirigidas a mim foram:
Danilo Fernandes <danilo@genizahvirtual.com> deixou um novo comentário sobre a sua postagem “Renato Russo ou Ana Paula Valadão?”:
Julio Severo, Voce precisa parar de enfiar este cabo de vassoura no cú! Assume esta sua gayzisse latente, larga este broxa do Olavo de Carvalho e volta para aquele seu amor do seminário que comia o seu cú gostoso! Quem sabe voce acaba com esta fixacao com os gays. Vá evangeliza-los e não espezinha-los!
Postado por Danilo Fernandes no blog Julio Severo em sexta-feira, 23 novembro, 2012
Palavras da Bíblia:
“Linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós”. (Tito 2:8)
“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”. (Filipenses 4:8)
“E até importa que haja entre vós facções, para que os aprovados se tornem manifestos entre vós”. (I Coríntios 11:19)
Quando o Rev. Alberto Thieme, que é pastor presbiteriano, tentou me defender, foi maltratado com as seguintes palavras de Danilo: “obscuro e nojento velho gagá Thieme.”
Como Danilo se considera calvinista, caberia aos teólogos calvinistas do Mackenzie, os quais se consideram apologetas, abrir a boca contra a delinquência intelectual desse homem. Mas, em vez de um genuíno trabalho apologético frente ao escândalo calvinista do Genizah, preferem posar com seu dono.
Danilo Fernandes com diretor da ANAJURE e novo chanceler do Mackenzie
É uma vergonha a CH colocar como “formador de opinião” para a igreja brasileira um homem como Danilo, com sua boca suja e seu comportamento descaradamente anticristão. Isso é rebaixamento grotesco dos padrões — digno da esquerda, não do Cristianismo.
Nessa edição da CH, Magali Cunha também teve artigo de destaque, com o título brilhando na capa: “Elementos negativos da internet podem causar danos irreparáveis.” Magali se notabilizou em 2013 ao atacar vídeo da Dra. Damares Alves, que vem alertando o Brasil sobre o governo petista sexualizando as crianças. Magali, que é professora na marxista Universidade Metodista de São Paulo, discorda, e seus ataques foram repercutidos pelo tabloide Genizah. Magali também presta “assessoria” à chamada “Comissão da Verdade” do governo petista, cuja missão é também investigar as igrejas evangélicas que se opuseram ao socialismo no governo militar. Então, uma boateira do Genizah acabou virando articulista da CH.
Como é que a CH quer confrontar boatos no meio evangélico se notórios boateiros estão em destaque em sua revista? O artigo de Magali e a manchete de capa da CH mostram nitidamente que a esquerda evangélica, que tem trabalhado sutilmente para abrir caminho para suavizar aspectos da agenda gay no meio evangélico, está preocupada com o avanço da única força de oposição que pode detê-los: os evangélicos conservadores que atuam nas redes sociais.
Não há dúvida de que nessa visão, Julio Severo, Damares Alves e outros “Elementos negativos da internet podem causar danos irreparáveis.” Essa é a visão da esquerda evangélica sobre os conservadores.
CH e seus aliados estão numa posição confortável, recebendo muito, muito dinheiro. Mesmo assim, se sentem inseguros que seus boatos possam cair em descrédito, ameaçando assim sua segurança financeira. Estão acostumados com o monopólio do que eles rotulam de “notícia.”
O boateiro Fernandes já fez um grande favor à CH.
Em março de 2012, em sua edição online, a CH publicou uma matéria especial onde o entrevistado era Caio Fábio e o entrevistador era Danilo Fernandes, tornando-o um membro especial da família CH. Na entrevista, Caio comentou que o que prevalecia nas igrejas evangélicas brasileiras até meados da década de 1980 era a Teologia da Missão Integral (TMI), cujo avanço, segundo o ex-reverendo presbiteriano, foi detido pelo neopentecostalismo e sua Teologia da Prosperidade.
Essa é a própria linha do tabloide Genizah: defesa descarada da marxista TMI e ataques ao neopentecostalismo.
Carlos Fernandes, responsável pela atual matéria de capa da CH, era funcionário de confiança de Caio Fábio nos “gloriosos” tempos da VINDE. Assim, seja por Caio Fábio, pelo esquerdismo, pela TMI ou pelo antineopentecostalismo, os dois Fernandes estão em “casa” na CH. Se Carlos disser que o outro Fernandes é especialista em “apologética,” Danilo devolverá a bajulação dizendo que a CH é a revista evangélica que tem o jornalismo mais “ético” do Brasil.
Agora, os dois Fernandes se unem, sob o senhorio de seu patrono espiritual Caio Fábio, para lidar com o que é aparentemente para eles o “perigo,” a “heresia” e o “comportamento anticristão” (frases sugestivas da matéria de capa da CH). Nessa matéria, os dois dizem:
“Para Danilo Fernandes, um dos maiores perigos dessa busca religiosa pelas redes sociais é justamente a falta de controle e a disseminação de heresias. ‘Isso está em todo lugar. Até gente com perfis fake atraem seguidores,’ aponta. Conhecido por sua mensagem radical, o bloqueiro Julio Severo é um desses livre-pensadores que expõem, na grande rede, as mais diversas ideias. Ninguém conhece seu verdadeiro nome, como se sustenta e como vive sua fé. A pregação furiosa contra o homossexualismo já lhe rendeu diversos problemas — em entrevista a CRISTIANISMO HOJE, há cerca de cinco anos, ele se disse perseguido pelo governo brasileiro e ameaçado de morte — e sua homepage reúne os próprios textos, além de colaborações e citações de outros autores. ‘Ele é o cara que ninguém sabe, ninguém viu, mas faz um barulho danado,’ brinca Danilo. Mesmo assim, tem milhares de seguidores — gente que não só reproduz o que posta, criando verdadeiros virais, como o defende com unhas de dentes.”
Um Fernandes diz que ninguém nunca viu Julio Severo, o outro concorda, e tudo vai na “brincadeira” — ao estilo de deboche do tabloide que é rotulado de especialista em apologética, sendo levado a sério em seus boatos. Quando, é claro, a verdade vem à tona, o Fernandes se safa com a resposta conveniente: “Foi tudo brincadeira!”
Essa brincadeira de mau gosto é, ao mesmo tempo, uma brincadeira criminosa, pois já fui palestrante em assembleias legislativas no Brasil, inclusive sendo filmado ao vivo. Os boateiros e “brincalhões,” é claro, não saberiam explicar como dei palestras para importantes pastores e líderes políticos e fiz várias viagens aéreas sem ter nenhuma identidade e sem que ninguém me visse.
Nesse sentido, a apologética virou sinônimo de brincadeira maliciosa. Virou defesa da mentira esquerdista e deboches aos opositores dessa mentira. A CH não tem do que reclamar em sua obsessão e ambição liberal: os dois Fernandes não seguem linhas diferentes nem têm patronos diferentes.
Quem dá muita credibilidade à CH acaba engolindo um Genizah — termo que significa “lixo.” E o que acontece com quem dá muita credibilidade ao “lixo”? Acaba engolindo a CH.
A entrevista que Carlos Fernandes me fez, em nome da CH em 2009, supostamente para alertar o público evangélico sobre os perigos da agenda gay, foi um misto de má-fé e “apologética” esquerdista — a CH ficou na defesa do governo petista, tachando minhas denúncias desse governo como “suposições,” transformando meus alertas praticamente em “boatos.” A entrevista completa original está neste link: http://bit.ly/XRENbx
Assim, onde há boatos (ou do Danilo ou da Magali), a CH santifica os boateiros como indivíduos competentes e referências cristãs. Onde há alertas genuínos, a CH se empenha em seu desserviço de “boatizar” os avisos.
O desserviço, porém, vai muito além. Num artigo intitulado “O perigo da mordaça gay,” que parecia trazer um texto de alerta, a CH louvou como “conquista” o fato de que o ministro Joaquim Barbosa obrigou os cartórios a realizar o “casamento” gay.
A CH, quase que soltando fogos de artifício, disse sobre a medida ditatorial de impor o “casamento” gay no Brasil: “É o casamento gay, finalmente, sendo reconhecido, após uma batalha ideológica travada, nos últimos anos, pelos movimentos de afirmação homossexual — sobretudo em relação à Igreja cristã, sejam as evangélicas ou a Católica.” Da parte do “jornalista,” nada de condenar a ditatura e a imposição gay. O resto do texto é muito mais malícia e desconversações, enquanto a revista esquerdista deixa claro que os beneficiados diretos da medida ditatorial não são pecadores nem praticantes de abominações, mas simplesmente “homoafetivos,” um termo inofensivo e politicamente correto que não condiz nem com a Bíblia nem com a realidade, pois homens que praticam o homossexualismo não são movidos por amor e afeição, mas por lascívia e pecado. Para entender a diferença entre homoafetividade e homoerotismo, leia este artigo: http://bit.ly/13Vmnfq
Para aparentar neutralidade, o texto traz as falas de alguns evangélicos preocupados. Mas a fala do “jornalista,” que predomina imperiosamente no artigo, não insinua nenhuma preocupação com o “perigo” que ele mesmo destacou no título. O “jornalista cristão” está à vontade com os “homoafetivos” e suas conquistas, que são destacadas e celebradas sem o menor pudor. Há pois uma nítida tensão e contraste entre a total despreocupação e celebração do “jornalista” e as falas de alguns evangélicos entrevistados.
E quem é que acredita que a Cristianismo Hoje leva a sério “O perigo da mordaça gay”? Anos atrás, na entrevista comigo, o mesmo “jornalista,” Carlos Fernandes, praticamente disse que tal perigo era pura alucinação minha e de outros cristãos. (A entrevista completa está aqui: http://bit.ly/XRENbx) Fernandes só usará o termo “O perigo da mordaça gay” como arapuca para atrair a cristãos desavisados. Se fosse sincero, o “jornalista” escreveria um título em conformidade com suas ideias predominantes no texto: “Venham conhecer e celebrar comigo as conquistas do movimento homossexual!”
O único motivo por que os apóstatas estão sempre em evidência é porque as revistas esquerdistas lhes dão holofotes.
Nem sempre a Cristianismo Hoje foi esquerdista. Em 1956, Billy Graham fundou a revista Christianity Today (cuja versão brasileira é a Cristianismo Hoje) para fazer frente ao esquerdismo da The Christian Century, a maior revista protestante nos Estados Unidos da década de 1950. Mas a Christianity Today acabou também sendo levada pelas mesmas poderosas forças esquerdistas que estão engolindo as grandes denominações protestantes americanas, muitas das quais já está ordenando pastores gays. Um dos famosos editores da Christianity Today, Philip Yancey, é um escritor progressista com notável abertura à agenda gay.
A CH tem ou não tem uma postura a favor do “casamento” gay? Em abril de 2014, o Christian Post publicou um artigo favorável aos evangélicos esquerdistas que apoiam tal “casamento.” O papel de desserviço da CH foi retuitar o artigo do Christian Post. A denúncia desse escândalo está registrada aqui: http://bit.ly/1mLbvs0
As “brincadeiras,” as “boatizações” e os desserviços da CH, sejam em prol do “casamento” gay, sejam contra seus opositores — inclusive contra Julio Severo —, são apenas sinais da decadência do mundo editorial evangélico.
As duas maiores editoras evangélicas do mundo pertencem hoje ao grupo editorial que publica a Bíblia de Satanás nos EUA. Uma dessas editoras é a Thomas Nelson, que no Brasil está sob a direção Omar de Souza, outrora um dos homens fortes de Caio Fábio, e que em 1995 ajudou a lançar a revista Vinde, que teve papel midiático importante na esquerdização do público evangélico.
A apostasia chegou, e está deitando e rolando entre os que publicam revistas e livros evangélicos. Chegou para combater o “perigo,” a “heresia” e o “comportamento anticristão.” Só na fachada e no faz-de-conta, claro.
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segunda-feira, 3 de março de 2014

Foto sugestiva: Almoço no Mackenzie com dono do Genizah

3 de março de 2014

Foto sugestiva: Almoço no Mackenzie com dono do Genizah


Foto sugestiva: Almoço no Mackenzie com dono do Genizah

Julio Severo
No dia 20 de fevereiro, data marcada em que recebi ameaça de que se eu não parasse de denunciar o esquerdismo de Ariovaldo Ramos dados e endereços de minha família seriam difundidos pela internet, Danilo Fernandes, dono do Genizah, e o novo chanceler do Mackenzie, Rev. Davi Charles Gomes, apareceram juntos em foto amistosa e sugestiva.
A foto também traz Uziel Santana, presidente da ANAJURE.
Uziel Santana, Danilo Fernandes e Davi Charles Gomes
Para quem já sabe que o dono do tabloide sensacionalista é um promotor de Ariovaldo e sua teologia ideológica, não houve novidade. Para quem também sabe que Ariovaldo e sua teologia ideológica nunca teve portas fechadas no Mackenzie, nenhuma novidade. Aliás, o “principal evento de juventude cristã no Brasil,” realizado em novembro de 2013 no Mackenzie, trouxe a nata da liderança esquerdista evangélica brasileira. O principal preletor foi Ariovaldo. O patrocinador foi o Genizah.
E se, em vez de Danilo no meio sorrindo, a foto trouxesse Silas Malafaia? Veríamos o chanceler do Mackenzie e o diretor da ANAJURE consentindo em ficar do lado do pastor assembleiano?
O dono da Lixeira Gossip (também conhecido como Genizah), que considera Malafaia um “servo de Belzebu,” não sorriria. Falaria palavrões, como é de seu habito. Ele sempre atacou Malafaia por defender posturas cristãs sólidas diante do gayzismo, especialmente sua luta intensa contra o PLC 122.
Com Malafaia no Mackenzie, a Lixeira Gossip, que nunca viu o PLC 122 como ameaça, perderia o espaço nos almoços, fotos e parcerias, e a universidade presbiteriana, que outrora, ao ser ameaçada por um grupo de ativistas gays, removeu do seu site um manifesto anti-PLC 122, nunca mais retrocederia em posturas cristãs.
Com Malafaia como parceiro e conselheiro, o Mackenzie nunca mais jogaria a toalha diante do supremacismo gay e nenhum advogado da ANAJURE nunca mais seria vaiado no Mackenzie em debates com Jean Wyllys, que nunca mais poderia declarar que os “calvinistas são aliados do movimento homossexual.“
Claro que Malafaia não é perfeito, especialmente em suas escolhas políticas em época de eleição. Mas suas fortes posturas cristãs pró-vida e pró-família na guerra cultural são um excelente exemplo e modelo.
Contudo, entre os defeitos de Malafaia não está a defesa ideológica descarada da esquerda — prática comum na Lixeira Gossip, que já foi denunciada por seu esquerdismo nos seguintes artigos:
Em cada um desses artigos, muitos calvinistas se comunicaram comigo para comentar:
“Julio, o Genizah não tem nada de calvinista. Aliás, é uma vergonha que eles usem o título calvinista.”
“Julio, não associe o Genizah com os calvinistas.”
“Julio, você nunca verá nenhum grande líder calvinista ao lado do dono do Genizah.”
Dá para acrescentar: “Julio, você nunca verá uma foto deles juntos…”
A foto não é uma resposta para mim. É uma resposta para os leitores calvinistas do meu blog. Um foto tirada, com parceiros de Ariovaldo Ramos, no mesmo dia em que recebo uma ameaça para me silenciar quanto ao esquerdismo dele. A tentativa de censura e chantagem foi denunciada em artigo que saiu originalmente no GospelMais intitulado: “Sob ataque: Julio Severo fala de censura em entrevista especial.”
As ações de censura não foram somente contra meu blog. Em 28 de fevereiro, depois de publicar meu artigo “Ariovaldo Ramos na Igreja Batista da Lagoinha,” o proeminente site do Centro Apologético Cristão de Pesquisas (CACP) recebeu comunicado da assessoria jurídica de Ariovaldo para remover o artigo.
Com essa foto em mãos, os leitores calvinistas não mais precisarão me cobrar desnecessariamente: “Julio, por que você insinua que há ligação entre a Lixeira Gossip e os calvinistas?”
Eles irão até seus líderes e cobrarão: “Se não há ligação, por que a foto? Por que o almoço? Por que o grande evento esquerdista patrocinado pelo Genizah na Universidade Presbiteriana Mackenzie, que tem tido também portas abertas, em seus cursos de teologia, para Ariovaldo Ramos, Ricardo Bitun e outros evangélicos esquerdistas?”
O problema da infiltração esquerdista nos meios presbiterianos é antigo.
De acordo com um amigo presbiteriano, antes de 1964 a biblioteca do Seminário Presbiteriano do Norte, em Recife, se tornara praticamente um centro de documentação marxista. Quando veio a revolução anticomunista, um policial que era presbiteriano foi correndo ao seminário para avisá-los de que o exército estava a caminho. Houve então uma correria tremenda de alunos e professores jogando os livros marxistas no rio Capibaribe, que corre em frente ao seminário, e assim se safaram de alguma medida de repressão dos militares.
Meu amigo diz que em 1962 ele participou de um seminário de evangélico marxistas ocorrido no Colégio Presbiteriano Agnes Erskine em Recife. O seminário foi conduzido por comunistas (tanto presbiterianos quanto não evangélicos). O diretor do colégio, que foi o primeiro brasileiro a ocupar tal posição, fora professor do Colégio Presbiteriano Quinze de Novembro, cujo irmão era líder comunista.
Quando ocorreu a Revolução de 1964, uma filha desse professor se auto exilou em Genebra, a capital mundial do calvinismo, onde encontrou um ambiente claramente marxista entre os calvinistas suíços e todo um grupo de evangélicos marxistas vindos do Brasil e de outros países latino-americanos para se refugiarem. De acordo com meu amigo presbiteriano, durante o governo militar do Brasil Genebra tornara-se um grande centro de evangélicos marxistas.
A ameaça marxista continua presente, nos mesmos meios, embora mais sutil e cínica, conforme denunciei no meu artigo: “A maior ameaça à Igreja Evangélica do Brasil.”
Tomara que o Mackenzie seguisse direção diferente de seus irmãos de Genebra! Mas com espaço aberto para a Lixeira Gossip, que considera Malafaia um “servo de Belzebu,” é natural que Jean Wyllys chame os calvinistas de aliados do movimento gay.
Tomara que essa aliança seja quebrada!
Leitura recomendada:

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Maconha sim, Julio Severo não! É o cúmulo isso, veja!

24 de fevereiro de 2014



Maconha sim, Julio Severo não!

Colunista do GospelMais defende a legalização da maconha, as revoluções comunistas e ataca Julio Severo

Julio Severo
Dois dos meus artigos recentes incomodaram tanto um autodenominado “defensor do evangelho” que ele resolveu se manifestar — defendendo a legalização da maconha e a revolução comunista em Cuba.
Os artigos que causaram mal-estar no “apologeta” são estes:
Defender a legalização da maconha é muito mais importante do que defender um cristão que sofre ameaças? Sim, especialmente se o cristão sob ameaças for Julio Severo. Pelo menos, essa é a opinião de Johnny Torralbo Bernardo, colunista no GospelMais.
Charge: Che Guevara e maconha
Johnny é “apologeta,” uma classe de evangélicos no Brasil que acha elegante atacar, por todo e qualquer motivo, neopentecostais como “heréticos” e defender todo tipo de absurdo. Defender a maconha? Isso não é heresia, para ele. Isso é ser cristão e “defensor do evangelho.”
Em seu recente artigo no GospelMais, intitulado “Júlio Severo e temas relacionados,” Johnny diz com todas as letras:
“Se quiser saber, meu jovem, sou a favor de uma série de pontos, como a legalização da maconha.”
“Grandes sociólogos como Fernando Henrique Cardoso não defende, por exemplo, a legalização da maconha? E outros cientistas sociais também assim não pensam? É necessário enumerar?”
“Mas por que legalizar a maconha? A questão é econômica, mas também estratégica… com a legalização da maconha – países como Brasil, Colômbia, Bolívia, Venezuela e outros mais — teriam redução nos gastos com a construção de presídios, diminuiriam a presença de adolescentes em centros de recuperação, teriam os índices de assassinato reduzidos a índices baixíssimos, e o principal: atingiria em cheio o poder de fogo do narcotráfico e, por extensão, à corrupção. FHC e outros sociólogos dão importantes contribuições ao trazer está discussão.”
Os maconheiros do Brasil devem estar dando pulos de alegria! Mais um defensor da erva! Aliás, todos os lugares onde predominam maconheiros devem estar eufóricos. O que dirão os sites protestantes “apologéticos,” inclusive Púlpito Cristão e Genizah, onde Johnny tem artigos publicados? O próximo passo é distorcer alguns versículos da Bíblia para fazer uma defesa “apologética” da maconha.
O discurso de legalizar o mal para reduzir o mal nunca funcionou. Nos EUA, antes da legalização do aborto, eram menos de 100 mil por ano. Desde a legalização, são 1 milhão e meio de abortos por ano.
No mesmo artigo no GospelMais, Johnny disse: “A Revolução Cubana foi necessária.”
Não se surpreenda: Johnny Torralbo Bernardo tem um histórico de anos no Partido Comunista do Brasil. É natural pois que ele defenda tais revoluções. Faz parte do sangue comunista.
Presumivelmente, com a cabeça cheia de maconha deve ser muito mais fácil fazer esse tipo de defesa!
Se a maconha e o comunismo de Cuba não merecem ser condenados, então quem merece? Segundo Johnny, Julio Severo. Ele diz:
“Suas críticas baseadas em um extremismo religioso semelhante ao islâmico, fundamentalista… Os ataques do Júlio não se restringem à prática homossexual — até então correta do ponto de vista doutrinário, cristão —, mas, nos últimos anos, têm atingido pessoas de respeito, de reconhecida contribuição com o Evangelho e à justiça social. Destaco três figuras brasileiras: Augustus Nicodemos, Ariovaldo Ramos e Antonio Carlos Costa. Ao mesmo tempo, dá apoio a figuras polêmicas, como lideres neopentecostais, à jornalista do SBT Rachel Sheherazade e o militar defensor da tortura, Bolsonaro. Também faz duras críticas à Universidade Presbiteriana Mackenzie.”
Meu problema, de acordo com Johnny, é apoiar “figuras polêmicas” como “lideres neopentecostais, a jornalista do SBT Rachel Sheherazade e o militar Bolsonaro.”
Outro grande problema, de acordo com ele, é que meus textos estão “atingindo pessoas de respeito, de reconhecida contribuição com o Evangelho e à justiça social. Destaco três figuras brasileiras: Augustus Nicodemos, Ariovaldo Ramos e Antonio Carlos Costa.” O antigo membro do Partido Comunista também se sente incomodado com minhas “duras críticas à Universidade Presbiteriana Mackenzie.”

A diferença entre liberdade de expressão e ameaças

Ora, num país em que há liberdade de expressão, as pessoas são livres para criticar ideias. Mas ameaçar a vida pessoal é crime. Se meus textos tivessem ameaças e fofocas das três figuras citadas por Johnny, cada uma delas poderia livremente me processar.
Quem está recebendo ameaças sou eu. Uma das ameaças chegou no dia 20 de fevereiro de 2014. A ameaça diz:
O senhor tem duas opções:
Ver os seus dados pessoais, e o nome de toda a sua família com os números de seus documentos difundidos e, claro, e seu endereço...
Ou,
Apagar esta matéria (http://bit.ly/1ha94tg) e nunca mais escrever o nome de Ariovaldo Ramos no seu blog.
O que vai ser?
Pode seguir a sua luta como quiser. Mas este nome está proibido.
O que vai ser?
Você tem 24 horas para decidir se segue a sua luta, sem prejudicar o Ariovaldo Ramos ou perde tudo.
A escolha é sua. A sua casa caiu. Seus antigos amigos e aliados te entregaram.
É o fim.
Continue como pedido e tudo ficará oculto. Siga atormentando o Ariowaldo Ramos e será o seu fim.
Boa noite
Johnny leu essa ameaça no meu blog: http://bit.ly/MhtAhr E qual foi sua reação? Denunciar a chantagem, crime e ameaça? Não. Sua reação, típica do acobertadores de companheiros, se limitou a chamar a vítima de extremista fundamentalista e a defender a legalização da maconha e das revoluções comunistas.
Para o comunista de carteirinha, que se disfarça de “defensor do evangelho,” minhas denúncias contra o socialismo evangélico aparentemente são mais graves do que as ameaças que recebo. A filosofia dele só pode ser: “Liberdade total para os cristãos socialistas, inclusive para ameaçar. Censura ou prisão para os cristãos que denunciam a idolatria socialista entre evangélicos.” Mais comunista que isso, impossível.
Mas se denuncio, com base em seus próprios textos, que Ariovaldo Ramos promove a Teologia da Missão Integral (que é a versão protestante da Teologia da Libertação), qual é o meu “crime”?
Se denuncio, com base em seus próprios textos, que Ariovaldo Ramos lamentou a morte do ditador Hugo Chavez, qual é o meu “crime”?
Se denuncio, com base em seus próprios textos, que a Universidade Mackenzie não tolera os dons sobrenaturais do Espírito Santo, mastolera o esquerdismo, qual é o meu “crime”?
Se denuncio, com base em seus próprios textos, que Augustus Nicodemus não tolera os dons sobrenaturais do Espírito Santo, mas acoberta famosos promotores da Teologia da Missão Integral, qual é o meu “crime”?
Meu crime é exercer a liberdade de expressão, que, ao clássico estilo comunista, deveria ser exterminada. Enquanto isso não acontece, o antigo membro do Partido Comunista do Brasil vai se queixando sem parar.
Quer Johnny goste ou não, tenho todo direito de defender Rachel Sheherazade, Marco Feliciano, Silas Malafaia e outros quando defendem valores pró-família. E tenho igual direito de denunciar a esquerda apologética e seus acobertadores.
Não dando a mínima importância à liberdade de expressão, o artigo de Johnny no GospelMais tem o objetivo de demonstrar que minhas “acusações são gratuitas e paranoicas.” Indo mais longe, ele diz: “Como disse um amigo em atividade no Peru: o Júlio Severo é uma mente enferma, com sérios problemas de sociabilidade, que agride gratuitamente líderes comprometidos com o bem-estar da sociedade, que querem o melhor para o nosso povo.”
Um ano atrás, depois que desmascarei o site Púlpito Cristão no meu artigo “A esquerda apologética e o neopentecostalismo,” Johnny teve a reação histérica de um típico comunista, dizendo:
“Usar da liberdade garantida pelo estado democrático para caluniar pessoas sérias merece uma resposta legal”
“Não tolerei esse tipo de comentário contra nós, uma vez que temos desenvolvido um trabalho sério na defesa do Evangelho.”
Isto é, em nome da liberdade de expressão, ele quer sufocar minha liberdade de expressão! O que seria então calúnia? Dizer, por exemplo, que a família de Augustus Nicodemus ou a família de Johnny está em crise? Se eu tivesse tido isso, eu entenderia a revolta dele.
Não convivo com a família deles e, mesmo que tivesse convivido, não seria uma atitude cristã sair por aí publicando o que vi na família deles. Seria fofoca.
Mas o senhor Johnny, com a arrogância de quem aparenta conviver com minha família e me conhecer intimamente, diz no seu texto pró-maconha do GospelMais: “A família do Júlio está em crise, obviamente.”
Trabalho “sério” na defesa do Evangelho: defender a legalização da maconha e as revoluções comunistas e dizer que Julio Severo é um extremista tipo islâmico e que sua família está em “crise.” Some a isso que não estou autorizado, por outros “sérios” defensores do evangelho, a dizer que um antigo membro do Partido Comunista que defende a maconha e fofoca do caráter e vida familiar de um cristão é pervertido e caluniador.
“Calúnia” é, na visão deles, o que faço: Dizer que a promoção da Teologia da Missão Integral ou da Teologia da Libertação não é Evangelho.
Se o antigo amigo de Johnny, Leonardo Gonçalves — que é dono do Púlpito Cristão e residente no Peru — acha que cometo “calúnia” ao dizer que seu site defende o esquerdismo, ele que me processe.
Se as três figuras citadas por Johnny — Augustus Nicodemus, Ariovaldo Ramos e Antonio Carlos Costa — acham que cometi igual calúnia, que façam como ele mesmo quer fazer: me processem.
Agora, vou dizer o que é calúnia: É fazer exatamente o que ele e outros da esquerda apologética fazem, xingando os opositores de “mentes enfermas” enquanto eles, que têm “mente saudável,” defendem a legalização da maconha, revoluções comunistas e outros males, fofocando da vida familiar dos opositores, e ainda posando de “defensores do Evangelho.”
Nunca dirigi xingamentos ou ameaças à esquerda evangélica, mas pergunte-me agora quantos xingamentos e ameaças tenho recebido dessa esquerda. E quem tem de ser calado sou eu?
“Apologetas” da classe de Johnny acusam os neopentecostais de “heréticos” por terem visões, sonhos e outras experiências sobrenaturais do Espírito Santo, mas defendem a legalização da maconha, que dá visões, sonhos e outras experiências antinaturais. Quem é que tem mente enferma?
Minha reação à heresia socialista e cessacionista no meio evangélico é denúncias e refutações. A reação da esquerda evangélica às minhas refutações é fofocas, ameaças e defesa das drogas!
Os cessacionistas, que não perdoam “heresias” nos neopentecostais, fazem vista grossa às reais heresias dos camaradas “apologetas” e outros amantes da Teologia da Missão Integral. Basta ver o patrocínio que o Genizah deu a um grande evento esquerdista na Universidade Mackenzie.
Espero que algum dia os cessacionistas dirijam seu radicalismo cessacionista contra a “defesa do evangelho” de seus camaradas apologetas. Essa defesa nada mais é do que fachada para fazer fofocas e defender a legalização da maconha e revoluções comunistas.
Leitura recomendada:
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