COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

DEP.MARCO FELICIANO: "O estupro da Petrobrás e a gritaria contra Bolsonaro".




O estupro da Petrobrás e a gritaria contra Bolsonaro


Muito se poderia dizer sobre a gritaria contra Jair Bolsonaro (PP/RS), que ironicamente reafirmou que a deputada Maria do Rosário (PT/RS) não merecia ser estuprada. Reafirmou, pois Bolsonaro já havia feito a afirmativa em outra ocasião. Mais precisamente em 2003. Após ser chamado de estuprador pela parlamentar petista, Bolsonaro rebateu com a frase: “Não estupro porque você não merece”.
 É evidente que Bolsonaro não teve a intenção de fazer apologia ao estupro, como afirma a vice-procuradora-geral da República, Ela Wiecko, que denunciou o parlamentar por incitar publicamente a prática do crime de estupro. Crime este que tem crescido em proporções alarmantes: Segundo dados do Anuário de Segurança Pública, o país teve 50.617 casos registrados em 2012, um crescimento de mais de 18% em relação ao ano anterior.
A questão é que ninguém merece ser estuprada. Sobretudo as mulheres. “Estupro” procede do termo latino stupru que deriva da palavra  violatione. Bolsonaro disparou contra Maria do Rosário, por sua vigarice ideológica, quando ela fugia do Plenário da Câmara para não ouvir seu discurso contra a dita Comissão Nacional da Verdade. “Não saia, não, Maria do Rosário, fique aí! Há poucos dias, você me chamou de estuprador no Salão Verde, e eu falei que eu não estuprava você porque você não merece. Fique aqui para ouvir”.
Maria do Rosário é uma das responsáveis pelo estupro da dignidade militar. Uma afronta petista contra as Forças Armadas, instituição que sempre apareceu entre as mais respeitadas nas pesquisas. O povo ainda tem em alta nossos militares. Aliás, este é justamente outro sentido da palavra latina stupru: sentido genérico de afronta ou infâmia.
Outra instituição que foi estuprada, mesmo não merecendo, foi a Petrobrás. As denúncias de corrupção e os escândalos envolvendo o Governo nos levam a sensação de que não havia defesa contra esta violação. Em terra sem lei o que se faz não merece atenção, mas o que se diz provoca o borburinho ensurdecedor dos moralistas contumazes.
Assista ao vídeo:
MARIA DO ROSÁRIO CHAMANDO O DEP.JAIR BOLSONARO DE "ESTUPRADOR"


Fonte: http://www.marcofeliciano.com.br/blog/o-estupro-da-petrobras-e-a-gritaria-contra-bolsonaro/#comment-1295

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Dep.Pr.Marco Feliciano protesta: MEC publicou cartilha que orienta como fazer aborto com medicamento ilegal

Ministério da Saúde publicou cartilha que orienta como fazer aborto com medicamento ilegal; Pastor Marco Feliciano protesta Tiago Chagas Uma cartilha pró-aborto, publicada pelo Ministério da Saúde e que ensina um passo a passo para a realização do aborto usando o remédio Misoprostol, foi denunciada pela ONG Brasil Sem Aborto.
O remédio, mais conhecido pela marca Cyotek, tem a comercialização proibida no Brasil, e na cartilha, não há assinatura ou menção a nenhum responsável técnico, o que descumpre padrões estabelecidos para o setor. Embora os impressos encomendados pelo Ministério da Saúde sejam voltados a obstetras, a linguagem utilizada no trecho que ensina o método abortivo foge ao padrão técnico comumente usado em documentos médicos. Na nota publicada pela Brasil sem Aborto, o trecho a seguir revela a suspeita da ONG quanto à publicação da cartilha: “Mais do que ao médico que precisa tomar decisões de tratamento, o folheto parece dirigir-se a pessoas que já conseguiram ou pretendem conseguir clandestinamente a droga e tem dúvidas sobre como utilizá-la para realizar o aborto”. No ano passado, noticiou-se que o Ministério da Saúde estaria preparando uma cartilha de orientação para mulheres que decidissem abortar. A denúncia de agora reforça a tese levantada anteriormente. No Twitter, o pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) comentou o caso e lamentou a postura das lideranças evangélicas e também dos fiéis, que pouco protestam em relação ao assunto. “O silêncio, a apatia, a covardia e o descaso da liderança evangélica brasileira com as questões do Aborto e Gays é vergonhosa. Enquanto fazem cobranças aos parlamentares para que leis não sejam aprovadas, escondem-se atrás de suas portentosas escrivaninhas! Dedicam-se a produzir um raso sermão dominical, ao som da boa música e passivamente gabando-se do seu lindo e gordo e fraco rebanho. Enquanto isso lideres católicos em todo mundo, reagem, manifestam-se contra governos que tendem a desconstruir a família tradicional. Sigamos o exemplo. Cobremos postura de nossos lideres evangélicos. Precisamos mostrar ao governo brasileiro nossa indignação. Protestemos”, convocou Marco Feliciano. Fonte: GospelMais Divulgação: www.juliosevero.com Leitura recomendada: Jogos de aborto entre Brasil e ONU GospelMais e BíbliaMenos?

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

PARADA GAY VISTA PELA 'REVISTA VEJA' de 14-11-2012


 ”Parada gay, cabra e espinafre”, por J.R. Guzzo, revista Veja.


Já deveria ter ficado para trás no Brasil a época em que ser homossexual era um problema. Não é mais o problema que era. com certeza, mas a verdade é que todo o esforço feito há anos para reduzir o homossexualismo a sua verdadeira natureza – uma questão estritamente pessoal – não vem tendo o sucesso esperado. Na vida política, e só para ficar num caso recente, a rejeição ao homossexualismo pela maioria do eleitorado continua sendo considerada um valor decisivo nas campanhas eleitorais. Ainda agora, na eleição municipal de São Paulo, houve muito ruído em torno do infeliz “kit gay” que o Ministério da Educação inventou e logo desinventou, tempos atrás, para sugerir aos estudantes que a atração afetiva por pessoas do mesmo sexo é a coisa mais natural do mundo. Não deu certo, no caso, porque o ex-ministro Fernando Haddad, o homem associado ao “kit”, acabou ganhando – assim como não tinha dado certo na eleição * anterior, quando a candidata Marta Suplicy (curiosamente, uma das campeãs da “causa gay” no país) fez insinuações agressivas quanto à masculinidade do seu adversário Gilberto Kassab e foi derrotada por ele. Mas aí é que está: apesar de sua aparente ineficácia como caça-votos, dizer que alguém é gay, ou apenas pró-gay. ainda é uma “acusação”. Pode equivaler a um insulto grave – e provocar uma denúncia por injúria, crime previsto no artigo 140 do Código Penal Brasileiro. Nos cultos religiosos, o homossexualismo continua sendo denunciado como infração gravíssima. Para a maioria das famílias brasileiras, ter filhos ou filhas gay é um desastre – não do tamanho que já foi, mas um drama do mesmo jeito.
Por que o empenho para eliminar a antipatia social em torno do homossexualismo rateia tanto assim? O mais provável é que esteja sendo aplicada aqui a Lei das Consequências Indesejadas, segundo a qual ações feitas em busca de um determinado objetivo podem produzir resultados que ninguém queria obter, nem imaginava que pudessem ser obtidos. É a velha história do Projeto Apollo. Foi feito para levar o homem à Lua; acabou levando à descoberta da frigideira Tefal. A Lei das Consequências Indesejadas pode ser do bem ou do mal. É do bem quando os tais resultados que ninguém esperava são coisas boas. como aconteceu no Projeto Apollo: o objetivo de colocar o homem na Lua foi alcançado – e ainda rendeu uma bela frigideira, além de conduzir a um monte de outras invenções provavelmente mais úteis que a própria viagem até lá. É do mal quando os efeitos não previstos são o contrário daquilo que se pretendia obter. No caso das atuais cruzadas em favor do estilo de vida gay, parece estar acontecendo mais o mal do que o bem. Em vez de gerar a paz, todo esse movimento ajuda a manter viva a animosidade: divide, quando deveria unir. O kit gay, por exemplo, pretendia ser um convite à harmonia – mas acabou ficando com toda a cara de ser um incentivo ao homossexualismo, e só gerou reprovação. O fato é que, de tanto insistirem que os homossexuais devem ser tratados como uma categoria diferente de cidadãos, merecedora de mais e mais direitos, ou como uma espécie ameaçada, a ser protegida por uma coleção cada vez maior de leis. os patronos da causa gay tropeçam frequentemente na lógica- e se afastam, com isso. do seu objetivo central.
O primeiro problema sério quando se fala em “comunidade gay”é que a “comunidade gay” não existe – e também não existem, em consequência, o “movimento gay” ou suas “lideranças”. Como o restante da humanidade, os homossexuais, antes de qualquer outra coisa, são indivíduos. Têm opiniões, valores e personalidades diferentes. Adotam posições opostas em política, religião ou questões éticas. Votam em candidatos que se opõem. Podem ser a favor ou contra a pena de morte, as pesquisas com células-tronco ou a legalização do suicídio assistido. Aprovam ou desaprovam greves, o voto obrigatório ou o novo Código Florestal – e por aí se vai. Então por que, sendo tão distintos entre si próprios, deveriam ser tratados como um bloco só? Na verdade, a única coisa que têm em comum são suas preferências sexuais – mas isso não é suficiente para transformá-los num conjunto isolado na sociedade, da mesma forma como não vem ao caso falar em “comunidade heterossexual” para agrupar os indivíduos que preferem se unir a pessoas do sexo oposto. A tendência a olharem para si mesmos como uma classe à parte, na verdade, vai na direção exatamente contrária à sua principal aspiração – a de serem cidadãos idênticos a todos os demais.
Outra tentativa de considerar os gays como um grupo de pessoas especiais é a postura de seus porta-vozes quanto ao problema da violência. Imaginam-se mais vitimados pelo crime do que o resto da população; já se ouviu falar em “holocausto” para descrever a sua situação. Pelos últimos números disponíveis, entre 250 e 300 homossexuais foram assassinados em 2010 no Brasil. Mas. num país onde se cometem 50 000 homicídios por ano, parece claro que o problema não é a violência contra os gays; é a violência contra todos. Os homossexuais são vítimas de arrastões em prédios de apartamentos, sofrem sequestros-relâmpago, são assaltados nas ruas e podem ser monos com um tiro na cabeça se fizerem o gesto errado na hora do assalto – exatamente como ocorre a cada dia com os heterossexuais; o drama real, para todos, está no fato de viverem no Brasil. E as agressões gratuitas praticadas contra gays? Não há o menor sinal de que a imensa maioria da população aprove, e muito menos cometa, esses crimes; são fruto exclusivo da ação de delinquentes, não da sociedade brasileira.
Não há proveito algum para os homossexuais, igualmente, na facilidade cada vez maior com que se utiliza a palavra “homofobia”; em vez de significar apenas a raiva maligna diante do homossexualismo, como deveria, passou a designar com frequência tudo o que não agrada a entidades ou militantes da “causa gay”. Ainda no mês de junho, na última Parada Gay de São Paulo, os organizadores disseram que “4 milhões” de pessoas tinham participado da marcha – já o instituto de pesquisas Datafolha, utilizando técnicas específicas para esse tipo de medição, apurou que o comparecimento real foi de 270000 manifestantes, e que apenas 65000 fizeram o percurso do começo ao fim. A Folha de S.Paulo, que publicou a informação, foi chamada de “homofóbica”. Alegou-se que o número verdadeiro não poderia ter sido divulgado, para não “estimular o preconceito”- mas com isso só se estimula a mentira. Qualquer artigo na imprensa que critique o homossexualismo é considerado “homofóbico”; insiste-se que sua publicação não deve ser protegida pela liberdade de expressão, pois “pregar o ódio é crime”. Mas se alguém diz que não gosta de gays, ou algo parecido, não está praticando crime algum – a lei. afinal, não obriga nenhum cidadão a gostar de homossexuais, ou de espinafre, ou de seja lá o que for. Na verdade, não obriga ninguém a gostar de ninguém; apenas exige que todos respeitem os direitos de todos.
Há mais prejuízo que lucro, também, nas campanhas contra preconceitos imaginários e por direitos duvidosos. Homossexuais se consideram discriminados, por exemplo, por não poder doar sangue. Mas a doação de sangue não é um direito ilimitado – também são proibidas de doar pessoas com mais de 65 anos ou que tenham uma história clínica de diabetes, hepatite ou cardiopatias. O mesmo acontece em relação ao casamento, um direito que tem limites muito claros. O primeiro deles é que o casamento, por lei, é a união entre um homem e uma mulher; não pode ser outra coisa. Pessoas do mesmo sexo podem viver livremente como casais, pelo tempo e nas condições que quiserem. Podem apresentar-se na sociedade como casados, celebrar bodas em público e manter uma vida matrimonial. Mas a sua ligação não é um casamento – não gera filhos, nem uma família, nem laços de parentesco. Há outros limites, bem óbvios. Um homem também não pode se casar com uma cabra, por exemplo; pode até ter uma relação estável com ela, mas não pode se casar. Não pode se casar com a própria mãe. ou com uma irmã. filha, ou neta, e vice-versa. Não poder se casar com uma menor de 16 anos sem autorização dos pais. e se fizer sexo com uma menor de 14 anos estará cometendo um crime. Ninguém, nem os gays, acha que qualquer proibição dessas é um preconceito. Que discriminação haveria contra eles. então, se o casamento tem restrições para todos? Argumenta-se que o casamento gay serviria para garantir direitos de herança – mas não parece claro como poderiam ser criadas garantias que já existem. Homossexuais podem perfeitamente doar em testamento 50% dos seus bens a quem quiserem. Tem de respeitar a “legítima”", que assegura a outra metade aos herdeiros naturais – mas essa obrigação é exatamente a mesma para qualquer cidadão brasileiro. Se não tiverem herdeiros protegidos pela “legítima”, poderão doar livremente 100% de seu patrimônio – ao parceiro, à Santa Casa de Misericórdia ou à Igreja do Evangelho Quadrangular. E daí?
A mais nociva de todas essas exigências, porém, é o esforço para transformar a “homofobia” em crime, conforme se discute atualmente no Congresso. Não há um único delito contra homossexuais que já não seja punido pela legislação penal existente hoje no Brasil. Como a invenção de um novo crime poderia aumentar a segurança dos gays, num país onde 90% dos homicídios nem sequer chegam a ser julgados? A “criminalização da homofobia”é uma postura primitiva do ponto de vista jurídico, aleijada na lógica e impossível de ser executada na prática. Um crime, antes de mais nada. tem de ser “tipificado” – ou seja, tem de ser descrito de forma absolutamente clara. Não existe “mais ou menos” no direito penal; ou se diz precisamente o que é um crime, ou não há crime. O artigo 121 do Código Penal, para citar um caso clássico, diz o que é um homicídio: “Matar alguém”. Como seria possível fazer algo parecido com a homofobia? Os principais defensores da “criminalização” já admitiram, por sinal, que pregar contra o homossexualismo nas igrejas não seria crime, para não baterem de frente com o princípio da liberdade religiosa. Dizem, apenas, que o delito estaria na promoção do “ódio”. Mas o que seria essa “”promoção”? E como descrever em lei, claramente, um sentimento como o ódio?
Os gays já percorreram um imenso caminho para se libertar da selvageria com que foram tratados durante séculos e obter, enfim, os mesmos direitos dos demais cidadãos. Na iluminadíssima Inglaterra de 1895, o escritor Oscar Wilde purgou dois anos de trabalhos forçados por ser homossexual; sua vida e sua carreira foram destruídas. Na França de 1963, o cantor e compositor Charles Trenet foi condenado a um ano de prisão, pelo mesmo motivo. Nada lhe valeu ser um dos maiores nomes da música popular francesa, autor de mais de 1 000 canções, muitas delas obras imortais como Douce France – uma espécie de segundo hino nacional de seu país. Wilde, Trenet e tantos outros foram homens de sorte – antes, na Europa do Renascimento, da cultura e da civilização, homossexuais iam direto para as fogueiras da Santa Madre Igreja. Essas barbaridades não foram eliminadas com paradas gay ou projetos de lei contra a homofobia, e sim pelo avanço natural das sociedades no caminho da liberdade. É por conta desse progresso que os homossexuais não precisam mais levar uma vida de terror, escondendo sua identidade para conseguir trabalho, prover o seu sustento e escapar às formas mais brutais de chantagem, discriminação e agressão. É por isso que se tomou possível aos gays, no Brasil e no mundo de hoje, realizar o que para muitos é a maior e mais legítima ambição: a de serem julgados por seus méritos individuais, seja qual for a atividade que exerçam, e não por suas opções em matéria de sexo.
Perder o essencial de vista, e iludir-se com o secundário, raramente é uma boa ideia.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

TRÊS EXPOENTES SAEM EM DEFESA DE MARISA LOBO


Silas Malafaia, Marco Feliciano e mídia internacional saem em defesa da psicóloga Marisa Lobo
Por Dan Martins em 7 de julho de 2012 

Na última semana o deputado e pastor evangélico Marco Feliciano fez um pronunciamento comentando o parecer da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da Ordem dos Advogados do Brasil no Paraná, que classificou o inquérito do Conselho Regional de Psicologia (CRP-PR) contra a psicóloga Marisa Lobo, por manifestar sua fé publicamente, inconstitucional.
- Dessa vez, a justiça deixou claro a inconstitucionalidade do caso Marisa Lobo, porém até quando o direito e a verdadeira ciência e política, resistirá a pressões sociais e garantirá sua imparcialidade? – questionou o político, através de seu site.
No pronunciamento oficial feito na Câmara dos Deputados, Feliciano elogiou a postura da OAB no caso, e reafirmou que o caso se trata de perseguição ao direito de livre manifestação da crença. Direito esse garantido pela Constituição Brasileira.
O deputado ressaltou que o parecer, lavrado pela Relatora Doutora Francielli Morêz, revisado, analisado e aprovado na reunião mensal da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da OAB/PR, considerou como inconstitucional a ação do CRP, que visava cassar o registro profissional da psicóloga.
Em um trecho de seu pronunciamento o deputado afirmou que perseguições a cristãos, como as sofridas pela psicóloga, se devem ao fato de que esse setor da sociedade é tido como um obstáculo para a implantação de uma agenda anti-família na política brasileira.
- A questão da perseguição contra a sociedade Judaica Cristã, se deve ao fato de sermos considerados obstáculos, para uma agenda anti-família, que quer legalizar as drogas, o aborto, que querem nos transformar em massa de manobra – ressaltou o deputado.
O caso de Marisa Lobo foi motivo de discussões também internacionalmente. O canal de notícias do sitelifesitenews.com destacou o caso afirmando que a repercussão do caso no Brasil resultou em discussões no Congresso “sobre terapia para atração pelo mesmo sexo, uma prática ainda reconhecida pela Organização Mundial de Saúde como uma resposta legítima à homossexualidade indesejada”. O site publicou ainda uma entrevista da psicóloga ao ativista Julio Severo, na qual ela fala detalhadamente sobre o caso.
De acordo com Marisa Lobo, o caso será o assunto também do programa desse domingo do pastor Silas Malafaia. A psicóloga informou à redação do Gospel Mais que em seu próximo programa Malafaia vai falar sobre a decisão da OAB em seu favor.
Leia na íntegra o pronunciamento de Marco Feliciano:
Senhor Presidente,
Senhoras e Senhores Deputados.
A psicóloga Marisa Lobo recebeu um parecer da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da Ordem dos Advogados do Brasil no Paraná, classificando o inquérito do Conselho Regional de Psicologia (CRP-PR), contra ela, por manifestar sua fé publicamente, de inconstitucional e descabida.
Na ocasião da abertura do inquérito, o CRP-PR, notificou a psicóloga Marisa Lobo de que abriria processo interno de cassação de seu registro como psicóloga, se em quinze dias (15) ela não retirasse as menções ao cristianismo de suas páginas na internet.
Marisa Lobo se recusou a acatar a sugestão do Conselho e iniciou uma campanha pessoal, em busca de referências jurídicas e apoio da sociedade para evitar a cassação de seu registro. Foi nesse momento que a psicóloga solicitou à OAB-PR que a Comissão de Direito e Liberdade Religiosa avaliasse seu caso.
No parecer enviado pela OAB, à Marisa Lobo, a ação do CRP é tratada como “inconstitucional”. O parecer foi “lavrado pela Relatora Doutora Francielli Morêz, revisado, analisado e aprovado na reunião mensal da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da OAB/PR, realizada no dia 14 de junho de 2012.
Em seu conteúdo, o posicionamento da OAB, afirma que o “ato administrativo, consubstanciado na notificação, endereçada à Psicóloga Marisa Lobo, padece de vício de inconstitucionalidade material, eis que tanto sua motivação quanto sua finalidade agridem frontalmente, na essência desta análise, o princípio fundamental da dignidade da pessoa humana, exaltado no art. 1º, inciso III da Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988, bem como os dispositivos constitucionais corroborados no art. 5º,, incisos VI e VIII”.
O parecer ressalta ainda que a manifestação de fé não pode ser considerada proselitismo, como o CRP mencionou em seu inquérito: “o ato administrativo perpetrado pelo Conselho Regional de Psicologia do Paraná, contra a consulente é indubitavelmente inconstitucional, pois de forma clara descortina a indevida utilização de um instituto jurídico de natureza conceitual diversa – o proselitismo – à conduta da Psicóloga Marisa Lobo, com o fito de cerceamento do seu direito inabalável de assumir publicamente sua fé”.
Gostaria de salientar que esse é um caso inédito no Brasil e que prova realmente que a perseguição religiosa existe, e está acontecendo é fato, e precisamos ficar atentos, pois está se estendendo a outras profissões, não somente aos psicólogos.
A questão da perseguição contra a sociedade Judaica Cristã, se deve ao fato de sermos considerados obstáculos, para uma agenda anti-família, que quer legalizar as drogas, o aborto, que querem nos transformar em massa de manobra e nos levar a crer e aceitar por exemplo, que crianças pequenas devem tocar e se deixar serem tocadas em seus órgãos genitais, como forma de estimular sua inteligência, como disse uma integrante de um seminário sobre a infância gay, promovido e apoiado por alguns Deputados, desta Casa.
Todos que se oporem a estas questões hoje, estão sendo perseguidos. Isso é grave e perigoso, e nós parlamentares devemos fazer valer a democracia verdadeira, e não permitir que grupos militantes, seja eles, quais forem, usem a bandeira de direitos humanos, como disfarce para implantar de forma totalitária e proselitísta sua ideologia, que me parece apenas uma afronta as maiorias que deles discordam. Fazem pressão social e psicológica com requintes de crueldade como estão fazendo com a psicóloga Marisa Lobo, apenas por ter coragem de expor a ciência e não aceitar ser induzida ao erro.
Dessa vez, a justiça deixou claro a inconstitucionalidade do caso Marisa Lobo, porém até quando o direito e a verdadeira ciência e política, resistirá a pressões sociais e garantirá sua imparcialidade?
Fica ai a pergunta. E quem quiser conferir na íntegra o parecer da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da Ordem dos Advogados do Brasil, no Paraná, sobre o inquérito movido pelo CRP/PR, contra a Psicóloga Marisa Lobo, entre em meu site: www.marcofeliciano.com.br.
Parabéns OAB/PR, justiça, que Deus seja louvado.
Fonte: Gospel+

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