Associaçao para Defesa da Heterossexualidade, do Casamento e Família Tradicionais, Proteção de Crianças, Adolescentes e Jovens contra o Assédio, Aliciamento, Proselitismo e abusos Sexual e Homossexual; contra o Aborto e ajuda a pessoas que desejam deixar a homossexualidade.
COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?
Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
segunda-feira, 4 de março de 2013
Assine petição em favor do pastor @marcofeliciano para Presidente da Comissão de Direitos Humanos
ASSINE PETIÇÃO NO LINK ABAIXO : Precisamos de pessoas para se contrapor ao ATIVISMO GAY, que não representa, com legitimidade, os verdadeiros interesses dos homossexuais. Muitos deles tem dito isto abertamente. Pesquise no google.com.br e no youtube.com.br por 'Gays de Direita' e veja que enorme comunidade de Gays que eles representam.
NÃO SE CRIA DIREITOS POR CAUSA DE UMA "PRÁTICA", CERCEANDO CLÁSSICOS DIREITOS DOS OUTROS E MENOS AINDA CERCEANDO A LIBERDADE DE EXPRESSÃO NO ESTADO DEMOCRÁTICO
DE DIREITO.
TODAS AS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO DEVERIAM SER ENQUADRADAS NUMA LEI COMO A LEI MARIA DA PENHA, CRIADA EM MOMENTO MUITÍSSIMO OPORTUNO.
Sou a Favor do Deputado Marco Feliciano como Presidente da Comissão de Direitos Humanos
AGORA SIM. ASSINE AQUI, A NOVA PETIÇÃO :
http://www.marcofeliciano.com.br/assine
PELA SEGUNDA VEZ A AVAAZ PISA NA BOLA, POIS O Pr. Marco Feliciano está contra a AVAAZ. Está falando inclusive de processá-la, pois algo está sendo feito errado. Veja no blog dele: HTTP://www.marcofeliciano.com.br .
ESTE É O DEPUTADO CERTO PARA ASSUMIR A PRESIDENCIA DESTA COMISSÃO, POIS ATÉ AMEAÇAS DE MORTE, ELE TEM SOFRIDO. VEJA NESTE LINK:
http://www.marcofeliciano.com.br/noticia/100/deputado-pastor-marco-feliciano-tem-sofrido,-com-infamia,-perseguicao-e-ate-ameaca-de-morte-em-redes-sociais.html
domingo, 3 de março de 2013
Estudante que se submeteu a 'cura gay' move processo contra entrada em vigor de lei que proíbe a terapia
Publicado por Tiago Chagas em 9 de outubro de 2012
Recentemente o estado norte-americano da Califórnia baniu através de uma lei o tratamento de “cura gay” para menores de idade.
Porém, um estudante universitário que se submeteu ao tratamento, entrou com uma ação judicial contra o estado, alegando inconstitucionalidade da lei.
Segundo Aaron Blitzer, a proibição fere a primeira emenda da Constituição, por cercear o direito à liberdade de expressão e crença religiosa.
O processo é movido por Blitzer e outros demandantes: Donald Welsch e Anthony Duk. Blitzer é estudante de terapia na área sexual; Welsch é terapeuta familiar licenciado e conselheiro num centro cristão; e Duk é católico e exerce a psiquiatria profissionalmente.
A ação movida pelo trio foi apoiada pelo presidente do Instituto de Justiça Pacífica, Brad Dacus: “[A lei é uma] violação flagrante dos direitos dos jovens que sentem atração pelo mesmo sexo, e dos pais e conselheiros que sentem que isso seria benéfico para as necessidades de uma pessoa jovem”, criticou Dacus.
De acordo com o Christian Post, o advogado do trio que moveu o processo criticou a lei por, segundo ele, presumir que todos os que sentem atração por pessoas do mesmo sexo carregam essa característica em seu DNA: “Ela ignora milhares, incluindo os demandantes, que passaram pela terapia e estão agora em uma relação heterossexual feliz e saudável”.
Embora a ação esteja em curso, a lei que proíbe a terapia de “cura gay” tem previsão de entrada em vigor no dia 01 de janeiro de 2013 no estado da Califórnia.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
ADENDO ADHT: A grande maioria dos cristãos jamais usaram a terminologia 'cura gay'. Isto foi invenção dos Ativistas Gays para tentar denegrir a real possibilidade de libertação dos gays que desejam deixar a prática homossexual. Veja que em nosso blog http://exgaysfalam.blogspot.com apresenta mais de 130 casos de gays libertos desta prática maléfica e hoje são felizes pais de família e até avós. Isto é válido também para mulheres.
sábado, 2 de março de 2013
PT defende em resolução censura à imprensa, e Rui Falcão convida jornalistas a apoiar proposta. Exagero? Então leiam!
SOCORRO...ONDE ESTÃO AS FORÇAS ARMADAS ?
02/03/2013 às 7:34
Agora é para valer. O Diretório Nacional do PT divulgou uma resolução nesta sexta em que defende um “novo marco regulatório das comunicações”, que vem a ser o outro nome do “controle da mídia”, mera perífrase para se referir à censura. Eles são petistas e não desistem nunca.
O governo Lula tentou, mais de uma vez, criar mecanismos para censurar a imprensa. Deu com os burros n’água. Dilma Rousseff, até outro dia, dava sinais de que não entraria nessa. Nunca se sabe. Também até outro dia, ela reconhecia em FHC o arquiteto do Real e coisa e tal. Há duas semanas, vem esculhambando o tucano. Lula decidiu antecipar o calendário eleitoral e impôs à presidente uma agenda. Emparedada por más notícias e pelo pibinho, ela não teve como fugir. De todo modo, é pouco provável que ceda a esse aspecto da agenda em particular. Mas os petistas já encontraram uma saída. E Rui Falcão, presidente do PT, deixou claro que espera contar com a colaboração dos jornalistas em seu projeto de censura. Ele quer ver os coleguinhas botando a corda no pescoço para que um de seus estafetas possa puxá-la quando necessário.
Na resolução, escreve o PT (em vermelho):
(…) o DN [Diretório Nacional] conclama nossa militância a coletar, este ano, mais de 1,5 milhão de assinaturas para apresentar ao Congresso Nacional um projeto de lei de iniciativa popular. O PT se associará à campanha por um Projeto de Lei de Iniciativa Popular em favor de um novo marco regulatório das comunicações, tal como proposto pela CUT, pelo Fórum Nacional de Democratização da Comunicação (FNDC) e outras entidades.
(…)
Não percam de vista o tal Fórum Nacional de Democratização da Comunicação (FNDC). Já volto a ele. Antes, vou me fixar em outros aspectos. O PT sabe que o governo federal, de moto próprio, não criará mecanismos oficiais de censura, como quer o partido. Então é preciso recorrer à galera. O petismo pretende apresentar uma emenda de iniciativa popular. É só uma forma de tirar o peso das costas de Dilma. É claro que, se o governo quisesse, impediria que uma porcaria como essa (entre outras) constasse da resolução. Mas sabem como é.. Dilma não vai ela mesma censurar a imprensa, mas permite que seu partido lance uma proposta cujo objetivo esse. Faz sentido! A presidente manteve, por exemplo, o pornográfico esquema de financiamento estatal da imprensa suja, cujos objetivos mais do que declarados são puxar o saco do governo, atacar a oposição e difamar o jornalismo independente.
O governo permite, assim, que a investida petista contra a liberdade de expressão seja lavada por uma suposta emenda de iniciativa popular.
Ao defender a tal regulamentação, Rui Falcão afirmou:
“Nós aprovamos um documento que enfatiza de novo a questão do alargamento da liberdade de expressão. Peço para vocês, jornalistas, que enfatizem essa questão. Ela nada tem a ver com censura ou controle (da mídia). Mas pode ampliar o mercado (de trabalho), garantir que vocês possam ter um código de ética reconhecido pelas empresas. Para que vocês não tenham uma matéria eventualmente adulterada ou mesmo apurar matérias que fraudem a consciência de vocês”.
É asqueroso!
É mentira! A regulamentação que os petistas e uma penca de movimentos de esquerda defendem agride, sim, frontalmente a liberdade de expressão, constitui censura e busca o controle de conteúdo da informação. Falcão poderia dizer o que significa “apurar matérias que fraudem a consciência” dos jornalistas. Vamos a um exemplo: digamos que um petista ladrão seja flagrado roubando o Banco do Brasil. Caberia a um jornalista eventualmente filiado ao PT alegar escrúpulo de consciência se escalado para fazer uma reportagem a respeito?
Vejam que coisa: o pedido de Falcão aos jornalistas, em que ele nega a pretensão da censura e do controle, já circula por aí. Que tal, então, a gente entrar no mérito do que diz a resolução? Lá está que o petismo usará como referência de sua luta o que foi “proposto pela CUT, pelo Fórum Nacional de Democratização da Comunicação (FNDC)…” Ok! A íntegra da proposta do tal fórum, encampada pelo partido, está aqui. Destaco abaixo, em vermelho, alguns mimos do texto. Comento em azul.
O FNDC reivindica que este Marco Regulatório leve efetivamente à regulação da mídia, e contenha, também, mecanismos de controle, pela sociedade, do seu conteúdo e da extrapolação de audiência que facilita a existência dos oligopólios da comunicação que desrespeitam a pluralidade e diversidade cultural.
Viram? A “sociedade” teria “mecanismos de controle do conteúdo” do que é veiculado. Mas quem é “a sociedade”? Ora, todos sabemos! Trata-se de ONGs, sindicatos, associações disso e daquilo, movimento sociais, todos aqueles grupos que são controlados pelo… PT! Mas isso é pouco: seria preciso evitar a “extrapolação de audiência”. Se uma emissora, por exemplo, começasse a ter telespectadores demais, seria preciso dar um jeito de cortar suas asinhas. Como? Sei lá! O tal fórum dá uma pista de como seria esse “mecanismo de controle”. Leiam.
O FNDC propõe inclusão, na estrutura das empresas de Rádio e TV, de mecanismos que estimulem e permitam o controle público sobre a programação, como conselhos com participação da sociedade, conselhos editorais e serviços de ouvidoria.
A exemplo do que acontece na Venezuela chavista, rádios e TVs seriam comandados por “conselhos” populares, entenderam? Uma miríade de ONGs e movimentos sociais — tudo franja do petismo — decidiria a pauta do Jornal Nacional. O PT também não abre mão da possibilidade de punir jornalistas rebeldes. Mais uma proposta:
O FNDC propõe a criação de mecanismos de controle público, tais como conselhos de comunicação municipais e estaduais, agências reguladoras, ombudsman e Conselho Federal dos Jornalistas.
As emissoras ficariam sujeitas a essa borrasca de conselheiros, e os jornalistas, individualmente, seriam monitorados pelo Conselho Federal de Jornalismo — proposta já repudiada pela sociedade. O PT já arrumou um laranja para apresentar o texto. O órgão teria competência, imaginem só, para cassar a licença de jornalistas.
[3:16:31 PM] Adriana Poggi: Publicidade
O fórum também está preocupado com as criancinhas, é certo!. No que diz respeito à publicidade, prega:
Quanto à influência da publicidade nas relações de consumo e na construção de subjetividade, em especial no período da infância, o FNDC defende:
- A necessidade de resgatar a plenitude do desenvolvimento da criança em virtude do assédio do mercado, fortalecendo os valores da infância, priorizando o ato de brincar e não o objeto, o brinquedo anunciado.
- Que as reais necessidades da criança sejam contempladas quanto à preservação da saúde, inclusive quando são evidentes os apelos publicitários para o consumo de alimentos inadequados e prejudiciais como gorduras trans e outros, camuflados em elaboradas mensagens publicitárias.
Eu sempre fico fascinado com o verbo “resgatar”. Dá a ideia de que vivíamos no Éden antes de essa porcaria de capitalismo vir dar nas nossas terras. Digam-me cá: jogar pião, como joguei (e sou bom nisso até hoje, como constatei outro dia; sei fazer o bicho “dormir” na fieira… Alguns leitores, a esta altura, hão de perguntar: “Do que fala esse Reinaldo?”), é superior a brincar no iPad? Por quê? Uma criança, não sendo “assediada pelo mercado”, será assediada por quem? Por pedagogos do partido? Trata-se de uma linguagem rançosa, boçal, velha, que expressa uma concepção de educação que é prima pobre da doutrinação, que já é uma lástima. Mas entendo essas almas: depois de submeter os meios de comunicação à censura dos “conselhos populares”, o PT quer golpear também a sua receita publicitária. Quanto mais dependentes eles forem da Petrobras, do Banco do Brasil, da CEF e do próprio governo federal, melhor!
Se vocês lerem a íntegra da proposta que o PT tomou como modelo em sua resolução, encontrarão lá a reivindicação para que o estado passe a financiar as produções comunitárias. E quem é a “comunidade”? Bidu! A turma do partido. Faltasse besteira, lá vai outra: o fórum quer a volta da obrigatoriedade do diploma de jornalista.
Mas por quê?
O PT chegou ao poder com a “mídia” que está aí — ou quase. Digo “quase” porque, na média, o jornalismo brasileiro já foi mais crítico, menos sabujo, mais independente, menos atrelado à pauta do partido do poder, mais corajoso, menos pusilânime diante daqueles que se querem “os donos do povo”. Quando na oposição, o partido jamais falou em controlar a imprensa. Ela lhe era útil, e o partido foi uma fonte inesgotável de dossiês e denúncias contra seus adversários. Algumas chegaram a ser estupidamente veiculadas pela imprensa, sem qualquer comprovação, tal era a intimidade do partido com jornalistas.
Hoje, essa imprensa, com importantes exceções honrosas, está muito mais rendida ao poder. Mesmo assim, isso parece pouco ao PT. O partido está em seu terceiro mandato no governo federal; tem chances imensas de conquistar o quarto mandato. Desde que as eleições diretas foram reinstituídas no país, é a agremiação mais bem-sucedida: venceu três das seis disputas… Tudo o mais constante, em 2015, serão quatro de sete.
Cumpre, então, perguntar: que diabo de mal a imprensa livre faz ao PT? Em que prejudica os seus anseios? Ao contrário: até Lula reconhece ser ele próprio produto da liberdade de imprensa. Por que a sanha autoritária, a volúpia da censura? A resposta é óbvia: o partido quer o poder absoluto. Isso não significa que pretenda, sei lá, pôr a oposição na clandestinidade. Ele só quer torná-la irrelevante, demonizando aqueles que não se submetem à sua vontade. Lembram-se daquele blogueiro lulista que chegou a sugerir que reportagens procurassem identificar os que consideravam o governo ruim ou péssimo? É fascismo na veia!
Notem, ademais, que o “controle da mídia” voltou a ser pauta urgente e inegociável para os petistas depois da condenação dos mensaleiros. Eles não querem uma imprensa que possa, enfim, vigiar os seus corruptos, os seus peculatários, os seus quadrilheiros.
Encerro
Mas Rui Falcão, mesmo assim, quer o apoio dos jornalistas para a proposta. Diz que é tudo em favor do mercado de trabalho e da liberdade de expressão. O PT deu uma prova recente do que entende por pluralidade e imprensa livre: mandou seus bate-paus para a rua para xingar e agredir Yoani Sánchez. Na reunião que organizou a tramoia contra a blogueira, estava um homem de Gilberto Carvalho, que vem a ser um dos dois braços esquerdos de Dilma Rousseff.
Por Reinaldo Azevedo
PAIS, ESTEJAM ATENTOS: Travesti cola panfletos pornográficos para conseguir clientes em orelhão ao lado de delegacia e acaba preso
VEJA A OUSADIA A QUE CHEGARAM OS TRAVESTIS. SERÁ QUE ELE VAI RESPONDER PELO CRIME QUE ESTÁ COMETENDO CONTRA NOSSOS ADOLESCENTES E JOVENS?
01/03/13 14:48 Atualizado em 01/03/13 14:50
Travesti cola panfletos pornográficos para conseguir clientes em orelhão ao lado de delegacia e acaba preso
Leia todo o artigo no link:
http://extra.globo.com/casos-de-policia/travesti-cola-panfletos-pornograficos-para-conseguir-clientes-em-orelhao-ao-lado-de-delegacia-acaba-preso-7713622.html#ixzz2MPeK33QC
FACEBOOK GAYISTA APOIA PEDOFILIA? Blog Julio Severo é considerado como inseguro pelo Facebook
Blog Julio Severo é considerado como inseguro pelo Facebook
Paulo César Cândido
Interessante...alguns podem até me taxar de adepto de teoria da conspiração, mas vejo e tenho vivido diariamente o que vou falar: a cada dia mais as redes sociais toleram “democraticamente” blogs esquerdistas apoiadores de ditaduras totalitárias, do aborto e do movimento gayzista.,
Incrível a democracia em que vive o Brasil. Se o Blog Julio Severo fosse esquerdista e lutasse em prol da causa gay e demais movimentos anti-família e anti-vida, o Facebook rejeitaria como preconceito toda campanha de bastidores para censurar o blogueiro evangélico.
Acessando os artigos de Júlio Severo direto de sua página no Facebook, me deparei com esta imagem e mensagem acima.
Censurar esquerdista é crime, ainda que não haja lei. Nenhuma rede social, seja Facebook ou Google, se atreveria a levantar um dedo contra um prestador de culto aos ideólogos marxistas.
Mas claro, o caso do blogueiro evangélico é muito diferente, pois ele, pelo leio e escreve e pelo que defende e consequentemente, pelo que vive, teimosamente se recusa a fazer parte desse culto que está em alta moda.
Há, no Facebook, inúmeras páginas defendendo à pedofilia, que não sofrem censura (clique neste link e veja). De forma totalmente contrária, o blogueiro evangélico é conhecido por suas denúncias de crimes de pedofilia promovidos na internet, inclusive no Facebook, é alvo também de perseguição e está, pelo que sabemos, exilado fora do Brasil.
A atitude do Facebook de censurar Julio Severo me faz pensar que tipo de democracia estamos vivendo no Brasil, onde as liberdades de expressão, crença e religião estão sendo verdadeiramente colocadas à prova.
Para o Facebook, as inúmeras páginas de seu sistema dedicadas à pornografia infantil e à defesa de outras causas radicais não parecem representar perigo.
Mas o blogueiro evangélico representa uma ameaça à democracia dos radicais. Ele representa uma ameaça aos grupos anti-familia e antivida e seu site deve com certeza ser criminalizado como inseguro e o Facebook, muito antenado, está fazendo um excelente trabalho pró-democracia avisando a sociedade que o blog evangélico é inseguro.
Por isso, o Facebook está incentivando os seus milhares de usuários ou um visitante desavisado que clica na página do blogueiro evangélico a denunciá-lo como perigoso, que trás insegurança a sociedade e disseminador de SPAM.
Parabéns ao Facebook por estar prestando um serviço à saúde da democracia dos esquerdistas brasileiros.
Fonte: Portal Cristão News
Divulgação: www.juliosevero.com
Incrível a democracia em que vive o Brasil. Se o Blog Julio Severo fosse esquerdista e lutasse em prol da causa gay e demais movimentos anti-família e anti-vida, o Facebook rejeitaria como preconceito toda campanha de bastidores para censurar o blogueiro evangélico.
Acessando os artigos de Júlio Severo direto de sua página no Facebook, me deparei com esta imagem e mensagem acima.
Censurar esquerdista é crime, ainda que não haja lei. Nenhuma rede social, seja Facebook ou Google, se atreveria a levantar um dedo contra um prestador de culto aos ideólogos marxistas.
Mas claro, o caso do blogueiro evangélico é muito diferente, pois ele, pelo leio e escreve e pelo que defende e consequentemente, pelo que vive, teimosamente se recusa a fazer parte desse culto que está em alta moda.
Há, no Facebook, inúmeras páginas defendendo à pedofilia, que não sofrem censura (clique neste link e veja). De forma totalmente contrária, o blogueiro evangélico é conhecido por suas denúncias de crimes de pedofilia promovidos na internet, inclusive no Facebook, é alvo também de perseguição e está, pelo que sabemos, exilado fora do Brasil.
A atitude do Facebook de censurar Julio Severo me faz pensar que tipo de democracia estamos vivendo no Brasil, onde as liberdades de expressão, crença e religião estão sendo verdadeiramente colocadas à prova.
Para o Facebook, as inúmeras páginas de seu sistema dedicadas à pornografia infantil e à defesa de outras causas radicais não parecem representar perigo.
Mas o blogueiro evangélico representa uma ameaça à democracia dos radicais. Ele representa uma ameaça aos grupos anti-familia e antivida e seu site deve com certeza ser criminalizado como inseguro e o Facebook, muito antenado, está fazendo um excelente trabalho pró-democracia avisando a sociedade que o blog evangélico é inseguro.
Por isso, o Facebook está incentivando os seus milhares de usuários ou um visitante desavisado que clica na página do blogueiro evangélico a denunciá-lo como perigoso, que trás insegurança a sociedade e disseminador de SPAM.
Parabéns ao Facebook por estar prestando um serviço à saúde da democracia dos esquerdistas brasileiros.
Fonte: Portal Cristão News
Divulgação: www.juliosevero.com
sexta-feira, 1 de março de 2013
Veja a POUCA VERGONHA envolvendo o CFP novamente...!
VEJA A POUCA VERGONHA ENVOLVENDO O CFP NOVAMENTE...Entre no link abaixo e vamos bombardear o CFP, pedindo o CANCELAMENTO dessa pouca vergonha. O CFP virou autarquia da IDEOLOGIA GAY, a pedido de quem? Do PT e seus aliados? Vamos fazer uma PETIÇÃO pedindo o cancelamento disto urgente !
Noticiado pelo CFP (Conselho Federal de Psicologia), ontem 25/2/2013, no site do CFP, no link: http://site.cfp.org.br/cfp-permanece-no-conselho-nacional-de-combate-a-discriminacao-e-promocao-dos-direitos-de-lgbt/#comment-2752
22/02/2013 - 18:52, atualizado em 25/02/2013 - 11:29
Conselho LGBT
Posse ocorre no dia 2 de abril para um mandato de 2 anos
O Conselho Federal de Psicologia conquistou novamente vaga no Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de LGBT (CNCD-LGBT) na eleição ocorrida nesta sexta-feira (22).
O CFP foi escolhido como representante no segmento entidades de classe e será representado pelo conselheiro Celso Tondin. A posse vai ocorrer no dia 2 de abril para um mandato de dois anos. Este Conselho integra a estrutura básica da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) e é composto por trinta membros, sendo quinze governamentais e quinze da sociedade civil.
Para participar do Conselho, as entidades devem ter atuação comprovada na defesa e na promoção dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais há pelo menos três anos, com representação em, no mínimo, cinco estados da Federação e em três regiões brasileiras. Além disso, não podem ter fins lucrativos.
O Conselho Federal de Psicologia tem ampla trajetória de trabalho com a causa LGBT. Entre outras ações, editou a Resolução N° 001/99, que considera que a Psicologia pode e deve contribuir com seu conhecimento para o esclarecimento sobre as questões da sexualidade, permitindo a superação de preconceitos e discriminações.
O CNCD-LGBT tem por finalidade formular e propor diretrizes de ação governamental, em âmbito nacional, voltadas para o combate à discriminação e para a promoção e defesa dos direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT.
Foto: Secretaria de Direitos Humanos
VEJA O QUE DISSERAM ALGUNS DOS QUE COMENTARAM ATÉ 25/2/2013. De NOVE comentários, SEIS foram contra o CFP:
COMENTÁRIOS
Nublado - 22/02/2013 19:48
CFP vendido á causa gayzista! que vergonha, rasgando seu próprio código de ética.
Jessé Moreira Franques - 23/02/2013 15:00
Hahahahahaha… Quando o Silas Malafaia fala que o Conselho Federal de Psicologia está a serviço da DITADURA GAY no Brasil, tem gente que diz que ele fala bobagem, hehehehe…Agora, olha isso, o CFP faz parte de um coselho GAYZISTA travestido de “direitos humanos LGBT”.
Cara, eu sou estudante de Psicologia, porque amo a Psicologia, adoro pesquisar as emoções humanas e ajudar pessoas a viverem melhor.
Mas eu sinto vergonha desse conselho tão arbítrario e medíocre que regulamenta essa honrosa profissão aqui no Brasil.
Felipe Lins - 23/02/2013 20:19
Vocês, preconceituosos, são a vergonha da psicologia. Vocês são arbitrários, medíocres e rasgam o código de ética da profissão. Vocês estão cegos, vendidos e entregues a causa nazista evangélica.
Não existe ditadura gay, pois eles não obrigam ninguém a ser como eles são, nem tentam impedir os héteros de serem héteros.
Não falem bobagens, crianças.
Vão estudar o código de ética, a declaração universal dos direitos humanos, e o principal: estudar e psicologia e de uma vez por todas entender que psicologia não é religião, e que a crença de vocês não tem valor nenhum dentro de nossa profissão.
Leon Alcides - 24/02/2013 0:20
Parabens ao CFP pela luta as direitos humanos LGBT,espero que lute tambem pelos héteros e cristao.
José Oliveira - 24/02/2013 13:16
Parabéns ao nosso CRP pela atitude profissional!
Vinicius - 25/02/2013 9:03
Uma lástima este viés ideológico do CFP. Não sou psicólogo, todavia, como cidadão, vejo que esta entidade está perdendo a credibilidade. É muita parcialidade, estão se deixando instrumentalizar. É preciso se decidir: ou fiscaliza a atuação dos profissionais de psicologia ou faz política e proselitismo ideológico.
Thiago - 25/02/2013 14:29
As pessoas que integram o CFP não trabalham pela “psicologia” mas sim por movimentos ideológicos elencados como relevantes. Psicólogos brasileiros! Acionem o poder judiciário e exijam o afastamento dos membros do CFP por descaracterizarem a entidade e pela incapacidade de zelarem por algo no qual já não acreditam – a psicologia, estão a serviço de militância política. Estou, mais uma vez, perplexo!
Selma Dias - 25/02/2013 17:41
agora sim entendo a perseguição religiosa, esse apoio explica tudo… que vergonha, tenho vergonha de pertencer a essa categoria preconceituosa e perseguidora da igreja.
Célio - 26/02/2013 14:17
Eu acho que não deveria existir um “Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de LGBT”.
Eu acho que deveria existir um CONSELHO NACIONAL DE COMBATE À DISCRIMINAÇÃO E PROMOÇÃO DOS DIREITO DE QUALQUER SER HUMANO.
* Um conselho específico já é uma descriminação dos que ficaram de fora desse.
Psicólogo, Dr. Luciano Garrido afirma: A Reorientação Sexual é totalmente possivel !
Sobre as terapias reparativas
ESCRITO POR LUCIANO GARRIDO | 28 FEVEREIRO 2013
ARTIGOS - CIÊNCIA
Não há qualquer estudo sério que invalide as terapias reparativas. O que há, sim, é muita pressão política, terrorismo intelectual, intimidação e cerceamento de liberdades.
Muito do que se diz contra a chamada “terapia reparativa”, aquela em que homossexuais buscam apoio especializado para largar a atração pelo mesmo sexo, não passa de puro preconceito. Não existindo consenso científico sobre as prováveis causas do homossexualismo, quem quer que declare a priori a impossibilidade de uma reorientação das tendências sexuais estará emitindo apenas um palpite – e, na verdade, um palpite contra todos os indícios.
Não são poucos os casos de gays e travestis que, abandonando suas práticas homossexuais, passaram a viver uma heterossexualidade plena e ajustada dentro de uma família estável. Mesmo que se alegue que tais mudanças, em grande parte, ocorreram no contexto de uma crença religiosa, com o apoio espiritual de sacerdotes ou pastores, eis aí um dado de realidade com o qual os estudiosos do comportamento humano precisam se haver. Varrer fatos para debaixo do tapete, definitivamente, não é uma fórmula de sucesso para pesquisadores sérios.
Joide Miranda, ex-travesti em Milão, Itália, hoje com sua esposa, Edna, e seu filho.
Deixando de lado as hipóteses de intervenção miraculosa pelo poder da fé, que não costumam ser bem aceitas no meio intelectual e acadêmico, o que se espera dos psicólogos é que elaborem explicações científicas para as mudanças de orientação sexual relatadas, ao invés tentarem reduzir o debate a um plano político e ideológico, como fazem alguns pseudo-psicólogos do Conselho Federal de Psicologia. Se a ignorância não é uma boa conselheira na tomada de posição sobre certo assunto, tampouco o são os preconceitos ideológicos. Preconceitos por preconceitos, cada qual que fique com o seu.
Levantar suspeitas sobre a eficácia das terapias que propõem a reversão de tendências homossexuais tem sido também um recurso bastante usual entre ativistas. Embora eu não acredite que seja esse o caso das terapias reparativas, é preciso reconhecer que, quando o assunto é eficácia, muitas são as abordagens psicoterápicas passíveis de questionamento, sem que isso, porém, tenha justificado a adoção de medidas drásticas. Um bom profissional sabe que nem todo método terapêutico obtém resultado satisfatório para todos os clientes e (ou) para todos os tipos de queixa. Portanto, se é verdade que um psicólogo não pode prometer mudança total e definitiva na orientação sexual de ninguém, isso se aplica igualmente a toda e qualquer demanda que lhe chega ao consultório. E aqui cabe um esclarecimento.
Diferentemente da medicina, em que o indivíduo, como regra, se submete de maneira passiva ao tratamento prescrito (daí chamar-se “paciente”), a psicoterapia requer, além do mero consentimento, uma atitude inteiramente pró-ativa por parte do cliente. Sem um ato de vontade que implique, entre outras coisas, esforço, disponibilidade, colaboração e perseverança, e mais: sem atributos cognitivos que proporcionem uma capacidade mínima de elaboração e autopercepção, torna-se praticamente impossível estabelecer um processo terapêutico que atinja resultados tangíveis para o cliente. Por tudo isso, os psicólogos não podem prometer, sob hipótese alguma, cura de psicopatologias ou transformações espetaculares da personalidade. Quando muito, é possível alimentar certas expectativas, e isso é tudo.
Apesar das terapias reparativas serem práticas clínicas relativamente novas, seus fundamentos teóricos estão assentados sobre uma longa tradição de base analítica. O próprio método psicanalítico do dr. Freud, que é considerado a matriz de quase todas as técnicas psicoterápicas que lhe sucederam, foi concebido teoricamente a partir de uma prática clínica inovadora e experimental, à margem dos centros acadêmicos de pesquisa, e cujo desenvolvimento se deu de forma bem paulatina, partindo da hipnose clássica até o atual método da associação-livre.
Portanto, não existem na praça psicoterapias que tenham surgido já prontas e acabadas. Aliás, no decurso evolutivo do que chamamos de Psicologia Clínica, inúmeras foram as tentativas frustradas e diversos os erros cometidos. Não obstante, sempre existiu por parte dos profissionais pioneiros a convicção de que todo esforço empreendido para tornar a existência humana menos sofrida e desajustada deve ser acalentado, desde que não se perca de vista o respeito à integridade física e moral do ser humano.
Sendo assim, para que uma prática terapêutica seja considerada eticamente condenável, é preciso atender pelo menos uma das três condições a seguir: (i) ausência completa de fundamentação teórica, (ii) utilização de métodos e técnicas que atentam contra a dignidade humana e (iii) incidência de efeitos iatrogênicos estatisticamente relevantes. Até o momento, não há qualquer estudo sério que, sob tais aspectos, invalide as terapias reparativas. O que há, sim, é muita pressão política, terrorismo intelectual, intimidação e cerceamento de liberdades.
É comum entre os ativistas gays a alegação de que as terapias para reorientação sexual violam direitos humanos, uma vez que, segundo eles, reduziriam a autoestima dos homossexuais e contribuiriam para sua estigmatização social. Mas, se esse argumento for levado realmente a sério, nada mais poderá ser tratado pelos psicólogos clínicos. O tratamento da fobia estigmatizaria o fóbico, o tratamento da timidez, o tímido, da ansiedade, o ansioso, da obesidade, o obeso, da depressão, o deprimido, do autismo, o autista, e por ai vai, até que todos os consultórios fossem fechados e restasse apenas o Conselho Federal de Psicologia lá em Brasília, fazendo da política a sua razão de ser.
Na verdade, por trás das opiniões contrárias às terapias reparativas há um equívoco bastante difundido, que é o de considerar a homossexualidade como um fenômeno único, de características uniformes, a partir das quais seriam possíveis as generalizações. O que se observa no mundo real, entretanto, é uma multiplicidade de formas de sentir, entender e manifestar a homossexualidade, e não raras vezes ela está atrelada a uma constelação de traumas psíquicos e conflitos emocionais cuja origem remonta a fases primitivas do desenvolvimento. Estamos falando de uma homossexualidade neurótica em que a atração pelo mesmo sexo, em última análise, revela-se como um dos sintomas de desordens variadas na identidade de gênero.
Bem sei que esse aspecto multifacetado da homossexualidade tem sido sistematicamente omitido pelos propagandistas do movimento gay. Eles já perceberam que a melhor maneira de reunir pessoas em torno de uma bandeira política é forjando-lhes uma identidade fictícia, mesmo que em sacrifício da diversidade que tanto pregam.
Luciano Garrido é psicólogo e especialista em direitos humanos. Edita o blog Psicologia Sem Ideologia.
Joide Miranda, ex-travesti em Milão, Itália, hoje com sua esposa, Edna, e seu filho.
Deixando de lado as hipóteses de intervenção miraculosa pelo poder da fé, que não costumam ser bem aceitas no meio intelectual e acadêmico, o que se espera dos psicólogos é que elaborem explicações científicas para as mudanças de orientação sexual relatadas, ao invés tentarem reduzir o debate a um plano político e ideológico, como fazem alguns pseudo-psicólogos do Conselho Federal de Psicologia. Se a ignorância não é uma boa conselheira na tomada de posição sobre certo assunto, tampouco o são os preconceitos ideológicos. Preconceitos por preconceitos, cada qual que fique com o seu.
Levantar suspeitas sobre a eficácia das terapias que propõem a reversão de tendências homossexuais tem sido também um recurso bastante usual entre ativistas. Embora eu não acredite que seja esse o caso das terapias reparativas, é preciso reconhecer que, quando o assunto é eficácia, muitas são as abordagens psicoterápicas passíveis de questionamento, sem que isso, porém, tenha justificado a adoção de medidas drásticas. Um bom profissional sabe que nem todo método terapêutico obtém resultado satisfatório para todos os clientes e (ou) para todos os tipos de queixa. Portanto, se é verdade que um psicólogo não pode prometer mudança total e definitiva na orientação sexual de ninguém, isso se aplica igualmente a toda e qualquer demanda que lhe chega ao consultório. E aqui cabe um esclarecimento.
Diferentemente da medicina, em que o indivíduo, como regra, se submete de maneira passiva ao tratamento prescrito (daí chamar-se “paciente”), a psicoterapia requer, além do mero consentimento, uma atitude inteiramente pró-ativa por parte do cliente. Sem um ato de vontade que implique, entre outras coisas, esforço, disponibilidade, colaboração e perseverança, e mais: sem atributos cognitivos que proporcionem uma capacidade mínima de elaboração e autopercepção, torna-se praticamente impossível estabelecer um processo terapêutico que atinja resultados tangíveis para o cliente. Por tudo isso, os psicólogos não podem prometer, sob hipótese alguma, cura de psicopatologias ou transformações espetaculares da personalidade. Quando muito, é possível alimentar certas expectativas, e isso é tudo.
Apesar das terapias reparativas serem práticas clínicas relativamente novas, seus fundamentos teóricos estão assentados sobre uma longa tradição de base analítica. O próprio método psicanalítico do dr. Freud, que é considerado a matriz de quase todas as técnicas psicoterápicas que lhe sucederam, foi concebido teoricamente a partir de uma prática clínica inovadora e experimental, à margem dos centros acadêmicos de pesquisa, e cujo desenvolvimento se deu de forma bem paulatina, partindo da hipnose clássica até o atual método da associação-livre.
Portanto, não existem na praça psicoterapias que tenham surgido já prontas e acabadas. Aliás, no decurso evolutivo do que chamamos de Psicologia Clínica, inúmeras foram as tentativas frustradas e diversos os erros cometidos. Não obstante, sempre existiu por parte dos profissionais pioneiros a convicção de que todo esforço empreendido para tornar a existência humana menos sofrida e desajustada deve ser acalentado, desde que não se perca de vista o respeito à integridade física e moral do ser humano.
Sendo assim, para que uma prática terapêutica seja considerada eticamente condenável, é preciso atender pelo menos uma das três condições a seguir: (i) ausência completa de fundamentação teórica, (ii) utilização de métodos e técnicas que atentam contra a dignidade humana e (iii) incidência de efeitos iatrogênicos estatisticamente relevantes. Até o momento, não há qualquer estudo sério que, sob tais aspectos, invalide as terapias reparativas. O que há, sim, é muita pressão política, terrorismo intelectual, intimidação e cerceamento de liberdades.
É comum entre os ativistas gays a alegação de que as terapias para reorientação sexual violam direitos humanos, uma vez que, segundo eles, reduziriam a autoestima dos homossexuais e contribuiriam para sua estigmatização social. Mas, se esse argumento for levado realmente a sério, nada mais poderá ser tratado pelos psicólogos clínicos. O tratamento da fobia estigmatizaria o fóbico, o tratamento da timidez, o tímido, da ansiedade, o ansioso, da obesidade, o obeso, da depressão, o deprimido, do autismo, o autista, e por ai vai, até que todos os consultórios fossem fechados e restasse apenas o Conselho Federal de Psicologia lá em Brasília, fazendo da política a sua razão de ser.
Na verdade, por trás das opiniões contrárias às terapias reparativas há um equívoco bastante difundido, que é o de considerar a homossexualidade como um fenômeno único, de características uniformes, a partir das quais seriam possíveis as generalizações. O que se observa no mundo real, entretanto, é uma multiplicidade de formas de sentir, entender e manifestar a homossexualidade, e não raras vezes ela está atrelada a uma constelação de traumas psíquicos e conflitos emocionais cuja origem remonta a fases primitivas do desenvolvimento. Estamos falando de uma homossexualidade neurótica em que a atração pelo mesmo sexo, em última análise, revela-se como um dos sintomas de desordens variadas na identidade de gênero.
Bem sei que esse aspecto multifacetado da homossexualidade tem sido sistematicamente omitido pelos propagandistas do movimento gay. Eles já perceberam que a melhor maneira de reunir pessoas em torno de uma bandeira política é forjando-lhes uma identidade fictícia, mesmo que em sacrifício da diversidade que tanto pregam.
Luciano Garrido é psicólogo e especialista em direitos humanos. Edita o blog Psicologia Sem Ideologia.
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