COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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terça-feira, 23 de outubro de 2012

HOMOSSEXUAIS NO GOVERNO NÃO : Os Brasileiros mostraram nas URNAS que não querem HOMOSSEXUAIS no GOVERNO. Está PROVADO.


A derrota dos candidatos homossexuais

Julio Severo
Em conversa com o site homossexual MixBrasil, o deputado Jean Wyllys não pôde negar o desempenho gay nas últimas eleições municipais. Ele classificou de “fiasco” o resultado das urnas. Se somados todos os votos recebidos pelas mais de 150 candidaturas homossexuais em todo o Brasil, o número final é insignificante: 106 mil votos.
Esse número está muito abaixo de 1 por cento da população brasileira. Se o número de uns 17 milhões de gays brasileiros, alardeados pelos grupos gays e pelo governo, fosse verdadeiro, então o resultado das urnas apontou uma revelação muito importante: a população gay em massa não quer saber de ativista gay entrando na política para impor seu supremacismo gay neles e em nós.
Mas é evidente que o número de 17 milhões de gays, computado a partir da manipulação estatística de Alfred Kinsey, é totalmente falso e ridículo. O número de gays no Brasil deve estar entre 2 e 3 por cento, o que daria uma população de uns 4 a 6 milhões de indivíduos.
Mesmo assim, o problema é imenso para os ativistas gays. Os 106 mil votos representam menos de 3 por cento de uma suposta população gay de 4 milhões de indivíduos.
A população gay está dando um sonoro “não”, acompanhado de um belo chute no traseiro, aos ativistas gays na política!
O MixBrasil disse: “Reclamamos tanto dos telepastores que detonam os direitos gays, vociferamos contra as bancadas evangélicas e suas tentativas de derrubar a união civil, de implantar Dia do Orgulho Hétero e de esvaziar o PLC 122. Mas, convenhamos, eles dão voto. A gente não”.
E não é de hoje que os telepastores são encarados como uma grande dor de cabeça para os ativistas gays e sua agenda doida e agressiva. Recentemente, desmascarei como o programa Fantástico, da Globo, mostrou de forma maqueada ativistas gays e um pastor presbiteriano extremamente incomodados com os telepastores. Para ver e divulgar o importantíssimo vídeo, clique aqui.
Leitura recomendada

terça-feira, 4 de setembro de 2012

O EXEMPLO DOS JUDEUS DO RJ É ÓTIMO PARA OS CRISTÃOS...vamos IMITÁ-LOS !


JORNAL ELETRÔNICO | NÚMERO 256
Lá, cá ou acolá!!!
Na Alemanha, o movimento contra a circuncisão. No Rio de Janeiro, não importa se hoje ou há três anos, um candidato a representante do povo queima a bandeira de um país amigo do Brasil, conhecido como o Estado Judeu.
O que é que estes dois fatos tem em comum, independentemente de sua temporalidade ou do espaço territorial onde ocorreram?
Muitos de nós judeus vão gritar: É ANTISSEMITISMO!
Para mim, já tão acostumado a tratar destes temas, posso assegurar que não importa o que o outro faça ou tente contra nós. O que está me importando é a atitude que devo tomar diante da agressão que sofro.
Vamos lá: onde estão os democratas, verdadeiras pontes com quem as lideranças judaicas devem se relacionar? No caso da Alemanha, para que os judeus impeçam, através de esforço organanizado, inteligente e objetivo, o ataque da maioria às suas tradições e costumes, não há outra alternativa a não ser fazer política e ajudar a eleger aqueles que falem e vibrem nos parlamentos em seu nome e para garantia de suas liberdades.
Sem dúvidas, a responsabilidade de encontrar estes interlocutores cabe àqueles que estão sendo vitimas da pressão que a maioria, na democracia, não está autorizada a fazer sobre minoria alguma em se tratando de regime político que consagre o respeito ao modo de vida alheio. Ou seja, no regime que consagra liberdades, cabe a quem se sente ameaçado.
No caso do tal Babá, o brasileiro incendiário que queimou o mais significativo símbolo israelense, cabe aos democratas nacionais, sem dúvida, estimulados pelas lideranças interessadas, encostá-lo na parede, através de ações judiciais pertinentes, e colocá-lo diante da lei brasileira, a qual esta figura leviana e esdrúxula, em algum momento, transgrediu.
Vou contar um caso que me ocorreu na época em que presidi a Federação Israelita do Rio de Janeiro há, mais ou menos, trinta anos.
Era um domingo. Corriam as eleições para prefeito no meio dos anos oitenta e, enquanto saía de minha casa com meus dois filhos mais velhos para passear, escuto um discurso contra os judeus, vindo do alto de um carro de som que passava pela orla da Zona Sul carioca, no qual estava empoleirado, usando um megafone, um cidadão que mais parecia um galinho garnizé.
Era um vereador que se candidatava a prefeito da cidade. Seu nome: Wilson Leite Passos.
Voltei para casa, peticionei ao juiz eleitoral e consegui tirar do ar, através do regular uso da justiça, a propaganda difamatória e sem cabimento, em minha opinião, que era veiculada por aquele candidato.
Em outras oportunidades, usando lei de minha autoria produzida em nossa passagem pela Câmara Municipal da Cidade Maravilhosa, apreendi livros de propaganda nazista em Bienais distintas.
O que quero declarar é que, ao invés de chorarmos o leite derramado, nossa única condição de defesa de nossos direitos é sabermos usar, nos países democráticos dos quais somos cidadãos, a lei que garante a condição do ser humano cidadão.
Esta compreensão, que qualquer liderança, de qualquer grupo, deve manifestar sobre a forma de defender os legítimos interesses do segmento que representa, é que falta para que haja sucesso em sua ação representativa, em casos como estes de violação de direitos garantidos pela democracia a qualquer minoria.
Ao invés de somente querermos comer o fígado de nossos adversários através da internet, vamos cobrar, de quem nos representa, ações para as quais, muitas das vezes, não estão preparados para executar. E, se não sabem, que deixem o posto que ocupam para quem sabe.
Há entre nossos dirigentes quem saiba o que deve ser feito. Então, que façam o que deles se espera!
Além disso, qual é a nossa parte, nesta precisa hora?
Saber votar. Você democrata e você judeu, avaliem bem o candidato Freixo, que finge ser contra seu companheiro de partido, mas que, no mesmo momento, o elogia.
Ora, criticar o errado não necessariamente precisa ser seguido de afago, para não pegar mal. Errado é errado, e certo é certo.
Vamos usar, neste momento eleitoral, a nossa única arma contra os antidemocratas travestidos. Vamos votar contra quem não gosta de judeu, que são os que queimam a bandeira dos judeus, representada pela estrela de David.
Vamos usar a nossa maior arma para dizer não. A maior arma que possuímos, senão a única, contra os políticos que nos atacam e nos ofendem, é o voto.
Não ao Freixo e não à sua babá, que mais parece uma bruxa!
Saudações sionistas!
Ronaldo Gomlevsky 

terça-feira, 31 de julho de 2012

VEJA EM QUEM VOCÊ NÃO DEVE VOTAR PARA VEREADOR EM OUTUBRO 2012, NA LISTA ABAIXO....ATENÇÃO PAIS...PEDÓFILOS Á VISTA.


Os candidatos LGBT

A lista dos mais de cem gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais que disputam as eleições municipais de 2012

VEJA EM QUEM VOCÊ NÃO DEVE VOTAR PARA VEREADOR EM OUTUBRO 2012, NA LISTA ABAIXO. 

Imagine se hoje os politicos heterossexuais tem enfrentado sérios problemas com a homossexualização de nossas crianças, o que será se esses caras ganharem? 

AVISO IMPORTANTE : Pais e mães, o futuro de seus filhos está no seu voto. Se votares em alguém que é contra a familia, pelo contrário, tem trabalhado a favor da DESCONTRUÇÃO dela causando vários problemas a pais e mães com suas influencias querendo implantar a qualquer custo o KIT GAY e leis para "AMRODAÇAR" a população heterossexual, imaginem se esses caras estiverem no poder.... O que será das próximas gerações.


Infelizmente, podem acreditar, estes candidatos contarão com dinheiro público para suas campnhas, isto é nossos impostos. Você seria favorável a eleger um candidato contrário a existencia da família tradicional e a favor do ABORTO? 


Pois é, o futuro de nosso país está em nossas mãos. Guarde a relação abaixo e informe seus amigos via email para não votarem nestas pessoas que fazem parte do grupo mais ANTI-DEMOCRÁTICO e MAIS INTOLERANTE da PÓS-MODERNIDADE.


Pois são os "cartolas" do Movimento Ativista Homossexual que são os maiores perseguidores de cristãos. NÃO VOTE NESTA CORJA DE DISCRIMINADORES DOS CRISTÃOS. Veja neste blog quantos casos temos em que eles estão sendo o sério problema querendo implantar leis que apenas e tão sómente trarão PRIVILÉGIOS para a segmento deles. Diga não a Ditadura Socialista com a cooperação clara dos Ativistas Homossexuais, que querem implantar leis que os BENEFICIEM.


NÃO VOTE EM CANDIDATO GAY, DE QUALQUER PARTIDO QUE SEJA !


Fonte: Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT)

quarta-feira, 9 de maio de 2012

'PÁTRIA MADRASTA VIL'


REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA  UNESCO COM 50.000 PARTICIPANTES

Imperdível para amantes da língua  portuguesa, e claro também para Professores. 
Isso é o que eu chamo de  jeito  mágico de juntar palavras simples para formar belas  frases.

Tema:'Como vencer a  pobreza e a desigualdade'
Por Clarice Zeitel Vianna  Silva
UFRJ -  Universidade Federal do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro -  RJ


'PÁTRIA MADRASTA  VIL'

Onde já se viu tanto excesso de falta? 
Abundância de inexistência... 
Exagero de escassez... 
Contraditórios? 
Então aí está! 
O novo nome do nosso país! 
Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL. 
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de  caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de  escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma  combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de  contradições.
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe  gentil', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. 
Pela definição que eu conheço de MÃE, o  Brasil,   está mais para madrasta vil.
A minha mãe não  'tapa o sol com a peneira.'
Não me daria, por exemplo, um lugar na  universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há  200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me  restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe  não iria querer me enganar, iludir. 
Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse  efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação +  liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação  pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela  falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. 
A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a  minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. 
Uma segue a outra... 
Sem nenhuma contradição!
É disso que o  Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem  esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam  hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é  só mais uma contradição.
Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos,  mas não ensinam a pescar.
E a educação libertadora entra aí. 
O povo está tão paralisado pela ignorância que  não sabe a que tem direito.
Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém,  ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade:  nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático  do Estado não modificam a estrutura. 
As classes média e alta - tão confortavelmente  situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar  (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)... 
Mas estão elas preparadas para isso?
Eu  acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de  dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos,  possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de  que serve um governo que não administra? 
De que serve uma mãe que não afaga? 
E, finalmente, de que serve um Homem que não se  posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja  ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um  todo. Sem egoísmo.
Cada um por todos.
Algumas perguntas,  quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. 
Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? 
Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? 
Ser tratado como cidadão ou excluído? 
Como gente... Ou como  bicho?


Premiada pela UNESCO,  Clarice Zeitel Vianna Silva,  26,  estudante que termina Faculdade de Direito da UFRJ em julho,  concorreu com outros 50 mil estudantes universitários. Ela acaba de voltar  de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas  para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma  redação sobre 'Como vencer a pobreza e a desigualdade.'  A  redação de Clarice intitulada  'Pátria Madrasta Vil', foi incluída  num livro, com  outros cem textos selecionados no concurso. A  publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da  UNESCO.

 
Aos poucos iremos acordar este  "BraSil".
                                                                      








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