COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

O que pensam muitos pastores sobre a TMI - Teologia da Missão Integral

A Teologia da Missão Integral (TMI) é uma ideologia que vem sendo abraçada por algumas igrejas evangélicas, e que sugere a pregação de um evangelho social que atenda principalmente as necessidades dos mais pobres, incentivando assim, o evangelismo que ofereça assistência social, psicológica e espiritual, porém pouco eles tem abordado sobre a necessidade da salvação do perdido, como fazem algumas igrejas que se focam no social e pouco na evangelização para salvação da alma.

A TMI foi tema de uma das edições recentes do programa Academia em Debate, organizado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com apresentação do reverendo Augustus Nicodemus Lopes e participação dos reverendos e filósofos Jonas Moreira Madureira e Filipe Costa Fontes.Porém, ultimamente temos visto o Rev. Nicodemus se posicionando contra as ideologias da TMI, ótimo.

Em suma, durante o debate, Madureira e Fontes apontaram uma suposta influência que a TMI receberia da Teologia da Libertação, conceito surgido há algumas décadas entre teólogos católicos latino-americanos que visa uma atenção maior ao oprimido socialmente, e também fizeram ligações de alguns princípios da TMI com o socialismo e marxismo. Assista:

[youtube=www.youtube.com/watch?v=zSgABsP8qD4]

Não entendi essa! Este rapaz do vídeo diz que a Teologia da Prosperidade veio direto do Inferno e não se compactua com o Marxismo, e a TMI sim. Seus principais líderes Ariovaldo Ramos Filho e Ed René Kivits concordam com a LUTA DE CLASSES E A TEORIA DA MAIS VALIA do MARXISMO. 


De anos pra cá, o Ariovaldo tem apoiado totalmente o MST e outros movimentos que tem se mantido com nossos impostos. Então a idéia Marxista "dos outros dividir com os outros o que é dos outros" como fazem os partidos de esquerda no Brasil é valido? Ocupar terras produtivas, destruir tratores, botar fogo em casas rurais e outros pode? Segundo o Ariiovaldo, pode. Aliás, ele é bem achegado do MST, onde esteve já em 2003.


Pregar um evangelho social como tem feito a TMI em seus congressos dentro de igrejas que não estão percebendo que estes preletores da TMI são todos comunistas, quem concorda com ela, não está vendo ou estão fechando os olhos?

Veja no website da NINJA e veja quem são os colegas do Ariovaldo Ramos, entre eles podemos destacar: Maria do Rosário, comunista que quer aprovar leis contra a familia e o casamento tradicional, Guilherme Doulos, comunista que disse que vai por fogo no Brasil,Jandira Fegalli e Jean Willys, do PSOL, alias a maioria dos influentes do PSOL escrevem nesta revista, veja no link: www.midianinja.org. TMI já era. 


O rapaz aí acima que defendeu ela não mostrou seus grandes problemas. A maioria das igrejas evangelicas não estão mais aceitando esta HERESIA, nem o Mackenzie que já apoiou, não apoia mais. Veja nos vídeos do youtube e veja as falas do Rev. Nicodemos e o presbítero responsavel pela area academica. Falei e disse, agora cheque antes de dar atenção a estes corruptos do meio evangelicos que se travestiram de pastores para enganar os evangelicos brasileiros.


Rev. Alberto Thieme, veja nossos artigos no http://defesa-hetero.blogspot.com.

Repercussão

O pastor e escritor Ariovaldo Ramos, ex-pastor auxiliar da Igreja Batista de Água Branca (IBAB) ée um dos maiores entusiastas da TMI no Brasil, publicou em sua página no Facebook uma carta aberta aos debatedores, criticando a falta de profundidade nas considerações sobre o assunto.

“As colocações dos convidados não elucidaram o tema, suas críticas, de fato, por falta de rigor, mais pareceram meros ataques, e soaram como opiniões pessoais, acabando por correr o risco de ter prestado um desserviço ao debate teológico, sempre tão necessário, principalmente, neste momento da Igreja brasileira, tão vilipendiada por causa de maus exemplos, principalmente, midiáticos, e acossada por tantos ventos doutrinários”, escreveu Ramos.

Segundo Ramos, a única semelhança entre a TMI e a Teologia da Libertação é o fato de ambas serem “teologias da Práxis, isto é, reflexões teológicas sobre a ação da igreja, como propagadora do Evangelho, no cotidiano da sociedade em que está incrustada”.

Citando o teólogo anglicano John Stott, Ramos afirma que a TMI deu origem ao conceito do “Evangelho todo, para o homem todo, para todos os homens", que é “compreendido como o poder de Deus para a Salvação de todo o que crê, assim como o poder de Deus para interferir na estrutura da sociedade, para dar sobrevida à humanidade, pela promoção da justiça”, e acrescentou: “Como se pode verificar na irrupção da chamada modernidade, a era dos direitos humanos, iniludível fruto do cristianismo”.

O reverendo Augustus Nicodemus Lopes, mediador do debate sobre a TMI, escreveu uma carta resposta ao pastor dizendo que em seu escrito, apesar de ressaltar a origem da TMI, Ramos não tocou “na questão do uso do marxismo, sim ou não, pela TMI, que é uma das críticas mais feitas ao movimento”.

Lopes também pontuou que o movimento de reforma protestante já trazia em seu bojo muitos dos pontos exaltados por John Stott: “Para mim ‘o Evangelho todo para o homem todo’ encontra uma de suas melhores expressões na cosmovisão reformada, refletida nas conhecidas palavras de Abraham Kuyper, primeiro ministro da Holanda e pastor reformado, ‘Não há um único centímetro quadrado, em todos os domínios de nossa existência, sobre os quais Cristo, que é soberano sobre tudo, não clame: É meu!’ Os seguidores desta linha abriram universidades, hospitais, escolas, abrigos e orfanatos, e se engajaram nas artes, ciência e academia – o ‘homem todo’, muito antes do surgimento da TMI”.

Perante o debate provocado pelo programa e as cartas abertas sobre o tema, o pastor Ariovaldo Carlos Jr, criador da Bíblia Freestyle, publicou um vídeo com um resumo explicativo da história e sentido da TMI. Segundo ele, a ideia da TMI “não é apenas tirar você do inferno, mas tirar o inferno de você”. Assista:


O blogueiro Alex Farjado publicou uma entrevista realizada há alguns meses com o pastor Ariovaldo Ramos, onde ele discorre sobre a existência de ligação – ou não – da TMI com o marxismo. Assista:


Assista também aos comentários de Marcos Botelho e Calebe Ribeiro sobre o debate a respeito da TMI:

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

É UM ABSURDO: Frei Betto compara Lula a Jesus e diz que Cunha traiu o ex-presidente “por 30 dinheiros”

Frei Betto compara Lula a Jesus e diz que Cunha traiu o ex-presidente “por 30 dinheiros”

Publicado por Tiago Chagas em 8 de dezembro de 2015 
Frei Betto compara Lula a Jesus e diz que Cunha traiu o ex-presidente “por 30 dinheiros”
O ex-presidente Lula foi comparado ao Messias pelo ex-padre Frei Betto, que é conhecido por seus livros em defesa do comunismo e do regime ditatorial mantido pelos irmãos Castro em Cuba.

Carlos Alberto Libânio Christo, o Frei Betto, é membro da Juventude de Esquerda Católica, entidade política que atua entre fiéis católicos fazendo apologia política às ideologias de esquerda.
Na entrevista concedida ao site Brasil 247, que adota linha editorial também de esquerda, Betto comparou o atual cenário político do país com o cenário retratado por Leonardo Da Vinci no quadro “A Última Ceia”, colocando Lula como Jesus Cristo, cercado por seus apóstolos.
“Lula ainda é o Messias que, na esperança de muitos, poderia salvar o Brasil do retrocesso, e promover a partilha do pão e do vinho, da comida e da bebida. Dilma, a discípula que deveria dar ouvidos ao Mestre. Temer, o apóstolo que aguarda pacientemente a oportunidade de ocupar o lugar do Mestre. Renan, o discípulo que ora fica ao lado do Mestre, ora de Caifás. E Cunha, o Judas, que se vendeu por 30 dinheiros”, disse Betto.
A criatividade irresponsável de Betto ao comparar Lula a Jesus pode ser resultado de anos de militância na vertente extrema dos adeptos da teologia da libertação, movimento com profundas raízes políticas existente há décadas no meio católico.
O ex-padre segue com sua sandice afirmando que, assim como Lula, Jesus e o papa Francisco “são de esquerda”, e justifica o motivo de atribuir ao Messias um status de colega ideológico do ex-presidente observando apenas a posição de seus julgadores: “Morreu como prisioneiro político. Preso, torturado, julgado por dois poderes políticos e condenado à pena de morte dos romanos, a cruz”, disse o escritor comunista, demonstrando ter se desvinculado do sentido primário profetizado para a figura messiânica personalizada em Jesus.
Sobre os evangélicos, Betto afirma que os políticos oriundos dessa tradição religiosa no país são fundamentalistas: “Qualquer participação é legítima, desde que não queira impor ao conjunto da sociedade valores e preceitos que são próprios de um determinado segmento religioso. Isso é fundamentalismo”.
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/frei-betto-compara-ex-presidente-lula-jesus-80573.html

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Leonardo Boff, da Teologia da Libertação, em congresso teológico evangélico

28 de maio de 2015



Leonardo Boff, da Teologia da Libertação, em congresso teológico evangélico

Julio Severo
Faculdade Unida, uma instituição evangélica que se gaba de ser “a única faculdade do Espírito Santo com curso de bacharelado em teologia reconhecido pelo MEC,” estará realizando, de 9 a 12 de junho, o II Congresso Internacional de Teologia e Ciências da Religião, em Vitória, no Espírito Santo.
Alguns dos palestrantes são:
·         Leonardo Boff, considerado o principal promotor da Teologia da Libertação no Brasil.
·         Harvey Cox, que já foi professor de teologia na Universidade de Harvard. Ele é considerado especialista em Teologia da Libertação. Entre seus livros está “The Silencing of Leonardo Boff: Liberation Theology and the Future of World Christianity” (O Silenciamento de Leonardo Boff: a Teologia da Libertação e o Futuro do Cristianismo).
·         Leopoldo Cervantes-Ortis, autor do livro “A Teologia de Rubem Alves” e membro da Comissão Ecumênica do Conselho Mundial de Igrejas
·         Luiz Longuini, que falará de Rubem Alves. Longuini, que é reverendo da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), tem um livro publicado pela Editora Ultimato defendendo a Teologia da Missão Integral, que é a versão protestante da Teologia da Libertação.
Rubem Alves, discípulo do Rev. Richard Shaull, já expunha as ideias da Teologia da Libertação e Teologia da Missão Integral antes que essas teologias fossem reconhecidas oficialmente. De teólogo da IPB inicialmente, Alves terminou como agnóstico.
Mesmo assim, Rubem Alves, já falecido, e Leonardo Boff serão elogiados, juntamente com seu liberalismo teológico, num congresso teológico evangélico. A cerimônia de abertura do II Congresso Internacional de Teologia e Ciências da Religião fará menção especial de Rubem Alves.
Se fosse um congresso isolado, imaginaríamos que os efeitos negativos seriam menores. Mas esse congresso conta com o enorme apoio oficial da:
·         Visão Mundial, que é a filial da poderosa organização americana World Vision. A Visão Mundial no Brasil é presidida porAriovaldo Ramos, grande promotor da Teologia da Missão Integral.
·         Associação de Seminários Teológicos Evangélicos.
·         Associação Evangélica de Educação Teológica na América Latina.
·         Conselho Latino-Americano de Igrejas (CLAI).
·         Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Teologia e Ciências da Religião.
·         Fonte Editorial.
·         Editora Paulinas.
No documento organizador do congresso constam vários nomes, inclusive Magali do Nascimento Cunha, professora na Universidade Metodista de São Paulo. Essa é uma das universidades evangélicas mais esquerdistas do Brasil. Magali é conhecida por suas posturas claramente socialistas.
O que está acontecendo com as instituições teológicas evangélicas? A Faculdade Unida, em sua ânsia de ser reconhecida e elogiada pelo mundo, acompanha a tendência de se prostrar diante da ideologia esquerdista. É mais importante ser reconhecida pelo MEC do que ganhar a aprovação de Deus?
Mas não é só a Faculdade Unida que está apresentando problemas. Em 2006, Luiz Mott, o patrono do movimento homossexual do Brasil, deu palestra na Escola Superior de Teologia da Igreja Evangélica Luterana no Brasil (IECLB).
Universidade Presbiteriana Mackenzie em 2013 convidou o deputado Jean Wyllys, um dos maiores ativistas gays do Brasil, para um debate com um advogado evangélico. Os estudantes dessa universidade da IPB vaiaram o evangélico e aplaudiram o ativista gay. O evento ocorreu durante a gestão do Rev. Augustus Nicodemus, que também aceitava Ariovaldo Ramos como professor de aulas especiais de teologia.
O liberalismo teológico está avançando, por meio das instituições teológicas, na Igreja Evangélica do Brasil. Em 2014, sob a liderança de um pastor da IPB, a Faculdade Teológica Sul Americana realizou seu Congresso Internacional de Missão Integral.
Afinal, o que a Faculdade Unida pretende ao elogiar Leonardo Boff e Rubem Alves?
O que a Faculdade Unida pretende ao dar espaço para promotores da Teologia da Libertação e Teologia da Missão Integral?
A IECLB, que dá amplos espaços para ambas teologias, tem um teólogo e professor homossexual e homossexualista em sua Escola Superior de Teologia.
O liberalismo teológico da Teologia da Libertação e da Teologia da Missão Integral é solo fértil para a Teologia Gay.
Tanto Harvey Fox quanto Leonardo Boff são apoiadores das causas homossexuais.
Leitura recomendada:

sábado, 23 de maio de 2015

A KGB inventou a Teologia da Libertação? Simples demais…

23 de maio de 2015



A KGB inventou a Teologia da Libertação? Simples demais…

Luiz Sérgio Solimeo
Um ex-membro do Serviço Secreto da Romênia comunista que fugiu para o Ocidente nos anos 1970, Ion Pacepa (foto acima), concedeu recente entrevista à Catholic News Agency, na qual descreve como a KGB  (serviço secreto e polícia política soviética) teria criado a Teologia da Libertação.
Ion Pacepa
“O movimento nasceu na KGB e tinha um nome inventado pela KGB: Teologia da Libertação”, afirma Pacepa. E conta como Krushev e um general russo infiltraram agentes no Conselho Mundial das Igrejas e por esse meio manobraram um grupo de bispos sul-americanos reunidos em Medellin, Colômbia, em 1968.

A realidade é mais complexa

Embora não se possa descartar a ação de Moscou na difusão desse movimento revolucionário, a realidade, no entanto, é muito mais complexa: a Teologia da Libertação foi fruto de um longo processo no interior de setores da Igreja, trabalhados pelo Modernismo e pelas filosofias imanentistas modernas, bem como pela influência do protestantismo liberal.
Assim, devemos traçar suas origens, para não ir mais longe, aos pontificados dos Papas Leão XIII (1878-1903) e São Pio X (1903-1914).

Heresia Modernista

Por meio de vários documentos e medidas disciplinares, o Papa São Pio X condenou um conjunto de erros filosóficos, teológicos, morais e sociais que fermentavam há tempos em instituições de ensino eclesiásticas. A esse conjunto  que ele afirma ser a síntese de todas as heresias” , deu o nome de Modernismo. Trata-se da heresia Modernista.
O Modernismo  descrito especialmente na Encíclica Pascendi Dominici Greges, de 1907  é uma versão mais radical do liberalismo católico, que tenta infiltrar na Igreja o espírito e a mentalidade do mundo. O Modernismo é fundamentalmente naturalista e imanentista, negando o sobrenatural e a transcendência divina, e reduzindo a religião a um mero sentimento, sem verdades dogmáticas nem preceitos morais imutáveis.
Embora o Modernismo tenha sido condenado por São Pio X, infelizmente, seu espírito e muitas de suas doutrinas e metas continuaram a serpentear nos meios eclesiásticos e leigos. Em 1910 o santo Pontifice publicou o Motu Proprio Sacrorum Antistitum, no qual afirmava: “Os modernistas, mesmo depois que a Encíclica Pascendi dominici gregis arrancou-lhes a máscara com que se cobriam, não abandonaram seus desígnios de perturbar a paz da Igreja. Eles, com efeito, não cessaram de procurar e agrupar em uma sociedade secreta novos adeptos… [Eles] estão injetando o virus de sua doutrina nas veias da sociedade Cristã”. [1]

“Nouvelle Théologie”

Os erros teológicos e filosóficos disseminados por essa sociedade secreta modernista foram condenados mais tarde, em 1950, pelo Papa Pio XII, por meio da Enciclica Humani Generis. Entre os erros condenados está o naturalismo e o “evolucionismo místico” de Teilard de Chardin, o qual identificava Jesus Cristo com a evolução, tornando assim irrisória qualquer verdade dogmática ou moral ensinada pela Igreja. Essa corrente tornou-se conhecida como “Nouvelle Théologie”, por serem seus mentores sobretudo franceses.

Modernismo sócio-político-econômico

O aspecto sócio-econômico dessa fermentação teológica modernista foi representada no começo do século XX por Le Sillon (“o sulco”), de Marc Sangnier. Esse movimento leigo pregava um igualitarismo sócio-economico radical, tendo por isso sido condenado igualmente por São Pio X, em 1910, através da Carta Apostólica Notre Charge Apostolique.
Essa tendência foi sistematizada mais tarde em termos filosóficos por Jacques Maritain, filósofo francês convertido ao Catolicismo, no seu livro Humanismo Integral (1936), que o Pe. Anonio Messineo S.J. qualificou de “naturalismo integral” nas páginas da Civiltá Cattolica.[2]
Em seu livro, embora Maritain critique o ateísmo e o totalitarismo do comunismo, ele elogia “a profunda intuição” de Marx; intuição que Maritain acredita “ser o grande fulgor de verdade que percorre toda a obra de Marx.” Esse “fulgor de verdade” é a tese de Marx da “alienação imposta pela sociedade capitalista à mão de obra e a desumanização que atinge tanto o proletariado como os proprietários.” [3]
Ou seja, Maritain aceita a essência do marxismo, que é a luta de classes e o papel “redentor” do proletariado. E ele diz ser papel dos católicos desengajarem o “fulgor de verdade” da doutrina marxista, de seu arcabouço filosófico ateu. Porque, diz ele “por maior que fosse a aversão pessoal de Marx pelo cristianismo, essa intuição, em si mesma, é impregnada dos valores judeo­-cristãos.”[4]
Contrariando o anticomunismo católico que então imperava, Maritains sugere uma “Terceira posição” ou “Terceira via” nem capitalista nem comunista.
Esse livro tornou-se a como que a “cartilha” do movimento da Ação Católica e de seu braço político, a Democracia Cristã, em especial na América Latina.
Essa pretensa neutralidade entre o capitalismo e o socialismo foi conduzindo a Ação Católica e a Democracia Cristã cada vez mais para a esquerda.

A “Terceira Posição”: “Nenhum inimigo à esquerda; nenhum amigo na Direita”

Em 1947 reuniu-se em Montevidéu, Uruguai, o I Congresso da Democracia Cristã na América, com o fito de expandir a “Terceira Posição” maritainiana. A declaração final do evento afirmava que os democrata-cristãos baseavam-se na doutrina social da Igreja e no “Humanismo Integral” de Maritain. O documento criticava o fascismo, o comunismo e o capitalismo. Mas mostrava sua aversão pelo anticomunismo, visto como “promotor de discórdia.[5] Em suma, a “Terceira Posição”, nem capitalista nem comunista, era sobretudo anti-anticomunista, segundo a fórmula “Pas d’ennemis à gauche, pas d’amis a droite;” ou seja, nenhum inimigo entre os esquerdistas nem amigos entre os direitistas.

Da Ação Católica à guerrilha comunista

Com a morte do Papa Pio XII (outubro 1958), a Democracia Cristã começou, na Itália e por toda a parte, a chamada “apertura a sinistra”, aliando-se a partidos socialistas e chegando a falar em um “socialismo cristão.” No Brasil, por exemplo, a juventude da Ação Católica  que constituía a base da Democracia Cristã  foi mais longe e, a partir de 1960 fez aliança com os comunistas no movimento estudantil. Essa aliança foi tão longe que, em 1962, ela se destacou, completamente da Igreja e deu origem a um movimento político socialista, a Ação Popular. Esse movimento levou os antigos jovens católicos a entrar na guerrilha urbana comunista do fim dessa década.
As teorias da Nouvelle Théologie e a filosofia política de Maritain penetraram também nos Seminários por todo o mundo, influenciando os jovens sacerdotes e Religiosos. Ainda no Brasil, em 1969, três noviços Dominicanos, oriundos da Ação Católica, foram presos pela polícia por suas ligações com a guerrilha comunista.

O caldo de cultura da Teologia da Libertação

Foi nesse ambiente de intensa fermentação modernista e esquerdista que teólogos como o uruguaio Juan Luis Segundo, S.J., os brasileiros Hugo Assmann e Frei Leonardo Boff, O.F.M. (foto acima), e o peruano Gustavo Gutierrez lançaram as bases da chmada Teologia da Libertação. Na Argentina essa “teologia” teve um caráter mais populista por causa da influência peronista, tendo como corifeus os padres Juan Carlos Scannone, S.J. e Lucio Gera.

Uma “teologia” latino-americana?

Embora se diga que a Teologia da Libertação seja uma “teologia” latino-americana, na verdade ela é toda calcada em autores europeus, católicos e protestantes, e nos teóricos comunistas Karl Marx e Antonio Gramsci.
O ponto central dessa “teologia” é o endeusamento do pobre, como fez Marx em relação ao “proletário”, apresentando-o como o “Redentor” da humanidade.
A Teologia da Libertação não pretende ajudar o pobre, como os grandes santos da Igreja sempre fizeram, mas apenas servir-se dele. O pobre é apenas uma arma usada contra os “ricos” (todo aquele que goza de boa posição econômica ou social), segundo a teoria marxista da luta de classes.
Da mesma forma, também não deseja melhorar a situação econômica dos países onde atua, mas conduzi-los à miséria, que esses pseudo-teólogos identificam com a “perfeição evangélica”. O seu modelo é Cuba, endeusada como uma espécie de “paraíso na terra,” onde a miséria assumiria um caráter como que “sagrado”. Eles seguem as heresias “miserabilistas” da Idade Média decadente, segundo testemunho de Leonardo e Clodovis Boff: “Inspiradores são também para a Teologia da Libertação, as experiências evangélicas singulares de tantos profetas heretizados … sem esquecer a contribuição preciosa dos movimentos pauperistas medievais de reforma, bem como as postulações evangélicas dos grandes reformadores” [6].
Por este rápido apanhado histórico, vê-se que, com KGB ou sem KGB, a crise interna que grassa na Igreja Católico há tanto tempo teria levado logicamente à Teologia da Libertação.

“Baldeação Ideológica Inadvertida”

É possível que a KGB tenha contribuído na disseminação dessa ideologia político-religiosa, que se apresenta como teologia católica: ela é muito útil para a expansão comunista, sobretudo em meios católicos, e para a manutenção desse regime nos infelizes países que caíram sob seu domínio.
Entretanto, o fator decisivo nos surgimento e proliferação da Teologia da Libertação, e de sua aplicação prática na América Latina, foi a verdadeira “baldeação ideológica inadvertida” [7] ─ para usar a célebre expressão cunhada pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira sofrida por jovens idealistas que entravam para os Seminários ou a Ação Católica e foram sendo conduzidos paulatinamente, de um fervor religioso e da ortodoxia católica, para a afinidade com as teorias marxistas do igualitarismo e da luta de classes.
Portanto, o comunismo, e a KGB, não se encontram no começo do processo que conduziu ao aparecimento da Teologia da Libertação, mas sim no seu final, como consequência necessária da aceitação dos princípios igualitários e evolucionistas dos teóricos heréticos dos inícios do século XX.
Notas
[2] Antonio Messineo, S.J, “Umanesimo Integrale”, Civilta Cattolica, September 1, 1956.
[3] Jacques Maritain, Integral Humanism, Freedom in the Modern World, and A Letter on Independence, University of Notre Dame press, Notre Dame, Indiana, 1996, p. 181.
[4] Id.Ibd. nota 8.
[5] Cf. Aureo Busetto, A democracia cristã no Brasil: princípios e práticas, UNESP, 2001, pp. 28-30.
[6] Leonardo Boff e Clodovis Boff, Como Fazer Teologia da Libertação, Vozes, Petrópolis, 1986, p. 57.
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Fim do comunismo não foi bom para o catolicismo?

segunda-feira, 2 de março de 2015

O Comunismo fracassou em todos os países onde foi implantado...AVISEM O PAPA!

Papa bate pesado no capitalismo e prega a revolução (?)


28/2/2015 17:42
Por Redação, com agências internacionais - de Roma


Papa Francisco
Papa Francisco dirige um discurso revolucionário aos trabalhadores de cooperativas na Itália

O papa Francisco voltou a atacar a injustiça causada no mundo por um sistema econômico injusto e ineficaz como o capitalismo. O líder da Igreja Católica criticou a “cultura do descartável” da globalização e pediu novas maneiras de se pensar sobre pobreza, assistência social, emprego e sociedade. Em um discurso para a associação de movimentos cooperativos italianos, ele ressaltou o “crescimento vertiginoso do desemprego” e os problemas que os sistemas de assistência social existentes tiveram para atender às necessidades da saúde pública.

Para aqueles que vivem “nas margens existenciais” o sistema atual político e social “parece estar fatalmente destinado a sufocar a esperança e aumentar os riscos e ameaças”, afirmou. 

O papa, nascido na Argentina, tem frequentemente criticado a economia de mercado ortodoxa de estimular a injustiça e desigualdade, disse que as pessoas são forçadas a trabalhar longas horas, às vezes na economia paralela, por algumas centenas de euros por mês, porque elas são vistas como facilmente substituíveis.

– Você não está gostando disso? Então vá para casa’. O que se pode fazer em um mundo que funciona assim? Porque há uma fila de pessoas procurando trabalho. Se você não gostar disso, outra pessoa gostará. É a fome, a fome que nos faz aceitar o que eles nos dão – disse, em uma mudança espontânea no texto do seu discurso.

O papa Francisco afirmou que os trabalhadores podem ajudar a buscar novos modelos e métodos que poderiam ser um modelo alternativo para a “cultura do descartável, criada pelas potências que controlam as políticas econômicas e financeiras do mundo globalizado”. Talvez atento a um escândalo de corrupção abrangente ligado a algumas cooperativas em Roma, no ano passado, ele atacou aqueles que “prostituem o nome cooperativa”.

Francisco pede que os católicos sejam ‘revolucionários’. Ele prega que a lógica econômica capitalista precisa ser secundária diante das maiores necessidades da sociedade humana.


– Quando o dinheiro se torna um ídolo, ele comanda as escolhas do homem. E assim ele arruína o homem e o condena. Faz dele um escravo. O dinheiro a serviço da vida pode ser administrado de maneira certa por cooperativas, com a condição que se trate de uma cooperativa real, onde o capital não tem comando sobre os homens, mas sim os homens sobre o capital – concluiu.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Oração socialista: Chavez nosso que estás nos céus…dá para acreditar?

8 de setembro de 2014


Julio Severo

O Partido Socialista, que domina o governo da Venezuela, reescreveu a famosa “Oração do Pai Nosso” transformando-a numa reza ao ditador socialista amado pelas esquerdas da América Latina: Hugo Chavez.



No congresso do Partido Socialista na segunda-feira passada, seus membros rezaram, diante de uma imensa imagem de Chavez, implorando que o ditador morto lhes dessa proteção dos “males do capitalismo.”


O legado de Chavez virou paixão religiosa na Venezuela desde a morte do ditador no ano passado. Rosários adornados com a face de Chavez, relicários e imagens representando-o com uma cruz católica se tornaram comuns. Os seguidores dele muitas vezes dizem que Chavez estava numa missão divina. É uma mistura de catolicismo popular com socialismo, bem ao sabor da Teologia da Libertação.

Na quarta-feira, a Igreja Católica da Venezuela, mesmo sob os efeitos dessa teologia, conseguiu divulgar uma declaração criticando a reza socialista e chamando a Oração do Pai Nosso de “intocável,” pois “vem dos próprios lábios de nosso Senhor Jesus.”

Na quinta-feira, o ditador atual Nicolás Maduro defendeu a reza, e chamou os críticos de “novos inquisidores.”

Durante sua presidência, Chavez frequentemente entrava em atrito com líderes católicos, que o acusavam de autoritário. Chavez dizia que Cristo era socialista, e ele chegou a receber, antes e depois de sua morte, solidariedade de Ariovaldo Ramos, um dos mais destacados líderes evangélicos que representam a Teologia da Missão Integral do Brasil.

A população da Venezuela é 90 por cento católica, embora muitos misturem seu catolicismo com outras formas de espiritualidade, especialmente a “Santeria” — religião africana muito parecida com o candomblé.

O próprio Chávez personificava essa mistura, inclusive como praticante da Santeria, invocando desde os santos da Igreja Católica até Karl Marx em seus discursos. Nicolás Maduro também se declara católico, mas diz que suas inspirações espirituais vêm também do falecido guru indiano Sai Baba.

O socialismo é muito mais do que um sistema econômico. É um sistema para substituir Deus na vida das pessoas e, embora advogue aparentemente um ateísmo anticristão, sempre foi também um ateísmo pró-bruxaria.

E com a Teologia da Libertação, ficou fácil profanar o Evangelho em prol do socialismo.

Com informações da Reuters e Associated Press.
Fonte: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Por que esconder a real intenção da Teologia da Missão Integral?

terça-feira, 19 de agosto de 2014

O reavivamento perfeito? Um estudo sério sobre o crescimento pentecostal no Brasil!

19 de agosto de 2014


O reavivamento perfeito?

Julio Severo
O Brasil tem experimentado um crescimento explosivo de igrejas pentecostais e neopentecostais. Grandes multidões de pobres frequentam essas igrejas procurando respostas para suas necessidades físicas, materiais e espirituais.
A Igreja Católica, infestada pela Teologia da Libertação, está preocupada com esse crescimento. E até igrejas protestantes históricas, similarmente infestadas pelas versões protestantes da Teologia da Libertação, estão preocupadas.
Observadores internacionais veem tal crescimento como fenômeno ou até evidência de “reavivamento.” No entanto, críticos calvinistas questionam que se esse reavivamento fosse genuíno, o Brasil não teria agora um governo socialista. Mas e se o Brasil dependesse apenas da Igreja Católica e sua Teologia da Libertação? Já seria uma Cuba católica. E se o Brasil dependesse apenas das grandes igrejas protestantes históricas e suas versões protestantes da Teologia da Libertação? Já seria uma Cuba protestante.
O crescimento pentecostal e neopentecostal no Brasil está longe da perfeição. Mas críticos rancorosos de igrejas protestantes históricas, que são muito pequenas no Brasil em comparação às grandes igrejas pentecostais e neopentecostais, têm usado as imperfeições para apontar que o “reavivamento” no Brasil é falso, enganador e até demoníaco. Críticos calvinistas sistematicamente condenam o crescimento pentecostal e neopentecostal no Brasil.
Eles ignoram que reavivamento e perfeição não são iguais. Eles ignoram as graves imperfeições da igreja perfeitamente carismática de 1 Coríntios.
Eles apontam que o resultado de um reavivamento perfeito é mudança e transformação nos cristãos e sua conduta. Essa mudança afeta todos: advogados, fazendeiros e até políticos. Se há um grande número de cristãos no governo, espera-se que o governo se alinhe aos valores cristãos e à justiça através do testemunho e presença dos cristãos.
Eles apontam que o reavivamento perfeito foi o Grande Despertamento nos Estados Unidos e a pregação de homens como Jonathan Edwards.
Vamos usar o padrão deles para analisar um “reavivamento perfeito.” Primeiro, veio o Grande Despertamento, mediante Jonathan Edwards e outros. Em seguida, o nascimento dos Estados Unidos mediante homens que eram simultaneamente protestantes e maçons. Isto é, os fundadores dos EUA eram protestantes que haviam sido influenciados ao mesmo tempo pelo Grande Despertamento e pela maçonaria!
Se os EUA são hoje infestados de símbolos e contaminações maçônicas, o exemplo foi dado por esses protestantes maçons que viveram sob a influência da forte cultura espiritual deixada pelo Grande Despertamento.
A maior denominação presbiteriana do Brasil, fundada por missionários presbiterianos maçons americanos em meados do século XIX e berço da primeira versão protestante da Teologia da Libertação na década de 1950, tem dificuldade de disciplinar seus inúmeros pastores e outros líderes maçons, que apesar disso se ocupam em criticar as muitas “heresias” do crescimento pentecostal e neopentecostal.
Portanto, pela lógica deles, se o Grande Despertamento foi um reavivamento perfeito, a conclusão é que a maçonaria que infesta políticos protestantes é certa, pois se não é certa, a conclusão é que o Grande Despertamento foi um reavivamento imperfeito. E os críticos calvinistas do Brasil têm apenas uma resposta para reavivamentos imperfeitos: críticas sistemáticas.
Não importa que o que a Palavra de Deus diz também se aplica à maçonaria entre pastores, políticos e outros líderes protestantes:
“Jamais vos coloqueis em jugo desigual com os descrentes. Pois o que há de comum entre a justiça e a injustiça? Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas?” (2 Coríntios 6:14 KJA)
O Grande Despertamento foi a maior bênção para o nascimento dos EUA. Mas a maçonaria não era bênção, e será, com suas tramas de Nova Ordem Mundial, sua queda.
O Grande Despertamento não foi um reavivamento perfeito. Só Deus é perfeito. O crescimento pentecostal e neopentecostal no Brasil não é perfeito. Só Deus é perfeito.
Se o Brasil é hoje mais socialista, a culpa não é dos pentecostais e neopentecostais. Na década de 1990, o Rev. Caio Fábio, o maior líder presbiteriano na história brasileira, conduziu a Igreja Brasileira a apoiar o Partido dos Trabalhadores, que é o partido socialista que hoje governa o Brasil, e hoje Caio é um homem caído, por causa de seus escândalos sexuais e financeiros. Mas informações sobre sua imensa influência na Igreja Brasileira podem ser achadas em meu e-book gratuito “Teologia da Libertação versus Teologia da Prosperidade” aqui: http://bit.ly/1a6brwP
O Partido dos Trabalhadores e outros partidos socialistas estão determinados a impor o aborto e a homossexualidade no Brasil. O único impedimento ao seu projeto, pela própria confissão deles, é o testemunho ousado de televangelistas neopentecostais, que estão sob um bombardeio pesado de críticas “teológicas” vindas de críticos calvinistas que vivem confortavelmente num ambiente religioso infestado de maçonaria e a Teologia da Missão Integral, que é a versão protestante da Teologia da Libertação.
Sua inspiração é muitas vezes John MacArthur, um teólogo calvinista que acredita que os dons sobrenaturais do Espírito Santo cessaram. Igrejas calvinistas cada vez mais abraçando a homossexualidade, o aborto e posturas contra Israel e MacArthur e seus seguidores brasileiros preocupados com o que o Espírito Santo pode ou não pode fazer hoje. Por que ele e outros críticos calvinistas não usam seu “dom” de criticar para com a Igreja Presbiteriana dos EUA e muitas outras igrejas protestantes esquerdistas e cessacionistas?
Por que eles não usam seu “dom” de criticar para com a Teologia da Missão Integral e a maçonaria?
Se fizessem isso, muitos críticos calvinistas no Brasil começariam a se ocupar com esses problemas colossais em seu próprio meio, e compreensivelmente ficariam sem nenhum tempo para atacar pentecostais e neopentecostais e muito menos exigir que o crescimento deles se alinhe às expectativas calvinistas do Grande Despertamento.
Se eles querem criticar reavivamentos “imperfeitos,” e quanto a maçonaria entre os fundadores dos EUA que foram influenciados pelo Grande Despertamento? Por que eles se recusam a ver a maçonaria como bruxaria complexa? Se eles querem perfeição nos outros, por que o meio deles é infestado da Teologia da Missão Integral? Por que essa teologia liberal e esquerdista afeta predominantemente calvinistas no Brasil? Por que eles nunca criticaram sua ex-celebridade teológica, Rev. Caio Fábio, por seu papel instrumental na promoção da Teologia da Missão Integral e no envolvimento evangélico com o Partido dos Trabalhadores?
Existe um reavivamento perfeito? Claro que não. Mas se os pentecostais e os neopentecostais não criticam o Grande Despertamento, por que os críticos calvinistas criticam sistematicamente o crescimento pentecostal e neopentecostal no Brasil?
Quanto a mim, digo: não há motivo algum para se rejeitar o Grande Despertamento e o crescimento pentecostal e neopentecostal no Brasil por causa de suas imperfeições. Cristãos maduros apreciarão ambos eventos e saberão como rejeitar suas imperfeições sem jogar fora o que Deus fez e está fazendo.
Versão em inglês deste artigo: The Perfect Revival?
Leitura recomendada:
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