COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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terça-feira, 12 de abril de 2016

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

JÁ VISTES MARXISTA CONDENAR COMUNISTA? Carlos Bezerra: e os escravos de Cuba COMO MÉDICOS NO BRASIL!

Carlos Bezerra: e os escravos de Cuba?

Por Thiago Cortês em 4 de setembro de 2014
Carlos Bezerra: e os escravos de Cuba?

O deputado estadual Carlos Bezerra Jr. (PSDB-SP) é autor de uma lei contra o trabalho escravo moderno que é comparada, pelas almas generosas, com a própria Lei Áurea.

Bezerra concebeu a celebrada Lei nº 14.946 que prevê a cassação do registro no Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), de toda empresa que se utilizar, ainda que indiretamente, mão de obra submetida a regimes que se assemelhem à escravidão.

A lei foi sancionada pelo governador Alckmin e representa um marco revolucionário na medida em que inviabiliza o funcionamento de empresas a exploram trabalhadores.

Evangélico, o deputado virou notícia internacional. Não é por acaso: colocou na berlinda grandes grupos empresariais como a Zara, que admitiu a ocorrência de trabalho escravo no processo de fabricação de seus artigos no ano de 2011.

Bezerra tem minha simpatia por sua corajosa iniciativa. Até mesmo porque sua lei beneficia principalmente gente como bolivianos ilegais que sequer têm título de eleitor. É raro ver um político evangélico que não se limita a agir como despachante de igreja.

O que me causa estranheza é o gritante silêncio do deputado em relação à situação dos médicos cubanos do famigerado programa Mais Médicos, cujos direitos trabalhistas foram ignorados em favor de uma parceria obscura entre o Brasil e uma ditadura.

O procurador do Ministério Público do Trabalho, Sebastião Caixeta, classificou a iniciativa federal de irregular, pois descumpre as leis trabalhistas brasileiras. Segundo ele, não estão previstos nos contratos dos cubanos o pagamento de férias remuneradas e de 13º salário.
“…há um desvirtuamento do que é uma autêntica relação de trabalho. Portanto, há descumprimento dos direitos de índole trabalhista previstos na Constituição. (…) O texto do projeto de lei do Mais Médicos diz que não há remuneração, mas um auxílio por meio de bolsa. Todo o programa é estruturado no sentido de afastar a relação de emprego, mas, na prática, essa relação de emprego existe”
O procurador deu tal declaração após participar de audiência com a médica cubana Ramona Rodriguez, que desertou – do programa e do País – em busca de seus direitos. Ramona denunciou que recebia apenas US$ 400 (cerca de R$ 968).

Outros US$ 600 (R$ 1.452) seriam depositados em Cuba e só poderiam ser sacados no seu retorno ao país. O restante — R$ 7.580 — vai direto para a ditadura dos irmãos Castro. 


Em outras palavras, os médicos cubanos recebem apenas 20% do que o Brasil repassa a Cuba.
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Carlos Bezerra se levantou contra gigantes empresariais(LATIFUNDIÁRIOS) que submetem imigrantes ilegais à lógica da exploração sem lei, mas NADA DISSE SOBRE OS MÉDICOS CUBANOS que têm seus direitos trabalhistas negados porque estão submetidos à lógica de exploração de uma ditadura (do governo de DILMA).

Assim como os bolivianos ilegais, os profissionais de Cuba estão vivendo bem aqui, em território brasileiro, sob égide da Constituição Federal. É estranho que o deputado evangélico que lutou pelos direitos dos primeiros tenha se esquecido dos segundos.
O jurista Ives Gandra, uma  das maiores referências do campo jurídico do Brasil, não hesitou em classificar o regime de trabalho dos médicos cubanos de “neoscravagismo”:
“O governo federal oferece para todos os médicos estrangeiros “não cubanos” que aderiram ao programa Mais Médicos um pagamento mensal de R$ 10 mil. Em relação aos cubanos, todavia, os R$ 10 mil são pagos ao governo da ilha”
Além da exploração brutal, Ives Granda lembrou que o contrato do programa determina que os profissional cubano só poderá receber visitas de amigos ou familiares no Brasil, mediante “comunicação prévia à Direção da Brigada Médica Cubana” aqui sediada.
O contrato determina ainda “estrita confidencialidade” sobre qualquer informação que receba em Cuba ou no Brasil até “um ano depois do término” de suas atividades. Diante dos fatos, o jurista concluiu:
“O governo federal, que diz defender os trabalhadores –o partido no poder tem esse título–, não poderia aceitar a escravidão dos médicos cubanos contratados, que recebem no Brasil 10% do que recebem os demais médicos estrangeiros”
O artigo de Ives Gandra foi publicado na mesma Folha de S. Paulo na qual Carlos Bezerra havia publicado um texto primoroso, “O Brasil sob a chibata”,  falando da importância da luta contra a escravidão no mundo contemporâneo:
“A exploração do trabalho escravo é um crime tipificado de forma objetiva em leis conhecidas e largamente aceitas pelos tribunais brasileiros. A legislação leva em conta um conjunto de situações: servidão por dívidas, restrição da locomoção, trabalhos forçados, jornada exaustiva e condições degradantes de trabalho”
Ora, o contrato ao qual estão submetidos os médicos cubanos estipula que eles não podem frequentar locais públicos sem prévia autorização. Eles não podem sair depois das 18 horas sem a permissão do seu chefe imediato. Para requerer tal “regalia” o profissional deve informar aonde irá, se irá com companheiros cubanos ou nativos.

Pergunto ao deputado Carlos Bezerra: isso não seria “restrição de locomoção”?
No documento citado por Ives Granda também é possível saber que até mesmo o casamento com um não cubano estará sujeito à legislação cubana, a não ser que haja “autorização prévia por escrito” da referida máxima direção cubana.

É bastante visível que os profissionais de Cuba que trabalham no Brasil realmente estão vivendo uma situação de “neoescravagismo”, como bem definiu Ives Granda.

Infelizmente o deputado brasileiro mais ligado a temática da escravidão moderna nada disse sobre isso. Só me resta especular os motivos:
1-      Porque é politicamente incorreto criticar Cuba
2-      Para não desagradar os irmãos progressistas
3-      Por falta de coragem mesmo

Mas são apenas especulações e espero, de todo o coração, estar totalmente enganado. Talvez o deputado Carlos Bezerra possa nos iluminar com um motivo nobre para o seu silêncio ou, melhor ainda, possa quebrar esse silêncio, de forma corajosa e humilde, legitimando a sua causa com a imparcialidade.

A médica cubana citada acima havia sido “denunciada” por ter cometido o “crime” de namorar e foi praticamente chamada de bêbada por um deputado petista. O caso teve repercussão internacional e pouca gente se colocou ao lado da trabalhadora cubana.
Assim como pastores progressistas que vivem falando em direitos humanos e acusando Alckmin de fascismo, Bezerra nada disse sobre o flagrante abuso da privacidade de Ramona e o tratamento desrespeitoso que a trabalhadora recebeu.

Até mesmo um autor de novelas da Rede Globo se compadeceu dos trabalhadores cubanos, mas os evangélicos prafrentex não conseguiram ir além da ideologia e fazer a coisa certa.

Certa feita, o deputado Carlos Bezerra disse que não se alinha a “bancadas evangélicas”, mas nessa questão particular está exatamente no mesmo patamar dos seus colegas.

De qualquer forma, enquanto os médicos cubanos permaneceram submetidos – em território brasileiro – a um regime de trabalho semelhante à escravidão, coagidos pela legislação absurda de uma ditadura estrangeira, continuarei denunciando o silêncio vergonhoso de Carlos Bezerra Jr e dos demais políticos evangélicos.

ADENDO ADHT: "Alô Deputado Carlos Bezerra: NÃO ADIANTA DEFENDER O ESCRAVAGISMO PRATICADOS POR LATIFUNDIÁRIOS E FAZER VISTAS GROSSAS PARA O PRATICADO PELOS SEUS AMIGOS MILITANTES COMUNISTAS. Não é de se estranhar a posição do referido parlamentar pois ele é um dos defensores da Ideologia Marxista da Teologia da Missão Integral (TMI) com seus amigos Ariovaldo Ramos, Ed Rene Kivitz, Ricardo Gondim, Samuel  Escobar, René Padilha e outros. 

sexta-feira, 9 de maio de 2014

DEP.JAIR BOLSONARO: “Se este governo conseguir mais um mandato, o que de ‘melhor’ nos poderá acontecer será nos transformarmos numa Venezuela e, de pior, numa Cuba”

08/05/2014
às 18:18 

ESPECIAL PARA O BLOG — Deputado Jair Bolsonaro explica porque quer ser candidato à Presidência: “Se este governo conseguir mais um mandato, o que de ‘melhor’ nos poderá acontecer será nos transformarmos numa Venezuela e, de pior, numa Cuba”

O deputado Jair Bolsonaro:   (Foto: Gustavo Lima/Agência Câmara)
O deputado Jair Bolsonaro: pior do que os muitos malfeitos do governo petista “é o roubo da nossa liberdade que se avizinha” (Foto: Gustavo Lima/Agência Câmara)

Amigas e amigos do blog, como já fiz anteriormente neste espaço, tendo criticado boa parte das ideias do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e sua intenção de ser candidato à Presidência da República pelo partido num post, entrei em contato com ele e ofereci espaço no blog para que respondesse às críticas ou explicasse suas razões para a candidatura — o que lhe parecesse melhor.

O deputado Bolsonaro enviou, hoje, o seguinte artigo:

JAIR BOLSONARO: A CARA DA DIREITA
Por Jair Bolsonaro, deputado federal (PP-RJ), capitão R/1 do Exército
Em 2005, embora sem pretensões de ser eleito, me lancei candidato à Presidência da Câmara dos Deputados com a intenção de evitar a eleição do candidato do Governo, o então deputado Luiz Eduardo Greenhalg (PT-SP).

A imprensa não quis me atribuir os louros da vitória, mas me considerei o grande vencedor.
Nos 10 minutos em que tive direito a usar da palavra mostrei a real face do candidato do governo petista, escalado no passado para impedir o esclarecimento do sequestro, tortura e execução do prefeito de Santo André (SP), Celso Daniel.

Após minha intervenção, foi evidente a mudança de votos de muitos deputados, evitando um mal maior. Severino Cavalcanti foi eleito no 2º turno.

Hoje, a minha visão sobre política é bem definida. Se este governo conseguir mais um mandato, o que de “melhor” nos poderá acontecer será, ainda em 2015, nos transformarmos numa Venezuela e de pior, numa Cuba.

Entretanto, entendo que os desvios bilionários dos “companheiros”, dos malfeitos na Petrobras e na Eletrobras, além de verdadeiro assalto aos Fundos de Pensões, só não são piores do que o roubo da nossa liberdade que se avizinha.

Minha preocupação é fundamentada em fatos históricos, pois não há notícia de qualquer país sob regime socialista/comunista que seu povo tenha razoável nível de desenvolvimento em educação, saúde e renda, ou gozem de qualquer autonomia.

Os livros escolares impostos pelo MEC, com frases e gravuras que pregam ser o capitalismo o inferno e o socialismo o paraíso, estão “envenenando” 30 milhões de crianças do ensino fundamental.

Abominam a propriedade privada, o lucro, o livre comércio e a meritocracia.

Meu nome, sem qualquer dúvida, encarna o sentimento daqueles que não suportam mais:
* o PT e demais partidos de esquerda;
* a desvalorização das Forças Armadas;
* o “politicamente correto”;
* a altíssima carga tributária;
* a política externa aliada com ditaduras;
* o ativismo gay nas escolas;
* o desarmamento dos cidadãos de bem;
Invasão de terras por militantes do MST  (Foto: veja.abril.com.br)
Invasão de terras por militantes do MST: “Meu nome, sem qualquer dúvida, encarna o sentimento daqueles que não suportam mais” essas coisas (Foto: veja.abril.com.br)
* a falta de política de planejamento familiar;
* as invasões do MST;
* a “indústria” de demarcações de terras indígenas;
* a não redução da maioridade penal;
* o não reconhecimento da vital importância dos ruralistas e do agronegócio no desenvolvimento do País;
* a política de destruição de valores morais e familiares nas escolas;
* a ausência da pena de morte, prisão perpétua e trabalhos forçados para presos (ainda que consideradas cláusulas pétreas na Constituição);
* a manutenção do exame de ordem da OAB, nas condições atuais;
* as cotas raciais, que estimulam o ódio entre brasileiros e que, em muitos casos, são injustas entre os próprios cotistas;
* a Comissão Nacional da (in)Verdade, que glorifica terroristas, sequestradores e marginais que tentaram implantar, pelas armas, a ditadura do proletariado em nosso país;
* o Marco Civil da Internet, cuja regulamentação por decreto, inicia a censura virtual;
* o “Foro de São Paulo” onde ditadores e simpatizantes se acoitam por uma hegemonia marxista na América Latina;
* a liberação de recursos pelo BNDES para construir Porto em Cuba e metrô na Venezuela, assim como perdões de dívidas de ditadores africanos;
* as escolas com professores desprovidos de meios para exercerem sua autoridade;
* a ajuda financeira de mais de R$ 1 bilhão por ano à ditadura cubana via contratação de mão de obra escrava pelo programa “mais médicos”;
Dilma Rousseff com o ditador cubano Raúl Castro (Foto: Roberto Stuckert Filho)
Dilma Rousseff com o ditador cubano Raúl Castro. O deputado Bolsonaro promete acabar com a “ajuda financeira de mais de R$ 1 bilhão por ano à ditadura cubana”  (Foto: Roberto Stuckert Filho)
* os programas “Bolsa Família” como curral eleitoral e “Brasil Carinhoso” que estimula a paternidade irresponsável;
* o Ministério da Defesa chefiado por incompetente civil como se não houvesse um oficial-general de quatro estrelas qualificado e confiável para o cargo;
* o Código Penal que não garante punições justas para os criminosos;
* a invasão e ocupação de terras e prédios públicos e privados por movimentos ditos sociais, sem legislação eficaz que puna tais práticas;
* a obstrução de vias públicas e queima de ônibus por qualquer motivação;
* a priorização na política de direitos humanos para criminosos em detrimento das vítimas, dos policiais e dos cidadãos de bem;
* as indicações políticas para cargos da administração pública.

Creio que minha candidatura ao cargo de presidente da República seria o “fiel da balança” para a garantia de um 2º turno, comigo ou entre outros candidatos.

Não há preço que pague um debate meu com Dilma Rousseff, a pseudo torturada, cujo primeiro marido sequestrou um avião e rumou para Cuba com uma centena de reféns e o segundo (marido), que com ela passou a lua de mel assaltando caminhões na Baixada Fluminense.

Afinal, seu passado não pode continuar sendo ocultado da população brasileira, bem como seu desserviço para a democracia.

Se um dia jurei dar minha vida pela Pátria, se preciso fosse, a perda do meu mandato de deputado federal é muito pouco para evitar a “cubanização” do Brasil, fato mais que provável, caso o PT vença mais uma eleição.

Em 23 de abril passado protocolei Ofício junto ao Partido Progressista, colocando-me à disposição para concorrer ao cargo de presidente da República e para que meu nome fosse enviado para os institutos de pesquisa eleitorais, sendo o único candidato que, verdadeiramente, assume de peito aberto uma oposição às políticas do PT.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/especial-para-o-blog-deputado-jair-bolsonaro-explica-porque-quer-ser-candidato-a-presidencia-se-este-governo-conseguir-mais-um-mandato-o-que-de-melhor-nos-podera-acontecer-ser/

sexta-feira, 14 de março de 2014

“Mais cubanos” - MAIS UM MÉDICO PEDE ASILO POLÍTICO!

Ao elaborar o programa “Mais Médicos” como carro-chefe da propaganda eleitoral de Dilma Rousseff para sua reeleição à Presidência, e a do ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para o governo de São Paulo, a administração petista pode ter dado um tiro no pé. O programa começa a fazer água. E vai caindo no descrédito a alegação de que seu objetivo primordial é melhorar o atendimento médico no interior do Brasil.

Protesto de médicos, em Brasília, contra o Mais Médicos
Protesto de médicos, em Brasília, contra o Mais Médicos
Os vários absurdos que esse programa comporta levam à constatação, logo de início, de que se trata fundamentalmente de transferir dinheiro para a ditadura comunista que escraviza Cuba, a qual se acha em situação de aperto, fruto de seu próprio estatismo igualitário. Subsidiado primeiramente pela União Soviética, depois pela Venezuela, caberia agora ao Brasil o papel de principal mantenedor do comunismo dos irmãos Castro.
A situação é tão absurda, que o jornalista Reinaldo Azevedo, à procura de uma explicação plausível para essa situação incompreensível, chega a levantar a hipótese de que se trataria de um caso monumental de tráfico de divisas, lavagem de dinheiro e financiamento irregular de campanha eleitoral no Brasil”.
Os autênticos médicos cubanos – e não os agentes comunistas que se disfarçam entre eles – vão se dando conta da situação. A deserção de Ramona Matos Rodrigues, médica do referido programa que atuava no interior do Pará, abriu uma primeira brecha no casco desse navio negreiro. Ela pôs a boca no mundo. Pouco depois, ficamos sabendo que outro médico cubano, Ortelio Jaime Guerra, também abandonou o programa na cidade de Pariquera-Açu, no interior paulista. Outros ainda se lhe seguiram.
O Ministério Público do Trabalho já está investigando o “Mais médicos”, cujas características parecem contrariar a lei trabalhista brasileira (não a cubana, onde todos os habitantes são considerados peças da máquina bolchevista).
O jornal “O Estado de S. Paulo” (11-1-14) diz que o programa poderia chamar-se “Mais Cubanos” e informa que, além de ficar com o dinheiro, o governo comunista da ilha retém os passaportes dos médicos. E acrescenta que a exportação de médicos rende bilhões de dólares anuais para a ditadura cubana. Trata-se de “consolidar os laços ideológicos com Cuba”.
Fonte: http://ipco.org.br/ipco/noticias/mais-cubanos#.UyKU7vldV9o

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

MAIS MÉDICOS CUBANOS: "Quando a esmola é grande demais o santo desconfia."

Cuba na campanha Mais Médicos: as segundas intenções 

Leo Daniele

Fidel-Raul-e-Dilma

Quando a esmola é grande demais o santo desconfia. Vale a pena recordar o que diz o Cardeal Joseph Ratzinger (Papa Bento XVI) em documento de 1984, sobre os países comunistas, entre os quais Cuba:  “Não se pode desconhecer esta vergonha de nosso tempo [...] Tomaram o poder por caminhos revolucionários e violentos, exatamente em nome da libertação do povo. Pretendendo proporcionar-lhes liberdade, mantêm-se nações inteiras em condições de escravidão indignas do homem.

Pois bem. Esta “vergonha de nosso tempo”, cujo processo de regeneração se desconhece, pretende ser um exemplo a nós brasileiros. Seu ministro da Saúde, Roberto Ojeda, afirma que se trata, “de colaboração, de integração”, e “que os médicos cubanos contratados pelo Programa Mais Médicos não recebem o salário integral e nem podem trazer as famílias para acompanhá-los – como ocorre com os outros profissionais estrangeiros”.

Eles vieram exatamente “em condições de escravidão indignas do homem. Sem poder nem mesmo fazer-se acompanhar pela esposa e os filhos, nem negociar seu salário.

Essa “vergonha de nosso tempo” acaba colocando nosso País em uma posição de vergonha. Basta comparar num mapa o tamanho dos dois países. A pequenina Cuba nos prestando ajuda? Que é isso? Confesso que sinto vergonha.

Essa vergonha aumenta ainda se lembrarmos do famoso, do jamais renegado e a todos os títulos famigerado Paredón onde eram fuzilados os anticomunistas.

Como muitas vezes sucedeu, é Plinio Corrêa de Oliveira que, com grande antecedência,  em 1943, coloca o preto sobre o branco. Ele afirma: De todos os tempos, a propaganda comunista se fez de mentiras. Se os comunistas tivessem sido sempre adversários leais e corajosos, não haveria maior dificuldade em se admitir sua conversão. Mas, precisamente como os nazistas, eles foram sempre mentirosos insignes, traiçoeiros e pérfidos. Não seria o caso de se suspeitar que também ai andaram de má fé? [1]

A má fé no caso está nas seguintes palavras do ministro cubano de hoje: “Os Médicos incorporam internacionalismo proletário” diz. Que quer dizer internacionalismo proletário no linguajar comunista? Imperialismo! A história do comunismo é balizada pelo surgimento de várias internacionais, a última das quais parece ter sido lançada, sem muito sucesso aparente, por Hugo Chaves. É cabível supor que internacionalismo aí signifique a conquista das mentes de populações e de países, mediante táticas apropriadas.  Em última analise, a execução de um colonialismo gradual.

Por que esse ministro reconhece, senão para instrução e contentamento de suas bases?

Poder-se-ia dizer que as táticas usadas para subjugar Tróia, na Antiguidade, eram manobras internacionalistas gregas. Eles deram um cavalo de madeira de presente aos desavisados troianos, com soldados ocultos no bojo, e esses gregos assim puderam fazer uma manobra de internacionalismo da época, e conquistar Tróia. E se os helenos dessem milhares de médicos em vez de um simples cavalo de madeira? Seria muito mais convincente.

Por isso, Virgilio faz um troiano exclamar: timeo danaos et ferentes dona: “temo os gregos, mesmo quando fazem presentes”! Como não desconfiar dos comunistas mesmo quando colaboram conhecendo sua história e a dos irmãos Castro? A desconfiança, no caso, é de bom senso.

  1. 21 de novembro de 2013 à 16:04
    “A desconfiança, no caso, é de bom senso”.
    E o retrospecto histórico destes “favores” ?
    Nada que venha de Cuba pode ser bom.
    Bem lembrado o exemplo do “presente de grego”.
Fonte: http://ipco.org.br/ipco/noticias/cuba-campanha-medicos-segundas-intencoes#.Uo6yHp0o5y0
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