COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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segunda-feira, 5 de outubro de 2015

O jornalismo a serviço da MENTIRA - Escola Sem Partido, ASSISTA!

O jornalismo a serviço da

Dominadas pela mesma corrente política e ideológica que controla o sistema educacional, as redações dos jornais têm sido francamente hostis ao projeto de lei que institui o Programa Escola sem Partido. Até o momento, porém, nada se compara, em matéria de desonestidade, a uma reportagem assinada por Leandro Resende, publicada, em 06.09.2015, no jornal O Dia, sob o título Escola sem Partido’ quer fim da ‘doutrinação de esquerda, e reproduzida no portal Metrópole, sob um título ainda mais falso: Projeto proíbe professores de falar sobre política, teoria da evolução e gênero nas escolas.
Não é o caso de rebater, uma a uma, as muitas mentiras e meias-verdades dessa porca reportagem. Aos homens e mulheres de boa-fé, que tenham interesse no assunto, eu apenas recomendo que a confrontem com a realidade à qual ela se refere -- isto é, o projeto Escola sem Partido -- e tirem suas próprias conclusões.
Para conhecer o projeto, visite: www.programaescolasempartido.org

Combater a ideologização em sala de aula é censura?

Para responder a essa pergunta, a Folha de São Paulo convidou o advogado Miguel Nagib, coordenador do ESP, e o Prof. Lincoln Secco, professor de história na USP e autor do livro "História do PT". Seguem os artigos, publicados na edição do dia 18.07.2015.
Combater a ideologização em sala de aula é censura? NÃO 
Censura é cerceamento à liberdade de expressão. Ocorre que não existe liberdade de expressão no exercício estrito da atividade docente. Se existisse, o professor não seria obrigado a transmitir aos alunos o conteúdo de sua disciplina: poderia usar suas aulas falando sobre futebol e novela.

Em vez de atacar o Projeto Escola sem Partido, o SINPRO deveria propor o projeto ESCOLA COM PARTIDO. Fica a dica.

PROJETO DE LEI …./2015
Institui, no âmbito do sistema de ensino no Distrito Federal, o "Programa Escola COM Partido".
A CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL decreta:
Art. 1º. Fica criado, no âmbito do sistema de ensino do Distrito Federal, o “Programa Escola COM Partido”, atendidos os seguintes princípios:
I - aparelhamento político-partidário do sistema de ensino;
II - direito do professor de fazer a cabeça dos alunos.
Art. 2º. No exercício de suas funções, o professor:
I - PODERÁ abusar da inexperiência, da imaturidade e da falta de conhecimento dos alunos, com o objetivo de cooptá-los para esta ou aquela corrente política, ideológica ou partidária;
II - PODERÁ favorecer ou prejudicar os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas;
III - PODERÁ fazer propaganda político-partidária em sala de aula e usar seus alunos como massa de manobra dos seus próprios interesses;
IV - PODERÁ omitir, inventar, exagerar ou distorcer o que for necessário ou conveniente para inculcar nos alunos suas próprias convicções e preferências políticas, ideológicas e partidárias;
V - PODERÁ usurpar o direito dos pais dos alunos sobre a educação moral de seus filhos.
Art. 3º. Os estudantes e seus pais serão informados sobre os direitos referidos no art. 2º desta Lei.
Art.4º. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário da Constituição Federal e da Convenção Americana sobre Direitos Humanos.

Carta aos estudantes e pais do Distrito Federal

Tramita na Câmara Legislativa projeto de lei de iniciativa da Deputada Sandra Faraj, que institui, no sistema de ensino do DF, o “Programa Escola sem Partido”. O projeto prevê a afixação, em todas as salas de aula do ensino fundamental e médio, de um CARTAZ com o seguinte conteúdo:
  • O Professor não se aproveitará da audiência cativa dos alunos, com o objetivo de cooptá-los para esta ou aquela corrente política, ideológica ou partidária.
  • O Professor não favorecerá nem prejudicará os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas, ou da falta delas.
  • O Professor não fará propaganda político-partidária em sala de aula nem incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas.
  • Ao tratar de questões políticas, sócio-culturais e econômicas, o professor apresentará aos alunos, de forma justa – isto é, com a mesma profundidade e seriedade –, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito.
  • O Professor respeitará o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.
  • O Professor não permitirá que os direitos assegurados nos itens anteriores sejam violados pela ação de terceiros, dentro da sala de aula.
Como já era esperado, organizações que se beneficiam da doutrinação ideológica e da propaganda político-partidária em sala de aula declararam guerra ao citado projeto de lei. Uma guerra suja, fundada na mentira e na desinformação. Uma guerra contra a liberdade de consciência e de crença dos estudantes; uma guerra contra o direito dos pais sobre a educação moral dos seus filhos; uma guerra pelo aparelhamento ideológico, político e partidário do sistema de ensino.
Aposta-se, como sempre, na ignorância e na passividade da população.
Faço, portanto, um alerta e um apelo a todos os estudantes e pais do Distrito Federal: não se deixem enganar. Conheçam o projeto de lei “Escola sem Partido” e lutem pela sua aprovação na CLDF. Digam NÃO à doutrinação política e ideológica em sala de aula.
Miguel Nagib
Coordenador do Movimento Escola sem Partido

Fonte: http://www.escolasempartido.org/sindrome-de-estocolmo-categoria/556-programa-escola-sem-partido-por-que-o-pt-e-o-sindicato-dos-professores-sao-contra

sexta-feira, 14 de março de 2014

“Mais cubanos” - MAIS UM MÉDICO PEDE ASILO POLÍTICO!

Ao elaborar o programa “Mais Médicos” como carro-chefe da propaganda eleitoral de Dilma Rousseff para sua reeleição à Presidência, e a do ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para o governo de São Paulo, a administração petista pode ter dado um tiro no pé. O programa começa a fazer água. E vai caindo no descrédito a alegação de que seu objetivo primordial é melhorar o atendimento médico no interior do Brasil.

Protesto de médicos, em Brasília, contra o Mais Médicos
Protesto de médicos, em Brasília, contra o Mais Médicos
Os vários absurdos que esse programa comporta levam à constatação, logo de início, de que se trata fundamentalmente de transferir dinheiro para a ditadura comunista que escraviza Cuba, a qual se acha em situação de aperto, fruto de seu próprio estatismo igualitário. Subsidiado primeiramente pela União Soviética, depois pela Venezuela, caberia agora ao Brasil o papel de principal mantenedor do comunismo dos irmãos Castro.
A situação é tão absurda, que o jornalista Reinaldo Azevedo, à procura de uma explicação plausível para essa situação incompreensível, chega a levantar a hipótese de que se trataria de um caso monumental de tráfico de divisas, lavagem de dinheiro e financiamento irregular de campanha eleitoral no Brasil”.
Os autênticos médicos cubanos – e não os agentes comunistas que se disfarçam entre eles – vão se dando conta da situação. A deserção de Ramona Matos Rodrigues, médica do referido programa que atuava no interior do Pará, abriu uma primeira brecha no casco desse navio negreiro. Ela pôs a boca no mundo. Pouco depois, ficamos sabendo que outro médico cubano, Ortelio Jaime Guerra, também abandonou o programa na cidade de Pariquera-Açu, no interior paulista. Outros ainda se lhe seguiram.
O Ministério Público do Trabalho já está investigando o “Mais médicos”, cujas características parecem contrariar a lei trabalhista brasileira (não a cubana, onde todos os habitantes são considerados peças da máquina bolchevista).
O jornal “O Estado de S. Paulo” (11-1-14) diz que o programa poderia chamar-se “Mais Cubanos” e informa que, além de ficar com o dinheiro, o governo comunista da ilha retém os passaportes dos médicos. E acrescenta que a exportação de médicos rende bilhões de dólares anuais para a ditadura cubana. Trata-se de “consolidar os laços ideológicos com Cuba”.
Fonte: http://ipco.org.br/ipco/noticias/mais-cubanos#.UyKU7vldV9o

quinta-feira, 18 de abril de 2013

ASSINE, IMPORTANTE: Manifesto do Povo Cristão sobre HOMOFOBIA !


quinta-feira, 4 de abril de 2013

Manifesto do Povo Cristão sobre Homofobia

Conheça e assine o Manifesto Independente do Povo Cristão sobre Homofobia:
Com a participação dos principais Sites e Blogs Cristãos do Brasil: Participe e divulgue!

Cópia e reprodução liberada e incentivada com fidelidade ao texto

Clique aqui para assinar o Manifesto

Ás igrejas evangélicas e o povo evangélico não têm um representante único como acontece com a Igreja Católica, nem pretende ou considera necessário ter um representante único, portanto, os vários líderes que existem em nosso meio, representam suas parcelas no meio cristão-evangélico, sejam eles históricos, tradicionais, pentecostais ou neopentecostais. 

Diante dessa realidade, todos nós que cremos em Jesus Cristo como sendo o
Único Senhor e Salvador da humanidade, que cremos e consideramos o Seu sacrifício na cruz suficiente para a nossa Salvação, reconhecemos a Jesus como o Unigênito Filho de Deus, sendo Ele o Único Caminho e o Único intercessor entre o Homem e Deus, cremos na Sua ressurreição e na Sua volta para buscar a Sua igreja (aqueles que o aceitaram e aceitaram à Sua Palavra) e aqueles que creem na Graça da redenção e na Sua Palavra, a Bíblia Sagrada, como única regra de fé e pratica Cristã, como condição básica para definir o grupo denominado como Evangélico, independente de denominação ou nomenclatura. 

Assim identificados e abaixo assinamos, declaramos nossa posição como Evangélicos e protestantes diante da Sociedade Brasileira, posicionando claramente o pensamento dominante sobre assuntos polêmicos e relevantes que se apresentam nos dias atuais: 

1. Os Evangélicos Brasileiros reconhecem e respeitam a Constituição Brasileira em vigor. 

2. Reconhecemos os direitos de todos os cidadãos brasileiros independentemente de credo, religião, raça, cor, sexo, opção sexual ou quaisquer outra diferença estabelecida na Carta Magna. 

3. Os Evangélicos Brasileiros vem a público manifestar repúdio a Homofobia e ao mesmo tempo o seu repúdio a proposta de mudança constitucional pela PL 122/2006 que ferem os princípios básicos da liberdade e dos Direitos Humanos, inclusive, Liberdade de pensamento e opinião, prevê punições severas aos críticos e que definimos como a implantação de uma “Ditadura Gay”. 

4. Declaramos que reconhecemos a Homofobia como ela é, uma doença psicossomática que atinge a pessoa através de distúrbios e transtornos mentais e psicológicos que levam a violência contra o Homossexual. Como doença, precisa ser diagnosticado por profissional habilitado, diplomado e especializado. 

5. Repudiamos o uso da Homofobia como forma de pressão e ataque contra pessoas de bem, com objetivos de forçar a sociedade a atender os desejos de determinados grupos ativistas com interesses políticos sectários, portanto, o uso inadequado do termo, é, por nós, considerado como calunia e difamação e um atentado contra a liberdade de pensamento, credo e expressão (opinião). 

6. Deixamos clara nossa posição em reconhecer os direitos dos homossexuais e afins, quanto à liberdade e livre arbítrio na opção ou orientação sexual, entendemos ser esse um valor pessoal de cada indivíduo, porém, reconhecemos o direito individual de homossexuais que desejam orientação e ajuda quanto às questões sexuais, quando isso for da sua inteira vontade, jamais por pressão psicológica, assim, entendemos que o homossexual que desejar ajuda religiosa, médica ou psicológica para seus problemas, inclusive de ordem sexual, deverá fazê-lo por livre e espontânea vontade, expressa e declaradamente, inclusive, aconselhamos aos religiosos que se assegurem documentalmente dessa opção do indivíduo, caso o mesmo venha a arrepender-se eventualmente, protegendo a instituição de pessoas que possam usar de má fé. 

7. Repudiamos o uso da estrutura pública federativa e dos recursos públicos de qualquer natureza, impostos e contribuições, canais de comunicação, rádio e TV para todo e qualquer tipo de propaganda gay que incentive ou estimule a prática do homossexualismo, principalmente entre menores de idade (indivíduos com idade inferior a 18 anos). 

8. O uso de funcionários públicos, prédios públicos e qualquer outro equipamento público que produza material para a prática de proselitismo gay, propaganda ou ensino que estimule a pratica homossexual deve ser criminalizada. Tratada como corrupção e desvio de verbas públicas. 

9. Não reconhecemos o ensino e consideramos falaciosa e criminosa, todo o ensino sobre “Natureza Gay”. Declaramos como mentirosa e de má fé todos os ensinos que induzem a existência de um terceiro sexo. Repudiamos toda mentira e declaração de fato cientifico não comprovado, uma vez que tal afirmação não encontra qualquer comprovação e sustentação cientifica séria. 

10. Os evangélicos brasileiros respeitam as Leis brasileiras, inclusive as que estabelecem a união homoafetiva e que garantem os direitos jurídicos dessa união, porém, repudiamos qualquer tentativa de obrigar às igrejas a realizar Casamento entre pessoas de mesmo sexo, sendo essa a mais importante instituição criada por Deus, ou seja, a união de homem e mulher pelo Casamento instituída pelo próprio Deus. 

11. Os Evangélicos brasileiros reafirmam seus direitos constitucionais de Liberdade de Expressão, opinião, pensamento e culto. Temos a garantia constitucional de professar nossa fé na Bíblia Sagrada como a verdade da palavra de Deus e Sua vontade manifesta para a humanidade. Reconhecemos que a crença é pessoal e individual, não podendo haver imposição de valores cristãos a nenhum cidadão brasileiro, assim como não aceitamos a imposição dos valores homossexuais a ninguém e principalmente às crianças e adolescentes brasileiros. 

12. Reafirmamos que o Reino de Deus (Céu) é para os que creem na Sua Palavra, a Bíblia Sagrada, e no sacrifício de Nosso Redentor, o Cristo de Deus, pela fé. O Reino de Deus não é político, o Reino de Deus é espiritual. O Evangelho é para os que estão dispostos a renunciar ao Mundo, aos desejos naturais da carne (do corpo humano). Os que não desejam entrar no Reino de Deus não tem obrigação de cumprir Sua Palavra ou renunciar seus desejos carnais, porém, a Igreja tem não só o direito, mas a obrigação de anunciar o Reino de Deus, pois para isso fomos chamados e escolhidos pelo Senhor Jesus, conforme cremos, determina a Sua Palavra que milagrosamente a temos. Amém!

Clique aqui para assinar esse Manifesto








Participação: Você blogueiro Cristão ou que tem um Site, a publicação desse Manifesto é livre. Divulgue esse Manifesto que não é politico nem promove política ou denominação religiosa. Nosso objetivo é esclarecer a Posição do Povo de Deus pela Base, esse é o seu Manifesto e não o manifesto de algum líder ou igreja. Participe, Divulgue e compartilhe nas Redes Sociais. O Manifesto está à disposição do Parlamento Brasileiro como uma Petição para abolir o uso do termo Homofobia como forma de pressão e imposição contra os valores de Família. Não fique omisso, agora é a sua voz em prol da liberdade cristã de expressão e opinião.



LEIA A MATÉRIA SOBRE "CAUSA GAY" PORQUE É UMA AFRONTA À DEMOCRACIA?
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