Entrevista realizada pela Frontpage Magazine a Bill Warner, diretor do
Centro para o Estudo do Islã Político (CSPI). O objetivo do CSPI é ensinar a
doutrina do Islã através de seus livros e ele já produziu uma
série com este enfoque. O sr. Warner não escreveu a série do CSPI, mas atua como agente para o grupo de estudiosos que são os autores.
FP: Bill Warner, bem-vindo à Frontpage Magazine.
Warner: Obrigado, Jamie, por esta oportunidade.
FP: Fale-nos sobre o Centro para o Estudo do Islã Político.
Warner: O Centro para o Estudo do Islã Político é um grupo de estudiosos dedicados ao
estudo científico dos textos fundamentais do
Islã -
Corão, Sira (vida de
Maomé) e
Hadith (tradições sobre
Maomé).
Há duas áreas para se estudar no Islã, sua doutrina e sua história, ou,
na visão do CSPI - a teoria e seus resultados. Nós estudamos a
história para ver os
resultados práticos ou experimentais da doutrina.
O CSPI parece ser o
primeiro grupo
a usar a estatística para estudar a doutrina. Os estudos científicos
anteriores do Corão se dedicavam primariamente aos estudos da língua
árabe.
Nosso primeiro princípio é que o Corão, a Sira e o
Hadith devem ser vistos como um todo. Nós os chamamos de "a Trilogia Islâmica" para enfatizar a unidade dos textos.
Nossa maior inovação intelectual foi ver que o dualismo é a fundação e a
chave para a compreensão do Islã. Tudo no Islã vem em pares, a começar
por sua declaração fundamental: (1) não há outro deus além de Alá e (2)
Maomé é Seu profeta. Portanto, o Islã é Alá (Corão) e a Suna (palavras e
feitos de Maomé, encontrados na Sira e no Hadith).
Um mar de tinta foi desperdiçado tentando responder a pergunta: o que é o
Islã? O Islã é a religião da paz? Ou o verdadeiro Islã é uma ideologia
radical? Um muçulmano moderado é que é verdadeiro muçulmano?
Isto lembraria a um cientista a as velhas discussões sobre a luz. A luz é
uma partícula ou uma onda? As discussões pendiam para um lado e para
outro. A
mecânica quântica
nos deu a resposta. A luz é dual. Ela é tanto uma partícula quanto uma
onda. A qualidade que se manifesta depende das circunstâncias. O Islã
funciona da mesma maneira.
Nossa primeira pista sobre o dualismo está no Corão, que, na verdade,
são dois livros, o Corão de Meca (inicial) e o Corão de Medina (final). A
descoberta da lógica do Corão vem do
grande número
de contradições nele. Num nível superficial, o Islã resolve estas
contradições recorrendo à "abrogação". Isto significa que o verso
escrito posteriormente se sobrepõe ao verso anterior. Mas, na verdade,
como o Corão é considerado pelos muçulmanos como a
palavra perfeita
de Deus, ambos os versos são sagrados e verdadeiros. Esta é a fundação
do dualismo. Ambos os versos estão "certos." Ambos os lados da
contradição são verdadeiros na lógica dualista. As circunstâncias
decidem qual verso é usado.
Por exemplo:
(Corão de Meca) 73:10: Ouve o que eles [os infiéis] dizem com paciência e afasta-te deles com dignidade.
Da tolerância nós vamos para a máxima intolerância, nem mesmo o Senhor do Universo consegue suportar os infiéis:
(Corão de Medina) 8:12: Então teu Senhor falou a Seus anjos e disse, "Eu
estarei contigo. Dá força aos fiéis. Eu infundirei terror nos corações
dos infiéis, cortarei suas cabeças e até as pontas de seus dedos!"
Toda a lógica ocidental está baseada na lei da contradição - se duas
coisas se contradizem, então pelo menos uma delas é falsa. Mas a lógica
islâmica é dualista; duas coisas podem contradizer uma à outra e ambas
serem verdadeiras(para eles).
Nenhum
sistema dualista
pode ser medido por uma só resposta. Esta é a razão pela qual as
discussões sobre o que constitui o "verdadeiro" Islã prosseguem
indefinidamente e nunca são resolvidas. Uma única resposta correta não
existe.
Sistemas dualistas só podem ser mensurados pela estatística. É inútil
argumentar que um só lado do dualismo é verdadeiro. Para usar uma
analogia, a mecânica quântica sempre dá uma resposta estatística a todas
as perguntas.
Como exemplo do uso da estatística, olhe a pergunta: qual é a verdadeira
jihad, a jihad da luta interior, espiritual, ou a jihad da guerra?
Procuremos a resposta em Bukhari (o Hadith), já que ele fala repetidas
vezes da jihad. Em Bukhari, 97% das referências à jihad são sobre guerra
e 3% sobre luta interior. A jihad é guerra? Sim - 97%. A Jihad é luta
interior? Sim - 3%. Então, quando se escreve um artigo, pode-se
argumentar a favor de uma ou outra. Mas na verdade, quase toda discussão
sobre o Islã pode ser respondida com: todas as alternativas acima.
Ambos os lados da dualidade estão corretos.
FP: Porque, na sua opinião, há tanta ignorância
sobre a história e a doutrina do Islã político no Ocidente?
Warner: Primeiramente, vejamos o quanto somos ignorantes sobre a
história do Islã político. Quantos cristãos conseguem dizer como a
Turquia ou o Egito se tornaram islâmicos?
O que aconteceu
com as Sete Igrejas da Ásia, mencionadas nas cartas de Paulo? Encontre
um judeu que consiga falar sobre a história da "dhimmitude" (cidadãos de
segunda classe que servem ao Islã). Que europeu sabe que
as mulheres brancas
eram o tipo de escravo mais valorizado em Meca?
Todo mundo sabe quantos
judeus Hitler matou, mas encontre um infiel que saiba te dizer quantos morreram na jihad nos últimos 1400 anos.
Nossa ignorância é a mesma em relação à doutrina do Islã. Um agente do
FBI recebe duas horinhas de treinamento sobre o Islã e a maior parte
disto é sobre como não ofender o imã. Estamos lutando no Iraque. Quem
utiliza a doutrina política e militar do Islã para planejar a
estratégia? Quem consegue achar um só rabino ou pastor que tenha lido o
Corão, Sira e Hadith? Qual governador, senador, parlamentar ou líder
militar demonstra um conhecimento da doutrina política do Islã? Tente
encontrar um curso disponível em uma faculdade sobre a doutrina política
e a ética islâmica. Os universitários estudam arte, arquitetura e
poesia islâmica, Sufismo e uma história gloriosa que ignora o sofrimento
dos infiéis inocentes. Os universitários lêem comentários sobre o Corão
e o Hadith, mas não lêem a doutrina de fato.
FP: Então,
por que esta ignorância?
Warner: Comecemos pelo princípio. Quando o Islã explodiu da
Arábia para dentro de um mundo bizantino em decadência, os infiéis
registraram isto como uma invasão árabe. Igualmente, a invasão da Europa
Oriental foi por turcos; a invasão da Espanha, por mouros. Nossos
estudiosos foram incapazes de sequer dar nome aos invasores.
Maomé matou cada um dos intelectuais ou artistas que se opuseram a ele.
Foi o medo que levou a imensa maioria da mídia a não publicar as charges
de Maomé, não alguma sensibilidade imaginária. O medo é uma base
fabulosa para a ignorância, mas não basta para explicar tudo. O que
explica a aversão quase que psicótica ao conhecimento sobre o Islã? Além
do medo, é a percepção de que o Islã político é profundamente alheio a
nós.
Examinemos a base ética de nossa civilização.
Toda a nossa política e
ética estão baseadas em uma ética unitária que está melhor formulada na
Regra de Ouro:
Trate os outros como gostaria de ser tratado.
A base desta regra é o reconhecimento de que, em certo nível, somos
todos a mesma coisa. Não somos todos iguais. Qualquer partida esportiva
mostrará que não temos habilidades iguais. Mas
todo mundo
quer ser tratado como um ser humano. Na base da Regra de Ouro - a
igualdade dos seres humanos - nós criamos a democracia, acabamos com a
escravidão e tratamos as mulheres em pé de igualdade política. Então a
Regra de Ouro é uma ética unitária. Todas as pessoas devem ser tratadas
da mesma forma.
Todas as religiões têm alguma versão da Regra de Ouro,
exceto o Islã.
FP: Então, como o Islã é diferente, neste contexto?
Warner:
O termo "ser humano" não tem nenhum significado dentro do
Islã. Não existe essa coisa de humanidade, apenas a dualidade entre o
fiel e o infiel. Olhe as afirmações éticas que se encontram no Hadith.
Um muçulmano não deve mentir, matar ou roubar de outros muçulmanos. Mas
um muçulmano pode mentir, enganar ou matar um infiel, se isto beneficiar
o Islã.
Não existe essa coisa de afirmação universal de ética no Islã. Os
muçulmanos devem ser tratados de uma forma e os infiéis de outra. O mais
próximo que o Islã chega de uma afirmação universal de ética é que o
mundo inteiro deve se submeter ao Islã. Depois que Maomé se tornou
profeta, ele nunca tratou um infiel do mesmo modo que um muçulmano. O
Islã nega a verdade da Regra de Ouro.
Aliás, está ética dualista é a base para a jihad. O sistema ético coloca
o infiel como menos que humano e, portanto, é fácil matar, prejudicar
ou enganar o infiel.
Veja bem, os infiéis frequentemente falham em aplicar a Regra de Ouro,
mas nós podemos ser julgados e condenados a partir dela. Deixamos a
desejar, mas é o nosso ideal.
Já houve outras culturas dualistas. Podemos lembrar a KKK. Mas a KKK é um dualismo simplista. O membro da KKK odeia todos
os negros em todas as ocasiões; só há uma escolha. Isto é muito direto e fácil de ver.
O dualismo do Islã é mais enganador e oferece duas escolhas em relação a
como tratar o infiel. O infiel pode ser tratado com simpatia, do mesmo
modo que um fazendeiro trata bem seu gado. Então, o Islã pode ser
"simpático", mas sob nenhuma hipótese o infiel é um "irmão" ou um amigo.
Na verdade, há cerca de 14 versos no Corão que são enfáticos - um
muçulmano nunca é amigo de um infiel. Um muçulmano pode ser "amistoso",
mas nunca é um amigo de fato. E o grau em que um muçulmano é de fato um
verdadeiro amigo é o grau em que ele não é um muçulmano, mas um
hipócrita.
FP: O sr. mencionou anteriormente como a lógica é um outro ponto de profunda divergência. O sr. pode abordar o assunto?
Warner: Para reiterar, toda ciência é baseada na lei da
contradição. Se duas coisas se contradizem, então pelo menos uma delas
tem de ser falsa. Mas dentro da lógica islâmica, duas afirmações
contraditórias podem ser verdadeiras. O Islã usa a lógica dualista e nós
usamos a lógica unitária científica.
Como o Islã tem uma lógica dualista e uma ética dualista, ele nos é
completamente alheio. Os muçulmanos pensam de forma diferente de nós e
sentem de forma diferente de nós. Esta aversão faz com que evitemos
aprender sobre o Islã, então somos ignorantes e permanecemos ignorantes.
Uma outra parte da aversão é a percepção de que não há acordo com a
ética dualista. Não há um lugar a meio caminho entre a ética unitária e a
dualista. Se uma pessoa está numa transação comercial com alguém que é
um mentiroso e um trapaceiro, não há meio de evitar de ser trapaceado.
Não importa o quanto se seja simpático com um golpista, ele vai se
aproveitar da pessoa. Não há acordo com a ética dualista. Em resumo, a
política, ética e lógica islâmicas não podem fazer parte de nossa
civilização. O Islã não se deixa assimilar, ele domina. Não existe nunca
esta história de "conviver" com o Islã. Suas exigências nunca cessam e
as exigências devem ser cumpridas nos termos do Islã: submissão.
A última razão para nossa aversão à história do Islã político é nossa vergonha.
O Islã pôs na escravidão
mais de um milhão de europeus. Como muçulmanos não podem ser
escravizados, era uma cristã branca que era a escrava sexual do sultão
turco. Estas são coisas que não queremos encarar.
Os judeus
não querem reconhecer a história do Islã político, porque eles eram
dhimmis, cidadãos de segunda classe ou semi-escravos, igual aos
cristãos.
Os judeus
gostam de se lembrar de que eram conselheiros e médicos para muçulmanos
poderosos, mas não importa o que o judeu fizesse ou que posição ele
ocupasse, ele ainda era um dhimmi. Não há meio-termo entre ser igual e
ser um dhimmi.
Por que um hindu
quereria relembrar a vergonha da escravidão e a destruição de seus
templos e cidades? Depois que artesãos hindus construíram o Taj Mahal, o
governante muçulmano mandou cortar suas mãos direitas, par que eles não
pudessem construir nada de tão belo para ninguém mais. A prática do
suttee, a viúva se jogando na pira funeral do marido, surgiu como uma
resposta ao estupro e à brutalidade da jihad islâmica enquanto ela
varria o antigo Hindustão.
Os negros
não querem encarar o fato de que foi um muçulmano que caçou seus
ancestrais na África para vendê-los no atacado para o comerciante de
escravos branco. O árabe é o verdadeiro mestre do africano. Os negros
não conseguem aceitar o elo comum que eles possuem com os brancos: que
tanto os europeus quanto os africanos foram escravos sob o Islã. Os
negros gostam de imaginar que o Islã é seu contra-peso ao poder branco, e
não que o Islã os dominou por 1400 anos.
Lógica dualista. Ética dualista. Medo. Vergonha. Não há meio-termo.
Estas são as razões por que nós não queremos saber sobre a história
política do Islã, sua doutrina ou ética.
FP: Então, será que existe mesmo algo como um Islã não-político?
Warner: O Islã não-político é o Islã religioso. O Islã religioso é
o que um muçulmano faz para evitar o Inferno e ir para o Paraíso. Estes
são os Cinco Pilares - oração, caridade aos muçulmanos, peregrinação a
Meca, jejum e declarar que Maomé é o último profeta.
Mas a Trilogia é clara em relação à doutrina. Pelo menos 75% da Sira
(vida de Maomé) é sobre a jihad. Cerca de 67% do Corão escrito em Meca é
sobre os infiéis ou política. Do Corão de Medina, 51% é dedicado aos
infiéis. Cerca de 20% do Hadith de Bukhari é sobre a jihad e política.
Religião é a parte menor dos textos islâmicos fundamentais.
A dualidade mais famosa do Islã político é a divisão do mundo entre
fiéis, 'dar al Islam', e infiéis, 'dar al harb'. A maior parte da
Trilogia relata o tratamento dos infiéis, kafirs. Até o Inferno é
político. Há 146 referências ao Inferno no Corão. Só 6% daqueles que
estão no Inferno estão lá por faltas morais - assassinato, roubo, etc.
Os outro 94% das razões para estar no Inferno são pelo pecado
intelectual de discordar de Maomé, um crime político. Logo, o Inferno
Islâmico é uma prisão política para aqueles que falam contra o Islã.
Maomé pregou sua religião por 13 anos e amealhou apenas 150 seguidores.
Mas quando ele se voltou para a política e a guerra, em um período de 10
anos ele se tornou o primeiro governante de toda a Arábia, com uma
média de um evento de violência a cada sete semanas, durante 9 anos. Seu
sucesso não veio como líder religioso, mas como líder político.
Enfim, o Islã político define como se deve tratar os infiéis e lidar com eles.
FP: O sr. pode abordar rapidamente a história do Islã político?
Warner: A história do Islã político começa com a migração de
Maomé para Medina. A partir daquele ponto, o apelo do Islã para o mundo
sempre foi a opção dualista de se aderir a uma gloriosa religião ou ser
objeto de de pressão e violência políticas. Após a migração para Medina,
o Islã se torna violento quando a persuasão falha. A jihad veio ao
mundo.
Após a morte de Maomé, Abu Bakr, o primeiro califa, resolveu as
discussões teológicas dos que desejavam deixar o Islã com a ação
política da morte pela espada. A jihad de Omar (o segundo califa, um
rei-papa) explodiu para dentro do mundo dos infiéis. A jihad destruiu um
Oriente Médio cristão e um Norte da África cristão. Logo, o destino dos
zoroastristas persas e dos hindus foi serem vítimas da jihad. A
história do Islã político é a destruição da Cristandade no Oriente
Médio, Egito, Turquia e Norte da África. Metade da Cristandade se
perdeu. Antes do Islã, o norte da África era a parte sul da Europa
(parte do Império Romano). Cerca de 60 milhões de cristãos foram
massacrados durante a conquista jihadista.
Metade da gloriosa civilização hindu foi aniquilada e 80 milhões de hindus foram mortos.
Os primeiros budistas ocidentais foram os gregos descendentes do
exército de Alexandre o Grande, no que hoje é o Afeganistão. A jihad
destruiu todo traço de budismo ao longo da rota da seda. Cerca de 10
milhões de budistas morreram. A conquista do budismo é o resultado
prático do pacifismo.
Os zoroastristas foram eliminados da Pérsia.
Os judeus se tornaram dhimmis permanentes por todo o Islã.
Na África, mais de 120 milhões de cristãos e animistas morreram nos últimos 1400 anos de jihad.
Aproximadamente 270 milhões de infiéis morreram nos últimos 1400 anos
pela glória do Islã político. Estas são as Lágrimas da jihad sobre as
quais ninguém é ensinado na escola.
FP: Como nossos intelectuais têm respondido ao Islã?
Warner: A base de todo o pensamento do infiel desmoronou em face
do pensamento político, da ética e da lógica do Islã. Já mencionamos
como nossos primeiros intelectuais nem sequer nomearam os invasores como
muçulmanos. Não temos nenhum método de análise do Islã. Não conseguimos
concordar sobre o que seja o Islã e não temos conhecimento de nosso
sofrimento como vítimas de uma jihad de 1400 anos.
Olhe como os cristãos, judeus, negros, intelectuais e artistas lidaram
com a doutrina e a história islâmica. Em todos os casos, suas idéias
iniciais são um fracasso.
Os cristãos acreditam que "o amor vence tudo." Bem, o amor não vence o Islã. Os cristãos tem
dificuldade
em ver o Islã como uma doutrina política, não uma religião. A natureza
sectária do pensamento cristão significa que o cristão não-ortodoxo
médio não tem nenhum conhecimento ou simpatia pelo sofrimento dos
cristãos ortodoxos.
Os judeus têm uma teologia que postula uma relação única entre os judeus e o Deus criador do universo. Mas
o Islã vê os judeus como macacos que corromperam o Velho Testamento. Os judeus não vêem nenhuma conexão entre a doutrina política do Islã e Israel.
Os intelectuais negros basearam suas idéias na condição de
escravo/vítima e como foi errado os cristãos brancos os terem feito de
escravos. O Islã nunca reconheceu nenhuma parcela da dor ou sofrimento
que causou na África com seu comércio de escravos de 1400 anos. Mas os
negros não fazem qualquer tentativa de obter um pedido de desculpas dos
muçulmanos e ficam em silêncio na presença do Islã. Por que? Será que é
porque os árabes são seus senhores?
O multiculturalismo é paralítico em relação à exigência do Islã de que
toda civilização se submeta. A cultura da tolerância desaba em face da
intolerância sagrada da ética dualista. Os intelectuais respondem
ignorando este fracasso.
Nossos intelectuais e artistas têm sido abusados há 1400 anos. De fato, a
psicologia de nossos intelectuais é exatamente como a psicologia da
esposa abusada, da criança sexualmente abusada ou da vítima de estupro.
Veja as semelhanças entre a resposta das vítimas de abusos e nossos
intelectuais. Veja como a violência causou a negação.
A vítima nega que o abuso aconteceu: nossa mídia nunca relata a maior
parte da jihad em todo o mundo. Nossos intelectuais não falam sobre como
toda esta violência está ligada a uma doutrina política.
O abusador usa o medo para controlar a vítima: qual foi a razão pela
qual os jornais não quiseram publicar as charges de Maomé? Salman
Rushdie ainda tem uma sentença de morte por seu romance. Qual artista
"de vanguarda" cria uma afirmação artística sobre o Islã? O medo domina
nossos intelectuais e artistas.
As vítimas encontram meios de culpar a si mesmas: nós somos culpados pelo 11 de
setembro de 2001. Se continuarmos tentando, os muçulmanos vão se comportar melhor. Nós temos que acomodar suas necessidades.
A vítima é humilhada: os brancos não querem falar sobre como seus
ancestrais foram escravizados pelo Islã. Ninguém quer clamar pelas as
vítimas da jihad. Por que não queremos clamar pelo sofrimento de nossos
ancestrais? Por que não choramos pela perda de culturas e povos? Temos
vergonha demais para nos importarmos.
A vítima se sente indefesa: "O que vamos fazer?" "Não podemos matar 1.3
bilhões de muçulmanos." Ninguém tem nenhum discernimento ou otimismo.
Ninguém tem uma idéia do que tentar. O único plano é "ser mais
simpático."
A vítima volta a raiva para dentro: Qual é o assunto mais divisor na
política de hoje? O Iraque. E qual é o verdadeiro problema do Iraque? O
Islã político. Há um vídeo na internet sobre como a CIA e Bush
planejaram e executaram o 11 de setembro. Repugnância cultural a si
mesmos é o lema de nossos intelectuais e artistas.
Odiamos a nós mesmo porque somos mentalmente molestados e abusados.
Nossos intelectuais e artistas responderam ao abuso da jihad da mesma
maneira que uma criança sexualmente abusada ou uma vítima de estupro
responderiam. Estamos muito doentes intelectualmente e estamos falhando
em pensar com clareza. Não conseguimos olhar nossa negação.
FP: Então, resuma para a gente por que é crucial aprendermos sobre a doutrina política do Islã.
Warner: O Islã político aniquilou todas as culturas que invadiu
ou para a qual migrou. O tempo total para a aniquilação leva séculos,
mas depois que se torna predominante, ele nunca falha. A cultura
hospedeira desaparece e se torna extinta.
Nós devemos aprender sobre a doutrina do Islã político para
sobrevivermos. A doutrina é muito clara sobre todas as formas de força e
persuasão poderem e deverem ser usadas para nos conquistar.
O Islã é um inimigo auto-declarado
de todos os infiéis. O brilhante filósofo da guerra chinês Sun Tzu
tinha o moto "conheça seu inimigo". Nós devemos conhecer a doutrina de
nosso inimigo ou seremos aniquilados.
Ou pondo as coisas de outro modo: se não aprendermos sobre a doutrina do
Islã político, nossa civilização será aniquilada, da mesma forma que a
civilização copta do Egito foi aniquilada.
Como os infiéis devem conhecer a doutrina política do Islã para
sobreviver, o CSPI escreveu todos os seus livros em um inglês simples.
Nossos livros são de base erudita, mas simples de ler. Por exemplo,
qualquer um capaz de ler um jornal pode pegar um Corão Simples, ler e
entender. Ele não ficou "tosco" e contém cada palavra do original.
Não só a linguagem é simples, mas foi usada lógica para separar e
categorizar. O contexto e a cronologia foram restaurados. O resultado é
um Corão que é uma história épica terminando com o triunfo sobre todos
os inimigos de Alá. Todos os nossos livros e nossa filosofia se
encontram no site de nosso centro.
O Islã declara que nós somos os inimigos de Alá. Se não aprendermos
sobre a doutrina política do Islã, vamos terminar como as primeiras
vítimas do Islã - os árabes politeístas e tolerantes da Arábia Saudita,
que se tornaram os
Wahabbis (um ramo muito severo do Islã) de hoje, a cultura mais intolerante da face da Terra.
FP: Bill Warner, obrigado por estar com a gente hoje.
Warner: Jamie, obrigado por sua gentileza e seus esforços.
Fonte:
Midia Sem Máscara