Associaçao para Defesa da Heterossexualidade, do Casamento e Família Tradicionais, Proteção de Crianças, Adolescentes e Jovens contra o Assédio, Aliciamento, Proselitismo e abusos Sexual e Homossexual; contra o Aborto e ajuda a pessoas que desejam deixar a homossexualidade.
Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquemaqui.
Para conter crescimento de Marina Silva, governo quer aprovar lei que concede privilégios tributários a igrejas evangélicas
Publicado por Tiago Chagas em 2 de setembro de 2014
A reação do governo de Dilma Rousseff (PT) ao crescimento da
candidatura de Marina Silva (PSB) à presidência da República visa
alcançar os eleitores que, no momento, fazem a diferença a favor da
ex-senadora: os evangélicos.
Entre as medidas que visam conter o avanço de Marina na pesquisa está
a iniciativa de atender a uma antiga reivindicação das igrejas
evangélicas: a aprovação da Lei Geral das Religiões.
O projeto tramita no Congresso desde 2009 e ainda não foi aprovado
por falta de empenho do governo, que tem a maioria tanto na Câmara dos
Deputados, quanto no Senado. O texto do projeto prevê a concessão de diversos benefícios,
incluindo a reafirmação de isenções fiscais, estendendo às igrejas
evangélicas e outras entidades religiosas os mesmos benefícios que o
governo dá à Igreja Católica desde 2008.
Agora, numa ação “anti-Marina”, o governo determinará aos parlamentares que adotem caráter de urgência na aprovação da proposta.
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o projeto concede às denominações
que tiverem projetos sociais reconhecidos, os mesmos benefícios
tributários que entidades filantrópicas recebem, além de desobrigar as
igrejas em questões trabalhistas. Por exemplo, os fiéis que ajudam no
funcionamento de uma igreja no cotidiano não poderão, eventualmente,
buscar o reconhecimento de vínculo empregatício.
O projeto prevê ainda, uma proteção especial contra a desapropriação e
a penhora dos bens das igrejas, pois prevê garantias “às pessoas
jurídicas e eclesiásticas e religiosas, assim como ao patrimônio, renda e
serviços relacionados com as suas finalidades essenciais”.
Indústria
Além dessas ações junto ao eleitorado evangélico, o governo petista
pretende também se aproximar dos empresários e dizer a eles que as
propostas de Marina Silva que propõem controle de gastos irão impedir
que o governo faça novos gastos em infraestrutura nos próximos anos,
provocando desemprego.
A intenção é conter o apoio financeiro dos empresários à campanha de
Marina Silva e também gerar dúvida a respeito da capacidade de um
eventual governo do PSB em recolocar o país no caminho do crescimento
econômico. Fonte: GospelMais
Pastor Marco Feliciano revela bastidores de polêmicas que se envolveu na política; Assista
Publicado por Tiago Chagas em 2 de outubro de 2013
O pastor Marco Feliciano concedeu uma entrevista falando sobre as
diversas questões em que está envolvido desde que tornou-se parlamentar e
presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM).
Segundo Feliciano, sua entrada na política, mesmo depois de ter
pregado contra, foi uma iniciativa para consertar o que hoje considera
um equívoco. “Enquanto a Igreja estiver na terra, é sujeita às leis do
país. Eu percebi, quando aquela lei PL 122 – que é a lei da mordaça –
passou no Congresso Federal, que nós tínhamos deputados evangélicos lá,
mas que dormiam no ponto. Quando eu vi que aquela lei passou, e no
Senado foi travada – e se passar do Senado vai prejudicar todo mundo –
eu vi que eu fui um dos culpados, porque eu como formador de opinião de
uma geração, a juventude que cresceu me ouvindo, o que eu falava era
lei. Eu precisava achar uma maneira de consertar o meu erro”, afirmou,
explicando o motivo de ter se lançado à política.
Feliciano afirmou que o brasileiro precisa se interessar mais pela
política e revelou que a desinformação dos eleitores resultou numa
confusão que elegeu outros parlamentares em todo o Brasil porque as
pessoas de fora de São Paulo acreditavam estarem votando nele: “Todos os
deputados candidatos do meu partido que tinham o meu número, 2010,
foram eleitos no país inteiro. Eu recebi cartas. ‘Pastor, eu votei no
senhor, mas saiu a foto do Takayama’. Você é de onde? ‘Eu sou do
Paraná’. Mas deputado federal é só do estado… ‘Não, deputado federal é
do país’. Nosso povo não é politizado. Tem gente que votou em mim no
Maranhão. ‘Pastor, saiu outra foto lá, mas o número é do senhor’… Nosso
povo precisa conhecer um pouco mais de política”.
O pastor disse ainda que tem aprendido a não rebater provocações: “Ao
amigo, não é preciso explicar nada, porque ele é meu amigo. Ao inimigo,
não adianta explicar nada, porque ele quer me destruir de qualquer
forma. Então, a Igreja me conhece”, disse.
Sobre o episódio em que o ator e comediante Alexandre Frota o
ironizou, Feliciano disse que agiu seguindo a ideia de não rebater:
“Teve um ator, um coitado, que falou na internet que foi meu namorado
dois anos. O que ele queria? Que eu revidasse, pra dar mídia a ele, como
aconteceu no caso da Daniela Mercury. Eu projetei ela. Ela deve a
carreira dela a mim. Então, o que eu fiz? Suportei a calúnia, até o
ponto que ele não aguentou, foi a um programa da Jovem Pan e disse ‘Foi
só uma brincadeira, quem acreditou nisso é um idiota’”.
Marco Feliciano queixou-se da mídia, dizendo que a cobertura dos
fatos é bastante parcial: “Não sou otário, nem tonto. Como cristão, eu
uso a lei que pode me proteger e faço o que é possível. É claro que pra
mim é tudo mais difícil. Se alguém xinga de lá pra cá e eu revido, vai
sair na mídia que só eu fiz”, lamentou.
Sobre o protesto organizado por ativistas durante um voo, o pastor
resumiu o caso dizendo que o gesto foi repudiado por inúmeras pessoas:
“Como eu não dei bola fiquei quieto, em oração, vieram e bateram no meu
rosto. Eles colocaram o vídeo na internet. Foi um tiro no pé deles,
porque o país inteiro se comoveu por mim. O vídeo teve mais de quatro
milhões de acessos. Cheguei nos Estados Unidos, lá os irmãos no
aeroporto foram falar do vídeo. Em todos os lugares que eu fui, da
Flórida até Nova York todo mundo assistiu. O povo dizendo ‘Olha, eu
posso não concordar com o senhor, mas o que eles fizeram é
intolerância’. Então o Brasil começou perceber quem são os intolerantes,
e quem são os preconceituosos”.
Sobre a pressão exercida contra ele quando assumiu a presidência da
CDHM, Feliciano afirmou que, durante uma reunião de lideranças
partidárias convocada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Henrique
Eduardo Alves (PMDB-RN), teve a oportunidade de discursar antes dos
demais presentes. “Quando eu terminei de falar, dos vinte [líderes de
partidos], dezessete ficaram ao meu favor. Isso virou a mesa, porque eu
mostrei pelo menos o que era, como acontecia, e como eu estava sendo
perseguido. E disse: ‘Se hoje fazem isso comigo, amanhã vão fazer com os
senhor aqui no Plenário grande’. Foi profecia. Deu dez dias os índios
invadiram o plenário. Agora na PEC 300 os policiais invadiram o
plenário. Perdeu o respeito. E tudo porquê? Porque ele não me protegeu
na minha comissão”.
Ainda em relação a essa crise, Feliciano comentou a proposta que ele
fez na ocasião para deixar a CDHM se os parlamentares José Genoíno e
João Paulo Cunha, ambos do PT-SP, condenados pelo Supremo Tribunal
Federal (STF) no mensalão, também deixassem a Comissão de Constituição e
Justiça (CCJ), e revelou detalhes dos bastidores: “Quem é o líder do PT
na Câmara? Irmão do Zé Genoíno, é o deputado que o assessor foi pego
com dólar na cueca. Aí ele levanta e diz assim: ‘A população brasileira
não te suporta mais. Pro bem desse parlamento, renuncie, Feliciano”. Aí
eu subi o sangue e falei assim: ‘Tudo bem. Se é pro bem do Brasil, eu
renuncio com uma condição. Que o seu irmão, e João Paulo Cunha, que são
condenados, mensaleiros, ficha suja, renunciem. Porque eu não sou
mensaleiro, sou ficha limpa, e sou um homem de família, um pastor.
Presidente bateu a mão: ‘Tá encerrada a reunião’. William Bonner falou
no Jornal Nacional: ‘Feliciano falou que renuncia se o PT tirar…’ Acabou
a conversa”.
O pastor voltou a falar a respeito de uma eventual candidatura à
presidência da República: “Se o meu partido me desse legenda, nós íamos
entrar para a história. Podia não ganhar, mas jogávamos a eleição para o
segundo turno. No segundo turno, a gente negociaria como Igreja, um
ministério, alguma coisa assim. Nós teríamos condições. Falta hoje, uma
liderança política evangélica”.
Assista a íntegra da entrevista concedida ao web programa Propagadores:
Ex-homossexual, palestrante alerta igrejas a se prepararem para “combater o imperialismo gay”
Publicado por Tiago Chagas em 30 de setembro de 2013
As discussões no meio cristão sobre a homossexualidade e a militância
gay tem acontecido sob tom de alarme, e cada vez mais frequente.
Questões como o casamento gay, ou a criticada PLC 122, são fonte de
preocupação para as lideranças evangélicas, que tem ser amordaçadas pela
Justiça na pregação bíblica contra a prática homossexual.
O palestrante evangélico Saulo Navarro, ex-homossexual e vítima de
abusos sexuais na infância, concedeu entrevista sobre o assunto ao
blogueiro e ativista Julio Severo, falando sobre seu testemunho e
atividades contra ao que chama de “propaganda gay” imposta pela mídia
aos brasileiros.
“Passei por situações de traumas e abusos na minha infância e
pré-adolescência que me deixaram totalmente inseguro para desempenhar
minha masculinidade. Chamo esta fase de ‘pré-homossexualidade’, ou seja,
houve uma construção que favoreceu minha entrada na prática da
homossexualidade.
Durante minha juventude, fiz algumas tentativas
frustradas de namorar garotas. Uma namorada, ao perceber que eu não
iniciava alguns ‘contatos’ físicos falou ao meu ouvido que às vezes
achava que eu não era homem. Estas palavras feriram profundamente minha
alma. Ocorreu mais tarde, com esta mesma namorada, uma situação de abuso
sexual. Este abuso gerou em mim pensamentos de incompetência, medo,
angústia, frustração.
A partir deste momento decidi nunca mais namorar
garotas. Só que não disse que iria ser homossexual. Porém, tive contato
com o meio homossexual através de um amigo que estava nesta prática há
anos. Então, depois de toda esta construção, acabei por me declarar
homossexual. Ainda mais convivendo com amigos(as) que praticavam a
homossexualidade de forma tão aberta”, relatou Navarro.
Para ele, a proibição explícita imposta pelo Conselho Federal de
Psicologia (CFP) aos profissionais do ramo, de atenderem homossexuais
insatisfeitos com o comportamento e/ou a atração por pessoas do mesmo
sexo é uma declaração de apoio à militância gay.
“Conselho Federal de Psicologia se dobrou ao movimento LGBT. Tenho
acompanhado as tomadas de decisões deste Conselho com relação à censura
que os psicólogos sofrem ao demonstrar que podem ajudar a resignificar a
sexualidade de uma pessoa que esteja insatisfeita com a atração que
sente pelo mesmo sexo. Se todas as pessoas que sofrem por sentirem
atração pelo mesmo sexo falassem que não querem estar homossexuais é bem
provável que este Conselho, que trabalha em favor do movimento LGBT,
avalie estas limitações impostas aos profissionais da psicologia.
Estas
pessoas merecem ter esta ajuda sem que tenham que perambular pelas
vielas das clínicas para achar alguém que possa atendê-los sem receio e
medo de ser punido pelo CFP. Pessoas que deixaram a prática homossexual
fazem parte de uma diversidade que é rejeitada e odiada pelo movimento
gay e agora pelo CFP. É uma tremenda vergonha o que este Conselho tem
feito ao limitar seus profissionais por pura manipulação do movimento
gay.
Na verdade quando o CFP age desta forma está demonstrando para a
sociedade que a ferramenta psicologia não serve para algumas áreas da
vida de uma pessoa, está dizendo que não serve para ajudar um indivíduo
que está em sofrimento psíquico e deseja abandonar a homossexualidade.
Vou mais além, as faculdades de psicologia de nosso país estão formando
psicólogos totalmente favoráveis ao movimento LGBT. Esta geração de
psicólogos já está aí, nas clínicas, propagando ideologias como a do
movimento gay e de gênero. Ou seja, vivemos um momento em que a
psicologia trabalha em favor da Nova Era”, lamentou.
Questionado por Severo se ele cria que Deus pode libertar um
homossexual sem a ajuda da psicologia, Saulo Navarro foi enfático:
“Creio. Deus é soberano. A psicologia é uma ciência e Deus excede a toda
ciência. Vejo a psicologia como mais uma ferramenta que pode ser
utilizada por Deus para levar saúde emocional ao ser humano”, afirmou.
Como parte de seu testemunho pessoal, afirmou que a psicologia foi
uma das ferramentas que o ajudaram a abandonar a homossexualidade: “Após
12 anos de prática homossexual percebi que as instabilidades do meio
gay estavam me levando a um estado emocional deplorável. Recebi um
convite de um amigo para ir numa reunião da igreja em que participava.
Aceitei Jesus como meu único Senhor e Salvador e passei a segui-lo
aceitando todo conteúdo bíblico como verdade para minha vida, inclusive
as passagens que tratam da homossexualidade como pecado e comportamento
fora da vontade de Deus para o ser humano. Ao chegar em casa, após
aceitar Jesus em minha vida, percebi que o desejo pelo mesmo sexo ainda
estava lá, era real. Durante 4 anos caminhei dentro da igreja sentindo
atração pelo mesmo sexo.
Ficou claro para mim que deixar de sentir
atração pelo mesmo sexo levaria tempo, não se mudaria de um dia para o
outro. Entendi que Deus estava proporcionando ferramentas para me ajudar
na caminhada. Pessoas foram usadas por Deus para me levar ao
crescimento e amadurecimento. Em um determinado momento precisei da
ajuda de uma psicóloga que tratou as consequências dos abusos que sofri
durante minha vida, inclusive o abuso sexual sofrido por uma namorada.
Acredito que um psicólogo sério (cristão ou não), que não tenha se
dobrado às imposições do CFP, pode ajudar um indivíduo a abandonar o
comportamento homossexual. Esta pessoa que busca ajuda para abandonar o
comportamento homossexual precisa estar inserida numa relação de ajuda.
Sozinho é praticamente impossível vencer”, pontuou Navarro.
Sobre a influência de espíritos malignos na adesão ao comportamento
homossexual, Navarro afirmou que é importante que os cristãos olhem para
esse ponto da questão com atenção, e entendam que nem tudo é possessão,
pois a homossexualidade é uma questão complexa.
“O mundo em que vivemos jaz no maligno. Homens e mulheres,
homossexuais ou não, sofrem opressões demoníacas e alguns chegam a ser
possessos de demônios. Estive na prática da homossexualidade por 12
anos, passei por momentos de libertação na igreja em que congregava e
não tive manifestação de demônios por conta deste envolvimento com a
homossexualidade.
Conheci pessoas no meio homossexual que se envolveram
com situações que permitiram demônios entrarem em suas vidas. Um amigo
foi possesso de demônios e houve libertação durante um momento de
expulsão dos mesmos. A expulsão destes demônios não anulou a atração que
ele sentia pelo mesmo sexo. Ele entendeu que o comportamento
homossexual foi aprendido e poderia ser desaprendido dentro de um
processo de ajuda”, explicou o palestrante.
Saulo Navarro manifestou o mesmo temor de outros líderes cristãos
brasileiros quanto ao projeto de lei 122, em tramitação na Câmara dos
Deputados: “A intenção de todas estas leis é não somente tratar da
legalização da imoralidade como também eliminar todo pensamento que
trata do pecado. A imoralidade está aprovada e amparada por lei, então,
por que tratar a homossexualidade como pecado? O pecado deixando de ser
considerado pecado elimina os feitos de Jesus e, logicamente, acontece
uma verdadeira caça às bruxas, uma caça aos cristãos que verdadeiramente
dão nome ao pecado.
Cala-se a boca dos cristãos e elimina valores
embasados no que Deus projetou para o ser humano. O PLC 122 não só
criminaliza a opinião cristã como gera novos valores na sociedade,
exemplo: o casamento entre um homem e uma mulher sempre teve um valor,
hoje uma dupla do mesmo sexo recebeu um valor através da PLC122, e
posteriormente um homem com três mulheres também terá um valor dentro da
sociedade”, observou.
O papel da igreja cristã frente a essas questões é mais abrangente e
importante do que a maioria dos líderes enxerga, segundo Saulo Navarro:
“Primeiramente a igreja precisa urgentemente entender o que acontece no
mundo. Entender como os grupos gays, feministas e de gênero estão agindo
na sociedade. As igrejas precisam de homens e mulheres sarados em sua
feminilidade e masculinidade para conseguir proporcionar apoio ao que
sofre com sua sexualidade. É preciso voltar ao discipulado, ao caminhar
junto, dentro de uma relação de ajuda.
É preciso estar a par do que há
por trás da pessoa que chega pedindo ajuda. Se a igreja entender que a
homossexualidade na vida de uma pessoa não é o foco e sim o que sustenta
esta pessoa na homossexualidade então alguns passos já foram dados. A
omissão da igreja foi grande e agora é apagar incêndio.
A igreja tem de
sair da omissão e partir para a compaixão, para a ação. É preciso
compreender os infinitos fatores que podem levar um indivíduo à prática
da homossexualidade. O meio homossexual é instável, e haverá um tempo em
que esta pessoa poderá ir até uma igreja em busca de apoio.
As igrejas
podem oferecer um local seguro e confiável, oferecer um ambiente
caloroso que mostre a diferença de uma vida de pecado com uma vida em
Cristo”, disse, antes de ressaltar: “A militância gay é cruel e sem
escrúpulos. A igreja não deve ser ingênua a ponto de desconsiderar este
fato. A igreja deve ser firme em seu posicionamento e estar sempre
contrária a esta agenda gay e se preciso for se defender juridicamente
dos ataques da militância gay”.
O palestrante fez uma crítica direta e pontual à igreja como um todo:
“Os cristãos brasileiros devem estar atentos a todo movimento contrário
à verdadeira palavra de Deus. Para isto é preciso se voltar à Palavra
de Deus pura e limpa. A teologia gay ganha espaço na mente de uma parte
dos cristãos justamente pelo desconhecimento que estes tem da Palavra de
Deus.
A manipulação da teologia gay é grande, tem convencido cristãos
de que Deus aceita toda forma de amor. O povo cristão brasileiro precisa
parar de ver novela. As novelas brasileiras vêm há décadas mostrando
mentiras como verdades, o povo cristão brasileiro tem dado atenção a
essas porcarias que passam na TV. Com isto temos uma geração que tem um
olhar totalmente normal quanto à homossexualidade e bissexualidade.
Escrevo sobre este assunto por justamente ouvir jovens que receberam
esta lavagem cerebral durante toda uma infância e adolescência.
E
infelizmente pais cristãos assistem a toda esta porcaria na TV ao lado
de seus filhos. Enquanto isto a teologia gay caminha em passos largos. É
hora de se levantar e se posicionar contra estas mentiras pregadas pela
teologia gay, que tenta a todo custo convencer cristãos de que o amor
entre duas pessoas do mesmo sexo são aceitas por Deus desde que estejam
numa relação estável. Uma mentira contada mil vezes se torna uma
verdade”, alertou.
Saulo Navarro aconselha que as pessoas encarregadas de interceder e
liderar os fiéis devem buscar capacitação para enfrentar o que o
entrevistador, Julio Severo, classificou como “imperialismo
homossexual”, e não fugir do embate: “[A igreja deve] agir urgentemente,
ir para a prática e criar ferramentas que possam combater este
imperialismo gay. Tenho visto muita teoria e pouca prática dentro de
nossas igrejas. As crianças aqui no Brasil em breve serão preparadas
para o ‘gênero neutro’, e os pais não estão percebendo a manipulação
destes movimentos.
Se você é um intercessor então parta para a ação.
Interceda para que os líderes cristãos possam preparar uma nova geração
de homens e mulheres sarados em sua masculinidade e feminilidade, para
que possam ser instrumentos de bênçãos na vida de seus filhos”.
Em resumo, Saulo orienta as igrejas: “Estejam preparadas para
defender sua crença. Agora veremos quem é o verdadeiro cristão. A
ditadura gay está com o terreno preparado e os líderes das igrejas terão
que ser firmes em seu posicionamento. Atualmente não tenho ouvido
pregações que falam do pecado, já existe um medo instalado. A igreja
será o único local que poderá se opor a ditadura gay. Igrejas, estejam
atentas a tudo o que acontece no mundo. Estejam a par das leis que
favorecem a ditadura gay. Orar é bíblico, e agir também é”.
Assista a uma das palestras de Saulo Navarro na Igreja Batista do Prado:
As igrejas evangélicas, que colocam a regularização da situação conjugal como uma de suas práticas, tem sido uma grande incentivadora na transformação de uniões estáveis em casamentos. A informação foi revelada pelo juiz Cesar Luiz Miozzo, ao comentar sobre a atuação do ônibus da Justiça Itinerante no Mato Grosso do Sul.
De acordo com o juiz, diariamente a unidade itinerante recebe dezenas de pedidos de casamento, em sua grande maioria por orientação de igrejas evangélicas.
- Temos constatado que muitos desses casais buscam a Justiça Itinerante seguindo a direção de igrejas evangélicas – afirmou o Magistrado.
De acordo com o jornal Correio do Estado, no ano passado foram 4.677 audiências de reconhecimento de união estável e sua transformação em casamento. As regiões atendidas pelas unidades móveis (ônibus) com maior procura por casamentos foram a Vila Piratininga (702), Jardim São Conrado (514) e Bairro Coronel Antonino (367). Mensalmente são realizadas nas unidades móveis de 150 a 250 conversões de união estável em casamento e a procura tem aumentado. Somente em 2011 foram 4.555 mil casamentos.
Por Dan Martins, para o Gospel+